🇵🇹Em Português🇧🇷: S4:E100AI RECAP LIVE🎙️ com a Coach Renata Bernarde 🇧🇷🇦🇺

In this episode of the Leadership and Success Podcast, host Bob Fabien Zinga (Coach BZ) interviews executive coach and career strategist Renata Bernarde. Renata shares her trans‑continental journey—from growing up in Brazil, moving to Australia, rising to CEO of a major foundation, and then being made redundant—to reinvent herself as a global executive coach. She emphasizes that individuals are ultimately responsible for their own careers, reframing setbacks as data rather than failures. The conversation covers practical tactics such as “managing up” by presenting multiple options and inviting collaboration, the importance of sample size in job‑search metrics, and the role of resilience. Renata also discusses servant‑leadership principles, continuous learning as the core of legacy, and how digital platforms like LinkedIn amplify authentic leadership. The episode blends personal anecdotes, actionable advice, and philosophical reflections, concluding with the single word that captures her leadership philosophy: learning.
Chapters
Hi, I'm John Maxwell. When the top companies in the world are looking for trained trainers, speakers, and coaches, there's one name that stands above the rest, and that's Maxwell Leadership. Our certified team members have gotten proven results for companies all over the globe, and our reputation, I'm proud to say, is second to none. Some of our members have risen to the top of their profession, including the one you're going to meet today. I proudly introduce you to my friend Bob Fabien Zinga.
Welcome to the Leadership and Success Podcast with your host, Coach BZ, where we help you lead with purpose and succeed with impact. If you're ready to grow into the kind of leader others want to follow, this podcast is for you. If you're determined to elevate your success and leave a lasting legacy, this podcast is for you. As my mentor, Dr. John C. Maxwell, reminds us, everything rises and falls on leadership. Our goal is simple: to inspire you, challenge you, and equip you with insights that can transform the trajectory of your leadership journey. Welcome aboard to another episode of the Leadership Success Podcast with Coach BZ.
Sure.
I am a Brazilian Australian. I was born in Brazil, and I moved to Australia in 2009. 1 to study here, as many people do. And from that point onwards, I fell in love with Australia, and my purpose was always to stay here. I had a young family and I was a mature age student, and my husband and I worked really hard to embed ourselves in the community here, find jobs, gain our permanent residency, all of which is quite hard to do, to be honest. And we've been here for over 20 years now. A few years ago, just before the pandemic hit, I was made redundant from my corporate role, and I then very quickly realized I didn't want to pursue another opportunity, another job. I had worked up my career sideways to the top, and that is usually a very good strategy for women in the corporate sector. But I was very ready to, to follow my next step, which I knew eventually I wanted to do, which was to coach other executives. Other managers and professionals to have the best careers. And I've been planning and prepping myself to do this for a long time, and I thought it was time to give it a go. And I've been loving it ever since. I have clients all over the world today, and it gives me great joy to help them. Amazing.
And as they say, the rest is history.
There's some amazing boomers and Gen Xs on TikTok that I follow, but when I'm there, I'm just having fun. I don't want to talk about, you know, I'm there as a coach, but when I'm watching, I'm usually looking for cats and birds and people telling funny stories.
Actually, next week, I'm gonna have an expert, Dr. Tim Elmore, he's gonna be talking to us about the future begins with Z. Of course, he means Gen Z, but I think Z is Zinga. But anyway, we need to learn more about Gen Z. How to motivate them and work with them because they are our future leaders. But anyway, both of my daughters, they really teach me how to love them, understand them, and work with them. So, the most important question of the podcast before we end is, if you could go back and give a piece of advice to your 17-year-old self standing at the edge of this incredible career you've had, I think extremely successful, what would you say to 17-year-old Renata?
Nothing. I would say nothing.
Really?
Because I'm so happy where I am right now that I don't want to say anything that would take her off track.
Wow.
Okay.
That's the first time I've ever heard it. I've asked this question to hundreds of people, but okay. Very good.
No, I wouldn't say anything. I would say, look at me, you're going to be fine.
Just keep going.
Okay. You're going to be fine. Okay.
Okay.
