1 4 A grande oportunidade das plataformas digitais — meuSucesso

Live class (module 1 of a six-part case study) featuring Romero Rodrigues (Buscapé co‑founder), hosts Renata and Fábio Veras. Romero narrates Buscapé’s origin (early technical hacks, diskettes, market education), fundraising and growth milestones, and explains platform fundamentals: two-sided markets, network effects, MVP/hypothesis testing, and subsidy/monetization tradeoffs. The session includes audience Q&A on blockchain marketing (education, case studies, content marketing) and scaling B2B custom software (componentization, prebuilt configurations), plus a preview of upcoming modules (monetization, expansion, competitiveness, culture, future trends).
Chapters
Olá pessoal, sejam bem-vindos à nossa primeira aula vivo do meu estudo de caso. Bora conhecer o universo das plataformas digitais?
Olha só, então quer dizer que o nosso protagonista é muito ousado, que ele rouba o meu lugar aqui. Vocês gostam de um protagonista ousado? Eu gosto. Então sejam muito bem-vindos à aula ao vivo do nosso novo estudo de caso. Mas deixa eu apresentar direito esse grande empreendedor pra vocês, o Romero Rodrigues. Ele é um empreendedor e investidor paulistano que, aos 20 anos, junto com os colegas de faculdade, criou o Buscapé. Quem lembra? Ainda tá aí o Buscapé, firme e forte, mas você lembra quando começou? Hoje, o Buscapé é considerado a primeira startup brasileira. Como vocês já perceberam, hoje é o lançamento de uma oportunidade única Pra você que acha que esse estudo de caso é só pra quem tem plataforma, não é. É pra todos os envolvidos com o universo dos negócios digitais. E é um prazer ter você aqui com a gente nessa jornada. Agora sim. Boa noite, Romero Rodrigues.
Boa noite, Renata. Tudo bem?
Tudo bem. A gente está muito empolgado com o seu estudo de caso. O trailer já diz tudo. Já já vou dar um spoiler aqui. Seja muito bem-vindo, viu?
Obrigado.
Bom, a experiência do Romero, a gente vai, com essa experiência, aprender tudo sobre os chamados negócios plataforma, que não por acaso é o modelo das maiores empresas do mundo, como a Amazon, o Facebook, Uber, o iFood e tantas outras. Ó, só pra você ter uma ideia. Com o fechamento das lojas físicas por causa da Covid-19 e as medidas de restrição, 13 milhões de brasileiros fizeram a sua primeira compra online no ano passado. Eu disse primeira compra online no ano passado. Isso segundo uma pesquisa. Então, meu pessoal, o mercado online é uma realidade e dificilmente você vai ficar fora dele. Mas, Romero, vamos começar aqui. Vamos esquentando. Fala pra gente, por que esses mercados são tão valiosos? Como é que você resumiria o busca-pé para o nosso público aqui?
Olha Renato, esses mercados geralmente resolvem grandes problemas do dia a dia. Normalmente problemas que se repetem constantemente. Então você se locomover todo dia com o Uber, você comer, você come duas, três vezes por dia, que o iFood ajuda a resolver. Você compra diferentes produtos, aí você tem Amazon, Buscapé e tantos outros. Então geralmente esses mercados de plataforma Eles vão juntar dois lados, um lado de demanda e um lado de oferta, que vão com uma grande frequência, quanto mais frequência melhor o mercado, estar utilizando essa plataforma. E o Busca Pé, na verdade, foi criado para resolver uma dessas várias dores. Na época, a gente percebeu que existia uma dor gigantesca para os consumidores compararem preço. Mal tinha comércio eletrônico, a gente começou, tinha quatro lojas online, mas a dor para comprar preço era gigantesca. Então, veio a ideia de juntar, de um lado, muitos preços e, do outro lado, muitas pessoas querendo comprar.
É isso aí, olha só que oportunidade tanto para você melhorar o seu desempenho e os seus resultados no digital, mesmo que o seu negócio seja menor. Ou então, vamos supor que o seu negócio não seja plataforma. Todo empreendedor que atua no digital deveria entender essa mentalidade das plataformas para escalar ainda mais e conquistar clientes e fornecedores. Então, fica com a gente. Porque eu dei uma espiadinha no estudo de caso e olha gente, ele tá quentíssimo. Se você tá curioso, eu vou te dar um gostinho do que vem por aí. Roda o trailer.
O bom empreendedor, ele se apaixona pelo problema, não pela solução. Nada é impossível. Eu tive essa sorte de saber muito cedo o que eu queria. Autodidata, aprendi a programar pra poder empreender na área de informática. Tava querendo comprar uma impressora, não consigo achar preço, não consigo achar informação. E aí veio a ideia do Buscapé. Veio a ideia de pegar os preços.
Que já estavam disponíveis na internet.
Fui chamado de louco, de pirado. Terceiro dia no ar.
Alô?
Boa tarde. Quando você é muito, muito, muito pequeno, o telefone toca. Melhor não atender. Nunca vai ser notícia boa. Era um dos maiores varejistas do país. A gente tem um andar inteiro aqui. Só de departamento jurídico. Se você não me tirar até o final do dia, eu vou te processar. O Buscapé foi a primeira startup brasileira. A experimentação e o fracasso é a vida da startup. Então vamos seguir, ver onde isso vai dar. E a gente levantou uma rodada de capital de 3 milhões de dólares. A gente estava, de acordo com o nosso plano, dando prejuízo. Os investidores falaram, olha, a gente devia fechar a empresa. E a gente entrou em 2002 fazendo tudo que podia e não podia. E a gente ficou valente também pra ir atrás das lojas e começar a cobrar as lojas. Até que todas as grandes já estavam dentro, menos uma. Aquela cujo diretor tinha pedido pra sair do resultado. E aí a gente teve que tomar uma decisão muito difícil. Foi a primeira vez que a gente tirou uma loja do resultado de busca.
Alô?
Se você não me colocar de volta no resultado até o final do dia, eu vou te processar. O Buscapé tinha consumidores e isso crescia muito rápido. E a gente acabou atingindo um ponto de equilíbrio em setembro de 2002. Em 2003, a gente triplicou. Em 2004, a gente triplicou. Em 2005, a gente triplicou de tamanho. E quando foi 2008, o grupo sul-africano Naspers, eles adquirem 91% da companhia, 374 bilhões de dólares. Ter que ficar passinho pra baixo, correndo atrás de preço, isso acabou de uma vez por todas. Não adianta a sua solução ser bonita. A gente tem que resolver um problema claro de um mercado grande. desde o primeiro dia era sobre da poder ao consumidor.
Nossa senhora, esse trailer me deixou com vontade de assistir e aprender sobre tudo que vocês desenvolveram no Buscapé. O que vocês acharam desse trailer? Comentem aqui no chat, porque esse espaço é de vocês, é pra vocês comentarem e é também de perguntas. Isso mesmo, vocês podem enviar suas dúvidas pelo chat, que o nosso time do Meu Sucesso vai tentar responder tudo. A gente tá aqui pra ajudar vocês. Aproveita, já deixa o seu like aqui no canal também. Ó, seguinte. Nós também estamos transmitindo hoje pelo Instagram, mas se você quiser interagir no chat, migra pro YouTube do Meu Sucesso. Se é bem-vindo no Instagram, é, mas se você quiser falar com a gente, vai lá pro YouTube do Meu Sucesso, tá? Ou aqui no YouTube do Meu Sucesso. Bora pra aula de hoje. Pra começar, eu já jogo uma pergunta pro nosso especialista, o Fábio Veras, que é CEO da Holding Saúde Ventures, PHD, super ativo no ecossistema de inovação do Brasil, nosso sócio aqui no Meu Sucesso, meu amigo querido. Boa noite, Fábio. Tudo bem?
