Ep.4 12 Coisas que Você Precisa Fazer para NUNCA MAIS se Preocupar com Dinheiro!
22 Nov 2022 · 44 min
Madeleine from Strasbourg Coaching breaks down why money stays taboo and shares 12 financial essentials to stop worrying: zero-based budgeting, emergency funds, insurance, wills, retirement planning, identity theft protection, and more. She pulls from research and Dave Ramsey's framework to give you concrete steps.
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[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Olá pessoal, aqui é a Madeleine do Strasbourg Coaching e vocês estão ouvindo o podcast O Dinheiro Não É O Seu Problema. Eu uso o que mais amo, minha fast food, o bom senso do plano do Dave Ramsey e as ferramentas de coaching pessoal da Brooke Castillo para ajudá-los a identificar e superar os verdadeiros problemas por trás de seus rebeses financeiros. Eu ainda me lembro do momento em que eu descobri que a gente não pode falar sobre dinheiro. Eu estava em casa com a minha mãe e minha prima. A minha prima psicóloga estava falando do trabalho dela e de nada eu perguntei pra ela, quanto você faz por mês? E minha mãe, acho que ela ficou impressionadíssima. Adoramos a Rainha Fúria. Vovó Regina, a gente te ama. A minha mãe olhou para mim e falou assim... filha, a gente não pergunta para os outros quanto dinheiro eles fazem, não é educado. E eu fiquei sem saber o que fazer, me senti muito desconfortável, sem graça, por ter perguntado uma coisa que eu não sabia que não podia perguntar. A minha prima também... ah, eu prefiro não falar sobre isso e... e aí minha mãe falou... não, mas é bom que você aprendeu isso aqui com a sua prima, tá tudo bem. Mais de 30 anos depois eu faço exatamente isso, eu falo sobre dinheiro, como profissão. Por anos eu dei aula de finanças pessoais na sala de aula e agora como coach eu ajudo as pessoas com suas crenças e hábitos financeiros. Mas pra maioria das pessoas falar sobre dinheiro ainda é muito desconfortável. Em um estudo do eMoneyAdvisor de 2019 com 2.500 adultos dos Estados Unidos, mais da metade, 57%, admitiu evitar falar sobre dinheiro com seus amigos de propósito. No Brasil, esse número é bem parecido. Segundo um estudo do Datafolha, junto à consultoria Box 1824, metade dos brasileiros evita falar sobre dinheiro e a outra metade só conversa superficialmente. 60% das pessoas, por exemplo, nunca falam quanto ganho de salário. Dizem-nos que não é etiqueta apropriada falar sobre dinheiro. De acordo com outro estudo recente, feito pela Fidelity International, as mulheres não gostam tanto de falar sobre dinheiro que preferem expressar sua insatisfação sexual com seu parceiro do que falar sobre dinheiro. Além disso, o estudo afirma que 8 em cada 10 mulheres confessam que se abstém de discutir suas finanças com pessoas próximas. Segundo o estudo, essas são as quatro principais razões escolhidas. É muito pessoal, não quero que outras pessoas saibam essa informação, é desconfortável e fui criado para não falar de finanças. Mesmo entre os cônjuges, muitas pessoas evitam falar sobre dinheiro. Se eles discordam sobre como lidar com isso, eles começam a evitar a conversa. E está tudo na nossa cabeça. Quando uma pessoa em um relacionamento teve azar com dinheiro, por exemplo, dívidas enormes de cartão de crédito, negócio que deu errado, falência, famosa bagagem, pode ser difícil para o casal entrar em um relacionamento financeiro saudável. Isso porque ou a pessoa com o passado doloroso pensa que é um idiota quando se trata de dinheiro e prefere deixar a outra pessoa lidar com isso, ou o outro cônjuge pensa que ela é uma idiota quando se trata de dinheiro e prefere lidar com isso sozinha. A pessoa não confia em si mesma e seu cônjuge também não confia nela. Perguntei para alguns dos meus clientes porque as pessoas não gostam de falar sobre dinheiro e aqui o que elas disseram. A primeira pessoa disse, o dinheiro, que é quanto uma pessoa ganha e quanto ela tem, é muito pessoal. É uma das principais coisas pelas quais somos julgados em nossa sociedade. E aqui a segunda resposta, o dinheiro é como nos comparamos uns aos outros, o que torna o assunto desconfortável para a maioria das pessoas, especialmente quando nos sentimos em posição de desvantagem. Dá pra perceber por essas duas respostas do jeito que as pessoas pensam em relação a falar sobre dinheiro. E são opiniões que são compartilhadas por várias pessoas, são passadas socialmente. Por isso, falar sobre dinheiro é um tabu social em nossa sociedade, um assunto que não se discute em uma conversa educada. As pessoas tendem a associar sua autoestima com quanto dinheiro ganham ou têm. E é por isso que quando acham que outras pessoas ganham mais dinheiro, não estão dispostas a falar sobre o assunto. O que é muito triste, porque todos nós que nascemos nessa