O que é Venture Capital? - XP Asset (SD)

XP Asset launches a venture-capital fund led by Romero Rodrigues and Gabriel Alves. They trace how startups like Buscapé raised through seed and Series rounds, delivering 300x returns for early investors. Brazil has only 12 unicorns versus the US's 487, but its large economy and tech adoption make it ripe for VC.
Fala, pessoal. Para quem não me conhece, sou o Bruno Castro, CEO da XP Asset. E vim contar um pouquinho para vocês aqui da nossa nova estratégia de Venture Capital. A XP Asset está com mais de 135 bilhões sobre gestão, espalhados em mais de 12 estratégias, um portfólio bastante completo, mas faltava uma estratégia que investe em novas empresas. Para isso, a gente trouxe um time de primeira, capitaneado pelo Romero Rodrigues e Gabriel Alves, que vão contar para vocês um pouco mais sobre o produto e a indústria de Venture Capital no Brasil.
Oi, pessoal, tudo bem? Eu sou Romero Rodrigues, sócio e Head de Venture Capital aqui na XP. Comecei minha vida profissional há 24 anos, largando a faculdade para fundar e me tornar CEO do Buscapé, uma das primeiras startups brasileiras. Depois, me juntei a um dos maiores fundos de Venture Capital do Vale do Silício, o Redpoint, para fazer investimentos em startups aqui no Brasil. E eu vou contar para vocês um pouquinho sobre o que é Venture Capital. Venture Capital nada mais é do que a compra de participação em companhias privadas, visando o ganho de capital. A gente costuma brincar, é investir numa empresa muito, muito grande, enquanto ela ainda está muito, muito pequena. O investimento se dá em estágios iniciais, logo após o começo da vida da empresa. E visa acompanhar essa empresa ao longo da sua vida, até uma saída estratégica, até um IPO, uma listagem em bolsa, e, com isso, ganhar em cima dessa valorização. Nem toda empresa, no início do ciclo, funciona para a Venture Capital. Precisa sempre ser empresas que têm alta chance de escalar muito rápido. E, por isso, empresas de tecnologia. Além de dinheiro, um fundo de Venture Capital aporta muita ajuda, know-how, tudo que o empreendedor, que o fundador, pode precisar no dia a dia. E por isso, investidores que já tiveram experiência passada com startups, é sempre muito bem visto e muito positivo para os founders. Outros tipos de fundo, como expansão, buyout, reestruturação, private equity, investem em outros tipos de empresa ou em outros momentos da vida da empresa. Resumindo, venture capital é investimento em startups de tecnologia promissoras, como Rappi, Creditas, Genepass, Nubank, entre tantas outras. Para ilustrar isso, eu vou trazer um exemplo que foi muito próximo da minha vida, o próprio Buscapé. Temos aqui os quatro fundadores, em 1999, com uma ideia, criar um site de comparação de preços. O que poderia dar errado? Bom, tudo. Os quatro amigos poderiam se tornar péssimos sócios, nós poderíamos nunca ter conseguido desenvolver a tecnologia que capturava os preços automaticamente, Pode ser que ninguém entrasse no site para usar, e se entrasse, pode ser que não voltasse, não gostasse. Pode ser que as lojas quisessem que a gente removesse elas do site, como de fato aconteceu. Pode ser que elas nunca pagassem, e mesmo que pagassem, pode ser que o business nunca crescesse, nunca virasse um negócio de 30, 40, 50, 100 milhões de reais. O que um bom time de founders faz então? Um bom time de founders vai pegar essa ideia e vai entender quais são todos os grandes riscos que tem na mesa. E vai levantar dinheiro suficiente para tirar um desses riscos da frente. Então, normalmente, é o protótipo. Então, vai virar para um grupo de investidores e vai falar assim, olha, eu preciso de tanto de dinheiro, um exemplo, 400 mil reais para fazer um protótipo do meu produto. Bom, 400 mil reais depois, ou