Boa noite, Renata. Boa noite, assinante. Boa noite, Romero.
Fabio, quero começar assim, por que esse tema dos negócios de plataforma é tão importante para o pessoal que está assistindo a Live Class?
Olha Renata, os modelos de negócio, plataforma, se tornaram rapidamente os filhos de ouro dessa revolução digital. E o Romero foi mais ou menos o pai da primeira criança plataforma no Brasil e por pouco não foi um dos primeiros no mundo, por semanas ou meses ali. As plataformas dão uma chacoalhada nos modelos de negócios tradicionais e todos nós estamos mergulhados no consumo de plataformas, o Uber, o iFood, que o Romero falou aqui no começo, plataformas de lojas tradicionais como Magazine Luiza e outras tantas, uma centena em variação e método. E plataformas são sempre multifacetadas, elas têm sempre vários lados, vários grupos, E essa é a sua principal singularidade, que a gente vai ver nesse estudo de caso fantástico.
É isso aí, não é demais, gente? Só nesse início já deu para sentir o que a gente vai aprender com o Romero e com os especialistas. Então, meu conselho é o seguinte, fica até o final da nossa aula, porque eu tenho uma proposta única para te ajudar a transformar a sua visão para ser mais estratégico no mercado, e não perder a possibilidade de ganhar escala através de negócios digitais. Depois dessa, eu não vou mais me alongar, tá bom? Porque a gente já vai entender com mais detalhes sobre esses negócios de plataforma. Vamos para o primeiro trecho do Ato 1. Roda aí!
Uma.
Empresa Nada mais é do que um sonho. De uma forma muito habilidosa, compartilhada. Primeiro com os sócios, depois com os primeiros colaboradores, com os fornecedores, com os clientes. E quanto mais a gente acredita naquele sonho, mais ele é tangível, mais ele é viável. Nada é impossível. O pessoal costuma brincar carinhosamente que o Buscapé foi a primeira startup brasileira. Eu acho que, em uma série de fatores, a gente acabou sendo pioneiro. Quando ela começa, ela tem todos os riscos do mundo. Eu acho que uma das vantagens de você estar no comecinho, pequeno e jovem, de ter 20 anos, é um pouco essa ingenuidade. Imagina lá a gente buscar pé no comecinho, os quatro amigos, o que pode dar errado?
Tudo pode dar errado.
Nossa, Romero, eu nem imagino o quão desafiador era isso lá no comecinho, né? Aquela época da internet discada e que nem todo mundo acreditava que ia vingar. Imagina vocês trazendo algo inédito para o mercado. Então, conta aqui pra gente, vocês já tinham noção do que vocês estavam criando? Que aquele buscador poderia criar um novo mercado e, enfim, seria uma plataforma?
Olha, Renato, eu brinco que a ingenuidade, para não falar a ignorância, é uma dádiva. Então, obviamente, a gente sonhava muito, muito grande. E eu não vou mentir que acho que um dos motivos que o Busca Pé deu certo foi todos os sócios, não só os fundadores, mas em todos os momentos, estavam muito alinhados no que queriam. E o nosso objetivo, o meu e dos outros fundadores, não era ficar milionário, mas era realmente criar uma empresa que mudasse a vida das pessoas. Era um pouco, a gente brincava que era meio como fazer a Coca-Cola tecnológica, um produto que está aí há décadas, décadas, séculos. Então, assim, a gente tinha essa ambição, mas acho que nem no melhor sonho a gente imaginava que ia alcançar, que nem no ápice a gente alcançou quase 50 milhões de usuários num único mês. Quer dizer, você está falando de cada quatro brasileiros de todas as idades vão estar acessando o site naquele mês. Agora, a gente sabia menos ainda que era um negócio de plataforma. Na verdade, a gente começou a buscar até não existia nem falar que era uma startup. A gente falava que a gente estava montando um site E as pessoas falaram, mas como assim um site? Você falou que estava montando uma empresa. Falei, então, é uma empresa, mas é um site. Mas como assim? Como que um site pode ser uma empresa? Então, não existia o termo startup, existia menos ainda o termo plataforma. Mas a gente, e eu brinco também, costumo brincar, que o pior de tudo é a gente ter vendido e não ter o termo unicórnio, porque senão teria sido provavelmente melhor. Mas a gente acabou percebendo muitos dos dilemas de um negócio plataforma. Um deles é o clássico problema do ovo e galinha. Porque você tem dois lados, por onde você começa. Enfim, a gente não tinha a menor ideia do que a gente estava enfrentando. E é engraçado que a ideia original nossa não era sequer pegar os preços de loja online. A ideia original era pegar preços de loja física, loja de rua. E foi um fracasso completo. Esse primeiro teste, com a primeira versão do produto, que era, enfim, um programa que ficava num disquete, que a gente imaginava distribuir gratuitamente, eventualmente em banca de jornal. Aí o varejista pegava esse disquete, colocava no computador, instalava um programinha que procurava pela tabela de preços, conectava meia-noite no modem, mandava pela BBS, enfim, e todo... E tudo isso que nem existe mais direito de sketch, modem, BBS, banca de jornal. E tudo deu errado. Acho que o que salvou a gente é estar muito apaixonado por aquele problema, que a dor de comprar preço continuava. E a gente resolveu pegar os primeiros preços online, mas a gente não tinha a menor ideia do que ia se tornar. Nem o buscapé e nem o mercado digital. A gente tinha muita ambição, mas sem dúvida nenhuma acabou indo um pouco mais longe.
Sim, sim. E tudo isso que o Romero tá contando pra vocês, ele tá só resumindo. No episódio de hoje, o primeiro episódio do estudo de casos dele, você confere completo. Tem muita coisa, tem muitas entrevistas. Enfim, vale a pena você assistir. Fábio, isso é comum nos negócios plataforma? Ou melhor assim, traduz pra gente. O que são de fato os negócios plataforma? Até porque provavelmente a gente tem acesso e utiliza várias plataformas sem nem perceber, né?
Perfeito. Renato, eu acho que primeiro é sempre bom lembrar que a disrupção é a capacidade de alguém olhar para onde todo mundo está olhando e enxergar o que ninguém vê. E isso aconteceu com o Romero e com sócios dele. Eu acho que essa é a primeira singularidade do caso do Buscapé, que é muito diferenciada e incrível. Agora, o negócio plataforma tem muitas definições. Eu gosto de simplificar sempre tentando dar assertividade para dizer que a plataforma é o motor hoje das duas maiores economias, que é a economia da atenção e a economia das transações. Então é uma troca de valor pela via digital e a plataforma é esse motor que permite com essas trocas, esses fluxos, aconteçam entre ofertantes, produtores e o consumidor. Agora, dentro desse conceito, vamos chamar assim, existe uma gama de diversificação, de segmentação incrível, que a gente está explorando muito profundamente e com passos a passos e dicas bem pragmáticas ao longo das aulas.