Terra temos o nosso valor, independente do que a gente tem, do que a gente fez, o nosso valor é inato. Todos nós aqui na Terra, quando nascemos, já recebemos o nosso valor. Foi dado para nós por Deus. E não importa o que a gente faz, não vai mudar esse valor. No Brasil, existem também questões culturais que dificultam as conversas sobre dinheiro, como o fato dos brasileiros morarem num país com enorme desigualdade social. Quem tem melhor poder aquisitivo, às vezes pode considerar que falar sobre dinheiro com outras pessoas pode ser um sinal de ostentação. já que 30% dos brasileiros que vivem em grandes cidades têm renda per capita inferior a R$ 275,00, segundo dados de 2021 do IBGE, reunidos pelo Boletim Desigualdade das Metrópoles. Mas o que acontece na prática é que o tabu sobre o dinheiro acaba nos mantendo ignorantes sobre como lidar com ele. No estudo do Datafolha, 97% dos entrevistados dizem ter dificuldade em lidar com seu dinheiro. E não falar sobre dinheiro cria um círculo vicioso. Não se fala sobre dinheiro e por isso entende-se pouco sobre o tema. Como não se conhece muito do assunto, não se discute sobre dinheiro. Esse movimento acaba perpetuando conceitos errados e possíveis investimentos equivocados. Por outro lado, essa falta de comunicação acaba impedindo que as pessoas encontrem um lugar apropriado para o dinheiro em suas vidas, que equilibrem suas necessidades financeiras com outras necessidades, como amor, família, trabalho e, principalmente, saúde física e emocional. Mesmo sendo difícil, a única maneira de melhorar a nossa situação financeira é falar sobre dinheiro. Esse aumento de diálogo é o único jeito de quebrar o tabu e tomar melhores decisões financeiras. É uma situação muito difícil. Você vê, agora no Brasil, março atingiu a máxima histórica de 78% de endividamento dos brasileiros. Nos Estados Unidos, o aumento da dívida de empréstimo estudantis nos pedidos de seguro-desemprego e o fato de que tantos americanos estão atrasados em suas economias de aposentadoria, é sem dúvida mais importante do que nunca falar sobre o dinheiro. Além disso, como jovens podem tomar decisões informadas sobre o futuro e a vida profissional deles se não podem falar sobre o dinheiro? Nós, pais, temos que ensiná-los. Seus cérebros não estão totalmente desenvolvidos para descobrir todas as informações na internet para decidir o que é verdade e em quem confiar. As conversas que temos em casa, aprender a lidar com o desconforto das conversas, prestar atenção e ser deliberado sobre as crenças que passamos e os exemplos que damos são muito importantes. É por isso que focar tanto no desenvolvimento dos aspectos práticos e matemáticos do dinheiro quanto na nossa capacidade mental é crucial. Não importa onde você esteja em sua jornada, se você gerenciar sua mente, poderá ajudar outras pessoas, não apenas seus filhos, na jornada deles. Em um episódio anterior, nós falamos sobre o plano financeiro do Dave Ramsey. Esse é o plano prático que eu sigo, que mostra o caminho das pedras para a liberdade e prosperidade financeira, comprovados por estudos científicos. Além dos passos citados no plano do Dave Ramsey, Existem certos elementos financeiros que são essenciais e eu recomendo que você tenha para te ajudar a se sentir preparado e organizado. Eu os chamo de elementos de uma vida financeira segura e são os mesmos elementos que eu recomendo às minhas clientes que querem se tornar CFMs, Chief Financial Moms, dos lares delas. E aqui estão. orçamento mensal sem resíduos, em inglês seria zero based, fundo de emergência com três a seis meses de economias, plano de aposentadoria, testamento, procuração de plenos poderes e procuração médica, seguro de vida, plano de saúde, seguro de carro, seguro de casa, planejamento financeiro para ensino superior dos filhos, proteção contra roubo de identidade e poupanças para contas anuais ou itens planejados. Esses são os 12 elementos que eu considero essencial para ter na sua vida financeira. Alguns deles talvez não se apliquem a você e tudo bem, você não precisa, se você não tem filhos, você não precisa juntar dinheiro para a faculdade dos filhos, certo? Bom, vamos lá. Vamos começar um por um. Então, no primeiro que eu falei pra vocês, o orçamento mensal sem resíduo, o que é isso? É uma forma de fazer o orçamento onde toda a sua renda menos todas as suas despesas é igual a zero. Isso não significa que você vai ficar sem dinheiro nenhum na sua conta. Significa apenas que você está alocando cada real, cada dólar para uma determinada categoria. Poupança, luz, creche, aluguel, pagamento da prestação da casa. Quando eu comecei a fazer, a colocar minhas finanças em ordem, eu não tinha um orçamento, eu não fazia planilha, eu não sabia o que fazer, eu só pegava o cheque, pagava o dízimo e ia colocando as contas que