Ep.13 Usando Sua Fé para Enfrentar Momentos Financeiros Difíceis com Vivi Abreu
2 Dec 2025 · 56 min
Vivi Abreu, a lawyer turned image consultant and psychoanalyst, talks about how her parents' modest public servant salaries shaped her money fears, the fraud incidents that taught her to verify with her bank, and how faith carried her family through shortages. She shares how she teaches her kids allowance and financial limits.
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[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Olá pessoal, aqui é a Madeleine do Strasbourg Coaching e vocês estão ouvindo o podcast O Dinheiro Não É O Seu Problema. Eu uso o que mais amo, minha fé suje, o bom senso do plano do Dave Ramsey e as ferramentas de coaching pessoal da Brooke Castillo para ajudá-los a identificar e superar os verdadeiros problemas por trás dos seus revésios financeiros. Olá, furiosos. No episódio de hoje do Dinheiro Não É O Seu Problema, eu tenho uma convidada muito especial e nós vamos ter uma conversa bem legal. O nome dela é Vivi Abreu. Conheço a Vivi há muito tempo e ela é uma profissional incrível e uma grande amiga. Vou ler o bio para vocês se familiarizarem com ela. O nome dela é Viviana Abreu, ela tem 46 anos, é casada, mãe de duas criaturinhas incríveis. Ela é advogada por formação e tem muitos anos que ela se dedicou a essa profissão. E com o tempo ela se tornou mediadora de conflitos e se identificou com a escutativa e passou a prestar mais atenção à dor dos outros. Já com 40 anos, ela juntou duas paixões, moda e gente. Resultado, cuidar da imagem de mulheres com foco na autoestima ou mudança de fase de vida, comportamento, moda, lifestyle e atualidades. Dessa escuta e tradução do desejo das clientes dela, ela precisou se aprofundar ainda mais no subconsciente, tá tudo lá, pra fazer com que essas clientes dela escutassem os seus próprios desejos de expressão. Depois disso, ela não parou. Ela continuou estudando e ela virou analista de coloração pessoal. Também se formou como caçadora de tendências. Após tantos mestres, aulas, palestras, ela se viu rodeada de indícios sobre o propósito dela. Ela voltou aos estudos e hoje ela é psicanalista, acompanhando através de livre associação, sem julgamento, sem certo e errado, sem rótulos, sem caixinhas e tornando o método mais humanizado do que fórmulas prontas. O trabalho dela de psicanalista é voltado mais a crianças e adolescentes e o negócio dela de analista de imagem, ela criou três métodos que ela usa para ajudar as mulheres. Cinco sentidos da imagem, bem mostrar e bem falar e daí dane-se. Eu tenho certeza que vocês vão curtir muito ouvir a Vivi falar. Então, segue aí a minha conversa com a Vivi Abreu. Fala, furiosos. Tudo bem? Nós estamos aqui para mais um episódio do Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast. Nós vamos ter uma entrevista muito legal com uma amiga minha de muitos anos. Acho que nós somos amigas de quê? Há 30 anos, Vivi?
Acho que mais até, desde os 14 anos.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Vivi Abreu, ela é formada em Advocacia, como eu li no bio pra vocês antes da gente começar a nossa conversa. E hoje a Vivi Abreu, ela faz mil coisas. Pessoalmente, ela é uma grande amiga e ela me ajudou muito com a mudança do meu visual, me preparando aqui pra entrar na minha fase de coaching. Ela é analista de imagem, ela tem dois filhos lindos e mora na praia, na Ilha Bela. Então, vamos começar aqui a nossa conversa. Vivi, fala pra mim como você está hoje.
Estou ótima, muito feliz de estar aqui no seu podcast. Muito emocionada de fazer parte desse momento e poder falar um pouquinho sobre um assunto tão difícil. É, né?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: As pessoas não gostam muito de conversar sobre dinheiro. Me diz, por que você acha que as pessoas não gostam de conversar sobre isso?
Eu acredito que a dificuldade de falar sobre o dinheiro é porque você acaba expondo um pouquinho da sua intimidade e as pessoas gostam de viver um pouquinho mais assim no superficial, né?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É verdade, isso é uma boa lembrança, né? Apesar de todo mundo colocar várias coisas na rede social e por aí, na verdade todo mundo gosta um pouco de manter uma parte assim meio, não escondida, mas meio separada assim, né? Então conta pra gente como foi a sua infância e a sua juventude crescendo e essa relação do dinheiro.
Desde pequena eu sou filha de funcionários públicos. Minha mãe sempre foi professora da cidade de São Paulo. Meu pai era também funcionário público estadual. Então eu sou filha de assalariados. E você cresce dentro de um ambiente onde Você tem essa ideia que você tem que trabalhar para ser um funcionário público para que nunca te falte nada. E desde muito pequena eu lembro da minha mãe com o talão de cheque... e ela colocava o valor dela ali... quanto ela recebia... e ela ia colocando lá no canhoto... né... ah... gastei tanto... continha de menos... sobrou tanto... gastei tanto total... aí eu falava... mãe... me dá uma boneca... ela falava... ó... esse mês... a mamãe não tem... aí ela mostrava o canhoto... Aqui ó, mês que vem se sobrar eu te compro uma boneca. Então sempre foi assim, muito certinho, nunca faltou nada, porque tem essa questão do salário, mas é aquilo né, é como se tivesse uma limitação, se era limitado um valor pra ganhar ali, né, nunca, filho de empresário vira empresário, filho de funcionário público vira funcionário público, e assim vai. Mais ou menos assim.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Eu acho interessante isso de você falar do sistema de trabalho público, porque aqui também tem isso, né? da pessoa achar que ela tem uma segurança por fazer parte de um sistema assim de assalariado, de ser trabalhador público, né? E, na verdade, eu acho que a nossa segurança não está nesses trabalhos, né? A nossa segurança está na nossa capacidade de poder produzir. E a pessoa fica achando assim, não, mas eu vou ter minha poupança, não, eu vou ter minha aposentadoria, eu vou ter isso se eu trabalhar tantos anos, né? Se eu ficar nesse lugar tanto tempo. e dá uma quebra em alguma coisa, o Estado também pode quebrar.
E aí o que acontece?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Você vai por da rua, né? Então, você confiando na sua capacidade de fazer o dinheiro, de criar as coisas, aí você pode ir achar outro emprego, né? Você pode ir atrás ou criar suas próprias oportunidades, né?
