6 4 Tendências e oportunidades no mercado digital — meuSucesso c

Transcrição de uma live class (episódio 6) com Renata Flores, Romero Rodrigues e Fábio Veras discutindo tendências e oportunidades no mercado digital. Principais pontos: transição de empreendedor para investidor; democratização das startups por componentização tecnológica; características que atraem investidores (time, tamanho de mercado, dor do cliente); importância das plataformas e mudanças no comportamento do consumidor pós-pandemia; orientações práticas para pequenas/médias empresas digitalizarem e testarem hipóteses.
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Fala, pessoal. Boa noite, queridas empreendedores, queridos empreendedores do meusucesso.com. Bem-vindos à nossa sexta e última aula sobre o estudo de caso efeito rede. Eu sou a Renata Flores e estou aqui para mais uma aula exclusiva, feita especialmente para você que deseja aprender mais sobre os negócios digitais com quem é experiente no assunto. Durante as últimas semanas, a gente acompanhou a trajetória incrível do Romero Rodrigues, o responsável por criar a primeira startup brasileira, o Buscapé. Hoje, o cara é investidor e sócio-diretor da Redpoint Ventures. E eu não sei se vocês se lembram, mas na nossa última live, a gente comentou um pouco sobre essa transição de carreira de empreendedor para investidor que aconteceu na vida do Romero. Com a Redpoint, ele investe em algumas empresas, como a Creditas, o Gimpass, a Rappi. E por que eu estou falando tudo isso? Porque hoje a gente vai falar aqui sobre tendências e oportunidades no mercado digital. E nada melhor do que ter o Romero, investidor, aqui com a gente para trazer sua visão sobre o potencial das plataformas digitais. Seja muito bem-vindo o nosso protagonista, Romero Rodrigues.
Boa noite, Renata. Boa noite, Fábio. Boa noite a todos os empreendedores. Estamos aqui entrando na nossa última live, muito empolgado, muito feliz de ter todos vocês aqui com a gente essa noite.
Romero, eu já quero até começar te fazendo uma pergunta. O que mudou do Romero empreendedor para o Romero investidor?
Olha, Renata, eu brinco que são dois chapéus diferentes. Um, você sabe que você está ali no comando do carro e o outro, você tem que ter tranquilidade de saber que você está ali no banco de trás, no máximo ajudando o empreendedor, contando que essa curva deve ser mais fechada, que horas pisar no freio ou não, que horas acelerar. Então, acaba sendo um grande conselheiro, especialmente quando é um investidor que entra quando a startup ainda está pequena, que é muito o meu caso. Então, eu acho que, obviamente, você irá tirar o chapéu de executor, de operador, e colocar esse chapéu de conselheiro. E acho que é importante trazer sempre muita... o que eu chamo de humildade intelectual. Então, não é porque algo deu muito certo há 20 anos atrás em comércio eletrônico que isso vai acontecer hoje em dia em comércio eletrônico ou qualquer outra área. O mundo é muito dinâmico. Então, eu brinco que eu trago muito os olhos roxos, as cicatrizes de tudo que eu apanhei e sobrevivi, que é uma certeza que o empreendedor geralmente tem. Ele vai, com certeza, apanhar muito e vai ter que ser resiliente, vai ter que ter pele grossa para aguentar e seguir em frente até o sucesso.
É isso aí, é com muito olho roxo e pele grossa que a gente começa essa nossa última Live Class, mas calma, porque a gente vai levantar da lona. O Romero, ele exemplifica muito bem, faz uma simbologia excelente, mas até o final da Live Class, você e eu, a gente vai aprender muito com ele. Ó, a gente também tem a presença ilustre do nosso professor especialista desse estudo de caso, o Fábio Veras, que sempre traz importantes ensinamentos para complementar o seu aprendizado. O Fábio é CEO da Holding Saúde Ventures, PHD e superativo no ecossistema de inovação do Brasil e está sempre aqui com a gente. Seja muito bem-vindo, Fábio.
Boa noite, Renata. Boa noite, Romero. Boa noite, assinante. É muito bacana estar aqui nessa última live desse caso absolutamente sensacional.
É isso aí, Fábio, vamos que vamos. Eu já vou chamar o nosso primeiro vídeo do episódio 6, mas antes, seguinte, eu quero dizer para vocês aproveitarem esse nosso encontro para tirar as dúvidas. Usem o chat a qualquer momento, porque a nossa equipe de professores já está aí para auxiliar vocês durante essa aula. Então, bora lá. Bora conferir o trecho do episódio 6 que eu separei para você, em que a gente vai falar e entender sobre negócios disruptivos. Roda aí.
O negócio desculptivo, ele é, na minha visão, qualquer negócio que tá crescendo de uma forma extremamente rápida. A ponto de criar um hábito novo na sociedade, no mercado alto. Pegando o exemplo da Netflix, pelo fato da Redpoint, Estados Unidos, ter investido lá atrás. A Blockbuster estava parada, teve inúmeras chances de comprar a Netflix. Simplesmente não quis acreditar. Ficou em negação por muito tempo. E a Netflix crescendo sem parar. No momento em que a Blockbuster percebe, é tarde demais.
Bom, Romero, lá atrás, quando vocês lançaram o Buscapé, vocês criaram um novo mercado e a gente chama isso de modelo de negócio disruptivo. Hoje, na sua opinião, ainda existe espaço para negócios disruptivos como as plataformas?
