Ep.22 Perguntas Inusitadas e Essenciais Sobre Dinheiro
5 Oct 2023 · 38 min
The host answers listener questions about U.S. banking without a Social Security Number, the rule of 72 for calculating how long money takes to double, and remittance services like Wise. Topics include building U.S. credit, health insurance, and avoiding debt.
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Olá Furiosas! Bem-vindas ao Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast, onde conversamos todas as semanas em como você pode se tornar boa com o dinheiro, no bolso e na mente, usando ferramentas práticas do coach pessoal e maneiras simples e eficientes de lidar com a matemática do dinheiro. Está pronta? Invista em você mesma e vamos lá! Olá, furiosos. Bem-vindos a mais um episódio do Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast. Hoje eu tenho pra vocês um episódio de perguntas e respostas. A primeira pergunta que eu tenho pra vocês aqui diz o seguinte, é uma mãe que me pergunta, Se eu vender todos os desenhos que meu filho fez, será que eu fico milionária? Olha, impossível não é, mas o seu filho tem que ter sido uma pessoa que desenha muito bem ou alguém famoso, né? Porque aí se você tem os desenhos de um filho e ele é um cartunista famoso, aí você vai fazer dinheiro. Mas ao mesmo tempo, se o filho é cartunista e ele é famoso, ele deve estar fazendo dinheiro pra ele mesmo essa hora, né? Então, eu sinto muito. Simplesmente vender os desenhos do filho não vai fazer você ficar milionária. O único jeito mesmo para você ficar milionário é ficar longe das dívidas e juntar dinheiro. É bom saber investir. Isso é muito importante para que você possa crescer o seu patrimônio, em vez de ficar esperando que os desenhos no guardanapo que seu filho fez no restaurante vão fazer você ficar milionária. Mas por que você precisa ficar longe das dívidas pra você poder crescer o seu patrimônio? Porque o nosso dinheiro é um recurso finito. Ele tem um fim. Ele tem um limite. E o que você decide fazer com o dinheiro, você não vai poder fazer outra coisa. É simples. Se você usa o dinheiro para comprar uma coisa, você não vai ter aquele dinheiro disponível para que você possa investir e fazer ele crescer. Então, você tem que ter um comprometimento com a sua decisão. Se a sua decisão é juntar dinheiro, é crescer o seu patrimônio, então você não pode ficar gastando. Se você ficar gastando, você não vai ter aquele dinheiro discrecionário para você fazer os seus investimentos. Tá bom, então vamos para uma próxima pergunta. A próxima pergunta que eu tenho aqui é uma pergunta de alguém que se mudou do Brasil para os Estados Unidos. Então, a pergunta é a seguinte. Como posso abrir uma conta bancária nos Estados Unidos sem o número de seguro social? O número de seguro social é meio parecido com o CPF aí no Brasil, mas é um pouquinho diferente porque esse número é mais relacionado com o crédito e com a sua identidade aqui nos Estados Unidos. e você não fica compartilhando com todo mundo, é uma coisa que você guarda mais com segredo e é mais perigoso de perder. CPF no Brasil, as pessoas dão pra todo mundo, vão na loja, pedem pra colocar o CPF no recibo e coisas assim. Então, é um pouquinho diferente nesse sentido. Mas pra você abrir uma conta bancária nos Estados Unidos, teoricamente você precisa do número, mas tem outro jeito de você abrir. Você pode abrir usando esse seguro social, né, esse número de seguro social, ou você pode abrir também usando o que eles chamam de ITIN. É um I-T-I-N. Individual Taxpayer Identification Number. Percebe que é Individual Taxpayer. Por que eles fazem esse número separado? É porque com a quantidade de imigrantes que tem entrado nos Estados Unidos nos últimos 3, 4, 5 anos, nós não vamos falar de política aqui, mas com essa quantidade de imigrantes que entrou aqui, tem um monte de imigrantes trabalhando sem poder trabalhar, sem ter a permissão do visto deles de trabalho. Mas os Estados Unidos quer o dinheiro do imposto deles, de qualquer jeito. Então não importa, eles vão ter o corte, o cut deles, de qualquer jeito, eles vão receber o dinheiro. Porque a pessoa tá trabalhando. Então, pra não ter o número de seguro social, eles dão esse ITIN, que é pra garantir que eles estão recebendo o dinheiro de imposto. Pra você ter esse número de seguro social, tem os certos requisitos que eles pedem. E se você não atende a algum desses requisitos, então eles não vão te dar esse número. Antigamente, quando eu mudei pra cá, o sistema era assim, você ia, tudo que era imigrante acaba vindo pra cá, ia lá, vou tirar a carteira de motorista, na carteira de motoristas eles pedem que você tenha um número de seguro social, você ia no escritório do Social Security Administration, e eles tinham