⏰📱 Ep.40 Arraste Com Propósito: Gere Energia Hoje Com Seu App de Fotos
2 Dec 2025 · 54 min
CFM Coach explores how negativity bias shapes financial decisions and emotions. Brandon Burchard's photo-review exercise builds gratitude and better money habits by intentionally recreating positive feelings. Personal stories from teaching, a quinceañera, and Growth Day Live show how patience and letting go of being right prevent common financial thinking errors.
Questions this episode answers
Seis meses.
strasbourgcoaching.com/barra/joincfm
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Bem-vindas ao Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast, onde conversamos todas as semanas em como você pode se tornar boa com o dinheiro, no bolso e na mente, usando ferramentas práticas do coach pessoal e maneiras simples e eficientes de lidar com a matemática do dinheiro. Está pronta? Invista em você mesma e vamos lá! Olá, olá! Bem-vindo a mais um episódio do Dinheiro Não É O Seu Problema Podcast. Espero que você esteja tendo uma boa semana. E se não tiver, quem sabe, depois de ouvir esse episódio, você vai se sentir melhor e vai poder fazer algumas coisas para melhorar o seu dia. Essa é uma introdução perfeita para o episódio de hoje. Porque hoje nós vamos falar sobre o viés negativo. Eu sei que não parece muito legal, mas também quero falar do viés positivo. Parece que, às vezes, quando nós temos que decidir alguma coisa, o mais fácil é sempre pensar o que vai ser negativo, o que vai acontecer de errado, como aquilo não vai dar certo. E é claro, nós temos que tomar as medidas preventivas para que a coisa errada não aconteça. Fazer tudo o que a gente pode. Analisar a situação e ver quais os pontos negativos. Mas, ao mesmo tempo, qual seria o oposto? E se a coisa melhor acontecesse? Então, se você vai tomar uma decisão, pense nas duas possibilidades. Passe o mesmo tempo pensando na positiva e na negativa. Eu sei que é muito mais fácil pensar na negativa, mas pense na positiva também. Outra coisa que é interessante é quando você está tendo que decidir alguma coisa entre duas coisas boas. Eu aprendi uma maneira muito boa de tomar a decisão, de me ajudar a pensar. Em vez de pensar qual que seria a melhor, porque tem uma boa e a outra é ruim, ou uma é melhor do que a outra, eu acho interessante analisar se as duas possibilidades dessem certo, qual das duas eu preferiria. E é difícil fazer isso virar um hábito, mas dá pra fazer. Eu já tenho feito isso há uns anos, praticado isso, de pensar se as duas escolhas são ótimas e se tornarem do jeito que eu quero, qual que é a que eu prefiro mais? Geralmente, quando a gente pergunta isso pra si mesmo, a gente sempre escolhe uma em relação à outra, porque a gente tem a possibilidade que as duas vão dar certo. E tem sempre uma que parece que chama a gente mais. Bom, mas eu tô me adiantando. No último episódio, eu falei pra vocês que eu não tinha feito nenhuma revisão do ano de 2024. E sem fazer uma revisão do ano, eu estava meio sem estabelecer metas, porque eu precisava, na minha cabeça, eu precisava ver o que não deu certo, o que deu certo eu quero fazer de novo, e eu não tinha feito nada disso. Olha aqui, nós estamos quase no meio de março e eu ainda tô falando do ano passado. Mas eu fiz um exercício muito legal esses dias, e eu queria passar pra vocês. Claro que pro ano que vem eu vou fazer em dezembro, eu vou fazer em novembro desse ano, em vez de esperar até o começo do ano que vem pra fazer. Mas eu gostei muito desse exercício. Um dos meus Life Coaches, o nome dele é Brandon Burchard, acho que eu já mencionei ele aqui. Ele tem uma maneira interessante de começar a fazer essa revisão do fim do ano. Pode ser a revisão do fim do mês, eu acho. Mas ele encoraja a fazer isso no fim do ano. Só agora que eu fiz. Mas o que é muito interessante, ele recomenda você pegar o seu telefone, sentar num momento assim que você está em calmo, sem distração, e olhar foto por foto o que aconteceu no ano anterior. Então, começar no dia 1º de janeiro do ano passado e até o fim do ano. Então, eu fiz isso com o meu telefone. Na verdade, eu fiz isso até meio de fevereiro porque eu estava fazendo o exercício atrasado. mas não tem problema. Então eu peguei uma manhã, peguei a minha planilha e fui para uma padaria que tem aqui perto. Eu sentei lá, sossegada, avisei meu marido porque se eu fico em casa os cachorros ficam vindo me ver e aí eu não concentro. Então eu sentei num lugar calmo e comecei a olhar o meu telefone e a escrever as coisas que eu estava vendo, as fotos que eu tirei. No começo eu comecei, sabe como é né, cabeça matemática, eu já tinha que criar um sistema para organizar as minhas memórias. Então o que eu fiz? Eu separei pessoas interessantes, pessoas legais que eu conheci Eu separei experiências, coisas que eu participei que foram bem legais O meu negócio, as oportunidades com o meu negócio E também coisas que eu aprendi, que eu gostei, lugares que eu fui Eu meio que separei assim. E depois de começar um pouco, fazer algumas, escrever algumas nessas categorias, eu percebi que algumas memórias minhas vinham na cabeça das coisas difíceis que eu passei. Eu falo passei porque eu sobrevivi, eu consegui superá-las. Ou eu consegui lidar com elas da melhor maneira possível naquele momento. E foi muito legal, porque aí eu consegui ver não só as coisas super legais que eu fiz, mas também o meu progresso em termos de aceitar as coisas difíceis e crescer com essas experiências. Foi muito interessante também, à medida que eu ia olhando as fotos, tinham coisas e eventos e atividades que eu nem lembrava mais que eu tinha feito, então me ajudou a lembrar das coisas que já tinham passado também. Foi interessante também ver que as coisas que eu ia anotando, nem todas elas eram gigantes. A maioria delas foram atividades corriqueiras, coisas que aconteceram assim normalmente no dia a dia. Como por exemplo, nós fomos sair pra cantar karaokê pro aniversário de uma amiga minha, da minha amiga Cristine. Ou então eu ajudei uma amiga com um evento ao vivo, que foi bem legal. Ou então eu participei, fui só assistir uma palestra de uma moça que superou muitas coisas difíceis na vida. nome da Lacy Bird ou então as fotos que eu tinha guardado tinha guardado não, eu tinha colocado em uma caixa e nunca tirei elas da caixa enquanto eu mudava de casa em casa finalmente quando a gente chegou aqui eu tirei elas da caixa e eu comecei a olhar aquelas fotos antigas e lembrar dos momentos ainda mais do passado e tive também a oportunidade de tirar umas fotos das fotos e compartilhar com as pessoas que ainda estão na minha vida que ainda fazem parte e poder relembrar com elas os momentos outra coisa que foi bem legal que eu pude fazer ano passado foi assistir uma peça de teatro que a igreja põe no fim