Renata, está só começando. A gente pode fazer a mesma reflexão e voltar lá atrás, quando a internet foi inventada, ou quando o computador foi inventado, ou qualquer outra tecnologia. A gente esquece o papel, já foi uma tecnologia revolucionária em algum momento na história da humanidade. E eu diria que em negócios digitais, especificamente, a gente pode ver agora ainda negócios mais disruptivos do que antes. E isso muito pelo que eu chamo do processo de democratização da startup. Se a gente volta lá para o final dos anos 90, quando o Buscapé começou, tinha uma regra. Toda startup tinha, entre os seus fundadores, desenvolvedores, programadores, engenheiros de computação, às vezes todos. Quando a gente começou o Buscapé, os três primeiros integrantes eram engenheiros de computação. Depois entrou o Mário, Isso mudou, porque de lá pra cá, algumas coisas aconteceram. A primeira, o que era antes tecnologia muito difícil de ser desenvolvida, foi componentizada. Então, um paralelo que eu gosto de fazer é com construção...
Desculpa, deixa eu te cortar rapidinho, Romero. Você falou um termo agora que eu queria incluir aqui no nosso glossário. Toda tecnologia foi o quê? Componetizada, foi isso que você falou?
Componetizada, isso. Componetizada, isso.
Tá, você pode explicar antes de continuar? Só pra gente ter esse novo termo aqui?
É como se a gente falasse que algumas coisas que eram muito difíceis de se fazer antes, foram criadas pecinhas de Lego. E aí o exemplo da construção cívico que eu dou é justamente nisso. Imagina que final de 99, você construir um site era como se você hoje, para construir um prédio, tivesse que inventar o seu tijolo, o seu cimento, o seu formato de tomada, tivesse que inventar o seu elevador, enfim, todos os componentes de um prédio. Hoje você não precisa disso, os componentes estão prontos, você junta. A mesma coisa aconteceu com a tecnologia. Então, ficou muito fácil, com esses componentes, você criar algum negócio digital, do ponto de vista de produto, de protótipo. Então, você não precisa mais ter entre os fundadores quase todos, ou a grande maioria, engenheiros de computação. Então, você pode ter um advogado, com uma arquiteta, com um veterinário, com uma designer de moda, criando uma startup de qualquer coisa. Então, isso facilitou o acesso o empreendedorismo digital para toda a população, possivelmente. E isso é muito bom. Uma loja online que hoje custa R$50 custava R$10 milhões para ser desenvolvida em 1999. E a de hoje de R$50 é muito superior àquela. Então, esse fenômeno de democratização acho que é o primeiro que põem por água abaixo essa história de que acabaram as oportunidades disruptivas. O segundo é o tamanho do mercado e o quão o mercado desenvolveu. Tanto do ponto de vista de usuários, quando a gente vai lá para quando o Buscapé começou, a gente tinha 100 mil usuários de internet, hoje são praticamente 200 milhões de brasileiros conectados, quanto o mercado de investidor, que não existia, e hoje você tem investidores especializados para cada uma das etapas da startup.
Romero, e aí, queria também sua opinião sobre o que mais chama a atenção para investir nesses modelos de negócio, na sua opinião? Nesse momento, 2022 já, indo para 2022.
Curiosamente, é muito difícil dizer qual é o setor que vai ser quente ou que vai dar certo. Eu até brinco, se a gente soubesse qual é a startup que ia dar certo, A gente não precisava de um fundo e investir em várias, a gente investia tudo naquela. Então, seria até arrogância dizer, ah, o futuro é saúde, o futuro é SG. A gente tem um cheiro, tá? E eu acho que, obviamente, Fintech vai continuar sendo grande. Saúde é um mercado gigantesco, vai continuar tendo muitas oportunidades. Toda parte de sustentabilidade, governança ambiental, que é o famoso, aquelas siglas SG, vai ganhar muito destaque Mas no final do dia, o que faz uma startup ser vencedora é o time. Então, quando eu invisto, eu invisto quando a empresa ainda é muito pequenininha. Às vezes não tem nem produto no ar. Normalmente tem, às vezes não tem. A maioria das vezes não tem receita, ainda não está vendendo nada. Então, o que eu analiso? Eu analiso mesmo a capacidade do time e acredito e compro, invisto naquelas pessoas.
Nossa, uma ótima notícia para você, empreendedor e empreendedora, ouvir essa fala do Romero, né? Bom, Fábio, quais são os principais desafios e as vantagens desses negócios disruptivos para o pequeno e para o médio empreendedor, que é a maioria da nossa audiência aqui?
