Ep. 8 Ver Mais de Cristo em Nossas Vidas
2 Dec 2025 · 26 min
Podcast episode (Ep. 8 "Ver Mais de Cristo em Nossas Vidas") hosted by Mary (Madeleine) Strasburg of Strasbourg Coaching. The episode teaches how to strengthen faith by increasing one's ability to perceive Jesus Christ in daily life. The host gives personal anecdotes (husband's work in law enforcement, family background), scriptural and conference references, and three practical steps: (1) choose to believe, (2) look for Christ's influence, and (3) act so others can see Christ through you. Emphasizes practices like scripture study, intentional quiet time, identity-based habits, gratitude journaling, and radiating unconditional love.
Chapters
[CFM COACH ASSISTANT AI ]: Olá pessoal, aqui é a Madeleine do Strasbourg Coaching e vocês estão ouvindo o podcast O Dinheiro Não É O Seu Problema. Eu uso o que mais amo, minha fé suje, o bom senso do plano do Dave Ramsey e as ferramentas de coaching pessoal da Brooke Castillo para ajudá-los a identificar e superar os verdadeiros problemas por trás dos seus revésios financeiros. Olá pessoal, bem-vindo ao episódio dessa semana do Dinheiro Não é o Seu Problema Podcast. E eu sou a Mary Strasburg, a sua coach financeira e pessoal favorita. Alguns episódios atrás, nós falamos das características da mãe executiva financeira. ou do inglês CFM. Hoje nós vamos focar na primeira característica, no primeiro atributo, que seria desenvolver a fé. Uma maneira de fortalecermos a nossa fé seria procurar ou perceber mais a presença ou a influência de Jesus Cristo em nossas vidas. Muitas pessoas têm dificuldade com isso. Você já se sentiu como se estivesse tentando, tentando sempre fazer o seu melhor, para fazer todas as coisas certinhas, como ir na igreja, ler as escrituras, amar e cuidar da sua família e ser gentil com os outros, mas parece que você nunca consegue ver ele atuando em sua vida ou sentir sua presença? Nessas últimas semanas eu estive ponderando sobre isso, E achei algumas ideias nas escrituras e ensinamentos de nossos líderes de igreja que podem providenciar essa clareza e nos ajudar nessa questão. Como podemos aumentar nossa capacidade de ver Jesus Cristo em nossa vida mais plenamente? Você pode até se perguntar, por que eu preciso me preocupar com isso? Afinal de contas, você tem uma vida muito boa. Quando morávamos na Califórnia, eu e meu marido tínhamos carreiras diferentes. As nossas carreiras nos mostraram como era a vida das pessoas que não tinham Jesus Cristo como seu guia. Especialmente na carreira do meu marido. Como muitos de vocês sabem, o Rob trabalhou para o departamento de xerife. Ele testemunhou e passou por experiências marcantes quase que diariamente. a devastação das famílias, o abuso, o abandono e os maus tratos sofridos por crianças e mulheres, o ódio que alimentava as brigas de gangues e assassinatos, a destruição de propriedades para alimentar e saciar o desejo interminável causado pelo vício em drogas e álcool e a subsequente perda do arbítrio da pessoa, encarceramento e até mesmo, em última instância, a morte. Embora saibamos que o poder de Deus é incrível, Ele não nos forçará a fazer nada. O poder de Satanás também é forte, e seu objetivo é nos trazer miséria. Após uma aula da escola dominical, um irmão da minha ala, o nome dele Cameron Boyle, me enviou um discurso do presidente Hinckley de 1986 intitulado A guerra que estamos vencendo. Em seu discurso, o Presidente Hinckley cita o Presidente Wilford Woodruff. Existem dois poderes na Terra e entre os habitantes da Terra, o poder de Deus e o poder do Diabo. Em nossa história, tivemos algumas experiências muito peculiares. Quando Deus tem um povo