do ano e que se chama Savior of the World e eu não tinha ingressos mas eu apareci lá numa noite de inverno fiquei sentada lá na bilheteria esperando ver se eu conseguia entrar pela fila de espera E olha só, o diretor da peça, que eu não sabia que era o diretor da peça, estava passando, me ouviu falando que eu estava lá para conseguir um ingresso e me deu o ingresso. Então, que gratidão que eu tive daquele diretor, que nem me conhecia, me dar um ingresso para eu poder assistir a apresentação da noite. Nós também tivemos a oportunidade de receber pessoas aqui em casa, ter uma filha de uns amigos da gente vir aqui ficar alguns dias e depois ela agora trabalhar pra mim. Então, todas essas oportunidades e essas memórias, elas me trouxeram muita alegria, só de revivê-las. E enquanto eu estava procurando as atividades boas, eu percebi que muita gratidão, eu sentia muita gratidão por várias coisas e eu fui anotando. E não é à toa que os psicólogos, líderes, gurus e até influencers do TikTok falam sobre você listar todo dia as coisas que você é grato na sua vida. Eu fiz isso por muito tempo e depois de um tempo eu comecei a repetir as coisas, então eu mudei o foco de como eu faço. Eu já falei sobre isso em outro episódio, sobre o discurso do presidente Henry B. Irene, da igreja, e ele falou sobre como procurar a mão de Deus na nossa vida. E essa é a maneira como eu faço a gratidão, é perceber as coisas que o Senhor me dá, as coisas que o Senhor me protege e ver isso nos meus dias, ver a mão do Senhor na vida da gente. Então é isso que eu faço, eu procuro oportunidades, experiências, momentos em que eu tive proteção que foram dadas pelo Salvador. E essa é a maneira como eu faço esse processo da gratidão agora, esse exercício da gratidão. e me faz me sentir muito bem, muito feliz mesmo, e é difícil você achar uma pessoa que está grata e ela ser ranzinza. E quando a gente está mais feliz, mais em paz, a gente trata os outros com mais bondade, com mais respeito, porque nós estamos felizes. Hoje de manhã eu estava ouvindo um episódio de um podcast de uma pessoa que trabalha com imóveis e ele também criou uma companhia de consultoria muito importante para as pessoas que estão nesse ramo e ele estava contando sobre a experiência dele com o burnout. Quando ele trabalhava demais há uns anos atrás, ele estava muito estressado, ele estava comendo mal, mal dormia, não se cuidava, não ia na academia, ele estava se sentindo péssimo e aí o estresse dele estava muito acelerado e ele estava tratando as pessoas de uma maneira que parecia crítica, direta e objetiva, mas mais E aí ele disse que quando ele começou a se cuidar, ele conseguiu tirar uns dias de folga só para ele se organizar, ele criou uma nova rotina, escreveu todos os processos para a vida dele, assim, de uma maneira que levasse em consideração a saúde dele, a saúde mental, e ele diz que quando ele voltou desse Desse período que ele tirou de folga aí, desse retiro. Não era um retiro, era um período só pra ele mesmo, sabático, sei lá. Acho que ele tirou uns 20 dias. Ele falou que ele olhou pra esposa dele e falou assim, nossa como a minha esposa está boazinha. E na verdade não era ela que tinha mudado. Era ele, era a perspectiva dele. Como ele estava se sentindo melhor, ele via as coisas de uma maneira diferente. Uma última experiência que eu tive relembrando as fotos, né, olhando as fotos relembrando o meu ano, foi a oportunidade que eu tive de dar uma aula na faculdade, a faculdade aqui da UVU, e as aulas que eu estava dando eram para futuros professores, e era uma classe para ensinar os professores a lidar com problemas de comportamento na sala de aula. Depois de revisarmos as várias estratégias que o livro estava ensinando, e eu pude compartilhar as minhas experiências da classe, né, de ser professora tantos anos, nós chegamos num ponto onde que os alunos tinham que virar os professores, tinham que ensinar à classe a matéria que eles estão estudando. Então, vamos supor, alguém ia ser professor de arte, então eles tinham que fazer uma aula de arte, e durante aquele período eu estaria observando o uso de estratégias em relação relação ao comportamento da classe. Na verdade, todos ali estão querendo aprender, então todos eles são bons alunos e era muito difícil convencê-los a se comportarem mal durante a aula dos colegas. Eu era a sementinha da discórdia, então eles no começo do ano eles me falaram quais as coisas que eles tinham mais dificuldades em relação ao comportamento dos alunos e aí eu lembrei de cada um eu anotei e aí em cada aula dependendo de quem fosse eu fazia aquele determinado comportamento então teve briga na classe, teve pessoas que dormiam e não faziam nada. Eu imitava todos esses, eu fazia esses papéis. Tinham alunos que estavam dando aula que queria assim, que eles odiavam que a classe ficasse em silêncio. E aí eu fazia o professor sair e falar pra todo mundo, não conversa, não responde, não faz nada, não engaja. E ele tinha tanta dificuldade de não participar, de não querer ajudar o colega, de não responder as perguntas que o professor estava fazendo. Foi uma experiência muito gostosa, muito legal, e foi bem diferente ensinar uma classe onde as pessoas querem aprender. E todo mundo se divertiu muito. Acho que se a faculdade ainda tem aqueles vídeos, melhor eu queimar aquilo, viu? Porque teve uns momentos muito engraçados, que até o professor me carregou pra fora. O aluno me carregou pra fora da classe, assim, com a mão, foi me levando pra fora, que ele não me aguentava mais. E, na verdade, eu não fiz aquilo pra zoar deles. Era pra eles verem como a gente reage em momentos de pressão, quando a coisa está acontecendo, né? Na maioria das vezes eles me falavam assim, não, porque nós temos que amar os alunos que estão, os bagunceiros, nós temos que tratá-los bem, se eles foram expulsos, se eles tiveram suspensão, no outro dia estamos de braços abertos e tal, mas é diferente colocar isso em prática quando o aluno está te amolando o período E o pior, como tínhamos vários alunos apresentando as aulas deles, eu repetia esse comportamento, essa amolação ficava a aula inteirinha, eu amolando. Só mudava o sabor da amolação. Chegou num ponto que os colegas tinham que fazer análise da aula do professor, e aí eles colocavam embaixo assim, a bateria é muito chata, ela tem que parar com isso. Então, foi bem legal. Adorei essa experiência. E aprendi muito também, porque nós chegamos no final e o tempo acabou e nós não tínhamos mais aulas pra gente juntar um dia e fazer uma última aula com uma revisão das coisas que a gente aprendeu coisas como aquela pessoa podia lidar com aquele tipo de comportamento de uma maneira mais eficaz, como manter a calma durante esse momento. Então, isso ficou faltando, mas foi muito legal porque eu recebi a avaliação