eu tinha que pagar naquele, durante aquele período até receber o próximo cheque. E aí no final, sempre acabava sobrando um dinheiro lá. E o dinheiro ficava na conta, logicamente, quando o outro cheque chegava, aquele dinheiro não estava mais lá. E eu não posso falar pra você onde que eu usei aquele dinheiro, porque acaba usando em coisas que não são coisas que a gente quer, são simplesmente coisas do dia a dia que a gente acaba usando. E às vezes a gente usa até mais, porque a gente pensa que aquela quantidade de dinheiro que sobrou, É uma quantidade ilimitada. Ah, tinha aquela sobrinha, eu vou usar. Ah, tinha aquela sobrinha, acho que eu vou poder comer aqui. Ah, tinha aquela sobrinha. E a sobrinha passa. E aí, o que acontece? Você acaba indo pro vermelho, né? Pro negativo. Ou então, o que acontece, a pessoa acaba usando o cartão de crédito, porque ela quer gastar mais, ela não prestou atenção no que o dinheiro estava fazendo e aí já foi. Quando você faz esse sistema de sem resíduo, você só coloca o dinheiro nas categorias que você quer, e é muito bom, porque aí o dinheiro está lá separado Se você separou uma quantia boa pra você, que é suficiente pra você sair pra comer fora, você pode sair numa boa, não tem que ficar estressando, certo? As contas vão ser pagas e você sabe exatamente quanto você vai ter pra fazer determinadas coisas. Se você nunca fez um orçamento, eu recomendo que você comece com as quatro paredes e o telhado. As paredes representam alimentação, abrigo, roupas básicas e transporte. E o telhado representa o dízimo. Você pode usar um formulário de papel, uma planilha tipo Excel ou Google Sheets, ou um aplicativo, o método que funcionar para você. Uma recomendação é que os casais trabalhem juntos, um orçamento para toda a família, onde os dois cônjuges possam dar suas opiniões. Geralmente um dos cônjuges tem mais habilidade administrativa. Dave Ramsey chama essa pessoa de nerd. É o cônjuge que adora ou não se importa em calcular os números e é mais detalhista. No meu caso sou eu. Esse cônjuge pode ser quem cria a planilha ou coloca os números no aplicativo, mas os dois irão analisá-los juntos e fazer ajustes. E uma vez de acordo, eles então seguem o plano que foi criado. no caso se você é sozinha e com a sua família e você não tem uma pessoa para fazer o orçamento com você tudo bem você cria mas é sempre bom ter uma pessoa um aliado uma pessoa com quem você possa falar eu fiz o meu orçamento né alguém que você possa confiar que possa te ajudar a te dar apoio porque ao mesmo tempo que você cria você mesmo vai lá e destrói o plano porque não tem ninguém junto com você Então, se você puder, ache alguém que possa ser seu aliado nessa jornada. Lembre-se de ter paciência consigo mesmo e antecipar revisões. Geralmente, leva cerca de três meses para que o orçamento se torne mais acertado. E não é definido e pronto. Ainda assim, você vai precisar ajustar algumas despesas mensalmente, pois sempre há algo diferente. Por exemplo, compra de material escolar, um fim de semana na praia, a festa de aniversário da filha, dia dos pais e outras coisas assim. Ok, agora você deve estar pensando, isso nunca vai funcionar para nós. Meu marido não me permite fazer parte do que acontece com as nossas finanças. Eu não trabalho fora de casa, não tenho voz. Eu ganho muito pouco. Primeiramente, eu gostaria de dizer, eu sinto muito. É uma situação muito difícil quando você está se sentindo dessa maneira. E se você está se sentindo assim, então nesses casos o problema não são as suas finanças. Os seus problemas com dinheiro são apenas os sintomas do verdadeiro problema. Você precisa resolver isso primeiro. Bom, próximo elemento. Poupanças para contas anuais ou despesas planejadas. O que é isso? É simplesmente uma conta separada pra você juntar dinheiro pra pagar coisas que ou vêm a cada seis meses ou a cada ano ou então coisas que você está planejando pra comprar. É uma maneira estratégica de economizar dinheiro, reservando um pouco a cada mês. E pode ser usado também para pagar despesas inesperadas. Por exemplo, eu tenho poupanças separadas para pagar o seguro do carro, que vence a cada seis meses. o registro do carro, o IPVA, o seguro da casa e eu também tenho uma poupança separada para manutenção e conserto do carro, manutenção da casa e Natal. Como por exemplo agora, os meus sobrinhos queridos estão vindo nos visitar. Então, eu já estou planejando, com 3, 4 meses de antecedência, as coisas que eu vou fazer com eles. E aí, todo mês, ou toda vez que eu receber, eu vou colocar um pouquinho de dinheiro nessa poupança, pra quando eles chegarem, eu não estar estressada. Eu ter dinheiro pra fazer as coisas que a gente quer fazer. Esse tipo de poupança é bom ter em um banco separado, porque os fundos devem estar facilmente acessíveis, mas não tão fáceis