É isso aí. Não vai dar muito spoiler aqui, né, Fábio? A gente tem um longo caminho aí nesses seis módulos, nessas seis semanas. Vou começar chamando um assinante que tem uma pergunta bem pertinente pra vocês dois. O Romero começa respondendo e o Fábio também, por favor. Caio, faça a sua pergunta.
Olá, meu nome é Caio Sanas, eu sou advogado e empresário no ramo de criptoeconomia. Nós temos uma fábrica de software em que nós desenvolvemos soluções e infraestruturas tecnológicas baseadas na tecnologia blockchain e smart contracts. Então, nós trabalhamos com tokenização de ativos, registro de documentos na rede blockchain, rastreabilidade na cadeia de produção de empresas, desde a matéria-prima até o consumidor, final, plataforma de resolução de conflitos por meio de smart contracts dentro da tecnologia blockchain. E a nossa maior dificuldade hoje é como desenvolver um marketing para a tecnologia ser muito nova, como desenvolver um marketing em que faz os empresários entenderem como, como como que essa tecnologia pode reduzir custos de transação na sua atividade, como que pode melhorar a produtividade do seu time, trazendo mais transparência e segurança. Essa que é a minha dúvida. Um forte abraço.
Uma excelente dúvida, Caio, muito obrigada pela sua pergunta, por ter gravado o vídeo. É isso aí, para os outros assinantes fica um exemplo excelente, porque ele vai ser respondido aqui pelo nosso protagonista e pelo nosso especialista. Como é que ele cria esse marketing para esclarecer para esses investidores, enfim, para esses stakeholders? Romero, como é que a gente pode começar respondendo, Caio?
Olha, Renata, eu... Acho que o Caio tem um desafio muito interessante na frente dele e vai passar, sim, por um processo de educação, porque o espaço de blockchain e de cripto é realmente um espaço novo e que traz muita eficiência. Então, eu trabalharia, como o cliente dele vai ser um cliente corporativo, eu trabalharia muito no processo de educação e validação do quanto a plataforma dele pode trazer de resultado. Então, eu desenvolveria cases, escreveria esses cases, traria exemplos de outros clientes, o quanto ganhou em termos de economia, de eficiência, de velocidade, de segurança, de confiabilidade, que talvez seja até um dos principais aspectos, e tentaria trabalhar muito esse conteúdo. Então, mais do que um marketing tradicional, e eu acho que pode se fazer sim marketing mais, o que a gente chama fundo do funil, mais próximo da conversão, eu tentaria trabalhar mais também topo do funil, tentar se tornar uma autoridade nesse espaço, criando conteúdos qualificados, usando muito marketing de conteúdo, nutrindo esses leads e acompanhando eles ao longo do tempo, até perceber que eles já estão num ponto onde você pode, eventualmente, converter em clientes. Então, é um processo mais longo, que envolve educação, é um ciclo de venda um pouco mais longo, mas também ele está falando, pelo que eu entendi, de clientes grandes, que também vão trazer muito valor no tempo. Então, eu iria por esse caminho.
Pessoal, vocês estão vendo como é que essa jornada vai ser potente, né? Até aqui, a gente já aprendeu o que são os negócios plataforma e que esse modelo pode, inclusive, criar novos mercados, como aconteceu com o BuscaPé. Então, eu gostaria agora de trazer uma perguntinha para vocês responderem aí no chat. É o seguinte, vocês vão colocar a alternativa que vocês mais se identificam. O que você considera mais desafiador para criar um novo mercado? A, conquistar os primeiros clientes. B, ser um negócio disruptivo que ninguém conhece. E C, eu falei B e C, né? E C, a falta de capital. Já respondam, coloquem aí no chat e aí já me digam também se vocês estão curtindo essa aula. Deixa eu falar uma coisa? Eu perdi um pouco aqui porque eu não tava ouvindo bem, o meu áudio não tava bom. Fábio, eu queria que você só complementasse pro Caio, tá? Porque eu não tava ouvindo bem o áudio a hora que o Romero acabou de falar e eu não consegui te chamar pra você também complementar a resposta pro nosso assinante, pode ser?
Bacana Renato, eu concordo 1000% com o Romero. Parabéns Caio por estar na vanguarda da produção de software com blockchain. Eu acho que você é um caso clássico de um empreendedor que trouxe um ótimo produto para o mercado, mas ainda não se preparou para se destacar na multidão. Ou seja, você tem que vender essa necessidade de mudança urgente, criar uma visão altamente motivadora para o grupo dos primeiros clientes ali, criar a imagem que eles vão deixar seus concorrentes para trás usando a solução e de repente até estudar quem no mercado já usa essa solução e use-os como propaganda para o seu negócio. Então é vanguarda é contra o vento assim como o Romero foi totalmente contra o vento também e você vai colher esses frutos lá na frente se perseverar e tiver uma execução bacana como já começou.
É isso aí. Obrigada, viu, Fábio? E desculpa esse probleminha técnico. Bom, gente, vocês sabiam que tem muito mais conteúdo na nossa plataforma do Meu Sucesso? É isso mesmo. Esse QR Code que vocês estão vendo aqui na tela leva vocês pra plataforma e garante sete dias grátis. Aproxima a câmera do seu celular e aproveita. Agora eu quero chamar mais um trechinho do episódio do Romero. Roda aí.
A ideia original do Buscapé era pegar preço de loja de rua, até porque tinham pouquíssimas lojas na internet naquele momento. Na internet brasileira devia ter quatro ou cinco lojas online que a gente soubesse. E a nossa visão era desenvolver um software que ia caber num disquete, então tinha que ter até 1.4 megabytes. O disquete ia ser distribuído. Então, qualquer varejista poderia pegar essa discash numa banca de jornal, alguma coisa assim, instalar no computador. Esse programa ia procurar dentro do computador por planilhas de preços ou software de gestão, ia esperar da meia-noite, que aí o pulso era único, conectar pelo modem na BBS e mandar os dados para o nosso banco de dados. E com a primeira versão desse software pronta, eu peguei uma caixa de disquete e fui andar pelo bairro, no paraíso, e voltei com os dez disquetes que eu tinha saído de casa.
Me dá um tempinho, cinco minutos, eu já te retorno. Ele nunca retornava pra gente, né?
Fui chamado de louco, de pirado. O pessoal achava que era pegadinha. Falava, pô, mas não faz nenhum sentido isso. A gente não dá preço nem pelo telefone, que é justamente para o consumidor vir aqui, que aí ele já veio, ele vai comprar mesmo. Por que eu vou dar todos os meus preços para você e você vai colocar na internet?
Olha, Romero, quem vê um negócio que foi vendido por mais de 300 milhões de dólares, não imagina o tanto de perrengue que vocês passaram a isso. Você só contou um pouquinho nessa parte do episódio, né? Um negócio que quatro jovens iniciaram com apenas 100 reais em caixa, gente. Como é que foi iniciar um negócio tão disruptivo? Vocês tiveram que realizar algum trabalho de educar o mercado? Porque você já falou de educar o mercado na sua resposta anterior aqui. inclusive para o nosso assinante, né?