você tem ou não tem o protótipo. Se não tem, provavelmente a startup morre. Mas se você tem, você continua com todos os riscos menos um. Um pouquinho menos de risco, sua empresa vale um pouquinho mais e sobe um degrauzinho. E agora a empresa vai focar, a startup vai focar no próximo grande desafio. Normalmente, ganhar atração. Conseguiu? Pô, vamos ver se agora alguém paga pra usar esse produto ou serviço? Vamos testar modelo de negócio. Poxa, a gente tem gente pagando. Será que dá pra construir uma máquina de vendas pra escalar isso? Pra fazer essas vendas de uma forma previsível e repetitiva? Pô, legal. E aí, dá para levar isso para 40, 30 milhões de reais anualizados? Pô, bacana! E agora, vamos expandir? Vamos criar novos produtos? Vamos atender outros mercados? Vamos internacionalizar? Então, ao longo da vida da startup, ela sempre é focada em resolver um grande problema de cada vez. E um bom time de empreendedores vai justamente captar o necessário para resolver um ou dois desses riscos por rodada. Da mesma forma, ao longo dos últimos dez anos, o mercado de investimento também se especializou. E você tem investidores que hoje sabem investir em cada uma dessas rodadas, entendendo o risco, o retorno e quais os desafios que esses empreendedores vão ter ao longo dessa jornada. Isso começa lá com família e amigos, family and friends, vai para os anjos, aceleradoras, os fundos de capital semente, a segunda rodada, que muitas vezes acontece também, de seed, o que a gente chama de late seed, o famoso série A, série B, série C, até que lá na frente, Essa companhia pode receber investimento de Private Equity, pode, eventualmente, ser comprada por um estratégico ou ser listada na bolsa, em qualquer um desses casos, retornando o capital para todos esses investidores que participaram do crescimento da companhia. O Venture Capital foca nesse miolo aqui, que tem uma relação maravilhosa de risco e retorno. Então, ele vai do Late Seed até o começo do Série B, são companhias que já tem protótipo no ar, já tem tração, já tem teste de receita, já tem clientes, e o grande desafio delas agora é contratar um time de qualidade para ajudar os founders e criar uma máquina de vendas para escalar essa receita. E é nisso que a gente ajuda eles. Por que essa relação de risco-retorno é boa? Porque isso vem logo depois do famoso Product Market Fit. Esse encaixe, esse fit de produto e mercado nada mais é do que o founder encontrar uma solução que realmente resolva uma dor importante dos seus clientes. Não por acaso, até ele encontrar esse momento, é o chamado Vale da Morte, onde a mortalidade das startups é muito alta. Após esse momento, a mortalidade decai brutalmente e o valuation, o valor da companhia, ainda não é tão alto. Por isso, acaba sendo um ponto de inflexão perfeito para se investir. Vamos então voltar, por exemplo, do Buscapé e ver como foi essa evolução, degrauzinho por degrauzinho, ao longo dessas diferentes séries de investimento. O Buscapé foi fundado em 1998 e recebeu sua rodada CID logo após se lançar no mercado. e tinha ainda um pouquinho de usuário e um pouquinho de tração. Um ano depois, recebeu uma série A, já com audiência maior e já testando o modelo de negócio. Em 2005, a empresa já faturava R$ 25 milhões e era lucrativa. Mais quatro anos e a empresa foi comprada, na maior aquisição de uma startup até então. O Buscapé foi a primeira startup a passar por todo esse ciclo de financiamento por estágios, dividindo o risco de cada estágio, que nada mais é do que Venture Capital. E retornou mais de 300 vezes o dinheiro dos investidores da rodada seed, mais de 20 vezes da série A e 11 vezes o dinheiro dos investidores da série B. Agora eu vou chamar o Gabriel para contar um pouquinho para vocês como está a Venture Capital no Brasil.
