Short YouTube talk by Rafael Souto giving four concise tips for people resistant to networking: (1) adopt a constructivist (give-and-take) mindset rather than a purely utilitarian one; (2) use networking as experiential learning to broaden knowledge and mental models; (3) commercial relationships flow better through influence and referrals; (4) many job opportunities are unadvertised and final hiring decisions often depend on subjective factors and market references. Emphasizes practical benefits of building and maintaining networks.
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Dicas para quem tem resistência em fazer networking. Primeira dica, se eu entendo networking por meio de uma visão construtivista e não utilitarista, ou seja, eu usufruo da rede e contribuo com a rede e não simplesmente acesso quando preciso, eu vou provavelmente ter uma experiência rica e valiosa para ambos, para mim e para meu contato. Segunda dica. Na era da informação, o aprendizado, o conhecimento, ocorre por meio de vivências, de experiências. Então, praticar o networking é uma maneira rica, eficaz e potente de adquirir novos aprendizados, novos conhecimentos, novo repertório. Então, é importante para enxergar a tendência, é importante para reconfigurar o modelo mental e o repertório atual. Terceira dica, as relações comerciais são muito mais fluídas quando elas ocorrem por meio de influência, de indicações. Não é à toa que hoje todas as empresas trabalham com avaliação dos usuários, porque o processo de escolha muitas vezes ocorre por meio de avaliação. E entre a rede, isso é bem importante, mesmo quando a escolha não é objetiva. Então, trabalhar bem a rede faz com que os processos, as relações comerciais sejam mais fluídas, mais potentes. E, finalmente, vale lembrar que boa parte das oportunidades, as vagas existentes no mercado, elas não estão anunciadas em nenhum lugar. Então, fazer networking é uma maneira interessante de entender quais são os movimentos no meu mercado, quais são os movimentos na minha área, para poder pensar em transições ou mesmo em mudanças na carreira. E, completando esse quarto item, Vale uma reflexão também sobre o fato de que muitas das decisões, muitos processos seletivos, a decisão final ocorre por meio de algum fator subjetivo. Então toda análise técnica de entendimento do perfil já está feita e a decisão final acontece por meio de um fator subjetivo que muitas vezes está atrelado às referências que este profissional tem no mercado. Então, trabalhar o network potencializa essa possibilidade da escolha subjetiva.