Short video by Rafael Souto advising how to answer questions about personal weaknesses in job interviews. He emphasizes avoiding clichés, being honest, using past feedback and concrete actions to show development, and preparing an authentic, pre-planned response rather than improvising or lying.
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E Falar das fragilidades não é uma coisa fácil. A primeira regra é sair daqueles chavões que existem no mercado. Ah, eu sou perfeccionista, eu sou uma pessoa muito exigente comigo mesmo. Se isso não é verdade, não vai ficar em pé. O entrevistador vai fazer uma, duas perguntas a mais e a pessoa não vai conseguir explicar, fica uma coisa sem sentido. Então não adianta mentir ou copiar respostas prontas. Eu preciso ter uma reflexão. Para aí responder isso, eu tenho que ter um tema de casa anterior. De fato, quais são os pontos que eu tenho para desenvolver? Se eu nunca recebi um feedback claro sobre isso, eu preciso fazer uma autorreflexão. Se eu já recebi um feedback, uma das estratégias é usar isso na entrevista. Olha, numa empresa X, o feedback que eu recebi foi esse e as ações que eu fiz para desenvolver são essas. Esse é um ponto que eu sigo trabalhando. Então eu cito uma fragilidade, cito que já estou consciente dela e venho trabalhando. Isso gera credibilidade para quem escuta. Também dizer que não tem nenhuma fragilidade é a própria fragilidade de não se autoconhecer, porque todos nós temos pontos de desenvolver. Então a saída para essa resposta, que é difícil, é realmente ter uma resposta sincera sobre algo que está fazendo para se desenvolver. E o jeito para fazer isso é não pensar a resposta na hora, é se planejar porque essa pergunta virá. Então eu preciso ter um planejamento prévio para na hora estar confortável com uma resposta que faça sentido para minha carreira.