que acabem sendo usados para outras coisas do dia a dia. Tudo que você precisa fazer matematicamente é dividir a despesa pelo número de meses ou de cheques que você vai ter e depois depositar esse valor todo mês ou toda vez que você receber por esse tanto número de meses. Então, digamos que estou economizando para o Natal e planejando ter mil reais para usar no Natal. Se eu começar em janeiro e eu quero que esse dinheiro esteja disponível em novembro, aqui nos Estados Unidos tem as promoções de Black Friday, certo? Então, eu vou ter dez meses para economizar. Significa que eu vou ter cem reais por mês para guardar. A matemática é fácil. A dificuldade é geralmente conseguir resistir à vontade de usar o dinheiro à medida que você vê a conta crescer. E é por isso que o gerenciamento dos seus pensamentos e capacidade mental é tão importante. Se você precisar de ajuda com isso, inscreva-se para uma sessão de coaching gratuita comigo. Eu posso te ajudar a ver o que pode estar te atrapalhando. Bom, próximo plano de saúde. O objetivo do seguro, de qualquer seguro, é transferir o risco. Ele protege você de todas as coisas ruins e caras que podem acontecer. A melhor maneira de obter seguro de saúde é pelo trabalho. O custo médio de uma internação de três dias nos Estados Unidos custa cerca de 30 mil dólares, que é 150 mil reais. As contas hospitalares médias para um caso complexo de Covid-19 em Utah, que foi um dos mais baixos nos Estados Unidos, foram em média de 262 mil dólares para quem não tinha seguro e 92 mil dólares para quem tinha. No Brasil, o custo em média de um leito na UTI por causa do Covid por dia, pelo SUS, custa R$ 1.800. Na rede privada, o mesmo leito sai entre R$ 2.100 até R$ 2.800, dependendo do hospital. Não é de admirar que as contas médicas sejam o caso número um de falência das famílias americanas. E daí você me pergunta, por que os custos com a saúde são tão altos nos Estados Unidos? Uma razão pela qual os custos de saúde são tão altos é o desperdício administrativo, a famosa burocracia. Os provedores enfrentam uma enorme variedade de requisitos de uso e cobrança de vários pagadores, o que torna necessário contratar ajuda administrativa a cara para cobranças e reembolso. Além disso, em outros países, os preços dos medicamentos e cuidados de saúde são, pelo menos parcialmente, controlados pelo governo. Nos states, os preços dependem das forças do mercado. Outra razão, e se você trabalha aqui nos Estados Unidos, você deve ter notado já, os salários dos trabalhadores americanos aumentaram, mas o salário líquido permaneceu o mesmo por causa do aumento das taxas dos planos de saúde. No Brasil, são inúmeras as causas responsáveis pelo aumento dos custos na área da saúde. Dentre elas, um dos principais motores da sua ampliação são as novas tecnologias lideradas fundamentalmente pelos meios de diagnóstico de imagem. procedimentos cardiovasculares e testes diagnósticos in vitro. Esses avanços tecnológicos frequentemente elevam os preços, mesmo quando ocorre redução do custo unitário. Um outro fator de grande importância dos altos valores dos pendentes da medicina diz respeito ao envelhecimento da população no Brasil. E não é só cuidar das pessoas da população idosa, mas também cuidar das doenças crônicas que vem com a idade. Um outro item de grande relevância diz respeito ao alto custo dos produtos farmacêuticos. Não há dúvida que os médicos muitas vezes oferecem um medicamento que pode ser substituído por um outro fármaco de menor custo, ou eventualmente por simples mudança no estilo de vida. Como nos Estados Unidos, os altos custos relacionados com a administração médica, a burocracia, também contribuem para os altos custos na área da saúde. Não se pode esquecer e nem tão pouco omitir, como fator importante no aumento de custos, a imperícia médica. Procedimentos desnecessários, uso de drogas de forma incorreta, internações equivocadas são exemplos responsáveis por esse aumento. E a sua causa, com certeza, reside na má formação médica. O alto custo de não cuidarmos de nós mesmos, a medicina preventiva, como, por exemplo, o não cuidado com a obesidade, estresse, fumo e álcool, representam um fator importante no aumento de gasto em relação à saúde. Está clara a necessidade no Brasil de políticas públicas mais importantes que incentivem a boa saúde, melhorando a qualidade de vida da nossa população e diminuindo por consequência os custos com as doenças. Meu ponto aqui não é discutir política nem ciência, embora isso seja importante. Em vez disso, meu ponto é destacar a importância e necessidade de ter um plano de saúde. Aqui nos Estados Unidos, pelo menos, sem seguro de saúde, um acidente só pode levar você e sua família às ruínas financeiras. Próximo, seguro de carro. Aqui nos Estados Unidos, é exigido por lei. Na verdade, tanto