Olha, Renata, eu não lembro quantas vezes o Buscapé morreu e a gente foi lá fazer massagem cardíaca nele e ele ressuscitou. Foi muito difícil, obviamente era outro mercado em O mercado digital era muito menor, a gente tinha no nosso plano de negócio a expectativa de ter 100 mil usuários de internet no final de 1999. Se você compara com hoje, que a gente tem mais de 170 milhões de brasileiros conectados, a gente está falando aí de 1.700 vezes mais. Mito? É, mais. Então, enfim, o mercado era pequeno, não tinha mercado de investimento, de financiamento, você não tinha naquela época. Ou você tinha dinheiro ou você tinha que ter uma casa e fazer uma hipoteca da casa. Então, a gente passou muito perrengue mesmo. A grande vantagem é que a gente tinha um ativo importante que era o conhecimento técnico, capital humano, a gente não tinha capital financeiro, o mercado era pequeno, mas a gente tinha capital humano e investiu muito em desenvolver a tecnologia do Buscapé, que era uma tecnologia super inovadora. E naquela época, a gente está falando aí já de 22 anos atrás, você não tinha nem um bloquinho pronto. Então, custava muito dinheiro e muito tempo construir um site. Uma loja online, que hoje você compra por R$50, custava 2, 3 milhões de dólares pra fazer, e era muito pior do que tem hoje. Então, sem dúvida nenhuma, o buscar pé veio muito antes do seu tempo. Mas, como disse o Fábio, e eu acho que o Fábio foi preciso.
É.
Melhor você estar à frente do seu tempo, estar um pouco antes do mercado, ser inovador, como o caso do Caio, que a gente acabou de ver com a solução de blockchain, do que estar atrasado. No nosso caso, a gente podia ter esperado mais um pouquinho, talvez. Mas, sem dúvida nenhuma, foi super puxado. E a gente teve, sim, um trabalho enorme de educar, porque as pessoas não tinham a cultura de comparar preço. E quando elas pensavam, eventualmente, em comparar preço, e aí era de um produto mais caro, de uma geladeira, de um televisor, o comportamento era outro. O comportamento era, pô, eu quero comprar uma TV. O cérebro falava, pega a chave do carro, porque a pessoa pegava a chave do carro, ia pro shopping, entrava na primeira loja, entrava lá na Casa Centro, anotava o telefone atrás, saía, entrava na Mesblan, anotava o telefone atrás do cartão do cara, ia mostrando um pro outro e voltava de uma loja pra outra. quando tinha paciência de fazer isso. A gente precisava fazer a pessoa falar, não, não, não. Você quer comparar preço? Você não vai mais fazer isso. Você vai para o escritório da sua casa, onde tem aquele gabinete vertical, você vai ligar o estabilizador, vai ligar o monitor ThinkMaster 3, conectar na internet e entrar no Buscapé. E durante os primeiros 10 anos de Buscapé, muito pouco dos usuários que usavam o Buscapé comprava online. coisa mais comum era imprimir a página de resultado e aí sim pegar a chave do carro e ir para o shopping.
Mas aí, Romero, desculpa te contar, eu quero entender como é que foi esse trabalho de educação do público para essa nova ferramenta? Como é que vocês, o que vocês usaram para educar, para nos educar?
Bom, a gente se aproveitou do fato de ser o primeiro e se apoiou muito em assessoria de imprensa. Então, a gente conseguiu bastante destaque na mídia em geral, principalmente mídia impressa, revistas, né? Como o Buscapé era uma das primeiras startups que os fundadores tinham largado a faculdade para tocar startup e que depois criou um quarto dentro do escritório, de tanto que a gente trabalhava lá de noite, tinha lá um quarto com dois beliches, depois a primeira foi incubada, depois e assim por diante, então a gente conseguiu se posicionar bem com mídia. Isso foi, imprensa em geral, isso foi importantíssimo. Muito marketing de guerrilha e boca a boca, então a gente espalhava em vários sites, caixinhas de busca do Buscapé. Tentava educar muito, o consumidor acabava, infelizmente, se educando muito pela dor, Então era muito comum as pessoas que sentiam no bolso, né, como já brincava o Delphine Neto, a parte mais sensível do corpo humano. Então quando a pessoa pagava três mil reais numa TV e depois descobria que podia ter economizado mil reais se tivesse usado o busca pé, esse cara aprendia, esse cara não errava mais.
Então tinha de tudo.
Rapidinho, panfletagem, a gente fez tudo que você imaginava.
É, eu queria ouvir as ferramentas da época, porque elas, algumas, de alguma forma podem ser usadas até hoje, e a gente já falou num estudo de casos, em alguns, mas tem um estudo de casos do Eric Santos, que se chama Poder Digital, que ele conta o quanto ele teve, que principalmente através de blogs, inicialmente, educar o público. Fábio, eu acho que você se lembra disso, né? Eu queria até que você complementasse também um pouco sobre tudo isso que o Romero tá falando, de educação do público, enfim. Você lembra um pouco desses estudos de casos que a gente passou por aqui?
Sim, certeza. Eu acho que é muito importante o assinante, que está com a gente aqui agora, a gente esclarecer ou lembrar que o que o Romero fala, o que o Romero fez, foi numa época onde ele escreveu o livro, na prática, sem palavras ali, sem texto. Porque era uma época... Hoje você fala, eu vou criar uma startup, ou o consumidor, eu consumo de uma startup e tal, o que é uma plataforma, um marketplace, eles já tem todo um glossário que o mercado entende, mas na época ele via com uma língua, ainda mais um negócio de plataforma que tem sempre dois lados, que nenhum dos lados fazia a menor ideia do que ele estava falando. Então eu acho muito importante a gente lembrar isso, porque a experiência que o Romero acumulou é uma experiência singular. Hoje ele literalmente abriu o caminho no granito, no Brasil, ali com o machadinho, e não com uma máquina depuratriz para que todo mundo pudesse chegar aqui onde chegou. Então acho que é essa.
Um caminho no granito com machadinho, olha. Veras, Fábio, pô, é brincadeira.
Nas aulas a gente vai aprofundar os passos e tudo isso junto com os especialistas e o Romero. Mas eu acho que aqui tem que ficar a lição do propósito e da perseverança. E quando se fala muito em ESG, em modelos de negócio, investimento, o consumidor e o investidor, eu acho que o assinante tem que entender isso, estão buscando empreendedores que tenham um propósito muito forte, uma capacidade de executar incrível. E o Romero não teve escola, ninguém ensinou isso pra ele, ele aprendeu na marca, como os grandes empreendedores, né, Renata?
É isso.
O Fábio é muito querido com as palavras, eu fico aqui corado, mas obrigado antes de faz nada.
O Fábio é assim viu Romero, você vai se acostumar com ele.
Mas acho que ele tocou no ponto muito legal, que eu acho que é o propósito e realmente eu vejo que empreendedores que Realmente, a gente tinha desde o começo do Buscapé, a parede do Buscapé era um grafite com uma série de consumidores segurando seus produtos. A gente tinha muito isso de poder ao consumidor e respirava muito isso. E eu vejo que todas as grandes empresas respiram muito isso. Trazer um exemplo desse fanatismo, O primeiro prédio da sede da Amazon tem uma placa com o nome do prédio, e o nome do prédio é lá o nome de um cara, aí você vai ler pequeno, é o primeiro cliente da Amazon que em 1995 comprou um livro de mecânica dos fluídos, quer dizer, está até no prédio, o prédio não foi colocado em homenagem ao avô do Bezos, foi colocado em homenagem ao primeiro cliente da companhia. Então, eu vejo que todas essas empresas têm muito propósito e se mantêm fiéis, Ela acaba convertendo uma legião, né? A gente tinha uma legião de... O nosso marketing, quem fez no final do dia foram os nossos usuários, os consumidores.
