Ep.31 A Aventura do Retiro: Histórias, a cantora de Ópera e Lições Financeiras
2 Dec 2025 · 19 min
Portuguese-language podcast episode (Ep.31) in which CFM Coach Assistant AI recounts joining an 8-week Mentoria Next Step and organizing a women's retreat in Utah. Topics include retreat logistics and budgeting (using a "profit-first" approach, tracking breakeven, managing catering and venue logistics), a humorous anecdote about a mysterious singing sound captured on video (initially speculated as supernatural then revealed as a prank), three practical takeaways (mute distracting WhatsApp groups, transfer your existing skills to new projects, and value cognitive diversity), and a closing promotion for the TI Financial Mom Academy (call-to-action link included).
Chapters
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Bem-vindas ao Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast, onde conversamos todas as semanas em como você pode se tornar boa com o dinheiro, no bolso e na mente, usando ferramentas práticas do coach pessoal e maneiras simples e eficientes de lidar com a matemática do dinheiro. Está pronta? Invista em você mesma e vamos lá! Bem-vindos a mais um episódio do Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast. Poxa, já faz um tempo que eu não tenho aqui gravado e mandado um podcast pra vocês. Esse último mês foi muito louco e hoje eu vou falar um pouquinho sobre essa minha experiência. O que vocês acham que uma Sound Healer, uma Hipnoterapeuta, uma Terapeuta Holística e uma Mentora Financeira têm em comum? No dia 9 de março, eu fui convidada por uma amiga minha para participar de um dia muito especial, que só tinham mulheres. Foi o VIP Women's Day. Muito legal! E eu conheci várias mulheres, várias brasileiras, que moram aqui em Utah. E no final, nós recebemos uma proposta de poder trabalhar com essa minha amiga, que é uma mentora de negócios muito incrível. O nome dela é Zil Eiler, e eu ainda não tinha falado o nome dela. Sete de nós decidimos participar desse programa, que ela chamou de Mentoria Next Step. A premissa desse programa era nos ajudar, cada um individualmente, a chegar no nosso próximo passo. E pra nos ajudar, esse projeto, essa mentoria, duraria oito semanas e culminaria num retiro. Eu sempre quis fazer um retiro. Claro que eu não ia falar só de dinheiro o tempo inteiro. Eu ia trazer amigas minhas profissionais que têm especialidade em outros assuntos e deixar o meu grupo interagir com essas outras pessoas para aprender. E isso foi perfeito. Caiu direitinho essa oferta da ASIL para mim. Então, nós decidimos que íamos fazer dois retiros. Dividimos em dois grupos. Um grupo decidiu fazer retiro para homens. E como eu não queria fazer retiro para homens, eu me juntei ao grupo das outras mulheres, que elas iriam fazer um retiro para mulheres. No começo eu me senti um pouco meio fora d'água, como um peixinho fora d'água. Porque todas elas, não todas elas, mas as três que estavam no grupo comigo, de alguma maneira faziam uma terapia não tradicional. E a gente pensou assim, até elas pensaram, o que o dinheiro tem a ver com isso? Então eu decidi que eu iria cuidar da parte administrativa, ia preparar as planilhas, ia fazer compras das coisas da melhor maneira possível para economizar o dinheiro. E foi assim que ficou mais ou menos organizado. Uma coisa que foi bem legal, desde o começo, quando nós começamos a planejar nosso retiro, nós já estabelecemos logo de cara as planilhas de custo, de trabalhos que tinham que ser feitos, tarefas e quem ia fazer o que. E também nós descobrimos que íamos ter um lucro, que nós iríamos receber com esse retiro. No começo eu achei que a gente não fosse receber nada, então pra mim estava tudo certo, mas essa foi uma ótima experiência. E eu conheço um conceito chamado lucro primeiro, que é um livro muito legal e eu conheço a premissa do livro. que é você primeiro estabelece o quanto você quer ter de lucro e depois você vai ver o que sobrar do quanto veio, é o quanto você pode gastar. É claro que você faz essa projeção, esse planejamento antes. Então foi o que a gente fez. Eu peguei essa ideia do lucro primeiro e perguntei para elas numa reunião. O que vocês querem fazer? Quanto dinheiro vocês querem fazer? É lógico que elas queriam fazer o máximo possível, mas com custo e sendo a nossa primeira vez, criamos uma planilha que mostrava onde que a gente começava a ter lucro e onde era o breakeven. Interessantíssimo, porque chegamos agora no final, quando a gente foi receber o lucro mesmo, e os nossos números estavam bem certinhos. Porque ao longo do caminho nós fomos ajustando. Algumas coisas que não foram planejadas