Olha, Renato, eu vejo que tecnologia e estratégia são dois componentes muito mais exigidos no negócio de plataforma do que um negócio tradicional normal a despeito de todos nós estarmos em um planeta digital. Nessa perspectiva, se as grandes empresas do mundo se transformaram em negócios plataformas, e a gente já citou ao longo desse caso de estudo, de caso do Romero, diversas delas, a gente também não pode deixar de intuir que a concorrência é cada vez maior, ou seja, a perspectiva de você capturar valor em um negócio plataforma se torna cada vez mais desafiadora. Então, o desafio, eu diria, é que, de alguma maneira, exige um investimento financeiro e tecnológico um pouco maior do que o negócio tradicional e, como a gente viu no caso do Romero, muita estratégia, muito teste a B, muita mudança ali o tempo todo. O que eu vejo, Renato, e a gente fala sempre ao longo de vários casos de empreendedores incríveis que passaram no meu sucesso, é o olhar sobre a disrupção, que é a nossa capacidade de olhar para onde todo mundo está olhando e enxergar o que ninguém vê, e isso se torna simples. Eu concluo com um exemplo muito simples. Quando o Airbnb nasceu e quando eu fui fazer a minha primeira locação de um quarto, eu me senti muito desconfortável de imaginar que eu ia entrar na casa de uma pessoa e eu fiquei pensando assim, será que um do casal é mal educado? Será que vai ser uma convivência fácil? Eu estou invadindo a privacidade. Eu acho que todos que tiveram essa experiência passaram por isso. Mas, de repente, o negócio bombou porque havia uma disponibilidade de quarto. e o desejo das pessoas de fazer receita com essa ociosidade. Enfim, isso gerou um negócio incrível. Da mesma maneira, recentemente eu vi um negócio parecido com o Airbnb, onde a plataforma, o Marketplace, ele está locando quarto e garagem das pessoas para servirem como pequenos centros de distribuição para empresas logísticas e comerciais que não pagam ali um aluguel muito caro que seria para ter um centro de distribuição no centro da cidade. Então, veja que você alugar sua garagem para ser um plano centro de distribuição é um olhar disruptivo sobre algo que está ali há décadas, não é verdade? Então, eu diria que o desafio é de treinar o nosso olhar para a inovação, pensar fora da caixa e ter a atitude de fazer acontecer. Porque mesmo se você falhar na primeira tentativa, a riqueza e o aprendizado para a segunda é muito maior e investidores no nível do roteiro respeitam muito essa perspectiva de você ter errado muito e aprendido com os seus erros para um negócio novo e melhor.
Depois dessa, eu tenho certeza que o Romero vai querer complementar.
Olha, eu achei simplesmente fantástica a colocação do Fábio. É difícil até complementar. Eu acho que esse olhar treinado para tentar enxergar problemas e possíveis soluções e enxergar algo que ninguém mais está vendo é o que faz realmente, acho que, empreendedores se diferenciarem. E um comentário que eu queria fazer é sobre a parte em que o Fábio comentou, da ida para o mercado e da competição. Você vê, há 20 anos atrás, que a gente estava falando agora dessa comparação, você levantava o dinheiro, boa parte do dinheiro, para contratar desenvolvedores, para conseguir ter o protótipo. Hoje, é claro que você precisa da tecnologia, mas você levanta mesmo a grande rodada, a rodada de série A, é para você fazer o que no nosso mercado jargão é o go to market, a entrada no mercado. Porque o mercado agora é grande, a diferenciação de tecnologia é menor, a tecnologia ficou mais comoditizada, então é fácil um competidor surgir, e você precisa ser muito assertivo nessa entrada no mercado, porque se ficou mais fácil criar um produto digital por causa daquela componentização que a gente falou antes, significa que você vai ter muito mais concorrência, como o Fábio colocou.
É isso aí. Estamos só começando a live class, hein, gente? E o debate já tá quente. Falando nisso, vocês sabem que eu tenho trazido algumas perguntinhas ao longo das aulas pra gente refletir, né? Então, chegou aquela hora, a hora do quiz, e é bem rapidinho. Vamos lá. Quais características disruptivas o seu negócio possui?
A.
Ele cria um novo mercado? B. Aplica a transformação contínua? C, é uma plataforma ou a base é tecnológica? D, personaliza as soluções para o cliente? E, é colaborativo? F, todas as anteriores? E G, nenhuma das anteriores? Bom, vai pensando aí, deixa a sua resposta no chat para a gente entender melhor o potencial do seu negócio e como te ajudar ainda mais ao longo dos nossos estudos de caso. E aí, tá gostando da nossa aula até aqui? Você tá anotando tudo? Trouxe o seu iPad, o seu caderno? Aproveita, já deixa seu like e se inscreve aqui no nosso canal. Olha, gente, vou contar um negócio pra vocês. Sabe aquele episódio, aquela série que você não consegue parar de assistir? Esse último episódio do Romero Rodrigues é um desses. Tem tanta lição o episódio 6. tanta lição valiosa que contém nele, vale a pena você ver na íntegra na plataforma do Meu Sucesso. Eu não vou deixar de mostrar com exclusividade para vocês um breve trechinho, não dá tempo de mostrar ele inteiro, mas um pouquinho a gente mostra. Roda aí!
Primeiro a gente tem que estar olhando tudo que tem no mercado para saber o que é bom e o que é ruim.
E às vezes você tem excelentes oportunidades.
De empreendedores que não têm isso e.
Nem por isso a empresa dele é ruim.
Por ano a gente chega a olhar mais de 1.200 oportunidades para investir na média em 5 ou 6. Isso é mais difícil do que entrar em medicina. Esses 5 ou 6, eles têm alguns componentes. Primeiro, é um time completamente fora da curva. Então, não adianta eu ver projeção de Excel. Não adianta eu me basear só no produto. Segunda coisa é mercado. Então, se o fundo é de 100 milhões de dólares e eu vou ficar com 20%, vamos dizer, a empresa tem.
Que valer meio bi. Eu preciso olhar e falar, tem chance.
Dela valer meio bi, um bi, dois bi de dólar nesse mercado? Tem. E o terceiro é a dor. Quanto maior a dor, maior a chance de ele encontrar um modelo de negócio. Não adianta a sua solução ser bonita. A gente tem que resolver um problema claro de um mercado grande.
