In this segment of a public presentation on São Paulo’s 2013 Strategic Master Plan (Plano Diretor Estratégico – PDE), the speaker outlines the plan’s purpose, scope, and limits, and introduces its twelve strategic objectives. The PDE is positioned as the instrument that defines the city’s social function, urban property rules, priority public investments, and mechanisms for citizen participation and municipal organization. The speaker clarifies that detailed land‑use and occupancy regulations, as well as isolated infrastructure projects, are outside the plan’s remit and will be handled by other legal instruments. The core objectives highlighted include redistributing employment opportunities across the metropolis to reduce long commuter trips, improving public transport and conditions for cyclists and pedestrians, and developing an integrated urban mobility and logistics strategy to avoid ad‑hoc solutions like the “minhocão.” The presentation also emphasizes a new participatory feedback system—individual proposers receive personalized email responses (accepted, partially accepted, rejected, or out‑of‑scope) and will discuss proposals in return workshops, a practice the speaker frames as a commitment to transparency and accountability.
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personalizada para cada proposta apresentada. Cada um que apresenta sua proposta vai receber um email falando acatado, acatado parcialmente, não acatado, fora do escopo do plano diretor. Isso vai ser apresentado nas oficinas devolutivas e vai ser apresentado. Isso nunca foi feito, isso é um desafio que a gente colocou como questão de honra, a gente vai cumprir. É esse o nosso compromisso também com a cidade. Então, o que que é o plano diretor? É no plano diretor que a gente vai definir a função social da cidade, e da propriedade urbana. É onde a gente vai definir as regras, como disse o subprefeito, para estruturar os serviços, estruturar os empregos, equipamentos urbanos, os corredores de ônibus, os equipamentos sociais. É lá que a gente vai ter que definir também os investimentos públicos, como disse o vereador Bonaes Neto. A gente tem que fazer, tratar os investimentos prioritários como matéria de plano diretor para poder cobrar das administrações o que que é prioritário para a cidade. Obviamente que a gente não pode definir todas as obras porque a realidade da cidade muda muito, mas os eixos prioritários, a forma de fazer isso tem que estar definido. E também definir a forma que a gente vai organizar a prefeitura para contar com a participação e controle social da população. O que que não faz parte do plano diretor? E isso incomoda muito de vez em quando os nossos anseios e as nossas vontades naquele momento. Detalhamente, as regras do uso e ocupação do solo. Uso e ocupação do solo não é matéria de plano diretor. O que é matéria do plano diretor? São zonas especiais. O uso e ocupação do solo vai ser matéria da lei de zoneamento, mas aqui vão estar as diretrizes. Então a gente tem que pensar como são essas diretrizes. As obras e intervenções pontuais, asfaltar uma rua, algum buraco, a linha de ônibus, isso não é matéria do plano diretor. A gente tem recebido muita questão pontual e a gente tem encaminhado aos canais competentes e dado o retorno para as pessoas. E ações setoriais, né, ações setoriais que a gente sabe da deficiência e da dificuldade dos nossos serviços públicos também na sua matéria de plano diretor. E aí a gente definiu na secretaria, a partir da primeira fase, 12 objetivos para o plano diretor. E eu vou passar rapidamente agora os 12 objetivos como forma de, em cada um desses objetivos, tentar provocar vocês para o debate no grupo. E aí a gente vai trabalhar nos grupos de trabalho. Um dos objetivos, e eu acho um dos mais óbvios, é ampliar as oportunidades de emprego com distribuição na cidade toda. São Paulo hoje tem um deslocamento de 5 milhões de pessoas para trabalhar. Metade da população se desloca para poder trabalhar, e não é que se desloca, é com um período de viagem maior que uma hora. Quer dizer, alguma coisa tá errada na cidade. A gente tem que buscar reequilibrar. Para isso, a gente tem que melhorar as centralidades de cada região com o desenvolvimento de atividades que gerem emprego e criar incentivos para as atividades produtivas que não são incômodas, porque a gente também não pode pensar em instalar indústrias de metalurgia na cidade de São Paulo. O que a gente tem que instalar na cidade de São Paulo são ações que gerem empregos sem trazer incômodo para a população. Um outro objetivo é melhorar o transporte coletivo público e as condições para ciclistas e pedestres. Essa é a Estação da Luz, mas poderia colocar também aqui uma série de outras estações que a situação é a mesma. Então, por mais que a gente tenha um metrô que acesse boa parte da cidade, muito aquém do que deveria, essa situação tá esgotada. Porque, como eu coloquei aqui, todo mundo tem que se deslocar para trabalhar ao mesmo tempo, né? Para isso, a gente tá pensando em— a cidade tem que elaborar um plano de mobilidade urbana, um plano de logística urbana. Se a gente não tiver um plano de logística urbana, a gente vai ter que fazer daqui a pouco Um minhocão na Marginal Tietê. A gente acabar com o pouco de área permeável que tinha lá, aí a gente vai ter que subir para fazer mais, porque não vai resolver. Enquanto você tiver uma prioridade de transporte individual sem ter uma lógica na distribuição de logística da cidade, não há Rodoanel que resolva. Até porque, como a gente somos