que te dar, porque era porque o DETRAN, o DMV daqui, o DMV tava pedindo pra você ter aquele número. Agora não é mais assim não. Eu levei minha sobrinha para fazer a carteira de motorista dela. Pediram para ela ter um número de seguro social. Nós fomos lá no escritório e eles deram uma carta dizendo que ela não qualificava para o número de seguro social. Então, pra você ter um social security, você precisa ser cidadão americano ou ser um residente autorizado pra morar aqui. Você tem que ter feito uma oferta de trabalho pra você, eles estão dispostos a te contratar, e aí você precisa dessa informação. Então vamos supor, se você é um um aluno internacional, de alguma faculdade, de algum lugar aqui. A escola tem que falar pra você que ela vai te providenciar um certo número de horas que você pode trabalhar. Com aquele documento da escola que geralmente vem escrito no I-20, no final do I-20, na parte de trás lá. eles te autorizam a ter um número de seguro social. Mas se você não é cidadão, se você não é residente e se a instituição ou o lugar que está te contratando não pede aquilo, então você pode fazer o ITIN. E o IT é pra quem? É um tipo de identificação, certo? É o Individual Taxpayer Identification Number. É uma identificação para as pessoas que são imigrantes e que não são residentes, não tem o status de residente nos Estados Unidos, né? Quer dizer, na verdade, eles não são residentes americanos, não tem aquele status de ser americano. E eles são undocumented. Significa que eles não têm documentação. Eles não têm visto, né? Ilegais. Então, eles usam isso pra quê? Porque eles sabem que essas pessoas vão trabalhar e elas vão acabar. E eles querem pegar o imposto, né? E se você tem que fazer um imposto de renda, reportar pros Estados Unidos, pro IRS, que você trabalhou e o quanto dinheiro você fez, você vai precisar desse ITIN e você pode usar esse ITIN pra abrir o banco. a minha sobrinha então abriu a conta dela sem nenhum dos dois números ela levou o passaporte e ela levou duas formas de comprovante de residência no caso ela tinha essa carta do social security administration falando que ela não qualificava para o social security number E ela levou uma outra carta que ela recebeu aqui em casa como comprovante de endereço para abrir a conta do banco dela. Ao mesmo tempo, ela levou esse comprovante de endereço também junto com essa carta do Social Security Administration para o DMV para ela conseguir fazer o processo do Learner's Permit, porque ela nunca dirige no Brasil também. Tá bom, vamos pegar outra pergunta aqui. Outra pergunta que eu tenho é, existe um banco mágico onde eu posso dobrar meu salário apenas desejando? Eu acho que todo mundo espera achar esse banco mágico, né? Apesar de eu não poder falar pra vocês esse banco mágico que dobra o dinheiro, né, investimento da pessoa, existe uma regra matemática que faz isso, que explica esse conceito de dobrar e quanto tempo leva pro seu dinheiro dobrar num certo investimento. Quem é nerd aí vai adorar isso, porque quando eu descobri isso eu adorei. Não que eu seja nerd, mas vou explicar para vocês. Essa regra é a regra dos 72. Então, o que essa regra diz é o seguinte, você pegar o número 72 e dividir pelo juros que aquele investimento vai pagar, você vai conseguir descobrir em quanto tempo o seu dinheiro vai dobrar. Então vamos supor, por exemplo, que você tem 1000 dólares e você vai colocar aqui numa conta, vou usar os Estados Unidos, tá bom? Aqui em Utah tem o Zions Bank. Um dos produtos que eles oferecem como investimento é a poupança. É uma poupança básica, né? Daquela que todo mundo cria, né? Um pé de meia. Então, aqui vamos supor que eu vou colocar 1.000 dólares nessa poupança, e a poupança paga 0,16% de juros ao ano. Péssimo investimento, péssimo mesmo. Mas, se você ficar lá, não, não vou deixar o dinheiro na conta, vou pôr na poupança. Você põe lá o dinheiro na poupança, e aí o que acontece? O que acontece, você vai pegar esse 72, e nós vamos dividir esse 72 pelo 0,16. Quando você divide, dá 450 anos. Então, para que esse dinheiro dobre nesse tipo de investimento, o dinheiro tem que ficar lá por 450 anos. É muito tempo. Então, você tá vendo que isso é um péssimo investimento. Tá bom, então vamos olhar pra mais outro. Vamos supor que você use o que eles chamam aqui de Certificate of Deposit. É um famoso C.D. Então, o que que é isso? É como se fosse uma poupança, mas o dinheiro fica preso por um certo tempo. Então, você não pode retirar o dinheiro a qualquer hora. Se você retirar durante aquele período que foi estabelecido, né? Se você tirar, você vai ter que pagar uma penalidade. Uma taxa lá. E qual a vantagem? Bom, a vantagem não é muita não, mas tem gente que acha que é uma grande vantagem. Em todo caso, você