aqui quanto no Brasil. Nos Estados Unidos o que é exigido é liability coverage, que é o que toma conta do carro da outra pessoa no acidente. E no Brasil é o seguro obrigatório. Os prêmios variam de acordo com a sua idade, a marca e o ano do carro, o seu histórico, o estado em que você mora e o tipo de seguro que você compra. Bancos e credores exigem cobertura mínima para um carro financiado, geralmente na forma de uma pólice de cobertura total. Aqui nos Estados Unidos chama Full Coverage. Por que você me pergunta? Porque o carro não é seu. Quando você financia, o carro não é seu. O carro ainda é do banco ou da financiadora. Então, se acontecer alguma coisa com o carro, eles querem que você tenha o seguro para que eles sejam pagos, certo? E aí a gente tem aquela situação de você estar em um acidente de carro. Aí já combina os dois. Se você não tem seguro de carro, você não tem seguro de saúde, pronto, o que vai ter de conta e de estresse na sua vida? Não, evite, tá bom? Seguro de carro, muito importante. Seguro de saúde, fundamental. Tá, próximo. Seguro residencial ou de locatário. Nos Estados Unidos, o seguro residencial conserta ou substitui uma casa e seu conteúdo quando ocorre um acidente coberto. É exigido em todas as hipotecas, a mesma situação com o carro financiado. Você tem que ter o seguro quando você tem uma hipoteca, porque se as pessoas param de pagar a hipoteca, mortgage, então eles vão ter o dinheiro deles de volta quando eles recuperarem a casa e venderem e tal. Então eles têm que proteger, eles se protegem. Protege o proprietário também, mas protege mais o credor. O importante é você olhar para que tenha garantia de substituição. Se você está alugando uma casa ou alugando um apartamento, que seja, pelo menos aqui nos Estados Unidos, a única coisa que cobre são os bens de um locatário dentro da estrutura de locação. Ele não cobre a estrutura, a casa, o apartamento, o que cobre somente as suas coisas que estão dentro da casa. E é super baratinho. Eu lembro que nós alugávamos uma casa que era grande na Califórnia, na Califórnia, e a gente pagava 110 dólares o ano inteiro para fazer o seguro de locatário, chama renters insurance. Então, super barato, não vale a pena você não ter. No Brasil, na prática, a legislação encarrega o proprietário da responsabilidade de pagar o seguro do imóvel alugado, mas também deixa a cargo contratual essa decisão. Ou seja, caso estipulado no contrato, o proprietário pode transferir a taxa para o inquilino. É o mesmo que acontece com outras despesas, como o IPTU e a taxa condominal. De toda forma, se não exigisse o pagamento à parte do seguro do imóvel alugado, o dono do imóvel provavelmente passaria o valor para o aluguel. Próximo elemento, fundo de emergência de 3 a 6 meses. Um fundo de emergência é o dinheiro separado para os eventos inesperados da vida. É o famoso pé de meia. É usado para cobrir despesas mínimas quando e se ocorrer uma grande emergência. Não para manter seu estilo de vida. As emergências podem ser um acidente de carro, visita ao hospital, pode ser um dente quebrado, É aconselhável manter uma poupança separada em um banco diferente para que você não acabe usando para coisas que não são emergências. Quase 70% dos americanos têm menos de US$ 1.000 para emergências. Aqueles com economias entre US$ 1.000 e US$ 5.000 são somente 12% da população. Com 7 em cada 10 americanos vivendo de salário em salário, é compreensível que a maioria das pessoas tenham poucas economias. O problema é que a pessoa aumenta o padrão de vida sem poder. Ela recebe um aumentinho, ela aumenta o quanto ela gasta, em vez de se manter no mesmo padrão de vida e guardar o dinheiro que tá vindo a mais. E também, tendo cartão de crédito e gastando mais do que a pessoa pode, isso atrapalha a pessoa de poder economizar. No Brasil, uma pesquisa da Poder Data fez a seguinte pergunta aos entrevistados. Se você tivesse uma emergência e precisasse de R$ 200, você teria esse dinheiro disponível? Só 40% dos entrevistados disseram ter a quantia. A maior parte, 55%, diz que não. Outros 5% não souberam responder. Esses 5% são as pessoas que não têm a menor ideia de como está a situação financeira delas, o quanto tem no banco, o quanto está devendo. Um fundo de emergência lhe dá a confiança necessária para enfrentar qualquer imprevisto da vida, sem adicionar preocupações com dinheiro à sua lista, especialmente por não ter que depender de cartões de crédito ou empréstimos com juros altos. Confiar em um cartão de crédito como seu fundo de emergência não é sábio. Pessoalmente, acho que não faz sentido nenhum. Se você tiver um cartão de crédito, é menos provável que você procure outras soluções em caso de emergência. Você acaba transformando uma emergência em dívida. Usar o cartão de crédito para despesas inesperadas