Olá pessoal, meu nome é Gabriel Alves e é um prazer estar falando com vocês aqui hoje. Durante toda a minha carreira, eu assessorei companhias nas mais diversas transações de mercado, incluindo IPO e M&Es. Nos últimos anos, eu atuei na XP e em outros bancos de investimentos, como o banqueiro responsável pela cobertura de fintechs e financial sponsors, o setor que inclui o famoso venture capital. trabalhando com diversas startups. Foi dessa experiência que veio a vontade de me juntar ao Romero e liderarmos essa área na XP. Bom, pessoal, uma das formas da gente avaliar exatamente o efeito do Venture Capital, das companhias de tecnologia e inovação, é analisando outros mercados. A gente trouxe aqui um gráfico para vocês para mostrar exatamente que o Brasil ainda está no início de uma transformação que, sem sombra de dúvidas, não tem voltas. Ela vai acontecer. Quando a gente olha aqui do lado esquerdo, a gente tem os Estados Unidos, em 2010, as 10 companhias com maior valor de mercado. O que a gente já consegue identificar aqui? Traços da velha economia e da nova economia. Companhias que representam instituições, vamos chamar assim, quase centenárias e companhias que ali, naquele momento, ainda eram novas. Se a gente acelera isso mais 11 anos, quando a gente olha em 2021, vocês vão ver que das 10 companhias mais valiosas estadas na bolsa americana, 7. São companhias de tecnologia, companhias que nasceram de um berço de venture capital, que foram incentivadas por algum fundo em algum momento. Quando a gente olha aqui no lado, no meio do gráfico, mais à direita, a gente tem exatamente o exemplo chinês, que é extremamente parecido. Em 2010, se você olhar aqui do lado esquerdo, absolutamente nenhuma empresa de tecnologia. Estão somente empresas da velha economia. Quando a gente olha aqui 2021 do lado direito, acelera novamente 11 anos, você já vê a percepção de companhias entrando como as mais valiosas, a própria Tencent, a Alibaba, que vocês conhecem. Quando a gente pega e olha esse fenômeno para o Brasil, ele também não foge à regra. Em 2010, absolutamente, as dez maiores companhias são companhias da velha economia. E quando a gente vê aqui em 2021, quando a gente acelera também esses 11 anos, Você vê inícios das empresas de tecnologia que passaram por esse processo despontando como as mais valiosas. Aqui, citando o próprio Nubank e a própria XP entre as dez mais valiosas. Então, esse é o motivo pelo qual a gente acha que esse tipo de investimento no Brasil está somente no início do seu potencial. Bom, e aqui seguindo para o próximo slide, Depois que a gente já viu aqui esse movimento, esse fenômeno de uma forma global, a gente passa a olhar aqui o Brasil agora como campo de atuação para VCs. Romero e eu, a gente tem um ditado aqui que fala que o Brasil é o mercado perfeito para o venture capital. Pelo seguinte ponto, o Brasil é um clássico país de terceiro mundo, com todas as dificuldades, burocracias e ineficiências. que são inerentes e que a gente, infelizmente, já conhece. Mas com o privilégio de ter uma população grande e uma economia pungente. E, além disso, todo mundo sabe que o brasileiro é um enorme adepto de tecnologias. Acho que vocês já viram em vários materiais que a gente produz aqui. o quanto que o brasileiro está ranqueado ali entre o primeiro, segundo e terceiro consumidor. Seja de usuários de Facebook, usuários de WhatsApp, Uber e Instagram. Se vocês olharem aqui no canto direito, a gente tem todos esses dados. Então, o que acontece? Quando você tem muita ineficiência, muita dificuldade, uma população grande e uma adesão maciça de tecnologia, você cria o ambiente perfeito para que uma startup venha, para atender uma dor, atender uma dificuldade e que ela possa pescar em um aquário onde a população é grande e onde o crescimento pode ser acelerado em função dessa tecnologia que o brasileiro tanto usa. Então, por exemplo, voltando aqui um exemplo que a gente deu no slide passado do próprio