vai pôr dinheiro lá. Vamos supor, também vou olhar no Zions Bank aqui, e eu não trabalho pro Zions Bank, eu não tenho nenhuma afiliação com eles, aliás, eu sou contra desses bancos gigantes porque eles cobram um monte de taxa de um monte de coisa. Mas, em todo caso, foi o que eu achei na internet aqui. Então, esse CD do Zions Bank, por 18 meses, então você tem que deixar o dinheiro lá 18 meses sem mexer, né? Ele oferece uma taxa de 3,26%. Aí você fala, poxa, é muito melhor do que 0,16%. Com certeza. Mas é boa? Ainda não. Vou te mostrar por quê. Então, se a gente colocar os mil dólares lá. Então, vamos usar a regra dos 72. Eu vou dividir os 72 por 3,26. E vai levar 22 anos pra esse dinheiro dobrar nesse CD. Então, 22 anos pra você deixar o dinheiro lá crescendo pra você ter 2 mil dólares. Você começou com 1 mil dólares pra ter 2 mil dólares. E se você levar em consideração que 22 anos, você multiplica isso por 12, certo? 22 vezes 12, isso dá 264 meses. E esse termo, nesse período que tava nesse CD pra ter o 3.26%, tinha que ser 18 meses, né? Se eu dividir pelo 18, você vai ter que fazer esse processo com esse CD por 15 vezes, né? O dinheiro vai ter que ficar lá. Cada vez que passa 18 meses, você põe de novo, e põe de novo por 18 meses, né? 15 vezes pra você conseguir que depois você fique com os 2 mil dólares lá. Péssimo investimento também. Quem quer esperar todo esse tempo, né? 22 anos é muito tempo. Bom, agora vamos começar a olhar numa situação que já é um pouco melhor. Eu sou contra risco, eu não gosto de risco, então eu olho em fundos mutuais. Nos Estados Unidos, Mutual Funds. Ele distribui o dinheiro em algumas categorias. Eu distribuo em várias categorias, porque se uma companhia quebra, eu não perco todo o meu dinheiro. Esse é o problema quando você escolhe só uma ação da bolsa de uma companhia determinada. Mesmo que a companhia seja boa, a gente não sabe o que vai acontecer. Há uns anos atrás, a gente via aqui nos Estados Unidos, Toys R Us, Kmart. Essas eram companhias que a gente achava que estavam bem, que eram sólidas. E depois, pronto, elas entraram em falência e quem tinha dinheiro investido nessas companhias perdeu tudo. Agora, se você tem o seu dinheiro investido, mas está espalhado em várias companhias, a chance de você perder tudo de uma vez é muito menor. Você reduz o seu risco de perder o dinheiro. Então, eu investiria, eu recomendo, e é o que eu faço, eu invisto em fundos mutuais aqui nos Estados Unidos, Mutual Funds. Então, eu sempre procuro investimentos que têm, assim, eu posso olhar o histórico deles por mais de 10 anos, companhias que estão aí há muito tempo. E geralmente eu escolho uma que está ali, sei lá, 10%, 11% é possível. Essas aí são companhias que refletem o mesmo tipo de flutuações do mercado como S&P 500. Tá muito complicado? Então vamos simplesmente ficar no básico. Você olha uma companhia que seja um mutual fund, um grupo de mutual fund que esteja, sei lá, pagando 10% a 11%. No caso aqui eu escolhi um que está 11.5%. Vamos ver quanto tempo leva para o dinheiro dobrar de 1.000 dólares para 2.000 dólares. Então, eu vou pegar o 72, vou dividir pelo 11.5, não ponho por cento, tá? Só 11.5. Isso me dá 6.3 anos. Então, em cerca de 6 anos, o meu dinheiro vai vir de 1.000 dólares para 2.000 dólares. E lembre-se, você colocou 1.000 dólares lá, você vai continuar investindo. Então, não é só que vai ter 1.000 dólares lá, mas se eu só colocasse 1.000 dólares lá, em seis anos o dinheiro iria dobrar. Isso é garantido. Eu já fiz várias vezes com investimentos diferentes e essa regra funciona. Então, lembre da regra dos 72. Não confunda com a bruxa dos 71. Ótimo, vamos para outra pergunta então. Aqui, então, tem uma pergunta sobre imigração de novo. Como posso construir um histórico de crédito nos EUA a partir do zero? Vamos começar do começo. O único motivo pelo qual você precisaria de um histórico de crédito é pra você poder emprestar dinheiro aqui nos EUA. Pede dinheiro emprestado. Ponto. Ponto final. O score O seu número histórico do crédito que você recebe, o FICO Score, ele simplesmente mostra a sua capacidade de pedir dinheiro emprestado e pagar de volta. Só isso. Ele não quer mostrar pra ninguém, nem pra você mesmo, o quanto você é bom com o dinheiro. Isso não mostra pra você quanto dinheiro você tem. Mas, tem pessoas que querem construir isso porque elas, eles acreditam, elas acreditam que essa é a única maneira que elas tem de fazer as coisas, alcançar as coisas financeiras que elas querem nessa vida. Então vamos supor, ah eu quero comprar um carro, quero comprar uma casa, quero fazer isso, quero viajar, quero financiar isso e tal. Se você acredita que essa é a única maneira de você conseguir fazer as coisas na sua vida, então você vai