Fãs, viraram fãs. Olha, eu tenho mais um assinante pra vocês. Eu quero dizer uma coisa pra quem tá nos assistindo e quem é nosso assinante. Manda, sim, a sua dúvida. Vale a pena, porque geralmente a sua dúvida é a dúvida de uma grande parte de outros assinantes ou de pessoas que estão aqui e acabaram de ligar o YouTube, empreendedores, empreendedoras que têm as suas dúvidas, que ainda não são nossos assinantes e que se identificam com as suas. Vai lá, Júlio, manda o seu questionamento.
Olá, meu nome é Júlio Fernandes, sou aluno do MeusSucessos.com, atuo na Hitex, uma fábrica de aplicativos para celular com tecnologia de inteligência artificial. Fica em São Paulo e hoje nós conseguimos entregar um aplicativo em sete dias úteis. A questão é, cada novo projeto exige customização. Então a minha pergunta é, na venda B2B, ou seja, venda para empresas, como escalar considerando a customização em cada projeto? É isso, muito obrigado.
Bom, antes de vocês dois responderem ao Júlio, Júlio, muito obrigada pela sua pergunta, obrigada pelo vídeo. Eu quero falar para quem está no Instagram, migra para o YouTube, porque os nossos professores do Meu Sucesso estão aqui para responder as suas dúvidas ao vivo no chat. Não é nem agora essa do vídeo, não. É a sua ao vivo. Então, você está no Instagram, a gente está adorando, mas migra para o YouTube que você vai ter mais oportunidades, tá bem? Vamos lá. Romero, vamos começar falando dessa customização que o Júlio tem dúvida. O que você pode dizer pra ele?
Olha, eu me atreveria aqui a sugerir algumas frentes pra ganhar escala numa situação onde ele faz muita customização. A primeira é tentar identificar blocos que se repetem em vários aplicativos e componentizar esses blocos. Então ele consegue Apesar daquele bloco ter um custo de X horas, como ele tem boa parte do bloco desenvolvido, ele consegue escalar reutilizando essas peças. A segunda, que costuma funcionar muito para algumas startups que têm venda B2B, principalmente quando elas são plataformas, até plataformas de BI, por exemplo, que geralmente são super abertas, podem ser usadas para qualquer coisa, Elas costumam ter muito sucesso quando o founder, o empreendedor, percebe que, apesar de poder fazer qualquer coisa com aquela plataforma, ele já dá alguns sabores pré-determinados. Então, está aqui essa plataforma de dados, mas tem aqui uma versão já pronta configurada para PIA, tem aqui uma versão pronta configurada para quem faz vendas para governo, tem aqui uma versão pronta configurada para quem faz e assim por diante. Por que isso? Porque você aí repete o cliente, você começa a ter clientes muito parecidos. e você começa a ter um pouco de métrica em cima desses clientes. Então, você consegue ter previsibilidade na tua máquina de vendas. Você sabe que aquele teu aplicativo para aquele público em geral, você vai falar sempre com o diretor de marketing, no outro é com o diretor de vendas, no outro vai ser tal o sponsor, vai ser tal pessoa dentro da companhia que você quer vender, que vai ser responsável por fechar essa venda. E, em cima disso, você começa a saber quanto tempo leva, se está fechando ou não está fechando. Então, iria para um dos dois lados. Ou você tenta criar escala componentizando o desenvolvimento do que se repete, ou você ganha escala procurando clientes parecidos com os clientes que você já tem, principalmente quando você percebe alguns usos específicos que a tua plataforma tem.
Olha, Fábio, a gente já teve uma aula aí. O Júlio saiu muito bem essa noite presenteado, mas eu quero que você, por favor, também responda a ele.
Com certeza, o Romero já foi nos pontos centrais. Eu daria um passo atrás, porque a gente tem um público bem diverso aqui nos assistindo e os assinantes, para dizer que customização e escala carregam um certo antagonismo, para a gente não se esquecer disso. No nível mais avançado, no nível de plataforma, Então, é exatamente o que o Romero disse. Eu acho que o Júlio tem que pensar em classificar o seu público por categorias e customizar a produção por categoria. Por quê? No final do dia, é como o mercado percebe, é como ele se apresenta. Então, se ele tem um perfil de características, por hipótese, escritórios de advocacia, empresas de varejo ou agronegócio, enfim, se ele for numa segmentação por segmento ou por blocos de funcionalidade, Ele consegue fazer uma entrega que soa muito customizada, mas na verdade ele tem um bloco de concentração ou de organização que permite a ele, eu diria, otimizar a escala, mas não ter uma escalabilidade máxima. Mas enfim, eu acho que o Romero trouxe bem aqui a dica da receita do que o Júlio e pessoas como o Júlio têm que fazer para conseguir otimizar ao máximo a escalabilidade possível.
É isso aí, Júlio.
100%.
Quer complementar, Romero?
Sim, sim, rapidamente. Acho que o Fábio tocou num ponto muito importante e eu daria só um ponto de atenção, que geralmente quando você costuma ter uma plataforma, na hora que você começar a componentizar e transformar isso numa plataforma, toma cuidado com o que a gente brincava de chamar os puxadinhos na tua arquitetura de software. Ou seja, você começa a fazer customizações aqui e ali e esse código começa a ficar um Frankenstein em algum momento no futuro, você vai ter um trabalho gigantesco para atualizar todas as versões. Então, em geral, se você identificar esse público, esse cliente ideal que o Fábio comentou, eu focaria nele e criaria uma veia de crescimento em cima disso. Acho que o ponto do Fábio foi excelente.
Renata, e nessa linha aí do Romero, a gente tem que ter muita atenção com o que eu chamo de negócio x-tudo, que é essa tendência de querer, não, mas isso também vende, isso também vai. E ali você vai desconfigurando a essência, a alma do seu negócio, vai perdendo a identidade em busca de uma receita hipotética sempre potencialmente crescente. Então, cuidado com... a metáfora do negócio x-tudo, porque x-tudo quem come é criança, ele compra no trailer uma vez e nunca mais. A gente vai acostumando e costuma pedir sempre o mesmo no sanduíche. É só um alerta ali.
Eu costumo brincar que quem não sabe falar não, não escala. Tem que saber falar não.
Vocês estão vendo, vocês assinantes, você empreendedor, empreendedora que estão chegando aqui agora, vocês percebem que uma pergunta, que com certeza é a identificação de muitos, faz todo esse barulho, muda todo o nosso roteiro? É para isso que a gente está aqui. Júlio, quantas dicas para aperfeiçoar o seu negócio, hein? Você que está aqui, gostaria de viver a oportunidade de ter a sua pergunta respondida ao vivo pelo nosso protagonista e pelo especialista? Então, fica atento, porque todas as semanas os assinantes do Meu Sucesso recebem um e-mail para enviarem as suas dúvidas. A gente espera contribuir com o ecossistema de empreendedorismo da melhor maneira possível. E falando nisso, bora entender um pouco mais sobre o como colocar um negócio, plataforma, para rodar. Eu separei um trechinho especial da aula com o Romero. que vai lá toda quarta-feira na plataforma do Meu Sucesso, porque aqui a gente aprende através do estudo de caso com o empreendedor que vive as mesmas dores que você. Então vamos ver o que o protagonista conta nessa aula dele, que está imperdível. Roda aí.
