Ep.14 Usando as Nossas Oportunidades para Crescer e Aprender com Zil Eiler
2 Dec 2025 · 42 min
Portuguese-language podcast episode (Ep.14) hosted by Madeleine (Strasbourg Coaching) interviewing Zil Eiler, a Brazilian life and business coach who has lived in the U.S. since 2003. They discuss money mindsets shaped by culture and family, Zil’s upbringing in a merchant family in Campinas, her career shift from family commerce to teaching and then coaching, and how faith and generosity inform her financial values. The conversation covers practical parenting of children around money, coping strategies for financial hardship (breathwork, connecting to a future self, creativity to generate income), regrets about missed real-estate investments, favorite financial resources (Dave Ramsey), and Zil’s current mentoring programs and Instagram handle.
Questions this episode answers
May 11, 2023.
2003.
About 20 years (they will celebrate 20 years this year).
@zililer.
Chapters
Olá pessoal, aqui é a Madeleine do Strasbourg Coaching e vocês estão ouvindo o podcast O Dinheiro Não É O Seu Problema. Eu uso o que mais amo, minha fast food, o bom senso do plano do Dave Ramsey e as ferramentas de coaching pessoal da Brooke Castillo para ajudá-los a identificar e superar os verdadeiros problemas por trás dos seus revésios financeiros.
E aí, Furiosos? Estamos aqui para mais um episódio do Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast e eu tenho uma entrevista muito especial para vocês com a minha querida Life Coach Zil Eiller. Ela é brasileira, mas também está aqui já faz tempo, né? Nos Estados Unidos.
Faz quase duas décadas, estamos chegando lá.
Que legal! Então, se apresenta aí para o nosso público e fala um pouquinho sobre você, o que você faz.
Então, Zil Ailer, é muito legal, né? Porque crescendo no Brasil, meu nome mesmo é Zil Sally, e sempre foi um nome difícil, né? E quando eu cheguei aqui, eu falei, eu sou a Zil, eu sou a Zil do Brasil. Então, eu fiquei a Zil do Brasil, né? Hoje eu trabalho como coach de live de negócios. O meu foco é ajudar mentoras e ajudar coaches a estabelecer o negócio delas. Trabalho primariamente com mulheres e a crescer esse negócio. Então eu tenho vários chapéus como a gente fala. Além de coach eu sou mãe. Tenho dois adolescentes aqui nessa casa. e um pré-adolescente, duas meninas e um menino. Sou uma pessoa de fé. Eu creio que a base do meu coaching, apesar de, claro, ter todas as ferramentas do coaching, eu trago muito a fé pra dentro do meu trabalho, porque sem isso a gente não vai, não progrede, né? Não tem mesmo progresso. O progresso é mais lento. E é isso. A gente vai falar um pouco mais... Eu sou meio humilde, eu não gosto de falar muito de mim, não.
Então tá bom, eu vou puxar as histórias de você agora. Então, você sabe, nós vamos falar de uma das coisas mais maravilhosas desse mundo, que pra muita gente é muito problemático, é falar sobre dinheiro. Por que que você acha que as pessoas... eu não sei, eu vi isso no Brasil bastante, eu não sei se você compartilha essa visão comigo, mas por que que você acha que no Brasil era tão difícil das pessoas falarem sobre dinheiro?
Eu creio que isso daí já é uma mentalidade que vai sendo passada, que foi sendo passada de pais, de avós. Porque, na verdade, quando você abre, fala sobre o seu dinheiro e abre essa parte da sua vida, de alguma forma você está tendo um pouco de vulnerabilidade E eu creio que a gente tem a crença de que a pessoa vai ter olho gordo ou eu não quero que saiba como que tá minhas coisas Então tem essa coisa que talvez de não querer ser vulnerável porque você tá achando que é um assunto tão privado um assunto que quando você abrir a pessoa souber talvez que você está bem vai ter aquela coisa que a gente fala talvez olho gordo ou que você não está tão bem quanto parece vai talvez surgir uma vergonha do seu estado financeiro. Então eu creio que tem muito disso de como você se vê e de como você quer de repente proteger essa imagem de não querer abrir e falar sobre dinheiro.
É verdade, né? É interessante porque é uma questão da cultura, né? Não é só em uma família que fazem isso, é geral.
Exato.
E aqui também, nos Estados Unidos, você tem a mesma impressão?
Então, interessante, né? No mundo do coaching, é tudo muito aberto. A gente fala muito sobre dinheiro. É como se a gente estivesse falando, você vai comer o que pra janta hoje? O que tem pra janta? Ah, tem macarrão, né? Macarrão nada, sei lá, carne moída. Pra nós, o nosso meio é tão normal que eu acho que tranquilo. Olhando fora, eu creio que é muito mais normal do que no Brasil. Uma das primeiras perguntas que a pessoa faz pra outra numa conversa normal, num meio social, geralmente é, o que você faz? Oi, tudo bom? Tudo bom, eu sou vazio. Ah, você é vazio e tal, o que você faz? Então já está perguntando da sua profissão, aí de repente rola um papo do dinheiro, de sei lá, talvez uma promoção que você está buscando. Eu creio que aqui é mais aberto.
Então vamos voltar lá atrás. Volta lá atrás e conta pra gente como que você cresceu e como foi esse como a sua família encarava o dinheiro.
