Ep.33 Ferramentas Poderosas para as Finanças Familiares BYU Women's Conference 2024
2 Dec 2025 · 44 min
A talk on family finances that covers four principles: learning financial basics, teaching children early through allowance and modeling, eliminating debt quickly, and avoiding new debt. The speaker shares her own experience with debt and uses compound interest to show how small consistent choices compound over time.
Questions this episode answers
August 4, 2024
FERRAMENTA PODEROSA PARA AS FINANÇAS FAMILIARES
Four principles
Doctrine and Covenants 93:43
Alma 37:6
Chapters
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Bem-vindas ao Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast, onde conversamos todas as semanas em como você pode se tornar boa com o dinheiro, no bolso e na mente, usando ferramentas práticas do coach pessoal e maneiras simples e eficientes de lidar com a matemática do dinheiro. Está pronta? Invista em você mesma e vamos lá! Bem-vindas a mais um episódio do Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast. Eu tenho um episódio bem legal para compartilhar com vocês. Na verdade, o episódio de hoje foi a apresentação que eu fiz na conferência da BYU, BYU Women's Conference, a conferência de mulheres. Adorei participar, foi tão legal. No começo eu achava que as pessoas eram convidadas para participar, mas na verdade tem um processo de inscrição. E eu, como falo sobre dinheiro, e não muita gente queria falar sobre dinheiro, eles me escolheram. Na verdade, uma outra pessoa pediu para falar sobre dinheiro. E nós dividimos a sala de apresentação, o horário e o tema. Mas nós não apresentamos juntas. A gente não sabia disso no começo. Então no começo foi meio complicado a gente se acertar porque ela é contadora. E aqui nos Estados Unidos o dia de entregar o imposto de renda é dia 15 de abril. E a conferência era no começo de maio. E ela estava super ocupada até até o dia 15 de abril. Então, nós fizemos separados, usamos o mesmo tipo de PowerPoint, mas eu consegui um dia antes da gente apresentar, ir a uma apresentação durante a conferência e ver como funcionava. Então, eu pude falar pra ela, olha, você pode ter seu próprio PowerPoint, não precisa colocar junto com o meu, tá tudo certo, você vai apresentar uma parte do tema e eu vou apresentar a outra. Isso já tinha sido meio que... definido quando a gente foi na reunião de orientação, onde a gente se conheceu, mas era tudo novo para nós duas. E nós aprendemos que tem os requisitos muito importantes para você falar na conferência de mulheres da BYU. Eles dão exatamente o que precisa ser falado, o tópico, como se fosse um discurso. Eles te dão o tópico, a explicação do que é, e baseado nisso, nós temos que criar Mais ou menos um resumo do que a gente vai apresentar. Uma proposta. Aqui chama um proposal, um outline. Nesse documento, então, eles pedem qual é a aplicação do que a gente está ensinando e como isso se relaciona com o Evangelho. Como isso nos leva e nos aponta para Cristo. e quais as referências que a gente ia usar em termos de escritura, profetas, líderes da igreja, do material mesmo de apoio. Eles tomam essas precauções para garantir a qualidade dos discursos e o objetivo, que é nos levar a Cristo. No começo, eu fiquei meio perdida e achei que eu fosse apresentar qualquer coisa, uma coisa secular, que eu falo de dinheiro mesmo, e ia colocar algumas escrituras porque isso faz parte do meu programa. mas eu tinha planejado engajar com o público, fazer eles preencherem um survey, uma coisa assim, uma enquete, mas isso estava fora de cogitação, porque cria muito caos, e acho que tira também a espiritualidade, né, da apresentação. Então, foi ótimo, adorei o processo inteiro. No dia da reunião de orientação foi super legal, porque várias pessoas que eu escuto em podcasts, que eu leio livros, eles estavam lá. Então, pra mim foi assim, celebridade, né? Foi a noite da celebridade. As pessoas me perguntaram se eu tinha gostado de apresentar e como tinha sido a minha apresentação. É engraçado como a gente sempre decide que uma coisa é boa ou ruim baseado em comparação. Naquele dia, naquela sala. Felizmente eu vim depois da apresentação da minha companheira e o tema dela que ela escolheu falar era um pouquinho mais seco que o meu e também ela não era tão animada então quando eu cheguei e já comecei falando e vi os outros brasileiros lá e tal então ficou meio comparação assim o pessoal veio e elogiou muito o meu então eu dei sorte E também foi mais um tópico mais relevante para várias das mulheres que estavam lá. Tem muita gente lá que ainda está com dívidas, que ainda tem problemas com dinheiro e não estão no ponto de investir muito. Ou elas não entendem muito. Então tem que começar assim bem debaixo, né? E a minha história é bem relatable. Que as pessoas podem se identificar nela. E as coisas que eu compartilhei, algumas das experiências. Bom, vocês vão poder decidir por vocês mesmos se a minha apresentação foi boa ou não. O último ponto que eu quero fazer foi de ter visto as irmãs brasileiras lá. Uma delas, que na verdade eu conheci aí do Brasil. Não era minha amiga, mas eu conhecia quem era. E ela é muito amiga da minha amiga Matilde, que mora aqui. Então eu sempre via fotos dela e sempre meio que acompanhei o que estava acontecendo com ela. Ela entrou com mais três irmãs