Algo muito importante quando você estiver iniciando o seu negócio é testar a hipótese. E testar hipótese, você obviamente vai descobrir muita coisa quando você tiver o teu MVP, teu protótipo pronto e no ar.
Mas algumas vezes você pode testar as hipóteses antes.
Um grande erro que a gente cometeu no começo foi não testar a hipótese de que o varejista estaria disposto a.
Disponibilizar os preços na internet.
Então, ao invés de testar essa hipótese que a gente poderia ter feito carregando os disquetes sem nenhum programa dentro e simplesmente ir conversar com os varejistas, a gente perdeu alguns meses desenvolvendo o nosso primeiro protótipo, o primeiro MVP, que era.
Aquele programa que tinha que caber no.
Disquete para que o varejista instalasse no.
Computador e enviasse os preços. Então, foram três meses de investimento. Graças a Deus, na época, não era caixa, não era dinheiro, era tempo, tempo a gente tinha mais de sobra como.
Universitário, mas a gente podia ter economizado isso, a gente podia ter feito esse teste sem necessariamente ter escrito uma linha de código. O efeito de rede vai vir com o tempo, através da liquidez. O efeito de rede nada mais é do que a plataforma ficar tão valiosa a ponto de que nem os seus consumidores nem a sua demanda, nem a sua oferta, os seus fornecedores, pensem em usar outra plataforma. Porque já tem tanta gente ali que.
É muito mais fácil ir lá para.
Resolver o seu problema do que procurar qualquer outra plataforma competidora.
Romero, os primeiros passos para criar um negócio plataforma são os mesmos para se criar o negócio digital? Se sim, quais seriam?
Olha Renata, não tem uma fórmula, pelo menos eu não conheço uma fórmula para isso. Primeiro o desafio é entender qual o mercado que você vai estar e que dor você vai resolver nesse mercado. E dependendo do caso, você tem que entender como é que você vai atrair os dois lados. a oferta e a demanda, como eu disse. E geralmente você vai ter um lado subsidiando o outro. Mas no começo, os dois lados vão estar praticamente subsidiados. Subsidiados por você. Então, quando uma plataforma começa, nos delíveres, a guerra dos delíveres, todo mundo ganhava cupom. Então, o restaurante praticamente não pagava, o consumidor ganhava um monte de cupom para aquilo começar a rodar, para se tirar da inércia aquela roda. Então eu acho que vai ser identificar o mercado, identificar quem são os atores que tem que estar na tua plataforma, quem no futuro vai pagar e no começo como é que você vai atrair todos esses atores. E às vezes é subsidiando muito mais do que um dos lados. No caso do Buscapé, a gente entendia que o varejista ia subsidiar o consumidor, ou seja, vai ser gratuito para o consumidor para sempre. O varejo vai pagar para a gente, subsidiando o lado do consumidor que não precisa pagar para ter acesso ao serviço gratuitamente. Na prática aconteceu o contrário, os varejistas queriam até processar a gente. E aí a gente teve que mudar a regra e falar, olha, nós vamos subsidiar os dois lados, ou seja, vai ser de graça para os dois, por tempo suficiente para que a gente tenha consumidores numa quantidade em que o varejista não possa mais sair. Eu diria que isso, hoje em dia, é muito arriscado. Ele consome muito caixa. Mas você vê algumas startups indo por esse caminho. E às vezes sendo bem sucedidas. Mas, obviamente, é um caminho que precisa de muito capital. Você tem outros caminhos que, às vezes, precisa de menos capital. Você consegue girar mais rápido a tua plataforma.
Entendi.
Só para dar um exemplo do constante.
Era isso que eu ia te pedir. Me dá então um exemplo para negócios menores.
Um caso muito comum é de dois designers que estavam fazendo uma plataforma para você poder, quando estivesse viajando, dormir no sofá da casa de alguém. Enfim, o termo era Couchsurfing, então você ia para... Ah, eu estou indo para o Rio, deixa eu ver se alguém me aluga um sofazinho. E aí, para fazer o funding disso, estava naquela época de eleição, eles começaram a vender cereais. Eles fizeram os cereais com embalagens muito chamativas, tanto para quem era democrata quanto republicano, e com aquele dinheiro dos cereais, eles conseguiram funding para tocar o projeto adiante. Essa startup depois cresceu só um pouquinho e virou um negócio chamado Airbnb.
Legal.
Bom, eu tinha falado de um negócio, um exemplo de um negócio pequeno. Eu tô brincando, eu sei, eu já entendi que começou pequeno e ficou grande. Ô, Fábio, como é que é possível trazer os primeiros clientes pra uma plataforma? É uma pergunta de um milhão de dólares, tá, Fábio? Vou de novo, hein? Como é que é possível trazer os primeiros clientes pra uma plataforma? Tem gente aqui gritando isso dentro de casa. Aí eu tô ouvindo e repassando pra você, tá?
Para o Romero foi uma pergunta de 374 milhões de dólares. Bem mais.
Eu abaixei um pouco para você. Vamos lá.
Olha só, eu acho que ele fez isso durante anos com muito desafio e dificuldade. Nas aulas a gente explica um pouco esse espaço de como estabelecer uma estratégia para trazer clientes para o negócio de plataforma. Mas aqui na live, Renato, eu citaria alguns pontos, muito simples e rapidamente. Por exemplo, tem uma estratégia de lançamento vencedora. Eu acho que isso é fundamental. O Tinder foi lançado num festival de música ali no interior dos Estados Unidos. Então, a gente fala muito do digital, mas essa awareness, essa consciência de marca, você começa com o que o Romero falou lá atrás da militância, do marketing de guerrilha. que é você ir um a um ali no direct do Instagram, mobilizar as pessoas. Enfim, tem uma parte que é mobilizar emoções. Eu acho que o fato de ter uma gestão de dados para customizar a categoria de usuário e saber tratá-los também é um requisito fundamental para você poder trazer isso. Acho que hoje, se você fala no negócio de plataforma, você tem que ter uma gestão de dados muito boa, é mais difícil. facilidade de navegação, de simplicidade, confiança, política de reembolso, a segurança, no final do dia a pessoa está dando dados financeiros para você e criar também uma política de atração para produtores de peso, porque os produtores de peso criam reputação Ele faz com que produtores ou ofertantes de conteúdo queiram estar perto dessas pessoas de expressão e ali o efeito rede acontece e um começa a adensar e trazer mais o outro e crescer. Mas nas aulas a gente detalha com muito mais.
Mas eu vou pegar o gancho que você falou agora, Fabio, você falou do efeito de rede, o Romero falou nisso também agora no trecho da aula dele que a gente acabou de mostrar, só que eu queria que a gente agora deixasse bem claro pra quem tá chegando aqui. Esse efeito de rede, que é o nome do nosso estudo de caso, a gente colocou efeito rede, o que ele é, de fato? Romero falou ali no... Romero falou ali, desculpa, eu tenho um amigo chamado Romero e aí eu juntei. Romero falou ali no vídeo sobre isso. Eu queria que você exemplificasse, colocasse assim, de uma maneira bem didática, Fábio, o que é esse efeito de rede?