quando você não pode pagá-las integralmente pode transformar seu custo único em meses ou anos de pagamento da dívida. E simplesmente você está apenas empurrando o problema com a barriga. Qual a melhor maneira de lidar com emergências? Use seu fundo de emergência. Próximo, seguro de vida. Nos Estados Unidos, term life insurance. Nos Estados Unidos, o seguro de vida destina-se a substituir os rendimentos perdidos em casos de morte. Você precisa dele se alguém for dependente da sua renda. Se for só você na vida, você não precisa ter seguro de vida nos Estados Unidos. Quem fica em casa cuidando dos filhos, pai, mãe, avó, essas pessoas também precisam ter a sua própria pólice para substituir o valor econômico que contribuem para as famílias se eles falecerem. Seguro não é investimento, ele existe para proteger você e sua família. Portanto, nos Estados Unidos, escolham o term life insurance. Outros tipos de seguro, eles oferecem um certo tipo de poupança, de investimento. Não funciona. Investimento é uma coisa, seguro é outra coisa. Então, quando você escolheu seu term life insurance, você compra 10 a 12 vezes sua renda anual e por cerca de 15 a 20 anos. Também não é pra sempre. Eu já vi pessoas usarem o cheque do seguro de vida de seus cônjuges e depois terem que ter que procurar trabalho porque elas não conseguem pagar as despesas da casa. É muito triste. A melhor maneira seria investi-lo e usar apenas o que o dinheiro produz. Dessa forma, você garante que o dinheiro continue entrando na casa. É como se fosse aquela história dos gansos, dos ovos de ouro. Você não mata o ganso, porque produz os ovos de ouro. É a mesma coisa aqui. Você deixa o dinheiro investido e ele vai produzir sempre, vai ficar produzindo. Por que 10 a 12 vezes? Ué, porque é mensal, tem 12 meses e 1 ano. Então você vai ter aquilo crescendo e produzindo uma renda pra família. No Brasil, o seguro de vida funciona de maneira diferente. Não funciona só em caso de falecimento, o que foi muito surpreso pra mim. Na verdade, o que pouca gente sabe é que o valor do seguro também pode ser utilizado, dependendo das coberturas da apólice contratada, em situações como incapacidade temporária, total ou parcial por acidente, diagnóstico de câncer, exceto câncer de pele, doenças terminais, diária por incapacidade temporária, DIT, indicado para profissionais que podem contar com o seguro para garantir seus rendimentos em caso de acidente ou doença que os afaste do trabalho, despesas médico-hospitalares e odontológicas em caso de acidente. Outra diferença é quem precisa e quem pode se beneficiar com o seguro no Brasil. A contratação do seguro de vida pode ser feita para garantir a estabilidade financeira do próprio segurado em situações de invalidez ou doença grave, por exemplo. O próprio segurado conseguirá se beneficiar com o valor do seguro em caso de doenças terminais, invalidez temporária ou permanente e para arcar com os custos do tratamento. Próximo, plano de aposentadoria. A aposentadoria é uma parte crucial de um plano financeiro. Se você tem um emprego, um dia você vai querer parar de trabalhar ou não vai conseguir mais continuar trabalhando. De um jeito ou de outro, a aposentadoria vai chegar. Depois de configurar seu investimento e colocá-lo de maneira automática, é só deixar crescer. Sabendo que está investindo, te ajudará a se sentir bem, mesmo que seja uma pequena quantidade. Essa atitude aumenta as chances da pessoa continuar contribuindo, pois se sentindo confiante, agirá de maneira que ajude o desenvolvimento de ótimos hábitos. Então, se você precisa de ajuda para investir, vá atrás de algum profissional que possa te ajudar. Lembre-se, você está procurando um profissional que tem um coração de professor, que queira te ensinar. Se você for para um encontro com algum profissional que está tentando dizer como você deve usar o seu dinheiro, E ele te trata meio snob ou tratando assim como se você não soubesse nada, sai de lá correndo. Eles trabalham pra você, você determina se você quer investir com ele ou não. É como se fosse uma entrevista de trabalho que você está fazendo, tá bom? Se não estiver funcionando, procure outro lugar. Próximo, planejamento financeiro para ensino superior, para quem tem filhos. Aqui fica aquela ressalva, se você não tem filhos, você não precisa economizar dinheiro. E outra, guardar dinheiro para poder pagar a faculdade dos filhos é um objetivo digno, se a família tiver condições. Mas lembre-se que a faculdade não é um direito. Todos acabarão se aposentando um dia, mas nem todos irão para a faculdade. Muitos pais se sentem culpados e envergonhados porque não podem pagar a escola ou deixar seus filhos decidirem para onde eles querem ir. Mesmo que seja porque querem uma experiência universitária ou porque estão apenas cansados de morar em casa e