I like that.
Olá, hoje a gente vai mergulhar na jornada de uma líder global, Renata Bernardi, para entender o que realmente significa assumir o controle da própria carreira e liderar com um propósito bem claro. E a gente já começa com a filosofia central dela, uma frase que, olha, define tudo: ninguém é mais responsável pela própria carreira do que a própria pessoa. Isso não é motivação, é realidade. É uma declaração poderosa, né? Que força a gente a olhar para dentro. Ok, mas quem é a pessoa por trás dessa filosofia tão, digamos, direta? A história da Renata Bernardi não é nada comum, viu? É uma jornada que cruza continentes, atravessa culturas e que acabou forjando uma visão de liderança que, sinceramente, só uma experiência global como essa poderia dar. Então, vamos lá! Quem é a Renata? Ela nasceu no Brasil, foi moldada pelo Vale do Silício lá nos Estados Unidos e hoje vive em Melbourne, na Austrália. Atua como coach executiva e estrategista de carreira. E o alcance dela, gente, é gigante! O podcast dela, o Job Hunting Podcast, é ouvido em mais de 100 países. Isso já dá uma ideia da base de experiência e da credibilidade que ela tem, né? É impressionante! Mas olha, não pensem que a carreira dela foi uma linha reta subindo sem parar. Pelo contrário, é uma história de reinvenção, Marcada por muita coragem para construir, para liderar, e principalmente, quando foi preciso, para reconstruir tudo do zero. Vamos dar uma olhada nessa linha do tempo para entender melhor. Tudo começou cedo, com aquele espírito empreendedor, lá no Brasil mesmo, onde ela abriu a própria agência de viagens. Aí, em 2001, vem a grande virada. Ela se muda para Austrália, começar uma nova vida, construir uma nova carreira, e deu certo. Esse caminho levou ela ao topo do mundo corporativo, se tornando CEO de uma fundação super importante. E então veio o baque, o ponto de virada, uma demissão. E o sucesso dela como CEO, é importante dizer, não foi pouca coisa não. Sob a liderança dela, o patrimônio da fundação quase dobrou, saltou de 18 para 31 milhões de dólares. E não só isso, ela triplicou os patrocínios e as parcerias. Esses números são importantes pra gente ter a dimensão do quão alta ela tava, sabe? Isso torna a reviravolta que veio depois ainda mais uau, impactante. E aí veio aquele momento, mas aquela demissão não foi o fim da linha. Pelo contrário, acabou sendo catalisador para uma transformação completa, um verdadeiro renascimento profissional. E é claro que uma experiência dessas trouxe lições muito, mas muito valiosas. O que a gente vai explorar agora é justamente isso: como um baita contratempo, que para muitos seria um fracasso, pode na verdade se tornar a fonte da sabedoria e da clareza mais profundas que alguém pode ter. E aqui a Renata quebra uma ideia que muita gente tem, aquela visão tradicional de carreira, sabe? Aquela ideia de que sucesso é uma linha reta sempre para cima. Para ela, isso é uma ilusão. A realidade é que é uma jornada cheia de altos e baixos, de desvios, e cada um desses momentos contribui para um autoconhecimento muito Muito maior. Ela vai até além, ela ressignifica a ideia de contratempo. Não são falhas de jeito nenhum, são, como ela mesma diz com ótimo humor, a prova de que a pessoa está empregada e viva. É um lembrete de que, poxa, é impossível passar décadas trabalhando sem enfrentar nenhum desafio. Eles não são a exceção, eles são parte do jogo, parte da jornada. E a partir dessa jornada toda que surge um princípio de liderança que é fundamental para ela. Aprender, deixar ir e liderar. É sobre a evolução, sabe? Deixar de ser a pessoa que domina cada detalhe técnico para se tornar alguém que desenvolve o potencial das pessoas ao redor. E essa metáfora aqui é perfeita para ilustrar essa mudança de mentalidade. O papel antigo é o de apertar a porca, ou seja, focar nos detalhes operacionais, naquilo que já se domina. O novo papel, o da liderança de verdade, é pilotar