Eu lembro muito... assim... na questão da infância... dos meus pais sempre estudando... eles estudavam o tempo inteiro... eles estudavam para aprimorar... todos os concursos públicos... todas as pós-graduações... e eram os dois professores... tanto que meu irmão também virou professor... então assim... era uma situação na minha casa que ninguém parava de estudar... mas nunca parar de estudar para ter um negócio... para empreender... essa palavra não era usada quando a gente era criança... assim, sei lá, 30 anos atrás, eu posso falar? Isso não era usado. E eu também não era ensinada a fazer contas, ou poupar, ou poupança. Mas não por culpa do meu pai e da minha mãe, porque eles já vieram de uma geração que também era assim, né? E acho que isso vem se arrastando há muito tempo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É, em algum momento a gente tem que quebrar esse ciclo, né? E quando a gente cresce de uma maneira que foi ensinado antes, as pessoas só tendem a a manter aquilo que elas conhecem, né? Tem as coisas sociais, culturais, a pessoa de não falar sobre o dinheiro e assim. Felizmente você tinha sua mãe mostrando um pouquinho pra você as limitações, mas ela tava mostrando, tava sendo aberta com você falando um pouco sobre dinheiro, né?
Sim. Nunca foi falado abertamente valor de salário, isso era sempre assim um mistério, né? Nunca soube. E também acho que nunca tive curiosidade em saber com toda sinceridade. Eu sempre fui assim, tinha as coisas, Tinha coisas que eu não podia ter... e até hoje a minha mãe fala... puxa, eu nunca pude te dar uma Barbie porque a Barbie era caríssima... então eu fui ter minha Barbie com quase 16 anos... eu ganhei uma Barbie com 15 anos. Então não era uma coisa assim muito acessível. Mas era um salário que permitia uma vida muito confortável mas em valores nunca soube. E aquela história assim também, né, Mala... é... ah... pegou no dinheiro vai lavar a mão... isso não é nem dos pais... é em qualquer lugar... ah... se deu dinheiro na cantina da escola... vai lavar a mão... dinheiro não nasce em árvore... apaga a luz que eu não sou sócio da light... são expressões que a gente escutava muito, muito, muito. E acredito que isso também ajude muito a gente ter essa coisa assim... ou quem tem dinheiro também... Ah, roubou... é... não é bom... né... se tem dinheiro não é boa pessoa... aquela história assim... Dinheiro sempre foi muito complicado de se falar.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É... e ainda é, né... porque às vezes as pessoas têm essas limitações no que elas pensam, no que elas acreditavam... e o que a gente acredita, a gente acha evidência. O nosso cérebro é ótimo em achar evidência para as coisas. Então, se você acha que... E aí cria, no cérebro cria aquela desconexão, né? Se você acha que uma pessoa que tem dinheiro, ela é ruim e você, de repente, você quer ter mais dinheiro, mas você não quer ser ruim. Então, fica aquela dissonância, né? Como que eu quero isso, mas é ruim, a pessoa que tem isso é ruim. Então, você não quer e aí você faz tudo Mesmo que seja sem pensar, você acaba cortando algumas das oportunidades que você poderia ter, né?
É o princípio da lei da atração, né? Você não vai ter aquilo que você não gosta. Exatamente isso. Você planeja, ah, eu quero muito ter dinheiro, muito ter dinheiro, mas eu não suporto gente rica. Ah, gente rica é metida pra caramba. Não tem, não funciona, né? É o que você falou. Repulsa, né?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Repulsa, exatamente.
Ao invés de atrair, repele.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É, e aí o que acontece? Você cria um sentimento ruim em relação a essa situação, e aí quando a gente tá com um sentimento ruim, a gente não vai tomar as medidas necessárias pra seguir em frente, pra alcançar uma meta, né? Aliás, ao contrário, né? Você faz, se retrai, você não quer fazer as coisas que poderiam trazer o dinheiro.
É um dos princípios do segredo da mente milionária, é justamente isso, né? A pessoa que pensa assim, ela até pode ter dinheiro, ela até pode conseguir o dinheiro, mas de alguma forma ela vai perder, porque aquilo não faz parte do que ela gosta e do que ela acredita. Por isso que falar de dinheiro é muito importante, muito importante. Apesar de ser muito difícil, mas é muito importante.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Bom, assim, crescendo, então, você teve essas coisas que a gente entende, né? Porque os nossos pais deram importância para certas coisas. Então, comida sempre tinha, você fez escola, você sempre foi em escola particular, né? Então, porque era uma coisa que é importante, você vê seus pais, eles trabalhavam com o Estado, eles sabem como é, então eles decidiram alocar o dinheiro para pagar a educação dos filhos, que é muito importante, né? No caso do Brasil, não é. Aqui nos Estados Unidos, eu trabalho A escola estadual, pública, ela é muito boa. Quando você coloca uma criança aqui numa escola particular, é porque você está procurando alguma coisa em específico. Então, vamos supor, é uma direção de igreja, né, tipo de religião. Então, às vezes você escolhe a escola por causa da base da religião, né. outras coisas assim, ou um preparatório para ir para a academia militar, coisas assim. Mas lá no Brasil a gente tinha essa distinção, né, que a escola pública era, tinha as dificuldades dela, né.
Tinha algumas muito boas até ali perto da nossa casa, né, mas eram extremamente concorridas, Sim.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É difícil entrar, né, conseguir uma vaga, entrar lá.
E eles davam, sim, preferência para as crianças que tinham uma renda menor, o que era muito legal também, né, mas quando eu estudei no colegial eu já estudei como bolsista, porque meu pai era professor da escola, então eu entrei como bolsista, né, e eu vou te falar sinceramente, hoje eu converso muito com a minha mãe sobre isso, hoje meu pai já é falecido, Mas eu converso muito com a minha mãe que eu sou muito grata porque na real, na época, eu não entendia a importância de estar ali.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É verdade.
Justamente porque o dinheiro não era muito falado... então... eu não entendia a importância de estar estudando com uma bolsa e meus pais deixarem de ter essa preocupação naquele momento com o estudo pagando com o trabalho. Sabe, uma balança ali que na minha descabecícia ali da idade não fazia muito sentido, assim. Pra mim era ok, era como comer uma pizza. Falta de comunicação, talvez. Mas eles sempre me deram o melhor, o melhor, o melhor.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É, e a maturidade, né? É isso importante, né? Saber a maturidade da pessoa para falar sobre essas coisas, né? Mas se o diálogo começasse desde o começo, desde pequena, eles conversassem sobre isso, ficava mais fácil quando chegasse lá, talvez, mas as coisas aconteceram do jeito que tinham que acontecer, né?
Isso mesmo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Sentenças com ponto final a gente não pode reeditar.
Não, reticências, sempre reticências.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Bom, então como isso afetou os seus pensamentos sobre dinheiro?