brasileiras. Assim que ela entrou, ela olhou pra mim e falou assim, eu vi que uma irmã brasileira ia apresentar essa sessão e nós viemos para apoiar. Nossa, aquilo lá significou tanto pra mim, foi tão legal. E ela já entrar e sentar e conversando comigo, e abraça e tal, né? E daí eu pedi pra elas sentarem mais pra frente, elas vieram mais pra frente, e a coordenadora que estava comigo, uma das membras do comitê da BYU Women's Conference, ela estava lá pra garantir que a gente não falasse nenhuma besteira, né, e pra apresentar a gente. Ela precisava de alguém pra fazer a primeira oração. Ela olhou pra mim e falou assim, pergunta aí pra uma das suas amigas se elas podem fazer. Aí eu já voluntariei a Didi. Didi, você vai fazer a oração. Ela já ficou toda feliz. vou fazer em português e ela fez em português e nós descobrimos também quando ela sentou lá que o marido da moça que estava apresentando comigo tinha servido missão na área onde ela morava elas moravam então foi assim foi legal ele poder conversar em português com outras pessoas com com pessoas que compartilharam certas experiências no mesmo tempo que ele enquanto ele estava no Brasil muito joia Bom, então vamos começar. A minha apresentação, o título era FERRAMENTA PODEROSA PARA AS FINANÇAS FAMILIARES. Você acredita que o dinheiro não pode comprar felicidade? Muitos de nós podemos dizer que acreditamos, mas na verdade não acreditamos. O comportamento da gente é uma linguagem. Algumas pessoas gastarão uma grande parte de suas vidas sempre buscando mais. É como dizer que você está numa dieta enquanto está constantemente pegando um outro pedaço de bolo para comer. No fim da revelação registrada em Doutrina e Convênios 93, o Senhor repreendeu cada membro da primeira presidência, bem como o Bishop Newell K. Whitney, sobre a maneira como estavam criando suas famílias. Em Doutrina e Convênios 93, 43 nós lemos, Põe em ordem a tua própria casa, pois há muitas coisas que não estão certas em tua casa. Essas instruções divinas dadas a esses líderes da igreja são importantes conselhos para todos os pais que buscam criar uma família com retidão. Com base nesse conselho, como podemos organizar nossas casas financeiramente? Profetas do passado e do presente ensinaram e ensinam princípios de gestão de dinheiro, mas acho que porque eles não são dados como mandamentos rígidos, muitas pessoas não o seguem. Poucos sabem que se seguindo esses princípios, eles lhe proporcionaram liberdade financeira e tranquilidade financeira. Quando não estamos estressados, ansiosos e preocupados, estamos em uma posição melhor para receber revelações pessoais e sermos guiados pelo Espírito para tomar decisões que abençoarão não apenas nossas famílias, mas nossas congregações, e aumentarão nosso impacto para o bem em nossas comunidades e no mundo. Hoje eu gostaria de destacar 4 princípios que são muito importantes e que mudaram o curso financeiro da vida da minha família. E, se usarmos, nos ajudarão a nos tornar melhores administradores dos recursos e bênçãos que Deus tem nos dado. Número 1. Entenda e aprenda princípios financeiros. Alguns de vocês sabem que eu cresci no Brasil. A maioria de vocês, né? Meus pais eram muito sábios com o dinheiro. Observando e vivenciando como eles viviam a vida, suas vidas, aprendi sobre generosidade, dízimo, consultar um ao outro antes de tomar decisões, envolver a orientação do Senhor ao tomar decisões importantes, a conexão entre trabalho e dinheiro e a importância de um treinamento inteligente de carreira. No entanto, eles não eram muito intencionais em falar sobre ou explicar como gerenciar o dinheiro. E também como parte disso, nas escolas naquela época no Brasil, não costumavam se ensinar educação financeira. Mas é muito importante entender e aprender princípios financeiros. Isso é essencial para ajudar as pessoas a tomar melhores decisões financeiras. Perceba que eu não estou culpando ninguém. Ninguém tem culpa de nada. Meus pais fizeram o melhor que eles podiam pela família, da melhor maneira possível, de como eles sabiam. E por outro lado, o sistema educacional da maioria dos países no mundo inteiro tem colocado mais ênfase em colocar aulas de educação financeira formalmente na sala de aula. Hoje nos Estados Unidos, 25 dos 50 estados exigem que os alunos façam um curso de finanças pessoais no ensino médio antes deles se formarem, representando uma melhoria muito significante do que já havia acontecido no passado. Mas isso não resolve os problemas que as pessoas têm com o dinheiro, não é suficiente. E por que não? Bom, olhando pesquisas aqui nos Estados Unidos, enquanto 89% de professores e professores universitários concordam que os alunos deveriam fazer uma aula de educação financeira ou passar por uma prova e passar essa prova para poder se formar, somente 34% desses professores consideram-se preparados, aptos, suficientes para poder ensinar educação financeira para os alunos. E daí, quando eles não estão preparados, eles vão depender das experiências que eles tiveram, que podem ou não beneficiar a turma. Na verdade, eles apenas perpetuarão e reforçarão as crenças culturais e a desinformação que aprenderam enquanto cresciam. Ninguém fala de dinheiro em casa, eles aprendem olhando, vendo as coisas da TV, as coisas que são faladas na rede social ou que está passando na rua mesmo, nos outdoors e nas