na Terra, não importa em quem era, Lúcifer, o Filho da Manhã, e os milhões de espíritos caídos que foram expulsos do céu, guerreiam contra Deus, contra Cristo, contra a obra de Deus e contra o povo de Deus. e eles não hesitam em fazê-lo em nossos dias de geração também. Sempre que o Senhor põe a mão para realizar qualquer obra, esses poderes trabalham para derrubá-la. Convidar Cristo para nossa história pessoal é a solução para aumentar nossa capacidade de vê-lo mais presente em nossas vidas. A irmã Browning disse na última conferência, para nos ajudar a permanecer firmes e seguindo na direção certa, o Salvador nos convida a ver nossa vida por meio dele, para vê-lo mais em nossa vida. Faz sentido, né? Convidá-lo mais pra nossa vida, vai nos ajudar a vê-lo mais. É o nosso cérebro. Se nós pensamos em Jesus Cristo, o nosso cérebro vai achar evidências. Eu vou oferecer três passos práticos que nós podemos seguir pra ver mais Jesus Cristo em nossas vidas. 1. Escolha acreditar. 2. Procure-o. 3. Haja de maneira a tornar mais fácil para os outros verem Cristo em você. Então vamos começar com o primeiro. Escolha acreditar. Tudo o que fazemos é baseado no arbítrio, na capacidade de escolher por nós mesmos. Cristo foi o modelo disso para nós. Ele escolheu morrer por nós para que tivéssemos uma maneira de voltar para o nosso Pai Celestial. É uma dádiva poder escolher e poder escolher acreditar nele, em sua bondade, em seu tempo, em sua sabedoria. No começo do ano passado, nós estudamos o livro de Jó no Velho Testamento. Jó estava enfrentando um profundo desânimo quando ele escreveu, Eis que se me adianto, ali não está. Se volto para trás, não o percebo. Se opero à esquerda, não o vejo. Se ele se encobre à direita, não o diviso. Em Jó 23, 8, 9. Ele tinha acabado de perder todas as suas riquezas, posses e filhos. Durante esse período de tragédia, ele procurou por Deus. mas ele não conseguia encontrá-la em lugar nenhum. Ele sabia que a mão abençoada de Deus havia sido retirada de sua vida, mas não sabia porquê. Jó questiona a presença de Deus durante esse período difícil, mas segue em frente rapidamente no próximo versículo. Durante essa fase da vida, quando ele não podia ver Deus, Jó escolheu acreditar que Deus ainda estava ativamente envolvido em sua vida. Ele confiou que Deus estava cuidando dele e percebendo o que ele estava fazendo. Ele escolheu acreditar. Porém, para a maioria das pessoas, ou durante momentos especialmente difíceis de desânimo e incerteza, pode ser difícil mesmo de vê-lo. Mas podemos escolher acreditar que Deus está ativamente presente e cuidando de nós. Questionar Deus durante esse tempo não trará o alívio que imaginamos. Em vez disso, podemos confiar que Ele nos vê, mesmo que não possamos vê-Lo agora. Tem que ser uma escolha individual, parte da jornada de fé de cada um de nós. Eu vivenci sem casa com as minhas filhas e aceitar o arbítrio delas e que elas têm seu currículo aqui na Terra, me ajuda a compartilhar experiências, amar e ensiná-las de maneira mais gentil. Uno-me a muitos que declaram ter o sangue cheio de fé, como o presidente Ballard diz. Acho que herdei e definitivamente aprendi isso com a minha mãe. Tenho uma família maravilhosa e uma ótima educação. Minha mãe foi uma pioneira da igreja no Brasil e trabalhou como secretária do presidente da área da missão em São Paulo. quando havia apenas alguns membros e um pequeno ramo. Sua devoção ao Evangelho até hoje, apesar dos muitos desafios físicos decorrentes da idade, fortaleceram meu testemunho. Uma das maneiras que ela fez isso e foi muito sábia foi desde pequena. Ela sempre me mostrou que poderíamos ser fiéis às nossas crenças e demonstrar devoção a Cristo, respeitando e honrando meu pai, por exemplo, que não era membro. Uma vez que fazemos uma escolha consciente de acreditar, nós podemos ver Cristo em nossas vidas se o buscarmos. 