Nubank, ele é o banco digital mais valioso do mundo. É exatamente essa peculiaridade do ecossistema brasileiro que serviu de berço para o nascimento de uma companhia dessa. E é por isso que a gente acredita que investir no Brasil para a venture capital é um mercado fantástico. Bom, continuando aqui na nossa análise, aqui no próximo slide, o que a gente quis trazer para vocês aqui é um panorama relacionado ao mercado de venture capital brasileiro com o resto do mundo. Do lado direito aqui a gente tem um gráfico que mostra as principais economias mundiais e quantos unicórnios cada uma desses países produziu. Esse é o dado mais recente. Se você olhar o Brasil tem 12, a China por exemplo 301. a Índia 54 e os Estados Unidos, que é de longe o maior expoente, com 487 companhias, que foram avaliadas acima de um bilhão de dólares. Esse é exatamente o conceito de unicórnio. O que é interessante mostrar para vocês, e aí a gente usa essa análise aqui do lado esquerdo do gráfico, o que a gente fez? A gente pegou exatamente o valor de mercado das companhias listadas de tecnologia sobre o PIB. Isso mostra a penetração desse perfil de companhia em função do potencial do mercado. Então quando a gente olha o mercado americano... ele tem o valor mais expressivo com 63%. Ou seja, o valor somado das empresas tecnologias equivale a 63% do PIB. Na Índia 17,5%, na China quase 15% e no Brasil pouco mais de 4%. O que isso mostra para a gente? Independente, a gente aqui não está discutindo se o Brasil tem potencial para algum dia ter exatamente essa penetração que a economia americana tem. Mas sem sombra de dúvidas, olhando um modelo chinês e um modelo indiano, tem, sim, bastante espaço para que isso continue a crescer aqui no Brasil. Se a gente pensar num salto aqui do mercado brasileiro atual para o mercado indiano, nós estamos falando aqui de mais de quatro vezes de potencial de crescimento. Então, de novo, a gente quer ressaltar aqui para vocês que tem, sim, muito espaço para que novos unicórnios surjam no país e, sem sombra de dúvidas, muitos deles que existirão daqui a alguns anos devem estar sendo formados agora ou ainda são ideias e estão sendo discutidos por aí e é exatamente atrás deles que a gente quer ir. Passando aqui para o próximo slide, a gente quis trazer para vocês um exemplo teórico. Deixa eu explicar como esse exemplo teórico foi calculado. A gente tem alguns dados aqui que não são públicos, então a gente quis usar exatamente um parâmetro que fosse igual para todos. O que a gente fez foi, o valor da rodada da série A de cada uma dessas companhias, a gente trouxe aqui oito delas, oito unicórnios que muitos de vocês conhecem bem, o valor que foi feito na Série A, nas rodadas de Série A. E a gente estabeleceu, como é parte do mercado, que esse valor foi para adquirir 20% da companhia. E aí o exercício teórico nada mais é do que se alguém tivesse feito esse investimento na Série A e ele tivesse segurado esse investimento até a última rodada que existiu, o Nubank, por exemplo, a YPO, a Jim Pesce foi uma rodada que aconteceu em junho de 2021, o retorno que essa pessoa teria. é você pode olhar aqui todos eles a loft talvez seja o exemplo que tem um retorno menor porque ela também Ela foi criada em 2018, nós estamos falando aqui de 2018, 2021, apenas três anos, por 43 vezes o dinheiro, ou seja, se você botou um real, esse um real está valendo 43 reais, é um número específico. O Nubank talvez seja o maior expoente de um dos que teve não só um enorme período de sucesso, mas o maior período de maturação. A série A dele aconteceu em 2014, com o seu IPO acontecendo agora no final de 2021. A valorização foi 539 vezes. Então, o que a gente quer mostrar aqui para vocês é que Venture Capital, sim, é uma indústria superpunjante, ela dá retornos expressivos e a gente acha, de novo, que o mercado brasileiro está no início do seu potencial. Inclusive, esse próximo slide que a gente quer mostrar para vocês é exatamente o cálculo