In this Portuguese‑language video, the narrator explains how the Impressionist movement acquired its name. He describes the formation of a cooperative of artists—including Monet, Renoir, Bazille, Sisley and others—who, rejected by the official Salon des Beaux‑Arts, organized independent exhibitions with the help of photographer Félix Nadar, who offered his studio for the first show. Monet submitted his painting Impression, soleil levant (Impression, Sunrise) to that exhibition. Contemporary newspaper critics, reacting to the painting’s blurred, “impression‑like” style, mock‑coined the term “Impressionist” (originally a pejorative reference to the work’s “impression”). The label stuck and became the name of the movement. The video also analyses the painting itself: a foggy Le Havre harbor at sunrise, steam‑filled sky, reflective water, and a compositional style influenced by Japanese wood‑block prints and loose brushwork. The narrator links these visual traits to the broader aesthetic of Impressionism and emphasizes how press coverage turned a single artwork into the eponym for an entire artistic current.
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Sabe aquelas pinturas do Monet, Renoir, Degas, Pissarro e outras tantas do Impressionismo que nós amamos? Pois é, como será que surgiu esse nome Impressionismo? Assista esse vídeo e confira o que Monet tem a ver com essa história toda. Então aí chegamos na impressão, só na acento. Isso tudo que eu acabei de falar, acho que é bem aplicado para esse quadro e talvez até quase toda, para não dizer toda, a arte impressionista ou puro impressionista, que é o quadro que deu origem, que deu ensejo ao nome do movimento impressionista. Quando se decide, o grupo de artistas é o grupo de Batinholas, né, que é esse grupo no qual faz parte o Renoir, o Bazille, o Sisley, o Monet e outros artistas, outros tantos artistas, decide fazer uma cooperativa de artistas porque não conseguem mais com o que estão fazendo serem aceitos nos salões oficiais, principalmente no Salon des Beaux-Arts, o salão de belas artes. Isso os prejudica bastante, por quê? Porque se você não é aceito nos salões, você não recebe encomendas, ou você recebe menos encomendas. Você tem que vender os seus quadros, tem que firmar uma reputação, e uma forma de fazer isso é ser aceito nos salões. Inclusive os quadros que são aceitos em salão depois você vende para clientes, futuros colecionadores que veem esses quadros expostos no salão. Então eles acabam— Então essa época que começam a aparecer os salões de artistas independentes. E o movimento dos impressionistas é um desses movimentos. E eles acabam então fazendo uma cooperativa, da qual faz parte um fotógrafo também, não por acaso, que é o Félix de Mille Nadat. O Nadat oferece o seu ateliê, ele fez fotografia de todos, de todo mundo na época, importante, é um grande fotógrafo, muito se tornou famoso e ele oferece o seu ateliê, seus estúdios, para fazer a primeira exposição desse grupo. E um dos quadros que Monet manda para essa exposição, que coloca na exposição, é esse aqui, que é o Impression, Sol Nascente. Não havia nenhuma intenção de que o grupo se chamasse Impressionistas. Ou grupo de pintores impressionistas. Havia sim, havia somente o quadro. A exposição foi muito comentada na imprensa da época. Na época, a imprensa, digo, os jornais, as revistas, jornais e revistas, não havia televisão, não havia nem rádio na época. Então, o que havia de meio de comunicação? As pessoas comentavam coisas que faziam furor através dos jornais. Os críticos de arte eram muito lidos nessa época, porque a arte era uma das grandes ocupações, grandes formas de entretenimento das pessoas na França dessa época. E na crítica da época se falou muito desse quadro, inclusive pejorativamente, mas também de forma elogiosa. Dizendo, quem falou de forma pejorativa disse que tinha lá um tal de um quadro que chamava impressão, né? Então quer dizer que a forma borrada desses artistas fazerem seus quadros, de representar as figuras, talvez fosse mesmo uma forma de se colocar somente suas impressões e não algo mais nítido, né? Então talvez esses artistas sejam impressionistas, né? Queiram causar uma boa impressão, coisa que o vale. Isso acabou pegando, eles adotaram, acabou se adotando esse nome para o movimento, né? Para esse movimento de artistas então que tinha no quadro impressão só nascente, ou "assagine", vamos dizer assim, por conta que foi comentado na imprensa. Aqui esse quadro é uma paisagem de Le Havre, seria então os momentos imediatamente posteriores ao sol ter nascido. Então é uma impressão, você tem uma névoa, uma névoa em que também você tem as caldeiras, as chaminés dos barcos a vapor soltando a sua fumaça, se juntando à névoa. O reflexo da água, do sol na água, ele é bastante gráfico. Gráfico quer dizer, em vez de usar as cores, ele usa linhas, como se fosse uma gravura japonesa. Isso tem tudo a ver com gravura japonesa, essa forma de fazer, essa forma de pintar que lembra uma aquarela também, novamente, numa pintura a óleo. Também tem a ver com essa questão da gravura japonesa, que tem uma tratamento mais leve, né, que a pintura ocidental da primeira metade do século 19. Enfim, então é um quadro bastante "kei" mesmo. Por que impressão, né? Porque é a coisa de você olhar para o sol que acabou de nascer por sobre a névoa de um porto, né? Isso que é esse quadro em poucas palavras. Lógico que há muito mais que dizer a respeito.