o navio, O que isso quer dizer? Significa confiar na equipe, capacitar as pessoas e navegar com uma visão estratégica lá da ponte de comando, sem precisar descer na sala de máquinas o tempo todo. Beleza? Agora vamos sair um pouco da filosofia e ir para a prática. Como é que todas essas lições se transformam em táticas, em sabedoria que qualquer profissional pode usar no seu dia a dia? Olha só essa tática poderosa que ela aprendeu: gerenciar para cima. É a arte de se comunicar com a liderança. E a chave de tudo é mudar a abordagem. Em vez de chegar com a resposta pronta, o segredo é apresentar opções. Passo 1: Nunca, jamais apresente uma opção só. Passo 2: Traga 2 ou 3 ideias que sejam viáveis, que funcionem. E o passo 3, que talvez seja o mais crucial de todos: convide para colaboração. A liderança sênior não quer receber ordens, quer participar, construir a solução junto com a equipe. É uma mudança de postura que, nossa, gera muita confiança. E voltando naquele tema dos contratempos, a visão dela sobre o fracasso é libertadora. Ela diz: "O fracasso me deu permissão para falhar." Pensa nisso: cada rejeição, cada não que se ouve, não é um atestado sobre o valor de alguém. É simplesmente um dado, uma informação, uma lição para a gente ajustar a abordagem. Para deixar isso bem concreto, vamos pensar numa busca por emprego. Mandar 100 currículos e conseguir só uma entrevista pode parecer super desanimador, né? Mas na perspectiva da Renata, isso não é fracasso. São dados, é pesquisa de mercado, é uma informação valiosíssima para refinar a estratégia e seguir em frente com mais inteligência. E no coração da filosofia dela, a gente encontra essa citação do poeta W.H. Auden: "Se afeto igual não pode haver, que o mais amoroso seja eu." Para ela, isso se traduz em dar sem esperar nada em troca. É a pura essência da liderança servidora. Servir sem ficar marcando o placar, sabe? E tudo isso, no fim das contas, nos leva ao centro de tudo. O legado que ela busca construir tem a ver com algo que nunca, nunca termina: o aprendizado. Para ela, essa é a verdadeira definição final de liderança. Fizeram uma pergunta bem reflexiva para ela: se fosse possível voltar no tempo e dar um conselho para si mesma com 17 anos, o que seria? E a resposta dela é uma verdadeira aula de autoconfiança e de fé na jornada. Ela disse: "Nada. Eu só diria: olha pra mim, vai ficar tudo bem." Isso mostra uma aceitação tão profunda de que cada passo, cada erro, cada acerto, tudo foi necessário para se tornar quem é hoje. E para fechar, o desafio final: resumir tudo, liderança, em uma única palavra. Qual palavra seria essa? A resposta dela é imediata e poderosa: aprendizado. Só isso. Essa palavra captura toda a essência da liderança servidora. É sobre ter a coragem de continuar crescendo, de ser um eterno aprendiz, mesmo quando o sucesso já chegou. Então, o que fica de tudo isso? Os pontos essenciais são claros: ser o protagonista da própria trajetória de carreira, abraçar os contratempos como lições, Servir sem ficar marcando o placar, aprender sem ego e acima de tudo liderar sem medo. E a reflexão final que fica é essa: como é que a gente pode liderar através do aprendizado, não no futuro distante, mas a partir de hoje, ou melhor, a partir desta semana?
Bem-vindos, pessoal! Hoje vamos conversar sobre liderança com propósito sem fronteiras. Usando como inspiração a trajetória de Renata Bernardella, who nasceu no Brasil, foi moldada no Vale do Silício e agora brilha em Melbourne. Ela é a personificação de um mindset global que une serviço, adaptação e inspiração.
Então ela basicamente nos ensina que ninguém é mais responsável pela nossa carreira do que nós mesmos, né? É bem intenso, mas também libertador.
Exatamente. E ela deixa claro: ninguém é mais responsável pela sua carreira do que você. Isso não é motivação, é realidade. Isso mostra que, no fundo, cada passo que damos é uma escolha pessoal, um ato de coragem.