Romero, de acordo com a sua experiência, principalmente agora na Red Point, conta pra gente uma coisa que os empreendedores são super curiosos pra saber. Quais são as características de um negócio que mais atraem os investidores? Pergunta de um milhão de dólares, vai!
É, realmente essa não é uma pergunta simples de responder. E depende muito do estágio da empresa, mas a gente usa basicamente três análises. A primeira, que a gente já conversou aqui hoje, é o time. Qual a qualidade desse time? E, curiosamente, qualidade do time não quer dizer se ele fez a faculdade A, B ou C. Claro que, muitas vezes, ter feito uma faculdade boa significa que a pessoa tem um bom raciocínio lógico, foi bem nos estudos, é dedicada, então isso já diz muito. Mas a gente vai procurar também características comportamentais. Esse empreendedor, ele escuta feedback ou ele já é negativo e afasta qualquer sugestão? Como é que ele interage com os cofundadores, com os sócios dele? Eu converso uma primeira vez, e às vezes dou disfarçadamente alguma provocação, alguma lição de casa, ou peço pra ele conversar com alguém que eu conheço da minha rede de contato, que pode ajudar ele no negócio dele. E, obviamente, isso depois eu vou pegar a referência, vou entender se ele foi conversar ou não. Então esse é o primeiro. O segundo análise é o tamanho do mercado. E a gente investe em mercados muito, muito grandes. Não quer dizer que uma startup que esteja num nicho, uma empresa que esteja num nicho, não possa ser bem sucedida. é que aí no nosso caso, para o tipo de retorno que a gente precisa dar para os investidores do fundo nosso, a gente precisa realmente de uma startup que possa virar unicórnio. E o terceiro é qual é a dor, qual é o problema que esse time muito talentoso está resolvendo nesse grande mercado. Às vezes esse time não sabe ainda como vai cobrar, não sabe se vai ser comissão, não sabe se vai ser uma taxa fixa, não tem a menor ideia, mas se está resolvendo um problema realmente importante, Para aqueles jogadores que estão naquele mercado, com certeza tem um modelo de negócio por trás disso e num momento certo o time vai encontrar.
Gente, eu vou aproveitar um gancho do que o Romero falou aqui sobre times, sobre liderança, mas principalmente sobre autoconhecimento. A gente tem uma série aqui dentro da plataforma do Meu Sucesso, que chama Inteligência Empreendedora, com a neurocientista comportamental Flávia Alip, produzimos essa série esse ano, cinematográfica, aquela série que você precisa de lápis e papel Porque é muito, muito, muito conhecimento e tem tudo a ver com o que o Romero hoje puxou aqui nessa história de time. Então, se eu fosse você, eu ia maratonar essa série. Inteligência empreendedora, vale a pena. Ô, Fábio, você que é um especialista em inovação, conta pra gente quais são os setores mais promissores e propensos a se tornar plataformas. Eu sei que o Romero já disse, né, um pouco de arrogância a gente querer dar aqui uma lista de setores, mas vamos ajudar o nosso empreendedor que está curioso sobre esse assunto.
Bacana, Renato. Olha, realmente, a gente ouve, a gente é inundado, todos nós, com o Pseudo Insights, que é a inteligência artificial, o Big Data, a impressão 3D, e as pessoas despejam essas tecnologias subjetivas como se fosse ali um porquinho verde de quatro orelhas, que se você achar e pegar ele, você vai ter muito sucesso. Eu acho que isso é um mito que deve ser desconstruído. A primeira O primeiro ponto que a gente não pode deixar de lembrar, e o meu sucesso fala isso o tempo todo, é que toda crise gera mudanças no ciclo de negócio e, a despeito do problema humanitário grave que a gente viveu e ainda vive, existem um novo paradigma e novas regras que estão sendo construídas em relação a modelos de negócios e a novas oportunidades, e a como os negócios tradicionais lidam com essa nova situação. Eu não vou me furtar o desafio, a despeito que o novo guru do mundo é o Google, não é mais nenhum de nós, e o conhecimento está acessível a todas as pessoas. Mas eu gostaria de dar um palpite, sim, de uma maneira arriscada e ousada. Olhando um pouco a história, a gente vê como ela se repete em algumas situações. E na década de 20, Renata, quando teve ali a gripe espanhola e a Primeira Guerra Mundial juntas, foi um período de muita restrição, de restrição de liberdade, de depressão, de tristeza, de ansiedade. E o fim dessa década ali de 20, ela gerou uma vontade de viver a vida intensa. Há autores, inclusive, que trazem a questão do jazz crescendo muito como um ritmo que celebrava a vida e se fortalecendo naquele período. A questão do rádio como uma tecnologia disruptiva então vindo e mudando esse negócio. A gente poderia fazer várias metáforas em relação ao home office e coisas semelhantes. Então, a minha dica e o meu palpite, se o assinante quiser vir comigo pra gente criar uma startup incrível e depois a gente procura o HeadPoint pra investir, eu diria que seria entretenimento, turismo, gastronomia, sensualidade, tudo que tem a ver com uma fruição intensa e apaixonada da vida, vai passar por grandes oportunidades nos próximos anos. Não que a gente não tenha outras oportunidades incríveis, como o Romero, Mas fala de novo.
Não, não, peraí, peraí. Você elenca de novo pra mim, por favor, Fábio.