2. Procúre-o. Nos últimos anos, eu tenho estudado o efeito da neurociência no que se refere à mudança de comportamento e crescimento pessoal. Nossos cérebros são projetados para procurar evidência das coisas que pensamos. É por isso que começamos a perceber em todos os lugares, quando ouvimos uma nova palavra ou um termo, ou vemos algo diferente. Por exemplo, há uns anos atrás, eu estabeleci uma meta de economizar e comprar um jipe vermelho. Durante o tempo que eu estava economizando para comprar o carro, continuei vendo jipes vermelhos em todos os lugares que ia. Essa era uma informação relevante para o meu cérebro, então ele escaneava continuamente o ambiente e procurava o jipe. E achava! Com o dinheiro guardado, fui conversar com uma amiga que tinha um jipe, e ela me deu sua opinião sincera sobre os prós e contras do veículo. Depois dessa conversa, percebi que o jipe não era o veículo mais adequado pra mim ou pra minha família. Assim que aquela frase entrou na minha mente, o jipe não é a melhor opção pra mim, adivinha o que aconteceu? Eu parei de ver os jipes vermelhos gradualmente e agora eu mal percebo que eles estão aí. Uma vez que você decide acreditar e se concentra em aumentar sua capacidade espiritual, você será capaz de reconhecer as mãos de Deus em sua vida cotidiana. O presidente Henry B. Eyring, em seu discurso na Conferência de Outubro de 2007, ou Lembraevos, Lembraevos, menciona como achou útil escrever todos os dias como viu a mão do Senhor em sua vida. Aqui o que ele escreveu. Escrevi algumas linhas diariamente durante anos. Não falhei um único dia, por mais cansado que estivesse, nem por mais cedo que precisasse acordar no dia seguinte. Antes de redigir, refletia sobre a pergunta. Vi hoje a mão de Deus se estender sobre nós, nossos filhos, ou sobre a família. Com a continuidade, algo começou a acontecer. Ao relembrar o dia, vi evidências do que Deus fizera por algum de nós e que eu não reconhecera nos momentos mais atarefados. À medida que isso ocorria, E era frequente. Eu percebi que esse esforço de memória permitira a Deus mostrar-me o que Ele realizara. Algo mais do que simples gratidão começou a crescer em meu coração, Ele diz. Meu testemunho aumentou. Adquiri uma certeza ainda maior de que o Pai Celestial ouve e responde as nossas orações. Senti maior gratidão pelo efeito enternecedor e purificador da expiação do Salvador Jesus Cristo. E fiquei mais confiante de que o Espírito Santo pode fazer nos lembrar de tudo, mesmo coisas que não notamos ou que não nos chamaram atenção quando aconteceram. Eu gostei muito desse discurso. E embora eu sempre me acostumei a escrever as coisas pelas quais eu sou grata, essa nova abordagem me ajudou a ver mais de Cristo em minha vida, aumentou meu testemunho, E agora posso até reconhecer quando isso está acontecendo, na hora. A gente treina o cérebro da gente a achar as coisas que a gente quer. Por exemplo, comigo acontece assim, se alguém está sendo gentil ou fazendo algo útil para mim ou para aqueles com quem me importa. Ou se eu tenho um insight que me ajuda com as minhas responsabilidades. Ou quando eu percebo que eu estou sendo protegida de alguma forma. Eu vejo isso como a presença de Deus em minha vida. Quando nossos cérebros procuram por Cristo em nossas vidas, o Espírito confirma a sua presença, ou a veracidade do que estamos ouvindo. Vou repetir isso de novo porque eu gostei muito dessa frase. Quando nossos cérebros procuram por Cristo em nossas vidas, o Espírito