Trecho de um telejornal (CNT News) apresentado por Ana Paula Azilio sobre pesquisa do IPEA que prevê demanda por mais de um milhão de engenheiros no Brasil nos próximos seis anos devido à exploração do pré-sal. O segmento menciona aumento de procura por cursos de engenharia, entrevista com o consultor André Ribeiro sobre vagas em tecnologia e infraestrutura (incluindo aplicativos e armazenamento em nuvem) e lista profissões em declínio (carteiros, digitadores, telemarketing, etc.).
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Procuram-se engenheiros. Uma pesquisa do IPE, do Ministério do Planejamento, mostra que o Brasil vai precisar de mais de um milhão desses profissionais nos próximos seis anos. A repórter Ana Paula Azilio tem mais informações. A explicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada é simples. O país vai precisar de engenheiros para a exploração das áreas do pré-sal. A pesquisa é nova, mas os jovens já perceberam que esse é o caminho para quem quer se dar bem. No ano passado, a procura por vestibulares de engenharia aumentou quase quatro vezes. E pela primeira vez na história, as faculdades tinham mais caloros do que vagas. Principalmente porque, apesar de medicina ainda ser a profissão que oferece os melhores e maiores salários para os recém-formados, engenharia não deverá ficar atrás. Aqui do meu lado está o André Ribeiro, que é consultor de mercado. André, quais são as próximas profissões aí que também deverão estar no topo da lista?
As profissões também ligadas à área de tecnologia e infraestrutura de informática devem estar bem aquecidas nos próximos anos. O setor de serviços vai demandar diversos profissionais, principalmente para atuar com aplicativos para telefone, infraestrutura também de armazenamento de dados, principalmente na nuvem. Então, essa é a tendência. Vão pagar bem e tem uma certa escassez de profissional no mercado. Então, a área é tecnologia e informática.
Obrigada pelas informações. E ainda, de acordo com a pesquisa do IPEA, na contramão do mercado, existem profissões que estão a caminho da extinção, como, por exemplo, carteiros, digitadores, auxiliares de triagem, vendedores de telemarketing e trabalhadores da área da linha de montagem, que talvez precisem repensar aí, ou pensar, numa reciclagem. De São Paulo, Ana Paula Azilio, para o CNT News.