Rafael Souto discusses a slow recovery in the labor market, noting small signs of improvement in some sectors and an expectation that government reforms could boost hiring in the second half of 2019. He emphasizes that, beyond macro changes, companies increasingly seek professionals who act with an owner’s mindset—proactive, creative, and willing to be a protagonist in driving organizational change—rather than passive contributors following a prescribed career plan.
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O mercado de trabalho ainda está num compasso de recuperação lenta. Existem pequenos sinais de melhora, a gente vê alguns setores com mais confiança para contratar, algumas posições que estavam travadas serem destravadas, mas ainda o ritmo é lento. A expectativa que se tem com a aprovação de reformas do governo, com o destravamento da economia, é de uma melhora no segundo semestre. Agora, independente dessa mudança maior, uma mudança macroeconômica, os sinais são mais positivos. Existe uma estabilidade um pouco maior, as empresas estão um pouco mais confiantes, e isso pode ser algo positivo para quem está pensando em se recolocar ou se movimentar no segundo semestre de 2019. A grande questão para quem está pensando em transição de carreira é que as empresas cada vez mais buscam profissionais que estejam prontos para trabalhar com uma visão de dono, ou seja, ele esteja preparado para enfrentar essas turbulências. Aquele profissional do passado que estava preocupado com a visão de consumidor. Entra aqui, me entregue um plano de carreira, me dê o próximo passo porque estou oferecendo meu conhecimento para vocês. Esse profissional está no passado e a economia ainda está se recuperando. As empresas precisam de pessoas criativas que façam diferente. A grande diferenciação de um profissional vai ser se colocar realmente como um protagonista para ajudar a organização a fazer essas mudanças necessárias.