Super interessante. Eu cresci na família de comerciantes tanto meu pai quanto minha mãe quanto meus tios quanto eu própria. Uma das primeiras memórias que eu tenho de criança é na loja do meu pai vendendo sapato. E eu tenho muitas lembranças e memórias de estar ligando com o dinheiro, estar no caixa contando dinheiro. Só de falar a palavra dinheiro, eu lembro do cheiro do dinheiro, sabe? Então, como criança, a gente via aquele dinheiro, aquelas vendas entrando. Eu lembro o dia que eu entendi que existia banco. Então eu ia pra casa do meu pai, eu via todo aquele dinheiro que entrava tal, tal E eu tava super feliz com todo o dinheiro Aí um dia eu vi meu pai e minha mãe conversando sobre tem que mandar pro banco, tem que pagar o banco e não sei o quê E o banco? Quer dizer que tudo isso não é pra eles? Eles têm que pagar o banco? Então eu fui entendendo como o dinheiro funcionava Mas no geral, claro que no comércio tem altos e baixos Passamos por muitos altos, muitos baixos também Mas eu acho que porque eu era tão... tão grudada com a minha mãe e minha mãe é uma comerciante incrível negociar negociadora comerciante incrível incrível incrível para mim de dinheiro nunca foi difícil. Eu chegava aqui e ela ia fazer algumas vendas ou ela ia se virar de alguma forma e aquele dinheiro entrar e parecia que era uma coisa muito natural e muito fácil de ser conquistada. Essa foi a imagem que eu tive de dinheiro crescendo. Mesmo tendo os altos e baixos o meu subconsciente ele não absorveu tanto dos baixos ele absorveu muito mais dos altos.
Que bom. Isso é ótimo. E parece então que você aprendeu lidando com o dinheiro na prática e não foi assim. Vamos sentar aqui e vamos aprender a fazer o orçamento. Vamos aprender isso aqui. Nunca é isso né.
Que orçamento. Não nunca.
Que legal! E você ganhava alguma coisa quando você trabalhava com o seu pai na loja?
Ganhava, ganhava. Tinha um salário muito bom, eu lembro. Não lembro o quanto eu ganhava, mas eu lembro o que eu comprava. Eu comprava roupa de marca, calça de marca, sapato de marca. Eu era patricinha, ziu a patricinha, porque eu sempre tinha dinheiro para comprar roupa. para comer fora, para pagar para as amigas se elas não tinham.
Mas você sabia que vinha do trabalho, né?
Vinha do trabalho. Trabalhava, trabalhava demais. Na verdade, eu tenho memória da escola, dos professores falando, nossa, me apontando e falando, olha, a Ziu, ela trabalha, ela trabalha, mas ela faz toda a lição, ela tira notas boas. e porque tinha gente na classe que ali claro não tinha acesso talvez ao emprego não tinha acesso ao emprego porque o comércio dos meus pais estão talvez com 12 anos 11 já trabalhando trabalhando o tempo todo e mesmo assim tirando notas boas fazendo toda a lição sempre muito responsável entendendo também que isso é importante o desenvolvimento pessoal estudo é com certeza que legal.
E é legal porque essa correlação entre você trabalhar e você fazer as outras suas coisas também bem, ela existe. Ciência e estudos mostram que alunos de faculdade que trabalham pelo menos 20 horas por semana, eles conseguem fazer a lição deles, entregar os trabalhos, eles são melhores em administrar o tempo deles e o dinheiro também. Então eles gastam menos tempo não fazendo nada, né? Então isso é uma coisa bem legal que você aprendeu desde cedo, né?
Exato, exato. E mesmo na época de faculdade, naquela época, eu tinha uma loja que eu tomava conta. Então a gente dava conta de tudo, de fazer as compras para a loja, negociar e tudo mais. Ia para a faculdade à noite e levava, então, e era gostoso nunca foi um peso claro que às vezes ficava mais difícil mas não é prova tal projetos mas eu adorava o que eu fazia sempre gostei sempre gostei do comércio de estar lidando com pessoas. Eu acho que por isso que hoje eu caí numa carreira de coach de negócios porque foi muito natural para mim nessa transição.
Poxa que legal. Tem algum evento específico alguma experiência que foi assim definidora para você em termos da sua jornada financeira.
Olha tem eu acho que tem duas. Uma foi quando eu decidi que eu não queria mais saber para os meus pais que eu não queria mais fazer parte do negócio. Eu acho que para minha mãe foi tranquilo para o meu pai talvez foi um pouco mais difícil porque ele tinha ideias e ele não é. plano, é? Talvez os filhos iam... Mas pra mim, naquele momento da minha vida, eu falei, não, eu quero alguma coisa diferente pra mim, porque eu queria, na verdade, seguir o meu coração e queria começar algo pra mim. Eu já entendia, não entendia no papel, mas eu já entendia quem eu era, eu já entendia a minha capacidade, eu já sabia, apesar de ser nova, né, nos meus 20, né? Eu já entendia que eu ia poder construir o que eu quisesse. Então foi quando eu saí da loja e falei, não quero mais, aí fui procurar outra carreira E naquela época, o primeiro passo foi dar aula de inglês em multinacionais, dar aula de inglês em multinacionais para VPS e para... profissionais de alto escalão.
