Aula Aberta 02 | TESOUROS ARTÍSTICOS DE ROMA - CRISTIANISMO 16 03 2023

Nesta aula aberta, o professor Fábio San Juan conduz um encontro online com participantes da comunidade Minha Viagem, combinando duas frentes: (1) a organização de uma peregrinação cultural e religiosa à Itália, com foco em Roma e cidades franciscanas, e (2) uma apresentação detalhada dos principais tesouros artísticos do cristianismo em Roma. O início da sessão é dedicado a apresentações pessoais, relatos de viagens anteriores (Portugal, Israel) e à logística da próxima expedição (datas, transporte, hospedagem, visitas a locais franciscanos como a Porciúncula e o Monte Alverne). Em seguida, San Juan inicia a parte didática, descrevendo monumentos e obras de arte que revelam a presença cristã na capital italiana: a Pirâmide de Céstio e a Porta San Paolo, o Carcere Mamertino (prisão de São Pedro e São Paulo), as catacumbas (arquosolia, símbolos cristãos, imagens do Bom Pastor, da Virgem com o Menino), a Necrópole Vaticana e o túmulo de São Pedro, além de três igrejas emblemáticas – o Mausoléu de Santa Constância, a Basílica de San Giovanni Laterano (Arquebasílica da Cristandade) e a Basílica de Santa Sabina (primeira representação conhecida da crucificação sem cruz). San Juan contextualiza cada local historicamente, explica iconografia (cruz invertida, cristograma χ‑ρ, mosaicos, símbolos gregos) e relaciona a arte ao desenvolvimento do cristianismo, destacando a transição de domus ecclesiae a igrejas públicas após o Édito de Milão. O encontro encerra com perguntas e reforça a expectativa de vivenciar esses tesouros durante a viagem, além de anunciar futuros encontros presenciais e a entrega de certificados de participação.
Chapters
Boa noite a todos! Olá!
Boa noite! Boa noite!
Tudo bem com vocês?
Tudo bem. Olá, Carmen está a primeira vez aqui, né, Carmen? É isso?
Sim, sim, mas eu assisti a aula anterior pelo link que o senhor me mandou.
Gostou?
Gostei, gostei sim, por isso eu tô aqui.
Ah, que bom! Elenice, boa noite. Célia, boa noite. Lígia. Ó, tem toda a maior parte do pessoal que já viaja comigo. Rogério, Alain, Sueli, a Lígia, Luciana. Tudo bem, Lu? Legal, tudo bem. Narcy, boa noite, seja bem-vinda. Márcia, Márcia também.
Márcia, muito legal a turminha.
Imagina a gente, pessoal de Campinas, Piracicaba.
Imagina a gente na Itália, hein, Fábio?
Toda essa turma aí, olha só que vai ser O Rogério já tá na Itália aí, ó.
Já tô aqui animando, já aquecendo, já tá aí na viela italiana. Mas tá, mês passado agora nós estávamos em, nós fomos para Portugal, Lisboa e Fátima, e depois nós fomos para Israel. Foi um grupo muito bom, foi maravilhoso. Tava um friozinho lá, né? Então quem é do interior aí, pessoal aproveitou para levar os seus casacos chiquérrimos, né, para poder usar lá na viagem. Não foi, Celia? Celia tava também, o Alain, né? E foi uma viagem maravilhosa. Hoje eu tava com duas peregrinas e elas estavam falando: meu Deus, por que que acabou a nossa viagem? "Podia ter ficado lá, né? Podia, porque nós somos um monte de sabor, né?" Aí uma lá fez a brincadeira, né? Falou assim: "A gente podia ter feito 3 sendas e ficado lá." É impressionante, porque assim, a gente marca a viagem, né? A de vocês sai em junho do ano que vem. Parece que tá longe, né? Você fala assim: "Nossa, lá em junho, né?" Mas olha, chega tão rápido, mas chega tão rápido.
Já chega, né?
É, quando marca chega, né? Daqui a pouquinho nós já estamos falando de mala, de o que que vai levar na mala, o que que não vai, como que nós vamos fazer, quem que vai estar em Guarulhos, quem que vai vir de micro-ônibus, quem— daqui a pouco a gente entra nessa vibe aí. E começa a pegar fogo o grupo, né? É maravilhoso, viu? Então, tô bem animado com essa viagem, com as aulas do Fábio lá. Imagina a gente ter uma aula com o Fábio lá na frente do Coliseu em Roma, assim, né? Então, já tô animado, quero, já tô preparando os cadernos aqui para levar.
Eu tô animado para falar na frente do Coliseu para vocês. Assim como eu tô animado também para ouvir o Frei Marcos falando sobre São Francisco, sobre Santa Clara, né, nos lugares franciscanos. Imagina só, né, tudo ali reunindo arte e religiosidade, né? Que bacana que vai ser, né? Para quem tiver lá, vai ser muito bom.