da TIR, que é o retorno do capital, no mercado privado, segregado como? Por tese e por safra. Como é que a gente lê esse gráfico todo? Então a gente olha aqui no eixo, a gente tem exatamente os anos, 2007 até 2000. E embaixo vocês vão ver a legenda exatamente onde cada tese é por cor. Seja fundo de fundos, dívidas, real estate, etc. O Venture Capital é exatamente esse com a luz, desculpa, com o verde um pouquinho mais claro. E vocês podem ver, desde 2007 até então, o venture capital está sempre ali entre os líderes, entre as teses que dão o melhor retorno. Se a gente olhar de 2010 para frente, ela praticamente só fica em primeiro ou em segundo lugar. O que é interessante aqui? Esse é um dado mundial, ou seja, inclui mercado americano, mercado europeu e todos os outros, só que uma coisa que é importante é que a maioria desses mercados tem juros negativos, ou juros de mal, mal 1%, 2% ao ano. Você tem um retorno de, vamos olhar aqui, 2012, por exemplo, um fundo de 2012, que ele está aberto até hoje, 2012, até então, ele deu de retorno 21,4% ao ano. Se você pegar isso como média global, isso é extremamente relevante, isso é bastante alto. Vamos olhar 2019, um fundo que foi criado em 2019, Comparado com agora, ele está com retorno de 66,8% ao ano. Isso é a média global. Ou seja, obviamente tem fundos que deram bem mais e tem fundos que deram menos. Mas a verdade é, essa é uma tendência global. Venture Capital é algo que está acontecendo em todo o planeta. E a gente quer participar também. O último slide aqui que a gente queria mostrar para vocês é exatamente a migração e o reconhecimento da indústria, da asset como um todo, da importância, da qualidade e principalmente daquilo que o Romero disse do ponto ali de risco retorno. Do lado esquerdo o que a gente tem é o gráfico exatamente da indústria de fundos e fundos, globalmente, talvez seja a indústria mais democrática de todas, onde um fundo capta dinheiro e ainda vai, vamos chamar assim, terceirizar ou investir em outros fundos das mais diversas teses. Na linha amarela a gente tem exatamente o fluxo de capital, ou seja, entre aquilo que foi distribuído e aquilo que foi contribuído, ou seja, é uma indústria que tem captado cada vez mais, você vê que o flow sai acima do eixo e ele fica positivo. Agora, o que é mais interessante? Quando a gente pega, e eu vou até tirar aqui um pouquinho e passar para o lado para não atrapalhar vocês, Quando a gente pega esse gráfico e ele compara ele por tese, aqui a gente vê as cores, as cores é o azul é um generalista, o cinza claro faz débito privado e por aí vai, o verde escuro é real estate, e a gente tem o venture capital que é o cinza mais escuro. Quando a gente olha em 2007, venture capital era algo em próximo, ou seja, de cada R$10 levantados numa indústria de FOF, 10%, ou seja, apenas R$1 ia para a Venture Capital. De novo, esses aqui são dados globais, isso aqui não é Brasil. O Brasil está longe disso. E a gente vê essa evolução à medida dos anos. Se vocês pegarem aqui de 2007 para frente, vamos olhar aqui até 2021, é o último dado que a gente tem, o que era 10% vira praticamente 70%. Venture Capital é a classe dominante, ela tomou o market share de todas as outras teses exatamente pelo reconhecimento de que é uma tese boa, que dá bons retornos, obviamente ponderados pelos riscos, e que tem ainda muito potencial pela frente. Então, de novo, Romero e eu estamos aqui à disposição, a gente vai colocar nossos contatos aqui no final da apresentação, vocês por favor fiquem à vontade, qualquer dúvida, qualquer discussão, a gente está à disposição e a gente espera em breve estar visitando vocês com um produto novo.
Obrigado a todos pelo tempo dedicado a entender um pouco mais dessa classe de ativo fascinante que é o Venture Capital, que vem trazendo ótimos retornos e se tornando cada vez mais essencial na carteira de qualquer investidor. Falamos em breve. Sucesso!
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