Executivos, né?
Executivos, isso. E depois disso, consegui um outro trabalho muito bom também. E aí foi, eu acho que isso foi realmente algo que definiu, que me tirou, né? Me cortou dessa comerciante, né? É, do comércio. O outro, com certeza, foi quando eu mudei pra cá, casei-me, né, tava com meu marido, e a gente tá num salário. O que que é ter um salário? Eu nunca tive um salário que você tem que olhar, você falou do orçamento. Agora eu vou ter que fazer um realmente vou ter que fazer um orçamento. Aí eu acho que foi uma outra realidade de que eu vou ter que fazer um orçamento e tudo mais. Então para mim também foi outro modelo que eu falei nossa é muito bom ter um negócio porque dinheiro tem baixos como eu disse mas entra. Então aquilo para mim foi lá foi assim realmente um momento divisor de águas. Exato.
E você do Brasil você cresceu aonde.
Eu cresci em Campinas na cidade de Campinas.
E você mudou para cá então em 2003, é isso?
Eu mudei para cá em 2003.
E você conheceu seu marido lá no Brasil?
Eu conheci meu marido, na verdade, quando eu estava fazendo o trabalho missionário para a minha igreja.
Onde você fez missão?
Eu fiz missão em Temple Square, na Praça do Templo.
Ah, que legal!
E, na verdade, o meu melhor amigo do Brasil foi um dos companheiros do meu esposo. E foi ele que nos apresentou. Então, a gente não teve muito contato na minha missão. Foi depois da missão que a gente trocou e-mail e tal, ficou naquele namoro digital.
Número digital, essa é ótima.
Exato. Aí ele se formou em julho de 2022.
22?
Não, 2022. Nossa, onde que eu tô? E aí ele foi pro Brasil e falou, olha, eu tô me dando de presente de aniversário, de formatura, uma viagem pro Brasil. E eu tava me formando em outubro. Eu falei nossa pode vir, você vai ter a minha formatura.
Você fez faculdade de que?
Eu fiz administração de empresas na Católica e aí foi assim que começou. Ele foi para o Brasil. Nós nos conhecemos então fora do tipo como namorados. Ele voltou para os Estados Unidos depois voltou para o Brasil de novo. Então naquela época eu estava no Brasil e ele fazia as viagens para o Brasil.
Que legal. Bom, antes de a gente entrar na sua vida junta aqui nos Estados Unidos, fala pra mim assim, você falou que a sua espiritualidade é muito importante na sua carreira. A sua espiritualidade também foi importante no seu desenvolvimento financeiro?
Com certeza, porque tem sempre o princípio de você compartilhar, de você ser aberto, de você estar fazendo suas caridades, ou o que seja, e de você crer que você compartilhando, você está aberta a receber mais. Esse é um princípio que eu acredito até hoje, acredito muito. Tanto é que agora a gente foi lavar o carro, estava com as crianças no carro, E aí eu dei uma caixinha pro cara. E meu filho falou, mas tem que sempre dar caixinha, mãe? Eu falei, não, não tem que sempre dar caixinha, mas não vai fazer, fala pra mamãe. E eu tô ajudando, é um método falando, agradecendo aqui o cara que secou o carro. E eu gosto, eu gosto de dar essa caixinha. Então, eu creio no princípio de que o que você dá, quando você dá ou quando você tá ali compartilhando, é porque você tem, tá? Só dá quem tem. Mas o negócio é mais profundo, porque se você crer, tem muita gente que tem e não dá. Será que eles têm, então? É um negócio que está um pouco profundo, mas o que eu quero falar é o seguinte, como eu creio que eu tenho abundância na minha vida, e que eu sempre vou ter, não importa quais sejam as circunstâncias, eu vou estar disposta a compartilhar. E esse é um princípio cristão muito forte, de você estar compartilhando, dividindo, e crer que, de alguma forma, não vai te faltar.
É verdade, né? Porque nós somos aqui, nós estamos tomando conta das coisas que o Pai Selecional nos deu, né?
Aham, com certeza.
E a gente é meio como... é stewardship, né?
Em inglês.
E eu gosto desse conceito também. E acho que a gente pode ajudar as pessoas de várias maneiras, né? Com o tempo, conversando, mas quando a pessoa precisa de dinheiro, é quando a gente tem que a gente dá, né? Tendo, a gente consegue ajudar aquelas pessoas. Generosidade é uma coisa muito importante, né? É um conceito muito legal. E existe alguma pessoa assim, você falou dos seus pais, a sua mãe, existe alguma pessoa que teve uma influência marcante na sua vida, no seu desenvolvimento, em termos de relação com o dinheiro?
Em relação com o dinheiro, com certeza, como eu falei, meus pais. Um patrão que eu tive, quando eu estava no Brasil, ele me mostrou várias maneiras de não só administrar o dinheiro, mas de como você saber o que está fazendo com o dinheiro. Porque ali, naquela época da minha vida, eu tinha feito a transição do comércio para um emprego. E ele foi muito querido, tanto ele quanto a família dele. Me acolheu bem porque eu mudei de São Paulo para outro estado. E ele me ensinou várias coisas sobre, acho que gerenciamento, mas sobre gerenciamento financeiro. E foi mais justamente por vê-lo fazer essas coisas que eu fui aprendendo.
