Maratona de Carreira Produtive - Construindo um CV e Vídeo CV estratégicos para recolocação

Transcrição de palestra (YouTube) por Francis na Maratona de Carreira Produtive sobre construção estratégica de currículos e vídeo‑currículos para recolocação. Cobre histórico do currículo, diferença entre formatos antigos e 4.0, importância de estratégia e customização, cuidados com dados pessoais, palavras‑chave para ATS, estrutura/formatos (Word vs PDF), boas práticas de apresentação e roteiro e técnica para vídeo‑CVs.
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Falar aí de um tema super bacana, necessário, que é currículo. Deixa eu compartilhar aqui na tela, para que a gente possa estar já evoluindo com a apresentação. Eu vou compartilhar aqui um PDF e estarei fora do circuito das nossas câmeras. Então, qualquer ponto, questão, né, Rafa, Vargas, né, podem entrar no circuito. Já deve estar aí compartilhando, né, com vocês a minha tela. E aqui, já coloco uma enquete também, seguida a Salier do Souto, né, a primeira parte eu vou estar falando sobre currículo, a segunda parte sobre vídeo currículo. Então, vou me organizar bem aqui com a questão, né, dos horários. Qual é o melhor formato? Então, que vocês coloquem aí no chat. Versão Word, é Word, é PDF, depende, as duas. Então, eu queria que vocês participassem, pontuando aqui no chat, o que vocês acreditam aqui ser o mais adequado. O Word, PDF e, logo, logo, eu já estarei aqui respondendo aqui essa provocação. Vamos lá. Primeiro momento. até um overview histórico, o que é o CV, o currículo. Em latim, jornada da vida, essa composição inicial. Tem um historiador, Todd Lempke, que escreveu um livro, A História do Currículo, e ele sinaliza, olha que curiosidade, Leonardo da Vinci, além de tantas outras invenções desse gênio, ele inventou o currículo, ele estruturou uma carta, o Duque de Milão, listando uma série de serviços que ele poderia estar oferecendo. Ele que é engenheiro, arquiteto, ele inventou a bicicleta, inclusive. Então, imagina, se o Leonardo da Vinci tinha um currículo, por que a gente não vai ter esse currículo também? E aí o ponto importante também que eu brinco, assim como muita gente fala já há anos que o Roque morreu, muita gente prega também que o Curriculo morreu, mas não. O que mudou é o formato desse documento, desse material. Mas ele segue bastante ativo e, geralmente, quando a gente pensa numa transição de carreira, a primeira coisa que vem à cabeça é o Curriculo. Então ele tem uma simbologia e acaba sendo um cartão de visitas para que a gente possa estar compartilhando os nossos contatos com a nossa rede e com o mercado. Muito bem. Eu vivi daqui em duas frentes. O que que ocorreu entre o 2.0 e o 4.0? Então, aquele currículo old school, o 2.0, uma ferramenta engessada, estática, poucas mudanças. Por quê? Porque retratava também aquela linha da evolução do trabalho que o Souto apresentou. Então, não se tinha tantas novidades para se colocar ali em 4, 5, 8 anos como se tem hoje. apresentação muito impessoal, então aquilo não retratava a pessoa, era muito mais conectado com o formato de ficha cadastral, que era muito comum. Eu comecei a trabalhar com recrutamento de seleção, estou em São Paulo já há 10 anos, sou de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, no Hospital Santa Casa de Misericórdia, na área de recrutamento de seleção, e eu me lembro, em 2002, Segundas-feiras e quartas-feiras, filas, para que as pessoas preenchessem suas fichas. E aquele material ia para o arquivo morto e ficava ali com uma validade de seis meses. Olha a mão de obra, enfim, para a pessoa, para o candidato profissional, para a empresa. Então tinha um olhar muito frio, enfim, sobre aquele material. Não era tão amigável, era muito formal, cisudo. Descrição apenas das atividades, foco no que eu sei fazer. Se tinha ali um viés, e isso se aplica até hoje, um erro muito comum. O currículo não é um acumulador de experiência. E muitas vezes o que acontece? O profissional, acho que tem alguém com o microfone aberto? Não? Ok. Então o que acontece com um profissional com 10, 15, 20 anos de experiência, a forma com que ele Trabalha o currículo só atualizando as novas caixinhas, os novos banners. Deixando a mesma forma de apresentação daquelas experiências antigas que não fazem tanto sentido hoje. Então, o currículo fica muito poluído, muito extenso, como o Rafael colocou. Informações sobre dados pessoais. Então, isso não se coloca mais lá fora. A formatação do currículo acompanha muito o padrão da lei geral de produção de dados, Estado civil, então isso lá fora se coloca. O modelo da produtiva a gente também já tirou nessas informações, para que isso não impacte na apresentação, não é isso que tem que estar sendo considerado nesse material. Endereço, documentação, filiação, então a gente tem que ter um cuidado com esse material, porque a gente não sabe qual é o desdobramento que terá daquele arquivo. Então a gente tem que ter um zelo para a nossa segurança, principalmente digital, de não disponibilizar essas informações. Pode sim colocar cidade. aqui no Brasil, muito limitado a São Paulo. São Paulo é um mundo à parte, que é a região metropolitana de São Paulo, então você pode colocar ali um bairro, zonas, enfim, principalmente quando a empresa também está conectada ali naquela região, para que a gente possa ter esse fit, sinalizar ali esse fator logístico que facilite aí essa mobilidade. e assinatura e referências profissionais. Hoje não se coloca, não é? Não precisa se assinar, não precisa colocar ali o contato de um gestor, do seu líder, com o telefone dele disponível. Então, não é... São ainda... As referências são práticas dentro do processo seletivo. Agora, não cabe aqui ao currículo o papel, não é nesse fórum do currículo que a gente vai estar compartilhando isso com o recrutador. É sempre importante lembrar também que o desenho da nossa maratona de carreira, organizada