confirma a sua presença, ou a veracidade do que estamos ouvindo. Pode perceber que quando os missionários estão ensinando as pessoas sobre Jesus Cristo, elas confirmam que o que elas estão ouvindo é verdade através da luz de Cristo, que todos nós nascemos. Isso nos leva à terceira maneira de ver Cristo em nossa vida. Número 3. Haja de maneira a tornar mais fácil para os outros verem Cristo em você. Da mesma forma que vemos Cristo por meio de nossas interações com os outros, ao alinharmos o nosso comportamento com as nossas crenças, aumentaremos as oportunidades para que os outros vejam Cristo em suas vidas através de nós. Aqui estão algumas maneiras práticas de fazer isso. Primeiro, saber quem é Jesus e o que Ele fez. A melhor maneira de fazer isso é estudando as Escrituras. Em Atos 20 e 32, Paula ensina que a Palavra de Deus é capaz de te edificar. No mundo dos negócios é chamado de melhores práticas. Aprendemos com quem já fez o que estamos tentando fazer, para sabermos como implementar uma estratégia específica ou enfrentar tempos econômicos turbulentos, por exemplo. As escrituras nos ensinam sobre os atributos de Cristo. e como ele agia em relação aos outros e mostrava exemplos de como os profetas e outras pessoas seguiram seu exemplo. Aprenderemos como aplicá-los em nossa vida ao estudá-los e ponderá-los. Passar tempo em silêncio, sossegado, nos permitirá receber insights, mesmo em nossos assuntos práticos diários. Essa prática tem que ser intencional, de propósito. Caso contrário, nós deixaremos que muitas outras coisas, que são únicas, divertidas, incríveis e urgentes, sejam mais importantes em nossas vidas e não sobrará tempo para o Senhor. É simples. Em termos de gerenciamento de tempo, se você não coloca as coisas que são mais importantes primeiro, tudo mais toma precedência e você não faz as coisas que são importantes. É importante, então, determinar as suas prioridades. Por exemplo, se a gente pensar em termos do dízimo, a gente paga o dízimo os primeiros 10%, é a primeira coisa que a gente separa. E se nós quisermos, nós podemos fazer a mesma coisa e separar um tempo para fortalecer a nossa fé e ler as escrituras, meditar, contemplar o que nós estamos aprendendo e desenvolver essa conexão com Deus e Jesus Cristo. Outra maneira prática de a gente aumentar a possibilidade das pessoas verem Cristo através de nós é seguindo o exemplo de Jesus Cristo. Observe que é muito importante fazer as duas coisas. Estudar as escrituras para saber o que ele fez e então fazê-lo. Usarei um exemplo pessoal para ilustrar a importância desse ponto. Minha família não é uma família brasileira muito tradicional. Nós não ligamos para futebol, não assistimos novela, não gostamos de carnaval nem de samba. Um dos meus irmãos anda de bicicleta BMX. E é muito bom nisso. E ganhou muitos campeonatos estaduais e federais. Mesmo atualmente, com seus quase 50 anos, ele ainda vai a competições e geralmente fica entre os três primeiros. Mas levou quase 40 anos de prática incansável para ele dominar as diferentes manobras e alcançar seu nível de competência. Agora imagine, se em vez de praticar na bicicleta, ele passasse horas assistindo as fitas de videocassete ou assistindo vídeos no YouTube, lendo um monte de revista ou então vendo os outros fazerem do lado de fora. Praticar o que o Senhor nos ensinou é muito mais importante, porque nosso destino eterno depende disso. Nosso potencial é ilimitado. Eu amo a escritura em Jeremias 29,11 que diz, pela tradução nova versão internacional. Aqui, outra maneira prática de você aumentar as chances das pessoas verem Cristo através de você. Ame-o e irradie esse amor para os outros. Imagina que você