Que legal, né? A gente aprende bastante com o exemplo, né? Vendo o que a pessoa faz, se alinha com o que ela te ensina, né? Então, ele te ensinou a investir também ou não?
Então, não, não.
É o gerenciar mesmo o dinheiro, né?
É mais gerenciar, é.
E você ainda carrega com você algumas das coisas que você aprendeu com ele?
Com certeza, com certeza eu carrego alguns dos princípios porque são as coisas que te moldam. Então tem esses princípios até hoje comigo, com certeza.
Tem alguma coisa assim no seu passado em relação às suas finanças que você se arrepende e que você teve que fazer as pazes? E como você fez isso?
Talvez sim, de não ter investido. no mercado imobiliário em algumas oportunidades que eu tive, tinha o dinheiro, tive a oportunidade de investir no mercado imobiliário e não investi. Na verdade, eu tive que lidar com esse remórcio por muito tempo, porque depois o preço subiu e tal e tal. Então eu creio que se há algum remórcio é realmente em relação a investimentos não feitos.
E você como que você fez as pazes com isso?
Interessante foi o coaching porque eu lembro de estar até dirigindo nessa vizinhança e falar putz eu podia ter comprado aquela casa pela metade do preço nesses pensamentos e era tão difícil eu tinha que dirigir para aquela vizinhança direto porque era o caminho da escola das crianças. E aí eu, através do coaching, eu comecei a aceitar, aceitar que não era pra mim, aceitar que se não foi feito o investimento é porque não tinha que ser feito. Quer dizer, eu tive que fazer esse trabalho de mentalidade o mesmo, a gente fala de self-coaching, para chegar num ponto onde eu estava tranquilo, eu ainda posso fazer vários outros investimentos no futuro.
E a possibilidade, em vez de ver aquilo que te carregou para trás, que te segurou.
Exato. Então, ao invés de você viver no passado e você olhar para o passado e ficar presa em algo que você poderia ter feito que você não fez, você muda esse foco, começa a olhar para o futuro, para as possibilidades do que você ainda pode fazer.
Sim.
Porque tem muitas, né?
Gosto muito disso.
Você pode criar oportunidade.
Exatamente. E às vezes, quando a gente fica preso no passado, a gente não consegue ver. A gente só fica achando as evidências das coisas que não aconteceram porque a gente fez determinada coisa ou não fez determinada coisa.
Exato. Não dá para viver assim. É muita energia que você foca. em algo que não tem como ser mudado e isso te impede de crescer em outras direções e te impede de você se desenvolver, de dar passos certeiros adiante. Então realmente você fica presa naquilo.
É muito difícil, mas felizmente a gente tem um coach aí. Nós somos provas do uso dessas ferramentas que a gente aprende para fazer a paz com o passado e seguir em frente, que é o aprendizado. A gente falha, mas a gente aprende. Essa é a melhor maneira de seguir. Então você ainda está casada com o seu marido?
Estou casada com o meu marido. Vamos comemorar 20 anos este ano. 20!
20 anos!
Duas décadas! E eu pareço que estou com 18 agora.
Exatamente! Ai, vocês estão perdendo porque vocês só estão ouvindo isso, né? Mas a Azil, ó, tá chique! Aliás, a gente se conheceu no evento do Life Coach School e a Azil subiu no palco, falou com a Brooke Castillo, fez a brasileirada feliz ali, fez todo mundo orgulhoso dela. Tá valendo!
Essa sou eu.
Foi muito legal. E agora então vamos falar da sua família. Então você conheceu seu marido, vocês mudaram para cá. Como é que foi esse ajuste de como vocês compartilham as finanças juntos? Um é mais administrador ou vocês fazem os planos juntos? Como é que funciona?
Ele é muito mais administrador, muito mais. Nossa! Nós fazemos os planos juntos, mas com certeza a mentalidade dele é muito mais de planejar, de orçamento. E eu sou mais...
É sempre assim.
Eu sou muito mais... Não!
Nossa! Ele é o nerd, você é o free spirit.
Eu sou Free Spirit. Com certeza sou Free Spirit. Ele não é. Eu aprecio muito essa posição dele, né? Porque a gente precisa de equilíbrio. Então aí tá perfeito.
É um balanço, né? O equilíbrio ali, né?
É o equilíbrio, é.
E aí, como vocês ensinam seus filhos hoje?
Com as crianças é interessante porque especialmente hoje que eu entendo o que acontece com a criança, com a mente da criança quando você fala certas coisas perto da criança ou quando você vive de certa forma, tá? Então como eu quero que as crianças entendam que tem muita abundância no mundo. Realmente tem muito dinheiro no mundo. Muito. Tem muitas formas de criar dinheiro de ganhar dinheiro de investir. Tem muitas possibilidades. Eu não quero nunca quis criar as crianças numa mentalidade de escassez. Então a gente sempre tá falando pra eles, vamos supor que eles querem, sei lá, comprar algo que... Vamos supor que... Tá, é muito caro. Então ao invés de eu falar, olha, isso é muito caro, o que eu tô falando é assim, a gente pode comprar, mas eu prefiro usar o dinheiro de outra forma.
É uma escolha.
É uma escolha. Eu creio que a gente pode escolher usar esse dinheiro de outra forma.