dos alunos e aí eu aprendi também várias coisas que eu posso melhorar em dar aula. E a experiência do retiro do ano passado? O dia que eu estou gravando esse episódio, nesse dia, faz um ano exatamente que eu comecei a me associar com as meninas que fizeram o retiro comigo. E a história do fantasma, aquilo ficou marcado pra sempre. É muito engraçado. Se vocês não ouviram, volte no episódio do retiro e do fantasma, porque foi demais. E são coisas pequenas, né? Uma menina pensou, uma de nós pensou que tinha um fantasma lá dentro. engraçado coisas pequenas não precisa ser nada grandioso claro que também é essas coisas que são eventos que acontece com a nossa família também é muito importante a minha filha fez 15 anos e ela queria uma festa de debutante então o ano inteiro ela planejou e ficou pensando na festa e nós planejamos com ela e compartilhamos com as pessoas queridas da gente pessoas que nos apoiaram que apoiaram ela nos momentos difíceis foi Como se fosse uma fechada do ciclo dela maior com os problemas emocionais. E nós estamos muito gratos com as pessoas que vieram. Pessoas que fizeram parte mesmo de um comitê de poder ajudá-la, né? De pessoas interessadas na saúde dela, nas emoções, e que ela se sentisse melhor. E foi uma festa bem bonita, ela gostou muito. Geralmente, ela espera muito, tem muita, assim, expectativa de algum evento. E aí, o que acontece? Ela se desaponta. ela fica muito desapontada com o que aconteceu e dessa vez ela não ficou desiludida o que aconteceu na festa ela curtiu e ela aproveitou todo ano planejando a tal da festa então esse foi um evento grande para nós que graças a Deus ao Pai Celestial eu consegui nós conseguimos ter o dinheiro por estarmos livre das dívidas de dar esse dinheiro pra essa festa e fazer essa festa acontecer. E a festa não está nos perseguindo, porque não pagamos nada com dinheiro que não era nosso, né? No cartão de crédito, empurrando aquelas coisas pra frente. Foi uma festa regradinha? Foi! A gente não gastou milhões. Fomos bem organizados e procuramos as coisas que eram acessíveis pra nós. Até o vestido dela nós compramos de uma maneira que foi bem acessível, que não foi caro. Por quê? Comprar um vestido que ela vai usar uma vez só na vida, né? é um desperdício. Nós fomos em algumas lojas aqui perto de casa porque eles aproveitam, né? Como não tem lojas em vários lugares que vendem esses vestidos e a comunidade hispânica tem essa tradição também da quinceanera, nós fomos numa dessas lojas para ver pelo menos o tamanho dela, né? Na verdade, ela queria um vestido do Mark Kai. e eu não consegui convencê-lo ao contrário. Então, eu levei ela numa dessas lojas pra que ela colocasse um e vê se era desconfortável, se ela não gostava, né, como é que ficava. E nós vimos e a moça prontamente já veio nos atender, nos oferecer o serviço dela de que ela podia ajustar o vestido no tamanho perfeito da Iris e o vestido, só o vestido sem o ajuste já era dois mil dólares. tá bom, falamos obrigada e fomos embora e tem pais que acabam caindo no conto do vigário e acabam gastando porque não sabem que podem achar o vestido em outro lugar mais barato então o filho faz o maior xilique, a filha faz o maior xilique e aí o pai se sente que tem que comprar o tal do vestido Então, logo de cara, nós já estabelecemos um orçamento pra festa e deu tudo certinho. Nós conseguimos que fosse num lugar onde meus sogros pudessem participar. E foi uma coisa muito especial, porque a minha sogra faleceu o mês seguinte. E foi uma oportunidade de a gente tirar fotos juntos, dela poder aproveitar uma festa, e as pessoas conversaram com ela. Então, foi um momento bem legal, assim. Foi uma oportunidade muito boa pra as pessoas poderem vê-la e conversar com ela. Última experiência que eu vou contar, que veio na minha memória. Ano passado, eu consegui ir pra Los Angeles para assistir o meu Life Coach, o Brandon Burchard, no programa que ele chama Growth Day Live. Então, ele fez isso o mês inteiro, porque foi logo depois do COVID, eles não faziam mais eventos presenciais. Então, ano passado ele decidiu que as pessoas precisavam de eventos presenciais, e eu dei sorte, porque ele fez uma vez por mês, mas aquele de setembro, que foi o que eu fui, ele fez quatro dias de eventos. Então, um dia era aberto para as pessoas que faziam parte dessa mensalidade, desse programa dele de mensalidade, que é o Growth Day, e aí depois no outro dia teve um especial para o grupo dele que era de mentoria assim personalizada e depois dos outros dois dias foram para as pessoas que eram coaches dele e como eu tinha comprado um programa eu fui convidada para participar desse também o que foi ótimo na verdade um dia eu cheguei lá tão mais cedo que era um dia dos coaches né um calor infernal a gente naquela fila mas como eu já tava lá muito cedo A pessoa pensou que eu era um dos VIP e passou lá pra frente. Então, eu entrei, não tinha muita gente, eu sentei lá e falei assim, nossa, poxa, só tem isso de coach, né? Muito esquisito. Aí depois que ele deu, sei lá, uma hora de apresentação, todo mundo aproveitando que ele estava ensinando, ele pediu as pessoas pra... Ele pediu para que as pessoas fizessem perguntas, ele respondeu, foi uma coisa assim mais íntima, né? Aí ele parou de repente e falou assim, agora nós vamos abrir as portas e deixar o pessoal entrar. Eu falei assim, quê? Foi aí que eu descobri que eu estava no lugar errado, mas no lugar certo ao mesmo tempo. E aí entrou a muvuca. Mas aí eu já estava num lugar bem legal pra assistir, foi ótimo. E uma das coisas que eu ganhei dessa apresentação, né, de conhecimento, foi usar um GPT que a gente usa, que é customized, que é especializado pra mim. Então, eu tive a oportunidade de ver em ação e eu gostei muito. Eu pratiquei com o de chat, mas também eles mostraram pra gente o de vídeo e de voz. Foi muito interessante. E aí quando eu voltei, eu consegui pegar essa ferramenta e agora estou oferecendo essa ferramenta no meu curso de mentoria no meu CFM Academy. Então, as mulheres que querem melhorar com dinheiro e elas têm perguntas, às vezes a gente tem a pergunta e vem, sei lá, às 10 horas da noite. Ou então, quando a casa fica silenciosa, é o momento que a gente começa a pensar. Ou a gente acorda no meio da noite e não consegue dormir por causa desses problemas com o dinheiro, com a família, e não fazer as contas não baterem. Então, essa é uma oportunidade que a pessoa tem, as mulheres do meu programa tem, de entrarem e perguntarem como se fosse pra mim, sei lá, qualquer dúvida que elas tenham. Então, o meu customized GPT, que é o meu clone, né, ele é treinado com as coisas que eu ensino no programa, com as coisas que eu sou treinada, e então as direções, esse momento que ajuda a pessoa a refletir e achar as próprias soluções, porque a gente não gosta quando a