Eu nunca me imaginei ganhando muito dinheiro. Nunca. Nunca, nunca, nunca. Eu nunca imaginei que um dia eu pudesse ter um carro... sabe... aquele carro de propaganda... eu nunca me imaginei numa lancha... eu nunca me imaginei... os meus pensamentos de sonho eram limitados... porque se você coloca um valor no teu sonho, ele é limitado... e aí depois de um tempo você começa a... Agora, né, mais madura, mas a época nem passava pela minha cabeça. O que eu tinha era o suficiente, era maravilhoso... como eu disse, eu sou muito grata, não existe isso, né... Era maravilhoso, e por que querer mais do que aquilo? E se meus pais, que eram tão maravilhosos, tão inteligentes, tão estudiosos, tão trabalhadores, tinham aquilo, como que eu ia ter mais? Como que eu ia ganhar mais do que eles? Nunca isso passou pela minha cabeça. Sempre igual ou menos. É, sempre igual ou menos.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Essa possibilidade, né? Tantas coisas são possíveis, a gente nem acha que são possíveis, mas elas acontecem por você almejar aquilo, e como você nem tinha isso como uma meta, você nem pensava, né? E teve algum evento específico ou uma experiência definidora que ajudou em sua jornada financeira?
Teve... teve sim... foi quando eu estava... eu até... olha... eu vou te falar que isso aqui me faz pensar muito... tem vários... tem a negativa e tem a positiva, né... a positiva foi quando eu decidi comprar o meu primeiro carro... eu já era advogada... eu já trabalhava muitos anos como advogada... Mas eu ainda não tinha a responsabilidade de pagar conta porque eu morava com os meus pais. Eu me formei com 22 anos, a gente sai da faculdade super novinha, da faculdade 17, 17, 22, não sabia nem o preço da margarina. Mas aí eu cismei que eu queria um carro. E aí em 2001, acho, eu comprei um carro. Quando começou a chegar o boleto, eu não ganhava nem... assim, eu consegui pagar a entrada. E aí eu acho que veio uma realidade na minha cabeça de falar, gente, dinheiro pesa. Foi um choque pra mim, porque eu tive que recorrer aos meus pais. Foi em 2002... para ser mais precisa... em 2002. Eu recorri aos meus pais para falar... eu não consigo pagar esse carro... eu vou ter que vender... e era o único carro que eu tinha comprado... assim... e era um carro popular... 1.0... não sabe... é como se fosse... eu não sei nem que carro que é. E eu fiquei com esse carro até 2006... quando eu casei... e eu vendi esse carro para comprar um outro com o meu marido... Então assim, eu senti o impacto de pagar um boleto ali, ter um nome num carnê de sei lá, quarenta e oito, setenta prestações. E não ter o dinheiro. E ter que pedir ajuda e falar, não consigo. Mas eu não consigo assim, se eu pagar esse carro, eu não vou ter dinheiro pra tomar um café no escritório. E eu era advogada. Então eu comecei a pensar que as minhas limitações ali, era aquilo. A vida era aquilo. Eu ia viver pra pagar conta, E mal é má, né? Jogando ali, jogando pra lá, jogando pra lá, e que dali eu não ia sair. Eu sempre vivi assim. Mas nunca fui infeliz. Eu sempre falava, eu dou um jeitinho ali, aí comecei a vender um avon ali, aí você vende um boticário ali, uma abatura ali. É verdade. Pra poder ter um dinheirinho no bolso. Nunca foi. É horrível pensar que...
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Acabou vendendo esse carro quando você foi casar.
Só quando eu fui casar, então eu não consegui pagar sozinha. Pedi ajuda dos meus pais. Entendi a gravidade de não ter dinheiro. E aí quando eu casei... Era só uma prestação de carro e eu não conseguia pagar.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Não, mas não era só isso. Você depois viu que tinha outras coisas que você tinha que pagar pro carro, né? Seguro... combustível.
E eu não era uma criança, eu não era mais criança, eu tinha 24 anos, sei lá, sabe, 25. Hoje você olha uma pessoa de 25 anos e fala, meu, vai. Eu era uma bobona, ia de metrosão na hora que pagar o carro, isso paga. Porque não era falado sobre dinheiro.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Lógico, então aí você não fez um planejamento antes de você fazer essa compra pra você ver que você ganhou dinheiro, né? Não, é porque acontece assim, né, as pessoas fazem isso, né, e não é criticando você nada, é só normal. A pessoa pensa, quanto que eu tenho que dar de entrada e quanto por mês, né, geralmente. Em vez de elas pensarem quanto que o carro custa. Então, a pessoa que tem uma ideia de quanto o carro custa no geral, né, é aquela pessoa que vai juntar o dinheiro e comprar o carro. Mas aquela pessoa que só pergunta quanto que é a entrada e quanto é por mês, é assim que as pessoas vão fazendo várias prestações, principalmente não é só no Brasil, aqui também, e a pessoa acaba perdendo emprego e aí vai pagar como, né?
Isso mesmo, acaba vendendo bem porque não dá conta e vira uma bola de neve. Então tenta segurar, vira uma bola de neve.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E aí outra coisa que a pessoa faz, ela pega cartão de crédito, porque tem um limite. Mas esse limite é falso, né? É um limite que faz só buraco. Então, esse evento marcou a sua jornada, né?
Foi muito, ela era dura.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E me diz, você, de alguma maneira, você usou a sua espiritualidade no desenvolvimento dessa maturidade financeira?
Muito, muito. E assim, eu não sei porquê, mas logo depois que eu casei, eu falava pro meu marido, nunca vai faltar nada pra gente. A gente ganhava pouco, eu ganhava pouco, ele ganhava pouco. A gente tinha um apartamento, pagando no banco, né, o financiamento. O carro era quitado porque eu já tinha vendido aquele lado. Mas a gente pagava esse financiamento porque aqui ou você não tem como, você tem uma casa própria se não for financiado, a não ser que você dê a fórmula. mas isso é muito complicado, e eu falava pra ele, nunca vai faltar, nunca vai faltar, e era uma fé, uma fé, eu tenho isso até hoje, e toda vez que a gente precisava de alguma coisa, sabe, acontecia um inesperado que surgia, ou ele ganhava uma coisa no trabalho, ou entrava um dinheiro a mais pra mim, ou a gente ganhava alguma coisa... sabe... e nunca faltou... até na hora de você pagar uma conta inesperada que apareceu... aparecia... e olha... no meio de roubar o nosso carro que não tinha seguro... aí a gente ganhou um fusca do pai dele... roubaram o fusca... não ficou parado lá... sabe... um monte de coisa... mas essa fé... essa fé... que eu não sei de onde vinha... que nunca ia faltar, nunca faltou.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Esse é saber que Deus olha por você.
Por você. O tempo todo. O tempo todo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E aí, quanto mais a gente decide acreditar e a gente acredita, a gente vê a evidência, a mão dele em todos os lugares.
Eu vi há pouco tempo uma pessoa fazendo uma pergunta. Se eu te der um milhão, você aceitaria? Quando você ficaria? Eu ficaria muito feliz. Ah... nossa... que legal... se eu te desse 10 milhões... você ficaria muito feliz? Nossa... eu ficaria muito feliz... mandaria todo mundo passear... não sei o que... tal... tá bom... mas se eu te desse 10 milhões e você não acordasse amanhã... o que que você ia preferir? Ah... eu prefiro acordar amanhã então? Você acorda todos os dias. Todos os dias Deus dá a vida de presente pra gente.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Muito bonito isso, né? Né?