pelo time do Rafa Menezes, tem toda uma lógica. Onde a gente trabalha é com o rico. Tem a marca pessoal, profissional, que vai ser com a Deise, a Azulina e com a Cláudia Bonardi, duas especialistas nesse tema, nesse posicionamento da marca. Tem a questão do LinkedIn com a Marina Bustos, e entrevista com a Cíntia Tubarão, para que a gente possa estar bem galgados com relação às práticas atualizadas de mercado. Muito bem. Qual que é o papel do currículo? Qual que é o objetivo do currículo? Essa é uma indagação super necessária. Muitas vezes a gente vai estruturando esse material de uma maneira até aleatória, de uma maneira sem estratégia. E como o Rafael pontuou na fala dele, até o Maro tinha colocado sobre transição, O papel da produtiva aqui é pensar nesses materiais e na gestão da sua carreira estratégica. Então pensar numa transição estratégica, de uma maneira diferenciada e que tenha eficiência, e também dos materiais disponibilizados para o mercado. Então o currículo, pessoal, não deve necessariamente contar toda a sua história profissional. Claro que depende do teu momento profissional, se é um profissional de 20 anos, de 22, 25, início de carreira, é diferente de um profissional com 45, 50 anos. Então o currículo não tem essa responsabilidade necessariamente de contar todo o seu histórico profissional, mas sim de evidenciar aquilo que é mais estratégico para o seu objetivo de carreira. Então, esse é o ponto chave do currículo. Aí que a gente começa a separar o joio e o trigo. Porque muitas vezes, como que a gente faz? A gente vai elencando. Ah, eu me lembro que eu faço isso. Eu me lembro que eu fiz aquilo. Eu me lembro que eu tive essa atividade. E vai despejando no Word aquela informação. Mas eu tenho que parar e pensar. Poxa vida, qual que é a minha estratégia? O que eu estou buscando? E eu brinco, pessoal, que estratégia é a arte e habilidade de saber brimar. E vocês são profissionais executivos de alto valor agregado. E aí a gente tem que saber diferenciar as formas de se efetivar uma transição do mercado. Dentro da pirâmide corporativa. Quanto mais alto eu estou nessa pirâmide, maior o valor agregado. será a estratégia B2C, de varejo, de volume, de massificação, e maior será a estratégia B2B do sniper, enfim, de mirar na qualidade e não na quantidade. Então, isso é fundamental, de poder estar destacando e evidenciando aquilo que é importante para o que você quer, para a sua meta, para o seu objetivo, para a cadeira que você está almejando. E aí entra o que a gente chama do currículo 4.0, Então, o currículo é uma consequência. Então, a gente tem que pensar num plano de ação, numa estratégia e desenvolver um material para isso. Então, o currículo é uma consequência dessa análise que é importante se ter anteriormente, sobre o teu posicionamento, sobre o teu valor, sobre as tuas entregas, sobre o que você quer e como está a resposta de mercado, como o mercado está se comportando. Então aqui, organize sua transição de carreira, pense no teu cenário de transição, qual vai ser o teu foco, tua estratégia. De novo, a gente tem que saber abrir mão, senão a gente entra aqui de uma maneira aleatória, pulverizada e que não dá retorno. Pense em objetivo, área, cadeira, setores, como o Rafael colocou. Estruturação de palavras-chave, algoritmos, isso é muito importante hoje em dia, frente aos ETS, frente aos robôs, frente aos softwares de recrutamento, o Gup da vida, o serviço na solução do Gup, está muito conectado a isso. Depois, organize, peço desculpas, certamente eu não sou o único aqui, mas que vem aqui de uma recuperação de uma gripe, então a Tossi ainda segue aqui como minha companheira e ela estará aqui também participando dessa maratona. Desculpa, pessoal. Então, depois dessa análise, que a gente possa estar o quê? Estruturando o material para comunicar, para transmitir a sua expertice de maneira alinhada com essa primeira parte, com a sua estratégia de transição. Então, ou seja, eu tenho que evidenciar informações que vão ao encontro do teu objetivo, da tua meta. E aí, é importante também a gente saber elencar. É muito comum o profissional começar a despejar aquelas informações, mas muitas vezes ele deixa na parte final, ou lá no final do currículo, conteúdos super pertinentes para o objetivo. Eles ficam escondidos. Então tem toda uma estratégia de como posicionar essas informações. Está aqui, eu já estou antecipando. Primeira página do currículo é super importante e os primeiros balance tem que estar conectado com o teu objetivo, com o que você está buscando. Assim como as realizações dos seus feitos e os cursos também. Certificações, formação, idiomas, em linha com essa estratégia. Então, tudo vai estar permeando a estratégia de carreira e de transição no mercado. Tenho uma assessorada porque até essa mini-bill aí, eu vou falar com o Rafa, para a gente atualizar, foram quase 2.500 executivos aí que eu consegui estar apoiando aí diretamente, tive o prazer de estar apoiando. Aqui ela trouxe a Priscila, que trabalha na área de marketing, que o currículo é capa da revista. Então, ainda a revista, ainda no modelo não tão digitalizado, mas é aquilo, como é que eu vou fazer com que o leitor tenha interesse em comprar, em querer folhar aquela revista? Então, o currículo não tem como objetivo contar toda a sua história profissional. A gente não tem que ter essa ambição. O currículo eu tenho que provocar. Eu tenho que ter highlights para que a pessoa queira me entrevistar. Para que aquela pessoa queira me conhecer. Então, a gente tem que pensar nessa estratégia da capa da revista. O currículo. Hoje em dia, a gente... Ah, essa é a versão final, Francis. Essa versão já está acabada, assim, coloca. Não, essa é a versão atual. Porque a gente não vai ter versão final. Versão final nem quando a gente se aposenta. deixa o mundo executivo, a gente para de trabalhar muitas vezes. A gente tem outros tipos de carreira, como foi colocada