no orçamento acabaram sendo cobertas pelo asio, porque ela que no final decidiu algumas outras coisas. E também nós conseguimos reduzir o preço cortando assim. No final nós cortamos algumas coisas. Essa adaptação foi muito boa e o nosso lucro foi, quase se pagou o investimento que nós fizemos no programa, que era 500 dólares. É lógico que a mentoria deu muito mais pra gente do que simplesmente esse lucro que a gente fez, mas foi importante pra gente, eu gostei muito de testar essa ideia de ver quanto que era do começo, quanto que era o lucro que eu queria fazer, ou quanto que valeria a pena pra gente fazer, né? É lógico que nós éramos seis para dividir o lucro, então isso também influenciou o quanto nós recebemos. Mas no final das contas, nós recebemos, não saímos do prejuízo e aprendemos a lidar com essa parte. A mentoria, o programa todo, tínhamos uma reunião com todas nós, todas as sete, as sete e asil, e depois uma reunião só para cada um dos retiros. O nosso retiro ia ser uma data, mas depois eles trocaram pra ficar mais perto do feriado do dia das mães, pra poder usar pro marketing. Isso daí foi um pouquinho confuso no começo, talvez por falta da nossa comunicação, de falar mesmo o que a gente tava pensando, em vez de achar que fosse magoar outra pessoa. Acho que no começo tinha isso um pouco. Porque depois todo mundo ficou assim, não, mas eu achava isso. Não, mas eu também achava isso. A mesma coisa aconteceu com a comida. Logo de cara nós já pegamos uma pessoa pra fazer o catering, e a gente nem pesquisou outras. Simplesmente nós aceitamos. Cada uma, por um motivo, pensando na outra, acabou aceitando aquela pessoa pro catering. Se não fosse ela ter aumentado o preço pra poder ela ter ajuda e não fazer tudo sozinha, e ter pedido mais pra gente, nós não teríamos ido atrás de outras opções de catering. E a gente estava pagando, acho que era quase 18 dólares a mais por pessoa com a primeira catering. só de comida, né, sem adicionar o custo dessa outra pessoa para ajudá-la. Então isso ficou também provado que a nossa comunicação podia ser um pouquinho melhor. Apesar da gente ter um grupo no WhatsApp, nossa, o telefone pipocava o dia inteiro. Pra mim, o WhatsApp, eu tive que silenciar as notificações e só olhar as mensagens do WhatsApp quando eu tinha tempo pra olhar e pra ler. Isso foi um aprendizado pra gente aqui, pra mim, né. Bom, à medida que o caminho foi chegando mais perto do dia do evento, do dia do retiro, a gente tinha várias ideias, e era importante pra gente ir até o lugar pra ver onde as atividades aconteceriam. E é claro, a gente precisava também ter um plano B. A temperatura tem oscilado bastante aqui durante o período antes do retiro. Geralmente já era para estar uma temperatura um tempo mais ameno, mas já começou a esquentar um pouquinho mais com o sol, não ter neve. E no final das contas, uma semana antes do retiro, ainda teve dias que nevou. Então a gente precisava ter um plano B para as atividades. Principalmente porque nós tínhamos atividades que eram lá fora. Como, por exemplo, uma aula de yoga, que a Cristine deu. Uma aula de Sound Healing, que a Claudia deu. Então essas atividades lá fora a gente tinha que achar um substituto ou um lugar diferente para fazer. No caso, a gente olhou na propriedade e tinha um galpão. Então era só garantir que o galpão estivesse limpo para poder o pessoal usar lá para fazer as atividades. E agora que já passou o retiro, eu posso falar que o dia, o tempo estava maravilhoso, não estava frio, não estava quente, elas fizeram atividades lá fora, com o solzinho, um moletom levinho, um cobertorzinho, elas aproveitaram, foi bem gostoso, e quem foi, adorou o retiro. Não tivemos nenhuma reclamação, e eu vou te falar, mesmo durante o retiro, nós não tivemos nenhum problema que foi muito grande. Aliás, não teve problema nenhum. Bom, mas na verdade eu tô colocando o carro na frente dos bois Porque o que eu quero é contar uma experiência em específico que nós passamos juntas Que foi muito engraçada Foi assim No sábado então que decidimos ir até o lugar do retiro Nós fomos tomar café da manhã juntas E depois nós dirigimos do lugar do café da manhã Que é um lugar bem gostoso brasileiro chamado Sweet Spot, em Sandy Nós dirigimos até o lugar do retiro, que é nas montanhas de Nibo, perto de Spanish Fork. Foi uma hora. E nessa hora, o que elas contaram de história, eu só morri de rir. Todo mundo tava rindo, e contando as histórias de manifestações de espíritos, e as coisas que elas faziam com as terapias delas, portais... E cada uma me explicando o que elas faziam exatamente. Nós chegamos no lugar do retiro, e aí, isso aconteceu.