A nossa família está escolhendo usar o dinheiro dessa maneira em vez dessa.
Nossa família escolhe usar o dinheiro de outra forma. Então nós ensinamos para eles como gastar também. Então vamos supor, quando começa o ano escolar, nós damos um X pra cada um pra eles comprarem roupa. Pra vocês comprarem roupa, sapato, tal, pra escola, todos tem o mesmo. Uns gastam tudo, na verdade uma gasta tudo, e mais porque ela tem o dela, O outro já, não, já pensa melhor e já, aí sobra, ele guarda um pouquinho daquele dinheiro ali, aí sobrou. Então é interessante ver, né, como eles estão sendo responsáveis pelo dinheiro, né? Quando a gente vai num parque de diversões e tal, né, tem o dinheiro que dá pra eles. Mas eles também empreendem, então, eles vendem, uma das minhas filhas, ela vende pulseirinha. Vende cookies. Nesse verão ela vai estar cuidando de crianças. A outra também... Todos eles vendem pulseirinha na praia no verão. Então eles vão lá, vendem pulseirinha pra ter dinheiro pra fazer o que quer. E eu super incentivo isso porque é muito legal ver que eles estão criando algo. Então eu creio que isso virou uma longa história, né? Mas resumidamente, eu quero que eles entendam que eles podem criar oportunidades de ganhar dinheiro, entendeu? Podem criar oportunidade de ganhar dinheiro. Aí a gente sempre ensina de primeiro você paga o senhor, então você tira 10%. O envelope dá na mão do bispo, não importa quanto, mas você paga, paga isso e você é generoso. Então minha filha está né? sempre pagando tabacos para os amigos, pagando isso. Então eu também ensino eles a serem generosos com o dinheiro. Essa é a filosofia. Bem resumidamente é assim que a gente vê o dinheiro, é assim que a gente tem ensinado as crianças. Mais uma coisa, vou falar para os pais agora. Tomem cuidado sobre o que vocês falam a respeito de dinheiro perto das suas crianças, porque vocês estão programando o subconsciente das crianças. Não só o que vocês falam, mas como vocês lidam com o dinheiro. Porque você está sempre em escassez, falando que isso é muito caro, falando... Entendeu? E na maioria das vezes as pessoas até têm as condições, mas não querem ficar segurando, guardando. Entendeu? Tudo bem de você pegar o dinheiro, investir e usar o dinheiro. Não estou falando para sair gastando, não é isso que eu estou dizendo.
Eu estou desperdiçando, não é para desperdiçar.
Não é para desperdiçar. Mas vocês têm que tomar muito cuidado com o que falam sobre dinheiro perto das crianças, porque isso irá programar a mente das suas crianças em relação a dinheiro. E a forma com que vocês gastam, desperdiçam, isso é essencial. Eles estão vendo, estão ouvindo. Isso lá no futuro vai refletir, vai refletir lá no futuro.
A gente assimila o que está acontecendo em volta da gente querendo ou não. Se a gente não está prestando atenção a gente vai absorver o estresse o peso do ambiente por causa do dinheiro o estresse a gente vê isso muito acontecendo com as crianças porque é o ambiente que eles vivem. Não a gente não briga a gente não fala sobre dinheiro na frente deles a gente briga em outro lugar. Não é verdade. Eles assimilam.
Exato e eu cresci também vendo brigas sobre dinheiro no comércio entendeu. Como eu falei tinha altos e baixos então às vezes realmente nas partes baixas meus pais estavam naquele stress de conseguir dinheiro para pagar o banco ou o que seja. Mas eu acho que por essa proximidade tão grande que eu tive da minha mãe eu absorvi a melhor parte de tudo isso.
Que bom, né? Isso é ótimo. Então tem os dois lados, né? Então não é só o negativo que eles absorvem, mas o positivo também, né?
Exato.
E vamos supor que você estão passando isso para os seus filhos e eles não concordam com alguma coisa que você falou para eles. Não gasta nisso, pensa naquilo, né? E eles não fazem o que você falou. Como que você lida com isso?
Tranquilo. O princípio do livre-arbítrio e isso daqui é bem interessante porque eu creio muito no livre-arbítrio e talvez eu seja uma mãe um pouco mais flexível do que as outras porque eu tenho ensinado desde pequenininhos que eles têm o livre-arbítrio e a oportunidade, a chance de escolher. Então eu falo também a bolsa assim que você quer gastar pode ir. Eu procuro 90 por cento do tempo 95. Claro que se expondo a algum tipo de perigo tal é diferente mas a grande maioria das vezes eles estão tomando as decisões e estão aprendendo com as consequências das decisões e para mim está tudo bem.
Na verdade, essa é uma das melhores maneiras da gente aprender, com as consequências naturais das decisões que a gente toma. É claro que a gente quer que eles não tenham que passar a dar a cabeçada em várias coisas que a gente fez, mas entendendo que a escolha ultimamente é deles, né?
Exato. Exato.
E o arbítrio que a gente tem é tão importante, que foi dado para a gente por Jesus Cristo, a gente faz o melhor que a gente pode, né? E é sempre assim, com o que a gente tem no momento, né?
Exato, exato. Eu acho que isso é muito interessante, você mostrar para os seus filhos que você confia neles. Tudo bem, você vai fazer a sua escolha e no final das contas está tudo bem, está tudo tranquilo. A gente está aqui para aprender mesmo, para crescer, para ter as experiências.