conversas de boteco. Quando eu comecei a trabalhar aqui nos Estados Unidos como professora de ensino médio de matemática, eu fui dada uma classe de finanças pessoais e posso garantir pra vocês que que quando eu comecei a ensinar há 21 anos atrás, eu não estava preparada para ensinar outras pessoas como gerenciar o seu dinheiro. Quando eu me mudei do Brasil para cá, eu estava a fugir de dívidas. Nós tivemos que vender tudo para poder pagar dívidas e trazer para cá para poder estudar e tal. E é muito difícil, porque mudando para cá, a primeira coisa que as pessoas tentam te avisar, como se fosse... não é de maldade, é o que elas acreditam, é o que elas foram ensinadas. Ou aprenderam de outras pessoas, ou perceberam que era um modo de sobrevivência, porque elas não sabiam de outra maneira. Já foram falando para eu comprar um computador financiado, que era para começar a estabelecer o meu crédito. E a gente não sabe, então eu fui fazendo. E pouco tempo depois de eu estar casada, em 2, 3 anos já tínhamos uma dívida imensa de várias coisas acumuladas que são normais aqui nos Estados Unidos. Pega um cartão de crédito, pega outro. E vai outro. Ah, abre um cartão de loja, porque você vai ter o desconto. Bom, então vamos comprar um carro. Ah, mas tem que financiar porque precisa de um carro que seja bom, que não vá quebrar. Então tem que ser um carro novinho. E todas essas histórias só ficavam mais acumuladas o estresse que elas traziam para a minha vida. Porque era só um monte de pagamento. O cheque chegava e já estava todo o gasto pagando um monte de compra. Pagando uma vida que, na verdade, se fosse planejado direitinho, não ia trazer tanto estresse e talvez precisasse de um nível mais baixo. Esse é o problema. Quando a gente não sabe, a gente continua gastando, a gente continua vivendo como se tivesse um padrão muito elevado. Mas, na verdade, a gente tem que se adaptar ao padrão, ao quanto a gente recebe. Mas ninguém tinha me ensinado direito, eu não sabia fazer isso direito. E eu acreditava no meu marido que era americano e ele cheio dessas culturas, parte da cultura, Então, tínhamos dívidas. E ainda mais, como eu decidi mudar a carreira, eu fui, e o pessoal fala, ah não, tirar dinheiro de empréstimo estudantil é uma dívida boa. Não existe dívidas boas. Existem muitas maneiras de você fazer um curso aqui nos Estados Unidos, faculdade, sem gastar ou sem ter que pegar emprestado. Mas quando você não acredita que isso é possível ou você não sabe, você acaba fazendo a coisa e depois tem que pagar as consequências, porque a conta sempre vem. Então, voltando para o papo da escola. Você deve estar meio chateado sabendo que uma professora de matemática estava ensinando uma classe para o seu filho, uma classe tão importante, sem estar preparada. Mas, na verdade, quem deve ensinar as nossas famílias sobre dinheiro? Essa responsabilidade não é do professor. Exatamente. Nós. Nós somos responsáveis por ensinar as nossas famílias. E muito interessante é perceber quais são os motivos pelos quais os pais não estão fazendo. Um dos motivos é a percepção de que os pais não estão preparados, não têm esse conhecimento necessário para poder ensinar. Na verdade, com a experiência de vida de cada um, todo mundo pode ensinar um pouquinho. Acho que muitos dos pais se sentem envergonhados pelos erros que fizeram com o dinheiro e então preferem não ensinar. E aí mantém-se o ciclo, não se conversa sobre dinheiro, os filhos não sabem gerenciar, entram em dívidas, ficam com remorso, ficam se sentindo culpados, tem filhos, não conversa sobre dinheiro, não ensinam e acaba ficando um ciclo vicioso que nunca se quebra. O outro motivo pelo qual os pais não ensinam seus filhos sobre dinheiro é eles não começam. Não começar é um problema. Às vezes a gente vai numa classe, a gente aprende coisas sobre dinheiro, coisas interessantes, coisas que podem fazer a diferença, estratégias de como conversar com os filhos e a gente Até tem, os pais até tem essa vontade de fazer, mas eles colocam as prioridades em outras coisas. Quando você vê, já é tarde demais. Eles nunca começaram. Eles sempre vão fazer. Não, semana que vem eu começo. Não, mês que vem. Não, quando meu filho tiver com 5 anos. Não, quando meu filho aprender a ler. Não, quando minha filha entrar no high school. Daí fica mais difícil mesmo tirar certos hábitos financeiros que eles aprenderam por observação em outros lugares, coincidindo às vezes até com partes da adolescência, partes do desenvolvimento deles em que eles não querem mais ouvir ou conversar ou aceitar a opinião dos pais. E a terceira seria a falta de consistência. Quem que não passou por isso? Eu lembro fazendo listas para minhas filhas marcarem o que elas tinham feito, porque desde o começo a gente fazia com que aquela relação entre trabalhar e receber o dinheiro, e elas tinham que marcar a lista delas. E eu começava, ia tudo bem, pagava, dava o dinheirinho delas, a comissão delas toda sexta-feira, aí alguma coisa aparecia no meio, uma viagem, algo, e aí tirava a gente do hábito. Aí ficavam várias semanas que ninguém marcava, que eu não marcava, e acabava dando um dinheiro lá meio assim por cima, sem calcular, ou então você não tá tão intencional em falar sempre sobre as coisas dinheiro, porque a atenção de jovens é pequena, então tem que ser em pedacinhos, essas conversas tem