Hello, hello, iluminados! Já estamos aqui na casa do retiro, que irá acontecer nos dias 3 e 4 de maio. Olha que casa linda, maravilhosa. E veja essa vista, esse lugar maravilhoso, onde você irá poder estar em contato com a natureza. Vocês não podem perder essa oportunidade. Aqui faremos yoga, meditação, teremos karaokê, teremos comida gostosa, maravilhosa, palestras, workshoping sobre finança, sobre autoconhecimento, meu do futuro, empoderamento. Venha fazer parte dessa nova história de vida.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Gratidão.
Mulher- Cris, eu não tenho o seu Instagram. Me envia o seu Instagram pra mim poder te marcar. Eu não marquei porque eu não tenho o seu Instagram. E outra coisa, dos vídeos que eu fiz de dentro da casa, eles têm que ser editados, colocar uma música, uma chamada e tal, tá? Ele tá cru. Eu posso enviar, mas tá cru porque cês tão conversando, tão falando, tem uns gritos lá, que eu não sei de onde saiu o som de um grito lá, Uau.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Esquisito.
Mas é só colocar uma música legal ali empoderada pra fazer a chamada lá da publicação do marketing.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: É, acho que ficou grande, mas é bom porque dá pra editar, mas acho que vai ter que editar e pôr uma musiquinha mesmo. E talvez algumas frases pipocando assim, eu não sei fazer essas coisas. Acho que eu vou esperar você fazer e depois eu posto lá.
É isso aí, Galáticas! Tudo vem com facilidade, alegria e glória. Como pode melhorar o universo? Quero mais do mesmo. Atualiza! Gratidão! Parabéns, amadas! Estou feliz e grata com o nosso progresso. Já estou nos chamando de Galácticas, as Galácticas de Utah. Olha aí, o que vocês acharam, hein? O nome do podcast. E Cris? As Galácticas de Utah. O que vocês acharam, Lúcia? Mad?
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: As Guardiões Galácticas, Invasoras Galácticas.
Adorei os Galácticas. Gostei aí das Guardiãs Galácticas. Aê! Saiu o nome! Que lindo! Recebo beijos de luz, gratidão com amor no coração. Guardiãs Galácticas. Já segura esse nome aí no YouTube pra ninguém pegar.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Daí a próxima mensagem da Klaue foi escrita, e tava assim, era uma foto de páginas no YouTube com podcasts e vídeos de coisas fora desse mundo. E não tinha nenhum chamado Guardians da Galáxia. Então ela escreveu assim, não tem esse nome de nenhum podcast. Cria logo no YouTube, só pra segurar o nome Guardiância Galáxia." A Cristine respondeu com uma carinha dando risada, e depois disso elas mandaram, entre elas, vários stickers de alienígenas. A próxima mensagem foi da Cláudia para a Cristine. Foi escrita, por isso que eu tô falando. Se é que foi você, Cláudia. Se não foi você, tivemos uma convidada no vídeo. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Então, eu não tava prestando atenção em vocês. Eu estava fazendo o vídeo, normalmente, ali na casa. Pra poder... Tanto que eu falo no vídeo, né? Pra mostrar os ambientes da casa. Então, quando eu dei play, eu ouvi isso. Aí, pra mim, era a Cris lá fora, falando alguma coisa lá com vocês. O que eu não sei. né, e que poderia ter feito esse som. Tanto que depois a Lúcia fala lá uma explicação, né, de alguma coisa, whatever. E aí eu não entendi nada. Se a Cris disser que ela não fez esse som referente a alguma coisa que vocês estavam conversando lá. Menina, a minha gravação pegou ali o som de uma pessoa na casa ali que fez esse som. Só que essa pessoa, né, é invisível. Não foi uma pessoa física. Foi uma coisa bem poltergeista mesmo. Um fantasma. Gente, acabei de rever o vídeo novamente. O som não veio de vocês. Não foi a Cris brincando com alguma coisa. Foi uma coisa que se manifestou ali, cantando ali uma ópera, sei lá.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Foi incrível.