É, e o nosso cérebro é programado para resolver problema, né? Então se a gente se mete em alguma fria, a gente é capaz de, com a ajuda de Deus e as pessoas, recursos que a gente, outras pessoas, a gente consegue sair e aprender, né? Bom, e hoje em dia, como você continua, você gosta de ler, você continua se desenvolvendo assim na sua compreensão financeira?
Eu adoro ler muito, muito. Olha, o meu sonho é que o tempo parasse, todos os elógios parassem, menos o meu. Tipo, tá todo mundo frozen, tá todo mundo congelado, menos eu. Eu tô dentro de uma livraria e eu tô lá e não tem tempo, tá tudo parado. Assim eu posso ler todos, todos os livros e absorver tudo. É o meu sonho, imagina!
Eu acho que eu gosto desse sonho também, vou botar lá, viu?
Vamos nós duas lá. Então eu continuo lendo, com certeza. E eu acho que também praticando, entendendo onde investir, onde não investir, o que fazer com o dinheiro, o que não fazer com o dinheiro.
Tem algum guru financeiro que você segue? Alguém que fala sobre dinheiro que você gosta?
Eu gosto do Ramsey, com certeza. Com certeza. Na verdade, meu marido me introduziu a ele. Falou, tem esse livro, você tem que ler. A gente tem que ler esse livro, não sei o que. E a gente estudou, estudamos juntos.
Que bom.
Dá pra você entender quem meu marido é agora, né?
É o nerd.
Ele é.
É meu compadre, meu compadre.
Exato, exato, exato. Então, eu adoro o trabalho dele.
Tem alguém no Brasil que você escuta ou já leu alguma coisa que você gostou?
Não, não. Nem o Leiga. Tô mais aqui.
É porque a vida aqui, né? Você volta para o Brasil de vez em quando?
Eu volto. Eu volto pelo menos uma vez por ano. Pelo menos uma vez por ano com as crianças. Essa é a rotina, né? O mundo está correndo bem, sem pandemia. A gente tem que voltar desde que eles eram pequenininhos. Na verdade, antes da escola começar, a gente voltava duas vezes por ano. Depois quando começou a escola, a gente começou a voltar uma vez por ano.
Mas só no verão, né, da gente aqui.
No verão, no verão. Mas as crianças mesmo fazem alguns anos que não vão, porque no outubro, antes da pandemia, aquele ano eu fui sozinha, já era o ano que eu estava indo sozinha, aconteceu a pandemia e nós estamos indo agora no verão.
Ah, que legal. Nós também. Minhas filhas, a gente, por eu ser professora, quando eu tava aí na Califórnia, eu tinha o verão de folga. Então, a gente sempre ia pro Brasil durante o verão. E elas também. Vêm a avó e alguns dos tios por, sei lá, cinco anos, né?
Exato. Mais ou menos isso, são cinco anos agora.
Imagina, faz tudo isso, porque antes da pandemia fazia um ano antes que a gente não tinha ido com elas. Então fala assim, vamos supor, lembra, eu não sei se você teve um momento muito difícil, mas pensa no seu momento mais difícil em relação ao dinheiro e pensa numa mãe ou pensa numa mulher que está passando pela mesma coisa agora. Qual seria um conselho que você poderia passar para ela?
Eu acho que nesses momentos difíceis, tá? E eu tenho uma amiga que é amigona, bem próxima mesmo. Tá passando por uma fase bem difícil em relação ao dinheiro. E o que eu falo pra ela é o que eu vou compartilhar aqui agora. Que a gente tem que sempre tá olhando pras possibilidades. Então o que acontece é o seguinte, quando a gente tá passando por uma situação difícil com dinheiro, tá? O nosso corpo, o nosso emocional se abala. Por quê? Porque o nosso senso de sobrevivência está sendo abalado. Porque nós estamos aqui como seres humanos, mas o cérebro inferior, a parte inferior do cérebro, que é a parte realmente usada pelo emocional, ela é responsável por uma sobrevivência. Então, se de repente está faltando dinheiro, se está difícil e a sobrevivência é, entre aspas, né, é...
Ameaçada, né?
Ameaçada, você se sente ameaçada. Então, o seu emocional se abala.
É a história que você está contando para você mesmo, né?
Exato.
Que você está sendo ameaçada.
Exato, você está contando... Você não está ameaçada, mas você sente como se está sendo ameaçada. O seu emocional é abalado. Então a primeira coisa é respirar fundo, de verdade, respiração é incrível, mas você vai ter que se conectar com a sua versão do futuro. Você vai ter que realmente ir num lugar mental, tá? Eu faço muitos exercícios com as minhas clientes, onde talvez eu vou, nós estamos em 2023, eu vou lá em 2026. E eu acesso a minha eu de 2026 e eu vou entender onde ela tá Eu vou entender como ela passou, como ela conseguiu superar E eu vou imaginar, imaginá-la numa situação muito melhor da situação de hoje Então só essa imaginação de que existe um lugar no tempo onde as coisas estão melhores Ela já muda o teu estado emocional Você tá mudando o teu pensamento, você tá mudando as suas emoções, tá? Aí quando você... aí cria o que que cria? Então esperança. Puxa vida, as coisas podem ser diferentes.