já deve ter tido uma experiência em que, quando você acabou de conhecer uma pessoa e simplesmente, sem motivo nenhum, você gostou dela. Já foi com a cara dela, já achou ela legal e tá tudo bem. Só teve bons pensamentos dela. Todos esses pensamentos amorosos sobre ela tornam ainda mais fácil demonstrar amor pra ela. por meio de nossas ações, expressões faciais e as palavras. Curiosamente, isso também vale do lado contrário. Se você decidir que não gosta de alguém, já fez isso também? Infelizmente, eu já fiz. Uma vergonha. E não tenho orgulho nenhum de admitir. Mas algumas das minhas amizades incríveis começaram dessa maneira. Assim que fui apresentada a essas pessoas, a quem for, quase inconscientemente eu decidi que não gostava delas, por sei lá, por qualquer motivo, por coisas que eram pensamentos pré-concebidos, irrealistas e erros de julgamento. Então, ao irradiarem o amor de Cristo, elas, por mim, meus pensamentos sobre elas mudaram, apesar da minha loucura. Desenvolvi um amor muito profundo por elas. Amar alguém é uma decisão. Amar uma pessoa por quem ela é, sem nenhuma expectativa, é um ótimo sentimento. Isso é amor incondicional. Nós temos uma vantagem enorme com a comunidade da igreja. Onde quer no mundo que você for e você vá em alguma ala, as pessoas sempre vão abrir os braços pra você e tentar achar alguma coisa que elas têm em comum com você. Quando nós mudamos da Califórnia aqui pra Utah, eu fui pra ala pela primeira vez e conheci o irmão e irmã Stuart na ala da Escola Dominical. E eles sentaram perto de mim, eles não me conheciam, mas eles foram muito sinceros e genuinos, e eles irradiavam o amor de Jesus Cristo. Algumas semanas atrás, quando eu estava tendo um domingo difícil, sentada na minha, sem falar nada pra ninguém, o irmão Stuart veio e falou pra mim assim, Irmã Strasburg, sempre que eu a vejo, eu fico tão feliz. um elogio, um comentário tão simples, mas que fez tanta diferença naquele dia para mim. Eu senti o amor do Salvador tão forte, foi como se ele estivesse mostrando para mim, que ele estava se lembrando de mim. As coisas mudam quando começamos a esperar que os outros ajam de uma determinada maneira e quando eles não atendem às nossas expectativas. Muitas vezes, eles nem sabem que a gente espera alguma coisa deles. O que a gente espera deles? É irônico até. Esperamos que eles saibam o que esperamos deles, sem a gente falar nada. Que eles leiam nosso pensamento. Não tem nenhum problema se a gente fizer um pedido, né? Ah, será que você poderia fazer isso por mim e tal? Principalmente em relacionamentos conjugais ou com os filhos da gente. A gente pode pedir e estabelecer certas coisas, certas normas que são importantes pra gente. Mas a gente sai perdendo se a gente esperar que eles cumpram o que a gente pediu. Cada um tem seu livre-arbítrio. Se eles decidem não fazer o que pedimos, a gente sai perdendo. Porque a gente começa a pensar que eles não estão fazendo certa coisa porque eles não gostam da gente. Porque eles estão tentando atacar a gente. E muitas vezes nem é isso, é simplesmente o que a pessoa não quis fazer. Não tem nada a ver com a gente. É sobre ela. E à medida que a gente espera mais e mais coisas de outras pessoas, e elas não atendem o que a gente faz, ou então elas acabam fazendo porque a gente fica falando demais, que a pessoa não está fazendo isso porque ela não gosta da gente, a pessoa fica ressentida, acaba fazendo alguma coisa, atendendo o que a gente está pedindo, mas fica ressentida com a gente, porque ela não queria fazer aquilo. E a gente fica ressentido porque a outra pessoa não fez da cabeça dela, nós tivemos que pedir. E aí só cria mais problema. É assim que