aqui, as fontes alternativas, e mesmo mediante esses outros tipos de carreira, vou empreender, vou abrir uma franquia, vou virar docente, vou ser sócio, vou ser investidor, também é importante ter um currículo, um material ali que conte a sua história de acordo com o teu posicionamento no mercado, a forma como você quer ser lembrado, a tua marca. Então não existe versão final hoje em dia, só quando realmente de fato a gente para de trabalhar e de ter qualquer atividade geradora de receita. Então eu trabalho sempre com o conceito de versão atualizada e sempre com o conceito de melhoria contínua. Então não existe uma receita de bolo aqui. Currículo também é uma questão super, é um material de uma análise super pessoalizada. Então cada um vai ter a sua opinião. Eu sinalizo isso para os meus assessorados. Olha, vai ter gente que vai gostar, tem gente que não vai, tem gente que vai dar pitaco, compartilhe com sua rede, numa ação de networking. Isso é o reason to call. motivo para estar assistindo pessoas por vida, queria compartilhar contigo, fulano, tenho uma super experiência no mercado, o que você acha do meu currículo, tenho que trabalhar nessa conversão. Até porque a pessoa vai pensar, pô, mas como é que é o teu momento? Você tá avaliando frentes, não? Então são formas indiretas de a gente poder estar, né, começando aí a fazer ações no mercado. Assim, no momento que eu entro com essa fala, eu tenho que estar receptivo também. a qualquer tipo de feedback, e a gente aceita, nem pensa que o Paulo está melhorando, não, adequando nesse sentido. Um ponto aqui, chave, gente, é que esse material seja genuíno e autêntico. Então o currículo, de alguma forma, precisa expressar o teu jeito, o teu DNA. Claro que é um documento, que a gente tem que ter muito cuidado com as informações que a gente insere lá, porque já teve desdobramentos legais, jurídicos, com relação a informações que não procediam. Nós percebemos isso, tivemos aí escalões, pessoas públicas, esse aspecto. Então, é um documento, ele ainda é formal, Mas não precisa ser aquela coisa sisuda, né? Você tem o seu dinheiro, tem o estilo de ser, né? O importante é retratar a tua marca, né? Tanto o profissional como o pessoal. Então a gente vê um pouco disso nos desdobramentos, até no LinkedIn, né? Coloca ali no título profissional algumas informações, né? O que eu sugiro aqui? O currículo é uma ponte, e as questões pessoais geram afinidades. Agora, a gente tem que saber qual que é a prioridade. Então, eu sempre coloco, por exemplo, no resumo de qualificações, o último parágrafo, você pode abrir uma, duas, três linhas falando um pouquinho de você, casado, solteiro, duas filhas, hobbies, praticando ciclismo, eu gosto de pedalar, enfim, para que a gente possa estar compartilhando ali informações da pessoa como um todo, não só atrelado ao papel profissional, mas sabendo que o objetivo do currículo está muito direcionado ao viés profissional. O vocabulário, ou seja, que tem até um estilo próprio, procurar isso, essa forma genuína de apresentação. É dinâmico, também em linha Então, você pode estar conectado com outras plataformas. O link do linkedin é super importante que você tenha no seu público. Então, uma ferramenta que é complementar Elas não são excludentes. Agora com o LinkedIn o currículo vai deixar de existir. Não. São formas diferentes e com objetivos diferentes. O LinkedIn não é uma plataforma de currículos. O LinkedIn também não é um site de vagas. Ele tem essas funcionalidades, mas o objetivo dele, que vai ser tratado pela marina, é muito mais alto do que isso. Então você pode conectar a outros formatos e outras informações. Francis, tenho 30 anos de experiência, não vai caber tudo no meu currículo. Ok, vamos fazer um portfolio digital. Então aqui, a pessoa tendo interesse, ele acessa ali e aí sim tem mais detalhes sobre os projetos, sobre o cronograma desses projetos, sobre as entregas. Então, ou seja, eu posso ter outros de dobramento a partir desse material. Entrevistas que eu leio, enfim, materiais, artigos, seja entrevistas audiovisuais no YouTube, seja entrevistas na mídia impressa, Então tem como aglutinar, agrupar tudo isso dentro do currículo aqui. E aqui tem um exemplo, depois eu compartilho com vocês aqui do Gustavo Reis, um assessorado, que ele fez numa plataforma gratuita um portfólio digital. Ele que atua na área de marketing, trabalhou no Red Bull, enfim. trabalhou lá com os eventos, enfim, várias informações para enriquecer o posicionamento, mas respeitando aqui o papel objetivo do currículo. E mais, e esse é um ponto fundamental, customização, que você module o seu currículo de acordo com os requisitos de cada posição. Que possa estar atento ao que? Ao setor daquela empresa, ao produto daquela empresa, o serviço daquela empresa. Um outro ponto que eu colocarei aqui, a cultura daquela empresa. O seu posicionamento. Então, muitas vezes, um profissional da área financeira, onde ele avalia como um cenário e é factível, Controladoria, área financeira e planejamento financeiro, FPNI, enfim. Então, às vezes, a gente coloca isso lá, esses três objetivos como objetivo. Mas se a posição para a qual eu estarei aplicando esse profissional somente de controladoria e dentro do descritivo tem ali questões muito apeladas à controladoria, eu tenho que reformatar de uma maneira rápida e sucinta esse material para que ele seja mais aderente àquela posição. Então, aqui é um outro ponto já fundamental, dá trabalho buscar trabalho hoje em dia, mas essa forma de ter um resultado, e não se tem aquela fala de aplicação a 100 oportunidades, a posições e não ter nenhum retorno. Muitos dos motivos dessa ausência de retorno é que muitas vezes a gente coloca também o nosso currículo como uma bala comum, a mesma versão para tudo e para todos. Por isso que eu digo, a gente tem que estar muito mais focado na qualidade, na assertividade, do que na volumetria. Então, a customização do