Que é possível, né? Entra a possibilidade, né?
Entra a possibilidade. Você se conecta com a possibilidade de que algo no futuro pode ser diferente. Então isso alivia o hoje, isso alivia o agora. E aí tem sempre uma forma de você criar renda. Nós somos seres muito criativos. Deus nos deu a imaginação. Olha para uma criança, uma criança de dois anos. Eles estão imaginando o tempo todo. Agora eu sou o Superman. Estão pulando de sofá e não sei o que. A criança fica no mundo dela usando aquela imaginação que é um presente divino. Só conforme a gente vai crescendo nós esquecemos desse dom e nós vamos nos afastando da imaginação. Só que ela ainda existe dentro da gente.
Ela não é alimentada, né?
Ela não é alimentada.
Muito pelo contrário, né? As coisas, os estímulos exteriores meio que bloqueiam, né?
Exato. E aí você vai falar, não, isso não é realidade, não, isso não é verdade, isso não é real, isso não é possível. Então você começa a se bloquear. Aí nesse momento você tem que realmente imaginar, usar a sua imaginação. Como que eu posso gerar uma renda extra agora? Deixa eu usar minha imaginação. O que será que é possível? que pode acontecer agora. Então eu creio que resumindo, você tem que se conectar com as possibilidades do que pode ser criado e nesse momento começar a usar a sua imaginação para buscar caminhos onde você possa estar gerando uma renda extra ou até um trabalho de uma renda melhor ou começar um negócio. Eu ajudo muitas mulheres a começarem a mentoria própria delas e isso em si é uma fonte de renda.
Exatamente. Eu acho também interessante porque quando você faz esse exercício, ou mesmo você deixa processar esse estresse, essa ameaça que você está tendo da falta do dinheiro, da dificuldade financeira, a gente dá, quando a gente faz esse processo, A gente dá para dar um passo atrás e deixar o emocional, observar o que está acontecendo e clareia a nossa mente, dar mais claridade para a gente tomar as decisões que a gente precisa. Porque quando a gente está achando que está ameaçado, a gente perde o córtex pré-frontal, não funciona, a gente não consegue ser racional.
Outra coisa que vem na minha mente agora é o seguinte e isso vai ser um pouco vai parecer contra indicativo não sei se assim fala em português contra indicação é você tem que falar esse português um bem pra você? Isso, você vai fazer algo pra você, tá? Você vai ter que fazer algo pra você. Então vamos supor que tá apertado e você tá no mercado e você realmente adora, sei lá, o que você gosta daquela bolacha, o que seja, e geralmente você fala, não vou comprar essa bolacha porque é caro e tal e tal, mas é a bolacha que você gosta, você tem que comprar a bolacha, tá? Você vai ter que ir lá gastar alguma coisa para você mesmo estando apertado. Por quê? Porque daí você está mostrando para você própria que você tem valor. O que acontece especialmente com a mulher quando ela está com a dificuldade financeira. Nós nos anulamos. Nós já temos essa natureza onde nós cuidamos de tudo e de todas e para muitas mulheres. Infelizmente elas ainda são as últimas.
Sempre se põe no último.
Sempre se põe no último. Eu tenho muita história pra contar. Hoje eu não estou mais nessa posição, mas também já tive nessa posição. Então acho que é muito interessante você falar, não, eu realmente gosto disso. Eu sei que tá apertado, mas eu vou comprar mesmo assim. Você tem que se dar, você tem que cuidar de você. Ter esse autocuidado. Ou eu realmente gosto de fazer yoga, ou o que seja. Mas vai fazer algo pra você, porque quando você tem esse autocuidado, quando você se cuida, é mais a noção aqui, é que você está se valorizando, tá? Você tá falando, não, eu tenho valor também, eu tenho valor, eu mereço, eu mereço. E aí você faz.
Isso é importante, né? Isso é importante pra mim.
Isso é importante pra mim. Você muda as suas emoções, você muda a sua vibração. Você muda, tem um shift, tem uma mudança interna quando você se valoriza, quando você entende que você tem valor e quando você entende que você também merece algo, que não só o filho, né? Ou sei lá quem que você tá cuidando.
É, porque eles estão assimilando isso também, especialmente se nós temos filhas, né? Você tá sempre se pondo no último lugar, aí vira, é o ciclo, né, que a gente não quebra, de achar que você sempre tem que se pôr por último. Ou então é o inverso completamente, né? A pessoa fala assim, não, então eu sou a mais importante de tudo. E quando você vê esse balanceado, esse equilibrado, que você cuida de si mesmo e também cuida dos outros sem se depreciar, né? Isso ajuda muito.
Exato.
Legal, ótimo conselho. É verdade, né? Essas coisas são... E não é fácil. A gente sabe que não é fácil começar a fazer essas coisas, mas é uma ideia. E a possibilidade está lá de você conseguir, né? De você poder fazer algo pra si mesmo e sair da situação que você tá, né?
Exato.
Que jóia. Bom, agora pra gente terminar, eu tenho três perguntas rápidas pra você. O que vier na sua mente, você responde, tá?
Tá, jóia.