Então foi muito legal. Me marcou bastante porque a pessoa falou em questões financeiras e aí todo mundo cresceu o olho, né? 10 milhões, 10 milhões. Mas eu não troco pela minha vida por abrir os olhos. E isso é de graça. Isso Deus dá pra gente todo dia. Então a gente tem que viver como se todo dia a gente estivesse ganhando 10 milhões.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Exatamente. E é legal ver isso dessa maneira porque também não é pra gente, ah, então não vou fazer nada. Então não vou atrás dos meus sonhos, não vou fazer isso, não vou tentar fazer mais dinheiro, não vou quebrar esse ciclo da família, o que for. A gente vai atrás, mas a gente sabe que aquilo que a gente tem dentro da gente vai ser guiado e a gente vai vendo os caminhos se abrindo.
Planejamento. Você não pode também pedir pra Deus e ficar sentado esperando. Ai Deus, eu quero um carro novo e ficar com a bunda sentada. Não. Você tem que fazer um planejamento, você tem que acreditar, trabalhar, mas ele quer o nosso melhor. Peça e será dado. Peça coisas grandiosas, porque ele quer o nosso melhor, ele é pai. Acredito muito nisso.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E tem esse negócio de às vezes a gente pede uma coisa e a gente não recebe exatamente o que a gente quer, mas a gente recebe aquilo que a gente precisa, o que vai precisar. Ele chega, como é que é? Eu falo assim, ele nunca tá atrasado, ele tá sempre na hora que a gente, quando a gente precisa, né? Mas a hora dele é certa, né? Não vem na hora que a gente quer, mas vem na hora certa que a gente precisa.
É perfeito, é isso mesmo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Que legal.
E só Deus, né Mar? Só Deus.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E a nossa fé, Eu ouvi isso ultimamente e acho que isso faz muito sentido pra mim. A fé da gente é em Jesus Cristo e não no resultado.
Sim.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Às vezes a pessoa acha que é uma máquina de venda. A gente faz assim, aperta o botãozinho, pede uma coisa, faz oração, faz o que a gente acha que é a nossa parte. E por a gente estar fazendo o pouco que a gente faz, a gente acha que o resultado, que a gente vai receber o resultado e não é a nossa fé, é em Deus.
Em Deus. E é Ele que sabe o que é melhor pra gente, só Ele.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Mesmo as dificuldades e tudo, a gente tem que...
A gente cresce na dificuldade, né? A gente aprende na dificuldade. Ninguém cresce, ninguém agradece, ninguém valoriza quando tá tudo bem, né? A gente precisa tomar na cabeça mesmo pra valorizar, infelizmente.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É, e também pra gente crescer, desenvolver outras habilidades, né? Que as coisas, os desafios trazem pra gente, são oportunidades da gente crescer, apesar da gente não querer eles, não serem legais, né? A gente não Eu queria contar uma.
Passagem depois, se puder, rapidinho, sobre a Lei da Atração. Eu tenho lido muito sobre a Lei da Atração, né... aqueles livros todos... A Mente Milionária... a Lei do Triunfo... Você pode ir para a sua vida... tal... e dentre esses livros a gente fala muito sobre o propósito, né... qual é o meu propósito nessa vida... o que que eu vim fazer aqui... porque todos nós temos talentos. Deus deu para a gente talento. Tem até aquela história que enterrou a moeda e tal. Deus deu um talento, mas muitas pessoas passam uma vida inteira sem saber qual é esse propósito do talento. E eu nessa lei da atração, o que eu tenho tinha pedido assim... me mostra... me mostra... qual é o meu propósito... o que que eu vim fazer aqui... me mostra... eu estou pronta, Deus... me mostra... me mostra... e a gente usa muito a lei da atração a palavra universo, né... então... universo... universo... que para mim é Deus... sempre truquei por Deus... aí um dia eu virei o rosto assim... não sei por que... eu vi a Bíblia... e eu leio todos aqueles livros de atração... de não sei o que... Eu vi a Bíblia... na minha imaginação... ali... eu sonho muito... o sonho para mim é um indicativo muito forte... de direção... e eu abri a Bíblia... e eu pensei e falei... olha... sua... Cristã Fajuta... você nunca parou para ler a Bíblia como um livro... agora... né... E ali era a resposta do meu pedido da lei da atração. Então... tudo que eu pedi me levou à Bíblia. E o que que tem na Bíblia? Toda a sabedoria. Está tudo lá. Então é isso... a minha resposta foi... a Bíblia. Foi Deus. Então... Ele está em tudo. Até onde a gente não imagina.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É verdade... exatamente... onde a gente está... A gente acha que ele não está, mas ele está com a gente, né, nas dificuldades. Ele sofreu tudo. E isso é tão legal que a gente está gravando isso na Sexta-feira Santa, né?
Nem fala. A paixão de Cristo agora com as crianças foi muito emocionante, assim, muito, muito pesado mesmo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Pra toda sexta-feira, tem sempre um domingo vindo.
É verdade, é verdade, é isso mesmo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Pra sexta-feira que toda a gente está com a dificuldade, tem um domingo. O domingo é lindo, né?
O domingo é sempre lindo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Então, existe alguma pessoa, né, que tem alguma influência nessa sua jornada com o dinheiro?
Meu marido. Ele que me colocou em ordem. Gente do céu. Ele que me ensinou a anotar os gastos em dinheiro, porque em dinheiro você sai com uma nota na carteira, agora nem dinheiro mais a gente vê. Tá acabando acho que a circulação de nota. É. tudo agora aqui... Pix... cartão... mas ele que me ensinou... ó... você está com 50 reais na carteira... deixa no papelzinho... gastei 10 na padaria... 5 para comprar chiclete... porque o dinheiro vai e você não vê... não vê... e ele sempre foi muito controlado... Como ele sabia que eu era mais descabeçada, ele falava... ah, então, onde você gastou? E não era por controle, assim... onde você gastou? Não.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Era pra criar aquela consciência, né?
Consciência. E ele insistiu bastante, ele foi muito paciente. Que deu super certo porque para mim nunca foi uma invasão... eu acredito também que o casamento é uma parceria... casais inteligentes enriquecem juntos. Então... o casamento é uma parceria... nunca foi uma invasão... sempre foi... e não era assim... o meu e o seu... era o nosso... então não é assim... eu pago a conta de luz... você paga a conta de gás... não. Era o nosso dinheiro para sustentar a nossa casa... para cuidar dos nossos filhos... para ter o nosso lazer... então eu aprendi muito com ele. Sinceramente, muito. Eu confio plenamente nessa parte financeira com ele.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E são habilidades que você vai usar para o resto da vida. Isso que você aprendeu, que vocês têm desenvolvido juntos, né, você vai sempre usar isso para a vida, porque é muito importante e você teve assim alguém com paciência, que estava ali do seu lado e te ajudou de uma maneira que foi boa para você. Porque às vezes a gente talvez tenha uma pessoa do nosso lado, mas é aquele negócio, às vezes ela tá controlando, às vezes ela tá dizendo isso que você não faz da pessoa ficar brava, né? Então...