que acontecer naturalmente através do dia. Então, se você não é consistente em colocar isso como um hábito de poder falar, de conversar, então fica mais difícil, né? Aí tem vezes depois que você ouve uma palestra, vamos supor, a minha palestra, e você fala de dinheiro umas três, quatro, cinco dias em seguida. E depois morre, né? Então, não tem aquela consistência. É melhor fazer de pouquinho e ir fazendo sempre. Porque vai crescendo, esse entendimento vai crescendo. E o mais importante, o filho sabe que ele pode vir para você, para o pai, e perguntar se ele tem alguma dúvida que aparece. Ou perguntar a opinião. Então, esses são os três motivos pelos quais os pais não estão ensinando as famílias sobre dinheiro. E essa responsabilidade é só do pai? É responsabilidade tanto das mães quanto dos pais ensinarem. No meu programa de mentoria, eu escuto muito, trabalhando com mães no meu negócio, que dinheiro não é coisa de mulher. Que se ela trabalha fora de casa, depois o marido toma conta. Ou se ela não trabalha fora de casa, tá dentro de casa, ela nem vê o dinheiro chegando, ela não sabe o quanto tem. Muitas delas não tem nem ideia do quanto o dinheiro tá, como acessar e o que fazer no caso de uma emergência com o marido. E é claro, também temos as irmãs que são mães solteiras. e que tem a maior dificuldade, que estatisticamente elas vão ter mais dificuldade com isso, mas não é impossível. O nosso papel em ensinar como gerenciar o dinheiro nas nossas famílias é muito importante. Por um tempo eu também acreditei que esse negócio de dinheiro não era pra mim, não era pra mulher, mas felizmente Eu aprendi o contrário. Aprendi de um jeito difícil, mas eu aprendi. E agora, essa é a minha missão. É não deixar outras mulheres, outras mães, passarem o nervoso, o estresse, a ansiedade que eu passei. E não é só isso, né? Ensinar elas a usarem bem o dinheiro e serem felizes e em paz. Às vezes a gente quer evitar alguma coisa, em vez de ir atrás de alguma coisa que é boa. E eu quero os dois para as minhas clientes. Eu quero tanto que elas aprendam para poder evitar essas coisas negativas que atrapalham a vida da gente, como também para criar uma riqueza e poder fazer um impacto na parte do mundo onde elas vivem. Na história da igreja, nós temos uma mulher que era muito sábia com o dinheiro. O nome dela é Caroline Tippett. Essa história foi compartilhada por um membro do Departamento de História da igreja. O nome dele era Matthew C. Godfrey. Abre aspas. Caroline Tippett e sua família trabalharam duro, tanto física quanto espiritualmente. Os irmãos de Caroline trabalhavam em serrarias, ajudando a moldar a madeira abundante no estado de Nova York, nos Estados Unidos, onde eles viviam. Sua família havia se unido à igreja em 1832. Agora, um de seus irmãos, Alva, liderava o ramo dos santos em sua área. Em 1834, Álvares contou sobre uma revelação que o Senhor havia dado ao profeta Joseph Smith, pedindo aos membros que doassem ou emprestassem dinheiro para ajudar a estabelecer Sião. Doutrina e Convênios 101, 74. Sabendo que a igreja precisava comprar terras onde os santos pudessem se reunir, Caroline, com 21 anos, concordou em dar 150 dólares em dinheiro e 107 dólares em propriedades, o que era mais do que qualquer outra pessoa no ramo estava doando. Caroline, seu irmão mais novo Joseph e um de seus primos pararam em Kirtland, Ohio, a caminho do Missouri. Eles se encontraram com um profeta e o sumo conselho de Kirtland. Uma nuvem de dívidas pairava sobre a igreja naquela época, e o sumo conselho perguntou se Caroline estaria disposta a emprestar parte de seu dinheiro para a igreja. Conforme consta nas notas da reunião, foi verificado pelo conselho que a irmã Caroline Tippetts possuía 149 dólares e 75 centavos do dinheiro. Ela foi, portanto, chamada ao sumo conselho e expressou disposição em emprestar o mesmo. Caroline viu o acordo de empréstimo assinado por Joseph Smith and Oliver Cowdery and Frederick William, mas ela provavelmente não viu o profeta Joseph and Oliver Cowdery ajoelhando-se em oração no dia seguinte e dando graças pelo alívio que o Senhor havia enviado recentemente. Graças à disposição de Caroline em compartilhar seus recursos, a igreja pôde pagar algumas dívidas e continuar a construção do Templo de Kirtland. No fim do artigo está escrito assim que, quando convertido para o dinheiro atual, a doação total de Caroline seria equivalente a mais de 7 mil dólares nos dias de hoje. Bom, essa palestra não é só pra informar, mas também pra lhe dar ferramentas pra você começar a usar com a sua família, pra te ajudar na parte financeira. Então, como nós sabemos que é tão importante a nossa responsabilidade de ensinar as nossas famílias, então vamos olhar algumas ideias de como você pode começar a fazer isso hoje. Então você pode, primeiro de tudo, começar a conversa. Então comece a conversar sobre dinheiro. Fale uns pouquinhos. Quando alguma coisa aparece na TV, você pode comentar sobre isso. 2. Faça o curso de autossuficiência da igreja. Esses cursos são fantásticos. Eu fiz o de pequenas empresas, de começar o seu próprio negócio, e eu recomendo muito o curso. Esse curso de autossuficiência, de aprender a lidar com o dinheiro, ajuda você a ter uma base ou ter ensinamentos que são fundamentados no evangelho para ensinar como se devem gerenciar o dinheiro, como aprender a