Gastronomia, o turismo, as viagens, enfim. A sensualidade mesmo, a questão da... Como assim sensualidade? tudo que tem a ver com uma vivência de sentidos mais intensa que a pandemia nos privou, né? Até na perspectiva autoral, as pessoas estão sem rumo, sem referência. Aqueles que trazem uma questão de referencial para um novo modelo de vida vão vivenciar. E aí eu dou um exemplo muito simples, Renata, para concluir, que seria o seguinte. Será que a gente não poderia viver, por exemplo, uma experiência de realidade virtual e imersiva, quando a gente resolver fazer uma escolha de uma viagem à Grécia, à Paris, ao Rio de Janeiro, e alguém ter um modelo SAS de cobrar uma assinatura para otimizar essa experiência com referências históricas, os lugares que a gente vai visitar, e ser um valor agregado na venda de uma passagem aérea, eu acho que esse momento da virtualização, ele traz oportunidades incríveis para quem perceber que toda a sociedade mundial almeja viver intensamente a vida depois de quase dois anos privados disso.
É, Fábio Veras e Romero Rodrigues estão afiadíssimos nessa última Live Class.
Eu vou esperar, estou esperando esse plano de negócio.
Gente, você está vendo? Imagina um empreendedor, a empreendedora que está nos assistindo agora, Romero. Olha o quanto de ideia, de oportunidade de negócio que vocês estão oferecendo nessa Live Class aqui, bom demais. Ó, pra fechar a última etapa da aula, vamos falar sobre como adaptar a visão pro novo comportamento do consumidor. Gente, tem falado sobre isso, né? Novo comportamento do consumidor. Afinal, muitas mudanças ocorreram nesse último ano, você há de concordar comigo. A transformação digital impactou diretamente a relação de consumo entre empresa e clientes e você mais do que nunca precisa estar atento como essas mudanças afetam a forma de se relacionar com esse novo perfil de consumidor. Então agora a gente vai assistir um trecho que fala exatamente sobre o poder da digitalização na mudança de comportamento do consumidor. Seguinte, esse trecho foi extraído de uma super aula com o Romero, que vai ao ar na quarta-feira às 20h, lá na nossa plataforma do Meu Sucesso. Bora conferir?
Não tem ninguém que tenha se alimentado.
Nesse último ano e meio de pandemia que tem um smartphone que não usou um serviço de delivery, não usou um iFood ou Rappi.
Não tinha outra forma. Não teve como não usar Zoom ou.
Algum mecanismo de videoconferência, alguma ferramenta para.
Um neto poder ver o vô e vice-versa.
Então essa digitalização foi muito poderosa e com o mercado todo conectado, uma série.
De serviços e plataformas que estavam esperando ter massa crítica para serem criados estão prontos. para serem lançados. Então acho que a gente vai ver aí nos próximos 10 anos um número gigantesco de soluções inovadoras conectando pessoas dispostas a comprar um serviço ou produto.
Bom, Romero, na prática, eu quero entender o que diferencia os empreendedores desses negócios que você comentou aí no trechinho do nosso vídeo, como o iFood, o Zoom, até mesmo você, como criador do Buscapé, dos empreendedores de negócios convencionais.
Cada vez menos diferença, Renata, porque a gente tem hoje, com o fenômeno que aconteceu da pandemia, o pessoal brinca muito que as empresas foram digitalizadas também, mas o CPF foi digitalizado, que nem eu comentei. Então, na prática, não dá mais para pensar só offline, não existe isso. Não importa qual o teu ramo, se é indústria, se é serviço, se é comércio, e o que você faz. Você está conectado, teus clientes estão todos conectados. Eu tenho visto cada vez mais uma explosão de uso de soluções de marketing, de vendas, de cobrança, por parte de microempreendedores individuais que, às vezes, estão ali dentro da comunidade vendendo um pedaço de bolo caseiro. E atrai os clientes através de Instagram, através de TikTok e assim por diante. Está no WhatsApp recebendo pagamento. Então, não é mais uma opção. Eu acho que... Essa época do vou ser digital ou vou ser mundo físico acabou. É tudo uma coisa só.
Fabio, me conta uma coisa, como é que um pequeno, até um médio empreendedor, pode adaptar o seu negócio para atender esse novo consumidor que já não tem a necessidade de ser proprietário do produto, mas apenas usar esse produto, né? A Romero acabou de falar de um pequeno empreendedor, deu aqui um exemplo. Como no caso, por exemplo, da Uber, agora mudando, que a pessoa não compra um carro, ela só utiliza o serviço mediante a necessidade. Então, Como adequar o negócio a esse novo consumidor? Eu sei que é uma pergunta gigantesca e genérica, mas tenta afunilar aqui pra gente.