Olha, o efeito de rede é o santo grau para as startups e a empresa que está buscando o seu espaço digital. Facebook, Twitter, LinkedIn, enfim, todos eles trabalharam isso, o WhatsApp, e se beneficiam muito dessa dinâmica. Em uma época em que mais de um bilhão de usuários ou empresas com poucos funcionários estão ali tendo um valuation de bilhões de dólares, criando o efeito de rede, a gente começa a achar que o negócio de plataforma é algo miraculoso, que sempre vai dar certo. Então eu vou falar rapidamente com o efeito rede, mas é muito importante lembrar que às vezes o efeito rede pode também prejudicar o negócio e nas aulas a gente explica um pouquinho mais isso aí. Maior escala leva a mais usuários e mais usuários levam a maior escala. O efeito de rede é quando você consegue criar esse acoplamento estrutural num ponto de equilíbrio tal, onde o crescimento é uma constante. E pra isso tem muito método, tem muita metodologia, tem muitas formas, mas nunca vai deixar de poder faltar aquele molho especial, o tempero que faz dar certo. que é a perspectiva da disrupção, a perspectiva de uma inovação, de um diferencial competitivo realmente inovador. Eu acho que o assinante, a gente não tá aqui pra falar que o complexo é simples, a gente tá aqui pra dar clareza à complexidade, é diferente. Mas você fazer com que um desafio desse dê certo, É realmente uma empreitada de fôlego, então você tem que ter muitos cilindros de oxigênio e durante as aulas a gente explica bastante o passo a passo disso, Renata.
Eu gosto das suas analogias, Fábio Veras. Agora eu vou fazer uma pergunta para o Romero que parece muito simples, mas que é extremamente relevante aqui para a nossa primeira live class. A gente precisa entender muito bem para seguir adiante. A gente tem uma jornada de mais cinco depois disso. Romero, por que é tão importante desenvolver esse efeito rede em negócios digitais agora que a gente entendeu o que é efeito rede?
Renata, geralmente quando uma plataforma cria efeito rede, ela acaba gerando o que no mercado o pessoal chama winner takes all, ou seja, o ganhador leva tudo. Por que isso? Porque, como o Fábio estava falando, você tem tanta escala e tanto usuário, e cada vez que um usuário entra, gera mais valor para todos os outros, que é muito difícil um concorrente quebrar esse ciclo virtuoso. E aí a gente pode dar inúmeros exemplos. Qualquer uma das grandes plataformas que a gente conhece, que tem. Então, pode ser plataformas de efeito de rede direto, de um para um. Então, por exemplo, redes sociais. Eu entrar numa rede social que não tem ninguém. Eu lembro quando o WeChat, que é a maior rede social da China, fez propaganda no Brasil. E era uma propaganda com o Neymar e com o Messi. E as pessoas baixaram o aplicativo. E aí, você chacoalhava, mostrava quem está mais perto de você. Você chacoalhava, mostrava uma pessoa na China. Não tinha nenhum amigo seu lá dentro. Mas quando eu entrei no Instagram, a primeira vez, já tinham vários amigos. Hoje estão todos os meus amigos. Então, é muito difícil eu deixar de usar o Instagram para usar um aplicativo que se propõe a fazer a mesma coisa. Isso também acontece nos marketplaces, nas plataformas que você tem lado de supply, oferta e demanda. Então, um classificado, ele chega... Assim como uma feira, a gente pode pensar em coisas físicas. Existe também coisas físicas. Uma feira que tem muito mais vendedor vai ter muito mais comprador, porque eu quero ter mais opção, uma feira que tem muito mais opções de fruta, que tem muito mais opções de amêndoas, enfim, uma feira muito bacana. E tem muito mais vendedores, o preço também é mais barato, porque eles estão competindo. Eu nem vou perder tempo nessa aqui, eu vou direto na boa. E o vendedor também quer estar lá. Por quê? Porque o Romero e todos os consumidores estão lá. Um exemplo que é muito fácil de entender, imagina bem no comecinho, quando o telefone foi inventado. Quando ele foi inventado, só tinham duas pessoas que tinham telefone. E era muito legal, a primeira pessoa ligava para a segunda. Na hora que uma terceira pessoa entrou, ela adicionou valor para as outras duas também. Não foi só legal para ela. Foi legal para as duas anteriores, que agora eu tinha mais uma para ligar. Quando a quarta entrou, adicionou valor para as outras três anteriores. A quinta, para as quatro anteriores. Então, o efeito de rede é quando essa rede vai criando de uma forma que, à medida que a rede cresce, ela é mais valiosa para todo mundo. Então, você prefere investir tempo, dinheiro, o que seja, na rede vencedora. E ela toma o mercado inteiro. Então, eles são monopólios naturais. Por isso que é tão importante para uma plataforma desenvolver isso.
O Romero, Renata, interrompendo o seu roteiro, eu diria também o seguinte, você pegar o Facebook ali, o Zuckerberg, ele começou com uma plataforma de like ou não like pra pessoa gostou ou não gostou dentro da universidade. A coisa viralizou de tal maneira que todo mundo queria receber um like, queria um gatilho ali de ser desejado, né? e que ali as outras universidades fizeram. Mas era simples assim, você curtiu ou não curtiu a foto daquela pessoa. E dali ele foi crescendo no nicho de universidades e depois pivotando o modelo de negócio. Então, na questão do lançamento, para criar esse efeito rede, é nunca ter também aquele desanimado pink cérebro, o ratinho que queria dominar o mundo. Você não pode querer assim, você tem que dominar aquela cabeça de praia, chama de estratégia bit red. Começa com aquele território menor e vai crescendo nesse efeito rede de uma maneira inteligente Porque aí as camadas de sucesso, como o Romero disse, elas vão acontecer. Eu tenho esse feeling em relação ao percurso de um negócio plataforma.
Valiosíssima dica, eu concordo com o Fábio. Às vezes a gente vê alguns empreendedores já querendo começar muito grande. A gente brinca que eles estão querendo cozinhar o ovo esquentando o oceano. É muito mais fácil você atacar um nicho, mas com a visão de que vai ser muito grande. Mas você ataca aquele nicho, conquista ali liquidez, efeito de rede, e aí você vai ampliando para outras frentes. É valiosíssimo.
Olha que legal, eu tenho uma pergunta de um assinante que fala exatamente de nicho agora, é um gancho excelente, parece até que você sabia essa pergunta, viu Romero? É o Isaac, ele não me mandou vídeo, ele me mandou o texto e ele diz o seguinte, meu maior desafio é encontrar um nicho para atuar. Eu quero trabalhar em um produto que leve qualidade para o cliente, não quero apenas ganhar dinheiro, eu quero montar um negócio que seja prazeroso, que seja empolgante, único. Um abraço a todos no meu sucesso. Nós que agradecemos, viu, Isaac? E você vai ser respondido agora pelo Romero, porque ele já estava aqui na sua linha de raciocínio sem nem saber.