Não, é muito diferente o conceito de parceria para controle abusivo e outros termos aí de vigilância.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Sim, sim.
Não, mas da infância a minha mãe também sempre foi muito certinha, assim, muito mesmo. Muito ótimo exemplo, uma pessoa que sempre teve tudo, não gostava de ter nenhum tipo de dívida, ela não gostava mais do que recebia e já o meu pai era mais misterioso, eu não sabia né, eu sei que ele teve muitos problemas com a empresa que ele trabalhava e tal, mas em valores ele era muito discreto.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Tem alguma coisa assim do seu passado em relação ao dinheiro que você teve que processar? Aceitar ou fazer paz.
Fazer paz.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Aceitar o que me deixava atrás.
Algumas. Golpes. Fraude que eu caí. Mais de uma até. Uma de chonga e a outra compraram um carro no meu nome. A pessoa falsificou o meu documento. Colocou a foto dela. Tentou comprar carros no meu nome. Algumas financeiras me ligaram. Diz que não estava comprando carro nenhum. Tive uma dor de cabeça terrível com isso. Consegui provar que não era erro. Fiz bolete de ocorrência. Fiz toda aquela parte pra provar que era estelionato. E há pouco tempo atrás eu soube que ela conseguiu comprar um carro e que eu devo IPVA de um carro que eu não tenho. Então assim, é uma situação onde o dinheiro te causa um dessabor, te causa uma dor porque não é justo. E nesse caso eu decidi entrar realmente com um processo jurídico. Não vou pagar. E uma outra situação, foi uma outra fraude, que eu caí dentro do Banco do Brasil, mas eu recebi tanto telefonema de cobrança que eu acabei pagando. Paguei para não ter dor de cabeça. Então, esse dinheiro me fez mal. Pagar isso me fez muito mal. E eu ainda não consegui fazer as pazes.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Fazer as pazes, é isso que é. É isso mesmo. Você aprendeu alguma coisa dessas duas experiências?
Aprendi. Não confiar em ninguém. Mentira. Não confiar quando o banco te telefona porque não é o banco que tá te ligando. Eu aprendi. Porque os golpes eles estão cada vez mais elaborados. A pessoa conseguiu ligar como se fosse uma central do banco. Ela se passou por uma segurança do banco. Eu caí nesse golpe Fui lá no banco... paguei o tal do boleto que era para eu despagar... porque a pessoa tinha pago... na confusão... com o meu próprio dedo... e nessa hora o banco virou as costas para mim dizendo que eu fui lá e paguei porque quis. Então... o que que eu aprendi? Não faça nada sem checar com o seu gerente... sabe... se for final de semana fala... paga... deixa... é golpe... deixa... deixa fazer... amanhã eu vou na agência... resolvo... Então, como que o golpista age? Ele age no meio da turbulência, do medo, da perda. Então, assim, estão gastando o dinheiro da sua conta. É uma compra de 17 mil. Você fala, meu, não estou gastando esse dinheiro. Então, corre que alguém está usando o seu cartão. Então, te pega no meio do furacão. Então, respira, conta até 10. Amanhã é um outro dia. Domingo sempre vai nascer. E não caiam nesse tipo de golpe, porque dá muita dor de cabeça e geralmente as instituições financeiras viram as costas.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Isso daí é muito importante, é um daqueles seguros que eu recomendo muito para os meus clientes, para eles terem. É um seguro de roubo de identidade. Aqui nos Estados Unidos é bem baratinho, é 10 dólares a família inteira, até 18 anos. E aí o que eles fazem? Eles lutam pela gente, porque eles oferecem o dinheiro, mas um tanto que eles vão ressarcir, um tanto bom, mas como toda companhia de seguro, eles não querem ter que pagar. Então eles fazem o possível, eles que lidam com o banco, eles que fazem tudo para você não sair perdendo. Então isso é muito legal e se tiver, eu sei que tem aí no Brasil também, então é sempre bom olhar.
Importantíssimo, Mara. Importantíssimo, gente. Dá muita dor de cabeça. Vale super a pena. Ótima dica.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: O tempo que você passa, né, para Pra garear todos esses documentos, você foi lá no banco e depois viu que o banco não te ajudou. Tendo uma companhia de seguro que faça isso pra você, você se estressa menos, né?
Ótimo saber, porque a gente tem muitos anos de vida pela frente, todo mundo tem muitos anos, muita coisa pode acontecer, então realmente é muito bom, muito importante.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É importante, né, para os filhos ter isso, para os filhos também, porque aí eles usam os documentos dos filhos, que a gente criou que eles não vão usar nunca, e quando você vai usar, quando você vai ver, pronto, já usaram.
É verdade.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Agora a informação.
Ah, vou procurar, vou até anotar aqui.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Anota sim. Bom, e aí, já que eu falei de filhos, vamos falar. Como que você ensina seus filhos hoje sobre dinheiro?
Hoje é muito difícil ensinar para filhos por causa da questão do cartão. Porque eles acham que o dinheiro deve estar junto com o cartão, assim, embutido.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: O cartão tem dinheiro.
É, o cartão tem dinheiro, não é você que põe o dinheiro para o cartão funcionar. A mais velha, a minha filha já tem 15 anos, então a gente vem instituindo a mesada já há um tempo. A gente fez aquele cartão pré-pago do banco onde você coloca o dinheiro e ela começou a administrar o cartãozinho dela. Mas é claro, infelizmente a gente ainda falha muito porque se ela usa pra mais a gente acaba colocando mais e a vida não é assim. Mas aos poucos já vem introduzindo essa questão. Gastou ali? Quanto foi? Quanto sobrou? Faz conta? E apesar de ser adolescente, já tá entrando ali um pouquinho da educação financeira.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Claro, claro. Muito importante aprender enquanto ela tá em casa, né? Porque tem vocês pra meio que salvar ela, mas ao mesmo tempo vocês conversam e explicam, né?
Já o pequeno, ele tem 10. Ele é muito vivo com dinheiro. Ele sempre tem uma notinha guardada. Mas ele também, assim, não tem ainda... ele sabe, por exemplo, quando você gastou na cantina da escola. Ah, foi tanto. Quando você gastou. Então, você pode gastar na cantina da escola até 30 reais por semana. Então, tem que ter esse equilíbrio ali. A gente já começa a explicar pra ele que ele tem um tanto pra gastar por mês. Então, por semana é tanto. E aí já vai introduzindo a matemática. Mas ainda é muito difícil. Porque pede, a gente acaba dando. Ah, quero chocolate no supermercado. Toma. Ah, quanto é? Não sei. Então, assim, ainda tem muito caminho. Mas isso é uma questão. Por que a gente tá fazendo? Não é nem só porque tá educando. É porque tá pouco mesmo. Dinheiro não tá fácil pra ninguém. Antes, se a gente pudesse dar sem pensar, não é mais assim.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E quem faz muito com um pouquinho, mais será dado. Então, ele sabendo administrar o pouquinho que ele tem, ele vai transferir essa habilidade para quando tiver mais. A pessoa vai transferindo esse conhecimento. Os seus filhos fazem dinheiro, tem alguma coisa que eles fazem em casa para ganhar dinheiro?