Interessante como ela mistura a paixão por liderança com uma jornada pessoal de reinvenção. Ela começou num ramo totalmente diferente, como uma agência de viagens no Brasil. E depois migrou para um papel de liderança na Austrália, não é?
Sim, sim, exatamente. Ela começou a trabalhar logo cedo. Estava, sempre com sede de vida. E foi assim que ela abriu uma agência de viagens, enviava estudantes para estudar fora e mais tarde acabou liderando grandes projetos como a transformação do endowment da General Sir John Monash Foundation de 18 milhões para 31 milhões, triplicando patrocínios e parcerias. Um exemplo de resiliência e visão estratégica, sem dúvidas.
Mas sabe, eu fico pensando, será que essa mudança de carreira, o fracasso que ela encarou, com a redundância, sempre resulta num novo começo tão positivo assim? Será que nem sempre essa reinvenção vem com a mesma facilidade?
É uma boa reflexão. Ela bem reforça que o sucesso não é linear. Renata sempre lembra que carreira é uma jornada cheia de idas e vindas, um processo de autoconhecimento. Às vezes o fracasso é apenas um empurrão para buscar algo que realmente amamos.
Realmente, a mensagem dela é profunda, tipo: se não gostar do que faz, mude logo. Porque se vai passar a vida fazendo aquilo que não se ama. Isso mostra que precisamos de clareza e coragem para mudar de rumo.
Exato. E ela também compartilha outras lições de liderança incríveis. Por exemplo, aprender a gerenciar para cima e trabalhar com opções, porque ninguém adora ter uma única solução imposta. Isso gera colaboração e somatório de ideias, o que é essencial tanto na sala de reuniões quanto em contextos mais desafiadores.
Isso é um ponto que eu adoro. Parece que para ela a liderança é também sobre se abrir para aprender continuamente, até mesmo com os erros ou fracassos, assim como quando cada não é visto como dados para ajustar o percurso.
Exato. E ela ressalta algo muito importante: cada não seria um aprendizado. Uma chance de refinar a mensagem, os materiais, a postura resiliência, sem dúvida. E também vê isso como um espelho da vida militar, onde cada desafio ensina a se manter firme.
Right?
No.
Acho também que essa visão de liderança, servir sem ficar anotando créditos, é muito poderosa. Ela diz que liderança não é um rótulo, mas sim uma prática viva de ajudar os outros a crescerem.
Certo.
Tem algo quase revolucionário nisso, não acha?
Sim, sim, completamente. A ideia de liderar com humildade ressoa muito bem nesse contexto. Ela até menciona trechos bíblicos, como em Filipenses, para enfatizar a humildade e o serviço que a verdadeira liderança exige, algo que transcende títulos e posições.
Hmm, e não podemos esquecer o aspecto moderno que ela traz. Usar plataformas digitais para conectar de forma autêntica. Ela diz que o LinkedIn é a nova praça pública onde se podem compartilhar ideias e construir uma rede de liderança genuína.
Exatamente, e isso conecta diretamente com os desafios atuais, como a crescente influência da IA. Renata destaca que, mesmo com todas as inovações tecnológicas, o fator humano A empatia, a autenticidade, continua sendo o centro de toda liderança eficaz.
Interessante como ela ressalta que a IA, por mais que melhore a eficiência, nunca pode substituir a essência humana da decisão e da empatia. Mas, será que essa visão não é um pouco otimista demais, considerando o ritmo da automação?
É um ponto válido. Eu entendo a preocupação. Mas Renata defende que a IA deve ser vista como uma ferramenta para ampliar a capacidade humana, não para substituir. Ela sugere que o futuro da liderança passa por gerenciar equipes que são, em parte, humanas e em parte guiadas por IA, mantendo o equilíbrio e o— a sensibilidade nas decisões.
Isso me lembra do paralelo que ela faz com a filosofia de aprender sem ego. Uma constante evolução onde o líder se abre para feedbacks e se reinventa continuamente.
Certo. Sim, e tem também a parte da visibilidade e autenticidade online, onde ela menciona que ser consistente nas redes sociais é fundamental para mostrar quem realmente somos. Mais que a imagem, é a verdade que a conecta com as pessoas.