currículo é fundamental. Principalmente entendendo, e acho que é importante pesquisar um pouquinho, do formato hoje desses softwares de recrutamento e seleção. E não adianta. Eu trabalho com recrutamento e seleção, Francis. Se a posição está lá, no descritivo, com captação de talentos, talita que existe, o software, pelo menos até o momento, não vai fazer essa tradução simultânea, tanto do inglês como português, e mesmo a formatação da palavra em português. Tributação fiscal. Eu tenho que jogar de acordo com a música, o ritmo da música. Então, dá trabalho, tá. Perder, fazer, reformatar um novo burrinco, não. Mas você vai ver que são 5, 10 minutos, no máximo, para fazer essa adequação do teu material frente a oportunidade. E aqui eu já trago a questão atrelada aqui ao Word e ao PDF. Então, a resposta certa, digamos assim, é poder ir trabalhando com as duas versões. As duas versões. O que acontece? Quando se pede, dentro dos softwares, se tem a possibilidade de anexar, quando você se aplica a uma posição, o recomendado é que seja pelo Word. Por quê? Porque o PDF tem uma imagem. E os softwares, pelo menos por enquanto, eu digo isso porque daqui a pouco certamente vai ter evoluído, tem mais dificuldade de identificar palavras. Então, nas aplicações e em sites, utilize o Word. Quando você utilizar o Word, também uma outra dica, evite tabelas, colunas, porque isso também contamina a leitura pelos softwares. Então, que seja ali um formato mais clean. E a versão PDF, para que você possa estar compartilhando junto à sua rede. Então, alguém te solicitou, você encaminhou via e-mail, ainda se encaminha documentos por e-mail, mas hoje em dia é muito WhatsApp, se funciona, e aí vocês podem estar utilizando a versão PDF, enfim, para estar compartilhando aqui essas informações, esses materiais. Muito bem. Então, feito histórico, trazendo um pouquinho do histórico, trabalhar o currículo de antigamente, currículo 4.0. É importante a gente estar atento ao recrutador. E esse é um ponto fundamental. Eu tenho que ter uma estratégia de comunicação. Então, eu que sou da área de TI, não adianta entrar num aspecto tão técnico, por mais que tenha, se tenha hoje o tech recruiter, que é o recrutador especializado na prática de tecnologia, Eu tenho que saber que muitas vezes o primeiro contato do meu currículo dentro do processo seletivo não vai ser com alguém da área técnica, na maioria dos casos, vai ser com alguém da área de recursos humanos, que tem uma visão mais rasa, mais superficial, ele tem o entendimento dos requisitos, mas ele Então, é fundamental a gente saber como que funciona a cabeça de um recrutador. E aqui já entra uma segunda enquete. Deixa eu voltar aqui para a nossa telinha. Quanto tempo vocês acham que um recrutador analisa um currículo? Coloque aqui um minuto. 30 segundos, 5 segundos, 2 segundos, 10 minutos. Estou vendo aqui 30, 20, de 7 a 20, de 6 a 30, 40, 30 segundos, 10 segundos. 2 minutos, 1 minuto, 2 minutos, 10 segundos. Pois bem, o que acontece é que o recrutador, ele é treinado, desenvolvido para ter uma leitura mais eficiente desse material. Então é diferente a leitura de um recrutador de um líder. Se aplica a vocês aqui, quase todos, um gerente, seja de finanças, comercial, um diretor, um coordenador. Então, não tem como ter essa leitura fria. Esse é o primeiro ponto. Então, o computador, ele já é treinado e esse é o skill para que ele tenha uma leitura mais rápida. A média é mais ou menos o que o pessoal colocou aqui. São 10 segundos, 12 segundos. 6 segundos, como o Paulo Xano colocou aqui. É um bate-olho. Enfim, e ele acaba o quê? identificando dentro daquele material de texto as palavras-chave. Por isso que muitas vezes vale a pena deixar em negrito algumas informações, alguns dados, para que facilite esse recurso. O que acontece? Dentro do processo seletivo, a gente tem primeiro uma análise robótica, uma análise tecnológica, que já faz o primeiro filtro, e depois a gente tem a análise humana. Eu trago aqui muita analogia do Airbnb, do TripAdvisor, do ModelWeb, quando a gente busca um imóvel, um hotel, aplicativos do Google Booking, eu vou colocando filtros para aquilo que está no meu interesse. Então eu quero, é uma casa, são três quartos, são duas suítes, tem que ter duas garagens, tem que ter essa localização, tem que ter essa faixa de valor. Dentro daquelas informações, o sistema vai estar classificando, ranqueando, para que a gente possa, que o usuário possa ter uma pesquisa mais guiada. E eu vou começar com aqueles que a princípio fecham mais, tem mais aderência aos filtros que eu coloquei. Por isso que é importante eu ter os filtros certos para que ele tenha esse fit, esse match. Então não adianta lá, do outro lado da ponta, a pessoa ter uma casa com três quartos, com duas suítes, com duas vagas na garagem, se ela não fez a categorização adequada, não vai estar parecendo. Então tem análise robótica e depois tem a análise humana, que é isso, são 12 segundos, o máximo, que um especialista em análise de currículo vai estar trabalhando o seu material. Opa, desculpa pessoal. Então, o que que é importante aqui? Currículo coerente, com posicionamento claro do mercado, do profissional no mercado. Então, sei, e aí a gente tem que trabalhar estratégias de transição. Então, França, eu posso ter um cenário, hoje eu vou estar avaliando uma posição, vou estar avaliando posições comerciais e marketing. Agora, muitas vezes, se eu estou me aplicando para uma posição de vendas, eu tenho que ter um currículo mais direcionado para venda. Se eu estou me posicionando para uma posição de marketing, eu preciso ter um currículo mais elencado com aquela demanda. Alguém abriu o microfone? Acho que alguém está com o microfone aberto. Aproveitar aqui para esse povo passar um copo na mão. Então, o que acontece? Se você tiver as duas frentes, aí eu só peço, Rafa, se puder só cortar o microfone, por gentileza. Está me atrapalhando um pouquinho.