Olha, é uma resposta difícil pelo seguinte. os nichos não são tão difíceis de serem encontrados. O que é difícil é você encontrar nichos que podem se transformar em mercados gigantescos. E parece aí sutil, difícil o que eu disse, mas o próprio buscar para o exemplo, eu lembro quando a gente começou As pessoas falaram assim, poxa, mas a comparação de preços é um nicho. Lá em 2000, aquele boom da internet, os portais tinham shopping, todo mundo investindo em ter loja online, e-commerce, etc. Mas assim, para a gente, nunca foi comparação de preços. Comparação de preço era o nosso ângulo de ataque, é por aqui que a gente vai entrar. É o beachhead, exatamente como o Fábio falou. A gente vai entrar aqui e vai ficar quietinho e todo mundo vai acreditar que a gente... Está todo mundo acreditando que a gente quer fazer só comparação de preço? Ótimo! Em 2015, quando a gente saiu... Quando eu saí do dia a dia do Buscapé, de cada três compras online, uma era feita através do Buscapé. Então, assim, tinha ido muito além de comparação de preço de um nicho. Então, para você encontrar esse nicho, respondendo a tua pergunta, eu brinco, pega um caderninho e sai aí, mundo afora, e vai anotando todos os problemas que você vê, todas as dores, tudo que não funciona. Você vai ver que é uma lista gigantesca. Começa a imaginar quais desses podem ser uma dor muito grande, de um mercado muito grande. Se for uma dor importante de um mercado grande, você tem uma oportunidade de piréu na mão.
É isso aí. Olha, Isaac, eu espero que a sua dúvida tenha sido esclarecida, até porque deve ter sido o desafio de muitos que estão nos assistindo. Bom, pessoal, é o seguinte, eu falei pra vocês que no final dessa live class eu iria trazer algo que ia te ajudar e muito na sua jornada empreendedora. Chegou essa hora. Eu vou apresentar pra você o estudo de caso do Romero Rodrigues. Olha aí o meu sucesso sendo pioneiro nesse assunto no Brasil. Gente, Ainda tem muita informação que você não pode perder dos nossos próximos módulos. Olha só o que vem por aí em cada um dos seis módulos. Vamos lá. Estudo de Caso e Efeito Rede, que a gente inclusive entendeu muito bem hoje. Módulo 1, que a gente acabou de passar. Os primeiros passos dos negócios plataforma. No módulo 2, semana que vem, vamos ver os modelos de monetização. No módulo 3, da terceira semana, alternativas para expandir plataformas digitais. No módulo 4, as estratégias para melhorar a competitividade. No módulo 5, a cultura e liderança em negócios plataforma. E no último e derradeiro módulo, módulo 6, o que tem de novo e as possibilidades dos mercados, plataforma. É muito bacana, né, gente? Romero, fico pensando, o que você achou da nossa trilha de estudos? Se tivesse um estudo de caso desse lá atrás, quando vocês começaram, teria facilitado muito, né?
Pô, Renata, nem me fala, se desse pra levar esse conteúdo pra 20 anos atrás. Mas acho que o pessoal aqui não tem desculpa, né, mais? Não tem, tem todas as ferramentas. anotar as ferramentas que estão aí e mudar esse mundo.
É isso aí. Vale a pena lembrar que a gente tem uma live class em cada um dos módulos. Elas são transmitidas todas as segundas-feiras às 21 horas e eu tenho certeza que vai contribuir muito para o seu desenvolvimento. Bom, antes da gente terminar, eu queria que você deixasse aqui os seus comentários sobre o que você aprendeu nessa aula de hoje. Resume assim, numa frase. O conhecimento que você adquiriu hoje. É, vai numa frase. Seja conciso, concisa, vale a pena. Ah, e a gente falou sobre os módulos, então eu quero compartilhar com vocês um pequeno spoiler do episódio da semana que vem. Vamos assistir.
Alô.
Boa tarde. E é engraçado que a primeira vez, em junho de 99, eu não vou mentir, eu fiquei com o olho mareado. Foi até bom ter sido para o telefone, que seria vergonhoso. Uma empresa daquele tamanho. Eu mal comecei a minha vida profissional, sou um empreendedor há três dias e vou tomar um processo de uma empresa bilionária.
Ê, Romero! Eu adorei você revivendo o passado, né? Alô! Foi muito bom, né? E aí vai tomar um processo, nossa! Esse segundo episódio é melhor do que o primeiro, viu? Fábio, olha só, quero saber se você tá ansioso pela próxima live class.
Com certeza, Renata. Eu acho que, inclusive ter a ver com a pergunta do Caio e me despedindo, o Romero falou em inspiração, o que te inspira, vai viajar, vai ver o mundo. Quantos empreendedores tiveram esse insight ali em lugares absolutamente fora da rotina? O bacana dessa história é porque o Romero é um outlier. E num mundo em que se você não se atualiza, você vai morrer, você vai perecer. O ciclo da mudança está mais curto e a gente tem que se adaptar a essa velocidade. E esse estudo de caso permite a gente ir passo a passo num crisis muito paradigmático, ou seja, com muitas histórias, com muitos ciclos que representam essa trilha de todo empreendedor esse empreendedor de pequeno porte ou empreendedor de grande porte. Não importa se o Romero atingiu um sucesso estrondoso financeiro, mas a energia dele é a mesma energia que cada um de nós tem que ter para criar algo de valor. E isso é muito legal, essa energia do Romero ser compartilhada nesses cases. Um orgulho gigante estar aqui com vocês. Espero que o assinante tenha gostado. Eu achei que tinham passado 10 minutos, mas já passaram 1 hora e 11. Tudo bem, teremos a segunda aí.
É isso, exatamente por isso que agora eu tenho que acabar. Foi um prazer ter você de volta, Fábio. Eu aposto que você está guardando várias dicas incríveis para os nossos empreendedores, porque os especialistas do meu sucesso não estão aqui por acaso não, viu, gente? Eles sempre contribuem muito demais com o nosso aprendizado. Te vejo semana que vem, Fábio. Tchau, tchau. Boa noite.
Boa noite.
Romero, que maravilha começar a jornada do seu estudo de caso dessa forma. Ó, se você chegou atrasado, o nosso protagonista até abriu a live class. O meu texto é o seguinte, ele até abriu a live class e já pode começar essa nova carreira. Não. Não, porque eu estou aqui. Nunca tinha acontecido de um protagonista abrir a live class. Então, parabéns, foi lindo, mas ele não vai começar essa nova carreira. Olha, muito obrigada por estar aqui com a gente, compartilhar a sua experiência, todos esses aprendizados, mostrando na prática com as suas respostas, principalmente aos nossos empreendedores que mandaram as suas dúvidas, o como fazer. Eu tenho certeza que quem está nos assistindo já começou a pensar de outra forma sobre o próprio negócio. Obrigada, Romero.
Renato, eu que agradeço. Obrigado por tudo. Uma delícia e energizante começar a semana com vocês aqui. Obrigado para todo o time do meu sucesso, para o meu colega aqui, o Fábio. Foi ótimo trocar com ele hoje e, principalmente, pela sua audiência maravilhosa de empreendedores, que sempre traz muita energia. Até a semana que vem.
Até a semana que vem, a gente te espera. É isso, pessoal. Esse foi só o módulo 1 das 6 super aulas que a gente vai ter aqui. Eu vejo vocês na semana que vem, no mesmo horário. Não se esqueçam que quarta agora tem aula com o empreendedor Romero Rodrigues na plataforma do Meu Sucesso. Na sexta, a aula é com o nosso especialista Fábio Veras. Bora fazer esse seu negócio crescer e, quem sabe, criar uma plataforma assim como o Romero criou o Buscapé. Eu te espero na próxima aula, módulo 2, segunda-feira que vem. Bons estudos, muita saúde, até lá.
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