ter mesmo aqui, tem um cartão de crédito e comprar as coisas e pagar em dia. Você vai ter que financiar alguma coisa e pagar em dia. Então é dessa maneira que você vai construir o seu histórico de crédito. Eu não recomendo. Nada disso é necessário. Eu já comprei casa sem histórico de crédito. O carro? Junta o dinheiro e compra o carro. Não é o carro dos seus sonhos? Começa com uma coisa simples. Dirite aquele carro por uns meses, junta mais dinheiro, vende o carro, põe o dinheiro que você juntou e vai subindo de carro aos pouquinhos. Eu tenho feito isso e dá certinho. E muito melhor, você não fica devendo para coisas que não são investimentos. Um carro não é um investimento. O carro é uma ferramenta que você usa para chegar do ponto A até o ponto B. Não importa a cor do carro, não importa nada. Você pode dar a desculpa que você quiser. Ah, eu não posso ficar com esse carro porque esse carro é isso, carro é aquilo. Eu tinha um cliente que vivia me dando desculpa dizendo que, ah não, ele precisava ter esse carro por ele dirigir pro Uber e tal. Eu sinto muito. Tem jeito de fazer as coisas sem entrar nas dívidas. E o que é muito melhor, você fica com o dinheiro e você consegue investir e crescer o seu patrimônio em vez de ficar dando seu dinheiro para os outros, como o banco. Pode perceber que os móveis do banco, quando você vai lá e você vai lá falar com a gerente, o móvel deles é muito melhor do que muitas vezes o móvel que a gente tem na nossa casa. As salas de conferência deles são muito mais chiques. Por quê? Porque eles estão fazendo dinheiro em cima das pessoas que estão pagando as dívidas. E olha, você pode falar que não tem problema ter o cartão de crédito, que você é disciplinado e pode pagar, e você paga todo mês direitinho, que você quer os pontos e as milhagens. Bom, se isso tá funcionando pra você, ótimo, mas a maioria das pessoas no mundo inteiro não consegue ficar com o cartão de crédito sem quitar exatamente todo mês a conta que eles têm lá. Basicamente, você tá gastando dinheiro que você ainda não tem. E as pessoas falam, não, eu ponho tudo lá que é pra eu ganhar os pontos. Tá bom, ser disciplinada é bom pra você, mas a maioria das pessoas não é. E você tem que se conhecer, é parte do autoconhecimento. Eu sei que eu não posso ser cartão de crédito porque eu não consigo controlar isso aí. Pode falar que é fraqueza? Fraqueza, mas eu já me conheço, eu não quero nem chegar nem perto. É verdade que certas coisas que eu faço que seria muito mais fácil se eu tivesse um cartão de crédito? Sim, é claro. Eles fazem isso de propósito. É a cultura. Eles fazem isso pra que você vá lá e tire um cartão de crédito. Mas eu não me importo. Quando você tem dinheiro guardado, quando você tem as coisas em ordem, é muito fácil. Você jump through the hoops que eles põem pra você e você faz as coisas acontecerem de qualquer maneira. Não importa, tá bom? Não caia nessa. Mas se você está disposto a fazer o seu histórico de crédito, então é isso aí. Você tem que ter um cartão de crédito, usa o cartão de crédito e paga em dia. Você vai lá e financia o carro, paga as prestações em dia. É questão de emprestar, pegar o dinheiro emprestado e pagar. Só isso. É assim que você constrói o histórico de crédito. Não recomendo. De novo, não recomendo. Existe uma moeda especial para comprar mais horas do dia para você ficar com os filhos? É engraçado como, dependendo da situação que a gente está, a gente vê as coisas de uma maneira ou de outra. Existem muitas mães que estão em casa e que elas querem um tempo sem os filhos. E as que estão trabalhando se comparam com essas e falam assim, puxa, eu não estou dando atenção para os meus filhos, eu quero ir para casa, eu quero passar mais tempo com os meus filhos. Essa questão do tempo, eu recomendo duas coisas. Um, não se compare com outras pessoas. Não olhe para outras mães e ache que elas estão fazendo melhor que você ou não. Você sempre vai perder. Quando você se compara, a gente sempre compara o nosso pior com o melhor de outra pessoa. E isso não ajuda a gente. a ser a mãe que a gente quer ser, não ajuda a gente a ser a pessoa que vai aproveitar os momentos que a gente tem com os nossos filhos, que a gente vai ficar tão estressado achando que esse tempo não é suficiente, não é tempo suficiente. É lógico que quanto mais tempo você passa com uma pessoa, mais você desenvolve um relacionamento com ela, mas ao mesmo tempo você tem que ser uma coisa intencional, tem que ser uma coisa que você queira fazer, porque muitas vezes a gente vê as pessoas, cada um num seu celular, ou usando a televisão, ou fazendo outra coisa. Vocês estão lá, passaram um tempão juntas, mas não engajaram uma com a outra. Então, cresce o relacionamento, né? Como não tem uma