começa a manipulação, é assim que começam vários atritos que são desnecessários. Altas expectativas, poucas pessoas fazendo o que elas querem e daí as pessoas ficam ressentidas umas com as outras. gera situações em que as pessoas não gostam umas das outras, não querem ficar perto delas. Especialmente em termos de família, você nem quer ficar perto da pessoa. Quantas vezes você já ouviu alguém dizer, eu os amo, mas não gosto delas? Isso geralmente acontece quando pensamos que eles deveriam agir de uma determinada maneira e eles não o fazem. Então recentemente a decepção se instala e daí é um problema. Percebi isso quando me tornei uma nova mãe. Aqui estava eu, com aquela nenêzinha linda que eu amava tanto, mas eu esperava que ela tirasse 2, 3 sonecas durante o dia e que ela começasse a dormir a noite inteira depois dos 6 meses, como o livro disse que os bebês fariam. Hoje, depois de 20 anos, eu entendo que a minha filha não precisa de tanto sono quanto eu preciso. E sempre foi assim. Mas naquela época eu ficava ressentida que ela não dormia. E a falta de sono fazia ficar ainda pior. Me fazia parecer uma mãe doida. O tipo de mãe que eu não queria ser. Abugenta, impaciente, sentindo-me uma vítima. E que se alguém tivesse mentido pra mim. Essa mudança entre amor incondicional e amor condicional, que é quando a pessoa faz o que a gente Ela pode acontecer conosco porque todos nós somos humanos. É normal a gente querer que as pessoas façam as coisas pra gente. Nós cometemos erros, o que às vezes torna difícil demonstrar o nosso amor pelos outros. Mas, em todo caso, estamos seguros com o nosso amor por Cristo. Ele nos ama perfeitamente. E podemos confiar e amá-lo, porque mesmo quando não entendemos as circunstâncias de nossa vida, ele está conosco e não nos abandonará. Mesmo que o tempo dele seja diferente do nosso. E a quarta maneira prática que você pode ajudar as pessoas verem o amor de Jesus Cristo, a presença de Cristo na vida deles através de você, é focar em nossa identidade. Muitos autores e pesquisadores estudaram a eficácia de estabelecer metas com foco no tipo da pessoa que queremos nos tornar, em vez de apenas por uma questão de realização prática. Num dos livros mais vendidos atualmente, chamado Hábitos Atômicos, o autor James Clear descreve a importância dos hábitos baseados na criação da identidade para mudanças duradouras. Ele diz, para mudar seu comportamento para sempre, você precisa começar a acreditar em novas coisas sobre si mesmo. Você precisa construir hábitos baseados na identidade. Ele sugere o seguinte processo de duas etapas para o sucesso prolongado. 1. Decida o tipo de pessoa que você quer ser. E dois, prove isso a si mesmo, com pequenas vitórias. A identidade nos fornece uma estrutura para fazer escolhas. É como se fosse um teste, um filtro que nos ajuda a decidir se uma escolha vai nos ajudar ou se a escolha não está condizente com o plano que a gente quer atingir. Então, por exemplo, você pode perguntar a si mesmo, essa escolha é congruente com quem eu quero me tornar? Ou uma pessoa que tem certas qualidades? Ou me afasta disso? Vamos supor que você quer virar uma pessoa que não quer gastar tanto dinheiro, você quer parar de gastar dinheiro demais. Então, primeiro você define a meta e estabelece que você vai ser uma pessoa que administra bem o seu dinheiro. Sou uma pessoa que administra bem meu dinheiro. Cria um argumento mais convincente, sempre que a tentação de comprar algo que você não planejou ou não se encaixa em seu orçamento vem, porque podemos perguntar, Uma pessoa que administra bem o dinheiro estaria gastando um dinheiro que não tem? É lógico que você vai perceber que uma pessoa que