pessoa fica mandando a gente fazer as coisas. E o meu clone está programado assim, foi desenvolvido para que ajude a pessoa a pensar e a resolver vários dos problemas dela. Descobrir por ela mesma soluções das coisas que ela tem para fazer. Quando a gente descobre as soluções ou um caminho, tem as ideias, a gente consegue colocar em prática muito mais fácil. Porque é uma coisa que já veio da gente, então a gente segue em frente. Então, graças a ter ido nesse evento, eu pude adicionar essa ferramenta para o meu programa para poder ajudar as mulheres. E é claro, quando o clone não responde algumas coisas do jeito que eu responderia, porque não sou eu, né? Eu posso revisar aquela conversa e posso mudar, ajustar de como que eu quero que o clone responda da próxima vez, de uma próxima vez. Então eu continuo treinando o meu clone e à medida que eu vou criando coisas, eu vou adicionando para ficar sempre atualizado com coisas que eu aprendo, com coisas que estão acontecendo no mundo, mas o básico do bom gerenciamento de dinheiro nunca muda. Outra coisa interessante desse exercício foram as experiências difíceis que eu consegui passar. E não que eu nunca mais queira vê-las na vida, mas a lembrança de que eu consegui sobrepujar, de que eu consegui ficar e não desesperar ou desistir da coisa só porque estava difícil, me fez me sentir muito melhor. E isso pode ser, se você fizer esse exercício que eu vou colocar aqui disponível para você no show notes, no resumo do episódio, você pode fazer essa lembrança das coisas negativas, mas ver qual que foi a lição que você tirou delas. Eu percebi uma das coisas que foi muito difícil pra eu aceitar e eu precisei de várias oportunidades pra testar isso, né, pra aprender essa lição. Que nem alguém tava falando sobre desenvolver paciência. Como você desenvolve paciência? Ué, você tem que ser colocada nas situações em que você tem que praticar a paciência. No começo você só tem a consciência de que você precisa melhorar. E com o tempo você vai mudando no seu cérebro, vai fazendo aquela... uma ligação diferente, né? Pra que você possa parar o comportamento automático, pensar em como vai responder, né? E aí desenvolve a paciência, né? De você poder aguentar algo demorar pra acontecer. Pra mim, essa lição que eu aprendi foi em relação a ser pacificadora. Apesar de eu ter informações, evidências, provas, eu tinha as provas, tudo, sabe quando as pessoas falam, nós temos que deixar aqui tudo em papel, tudo anotado, porque vai servir de prova de que eu fiz a coisa, de que eu estava certa. E eu acho que eu tentei várias vezes, com várias pessoas diferentes, em vários momentos, sentar que eu estava correta, que eu estava certa, baseada nas evidências, mas toda vez que eu brigava assim, não brigava, não discutia, mas eu ficava mandando, era mensagem, ou era a interação com a pessoa, e querendo sempre provar, né, ter a prova da coisa que a pessoa fez errado, pra, no fim das contas, eu que me sentia mal. E aí eu descobri que eu estava aprendendo que quando eu ajo, deixa a pessoa vencer. Deixe ela estar certa. Eu prefiro estar em paz do que estar certa. E a pessoa pode estar errada a meu respeito. E tudo bem. Eu vou aceitar. Então, isso foi uma das lições que eu aprendi. E eu consegui identificar isso porque eu sentei pra olhar as fotos no meu telefone. Então, tentando ser durona, né? Nunca resolveu o meu problema. Então, eu percebi que isso não é o jeito com que eu vou... Que vai me trazer mais sucesso, mais paz, mais alegria na minha vida. Outra edição difícil foi uma experiência que nós tivemos, que toda a família passou aqui, mas principalmente a segunda parte foi a que foi mais difícil. A minha sobrinha veio morar com a gente, ela veio do Brasil pra conhecer um rapaz, namorar, e ela acabou casando. Então, tendo ela em casa, fui assim, adaptando por ter uma quinta pessoa, uma pessoa diferente dentro de casa. E isso foi um ajuste pra todos nós. Mas o mais difícil foi, depois que ela casou, e ela acabou de fazer um ano de casada, depois que ela casou, percebi as dificuldades. deles como um casal novo onde só o rapaz estava trabalhando enquanto ela fazia o processo dela de migração para poder arrumar o emprego e tal e a dificuldade de achar um emprego que calha né e eu vendo de fora a oportunidade de ajudar mas ao mesmo tempo deixar que o mundo dê essas oportunidades para que eles possam crescer então foi difícil para eu conseguir me conter de não ir levar as coisas que ela precisava toda semana e quando eu via né as As coisas que ela me contava e tal, eu já queria consertar logo na hora. E eu tive que aprender que não é assim. Que quando a gente faz as coisas pra outra pessoa e ela não tem a oportunidade de crescer, a gente não está ajudando, né? Nós estamos atrapalhando o crescimento dela. De vez em quando eu ainda faço alguma coisa assim, generosa pra ela, mas ao mesmo tempo não faço consistentemente pra que não vire um hábito, pra que eles possam andar com as próprias pernas. Isso foi muito difícil pra eu aprender, muito difícil mesmo. Mas que agora me faz me sentir mais confiante e tendo mais controle sobre as minhas decisões e levar um tempo analisando a situação e vendo se realmente é necessário que eu ajude ou se vai fazer mais mal do que bem. Bom, mas por que eu tô falando tudo isso? Por que eu tô gastando tanto tempo falando sobre esse exercício? Porque eu percebi uma coisa muito interessante. Depois que eu terminei de fazer esse exercício e olhar todas as minhas fotos do ano até fevereiro, eu me senti muito feliz. E eu tava me sentindo muito bem. Eu saí lá da padaria super feliz, vim pra casa em paz. E aí o que aconteceu? Eu comecei a pensar sobre o poder que nós temos de gerar emoções. As pessoas falam assim, não, emoção, a gente não pode gerar emoção. Pode sim. Como que a gente sabe que isso acontece? Você já foi no cinema? Os diretores de filmes, eles são muito bons em recriar situações ou oportunidades para que nós possamos sentir essas emoções. Eu brinco com as minhas filhas que eu choro até no comercial do McDonald's. E veja só, no cinema nós não estamos passando por aquela experiência. Aquela situação não está acontecendo com a gente, mas eles criam o mesmo tipo de emoção se a gente estivesse passando. Aliás, quando nós já passamos por uma situação semelhante, a gente ainda se sente mais relacionado com a história e a gente ainda fica mais... a emoção ainda toma mais conta da gente. Então, eu fiquei pensando... a gente não pensa muito nas coisas boas que acontecem. Vamos supor que a gente está planejando ou pensando no futuro... ou então a gente fica muito preso ao passado... e nas coisas que a gente fez errado... que a gente se sente mal... e aí a gente cria essa emoção negativa dentro da gente mesmo... a gente nem está passando mais pelo problema do