Bacana, Renata. Eu acho que o Romero construiu isso naquele tempo. A gente falou isso na primeira Live Class, seis semanas atrás. Mas, basicamente, eu vejo que o empreendedor e o assinante do meu sucesso, ele tem que se imaginar não na perspectiva de destruir o seu negócio agora ou de pular para uma plataforma, mas talvez a gente pensar em construir um modelo de negócio híbrido. Existe um conjunto de pessoas que ainda estão dispostas a comprar no presencial, se o seu negócio tem esse modelo presencial, e que você pode conviver com essa digitalização e essa transformação digital. Então, de novo, a inovação e a disrupção, elas estão à nossa frente e ocultas diante de nós. Eu acho que é uma escada de um movimento que o assinante do Meu Sucesso começou lá atrás, quando ele resolveu seguir esse canal, mas que algumas dicas a gente poderia dar, sim, de uma maneira bem objetiva. Então, em vez de olhar só no foco da produtividade interna, você começar a ter um olhar do seu negócio para além do cliente, na perspectiva de um ecossistema, olhar a cadeia de valor. Será que você não consegue se unir com os concorrentes e criar uma mini plataforma ou diminuir custos, ainda que você não seja um negócio totalmente digital, da noite para o dia. Olhar também, o segundo ponto, Renata, as perspectivas das linhas de receita e imaginar como você pode reinventá-las, adaptá-las ou construir linhas de receitas adicionais de uma maneira segura e tradicional. E o terceiro ponto, eu diria, evitar o all-in, essa expressão do poker ali, de você querer fazer mudanças radicais e investir tudo numa mudança de direção. Eu acho que a inovação e essa comoditização que o Romero bem trouxe da tecnologia te permite fazer testes A-B, te permite fazer simulações de uma segunda linha de receita e explorar isso de modo que a cultura de inovação penetre o seu negócio tradicional e quem sabe do híbrido você se torna se torne, com essas skills, alguém capaz de realmente dar um salto para um novo negócio. Mas eu gosto muito da transição para aquele assinante que não se sinta ainda seguro ou não tem os recursos necessários para esse grande passo.
É isso aí. Não é porque a gente tá falando de negócio disruptivo que a gente não tá falando também de pé no chão, de pé na terra, né, Fábio? Ó, a gente tem alguns assinantes hoje que enviaram perguntas que têm tudo a ver com a nossa discussão. Primeiro, primeiro de todos, eu vou chamar o Eric Haddad, que sempre tá por aqui nas nossas live classes. É um cara extremamente presente. Obrigada sempre, Eric. Ele trouxe uma dúvida super importante. Vai!
Olá, meucesso.com! Olá, Renata, tudo bem? Sou Erick Haddad, empreendedor do bem-estar e qualidade de vida, e eu possuo a empresa Evomove, que ajuda as pessoas a treinar de uma maneira lúdica e dinâmica para tratar a dor na coluna. E como um método que não necessita do uso de aparelhos e de autoria nossa, nós temos a possibilidade de estar atuando com o nosso trabalho no meio digital. Quer dizer, a gente acaba utilizando parte da jornada do cliente dentro do ambiente digital. E o que eu gostaria de perguntar para o Romero? Romero, como é que eu posso fazer para aproximar o máximo possível a experiência que o aluno tem comigo na minha empresa presencialmente para o meio digital? Eu conto com a tua ajuda. Valeu, obrigado, forte abraço.
Valeu, Eric. Mais uma vez, obrigada pela sua pergunta. Você contribui demais com o ecossistema do empreendedorismo e vou deixar para o Romero te responder.
Olha, Eric, bom, primeiro parabéns, e acho que você está em frente de uma potencial disrupção aí no teu negócio. O que eu faria, e seguindo aqui a dica do professor Fábio, é testar. Primeiro assim, obviamente, você não vai acabar com o físico, você vai adicionar o digital em cima. Como é que você testa essa hipótese de que o teu atendimento não presencial vai funcionar? antes de sair, talvez, desenvolvendo plataforma ou qualquer coisa, tenta atender com as ferramentas que existem. Será que você consegue fazer isso por videochamada, por Zoom? Qual que é o resultado? O teu cliente, o teu paciente, o teu aluno ficou satisfeito? Não ficou? E a partir do momento que você for tendo comprovação, você vai dando um passo à frente. Então, como é que eu escalo isso? Será que faz sentido eu ter videoaulas, educação? Será que faz sentido o app tentar identificar a postura que a pessoa está ou não? Mas tudo isso são passos, um passo depois do outro. Então, minha sugestão seria trata essa parte do teu negócio como uma startup e vai testando hipótese. E acho que a primeira hipótese que você tem que testar é se esse tratamento remoto vai ser eficiente ou não. A boa notícia é que você não precisa escrever uma linha de código, você não precisa desenvolver nada para testar isso. Tem um monte de ferramenta pronta.
Que legal. Quer complementar, Fábio?
O Romero disse bem. Hoje ele pode colocar a solução de treinamento para tratamento da dor de coluna numa plataforma já existente. Existem várias, a Hotmart e outras tantas, que ele pode colocar esse curso ali e começar a vender online. Mas o Romero traz essa questão muito importante. Em vez de já filmar do jeito que você acha, e é muito importante que o Eric tenha literalmente algo que resolve uma dor. A gente brinca sempre nesse mundo que ou você resolve uma dor ou você é vitamina. E vitamina as pessoas não lembram de comprar. Então ele literalmente resolve uma dor. Ele tem um potencial gigante de escalabilidade na perspectiva que, como bem disse o Romero, ele achar o ponto do doce ali que ele vai conseguir capturar a atenção das pessoas e vender na escala.
É isso aí, uma pergunta que traz identificação para tantos outros empreendedores, mesmo com negócios diferentes. Tem outro assinante, que é o Valdir, que também já esteve conosco antes e tem uma plataforma muito bacana na área da saúde. Fala tua dúvida, Valdir.