Nós estamos tentando cortar o microfone aqui, gente.
E se a posição contemplar as duas áreas, aí sim eu posso ter um material único, contemplando as duas frentes. Mas o que é importante? Não ter aquele currículo que muitas vezes acontece, principalmente com áreas muito diferentes. RH, finanças, TI. Aí vai ficar aquele, enfim... Quando tiver uma posição de TI, o recrutador pode achar que você tem mais experiência em RH, se o seu currículo ainda passar pelos softwares do processo seletivo, e vice-versa. Então, esse posicionamento é super importante. Palavras suaves, bem visíveis, tanto no resumo, nas qualificações, como no transcorrer dele. Então, uma outra dica. Não somente é importante eu ter palavras-chave, eu pensava nos meus algoritmos, mas recorrência. E aí entra a estratégia do Ctrl-L. Eu não posso ter ali uma palavra-chave que é superestratégica para o meu posicionamento, para a minha marca, apenas uma vez citada no meu currículo, uma vez citada no meu LinkedIn. Eu tenho que ter lá 4, 5, 6, 7, para que realmente o software entenda que você tem aquele embasamento. Os principais atributos devem ser enfatizados principalmente na primeira página. Então, esse é um ponto super importante. Então, a gente dá muito mais atenção. Gente, vamos colocar do outro lado. Eu recebo um folder. A gente presta muito mais atenção na primeira página do que nas páginas seguintes. A última, então, coitada, a gente mal acessa. E sabendo que o currículo tem que ter duas páginas. Nem coloco aqui porque... Ah, tem aqui na dica final. Mais do que isso, acaba sendo outra, mais massificante hoje em dia. A linguagem deve ser clara e objetiva, sem explicações ou justificativas. Esse é outro ponto, não precisa ficar explicando o que eu fiz. Coloca lá, se a pessoa quiser. Aí sim, na entrevista, você pode estar se aprofundando mais. Atribuições e realizações em tópicos. Esse é outro ponto. Por bullets. De no máximo duas linhas. Então fica muito mais fácil a leitura do que aquele texto corrido. Ficar lá um parágrafo de seis linhas. Fica muito massificado. E não ficar tão friendly, amigável para isso. Quando você trabalha em empresas que não são tão conhecidas no mercado, insira um breve parágrafo embaixo da empresa, no máximo duas linhas, descrevendo esse negócio. O segmento, o produto, o serviço, o faturamento, a atuação, ou seja, o que você pode dar vendendo da empresa para quem estará acessando o seu material. Então esse ponto é super importante. Muita atenção, então, uma formatação didática, isso é super importante, um design clean, uma coisa tão poluída. Utilize as margens também, muitas vezes, essa é uma outra dica que eu dou, então você tem como estar ajustando as margens para usufruir daquele espaço em branco de uma maneira mais produtiva. Os power skills, soft skills, a gente tem que ter muito cuidado, e aqui também linka com o ponto que está ali embaixo. Por quê? Porque no currículo a gente tem dificuldade de tangibilizar isso. Ah, eu tenho facilidade de comunicação, relacionamento, resiliente. Mas vocês entendem que não é no currículo que eu tenho como comprovar, como eu estou validando essas informações. Então são informações que acabam não recebendo uma atenção necessária, não vai estar sendo validada. A não ser que você coloque aqui constatações que aí sim, você pode estar trazendo desenvolvimento de equipes, performance, movimentação de pessoas, então aí sim você vai estar o quê? Comprovando. Isso é super importante. experiências mais antigas, mais de 15 anos, mais de 10, 15 anos, não precisam ser descritas com tanta profundidade. Então, eu posso resumir. Então, para um gerente financeiro, eu entendo que a experiência que ele teve no estágio, nas duas primeiras cadeiras que ele teve, foram muito importantes para ele. Agora, para a posição que ele quer ir, porque o recrutador está buscando, não faz tanto sentido. Então, a gente tem que se cuidar. E sabendo que o recrutador vai focar principalmente nos últimos 10 anos. Porque tudo na vida muda. As estratégias de pedagogia nas escolas, os nossos relacionamentos, o nosso formato de trabalho, o nosso relacionamento aqui, que a gente também mantém. E também, currículo e gestão de carreira. Não são blindadas a isso, a gente precisa mudar, porque senão a gente não vai estar se adaptando e não vai estar evoluindo. O conceito de evolução está muito mais conectado com adaptação do que com melhoria necessariamente dita. Destacar as principais realizações, e aqui entra esse outro bullet, não necessariamente os resultados, mas ações que impactaram positivamente. Qual foi o teu legado? Como que era antes e depois do seu legado naquela cadeira? O que gerou de valor para o negócio, para as pessoas? Tentar tangibilizar, isso é super importante. o máximo que a gente puder estar concretizando aquela escrita, mais segurança, mais fatível se torna a tua experiência. E alguns exemplos, né? Melhorias de redução de custos, projetos, aumento de produtividade, rentabilidade, performance, percentuais, números. Ah, então eu não posso abrir o número da empresa. A empresa não é de capital aberto. Ok, coloque percentuais, em torno de premiações, etc, etc. Falando sobre currículo, esse overview bem rápido, mas super pertinente para que vocês possam estar pensando nesse material como uma ferramenta de marketing, uma ferramenta de posicionamento da sua marca e o currículo sempre importante que se tenha atualizado. Francis, não estou buscando, não estou atento, estou muito feliz na empresa e com o meu momento profissional. Ótimo, excelente. Mas vamos aqui organizar seu currículo. Tem alguns assessorados em programas que nós apoiamos, de demissão responsável. Então, empresas que oferecem um pacote de benefícios e saída, o projeto da Produtive, muitas vezes eles se recolocam rápido, acionam rede, enfim, se recolocam rápido. Não preciso trabalhar meu currículo, enfinei meu LinkedIn e já estou trabalhando. Ótimo, excelente. Então você está no melhor momento para que a gente estruture esses materiais. Num momento que você não precisa, necessariamente. Mas precisamos estar atualizados. para o mercado. Eu digo, LinkedIn é o nosso website. Não impacta de uma maneira estranha eu entrar numa empresa e ter ali um site desatualizado, com informações antigas. O mesmo com o Zelo, nós precisamos ter, com o EUSA que o Rafael colocou. E o Curriculum é um formato de estar apresentando a solução que você vai estar oferecendo para o mercado. E a solução corporativa, a cadeira corporativa que você está buscando. Muito bem, seguimos por aqui. Tem algum ponto, Vargas, que você gostaria de destacar?