passado... mas a gente continua criando essa emoção dentro da gente... e essa emoção negativa... não vai nos levar a tomar atitudes positivas. Acho que às vezes também as pessoas ficam com medo de olhar para as coisas boas, porque se compartilharem com alguém, essa pessoa pode julgar ou tentar se mostrar melhor ou diminuir a experiência da pessoa. E aí as pessoas não estão muito animadas em compartilhar as coisas boas, porque sempre alguém vai falar alguma coisa negativa ou vai tentar falar que a dela não é importante. Então, geralmente isso traz um sentimento de diminuição para a pessoa que está compartilhando, ou vergonha. E aí a pessoa se sente pior, apesar dela ter tido uma experiência ótima e ela só queria compartilhar com alguém. Então, quando fazemos esse exercício no papel, de propósito, então a gente consegue recriar coisas boas. Alegria, paz, gratidão. Porque a gente está olhando no papel e está lembrando das coisas que nós passamos. E quando nós somos motivados pela alegria e pelo amor e gratidão, aí nós podemos ajudar os outros. Isso nos ajuda a alcançar os nossos objetivos e a seguir em frente fazendo as coisas que, mesmo quando são difíceis, a gente tem essa capacidade, a gente tem mais ânimo, a gente tem mais determinação para passar pelas coisas difíceis. Isso é um processo que pode te ajudar nas suas metas financeiras. Ficar olhando para o passado e para todas as coisas que você fez errado com o dinheiro só te gera mais tristeza e reforça essa crença que você tem que você é ruim com o dinheiro. Então, o que acontece? Você vai tomar outras decisões que não vão estar alinhadas em ser bom com o dinheiro, porque você já acredita que você é ruim com o dinheiro. Bom, mas aí você fala, tá, eu penso que eu sou ruim com o dinheiro, e aí, como é que eu vou sair disso? Porque a evidência fica se provando verdade. E quando eu olho para o passado, eu acho mais evidências das coisas erradas que eu fiz com o dinheiro. Vamos pegar o exemplo desse exercício. Você consegue modificar, você consegue gerar uma energia diferente dentro de você, uma emoção diferente de você que vai te levar a tomar atitudes diferentes. É claro que o negativo é o famoso viés negativo e ele tem sido estudado por muitos anos na psicologia de comportamento e também na neurociência. Isso faz parte, né, do jeito como a gente pensa, a gente vai modificando o nosso cérebro, né, por causa da neuroplasticidade, você continua reforçando coisas negativas, o cérebro vai ficar de uma certa maneira. Mas é possível treinar o cérebro para pensar de outra maneira, de trocar o foco, né, de ser sempre negativo. Então, mas tudo bem, eu tô falando de viés negativo. E se você não sabe o que é o viés negativo? Bem, os nossos cérebros, eles são programados para focar mais no negativo do que no positivo. Claro, é um mecanismo de sobrevivência. A gente já falou sobre isso. Tem a triagem de motivação no cérebro. É buscar prazer, evitar a dor e gastar menos energia. É assim que nós desenvolvemos os nossos hábitos. Simplesmente fazemos o que for automático, o que for mais fácil, o que nos traz prazer imediato e que gasta menos energia possível dos nossos cérebros. Por isso que a mudança é tão difícil, porque você vai ter que gastar energia para redirecionar o seu pensamento e o cérebro não gosta disso, ele quer fazer as coisas no automático. tudo isso para nos mantermos vivos, porque já estamos programados para procurar as ameaças em volta da gente. E não importa se é uma ameaça física ou uma ameaça emocional, o cérebro vai interpretar da mesma maneira, porque é como você vai experienciar aquilo. Se você vira um monstro, você vira um monstro na casa do terror, ou você tá andando na rua e de repente tem um cachorro super bravo. Essas coisas que vão te causar medo é o mesmo sentimento que você vai ter se por acaso você tá tão estressado com o dinheiro e de repente chega uma conta que você não estava esperando. O mesmo frio no estômago, o mesmo aquele pânico de não ter o dinheiro, que vão levar a casa embora, que vão cortar a água. Essas coisas são emocionais, mas acontecem fisiologicamente praticamente do mesmo jeito. Com essa tendência já acontecendo em nós, fisiologicamente, aí fica mais fácil pra gente ficar focado mais ainda nos fracassos da vida do que nas vitórias. Isso que vai influenciar o jeito como a gente pensa e as nossas escolhas. Porque o sentimento vai fazer com que nós tenhamos atitudes que vão trazer as consequências. E dependendo do sentimento que a gente tem, é o que vai determinar se a gente vai lutar e seguir em frente ou se a gente vai retrair e não fazer nada. Nós já conversamos sobre a ferramenta modelo que a Brooke Castillo colocou, organizou, na verdade é da psicologia cognitiva de comportamento, isso foi criado, ela só organizou no papel, mas isso já está organizado. identificando o que é a nossa dor de verdade, que os nossos pensamentos, a nossa perspectiva do que está acontecendo é o que causa a nossa dor. Se a gente não presta atenção, muitas vezes a gente simplesmente acha que o problema é a situação, é uma circunstância, é uma pessoa na nossa vida, é o chefe, é a economia, a gente põe a culpa nessas coisas que são tão gigantes e a gente não pode nem mudar. Mas, na verdade, se você pensar em termos do chefe, Talvez você não goste do seu chefe, mas talvez tenha oportunidades da outra pessoa gostar. Então, o problema não deve ser o chefe. O problema é como nós vemos a nossa interação com aquele chefe. E eu não tô falando que é fácil. Não é fácil, não. Mas quando nós percebemos o que é realmente o problema, que a nossa perspectiva é o que nós estamos pensando a respeito, nós temos também esse poder de mudar, de criar uma emoção diferente. Como que fazemos isso? Bom, nós temos que olhar o que a gente tá pensando, né? Porque se estamos pensando em coisas negativas, vai criar emoções negativas. E daí, nós não vamos tomar atitudes que sejam muito boas a partir de emoções negativas. E daí as consequências vêm. E as consequências vão acontecer de um jeito ou de outro. E nós não vamos conseguir controlá-las. Esse sistema de achar que o pensamento é o problema e como a gente vai agir é baseado na emoção, não é coisa da minha Life Coach. Isso daí são conceitos científicos que são estudados mesmo por psicólogos e cientistas, né, que fazem experimentos de comportamento cognitivo. É muito interessante porque eles fazem, eles criam essa situação onde uma pessoa vai participar e eles vão analisar como que isso vai afetar. E elas vão ver como as pessoas vão reagir, né, e quais são os resultados. Alguns exemplos de experimentos científicos que provam deles são muito interessantes e são muito engraçados. Um deles é que a negatividade ganha da positividade na memória. Os pesquisadores descobriram que memórias negativas ficam mais vivas