moeda especial pra aumentar as horas do dia, eu recomendo isso mesmo. Tem que ser uma coisa intencional e você tem que criar esses momentos. você tem que criar o tempo. Tá certo, tem responsabilidades que a gente não pode simplesmente falar, não vou fazer isso, não vou trabalhar, eu preciso fazer isso porque meu chefe pediu ou tem uma deadline vindo. Tudo bem, mas você cria o resto do seu dia, você cria as coisas, os momentos para as coisas que são importantes para você, para as coisas que você quer realmente fazer. Você cria o tempo. Então, eu recomendo você a criar o seu tempo que você quer passar mais com seus filhos. E é logicamente importante que você aproveite o tempo que você já tem com seus filhos. Pare de ficar pensando em como você não está aproveitando aquele tempo com eles. Que como aquele tempo não é suficiente. Porque quanto mais você está na sua cabeça, você não está aproveitando a companhia dos outros. Ok, vamos então para a nossa próxima pergunta. Por que não podemos simplesmente imprimir mais dinheiro quando precisamos? Não é só papel? É muito difícil para muita gente entender o que é realmente o dinheiro e o quanto isso é baseado no valor que as coisas têm. E fica mais complicado ainda para as pessoas entenderem a necessidade de ter um backing que é de verdade um dinheiro que é com um lastro, quando o governo vai e imprime um monte de dinheiro e coloca aí no mercado. É muito confuso para as pessoas que não tem esse entendimento básico de finanças, de economia, que, ué, então imprime mais dinheiro, tá tudo bem, todo mundo fica com mais, mas na verdade não é assim que funciona. Outra coisa que é importante perceber também é que não é só mudar o nome do dinheiro que vai fazer a diferença, que vai fazer todo mundo ficar rico, porque chamar o real de dólar e pronto, todo mundo ficou rico. Não é assim que funciona, né? Você lembra, pra quem cresceu no Brasil nos anos 80, 90, a mudança de nome da moeda era uma coisa constante, uma coisa normal, né? E não foi mudando o nome da moeda que vai fazer a pessoa ficar mais rica ou não. Infelizmente, a pessoa tem que aprender a controlar a pessoa que está no espelho. Essa é a única maneira da pessoa ficar rica, é quando você controla a pessoa que está no espelho, que é você mesmo. Então, você tem que aprender um pouco sobre finanças, aprender como o dinheiro funciona, e com esse entendimento, você também usar isso com o seu comportamento. Porque a matemática financeira pessoal, ela é 20% só o que a gente aprende, e 80% é o nosso comportamento, é o que a gente faz com isso. E é matemática financeira pessoal porque ela envolve o que a gente faz pessoalmente. Então não dá pra falar, não vou usar emoção, não tem jeito, a gente usa emoção pra fazer as nossas decisões. Porque as nossas emoções levam a gente a agir de uma certa maneira ou de outra. Falar que a gente não usa emoção e que a gente é completamente, não, eu sou completamente realista, eu só olho as coisas nos fatos, é mentira. A gente usa as nossas emoções. Quantas vezes você foi em algum lugar, colocou uma roupa e decidiu comprar, não porque ela era mais barata, não porque ela era melhor qualidade, mas porque você achou que você ficou linda na roupa. Tem gente que faz isso com o carro, você faz toda uma pesquisa para comprar um carro, você identifica os prós, os contras, as coisas boas, as coisas ruins, o quanto economiza em combustível, você faz toda essa pesquisa, mas aí você entra no carro e faz o test drive, e aí você se sente bem dentro do carro, você sente que aquele carro é para você, e aí você faz a decisão de comprar o carro. Então, tem que lembrar que matemática financeira pessoal é pessoal e para você ter sucesso na sua vida financeira, você tem que controlar os seus impulsos, fazer as suas decisões baseado em entendimento financeiro, mas também levar em consideração a parte emocional De uma maneira que seja produtiva pra você, né? Uma coisa assim, a disciplina, uma coisa bem pensada, né? Tomar uma decisão, porque quando a gente toma uma decisão sem pensar, simplesmente age na emoção, reativamente, principalmente financeiramente, aquela decisão vai afetar dali pra frente. Principalmente se você financiou alguma coisa, você vai ter aquele lembrete, todo mês você vai ter o lembrete da escolha ruim, não sabe o que você fez em relação ao dinheiro. Então, não é mudando o nome do dinheiro, não é imprimindo mais dinheiro que vai resolver o seu problema. O problema só vai ser resolvido mesmo quando você decidir tomar conta da sua vida, tomar a ownership, né? Como que você vai fazer isso, como você vai tomar as decisões, como você vai pausar antes de você fazer alguma coisa, não reagir e quais as decisões que você quer fazer de verdade e qual o seu futuro. Olhar