Romero, ouvi sua história, brilhante. Você foi um jovem empreendedor que para fundar o Buscapé, naquela época que eu vivi, em uma época de muitas barreiras tecnológicas, você teve a visão, teve a disciplina, mas foi a paixão que fez você trabalhar na madrugada com prazer. Sou o Waldir Morelli, falo da Tecnopuc, Porto Alegre, desempenho um papel de diretor comercial na TUME. O que é a TUME? O Tume é uma plataforma digital extremamente profissional, aliada no tratamento do câncer. Somos aliado do paciente e somos aliado da clínica e do hospital. Como cobrar? Nosso negócio é bit-to-bit. Uma das coisas mais difíceis é acertar a oferta com a pessoa certa. Você pode me ajudar com algumas dicas? Um abraço, muito obrigado.
É, Romero Rodrigues, além de assinante, é seu fã também. Ele já participou com a gente aqui. Obrigada, viu, Valdir, por o seu questionamento. E deixo com o Romero pra te responder.
Valdir, primeiro, parabéns. A gente tá falando aqui de buscar um propósito, seguir um propósito, uma paixão. E acho que poucos propósitos tão nobres quanto o que você e a Turma estão fazendo. E aí fica fácil apaixonar, né? Eu concordo com você. Paixão é o combustível do empreendedor, a paixão contamina, o que faz o time todo acreditar naquela ideia maluca e que aquela ideia maluca vai dar certo. Olha, no teu caso e no espaço B2B, realmente os ciclos de venda já costumam ser mais longos, mesmo para soluções mais simples, que às vezes precisam de menos aprofundamento científico, precisam de menos análise, precisam de menos testes e assim por diante. Então, eu acho que o que eu tentaria fazer, procurando aí o perfil ideal de cliente e a oferta, é conversar bastante, é tentar entender, e acho que você está mapeando muito bem, todos os que a gente chama de stakeholders, todos os atores que estão em volta desse ecossistema que você está, desde a tua empresa até chegar realmente ao paciente lá na ponta e você vai ter laboratório, você vai ter médicos, enfim, toda essa cadeia, tentar conversar com cada um e entender que problema de cada um você está resolvendo, entender o valor que cada um vê na tua solução, comparar isso com a concorrência, se você tiver alguma concorrência fazendo algo parecido, tá? E se tiver, óbvio, você consegue se basear um pouco no que eles estão fazendo. Se não tiver, eu acho que através dessas conversas você tem que entender a melhor forma de você criar um mecanismo de remuneração para a tua plataforma. E algo muito curioso e muito importante, quando a gente fala de clientes corporativos, os B2Bs, é muito importante, além de acertar a empresa, acertar com quem você fala na empresa. Às vezes você está falando numa área muito técnica e tinha que ser uma área mais comercial. Às vezes não é nenhuma das duas, quem tem essa dor no fundo é alguém no departamento jurídico, que via um passivo ali que de repente se ajuda a resolver. Então acho que nessas conversas você tem que entender não só quem é o cliente ideal, mas quem é o sponsor, quem é o patrocinador da tua solução dentro desse cliente ideal. Outra coisa importante é entender a senioridade dessa pessoa dentro desse teu target. Curiosamente, eu já tive experiências com startups que não conseguiam vender ou vendiam, mas o cliente cancelava depois de um tempo, cliente corporativo, e por incrível que pareça, ao aumentarem o preço, passaram a ser bem-sucedidas. Por quê? Porque a partir do momento que parou de cobrar R$1.000,00 e passou a cobrar R$15.000,00, o processo passava por alçadas internas e fazia com que toda a empresa tivesse alinhada naquele objetivo, e não mais só o analista ou gerente da área. Então até isso é importante você saber, quer dizer, quem é o cliente ideal, quem que é o meu patrocinador, o meu champion lá dentro, e que tipo de senioridade eu preciso alcançar dentro da área para ter a aprovação, e não só a aprovação, mas a continuidade do projeto.
Valeu Romero, muito obrigada pela sua resposta, aliás, uma aula para o Valdir, eu tenho certeza. E a todos os assinantes que sempre nos mandam os vídeos e os seus questionamentos, o nosso muito obrigada. Olha, foi muito conhecimento que a gente absorveu ao longo dessas aulas e de todo o estudo de caso do Romero, acho que você concorda comigo. Nos seis módulos a gente viu detalhes sobre a mentalidade das plataformas digitais e agora eu trago uma oportunidade para vocês. Que tal consolidar tudo isso em uma atividade especial do Meu Sucesso desenvolvida com exclusividade? chama Exercício de Conclusão. Quem já é assinante do Meu Sucesso sabe disso. Todos os nossos estudos de casos e séries possuem exercícios de conclusão para te ajudar a fixar o conteúdo e aplicar o aprendizado no seu contexto. É mais um motivo para você fazer parte da nossa plataforma com mais de 40 estudos de casos e mais de 500 horas para você fazer o seu negócio crescer. A proposta é a seguinte, Você vai utilizar tudo o que aprendeu pra avaliar os recursos e as competências necessárias pra transformar o seu negócio em plataforma. Quem sabe o seu negócio não vai ser a próxima plataforma a revolucionar o mercado num sonho pequeno não. Ó, você quer saber como acessar o exercício? É muito fácil. Basta você participar do nosso canal no Telegram pelo link que tá aqui na descrição desse vídeo. Ele vai ser disponibilizado lá a partir de amanhã. Ó, gente, estamos chegando ao fim de mais uma jornada de conhecimento. Nesses seis módulos, a gente aprendeu muito sobre os negócios de plataforma. Mais quarta-feira, às 20 horas, a gente tem aula com o empreendedor Romero Rodrigues, lá na Plataforma do Meu Sucesso. E na sexta, vai ao ar uma super aula com o Fábio Veras sobre como se preparar para fazer parte de um ecossistema de plataforma. Fábio, antes da gente se despedir, eu queria te pedir rapidamente Três aspectos essenciais da nossa jornada nas plataformas digitais.