e duram mais tempo do que as positivas, por causa das conexões mais fortes. O que isso quer dizer? Significa que quando algo ruim acontece, ela cria um impacto emocional muito forte. E é por isso que a gente lembra delas com mais frequência. Quando temos algo positivo, que geralmente acontece com coisas pequenas, que não cria o mesmo impacto, então é muito mais fácil de esquecer. Aí o que acontece na nossa cabeça tem uma coleção de memórias negativas, porque são as que causam mais impacto. E às vezes, né, os gatilhos no caminho, algo que você assistiu, um cheiro, algo que você comeu, um lugar que você dirigiu, tudo isso traz aquelas emoções de volta. Outro experimento que fizeram foi baseado na mídia e no viés da atenção. Estudos mostram que as pessoas são mais atraídas por notícias negativas do que por notícias positivas, provando a nossa tendência de focar nos piores resultados possíveis. Eu não sei se vocês já perceberam, quando alguém tá dirigindo na freeway, ninguém para pra falar das flores. Mas se tem um acidente, todo mundo quer andar devagar pra poder olhar o que aconteceu no acidente. Porque está olhando para o negativo. Eu vou contar uma história, espero que a minha irmã não fique muito brava. Eu comprei, por indicação de uma conselheira de escola, um desses fones de ouvido que traduzem e você baixa o aplicativo e ouvindo o que a pessoa está falando, você consegue interagir com a pessoa, você fala, a pessoa escuta na língua dela e ela fala, você escuta na sua. Eu fiquei, poxa, que legal, né? Isso daí é uma coisa que ajuda muita gente. E aí eu falei pra minha irmã, né? Nossa, imagina que legal, né? Se a Natalie fosse pro Japão, porque a minha sobrinha fez missão no Japão. Se a Natalie fosse no Japão e levasse esse fone de ouvido, né? Ela fala japonês, mas isso ia ajudar muito. Especialmente quando você não usar a linguagem o tempo inteiro, você acaba esquecendo. Até que eu esqueço português aqui, fico embananando, né? Então eu falei isso pra minha irmã, e ela falou assim, a primeira coisa que veio na cabeça dela foi, imagina que você está no avião indo pro Japão, e aí você perde um dos fones de ouvido no avião. Eu fiquei pensando, foi assim, É, né? Poderia pensar em alguma situação pior do que perder o tal do fone de ouvido, né? Essa é a tendência natural dos nossos cérebros, é ir para o negativo, o pior cenário possível. Óbvio, se você pensar sobre as notícias, se pensar sobre as redes sociais, as coisas que chocam a gente, as notícias de assassinato, de coisas assim, brigas, discórdias. Essas coisas vão ter mais cliques, mais likes, dislikes e mais comentários. Enfim, mais publicidade. As pessoas vão ser mais atraídas a isso. Mas isso é algo que está tão enraizado nos nossos cérebros que você precisa ter muita intenção de mudar para você simplesmente não seguir direto para o automático. É bom a gente saber que nós podemos nos pegar pensando dessa maneira e dizer não, eu não vou deixar isso me distrair. Outra coisa que os psicólogos estudaram e pesquisaram é o medo de perder versus o desejo de ganhar. Economistas comportamentais descobriram que as pessoas evitam perder dinheiro mais do que são motivadas a ganhar dinheiro. levando a escolhas financeiras ruins. A pessoa está com tanto medo de perder o dinheiro que ela não investe, ou então não acredita na bolsa, ou não compra um produto melhor, não acredita que o produto é bom e tem que pagar mais, ou não recebe um conselho de um consultor financeiro que seria melhor para ela. Você viu muita gente, muitas pessoas durante a época da depressão de 1929, essas pessoas cresceram e continuaram não investindo, continuaram com medo, com a escassez no pensamento de que o dinheiro ia sumir de novo. O que elas tinham controle era colocar em algum lugar físico que elas podiam acessar a hora que quiseram. Quantas vezes nós não ouvimos histórias, principalmente aqui nos Estados Unidos, de pessoas que pegaram o dinheiro, elas estavam tão estressadas, com tanto medo de perder, que elas colocaram em alguns vasos, alguns jarros, dentro do colchão, é daí que surgiu, né? E enterraram pela casa, esconderam pela casa. E é tão engraçado porque nós ouvimos essas histórias e depois descobre que tem sempre alguém, algum parente, algum filho que acaba saindo pra procurar esse dinheiro que tava escondido em alguns lugares. E a maioria das vezes tem familiares que vão supor que se a pessoa faleceu, ninguém nem sabe onde mais tem coisa enterrada. ou onde tem mais dinheiro escondido. Aí por isso você vê alguns filmes que as pessoas estão com aqueles identificadores de metal pra ver se consegue achar onde estão esses jarros cheios de moedas, né? Porque geralmente tem a moeda e tem dinheiro junto. Infelizmente, esse medo de perder o dinheiro faz com que essas pessoas não tenham deixado o dinheiro crescer. O dinheiro poderia ter rendido se eles tivessem investido em fundos mutuais ou outro tipo de investimento, mas a pessoa tem tanto medo que ela perdeu essa oportunidade do dinheiro crescer, porque o dinheiro para crescer com juros compostos tem que ser durante um certo período de tempo, né? Não acontece assim super rápido, precisa de tempo. E é só deixar o dinheiro lá, que o dinheiro cresce. Mesmo se você não colocar tudo mesmo, mas você ter colocado um tanto no começo e deixar lá investido bem direitinho, o dinheiro vai crescer. Mesmo que a economia suba e desça, tipo uma montanha russa, a gente não pula no meio do passeio. Então a mesma coisa com investimentos. Quando a gente faz um investimento, é a longo prazo. E as pessoas só perdem dinheiro quando elas tiram o dinheiro, porque elas ficaram com medo que vai ficar pior, que elas vão perder todo o dinheiro. Elas tiram o dinheiro e aí é o momento em que elas perdem o dinheiro. Porque enquanto o dinheiro só tá lá sentado e sobe e desce, sobe e desce, ninguém perdeu nada. E infelizmente essas pessoas que acham que a queda vai ser tão grande, elas tiram o dinheiro na hora errada. E aí perdem o dinheiro. Mas o que influencia isso é o jeito como a pessoa pensa. Ela pensa que ela já perdeu o dinheiro, que infelizmente a aposentadoria dela já foi pra metade. Então ela fica pensando nisso comum, né? Fica nesse ciclo de pensar, já perdi o dinheiro, já perdi o dinheiro e tal. E aí toma a iniciativa, tira o dinheiro e aí vai. para a perda mesmo. Agora, como nós já estamos falando do dinheiro, quando temos esse viés negativo, as pessoas muitas vezes repetem erros financeiros em vez de aprender com eles, porque as crenças sobre o dinheiro é o que moldam as decisões. E é isso que acontece com a gente. Lembra, a emoção nos leva às nossas ações e as ações nos dão os resultados. Então, o que acontece? As emoções são baseadas no que pensamos. Essas são as nossas crenças. E muitas dessas crenças são baseadas no que nós chamamos