poupar e como investir. E como ficar longe das dívidas, que é tão importante. Terceiro, você pode explicar seus erros financeiros e o que você aprendeu com eles. É claro que você tem que prestar atenção para ser adequado para a idade do seu filho ou da sua filha. Quando você fala o que você fez de errado e como você usou isso para aprender ou como você está fazendo isso diferente, você está sendo um exemplo de como fazer uma mudança na vida. O que você fez de errado, o que você aprendeu com aquilo e o que você está fazendo diferente. E, de certa maneira, dá permissão para que eles possam fazer os erros deles e não precisam ficar se culpando, se sentindo mal por ter feito um erro. Isso é parte de crescimento, parte de aprendizagem. Você faz um erro, mas você corrige e aprende com aquele. Outra ideia seria abraçar o aprendizado como algo da família. Não é você ensinando os filhos, mas vocês aprendendo juntos. E mesmo que você não tenha essa capacidade de saber lidar com o dinheiro agora, nada mais do que aprender todo mundo junto. Tem um livro do Dave Ramsey aqui nos Estados Unidos que ele escreveu com a filha. E eles conversam sobre como foi crescer com o pai, que passou pelas dificuldades que ele passou financeiramente e sobrepujou. E ele falou como foi chegar até o ponto onde ele sabia como ensinar os filhos, o que devia ser ensinado aos filhos. Ele falou dos erros, ele falou do que aprendeu e como eles mudaram. Esse livro em inglês chama Smart Money, Smart Kids. Infelizmente não tem no Brasil. E isso nos leva ao número 5, que seria ler um livro de finanças pessoais junto. De novo, tem que ser adequado para a idade do filho. Desde pequenininho você já pode conversar sobre dinheiro, sobre economizar, gastar e pensar no futuro. No caso, não vai ensinar a investir para um filho pequenininho de 4, 5 anos que está aprendendo só a separar as moedinhas e tal. E talvez seja um pouco difícil você pensar, ah, hoje em dia a gente usa tudo com cartão de débito, como é que a gente vai fazer isso, né? Mas é importante ter essas oportunidades em casa. E lendo um livro de finanças junto com a criança ajuda bastante. Até mesmo a filha do Dave Ramsey, o nome dela é Rachel Cruz, ela escreveu e tem vários outros livros de criança falando sobre dinheiro. E é sempre uma oportunidade de ler uma história que é interessante para a criança e ao mesmo tempo estar ensinando. E vocês têm uma linguagem em comum. Porque pode usar os mesmos personagens da história e conversar. Lembra quando ele fez isso, isso e isso, né? Então você pode conversar sobre isso. Tem uma coisa em comum. E é claro, se você tem adolescentes, esse livro do Dave Ramsey é muito bom. Ou você pode dar um livro como do Napoleon Hill, Pense em Riqueza. Ou do T. Harv Eaker, Segredos da Mente Milionária. Vocês lendo junto e fazendo tipo um clube do livro, pode ser bem legal. Leve o seu filho, sua filha, pra tomar o café da manhã. e conversar sobre o livro, pode ser. Com a minha filha, a minha filha mais velha, foi mesmo comprando ela. Nós compramos o livro que a gente queria que ela lesse, que era o do Dave Ramsey, o Total Money Makeover, que fala do plano de sete passos dele e como fazer, e daí pedi pra ela que fizesse um resumo do livro e me entregasse. Daí eu pagaria para ela 100 dólares. A importância daquele livro de saber coisas financeiras desde o começo, porque se eles sabem desde o começo, eles evitam muitas coisas que podem trazer tanta tristeza e problemas para eles, para o futuro. No caso, a primeira vez que ela me deu o resumo do livro, ela não leu o livro. Ela foi na escola, perguntou se alguém tinha lido o livro ou então achou um resumo na internet. Ela imprimiu, deu pra mim e eu sabia que aquilo não era dela. Falei assim, eu não vou te pagar, isso daí não foi você que fez. E ela falou pra mim que tinha sido uma amiga, que ela falou pra amiga dela ler e fazer o resumo pra ela. Mentira, pegou da internet mesmo. E aí, eventualmente, ela terminou lendo e eu paguei pra ela. O próximo seria o que eu já mencionei, que eu fiz com as minhas filhas, considerar trocar a mesada, a famosa mesada, por comissão, pra criar aquele vínculo entre trabalho e dinheiro. Então, várias coisas que elas tinham que fazer, as duas filhas. Elas marcam. Não, agora a Anika não marca mais, a minha é mais velha. Porque ela já tem o trabalho dela. Mas a mais nova, que tem 14 anos, ela marca toda semana o que ela fez, as coisas que ela tem que fazer. E aí, eu pago no fim da semana. O que é ótimo. Na verdade, eu sempre agora, depois que eu aprendi, eu reenforço que não é o tanto de horas que você trabalha que vai te dar o dinheiro. É o valor daquele trabalho que vai te trazer o dinheiro. Um trabalho bem feito. que você está ajudando aquela pessoa que está te pagando. Tem certas coisas que pra mim não tem preço, a ajuda que aquilo me dá é muito grande. Então, eu estou disposta a pagar, mesmo que levou, sei lá, dez minutos pra ser feito. Não importa, eu levaria muito mais tempo. Pensa assim, se você for sendo dentista e você sabe que pra fazer um canal, ou pra fazer uma ponte, pra fazer, né, tirar o dente do siso, essas coisas custam caro. Você quer que, como você vai pagar isso caro, você quer que o dentista demore um tempão fazendo isso? Ou você prefere que o dentista faça o mais rápido possível pra você não ter que ficar naquela posição