Bem, sim, a gente está juntando as perguntas, Francis, mas acho importante você entrar no vídeo, até por questões de tempo, e aí eu estou juntando as perguntas aqui para a gente te passar logo no final, tá?
Maravilha, bora nós. Então, vídeo currículo. Pois é, esse é o outro desafio, né? Principalmente para quem não é nativo digital, quem não é tiktoker aqui, como eu aqui, imagino também que a gente tenha um pouco mais de dificuldade. Vamos nós, né? Commercializando, então, o VigioCV é uma nova ferramenta, né? Para os reputadores conhecerem os candidatos, além do que está escrito no currículo de endereço, ficando mais fácil a conexão e o match com as empresas. E para muitas operações, negócios, isso não é o futuro, mas já é aplicado, já é o presente. Nós estamos na era digital e a gente precisa saber adaptar a essa era, senão nós teremos aqui o nosso efeito Kodak. Então nós estaremos sendo extintos aqui. E o vídeo currículo, né? É um currículo produzido em formato de vídeo, né? Faz uso de ferramentas audiovisuais e ele é complementar ao currículo. Então, ele não vem a excluir o currículo. Inclusive, eu posso ter lá no meu login do YouTube, né? Fazer o upload desse vídeo, né? Gravado lá para o YouTube e disponibilizando o link no currículo. Então, ele é complementar. Qual que é o objetivo dele? Inovação e diferenciação. Se ele trabalha nisso, como a gente vai estar se diferenciando? Como é que eu posso estar me apresentando dentro de uma literatura já antiga, mas pertinente, que eu posso estar navegando no Oceano Azul? Como é que eu posso estar me diferenciando nesse Oceano Azul e saindo daquela concorrência do Oceano Vermelho? Eu tenho que me inovar Eu tenho que me diferenciar e agilizar etapas do processo seletivo, gerando o quê? Empatia. Esse é um objetivo superimportante do vídeo currículo. Perceber a pessoa, não somente o que está escrito no currículo dele, que está lá no papel. Ter esse match inicial. Isso é superimportante. Então, para que a gente possa estar pensando em gerar essas conectividades, gerar essas afinidades. Uma terceira enquete, prometo que é a última. Qual que é o tempo adequado para o vídeo currículo? 1 minuto, 2 minutos, 3 minutos, 5 minutos, 10 minutos. O que vocês imaginam? O Amelio colocou 2 minutos, a Letícia 1, 3 minutos, 1 e meio, 2, 2, máximo 2 e meio. 90 segundos, 1 minuto e meio. Muito bem, o pessoal tirou 10 aqui, então. O pessoal está bem alinhado com relação a esses dados. Exatamente, o currículo pode ser lá, o vídeo currículo pode ter uma estrutura de 5 minutos, 10 minutos. A gente não tem esse tempo, né? E aqui tem um bom e velho podcast dos áudios de WhatsApp, né? Que a gente já coloca ali na velocidade de um e-mail muitas vezes, mas acaba mais gerando incômodo do que gerando uma solução para aquela pessoa. Então isso é super importante. Por que fazer um vídeo burrico? Quanto mais inovador for a empresa, o líder. mais inovador, é a forma também de atrair talentos, né? E uma dessas formas, o senhor estava de comigo, e também uma maneira de você se antecipar para a vida. Que empresa, e esse é um ponto importante, nem toda empresa tem essa cultura, está muito atenta à cultura, por isso que a customização é fundamental. Então, para algumas empresas, não é caso. Você até pode preparar, mas talvez não seja o caso já compartilhar essa ferramenta, esse material. Já para outras, a vida faz todo sentido. E eu poder ter esse material bem estruturado. É um formato ainda novo, mas que vem se popularizando, se tornando eficiente e é superimportante para que a gente tenha prática também. Quem está do outro lado? A empresa, o profissional, o líder com quem eu quero me relacionar. Eu estou aqui dando alguns spoilers, mas você pode e deve também fazer vídeos currículos de acordo com cada oportunidade, com cada empresa, com cada líder. Pessoalizando aquele vídeo currículo. Vargas, Solto, obrigado, fiz um rápido vídeo currículo aqui de um minuto, tenho essas experiências, acredito que tenha essas competências alinhadas com a Produtive, o quão rico, poderoso é esse material para que se gere esse interesse e uma diferenciação no mercado. Eu me lembro de uma assessorada De novo, na área de marketing, evidentemente, a gente definiu juntos o target list, né? Empresas, alvo, e para essas empresas ela fez um material, isso lá atrás, né? Na produtiva eu estou há 17 anos, desde 2006, né? Comecei como o menor aprendiz, eu brinco, né? Mas não, eu já estou de mercado. Mas lá atrás ela fez um material nomeando ali quem era o o responsável, o head, o diretor da área de marketing, fazendo uma carta específica e deixando nessas empresas, com forma de diferenciar, de se diferenciar. O mesmo a gente pode estar fazendo com o vídeo também, mas de uma maneira, de novo, adequada, com bom senso e bem assertiva. Quais são as características desejadas pela empresa, pelo líder? E hoje é isso, eu abro lá o perfil do Vargas, enfim, que fez esse e o provocante post hoje pela manhã, eu já tenho informações ali. E a ideia, nunca, pessoal, é que a gente possa estar mentindo, puxando saco, passulando, mas perguntei, quem é que eu tenho de conexão com essa pessoa? E deixar isso evidente. Então, perguntei, quem é que eu tenho de conexão com essa pessoa? Que valores que