E falando em conexão, ela encerra dizendo algo como: "Se eu tivesse apenas um dia de vida, passaria com a minha família." Essa resposta mostra um equilíbrio entre vida profissional e pessoal, não é?
Exatamente! E isso nos leva à última reflexão que ela propõe: legado e amor. O verdadeiro líder não está apenas preocupado com resultados ou prêmios. Mas com o impacto duradouro de suas ações, seja cuidando da equipe, seja inspirando através da vulnerabilidade e da coragem para mudar.
É, e penso que essa abordagem é, revolucionária quando comparada aos modelos mais autoritários de liderança. Ela enfatiza que ao liderar a partir do meio, com estratégia e graça, você cria um ambiente colaborativo que vai além da simples hierarquia.
E não podemos deixar de mencionar o lado transformador da sua história. O quanto o fracasso pode ser um trampolim para novas oportunidades. Para ela, cada desafio é uma chance de recomeçar com mais aprendizado e sensibilidade.
Ahm, sim. Então, a mensagem final seria: sirva sem contar pontos, aprenda sem se prender ao ego e lidere sem medo. É quase uma receita para uma vida de liderança verdadeira, não acha?
Exatamente! Ela sintetiza tudo em uma palavra: aprendizado. Isso encapsula a ideia de que, independentemente do sucesso, sempre temos mais para aprender e maneiras de evoluir, pessoal e profissionalmente. Hmm... Yeah, boa pergunta. Eu vejo que Renata propõe que o aprendizado serve de guia para decisões práticas. É um equilíbrio entre teoria e prática. Não se trata de acumular conhecimento sem aplicar, mas sim de usar cada lição para melhorar a execução. Certo? Perfeitamente. Em resumo, a trajetória de Renata Bernardi nos mostra que a liderança de verdade é uma mistura de coragem, resiliência E claro, aprendizado constante. Você precisa estar aberto para se reinventar, conectar com as pessoas de verdade e, acima de tudo, servir sem esperar reconhecimento.
Right?
No?
Yeah, exatamente. Espero que essa troca inspire vocês a aplicar essas lições na vida de vocês, a liderar com amor, humildade e, acima de tudo, com um constante desejo de aprender. Obrigado por essa conversa incrível.
So you have to be prepared for, um, a few months or even longer, at a time in your life where it is completely an unnatural situation. We don't like this. Our human brain doesn't like lots of negatives and just one or two positives along the way, right? We like the opposite. We like lots of positive reinforcements and not so many negative reinforcements. So that resiliency that you mentioned before, that grit to persevere, is important because one of two things can happen with a job seeker. Either they will spiral down from the negative results of their job search, or they will spiral up. Yes. If every time they get— that sample gets bigger, they learn from that sample, right? So I was talking to a client last night, and he hasn't been successful in his search right at the beginning of that search. So when he's applying for jobs, so That is the bottleneck, you know, and we looked at his cover letter, we looked at his LinkedIn, we looked at his resume, and also we spoke about what is it that he's saying when he talks to people, right, to try to find what's the bottleneck at that beginning of the process. Yes. The funny thing that happened was while we were having a conversation, he received a message inviting him for an interview. And I'm like, whoops.
Okay.
So that's, that's good. So we have some, sometimes to, um, pay attention to the sample size. Um, if somebody has been saying to me, oh, I never get an interview. I'm like, how many jobs have you applied for? Oh, 2. Well, that's not a big sample size, but if you have been applying for 100 jobs and you haven't got a single job interview, That worries me because the problem, I mean, of course there's a lot of—
Thank you for tuning in to the Leadership and Success Podcast with your host, Coach Bisi. If today's episode added value to your leadership journey, be sure to subscribe, share, and join us again for more wisdom nuggets on how to lead better and achieve greater success. Remember, leadership is the most critical skill of our time. The world will always need leaders to inspire others, drive innovation, and execute meaningful strategy. So why not count yourself among the bold leaders shaping the 21st century? Until next time, stay inspired, stay committed, and keep leading with excellence.
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