Ainda não, mas eles tem responsabilidades que eles tem que fazer independente do dinheiro, assim, não tem que cuidar do gato, tem que arrumar cama todo dia, não faz mais do que obrigação. Aliás, esse não faz mais do que obrigação também é politicamente incorreto de se falar. Porque você tem que fazer porque quer fazer e não só por obrigação, né? Mas o certo...
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Mas não tem tanta coisa que a gente faz que a gente não quer necessariamente fazer, mas a gente quer o resultado.
Tem que fazer. É, tem que fazer, mas não por obrigação, porque tem que fazer, né? A gente tá pensando em começar isso com o pequeno agora. Ah, se você cortar o jardim, você vai ganhar tanto, tirar o lixo você vai ganhar tanto. Mas como a questão financeira aqui tá sendo muito readequada, porque o nosso mundo mudou muito financeiro, então a gente ainda não consegue fazer isso. Mas a gente chega lá, tá preparado.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Lógico, mas uma coisa que dá pra fazer é o transferir, em vez do dinheiro da mesada, o mesmo dinheiro que você usa pra mesada, você transformar em associar com o trabalho. É importante associar isso, né? Que a gente aqui, eu falo que eu pago as minhas meninas, não a Anica, né? Mas a Ivacy, a gente paga comissão. Ela faz certas coisas que teoricamente teria que fazer mesmo, mas ela recebe em relação ao quanto ela fez as coisas que ela tinha que fazer.
Por tarefa, recebe por tarefa, não por hora trabalhada.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Isso, aham.
Não, é porque o mundo não é assim, né, é por hora, é por, né, por job, né, que você pega ali alguma coisa. Legal, ótimo, obrigada.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Projeto, alguma coisa assim, mas aí é mais fácil porque é o mesmo dinheiro que você estaria dando pela mesada, mas ela fez alguma coisa em retorno. Então, no nosso caso, a gente tem os dois cachorrinhos, elas ficam com prava de olhar, mas se a gente fala, não, mas vai ser, você vai receber por olhar o cachorro, né? É assim, cuidar dos cachorrinhos pra eu sair, eu e o Ron saímos, né? Então, elas ficam com os cachorros e a gente paga. Teoricamente, A pessoa teria que ficar, porque é da família, né? Mas é uma associação, você trabalha, você recebe o dinheiro.
Ótimo, muito bom.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E eu sei que você e os seus filhos ainda são pequenos, mas tem alguma vez que você falou pra eles assim, adolescente, né? Não gasta dinheiro com isso, ou não faz assim desse jeito, ou você gastou todo o seu dinheiro aqui agora, não vai ter pra amanhã. Já. E como que você lidou com isso? Quando eles não fazem, você fala pra fazer.
Então, o pequeno ele tá naquela fase do Pokémon eterna, né? Cada card de Pokémon é um rim. E é uma coleção sem fim. Porque eles lançam, não param de lançar. Não tem fim.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Exatamente.
E de vez em quando eles lançam uns box, que são carésimos. Aí ele pega aquele dinheirinho suado dele ali, que ele economizou, economizou, deixou de tomar sorvete, deixou disso, deixou daquilo pra guardar. E quer gastar no box. Aí eu falo. Isso é muito caro, vem três pacotinhos lá, é melhor, fica mais barato e tal. Não, mas essa vem uma rara, uma ultra rara, uma que brilha, uma que explode. Não filho, mas aquele ali também vai sair, o pacotinho ali, tudo bem. E aí ele me escuta. Mas depois eu penso, dinheiro é dele.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Mas é importante você ensinar para que ele possa medir as coisas e fazer uma decisão acertada. O que talvez seja mais difícil é você falar assim, não, essa é a maneira que você tem que fazer. Mas você está dialogando com ele, para ele tomar aquela decisão.
Eu gostaria que eles já tivessem... não só financeiramente... mas emocionalmente... esse desejo de saber o que quer... porque se começa cedo isso... o que eu posso e o que eu não posso... mas o que eu gostaria de ter também... então eu... mãe... eu quero comprar porque eu quero comprar... eu tenho esse dinheiro... eu quero comprar... então... o argumento também eu acho muito válido... então a gente trabalha muito a questão do argumento... O não é meu. O não é meu. Continua sendo meu. Mas o argumento, ele tem que ser levado em consideração.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Tá certo. E eu gosto também de, às vezes, a gente adiciona, né, nessas frases que a gente, acho que a gente traz de infância, né, que isso aqui não dá. Ainda. Não nesse momento. Ainda. Porque aí você aumenta a possibilidade de que ele pode um dia juntar pra comprar aquela coisa. Em vez de falar assim, tô limitada, eu nunca vou poder comprar isso. Porque a gente vai de um extremo pro outro, né.
É, nesse momento ele tá naquela transição infância pré-adolescência, onde os brinquedos perderam um pouco a graça e ele tá migrando pro videogame. Tem mais. E ele já quer comprar um videogame de outro modelo. Então tá bom, você pega os seus brinquedos e vende. São brinquedos bons. Os mais simples, você doa, que tem muita criança que não tem brinquedo, sou super favorável. Roupa, a gente doa. Roupa eu acho que é obrigação doar, não acredito em venda. a não ser que seja no brechó, uma coisa, né, tal. Mas brinquedos bons, ele pode transformar num outro brinquedo pra ele.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Sim.
Né, é dele.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Lógico.
Então, tá nesse momento de desapegar da infância ali, daqueles que não brincam mais, pra ter um objetivo final, ter um projeto de vida, né.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Nesse momento, é o projeto dele é conseguir esse novo console, né, trocar o cabelo e ter os jogos que ele vai jogar com os amigos, né? Porque hoje tem muito disso. E parece que a gente tá sempre aprendendo, né? Nessa parte com os filhos e tal. Mas essa comunicação que você tá tendo com eles é muito importante, é muito legal. E eles podem tá observando você falar com a sua mãe também. Porque sempre o papo aparece, né? Como a gente tá conversando sobre as coisas no país ou as coisas no mercado, né? O preço das coisas e tal. Eles tão também observando isso, né?
Tá tudo muito caro e não tem como você disfarçar. Antigamente era uma coisa disfarçada, eu acho. Acho que até pra poupar ou era papo de adulto.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Dá atenção, mas hoje tá muito presente, né?
Tudo presente, eles são sempre juntos, a internet aproximou demais essa realidade, né?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: E tem muita coisa errada na internet, né? Então você tem que tá vivo.