A primeira talvez seja um pouquinho mais fácil, porque a gente já conversou, mas se vier outra coisa na mente, vai ser melhor. Qual foi a pior decisão financeira que você já tomou? Tipo assim, você financiou um carro, que o carro quebrava. Você chegou aqui nos Estados Unidos e foi financiar coisa porque falaram que você tinha que build your credit. Você ficou trocando o balance de um credit card para o outro? Você comprou um timeshare?
Comprei timeshare, mas eu até me arrependi na época, mas hoje eu vejo que foi muito bom. Funcionou, porque hoje a gente pagou muito na época, porque 20 anos atrás a gente pagou 18 mil, pagou cash. Então quer dizer que 18 mil se fossem aplicados lá, Já virar milhões. Já teria virado milhões. Só que os milhões não me dariam as experiências que eu tive com as crianças. Porque quando eram 15 anos, porque a gente comprou o Timeshare e tem em vários lugares, a gente viajou muito. Então eu acho que eu preferiria se você tivesse milhões e as experiências, eu acho que ainda eu ia pegar as experiências.
Qual foi a coisa mais sem utilidade que você já comprou?
Provavelmente coisa de cabelo.
Nossa!
Você abre o meu banheiro, você abre a minha cabinet...
O armarinho, né?
O armarinho, eu vivo enchendo de coisa que não deu certo pro cabelo, não deu certo. Aí você vê o comercial, isso é bom pro cabelo. Eu tenho cabelo afro, gente, vocês não estão vendo minha foto. Mas eu tô assim, não presta, não presta, não presta, não prestou, não presta, não presta.
Vai testando, né?
Vai testando, vai testando, vai testando, vai testando... Nossa, com certeza!
Tem alguma coisa que você achou que... Algumas coisas que você comprou que você gostou muito?
Que eu gostei muito? Com certeza! Eu gosto de comprar acessórios, eu adoro acessórios, eu adoro brincos, eu adoro coaching, comprar... classes, programas, cursos. Eu adoro, eu adoro. Se eu não me policiar, meu dinheiro vai tudo aí.
Eu também. E aqui é a última. Qual foi alguma coisa que você comprou que acabou sendo melhor do que você esperava?
Eu acho que volta novamente para cursos e programas de autodesenvolvimento. Não tem como, porque você investe um X e você tira 10 vezes mais, 100 vezes mais do que você investiu.
É verdade, né? A gente tem alguns cursos que a gente que faz mesmo a diferença para a gente.
Com certeza. Eu não estaria aqui se não fosse não só curso, mas eu falo mais em termos de ter aquele mentor com você. Eu não estaria aqui se não fosse pelos meus mentores, pelos meus coaches.
Aqui por uma questão de curiosidade, como que o seu caminho interceptou a Life Coach School?
Então, foi através do podcast da Bruca Sim.
Ah, que legal.
Você achou sozinha ou alguém te indicou? Não, naquela época eu já estava fazendo coaching. Eu já tinha uma coach, minha coach era certificada. Ah, que legal, então muito joia.
Então tá bom, Zil. Muito obrigada por passar esse tempo aqui com a gente e por responder as nossas perguntas e falar sobre dinheiro. E fala aí pra gente, você tem algum programa que você tá começando, que você tá promovendo aí? Alguma coisa, algum projeto?
Claro, claro. Semana passada eu comecei um grupo de mentorias para pessoas que querem virar mentores, mentoras na verdade, mulheres mais que eu trabalho e aí eu estou programando o próximo, programando o próximo grupo para mentoras, para pessoas que querem virar mentoras.
Para o outono aqui nos Estados Unidos, né? Para o próximo grupo?
Para o próximo grupo aqui em outono e nesse meio tempo eu tô oferecendo co-working sessions. Co-working é quando todo mundo vem junto e nós vamos trabalhar em um projeto. Então eu tô ajudando pessoas a criarem cursos, a criarem programas online, a criarem um produto digital. Nesse meio tempo eu tô fazendo isso, ajudando pessoas a criarem produto digital e também dando mentorias individuais.
Ah, que bom.
Até a gente está começando com o próximo grupo.
Que legal. Então fala aí pra gente qual que os seus handles na mídia, na rede social ou seu site.
Você vai encontrar no Instagram. É lá que eu fico, é lá que vocês me encontram. Meu Instagram é zililer. Então é Z de zaravilhosa. de Zinda, Z, I de igreja, L de lua, Zil, Eiler é E, I, L, E, R. Zil Eiler coaching. Vai me encontrar lá e você vai lá no meu Linktree, no meu Linktree você vai ter, vai achar meu website.
Legal. Então tá bom, Zil. Muito obrigada por esse dia. Que bom que você compartilhou com a gente várias coisas importantes aí. Foi muito legal essa entrevista.
Jóia, espero que você tenha gostado e vamos, vamos, vamos que vamos.
Vamos que vamos, né? Então tá bom, pessoal. A gente, até semana que vem no nosso próximo episódio e até breve e obrigada.
Espero que tenha gostado do episódio de hoje. Lembre-se de seguir, avaliar e comentar. E se você está pronto para investir em si mesmo, confira meu site strasbourgcoaching.com para agendar uma sessão de coaching ou tentar meu grupo de membros gratuitamente. Estarei de volta na próxima semana com mais um episódio lucrativo do podcast. O dinheiro não é o seu problema.
Até breve e obrigada!
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