desconfortável, a dor, o barulho? É lógico, o valor está em resolver o problema da maneira mais rápida possível e eficiente. E é por isso que a gente paga, né? Por isso que tem certas pessoas que fazem muito mais dinheiro do que outras, que trabalham muito mais horas. E o último, que na verdade deveria ser o primeiro, é ensinar o que fazer com o dinheiro que eles ganham. Então, uma das coisas que os filhos, os jovens vão fazer, é fazer o dinheiro. Isso é muito importante, ensinar o valor do trabalho e o valor do que a pessoa está proporcionando para a outra. Mas depois nós temos que lembrar que tem três coisas para fazer quando recebemos o dinheiro. Uma é fazer, no caso, a gente paga o dízimo, né? E se as pessoas, minhas filhas, não vão mais na igreja. Quando eu já pagava elas, eu encorajava elas a doarem o dinheiro pra uma causa que elas gostam. Então, pra desenvolver essa generosidade. A segunda seria guardar o dinheiro, poupar. E a terceira, como gastar. Tem que fazer os três, e tem que ser assim, meio balanceado. Porque quando não é, quando você não aprende a gastar, ou quando você não aprende a economizar, os extremos nunca são bons. Tá, nesse ponto você talvez esteja um pouco decepcionado, que eu não tô te ensinando nada milagroso, nada complexo, que você, só você tem essa informação. Mas, nós temos que lembrar que as coisas, quando elas são pequenas e feitas em consistência, elas criam um resultado muito grande. Podemos ler em Alma 37, 6, a escritura que diz, Agora podei supor que isso é tolice em mim, mas eis que vos digo que, por meio de coisas pequenas e simples, grandes coisas são realizadas. Abraçar coisas pequenas e simples é uma demonstração de fé de que o Senhor magnifica nossos pequenos, mas consistentes esforços. E Ele faz isso mesmo. Vamos pensar num exemplo prático desse princípio. Você já ouviu falar de juro composto. O juro composto é uma parte muito importante de investimento. É quando você faz dinheiro em cima de dinheiro. Principalmente se você faz uma aplicação, um investimento a longo prazo. Porque leva bastante tempo para o crescimento do dinheiro. Mas tem que ser consistente. O seu depósito naquele investimento tem que ser consistente. E se você deixar lá, fizer uma boa escolha, ele vai crescer. Durante a apresentação eu mostrei um gráfico de duas pessoas, dois amigos. E esses dois amigos decidiram guardar dinheiro, investir. O primeiro começou logo de cara, e investiu assim por uns 7 anos, e ele só colocou 200 dólares por mês. O segundo, depois do sétimo ano que o amigo tava investindo, ele falou assim, melhor eu começar também. E aí ele começou a investir, mas ele investiu por vários anos, vários. Não só 7 anos, ele investiu por 23 anos, 200 dólares todo mês. Os dois, por terem escolhido um investimento que era bom, ter feito uma pesquisa e ter consistentemente deixado o dinheiro lá e não encostado, os dois terminaram com bastante dinheiro. Mas aquele que começou primeiro, que só investiu por 7 anos, acabou com quase 2 milhões e meio de dinheiro. E o outro, que começou mais tarde, mas colocou dinheiro por mais tempo, acabou com mais ou menos 1,5 milhão. Os dois estão ótimos, eu aceito os dois. Mas você vê que sendo consistente e começando dando tempo para o dinheiro crescer, esse juros composto faz o dinheiro se multiplicar. Na verdade, tem uma frase que diz que o juros composto é a oitava maravilha do mundo. Tudo bem, você pode falar assim, isso parece fantástico, Madeleine, muito obrigada. E às vezes, difícil de acreditar. Mas se você pode fazer dinheiro assim, por que que somente 33% dos americanos sentem que eles têm dinheiro suficiente para se aposentar? A única palavra que é a resposta para tudo isso é porque eles têm dívidas. Dívidas roubam as nossas escolhas, a nossa liberdade e a nossa alegria. Então, como que podemos fazer pra gente manter a nossa liberdade e a nossa alegria? Nós temos que fazer duas coisas. Primeira é, pague as dívidas que você tem rapidamente. E a segunda, fique longe de novas dívidas. Daí é claro, tem sempre alguém que diz, não, mas eu preciso ir pra faculdade, eu tenho que tirar um empréstimo estudantil, e é dívida boa. Ou então, como é que eu vou comprar a casa sem tirar um financiamento? Tá bom, a casa, tudo bem. Agora, escola e tudo mais, não precisa de dívida. Eu tô falando isso porque eu fiz errado. E eu sei o estresse que é. E a dificuldade que é pra sair. É muito fácil entrar nas dívidas. Financiar tudo, dar quinhentos, quinhentas parcelas no cartão de crédito. Isso tudo é muito fácil. Na verdade, você não tem o dinheiro pra comprar aquilo, porque se você tá pensando, será que eu consigo pagar isso por mês? Você não tá pensando quanto isso custa, mas quanto é por mês. E é o que eu falava sempre para os meus alunos. Se você tem coisas financiadas e você perde o emprego, por enquanto aqui está tudo bem, porque você está recebendo. E se você não recebe mais? Aí você fica muito, muito trouble. Fica com muito problema. Depois de acumular 300 mil dólares em dívida, eu não queria mais viver dessa maneira. Eu conversei com meu marido. Eu me preocupava demais com as contas. A gente não tinha dinheiro suficiente para pagar as coisas do dia a dia. Ou começar a pagar as dívidas. O Senhor, Ele escuta as nossas orações e Ele nos guiou para achar os recursos que a gente precisava. Talvez essa minha