para o futuro e usar isso como um filtro para você tomar suas decisões agora. Vamos lá, outra pergunta aqui. Como posso enviar remessas de dinheiro para minha família no Brasil de forma eficiente e econômica? Eu venho praticando isso e testando vários métodos há anos. E às vezes é transferindo o dinheiro meu do Brasil pra cá ou mandando o dinheiro pra lá antes de eu viajar. Porque é muito melhor eu já mandar o dinheiro pra lá do que eu chegar no aeroporto, ter que trocar o dinheiro e usar o dinheiro lá. A gente perde muito dinheiro se você usa a casa de câmbio no aeroporto, principalmente. Por quê? por causa da conveniência. Você tá lá, você, ah, vou trocar o dinheiro. Então, eles cobram quanto eles querem, eles adicionam taxas a mais, porque eles sabem que a pessoa vai estar lá, ela vai ter que trocar o dinheiro, então ela vai trocar ali mesmo, é a conveniência, né? Mas se você tem uma conta no Brasil, eu recomendo que você mande o dinheiro daqui para o Brasil, porque aí quando você chega no Brasil, você usa o seu cartão do Banco Brasileiro, que você tem lá, e você gasta muito menos em termos de transferência. Duas companhias que eu uso para fazer essa transferência de dinheiro, tanto de lá para cá, de cá para lá, é a Wise, que antigamente chamava TransferWise, e a Nomad. A Nomad você cria, você precisa ter uma conta no Brasil, e com essa conta no Brasil você consegue transferir o dinheiro em dólar, e essas companhias têm uma vantagem em termos de câmbio, elas cobram menos taxas porque, logicamente, é uma corporação que está tentando ter clientes. Então, eles oferecem as taxas mais competitivas, que é para você pesquisar e decidir ficar com elas. Então, você transfere com uma taxa menor e você perde menos no câmbio, se você usa a TransferWise, a WISE, ou se você usa a NOMAD. No NOMAD, você pode viajar para outros países e usar para fazer pagamento. Daí, você não precisa levar o seu cartão do Banco Brasileiro com você, você usa aquela. Você faz a transferência, o dinheiro fica lá na NOMAD ou na TransferWise, na WISE, e você usa esse cartão. Minha sobrinha viajou a Europa inteirinha só usando o cartão dela da UAS no telefone. Ela não tinha nem o cartão físico pra usar. Eu não recomendo isso, porque às vezes o cartão no telefone, o Apple Pay, o Google Pay, não funciona. E aí você fica preso, você não tem como pagar pras coisas. Eu recomendo você levar as duas. Na verdade, eu recomendo três coisas. Se você vai usar essas contas no Apple Pay, no Google Pay, eu recomendo você ter o aplicativo, lógico, adicionado, e vão requerer que você ponha uma senha no seu telefone. Você leve o cartão com você, um cartão, e que você tenha um pouco de dinheiro também, um pouquinho de cash é sempre bom. Eu era um cash, completamente viciada em usar só cash. Porque o dinheiro, quando você tem as moedas e você tem ali as contas, as notas, você é mais comedido com as suas despesas, com as coisas que você vai gastar. Agora, se você está usando, porque depois do Covid eles fizeram isso mesmo, do Covid eles fizeram você só usar cartão. É provado, é estudo científico provado, comprovado de que você gasta muito mais se você usar um cartão. Você gasta muito mais se você usa. Ainda mais você gasta se você usar esses aplicativos no telefone. Quanto menos fricção você tem entre o pagamento e a transação, você vai gastar mais. Então, quando você tem que pensar menos, quando você sente menos, você vai gastar mais. Então, quando você usa um aplicativo, você pode perceber, se você tem a sua conta do Amazon ligada no seu celular, pum, você clica no botão Buy Now e pronto. No outro dia chegou lá o negócio da sua casa e vai tirando da sua conta, porque a conta já tá ligada lá. principalmente se você está tentando estabelecer uma disciplina financeira, eu recomendo que você não coloque esses cartões já diretamente ligados aos sites de compras que você faz, porque aí você vai ter que achar o cartão, colocar o cartão de novo para fazer a transação e isso tudo leva tempo, adiciona alguns passos antes de você tomar aquela decisão de que você vai usar e gastar aquele dinheiro. se não está no seu orçamento, se aquilo é uma coisa que não é planejada, é de impulso. Quanto mais você coloca dessas coisas, é estratégia, não é assim, ah, eu estou me boicotando. Não, é estratégia, muito pelo contrário, você está tomando conta do seu futuro, de você no futuro, que vai agradecer por você não ter gasto naquilo que não era necessário. Então, use o TransferWise, use o Nomad, E essas companhias que fazem essas transferências, por quê? Porque é muito mais fácil em termos de transação, você liga ela com o seu banco no Brasil e já fica mais fácil, você usa o seu cartão ou você usa o aplicativo, ele vai estar ali disponível para