Short interview (video) with Claudia Cavalcante arguing that diversity and inclusion should be treated as business strategy. She distinguishes visible (gender, age, race) and non-visible (education, background, religion, sexual orientation) diversity, claims diverse teams drive stronger financial results and innovation, and emphasizes that inclusion—creating environments that leverage diversity—is necessary and requires a cultural transformation over time.
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A diversidade de inclusão é um tema cada vez mais relevante para as organizações porque precisa ser entendido como uma estratégia de negócio. Já existem muitos estudos que mostram que quanto mais diversa é uma equipe, diversidade leia-se. Diversidade visível e não visível. Então, visível desde gênero, idade, raça, mas o que é não visível, que vem com formação, todo o background, religião, orientação sexual, Enfim, tudo que é não visível é muito importante. E quanto mais diversidade você tem na sua equipe, mais chance de você ter resultados. Esses papers mostram que resultados financeiros são potencializados com essa complementariedade, que é cada vez mais essencial. no mundo que a gente vive hoje, nesse vocal world, onde tudo se transforma com uma velocidade incrível, com, enfim, novos competidores surgem a cada segundo. Então, quanto mais diverso for o meu time, mais chances de ter resultados, músculo de inovação mais fortalecido as empresas terão. Então, por isso o tema é tão relevante no contexto atual. Acho que uma tendência grande que a gente tem, muitas empresas hoje vem falando de diversidade, ou seja, de levar o diferente pra dentro. Seja mulher, PCD, trabalhar com inclusão racial, de LGBT, mas não dá pra falar de diversidade sem falar de inclusão. Inclusão é criar um espaço onde a potencialização do resultado vem através da riqueza dessa diversidade. Então, não dá pra trabalhar com diversidade se eu não criar esse ambiente inclusivo. E acho, então, que uma tendência importante que precisa ser trabalhada cada vez mais é a criação desse ambiente mais inclusivo. E trabalhar com a criação desse ambiente mais inclusivo não é do dia pra noite. A gente tá falando de uma jornada, é uma transformação cultural, mas que não pode ser ignorado se eu quero, de fato, potencializar os resultados através da diversidade que eu trago. Então, não dá pra trabalhar a diversidade se não trabalhar a inclusão. Acho que esse é o grande desafio que as empresas têm pela treina.