apresentação possa ser esse recurso que você está precisando, que te ajude a decidir como você vai mudar hoje. Quando nós decidimos que a gente ia mudar, e eu li o livro, os recursos que eu achei, eu sabia exatamente que aquele era o plano pra mim, o plano do Dave Ramsey, porque na primeira linha do orçamento, da planilha de orçamento, era o dízimo. Então eu sabia que eu tinha encontrado o plano pra mim. Quando nós decidimos, nós fizemos prioridade, como prioridade, pagar as dívidas. Por dois verões eu ensinei escola de verão. Imagine o que é ficar oito horas com os mesmos alunos ensinando uma matéria que eles odeiam e que eles se dão mal. Eu também não queria estar lá. Mas fazendo aquele sacrifício de não ir para o Brasil, não ir visitar minha família e trabalhar o Summer School ajudou a gente a poder ter mais dinheiro para conseguir sair das dívidas. Nós cortamos várias coisas que a gente tinha no orçamento e apertamos cinto, né? Como nós diríamos no Brasil. Não muito porque o meu marido não tinha o mesmo tipo de comprometimento com a nossa meta do que eu tinha. Eu tava um pouquinho mais radical. E ele também fez os sacrifícios dele de trabalhar horas extras pra ajudar a gente a sair das dívidas. Foram dois anos e dois meses de trabalho árduo. Só não foi mais rápido porque eu não queria perder o marido. E nós conseguimos botar aquilo pra trás da gente. Hoje em dia eu faço tudo Até comprar a casa. Eu participei da compra da casa sem ter um histórico de crédito. Eles precisavam do dinheiro que eu faço para poder qualificar em comprar essa casa. Não podia ser só no meu marido que já tinha, porque a outra casa estava no nome dele. Mas eu comprei a casa sem precisar de histórico de crédito. Eles sabem fazer isso. É só que o outro jeito é muito mais fácil. Eu faço tudo com cartão de débito. A única coisa que eu não faço com cartão de débito é entrar em dívida. E eu vou te falar, foi difícil. Claro que foi difícil, mas uma coisa que foi fundamental pra gente foi acreditar e aproveitar o sacrifício expiatório de Jesus Cristo. Ao confiarmos em Cristo e em sua expiação, podemos encontrar força e coragem pra enfrentar as dificuldades financeiras. Em Filipenses 4.13 diz, Tudo o que a gente precisa. O sacrifício expiatório de Jesus Cristo, ele nos traz a misericórdia, ele nos traz a força, a esperança e a cura que nós precisamos para poder passar por esses momentos difíceis. À medida que nós nos ancoramos nisso e a gente usa mesmo a expiação e fazemos as coisas que nós temos aprendido aqui hoje durante essa apresentação, você vai receber as bênçãos prometidas pelas escrituras e pelos profetas. A segunda parte que nós falamos era de não entrar em novas dívidas, certo? E quando nós aprendemos a viver dentro do nosso padrão, dentro do dinheiro que a gente tem, isso traz muita tranquilidade. Presidente Hinckley diz, pague as dívidas o mais rápido que puder e liberte-se da escravidão. Exatamente. Não ter dívidas é liberdade. Mas quais são algumas das bênçãos que temos por não termos dívidas? Quando nós alcançamos a liberdade financeira, essas são algumas das bênçãos que recebemos de termos liberdade financeira. Nós estamos melhor preparados para quando uma emergência acontece. Emergência acontece sempre. Ela vai acontecer. Se não é agora, ela está por vir. Mas estando livre de dívidas, com uma poupança, um fundo de emergência preparado, você enfrenta ela diferente. Você tem ansiedade reduzida. Porque você não está sempre estressando com tudo. De não ter o dinheiro para comprar as coisas no mercado. De cartão não passar. E você não poder pôr gasolina no carro. E o carro quebrar e você não poder arrumar. Quando você tem liberdade financeira, você vai ter maior receptividade ao Espírito. Porque você não vai estar estressada. Quando você está em paz, é muito mais fácil ouvir as direções do Espírito. Você vai poder preparar-se financeiramente e espiritualmente para servir as missões. Eu ouvi num podcast a moça falando que presente de missão tinha que ser rico. É por isso que eles vão para a missão. Não. Presidentes de missão, sabendo da minha experiência no Brasil, são pessoas que não têm dívidas, que elas estão bem, podem estar ganhando um pouquinho financeiramente, mas elas têm uma casinha delas, ou estão alugando, e não têm essas coisas pendentes, que são correntes, segurando elas das coisas que elas querem fazer de verdade. E se elas têm a própria casinha, elas podem alugar. E é claro, vão ter desafios. Quando a pessoa voltar da missão, acaba tendo um problema da pessoa ter que se recolocar no mercado de trabalho. Eu vi isso também com presidentes de missão no Brasil. Mas, que nem aqui nos Estados Unidos, se a pessoa está aposentada e tem um fundo de emergência, ela pode ir para a missão servir sem ficar preocupada no dia de amanhã, que não vai ter dinheiro, que vai voltar e não vai ter onde ficar. Mas também, várias dessas pessoas que não tinham toda essa condição no Brasil, o Senhor proveria, proveu, né? Na verdade, o Senhor proveu pra elas, e elas conseguiram se restabelecer. Mas é muito difícil, se você tá preso nas dívidas, você não pode sair, né? Você tem que trabalhar pra pagar as dívidas. Outra bênção seria usar seus recursos para a construção do reino de Deus. E isso é o que o Presidente Brigham Young falava de ter liberdade financeira, de poder ajudar dentro da