Porque foi a primeira vez que capito isso nos meus vídeos. Ela quer participar do retiro! Deixa fluir!
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Aí a Lúcia responde. Mas é muito nítido. E a Cláudia concorda com ela. Sim!
E esse vídeo que eu fiz sem eu falar nada foi só pra colocar na propaganda mostrando a casa por dentro. E aí eu fiquei calada só pra poder mostrar a parte de dentro da casa. E aí depois das outras partes que eu filmei falando, né? Dos quartos e tal. Mas eu sabia que não iria precisar falar porque a gente edita o vídeo e bota a música, né? Agora, isso foi uma surpresa. Eu não sei se a dona da casa sabe, se a Heather sabe. E, tipo assim, tô numa boa, tá? Não quero deixar ninguém apreensivo aí, com medo não. Porque não, não faz nada. Mas a Heather, que já mora ali, que já ficou ali, ou os clientes dela, eu não sei se eles já comentaram algo. Porque pode ser que já ocorreu algo e elas não perceberam. Ou se perceberam, guardaram pra si, sei lá. Eu vou mostrar pra vocês um vídeo do Pochá falando com o Murilio Beníssio de um fantasma que tinha na casa dele. Só que o fantasma interagia, mas ficou muito engraçado, eu rimo.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: A Cláudia então compartilha um Reel do Instagram do Glauber Xavier, onde o Murilo Benício compartilha a história dele de que a Adriana Esteves vendeu um apartamento com fantasma pra ele. Só pra deixar o pessoal mais com medo. Bom, nesse ponto, até essa hora, eu não estava prestando atenção nas mensagens. Eu estava terminando as coisas aqui em casa, era o domingo de tarde. E aí, eventualmente eu vi essa mensagem aqui, que foi mandada para a Zil, que uma moça que estava querendo vir para o retiro de New Hampshire, precisava de informações. Aí eu percebi, eu recebi a notificação de que a Cláudia tinha me marcado, para que eu pudesse ajudá-la, porque a Zil não estava online. Aí como eu não tinha respondido ainda, ela colocou alguém, Anybody? E aí ela adicionou isso. A nossa cantora de ópera está nos ajudando a trazer mais mulheres. Daí foi a vez da Christine. A Christine respondeu o seguinte. Eu já ouvi, mas não acho que fui eu não. Será que foi quando vimos a águia? Na hora de ir embora antes da gente sair do local do retiro, nós vimos uma águia voando. Aí nesse momento, peguei meu telefone e comecei a olhar as mensagens. Aí eu respondi pra Claudia. O que ela precisa? Posso ver se dá pra ajudar. Em relação à menina de New Hampshire. Aí a Cristine continuou, vou ouvir de novo. Aí eu fiquei preocupada, fiquei pensando, ué, o que será que tá acontecendo? Aí eu subi e comecei a ouvir as mensagens. Quando chega na mensagem onde tem o barulho no começo do vídeo, eu lembrei que tinha sido eu. Aí eu contei pra elas e eu mandei a resposta, né? Falei assim, suas doidas, fui eu! Mas acho que a minha resposta não foi muito boa não, porque elas continuaram conversando. E aí, vem a Cristine. Clau, esse uhuuu aí parecia que tava dentro da casa. Onde que eu, a Lúcia e a Mad tava nessa hora? Porque tem umas vozes lá de fundo, assim, que acho que deve ser a gente.
Mas esse... aí parecia que estava do teu lado.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Parecia que estava dentro da casa, muito perto de quem estava gravando.
Cris, exatamente. Eu ia falar isso também. Porque eu crio que nós estávamos lá na entrada... e porque eu não cheguei a subir... eu creio que nós estivéssemos lá na entrada... e a Cláudia lá na cozinha... bem lá no canto da cozinha... então foi muito nítido e muito perto da Cláudia... e nós não estávamos perto dela.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Mesmo assim... percebe que elas não estão querendo me ouvir... eu falei de novo... suas doidas... fui eu... aí a Cristina começa a dar risada e fala assim... Aí, a Cristine escreveu, foi a Mary. E aí, a Lucy escutou e começou a dar risada. Botou um monte de emoji aqui, morrendo de rir. E aí, a Cristine pergunta, qual foi o motivo da cantoria, Mary? Não tinha motivo, eu só queria assustar a Cláudia, porque a gente vinha falando no carro das coisas. Quando eu entrei, eu vim fazendo barulho pra assustar a Cláudia. Mas, quando eu percebi que ela estava filmando, eu parei de fazer o barulho e saí de fininho, pela porta que eu tinha entrado. E ela não me viu. Daí, a Cláudia responde assim a mensagem da Cristine que foi. Será que foi quando vimos a águia?