batem? Que práticas? Que hobbies? E eu poderia deixar isso evidente. Porque o que acontece? O processo de seleção, ele inicia-se por uma questão técnica, Tem essa experiência, tem esse requisito, passou por empresas de tal setor, enfim. Mas lá no final, o que conta é a subjetividade do gostar da pessoa. Afinal, vocês já contrataram, vocês sabem, vocês já foram contratar. Muitas vezes você não tinha toda a experiência, mas o famoso santo bateu, da química. E o quanto antes a gente conseguir provocar isso, de novo, de uma maneira autêntica, né? Se o cara torce lá pro Corinthians, você não vai dizer que eu sou palmeirense, você não vai dizer que eu sou corinthiano pra agradá-lo, não. de maneira autêntica, vou destacar esses pontos, para que a gente possa estar evoluindo, entendendo e se fazer sentido, ir para os dois lados, fechar aquela proposta. Enfim, se é isso que eu quero passar para a minha carreira, então vamos encantar essa pessoa, vamos se antecipar a isso. E aqui tem todo um roteiro, de vídeo currículo. Então, aqui vocês colocaram, acertaram, um minuto e meio, no máximo dois minutos. Ninguém tem cinco, oito, dez minutos. De novo, tenho que deixar claro que recado que eu tenho que passar. O objetivo do vídeo currículo não é contar toda a sua história, toda a sua trajetória. E sim highlights que despertem essa conectividade. Gostem de você. Então, isso é importante. Então, pode trazer uma curiosidade, um fato, enfim, o carisma, simpatia, enfim, isso também ajuda bastante a destacar sua formação, idioma, certificações mais relevantes. Então, não preciso trazer uma história, aquilo que é mais interessante, mais interessante, e as empresas também com maior conectividade. aquele tipo de empresa. Então, Francis, passei por cinco empresas. Dessas cinco empresas, duas são do setor da empresa que eu estou investindo. O destaque mais dessas duas empresas, muito possivelmente, é que vai fazer brilhar os olhos, enfim, da pessoa que está nela. trazer também o que? Não só o que você, a atividade, a execução, mas, puxa vida, projetos, realizações, o que você contribuiu, isso é super importante. E aspectos aqui também atrelados à sua transição. Compartilhar, passar esse recado quando você está aberto. Então é isso, o chefe da empresa fica aqui na regional, mora em São Paulo, mora na Zona Sul, a empresa é da região sul. Zona Sul, a gente é de São Paulo. Tenho mobilidade para a região sul, interior de São Paulo, então vou para Minas. Enfim, a gente poder estar também sinalizando e compartilhando isso. O primeiro vídeo é aquele que é feito diretamente para quem assiste. Então, rapidamente, eu saí daqui, o VLA é caso de customizar também, fazer um vídeo currículo. Claro, você vai ter um currículo estándar e um vídeo currículo estándar. Não sei se tem vaga, enfim. Compartilhe esses materiais. Não vi uma vaga necessariamente, uma posição. Mas quando se tem ali uma posição, eu digo que nem um contrato, Quanto maior o contrato, você tem lá um modelo padrão, mas você vai estar customizando de acordo com o cliente ou fornecedor, mesmo se aplica também aqui ao currículo, ao vídeo currículo. Faça vídeos diferentes, customize as informações, faça um roteiro para cada uma das oportunidades. Desculpa, pessoal. Começando a gravar, então teste o seu equipamento, sempre recomendação o uso de fones, porque ele tem uma captação com maior qualidade na recepção do áudio do microfone. A câmera, muita atenção para a luz, então organize que a incidência possa favorecer o seu ângulo, enfim, a forma como você se expressa. Preste atenção no ambiente, então também com o ambiente, Seu painel de fundo, seu cenário está em linha. Então, por exemplo, eu tenho um assessorado que gosta muito da prática esportiva. A gente organizou um target list focado para essas empresas de material esportivo e ele foi, fez no estádio de futebol, fez lá numa pista de atletismo, já para passar de novo, autêntico, ele gosta disso, tem a ver com ele. E também tem tudo a ver, enfim, com a parte das empresas que estão ali no wish list dele. Então, testar os equipamentos, analisar o fundo, utilizar fundos mais discretos, atenção ao contraste. Então, se é o fundo branco, evite roupas claras. Se o fundo é mais negro, preto, escuro, coloque roupas mais claras para trabalhar o contraste. e poucos estímulos, chamam mais atenção lá do outro lado do que você, que precisa ser o protagonista, o ator principal daquele material. Estou quase na hora, mas estou aqui no cronograma. Altura da câmera, foco nos olhos, direcionado aqui à câmera em si, então que a gente possa estar treinando, enfim, tendo esse cuidado, essa atenção, O Rafa pediu para eu fazer um vídeo, uma chamada, como eu já consegui fazer ontem, enfim, com o diretor da GRIP, enfim, ontem ainda estava um pouquinho mais conturbado para mim, mas é isso, tem que olhar para a câmera, enfim, porque eu quero me comunicar com você, com quem vai estar assistindo. Claro, a câmera representa os olhos, enfim, de quem vai estar avaliando esse material. Português correto, evidentemente. Cuidar na fala, no manejo, no ritmo em que você vai estar comunicando. Transmitir energia fundamental. Então a gente tem que ter essa questão anímica da energia. Então a gente utilizar isso no bom