acabam tirando empréstimos. Aqui nos Estados Unidos é o famoso Parent PLUS Loans. E como a gente já comentou antes, ninguém gosta de falar sobre dinheiro, né? Essas conversas são tão desconfortáveis e os pais pulam e não conversam com os filhos ou definem as condições desses empréstimos. Será que os filhos vão ser responsáveis por assumir os pagamentos dos empréstimos após a formatura? Tem que decidir! Além disso, alguns professores e conselheiros do ensino médio tornam isto ainda pior, incentivando esses adolescentes a frequentar faculdades em outros estados ou não aproveitando as oportunidades de baixo custo disponíveis em faculdades comunitárias ou estaduais. Isso me deixa doida, eu via isso sempre lá na Califórnia, que os conselheiros chamavam os alunos dos últimos anos e falavam assim, nossa você quer fazer tal curso, vai fazer em Nova York, vai ser uma experiência tão boa, aqui se você vai para outro estado Se você simplesmente cruza a linha do outro estado, a faculdade já é quase três vezes mais cara. Não tem motivo. E 98% dos empregadores nem olham pra onde você fez faculdade. Me diz qual foi a última vez que você foi no médico que você estava com muita dor e você ficou tentando achar o diploma do médico pra ver se você deixava ele te ajudar. Ninguém faz isso. Bom, Próximo, testamento. Todos os maiores de 18 anos devem ter um testamento. Se você não tiver um testamento, o Estado decidirá como sua posse será dividida aqui nos Estados Unidos. Além disso, embora muito desconfortável, é essencial comunicar às pessoas que fazem parte do testamento o que está escrito nele e quem vai receber o quê. Tenho certeza de que você conhece algumas histórias sobre membros de famílias que não falam uns com os outros ou tem relacionamentos contenciosos por causa da distribuição dos bens terrenos de um parente. Acontece sempre. Embora saibamos que não podemos controlar como as pessoas reagirão, podemos ter certeza de que fizemos tudo o que pudemos para proteger o nosso legado e ter nossos desejos atendidos. E não, só porque você fez um testamento não significa que você vai morrer mais rápido. Bom, brincadeiras à parte, vamos olhar uma situação muito triste. A maioria de nós conhece ou já ouviu falar da cantora Aretha Franklin. Há quase 4 anos ela morreu de câncer no pâncreas aos 76 anos de idade. Na época sua fortuna foi estimada de até 80 milhões de dólares. No entanto, devido ao mau planejamento, seus filhos ainda não receberam nem um centavo da sua herança, e o que eles finalmente vão receber será significativamente reduzido por causa de impostos atrasados que ela não tinha pago. Além disso, ainda não está claro se a Rita tem ou não um testamento que é válido. Quando ela faleceu em agosto de 2018, sua família pensou que a Rita havia morrido sem um testamento. Mas desde então, quatro testamentos diferentes foram descobertos. E desde que esses documentos vieram à tona, seus quatro filhos adultos estiveram no tribunal brigando entre si por seus bens, e qual deles deveria ser designado como representante do espólio. De fato, embora seus supostos testamentos mostrem claramente que ela estava preocupada com o bem-estar da sua família, E queria que eles compartilhassem sua fortuna, o planejamento aleatório da lendária cantora colocou irmão contra irmão, expôs segredos obscuros da família e perdeu milhões de dólares para o IRS. 7,8 milhões de dólares em impostos que não foram pagos até hoje. E pra piorar, apesar da lendária cantora ser reservada, tudo isso aconteceu nas manchetes dos noticiários pro mundo inteiro ver. A situação da Aretha é trágica e muito comum entre músicos famosos. O Prince, Jimi Hendrix e Bob Marley morreram sem testamento. No entanto, é importante aprendermos com sua história e outras semelhantes, na esperança de que elas nos inspirem a fazer o que é certo pelos nossos entes queridos, criando um plano adequado. E esse planejamento é vital, mesmo se você tiver muito menos riqueza do que Aritha. Na verdade, o planejamento pode ser ainda mais crítico para aqueles com menos ativos. Afinal, dada a enorme fortuna dela, é provável que seus herdeiros ainda recebam herança, enquanto erros semelhantes provavelmente acabariam totalmente com herança menor. Mostre a sua família um pouco de R.E.S.P.E. City e se você não tem um testamento, faça um. E lembre-se de registrar no cartório. Aqui nos Estados Unidos chama-se Notarized, com as testemunhas. No Brasil é válido por cinco anos e nos Estados Unidos você tem que refazer quando mudar para outro estado. Então no Brasil, a cada cinco anos, Você não morreu, vai lá e faz outro. Registra no cartório e fica tudo certinho. E aqui nos Estados Unidos, cada vez que você mudar, se você mudar pra um outro estado, que é que o povo muda pra caramba, né? Mas se você mudar pra outro estado, você tem que