Olha, Renato, eu acho que o primeiro é a possibilidade de você se conectar com consumidores de uma maneira extremamente diferenciada. O segundo é a possibilidade de você literalmente trazer o seu concorrente como parceiro do seu negócio, um aliado ou um gerador de receita. E a terceira é que o exercício de um negócio de plataforma te torna muito mais afiado para a evolução do seu negócio e para a perspectiva do desenvolvimento de novos negócios aonde quer que você esteja.
Olha, Fábio, nosso sócio, nosso grande amigo, mais uma vez, muito obrigada por compartilhar tanto conhecimento, abrir seu coração. Enfim, todos os assinantes sempre te agradecem e nós da equipe do Meu Sucesso também. Até a próxima, viu?
Obrigado, Renata. Eu acho que o mais bacana do projeto do Meu Sucesso, do Flávio Augusto, de todos os assinantes, é trazer pessoas que têm um tempo muito escasso, uma habilidade extrema, diferenciada. Romero podia estar ali no seu negócio sem nos ceder essa disponibilidade dele para compartilhar essa experiência. E não tem nada que substitua você ouvir da boca de quem faz a energia, a emoção, como ao longo desses episódios todos a gente ouviu do Romero. Então eu tenho orgulho gigante de estar aqui ao lado do Romero, ao lado de você, Renata, que é uma apresentadora fantástica, e ao lado do meu sucesso construindo a transformação que a gente tanto deseja para o Brasil. Muito obrigado por essa oportunidade.
A gente que te agradece. Não me faça chorar, por favor. Muito obrigada. Até a próxima. Fábio, você é nosso grande amigo, mora no nosso coração, tá? E você, Romero Rodrigues, saiba que foi um prazer enorme ter você aqui conosco, compartilhou sua experiência de coração aberto, assim como o Fábio, nos seus ensinamentos. Eu tenho certeza que o seu estudo de caso inspirou e vai inspirar ainda muitos empreendedores e outros profissionais no desenvolvimento dos seus negócios, das suas carreiras. Eu não poderia deixar de fazer uma última pergunta para você, como forma de mensagem final para quem nos assiste. aquelas pessoas que estão aqui te acompanhando há seis semanas, seis módulos, quem é que pode se tornar o novo Buscapé?
Ah, Renata, eu acho que todos. Como a gente falou aqui, acho que a gente falou todas as palavras mágicas ao longo dessas seis semanas. A gente falou sobre resiliência, a gente falou sobre paixão, a gente falou sobre se preparar, sobre perseguir os seus sonhos, sobre estudar, sobre estar vendo exemplos de outros, aprendendo com os erros dos outros, que é muito mais barato. Então, eu acho que todos os nossos empreendedores aqui têm a capacidade e ousam aqui provocar, que têm quase que a missão de empreender e ajudar a construir o futuro, porque o futuro, através do empreendedorismo. O empreendedorismo constrói essa estrada que leva a nossa sociedade para o futuro.
Obrigada pela sua generosidade, pela sua simplicidade. Eu tenho certeza que o seu estudo de caso é nota 10 aqui na plataforma e vai ser muito assistido, maratonado pelos nossos empreendedores, pelas nossas empreendedoras. Obrigada, viu? Mais uma vez.
Obrigado você, Renata. Obrigado a toda a equipe do meu sucesso, a todo o carinho. ao Fábio, enfim, vocês estão de parabéns, acho que o serviço que o meu sucesso está prestando para a sociedade é difícil de calcular, é inestimável. Eu tô saudoso já. Eu vou ver se eu não consigo dar um jeitinho de voltar aqui na semana que vem ou não.
Mas você volta! Na semana que vem não, mas eu vou te contar uma coisa. O nosso próximo estudo de caso é um cara que esteve aqui em 2016, fez uma revolução no negócio dele e volta agora em 2021, brilhando novamente. Já já vou falar dele. E você, com certeza, já tá convidado. A direção nem me falou nada, mas eu, por minha conta, já te convido a voltar em breve pra cá, tá bom?
Obrigado. Obrigado e muito sucesso a todos os nossos empreendedores que estão aqui com a gente.
É isso aí. Gente, fim de mais um ciclo, mas você sabe que o meu sucesso não para. E essa semana que vem tem estudo de caso novo na área com um velho conhecido dos nossos assinantes, assim como acabei de falar. Você se lembra onde você estava em 2016? O seu negócio, por exemplo, ele já existia ou ainda não? Olha, o nosso novo protagonista já teve por aqui em 2016 e o negócio dele mudou tanto, mas tanto desde então. Eu estou falando do Rony Mesler, da Reserva, que agora volta numa nova jornada para a gente aprender tudo sobre inovação no varejo. Imagina o tanto de aprendizado que ele e a Reserva adquiriram nesses últimos cinco anos. Não é pouca coisa não, gente. Eu já estou ansiosa e se eu fosse você, não perderia essa história. estreia na próxima segunda. Eu te vejo em breve, sempre aqui. Muita saúde, bons estudos. Até já!
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