de erro de pensamento. Os erros de pensamento vêm de experiências passadas, medo ou suposições falsas que levam às escolhas financeiras ruins. Então, a Brooke Castillo, ela pensou sobre esse conceito do erro de pensamento, né? Eu gosto disso, porque essas são frases, são mensagens que nós recebemos no cérebro, que elas são falsas, né? Elas são falsas crenças que a gente assume como fato. Só porque achamos que algo é negativo, ou algo tá errado, ou algo não vai funcionar, não significa que seja um fato. Isso, infelizmente, é somente baseado em como nós pensamos. Como você vê aquele certo conceito, aquele certo pensamento. Todos nós temos viés. Esse viés que nós temos negativo em relação ao dinheiro, o que acontece? A gente passa por uma situação, aí o pensamento vem. Aquele erro de pensamento aparece. E quando nós não desafiamos, não pedimos evidência para aquele se é sempre assim, se aquilo é verdade mesmo, nós vamos simplesmente continuar repetindo os mesmos erros financeiros de um jeito ou de outro porque a gente acredita naquele fato. A pessoa que acredita que investi na bolsa quando ela já perdeu todo o dinheiro, ela não vai acreditar. Ela vai falar assim, não, isso vai perder dinheiro também, eu vou perder todo o meu dinheiro de novo, eu não quero passar por aquilo de novo. E a pessoa continua amarrada naquilo, ela não faz as decisões financeiras que levariam para uma prosperidade ou uma paz financeira, sinceramente. Vamos supor também, se você continua usando um cartão de crédito, quando você não tem dinheiro para comprar ou pagar a fatura. Você só vai criar mais dívidas e mais dívidas. Essa emoção, essa dose de dopamina que você recebe quando você compra alguma coisa, né? Clica no Amazon, compra lá. Ela não vai estar presente quando você receber a fatura. E por que que você gastou a princípio? De repente você estava estressada, de repente você tem essa ideia de que, ah, eu mereço. Então você vai lá e gasta o dinheiro sem ter o dinheiro mesmo, e aí o que acontece? Você se sente bem por um minuto e depois a fatura chega e você se sente super mal, super culpada e já fala que você é um fracasso e tudo associado com a sua identidade. O outro motivo pelo qual as pessoas compram outras coisas, não só a eu mereço, mas também elas estão muito chateadas e elas precisam daquele momento de alegria e o momento pra se alegrar o que elas fazem, elas vão e acabam comprando coisas que elas não podem. Porque por um instante, ou por um pouquinho, a pessoa se sente melhor e ela esquece do problema que ela estava sentindo antes. E o problema é a emoção que ela está sentindo. Ela não quer sentir aquela emoção chateada, irritada, brava, desiludida, o que for que seja. Aí a pessoa acha que ela vai que comprando alguma coisa se sente melhor. Esse é um erro de pensamento de que achar que comprando algo a pessoa vai se sentir melhor. Aquela emoção não é duradoura e no final das contas vai ficar ainda pior. Pior porque quando a consequência negativa acontece, no caso, a fatura do cartão chega e você ainda não tem dinheiro para pagar, você vai começar a falar, não, tá vendo? Eu sou ruim com o dinheiro. Você acha que ela é evidência. E aí, esse erro de pensamento, eu sou ruim com o dinheiro, fica rodando na sua cabeça, tentando provar que é verdade e você fica achando a evidência. Esse é um dos pensamentos bem comuns das pessoas. Ah, eu sou ruim com o dinheiro. E aí, como você acredita que você é ruim com o dinheiro, aí o que você faz? Você não acredita que é capaz de mudar os hábitos financeiros, porque você pensa assim que eu sou mesmo, né? Esse é um dos pensamentos, um dos erros de pensamento pior que tem. É assim que eu sou. Significa que você não tem a capacidade de mudar. Às vezes a pessoa não quer mudar, então usa esse pensamento pra provar, ah, eu sou assim mesmo, é quem eu sou, você tem que me aceitar do jeito que eu sou. Não é verdade? Nós temos a capacidade de escolher, e essa capacidade foi nos dada por Deus, e nós podemos mudar. Pessoas tomam decisões diferentes o tempo todo. É importante reconhecer esse pensamento, que é um erro de pensamento. E é claro, você pode acreditar que nesse momento você pode pensar que você não é bom com o dinheiro. Mesmo se você decidir que você vai falar, não, eu sou ótima com o dinheiro agora, seu cérebro não acredita, porque tem pensado isso há muito tempo e tem muita evidência para o contrário. Mas você pode começar acreditando aos poucos que você pode aprender sobre dinheiro e praticar esse pensamento por um tempo. Eu posso aprender a usar o meu cartão de débito. Eu posso aprender a fazer um orçamento. Eu posso aprender. Quando você põe essa possibilidade de como aprender a gerenciar suas finanças, como você agir melhor, o seu cérebro começa a achar evidências para outra coisa. Você pode ver, puxa, eu aprendi a trocar um pneu. Eu tenho a capacidade de aprender, eu vou aprender a gerenciar meu dinheiro também. Isso é bom quando nós temos, já temos uma certa, um conhecimento ou com alguma habilidade que a gente desenvolveu, porque nós temos a evidência de que nós podemos aprender. E essa capacidade, ele é transferível, nós podemos transferir isso para a parte das finanças também. Então essa mudança de como você pensa a respeito da sua capacidade de mudar, a colocar mais uma situação neutra, mais um pensamento neutro, em vez de ir para um extremo do outro, é à medida que você vai aumentando essa neutralidade e aí começando a achar evidências das coisas positivas, é assim que vai acontecer essa mudança do seu pensamento. O meu programa, ele leva seis meses, pelo menos. É um programa de seis meses, porque esse negócio de falar que você muda hábitos que você tem há tantos anos, de um dia pra noite, tem hábitos que eu acredito que isso possa acontecer, e tem sempre casos que acontecem. Mas na maioria, na maioria das pessoas, na maioria dos casos, a pessoa precisa de um tempo para que um hábito seja eliminado, quando você substitui por um outro que você quer colocar na sua vida. E aí você começa a pensar diferente. E aí você começa a achar recursos diferentes. Muitas vezes as pessoas não têm, elas vão precisar aprender algumas coisas práticas em relação ao dinheiro. Educação financeira, que muitas pessoas não tiveram na escola e não tiveram ensinada pelos pais. E ó, se você tem mais de 30 anos aí e você fica culpando seus pais pelos seus problemas, é hora de parar. Você tem traumas, coisas assim, vai procurar ajuda, vai achar um profissional que possa te ajudar. Não tem mais como ficar culpando seus pais pelos seus problemas. Tome atitude, o que você... que a palavra é ownership. Seja responsável, dono das suas decisões. Vai aprender, vai pedir ajuda, vai fazer as coisas que você precisa para você ficar bem e mudar a sua vida. O mais importante é você identificar os