fazer de novo. E os nossos dois últimos elementos. Na verdade eu chamei de um só. Procuração. A saúde e a procuração geral. Uma procuração para a saúde permite que o indivíduo faça decisões necessárias com médicos e hospitais se a pessoa designada não puder fazê-lo. Precisa ser autenticada no cartório. É aquela pessoa que vai decidir se vai desligar a máquina ou não se a pessoa entrar em coma e coisas assim. Uma procuração geral durável é um documento juridicamente vinculativo que permite que você nomeie alguém para administrar sua propriedade ou assuntos financeiros. No caso, o meu sogro e minha sogra estão numa casa de repouso aqui perto da gente. Eles não conseguem se locomover muito facilmente. Então, na verdade, é bem difícil tirar eles de casa. É um transtorno, né? Porque eles não conseguem andar, eles têm dificuldade de tem que andar na cadeira de rodas e tal. Então, o meu marido já fez a procuração para os dois e mesmo com a procuração ainda é muito difícil, as pessoas não aceitam às vezes, elas reclamam, elas querem falar com a pessoa e às vezes meu sogro e minha sogra estão deitados e dormindo e descansando ou eles já nem lembram mais das informações que são necessárias. Eu sei que é uma dificuldade, infelizmente, é uma maneira de honrar os nossos familiares, os nossos idosos, tomando conta deles. Então, é muito importante ter. E no nosso caso, é honrar a nossa família, se a gente estiver nessa situação, para não fazer a situação difícil para os outros. Então, faça a sua procuração geral e a sua procuração de saúde. Bom, esses daí são os elementos de uma vida financeiramente segura. E de novo, se você quer ser uma CFM, Chief Financial Mom da sua casa, você tem que, tendo essas coisas em ordem, você vai se sentir muito bem e vai tomar conta da sua família muito bem. Eu acho que eu pulei um. O último é a proteção contra roubo de identidade. Bom, a gente vive na internet hoje em dia. Se você não tem proteção contra roubo de identidade, várias coisas podem acontecer com os seus documentos e coisas assim que você usa na internet. Cartão que você tem registrado em algumas lojas. Então, é muito complicado isso. Se você tiver essa oportunidade de fazer uma proteção contra roubo de identidade é muito importante. Aqui nos Estados Unidos pelo menos eu pago acho que é 15 dólares pela minha família inteira. Eles monitoram tudo o que está acontecendo em relação ao Social Security, minhas contas no banco e tal. Eles têm tudo isso cadastrado que eu já coloquei lá. Apesar de não poderem fazer muita coisa, o importante é ter um time que venha te ajudar na hora que você tem que ir atrás de todos os seus documentos e fazer tudo de novo e para reclamar o que aconteceu e provar que não foi você que usou essas coisas, que não usou sua identidade para abrir uma conta no banco, não sei aonde. Então, eu recomendo o ReliaShield pra vocês. Eu tenho o Zender porque eu não tenho cartão de crédito e eu não me importo com o meu credit score. Não precisa desmaiar, tá bom? Mas eu não me importo com o credit score. Então, eu não tenho o meu programa com o Zender. É uma proteção que não monitora o crédito. Mas se você é preocupado com o seu crédito, então ReliaShield. Se você quiser, eu ponho o link no show notes pra você clicar lá e fazer baratinho. O nosso, como eu te falei, 15 dólares por mês. E é uma coisa que dá paz na mente. Saber que tem alguém ali, se eu precisar de ajuda, se alguma coisa acontecer. Baratinho. Bom. Então, vamos lá. Vamos relistar os elementos, já que a gente chegou no final. Então, lembre-se, o orçamento mensal sem resíduos, a poupança de emergência de 3 a 6 meses, plano de aposentadoria, o testamento, procuração de plenos poderes e procuração médica, seguro de vida, plano de saúde, seguro de carro, seguro de casa, planejamento financeiro para ensino superior se você tem filhos, proteção contra roubo de identidade e as poupanças para contas anuais ou itens planejados. Lembre-se, se você quer ser a CFM da sua casa, Chief Financial Mom, colocando essas coisas em ordem é muito importante. Mas aprender a gerenciar sua mente sobre dinheiro é essencial pra você se sentir tranquila e confiante em sua vida. Obrigado por ficar comigo até agora. E se você quiser uma cópia dos elementos que a gente discutiu aqui hoje, Então vai lá no meu site e faça o download. Ou então clique no link na seção de notas do chão. Espero que tenha gostado do episódio de hoje. Lembre-se de seguir, avaliar e comentar. E se você está pronto para investir em si mesmo, confira meu site strasbourgcoaching.com para agendar uma sessão de coaching ou tentar meu grupo de membros gratuitamente. Estarei de volta na próxima semana com mais um episódio lucrativo do podcast O Dinheiro Não É O Seu Problema. Até breve e obrigada!
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