administra bem o seu dinheiro não vai comprar uma coisa quando ela não tem o dinheiro. E se você é uma pessoa que administra bem o dinheiro, então você não vai gastar. Isso ajuda o cérebro a resistir à tentação de gastar o dinheiro quando você não tem. Isso daí é uma questão de identidade. A pessoa está se identificando com quem ela quer ser. Eu acho esse conceito fascinante. E, na verdade, a igreja já tem usado isso há muito tempo. Como no hino da primária, eu quero ser como Cristo. Você está se identificando com as características de Jesus Cristo. Por isso que tem aquela frase, What would Jesus do? O que Jesus faria? Mas, na verdade, para nós seria muito melhor pensar quem Ele seria. Isso que eu estou fazendo, seria algo que Ele é? Alguém que faz isso é uma pessoa que está seguindo a Jesus Cristo? Esse príncipe é tão legal que ele me inspirou a criar o meu programa da Academia T-Financial Mom. O meu programa ajuda a mulher a se identificar com a mãe executiva financeira. Quem é essa mulher? E quais os hábitos que ela pratica consistentemente em sua vida? Ela economiza? Ela gasta e investe bem o dinheiro? Ela é responsável por suas próprias emoções? Ela, responsável por fortalecer a sua fé, é generosa, administra bem a sua mente, é quem ela é. À medida que aprendemos mais sobre Cristo, quem ele é, como tratou os outros e os seus atributos, nos esforçamos para seguir seu exemplo e decidimos nos tornar mais semelhantes a ele. Fica mais fácil ver se estamos progredindo. Sempre que somos gentis com alguém, controlamos a nossa raiva. Deixamos alguém entrar na frente e cortar a fila em algum lugar. Ou evitamos atacar alguém que tem uma opinião diferente da nossa. Isso confirma nossos esforços para nos tornarmos mais semelhantes ao nosso Salvador. Vemos aqui o paralelo. com o modelo CPSAR que eu ensino para vocês. Quando fazemos uma escolha consciente de seguir a Cristo, isso gera sentimentos de motivação, amor e compromisso. Esses sentimentos nos levarão a traçar metas, criar planos e desenvolver ou mudar hábitos. Essas ações positivas criarão nossos resultados. E o resultado é sempre evidência de nossos pensamentos. Então, se pensarmos que queremos ser como Cristo, como diz a música da primária, então o nosso resultado de uma forma não tão perfeita, será que estamos sendo como Ele? Fica aqui o meu convite e a minha sugestão de que vocês possam tentar colocar na vida de vocês, em prática, alguma dessas coisas que nós falamos hoje. Recapitulando, para vermos mais de Cristo em nossa vida, temos que escolher acreditar, procurá-lo e agir de maneira a tornar mais fácil para os outros verem Cristo através de nós. Como que podemos fazer isso? Aumentando o nosso conhecimento sobre quem Jesus Cristo é e o que ele fez, seguir seu exemplo, amá-lo e irradiar esse amor para os outros e focar na nossa identidade. Veja se alguma dessas coisas traz diferença na sua vida. O estudo fervoroso das escrituras e dos ensinamentos de nossos líderes pode nos mostrar o caminho para seguir nosso Mestre e guiar Jesus Cristo. Ao aumentarmos nossa capacidade de vê-lo em nossas vidas, nós sentiremos seu amor mais abundantemente. E de acordo com a coach de casais Natalie Clay, o amor é o melhor sentimento de todos. Espero que tenha gostado do episódio de hoje. Lembre-se de seguir, avaliar e comentar. E se você está pronto para investir em si mesmo, confira meu site strasbourgcoaching.com para agendar uma sessão de coaching ou tentar meu grupo de membros gratuitamente. Estarei de volta na próxima semana com mais um episódio lucrativo do podcast. O dinheiro não é o seu problema. Até breve e obrigada!
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