sentido. Perceber sua voz, transmitir segurança, mas claro que eu não preciso ficar aqui gritando, espravejando, não é esse o objetivo. Assista seu vídeo, eu sei que isso não é um exercício muito confortável, principalmente nos primeiros, mas o que eu falo é sobre o áudio do WhatsApp. Até três, quatro, cinco anos atrás, ninguém gostava de ouvir sua voz. Hoje em dia, tem muita gente que encaminha o áudio e ele escuta, né? Enfia sua voz ali pra... Ou seja, se tornar algo natural. À medida que vocês fizerem o media training, né? Se fala, né? Pessoal especialista de comunicação. À medida que a gente começa a ter essa recorrência, a gente vai estar aperfeiçoando a forma de apresentação nas nossas falas, nas nossas ideias, e isso vai estar impactando em entrevista, em networking, numa entrevista por vídeo, numa entrevista presencial, e em benefícios, através dessa prática do treinamento do Ciselo. E que é um ponto aqui, treinem, treinem, treinem, façam 5, 6, 7, 8 vezes, e vejam 5, 6, 7, 8 vezes. Mostre para alguém de confiança. Enfim, alguém que você conheça, com análise crítica, que pode mudar. Porque, de novo, o vídeo precisa estar atento a você. Então, não pode transmitir algo que não é aqui factível, você que não te represente. E vamos... Luz, câmeras... Os câmeras são. Vamos aí praticar para o nosso dia a dia esse material. O Rafa já bateu aqui na minha porta. Já estou aqui encerrando a minha apresentação. Queria agradecer bastante aqui a todos. Enfim, fico aberto, Vargas. Algum ponto, alguma questão?
Bacana. A gente vai tentar encaminhar as perguntas que não forem respondidas. Algumas eu vi foram respondidas já no próprio chat, e outras você foi comentando, Francis, ao longo do tempo. Agora, eu acho que tem duas aqui que a gente não abordou. Se é interessante deixar o vídeo currículo no destaque lá do LinkedIn, se há essa recomendação, é uma delas. E sobre o texto resumo também, o ideal é colocar o cargo em cada empresa, ou se você pode colocar isso no resumo do currículo.
Então, sobre o vídeo currículo, se for um vídeo currículo bem estruturado, com uma produção ok, e uma produção ok é o celular, né? Enfim, hoje as câmeras celulares são ótimas, né? Mas se for com uma atenção ao fundo, com um roteiro na sua apresentação, na sua fala, é super indicado, sim, que você compartilhe também o seu perfil do LinkedIn. A Marina Bustos vai estar trabalhando sobre esse tema na sequência aqui da nossa maratona. Então, sobredigo, inclusive, no próprio. De novo, fazer um upload no YouTube e compartilhar o link no seu currículo. O segundo ponto sobre cadeiras, cargos, se vale mais a pena deixar no resumo de qualificações ou na ordem cromológica, pelo que eu entendi. Eu sugiro, até para quem vai estar analisando o teu currículo, grande parte das pessoas não te conhecem. Então, para que se tenha uma lógica e um entendimento mais compreensível, que vocês coloquem, de acordo com a empresa, com o período que você ficou na empresa e a cadeira, o cargo que vocês tiveram naquela empresa. Se você ficou, como eu, estou muito tempo na mesma empresa, mas já passei três, quatro cadeiras diferentes, coloque as cadeiras de um período entre os anos que você ficou naquela função.
Tatiana levantou a mão, acho que a gente tem espaço para mais uma pergunta e depois a gente segue.
É super rápido, Fernando, até desculpa, quero parabenizar o Francis aí, muito bacana a sua palestra, Francis, muito legal, vários dicas top. E eu queria só saber se, por exemplo, a primeira palestra eu perdi, infelizmente eu não consegui participar, ela vai ser disponível depois em alguma plataforma para poder assistir novamente, enfim.
Sim, a gente vai encaminhar resumo dos três dias de evento. A gente está preparando o material e vai disponibilizar. O Rafael Menezes acabou de me informar aqui que a gente também acabou disponibilizando, ele botou o link e vai colocar de novo, de um conteúdo construído pelo Francis sobre currículo. um podcast aí que tem material, tem modelos, tem um material muito rico que a gente acabou colocando aqui também para disponibilizar. O link está na sequência do chat, tá? Muito legal, Francis. Bom, obrigado a todos aí pela participação até agora. Esse tema currículo é sempre um tema novo, né? E eu escuto às vezes as pessoas falarem, quando a gente começa uma assessoria aqui, de que elas querem no primeiro encontro que a gente já saia construindo currículos. Acho que ficou bem claro aqui que o currículo precisa estar conectado com a estratégia e sem a gente saber qual é a estratégia da transição e conhecer minimamente, a minha sugestão é não saiam fazendo currículo porque provavelmente ele não será efetivo. O currículo não é uma timeline do que a gente fez. O Rafael, no primeiro encontro, disse que carreira é o conjunto das experiências significativas e o currículo também tem que ser um instrumento interessante e traga aquilo que foi significativo ao longo da sua trajetória e que principalmente te conecte com a estratégia. Francis, muito obrigado.
Obrigado, falou muito bem. Agradeço a participação de todos. Vamos nos conectar também. E seguimos em frente nessa super maratona organizada pela Produtiva e pelo time do Raul. Obrigado, pessoal.
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