você, você tem uma taxa de transferência muito menor, você perde menos com IOF e você tem uma taxa de câmbio muito mais favorável do que se você fizesse de uma outra maneira. Até o seu banco normal, se você tem um banco nos Estados Unidos e você quer fazer aquilo diretamente, dá um trabalho lascado. Então, eu recomendo que você use essas duas companhias e outras que fazem esse tipo de serviço. Aqui uma outra pergunta sobre o CPF. Posso usar meu CPF brasileiro para algumas transações financeiras nos Estados Unidos? Não, a gente não usa o CPF aqui nos Estados Unidos. O CPF é mesmo só para o Brasil e você vai usar o CPF aqui em transações que você tiver que fazer em relação ao Brasil. Então, se você for fazer um PIX usando a sua conta, vamos supor, no Banco do Brasil, Você vai precisar do seu CPF para entrar no dispositivo, no aplicativo do banco, você vai usar o CPI para fazer a transferência do PIX, mas isso tudo relacionado com transações no Brasil, ou se você for aqui no consulado brasileiro para tomar conta de alguma coisa do Brasil, você vai usar o CPF. Fora isso, você não usa o CPF aqui pra nada. Quando você vai pro Brasil, você não usa o número de seguro social se você tem o seu ITIN. Você não vai usar essas coisas lá, porque não são coisas separadas, né? Cada país tem o seu próprio processo. Você precisa aprender os processos do lugar onde você mora e usar eles da melhor maneira possível. Vamos falar agora então da próxima pergunta que tem a ver com plano de saúde. Como funcionam os planos de saúde nos Estados Unidos e como eles afetam a minha situação financeira? Bom, em qualquer lugar do mundo onde você for, se você não tiver plano de saúde e acontecer alguma emergência, você vai ter que pagar diretamente do seu bolso. Isso é normal. Se você tem acesso ao plano de saúde público, né, se você tá no Brasil, aí é um pouquinho diferente, você vai e o governo cobre essas despesas pra você. Não sei se cobre inteiramente, mas cobre uma grande parte das despesas. Aqui nos Estados Unidos o plano de saúde é uma coisa muito fundamental pra você ter, principalmente se você tem uma família. Se você tem uma família, se você tá vivo, você precisa de plano de saúde. Por quê? Qualquer emergência, qualquer visita pro hospital, pra ambulatório, pra qualquer lugar médico, você vai pagar muito caro se você não tiver plano de saúde. Se você tem plano de saúde, a maioria das vezes você ainda vai pagar caro, mas é uma coisa mais acessível do que se você não tiver nenhum plano de saúde. Na Califórnia, eu trabalhava e eu tinha um plano de saúde que era fantástico. Eu ia no mesmo complexo que tinha todos os tipos de atendimento lá. Então, vamos supor, se eu quisesse ir no Oculista, Se eu quisesse levar as crianças no pediatra, se eu quisesse simplesmente pegar alguma coisa na farmácia. Lá na Califórnia era um complexo gigante que tinha todas essas coisas lá. E era muito mais fácil, você não tinha que ficar pensando, ah, é fora do convênio, tá fora do convênio. Nada disso. Você sabia que indo naqueles escritórios, todos aceitavam, e era uma coisa muito fácil. Eu mudei aqui pra Utah, nós temos outro plano de saúde que é completamente diferente, é uma coisa que é mais normal, né, que é assim, você escolhe onde você vai, tem a lista dos profissionais do convênio, você decide onde vai e você tem que prestar atenção nessas coisas, porque às vezes O seu médico, né, aqui tem o Primary Care, o seu médico vai te mandar pra ir fazer um tratamento, fazer alguma coisa assim, uma consulta, e ele não tá muito preocupado, ele não conhece todas as coisas relacionadas com o seguro, então ele vai te mandar pra uma pessoa que ele conhece, um profissional que ele recomenda. Aí você vai lá e descobre que o profissional não é do convênio, e aí você paga uma conta gigante. Ano passado, eu estava na academia, e eu estava fazendo agachamento com a barra de peso. A barra de peso estava com muito peso, eu fiz um agachamento de uma forma que não estava correta, e eu quebrei as costas. É, doeu pra caramba, não sei nem como eu saí andando de lá. Se fosse no Brasil, profissionais da saúde, os personal trainers, eles teriam me ajudado, mas aqui não tem disso. Então eu saí andando, aquele famoso shake it off e saí andando, né? E aí nós decidimos que era muito cedo, era 6 horas da manhã, em vez de eu esperar até as 10 horas da manhã pro meu médico abrir, e que eles também tem um ambulatório lá, eu decidi, não, vamos para o hospital aqui perto, porque é lógico, eu tava morrendo de dor, né? E aí eu fui, fui atendida, e passou um mês eu recebi uma conta gigante no correio, porque o médico não era do convênio e eu não sabia. Eu simplesmente fui porque eu achei que fazia parte do convênio, eu não pesquisei, eu simplesmente