E eles estão sempre antenados, e não tem jeito de você falar, meu Deus, que caro que tá esse xampu? Puxa, eu usava esse xampu, agora não dá pra comprar. Então essas informações, elas saem da nossa boca sem perceber. Eles participam de tudo, até uma briga financeira, Você comprou isso, não era pra comprar, dava pra superar, tal. As crianças acabam participando, né?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É verdade.
O que eu acho que é até importante pra saber que quando a gente tem essa possibilidade de escolha, não é sempre que dá.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Não é sempre que dá, né? Tem sempre aquela por enquanto não dá.
Por enquanto. Ou então na volta a gente compra.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Na volta a gente compra, né?
Quem nunca falou isso? Deve ser muito, a gente fica tudo igual, né? Ai, não, na volta a gente compra.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Você sabe que eu tava outro dia, eu acho que eu tava no mercado, o Rob tava comigo e eu tava na fila, ia pagar, né, a compra e eu virei pra trás e falei com a mulher atrás de mim, né? E aí ele falou assim pra mim assim, nossa, você tá virando a minha mãe. Aí eu falei assim, não, eu já virei a minha, não vou virar a sua mãe não, não pode ser isso.
Já é mãe demais. Não, três mais não, duas tá bom.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Não, não, tá tudo bem.
É verdade, é verdade, a gente vira mesmo. Nossa!
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É, a gente vira mesmo, não tem jeito, né?
Não tem jeito.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Vira fúria.
Vira... Ai, minha fúria. Ai, eu vou virar fofa, minha mãe muito fofa.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Imagina, que eu adoro, tá? Bom... Mas agora que então vamos chegar assim vamos fazer um resumo assim né. Vamos supor que você pensa no seu momento que você mais estava tendo dificuldade com o dinheiro na sua vida. Pode ser quando você era criança ou pode ser quando você é adolescente ou mesmo naquele momento que você começou a trabalhar como advogada ou mesmo agora. Pensa na sua parte mais difícil e fala assim que eu gosto muito de o meu projeto, né, com o meu coach financeiro, é ajudar mães que trabalham e que elas acham que elas são ruim com o dinheiro, né, eu sou ruim com o dinheiro. Então, pensa assim, o que você falaria para uma mãe que estivesse, que está passando por uma situação difícil com o dinheiro, como você já passou? O que você falaria para ela?
Vai dar certo. Sempre dá certo. Primeiro que a mãe é sempre ouvida. Uma mãe é capaz de alimentar dez filhos. Dá certo. E a mulher ela é forte, ela se reinventa o tempo inteiro. Só um emprego para uma mulher às vezes ela acha que é pouco e não é muito porque você tem uma casa para administrar, uma família para cuidar. Mas sempre tenha um novo curso, uma nova perspectiva. Não fechem os olhos para as novas oportunidades. A idade não é limite pra nada. Eu acho que isso é muito importante falar pra mamãe, né, Má? Porque a gente chega numa idade que você fala, ai não, agora meus filhos vão crescer, aí eu vou voltar a estudar. Ai quando eles saírem de casa, aí eu vou voltar a pensar numa nova carreira. Não!
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Aí você chega lá e você fala assim, agora já tô muito velha.
Já tô muito velha, ou então não tô com saco, não tenho mais paciência pra estudar. Então não existe nada que você possa deixar pra depois, sabe? Estuda quando todo mundo tá dormindo, acorda um pouquinho mais cedo, faz aquele curso que você tem sonho, cria um hobby, procura o seu talento, valoriza o seu talento, nunca é tarde. O financeiro ele vem depois que você encontra aquilo onde você põe amor, sabe? Onde você faz com vontade, com paixão. O dinheiro é uma consequência. Então não se afoga num trabalho achando que você não vai ter mais ou que vai parar por aí. Eu acho que esse é o melhor conselho que a gente pode dar pra uma mãe. Sempre tem uma saída. Sempre tem. que já deu certo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Eu gosto muito disso, também eu gosto muito da parte que você falou, que você falou assim, não vai faltar nada, né? Porque quando você tem isso, né, esse pensamento, não vai faltar nada, porque eu acredito que Deus vai me ajudar, né? Ou mesmo simplesmente, não vai faltar nada, você vai, aquela motivação de que quando a situação apertar, você vai fazer funcionar, porque não vai faltar nada. Você vai fazer, o resultado vem. O resultado vem daquilo que a gente acredita. Então, se você acredita que não vai faltar nada, não vai faltar. Você vai dar um jeito. Como você falou, você foi vender Boticário, foi vender, não é Boticário, é Natura, Avon, né? E não se acredita.
Acredito, fiz potinho de comida.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Ah, eu lembro as saladas que você fez.
Salada no potinho. Então você tá sem... é impressionante a capacidade que uma mulher tem de erguer uma família em dificuldade. Converso muito isso, até com o meu marido, ele fala o homem fica desempregado, ele fica de pijama em casa, desesperado, curtindo uma depressão, sabe, ai, não vai aparecer outro problema, a mulher já tá vendendo coxinha, já tá na academia, já tá virando secretária na porta da escola, sabe, Tá sempre se reinventando. Então mães, é muito importante assim, você tem todas as ferramentas a seu alcance. Você é uma mulher incrível. E outra coisa, toda vez que te faltar coragem, olha no espelho e faz a pose da Mulher Maravilha. Encara o espelho, faz a pose da Mulher Maravilha e fala, vem, vem que eu tô pronta. Eu acredito também muito nisso. Do mesmo jeito que a nossa mente repele, a nossa mente atrai. baixo no peito, que não vai te faltar nada.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Muito legal, isso é muito bom. Nossa, muito obrigada, Vivi. Esse é um conselho muito bom pra quem tá aí precisando de uma força, né? E pra gente terminar, eu tenho algumas perguntas rápidas pra você.
Ai, ai, ai.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Minhas perguntas não estavam no esquema que eu mandei pra você, então vai ser... Ah, meu Deus.
Agora que eu vou engasgar, falar palavrão...
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Mentira. O que vier na cabeça, tá bom? Qual foi a pior decisão financeira que você já tomou?
Comprar uma churrasqueira elétrica. Gastei um dinheirão e usei uma vez.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Ai, que droga, né? Aí essa já é a resposta da segunda. Acho que a primeira era o negócio do carro, né? Que foi aquela que você... a decisão.
De você... Ai, não lembrei do carro, tá vendo? Acho que eu já ressignifiquei.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Não, mas a segunda pergunta que você já respondeu, que é a qual coisa foi a coisa mais sem utilidade que você já comprou, né?
Acho que a elétrica vermelha, porque ela combinava na minha varanda. Igual a cafeteira.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Essa cabineira, fiquei olhando, parece um cachorro, um robô.
É, mas essa aqui, ó, essa aqui é valente.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Mas vocês não estão vendo, né? Vocês só estão ouvindo, então...