comportamentos e os pensamentos que você está carregando com você, porque assim você vai poder modificá-los. Você não tem ideia de que um pensamento está causando um monte de problema na sua vida, você não questiona, você vai continuar pensando do mesmo jeito e tendo os mesmos resultados. Porque as pessoas falam, ah, não, é o comportamento. Claro, mas o comportamento é diretamente relacionado por causa da emoção que você está sentindo. e a emoção é causada pelo jeito como você pensa. Por isso é tão importante você ter os pensamentos positivos, colocar coisas positivas também na sua vida, de gratidão, de alegria, das coisas boas, para isso possa te motivar a querer fazer as coisas diferentes para ver resultados diferentes. Outro erro de pensamento comum é achar que você tem que fazer mais dinheiro pra você poder economizar e investir. Não vai fazer diferença nenhuma quanto dinheiro você faz se você continua aumentando seu padrão de vida. Se cada vez que você recebe um aumento ou você recebe um bônus, você vai lá e financia outra coisa. Não adianta quanto dinheiro você fizer, se você não mudar o jeito como você pensa a respeito do dinheiro. E que você precisa investir a maneira como o seu dinheiro vai crescer. Que viver dentro dos seus padrões, até abaixo do quanto você traz pra casa, é importante. Pra que você possa ter margem. Essa margem vai te deixar entre o quanto você precisa pra viver e o quanto você não pode gastar mais. Pra você não estar em dívida. Você nunca vai ter dinheiro suficiente se você não mudar o jeito como você tá pensando. Você tem que começar a acreditar que é capaz de poupar um pouco de cada vez. Então, se você tem um certo dinheiro que você tá recebendo, tenha certeza de que você pode investir, que você pode economizar e criar o seu fundo de emergência. É claro que as pessoas... depende das prioridades das pessoas. Muitas vezes as pessoas falam que elas não têm dinheiro para fazer certas coisas, mas quando você olha no calendário delas, ou olha na conta de cartão de crédito, você vê que elas gastaram um tanto de dinheiro, fazendo uma coisa que não vai trazer nenhum retorno. Vamos supor, a pessoa precisa de dinheiro, ela quer investir, quer começar a investir, mas aí ela sai para comer, jantar fora com a família. Aqui, vamos supor, a pessoa, 160 dólares por mês, faz a pessoa virar um milionário em 40 anos, sem investir, e deixar o dinheiro lá, não mexer em nada. Agora, a pessoa pode ir e falar, ah, não tem esse dinheiro, aí você olha lá, se ela pular duas idas ao cinema, ou pelo menos uma vida, vamos supor, no Olive Garden, pronto, ela já economizou 160 dólares, mas pra ela o mais importante naquele momento era ir no cinema. Era comprar pipoca, comprar tudo, e sabe que o preço das coisas do cinema são muito caros. Ou então ir jantar fora. Então levou a família, foi, todo mundo comeu, veio aquela conta salgada, e aí a pessoa fala que não tem dinheiro pra economizar, pra investir. Mas é claro, se você não sabe como investir, aí você vai achar, não vou conseguir investir mesmo, aí não investe, né? Por isso que tem que procurar recursos para que possam te ensinar a fazer as coisas que você não sabe fazer. E é possível, especialmente hoje em dia, você achar ensinamentos, coisas básicas sobre dinheiro, sobre investimento, para que você possa aprender. Os problemas financeiros, como gerenciar o dinheiro, essas coisas são possíveis se você acreditar que você pode aprender. E no caso, nós falamos do viés negativo, preste atenção aos seus pensamentos negativos, erros de pensamento que estão na sua cabeça que vem de repente nem tudo que a gente pensa lembra mãe falava né em tudo que a gente pensa a gente fala nem tudo que a gente pensa nós temos que acreditar porque nós temos nós recebemos informações de tantas fontes hoje em dia que nós temos que estar preocupados em filtrar o que nós queremos manter o que não queremos manter às vezes é difícil você eliminar um pensamento porque você tem essa crença tantos anos, é mais difícil você removê-la do seu arsenal. Mas é importante que você, principalmente para a sua vida financeira, se você quer ter uma paz, uma liberdade financeira, se você quer ter prosperidade, você precisa identificar esses erros de pensamento e começar a trocar por outros pensamentos mais neutros para te ajudar a mudar de um ponto para um ponto em que você acredite que você possa aprender e possa fazer as coisas diferentes. Então, fica aí o meu convite pra você. Eu vou colocar a planilha do Brandon Burchard pra você olhar junto com o seu celular, as fotos do seu celular, pra te trazer mais alegria. Pode fazer isso a qualquer momento. Aliás, eu fiz isso com a minha família semana passada, mas nós só fizemos por 15 minutos. Fizemos na nossa reunião familiar e foi muito gostoso, porque todo mundo saiu feliz depois daquele período. Durou pouco, mas nós estávamos todos os quatro felizes ao mesmo tempo. Então, eu vou colocar isso no resumo do episódio e eu convido você mesmo a criar essas emoções. Procurar jeitos que você possa trazer essas boas emoções, como exercício de gratidão ou simplesmente olhar suas fotos no celular, pra você estar numa mentalidade mais positiva, que pode te ajudar a estabelecer as suas metas e acreditar que você é capaz de alcançá-las. Então a gente se vê no próximo episódio, obrigada por ficar comigo até aqui e até breve e obrigada.
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Obrigada por ouvir ao nosso episódio dessa semana. Quero aproveitar para estender um convite especial a todas as nossas ouvintes. Se você está pronta para finalmente se tornar boa com o dinheiro, tanto no seu bolso quanto na sua mente, então eu quero te apresentar a uma oportunidade transformadora, a Academia de Finanças para Mães, T Financial Mom Academy. Nosso programa foi criado especificamente para mães de fé que trabalham fora e por enquanto que falam inglês e que estão cansadas de se sentirem sobrecarregadas com suas finanças, sempre equilibrando prioridades e se sentindo constantemente sem dinheiro. Você aprenderá como gerenciar seu dinheiro de forma eficaz, alcançar a segurança que tanto deseja e atingir seus objetivos de longo prazo, por meio de lições práticas, orientações personalizadas e uma comunidade de apoio. Se você está pronta para dizer adeus ao estresse financeiro e olá para a liberdade financeira, Eu te convido a se juntar a nós através do link strasbourgcoaching.com barra joincfm de novo strasbourgcoaching.com barra joincfm Dê o primeiro passo em direção a um futuro mais brilhante para você e sua família hoje. Obrigada mais uma vez por ouvir nosso episódio e lembre-se, a futura você, que é boa com dinheiro, está em suas mãos. Nos vemos na TIFA International Mama Academy. Até breve e obrigada.
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