fui. Então, você tem que prestar atenção aqui, porque os médicos podem tentar te ajudar, mas eles não sabem todas as coisas, como que o seguro muda e não. E aí, você acaba tendo que pagar muito mais caro por um tratamento que você poderia ter ido em qualquer lugar. Aqui nos Estados Unidos eu tive que aprender a não ficar presa a um médico ou outro. Eu tive que aceitar que o que eu tenho é o cuidado, o que eu tenho é as coisas médicas disponíveis para mim, o tratamento. Não fique apegada a uma pessoa, porque do mesmo jeito que as pessoas mudam aqui com bastante frequência de lugar, de casa, também profissionais mudam bastante de lugares que eles trabalham. e aí você acaba ficando tão desapontada de que o seu médico não é seu médico mais. E geralmente quando você vai no médico aqui, eles te colocam, né, tem várias salinhas, eles te colocam numa das salinhas, né, e como se fosse aquelas coisas de conveyor belt, né, aquele sistema de que as pessoas, cada pessoa faz uma coisa, né, na linha de produção, linha de produção, é isso que eu tava querendo achar. Então, eles te colocam numa salinha, a enfermeira vem, te vê, faz tudo o que precisa, aí o médico entra rapidinho, fala com você e... Eu tive muita sorte que aqui, onde eu tô agora, o meu médico é fantástico. A gente vai lá e conversa um tempão com ele. E ele não tem uma fila gigante de espera. O que pra gente é ótimo, pra ele eu não sei, né, de repente ele vai achar outro lugar pra trabalhar que tem mais clientes, né. Mas pra nós, por enquanto, está ótimo. Então, é assim que funciona, você tem que ficar prestando atenção. E aqui nos Estados Unidos, problemas com o serviço médico, né, em relação de dinheiro, é a causa número um, é a causa principal de que as pessoas, elas vão, entram em falência. Quando elas vão para o hospital, quando elas vão para o ambulatório, no meio da noite elas acabam indo para o pronto-socorro. As contas são tão altas, uma conta de ficar aqui no hospital é tão alta que se a pessoa não tiver preparada, não tiver plano de saúde, ela se quebra financeiramente. Então, recomendo você ir procurar. Geralmente se você é um imigrante e você tá indo pra escola aqui, tá fazendo faculdade, tá fazendo algum curso e eles oferecem o plano de saúde pra estudante, pega, pague, porque vale a pena. Geralmente esses planos são bem mais em conta, bem acessíveis e pelo menos você tá coberto se alguma coisa acontecer, né? Uma coisa, uma emergência, uma ida pra uma farmácia, pro médico, né? Uma coisa assim que você não estava planejando. E essas coisas em relação a nossa saúde, a gente nunca tá planejando que vai passar mal, que vai ter um acidente, que alguma coisa vai acontecer. Mas vai acontecer, né? As chances de acontecerem são muito grandes. Se você passa muito tempo no trânsito, você aumenta consideravelmente as suas chances de entrar num... de se envolver num acidente de carro. Porque faz sentido você estar lá. Se você trabalha num lugar onde você tá sempre andando em lugares que são escorregadios e tem muitas coisas, né? Tem máquinas e tal, a chance de você se envolver num acidente de trabalho é muito maior do que alguém que trabalha de casa, né? Então tem que usar o bom senso aqui e decidir. Então sempre tenha um plano de saúde. Tem gente que não faz plano de saúde e tá tudo bem. é a decisão deles, mas eu recomendo você fazer se você não quer ficar quebrado aqui nos Estados Unidos e se você quer ter acesso ao... Outra coisa que é muito interessante, isso acabou de me ver. Quando você tem um plano de saúde ou quando você tem o seu fundo de emergência, esses pensamentos que estão sempre na nossa cabeça de que alguma coisa vai acontecer, que você não está preparado, eles desaparecem. E aí o que acontece, você se sente em paz e você continua seguindo em frente. E as chances de você se atrair essas situações pra você, reduz. Porque você tá menos estressado, você sabe que se alguma coisa acontecer, você tem um dinheiro pra pagar ou você tem um plano de saúde. Se alguma coisa acontecer, eu vou lá no médico. Tá tudo bem. E isso te dá uma tranquilidade que eu não posso nem te explicar o quanto que isso dá de tranquilidade. Bom, é isso aí, pessoal. Eu vou terminando por aqui. A gente respondeu essas perguntas. Lembre-se de comentar, compartilhar e curtir o podcast. Compartilhe com outras pessoas que possam se beneficiar com o que a gente conversa aqui no podcast, tá bom? Lembre-se, o dinheiro não é o seu problema. E a gente se vê da próxima vez. Até breve e obrigada. Obrigada por ouvir este episódio. Eu sei, acabou, mas semana que vem tem mais. Lembre-se de se inscrever, curtir e compartilhar. E não se esqueça, você pode se tornar boa com o dinheiro. Até breve e obrigada.
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