igreja. Ver coisas que precisam ser feitas e poder fazer. Eu adoro a história do irmão Larry H. Miller, que por ser uma pessoa muito bem financeiramente, um homem de negócios que sabe gerenciar o dinheiro muito bem, de grandes proporções, ele se encontrou o gerente do projeto dos livros de Joseph Smith. E um não sabia porque estava encontrando com o outro, eles não sabiam exatamente como ajudar, ele sentiu que tinha que ajudar, mas não sabia como. E eles dois foram pra casa. E ele, brother Larry H. Miller, que se você já veio pra Utah, você vê concessionária, tudo tem o nome dele. Porque ele é uma pessoa de muito sucesso, foi uma pessoa de muito sucesso. E ele teve a impressão de que era pra ajudar financeiramente. E ele doou. Aí no outro dia eles foram se encontrar de novo e ele falou assim, eu sei como eu posso ajudar. E o gerente do projeto falou assim, eu também já sei. E ele falou assim, eu preciso de X. E o irmão Larry H. Miller falou, não, eu vou te dar 2X. Porque como ele era bom com negócios, ele sabia que esses recursos, não tendo o suficiente, o projeto não ia ser bem feito. É necessário pagar as pessoas que vão fazer a pesquisa. É necessário pagar os melhores scholars para fazer essas pesquisas. Tudo isso custa dinheiro. E ele tendo essa liberdade financeira, tendo a riqueza que ele tinha, ele usou para fazer um bem. e reduzir o tempo que o projeto ia levar, porque sem o dinheiro o projeto poderia parar no meio do caminho até eles conseguirem mais fundos. Mas por ele ter sido bom em gerenciar o dinheiro dele e da companhia e tudo, e saber investir, ele teve essa capacidade de poder ajudar esse projeto que foi tão importante, que é tão importante para a igreja. E uma outra benção é promover o bem-estar de sua família e de seus sem-humilhantes. Esse foi o Elder Franklin D. Richards que falou. Uma coisa é você poder sentar com alguém e escutar ela chorar, ela querer desabafar. E outra coisa é você ver uma necessidade e poder ajudar. Tudo bem, ela pode te contar tudo, mas se você não tem dinheiro e você sabe que aquela pessoa vai perder o emprego ou não consegue pagar o aluguel da casa, você não pode ajudar. Você só pode ouvir o que a pessoa tem pra falar. Mas se você está com a liberdade financeira, tem o seu dinheiro, a sua casa em ordem, né? É importante cuidar da nossa casa primeiro. Sermos autossuficientes. E aí nós podemos abençoar outra pessoa. Eu vou te falar uma das coisas que eu gosto mais é dessa generosidade. Esse é um dos meus motivos pelo qual eu continuo trabalhando e tentando crescer as coisas, né? E saber investir. Porque o impacto que a gente pode fazer é muito grande. Se nós cuidarmos e gerenciarmos bem o nosso dinheiro. Imagina só, no dia de Natal você acaba indo comer e tem alguém trabalhando. A garçonete está trabalhando. É uma necessidade muito grande que ela tem de poder estar lá. Porque senão ela não ia estar trabalhando no dia de Natal. Então deixa, imagina, dá uma gorjeta bem legal. Uma gorjeta generosa. E olhe como aquela pessoa vai ficar feliz. E eu sei que esses princípios... ajudaram a minha família. E eu convido vocês, não tem um presidente da igreja, um líder que fala pra você, faz um monte de dívida mesmo, tá tudo bem, não importa. Não. Todos eles falam pra você viver comedidamente, dentro do seu padrão de vida, economizar, doar, ser generoso e ficar longe das dívidas. Quando for escolher uma casa, escolha uma casa que não seja demais. Porque você pode até chegar a financiar, mas depois você não tem dinheiro pra sobreviver. Você só paga a casa. E se alguma coisa quebrar, ou se o cheque não chegar do mês que vem, você tá frito. Então, essa foi minha apresentação na Conferência de Mulheres da BYU. Espero que tenha sido de valor pra vocês, e que algum desses princípios possam ser alguns que vocês possam usar e possa ajudar a família de vocês. Até o nosso próximo episódio do Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast. Até breve e obrigada. Obrigada por ouvir ao nosso episódio dessa semana. Quero aproveitar para estender um convite especial a todas as nossas ouvintes. Se você está pronta para finalmente se tornar boa com o dinheiro, tanto no seu bolso quanto na sua mente, então eu quero te apresentar a uma oportunidade transformadora. A Academia de Finanças para Mães, TI Financial Mall Academy. Nosso programa foi criado especificamente para mães de fé que trabalham fora e por enquanto que falam inglês e que estão cansadas de se sentirem sobrecarregadas com suas finanças, sempre equilibrando prioridades e se sentindo constantemente sem dinheiro. Você aprenderá como gerenciar seu dinheiro de forma eficaz, alcançar a segurança que tanto deseja e atingir seus objetivos de longo prazo, por meio de lições práticas, orientações personalizadas e uma comunidade de apoio. Se você está pronta para dizer adeus ao estresse financeiro e olá para a liberdade financeira, Eu te convido a se juntar a nós através do link strasbourgcoaching.com barra joincfm de novo strasbourgcoaching.com barra joincfm Dê o primeiro passo em direção a um futuro mais brilhante para você e sua família hoje. Obrigada mais uma vez por ouvir nosso episódio. E lembre-se, a futura você, que é boa com dinheiro, está em suas mãos. Nos vemos na TIFA International Mama Academy. Até breve e obrigada.
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