Não, Cris. Foi quando vocês estavam lá embaixo no Besma. E eu tava na cozinha fazendo vídeo sem eu falar nada pra poder colocar na propaganda. Não, não. Foi a hora da águia. A gente tava vindo embora. Não tava filmando ali dentro.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Então essa foi a história do barulho misterioso, que poderia ter sido um fantasma. A Cláudia ainda não tinha lido a mensagem de que tinha sido eu. E aí a Ziu entrou, conversamos de várias coisas, de vendas e tal, e nós tínhamos decidido fazer uma reunião naquela noite, e foi nessa reunião de noite que eu expliquei a história pra elas todas, porque eu só morria de rir, não mandei nenhum áudio contando a história, porque eu não conseguia parar de rir. E aí, naquela reunião de noite, a gente conversou e rimos todas juntas. E foi muito engraçado. Agora que eu terminei de contar essa história pra vocês, eu vou compartilhar três aprendizados que eu tive com isso, que podem ser utilizados pra você também. Lógico, né? Não tô aqui só pra falar as coisas que eu aprendi, mas o que você pode usar na sua vida. Uma das coisas que eu aprendi é que, pra mim, eu tenho que ficar longe dos grupos de WhatsApp. Não, brincadeira. Mas pra mim, a distração das mensagens do WhatsApp do grupo estava tomando muito do meu tempo. E aí eu não estava fazendo nenhuma coisa nem outro direito. Então, eu recomendo, se você tem esse problema também com as notificações, coloque as mensagens, né, aquele grupo em mudo e você pode olhar a hora que você tiver tempo, determina duas, três horas do dia que você pode Três vezes ao dia que você pode ir, olhar as mensagens, responder no seu tempo. Comunicação é importante, mas só estar trazendo distração é muito complicado. Não ajuda, né? A segunda coisa que me chamou a atenção de que eu aprendi, você já devia até saber, lógico, né? Que eu foco nas coisas do dinheiro, de organizar e de estabelecer os limites. Mas vou te falar, dessa vez, como eu estava numa situação completamente nova, não passou na minha cabeça de começar com essas coisas logo do começo, né? E assim, já na primeira noite que a gente teve a reunião, a Ziu já nos pediu pra criar a planilha, pra criar a lista dos custos, pra criar todas essas coisas. E eu, como eu estava numa situação nova, eu nem pensei por isso, né? Nem pensei que tinha que fazer isso naquela hora. Mas isso foi muito importante. Então, eu passo pra você a mesma coisa. Se você vai fazer uma coisa nova, transfira os seus talentos, as suas habilidades para aquele novo projeto, para aquela nova experiência. Não é só porque você está numa situação diferente que você esquece das suas habilidades, o que você pode fazer de melhor. Então, só assim, se aclimatize primeiro no que você vai fazer e lembre-se que você tem as qualidades que você pode contribuir e que você é boa naquilo e que você pode ajudar. e é transferível pra qualquer outra área da sua vida. E a última coisa que foi importante pra mim também foi poder trabalhar em harmonia com pessoas que não necessariamente pensam exatamente como eu. É muito fácil você trabalhar com pessoas que fazem as mesmas coisas que você, que gostam do mesmo tipo de música, que vão na mesma capela que você, na mesma religião. mesma opinião política, tem a mesma opinião, sei lá. E no Brasil, o pessoal briga muito por causa do futebol. Então, se você tem só com as pessoas que gostam do mesmo time, aqui é o beisebol, né? Futebol americano, ou então o basquete, que é bem popular aqui. Então, pegue as coisas que vocês têm. Tentem achar as coisas que vocês têm em comum. E utilize a fortaleza de cada um pra enriquecer o projeto. aqui a gente fala que esse daí é um echo chamber quando você tem todas as pessoas pensam e agem da mesma maneira por isso que as pessoas querem ter nos seus times uma variedade de pessoas eu sei que tem muitos lugares que querem pagar ter uma cota tem que ser essa pessoa tem dessa nacionalidade, essa pessoa tem que falar isso, essa pessoa tem que parecer com esse jeito, né? E eu fui num treinamento uma vez e a moça falou assim, uma moça que teve muita dificuldade na vida. Ela falou assim, o importante é a gente ter neurodiverse. O que que é isso? É a diversidade de