É, é uma... Pode falar propaganda? Pode falar. É uma dão-te-gusto daquela mais antiga, que você controla ainda, e se você bobear, vaza. Tem nada de elétrica, eletrônica, assim. Mas combinava com a minha churrasqueira.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Tá vendo? A churrasqueira e a cafeteira. É maravilha, né? Agora aqui, qual foi a coisa que você comprou que acabou saindo melhor do que você esperava?
Objeto? Coisa grande?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Qualquer coisa.
Ai, meu secador de cabelo, gente, ele tem 30 anos, eu comprei usado.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Tá vendo? Coisa boa, né?
Não, ó, 30 eu tô exagerando, mas eu comprei ele em 2002, a gente tá em 2023, tá quase. E ele funciona e tá na banheira da minha filha. É o mesmo, e era usado já, eu devo ter pago na época 10 reais.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Nossa, olha isso, hein?
Viu?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É, você já fudeu um pouquinho e tirou o uso desse negócio, né?
Poxa vida! Peitada, eu ia pedir, mas tá bom.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Tá lá, firme e forte. Firme e forte, tá certo, né? Isso é uma coisa que o meu irmão Walter sempre falou pra mim, pra investir em ferramentas. Não comprar coisa, mas comprar, assim, o que vai te proporcionar a fazer várias coisas. Então, o secador a gente usa pra arrumar o cabelo sempre, né?
Sempre.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Se tivesse comprado uma coisa assim, sei lá, um enfeite de cabelo, né? Você usa uma vez ou duas. Então, é legal investir em coisas que você vai ter vários usos com ela, né?
Ponto pra mim.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Tá certo, ponto pra você. Não, os três são muito bons, né? Agora fala, Vivi, o que que você tem aqui? Tem algum projeto que você tá trabalhando agora? Tem alguma coisa com a sua análise de imagem que você tem alguma promoção legal, um pacote, alguma coisa assim pra gente oferecer pros nossos ouvintes?
Então, eu tô trabalhando assim, eu sou consultora de imagem, né? Você já falou aí na minha bio, e aí eu senti esse desejo profundo de descer um pouquinho mais o iceberg, né? Eu criei um método que chama os cinco sentidos da imagem... até quando eu converso com as minhas clientes eu falo da importância que a gente tem dos cinco sentidos... que a gente desperta isso nas pessoas... e é muito bom porque qualquer pessoa... não necessariamente aquela pessoa que esteja procurando um guarda-roupa ideal... uma coisa cápsula... tal... mas alguém que queira realmente só se conhecer... às vezes está passando por um momento de vida que... poxa... me perdi... sabe... não sei mais o que eu quero... não sei mais o que eu gosto... acontece muito... a gente de tempos em tempos dá uma... palavra que eu posso usar... uma renovada na ideia... a gente não é pedra... então esse trabalho é muito bom... e ele é para o aqui e agora... né, uma coisa assim de agora, não é pra longo prazo. Então quem quiser é super tranquilo, dá pra fazer online, o preço a gente conversa sempre, isso eu acredito que o trabalho é muito bem ofertado pra que todo mundo tenha acesso e porque isso é direito. É um direito a gente cuidar da nossa...
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Né?
É um direito nosso, que às vezes a gente põe tanta coisa na frente, principalmente a mulher, que é a maioria do seu público. A mulher põe tanta coisa na frente, é o filho, é a comida do filho, é a lancheira da escola, não é? Então esse é um momentinho de parar, conversando comigo, que eu terei o maior prazer no mundo, que eu aprendo muito. E parar e se olhar um pouquinho, pra ver o que tá acontecendo. Esse é o meu projeto atual, os cinco sentidos da imagem.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Que legal.
Eu tenho um que tá em andamento que é o dane-se, que é muito bom também. Ah, eu não posso usar roupa curta porque eu sou baixinha. Dane-se. Não te perdi nada, não perguntei sua opinião. Então o projeto dane-se também tá vindo com força. total.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Que ótimo. E você também tem um projeto bem legal de cuidar com as crianças, né? De fazer umas consultas com crianças e adolescentes, né?
Isso. Eu tenho, sim, a psicanálise infantil e adolescente, que tá indo, assim, como um presente na minha vida, através de muitas brincadeiras, né? Jogos, porque a criança é assim, a análise e principalmente, né? Com a associação livre, Porque o objetivo da análise é ouvir. Então eu brinco, né? A imagem é o bem ver. A gente gosta de ver. E a psicanálise é o bem ouvir. Então, também é um projeto muito legal. Que engloba o trabalho da autoestima com criança e adolescente.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Que legal, né? Aqui eles falam, né, desse play therapy. Que é a terapia de brincar, né? De ver como a criança interage brincando com as coisas, né? Isso. Legal de ouvir, né? Porque às vezes a gente tem essa necessidade de ouvir. Todos nós temos de conexão. Quando a gente não se sente, não sente que as pessoas estão ouvindo a gente, a gente desconecta, né?
É, a verdadeira escutativa, né, é muito difícil. Não é pra qualquer pessoa, né? É um trabalho, é um exercício muito grande, porque geralmente a gente responde A gente escuta a pessoa já pensando na resposta que vai dar. Então você perde o foco nela e já começa a planejar a sua resposta. Ou seja, você ouviu 1% do que ela falou. Então quando você trata de criança, a criança não vai falar com você. Ela vai mostrar pra você através de brincar. através de desenhos... de imagens... sempre voltado para a autoestima... tá... a minha consultoria e a minha análise é sempre voltada para a autoestima... para que a pessoa seja um serzinho independente... seja um sujeito no mundo... no mundo dele... não o mundo da mamãe... o mundo do papai... o mundo dele.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Muito interessante. Nossa Vivi, muito legal, muito obrigada por toda a sabedoria que você trouxe e pelo presente e ser essa pessoa maravilhosa. Eu coloco aqui nos insights do do podcast, eu vou colocar as informações para vocês seguirem a Vivi no Instagram, Facebook, TikTok, o que tiver disponível no site, qualquer coisa a gente coloca aí nos insights do episódio do podcast. E é isso aí. Então tá bom, Vivi? Até breve! É breve. Alana, muito obrigada por essa participação.
Eu que agradeço muito o convite, Má, muito. Espero que logo a gente tenha outras e outras conversas. Obrigada das dicas. Já vou correr atrás de todas elas porque eu aprendo muito com você, de verdade. E que as pessoas tenham sempre acesso ao financeiro com essa didática e essa facilidade que você passa pra gente.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Obrigada, Vivi. Muito legal. Então tá bom, pessoal. Até semana que vem, até breve e obrigada. Espero que tenha gostado do episódio de hoje. Lembre-se de seguir, avaliar e comentar. E se você está pronto para investir em si mesmo, confira meu site strasbourgcoaching.com para agendar uma sessão de coaching ou tentar meu grupo de membros gratuitamente. Estarei de volta na próxima semana com mais um episódio lucrativo do podcast. O dinheiro não é o seu problema. Até breve e obrigada!
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