pensamento. Quando você traz pessoas diferentes, que tiveram uma experiência de vida diferente, elas pensam diferente. E aí o que acontece? Quando vocês estão trabalhando numa coisa, existem outras possibilidades de resolver o mesmo problema. Às vezes a gente não pensa numa alternativa, numa solução, porque não está vindo na nossa cabeça. Por causa da experiência de vida que a gente teve, por causa das coisas que a gente acredita. mas se temos pessoas que tiveram situações diferentes, a gente pode aprender com elas e elas podem compartilhar algo que pode fazer toda a diferença. Eu lembro que às vezes eu estava em algum comitê, alguma coisa assim, e as pessoas falavam as coisas, não era de maldade, é porque elas compartilhavam a mesma opinião. E aí eu lembrava elas que em outros países as coisas eram diferentes. ou não funcionava da mesma maneira. Uma dessas vezes foi um podcast que eu estava ouvindo, que falava que os presidentes de missão, eles eram pessoas ricas, por isso que eles podiam ir pra missão. E na verdade, isso não era verdade. Mas é o que aquela pessoa pensava, e a experiência que ela tem com as pessoas, que ela vê que estão indo pra missão. os presidentes de missão na verdade a gente já falou um pouquinho sobre isso mas se você se a pessoa não tem dívida e ela é chamada para a missão isso é ótimo porque ela pode ir ela aluga a casinha dela se ela se for própria e mantém uma inquilino lá recebendo dinheiro as pessoas dela ajudam a pagar a missão Quando ela volta, aí é outro desafio que ela tem de reencontrar o emprego, ou de retomar a posição que tinha numa empresa, o próprio negócio, né? Mas quando a gente pensa diferente, a gente traz ideias diferentes. Então, isso foi muito importante pra mim, porque eu consegui trabalhar com elas, nós quatro, nós cinco, né? Com a Ziu também. Cinco pessoas com ideias um pouco diferentes umas das outras, como a gente vê as coisas. E nós trabalhamos em harmonia. Não só trabalhamos em harmonia pra conseguir terminar o retiro, nós ficamos amigas. São pessoas, assim, que são maravilhosas, eu vejo vários talentos nelas, e eu sei as fortalezas delas, e eu sei os pontos onde a gente não concorda direito. não concorda igualzinho. Então foi muito legal essa oportunidade que eu passo isso pra vocês. Tentem olhar para as pessoas serem diferentes num comitê por elas trazerem a experiência de vida delas que afetou como elas pensam. E daí elas podem fazer a contribuição para o grupo. É lógico que sempre vai ter aquelas coisas do governo, da política da companhia, que eles vão acabar contratando gente só porque a pessoa se veste de um jeito ou de outro. Mas quando essas empresas, companhias, times pensam na diversidade de pensamento e de ideias, é aí que o projeto vai florescer. Então é isso aí. É o final desse episódio meio coxa de retalhos aí. O áudio talvez não tenha sido dos melhores, mas eu usei os áudios originais pra imortalizar essa experiência que eu passei com elas. Eu espero que vocês tenham gostado da história do fantasma, da cantora de ópera e das Guardiãs Galácticas. Quem sabe a gente faz mesmo aquele podcast das Guardiãs Galácticas. Eu aviso pra vocês se isso rolar. Então, lembre-se, o dinheiro não é o seu problema. Até o nosso próximo episódio do Dinheiro Não é o Seu Problema Podcast. Até breve e obrigada. Obrigada por ouvir ao nosso episódio dessa semana. Quero aproveitar para estender um convite especial a todas as nossas ouvintes. Se você está pronta para finalmente se tornar boa com o dinheiro, tanto no seu bolso quanto na sua mente, então eu quero te apresentar a uma oportunidade transformadora, a Academia de Finanças para Mães, TI Financial Mom Academy. Nosso programa foi criado especificamente para mães de fé que trabalham fora e por enquanto que falam inglês e que estão cansadas de se sentirem sobrecarregadas com suas finanças, sempre equilibrando prioridades e se sentindo constantemente sem dinheiro. Você aprenderá como gerenciar seu dinheiro de forma eficaz, alcançar a segurança que tanto deseja e atingir seus objetivos de longo prazo, por meio de lições práticas, orientações personalizadas e uma comunidade de apoio. 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