Tem um lugar lá em Assis tem um lugar que é a Igreja de São Damião, né? Da Igreja de São Damião, o lugar onde São Francisco olhava Santa Maria dos Anjos lá embaixo, eles construíram uma imagem de São Francisco no tamanho real, né? E São Francisco tá olhando lá para Santa Maria dos Anjos e é embaixo de uma árvore assim, sabe? Um lugar Maravilhoso, né? Imagina ali você, o Frei Marcos falando de São Francisco, falando das coisas, a própria Igreja de São Damião, onde tem o crucifixo, tem a réplica do crucifixo que São Francisco falou com Jesus, falou com São Francisco: "Reconstrói a minha igreja", né? Imagina que maravilha que vai ser isso!
É emocionante, né? É emocionante! Imagina só estar lá, né? A gente ouve as histórias, a gente sempre está— para quem é fã de São Francisco, quem é devoto de São Francisco, ouve essas histórias e está lá presencialmente, ali, no mesmo lugar onde ele esteve. Então, realmente, eu acho que são muitas emoções que nós vamos passar nessa viagem. Enfim.
Na Igreja, a gente pode agendar, né, na Santa Maria dos Anjos. Dentro da Igreja Santa Maria dos Anjos tem a Porciúncula, que é a igrejinha que São Francisco restaurou lá, né. Onde Jesus fala para ele restaurar a Igreja. E a gente pode pedir lá uma sala dentro, que na verdade são todas capelas praticamente, muito franciscanas, para a gente poder fazer a nossa aula lá dentro. Mas imagina a gente fazer a nossa aula com a Porciúncula no fundo, né? Porque é dentro da Igreja, a gente pode pedir a aula ali imagina que maravilha que vai ser beber disso, né? Porque beber em São Francisco já é maravilhoso, mas imagina beber lá, né, no lugar onde tudo aconteceu e tudo mais, né? Vai ser maravilhoso.
Muito bem.
Tá bom, cada um se apresentar, né, da onde que é, que a gente não conhece, né? Falar um pouquinho. Tem aí Lenícia, Célia, Carmen, Elígia, a Sueli de Fátima Braga. A Sueli tava na última, a Luciana, a Márcia Soares, Sueli Aparecida Matias tava também. Seria legal, né? Então fala aí, fala aí, fala aí, Sueli Matias, da onde você é? Eu sou de Itapecerica da Serra, fica aqui próximo de São Paulo, né, pertinho de São Paulo, é grande São Paulo aqui.
Participo aqui da paróquia do Padre Alberto Gambarini, talvez muitos aí conheçam ele, e já viajei com a minhaviagem.com algumas vezes e é simplesmente assim marcante, sempre tem alguma coisa que marca a vida da gente nessas viagens.
Agora em fevereiro você foi, né, Soninha?
Fui, sim.
Como é que foi? Conta aí um pouco para o povo, como é que foi a viagem?
Foi uma viagem assim diferente de todas as outras que eu já tinha feito, apesar de ter ido em lugares que eu já conhecia, porque o padre que acompanhou a gente é um padre maravilhoso e ele transmitia a emoção que ele sentia ao celebrar nos lugares, ele transmitia essa emoção para a gente.
Então hoje eu ter uma visão muito melhor de tudo que eu vi lá por conta de estar nessa peregrinação de fevereiro.
Foi muito bom, muito bom mesmo, marcou a minha vida.
Que lindo, obrigado, viu. Elenice, se apresenta para nós, Elenice.
Oi, gente, tudo bem? Eu sou de Campinas e já fui no Van Gogh E fui no Museu de Ipiranga com o professor. E pretendo ir à Itália o ano que vem, vamos ver.
Legal!
Está nos meus planos, vamos ver se eu consigo ir sim. Já fui, já estive por lá, dei uma volta boa por lá, mas com você, professor, eu acho que vai ser muito melhor, com certeza, lá no Coliseu então, melhor, né? Vamos ver!
É que nós estamos fazendo essa aula sobre Roma, né? Mas a gente vai estar passando em 9 cidades, né? Imagina em Florença, né? Em Florença, que tem tantos tesouros artísticos, e as cidades franciscanas também, que também tem tesouros artísticos, né? Então vai ser lindo, vai ser maravilhoso, né?
Com certeza.
Tomara que dê certo, Elenice.
Amém, Fábio San Juan. É, vamos ver, acho que vai dar sim.
Hello! Se apresenta para nós.
Olá, boa noite a todos. Eu sou de Piracicaba, já conheço o Fábio há um bom tempo, fiz alguns cursos já com ele da história da arte e já fiz também alguns passeios com ele fazendo a exposição, né? Então eu também estou pretendendo fazer com vocês essa viagem. Também já estive um pouquinho por lá, mas não de uma forma assim tão mais profunda, né? Legal! Estamos aí, vamos preparando.
E a Carmen, fala para nós, Carmen, quem é você?
Oi, boa noite! Eu sou de São Paulo, na verdade eu conheci o professor Fábio San Juan só pela internet, ainda não conheço pessoalmente, tenho visto que ele tem vindo fazer os passeios em São Paulo, Eu até já fiz contato, alguns eu gostaria de participar, é que eu não tenho parado aqui, eu fico no sítio, fico no sítio Mogi das Cruzes, então tem que coincidir de eu estar aqui, né? Mas eu ainda quero conhecê-lo pessoalmente, fazer um desses passeios aqui de São Paulo, e aí me interessei quando ele mandou a informação sobre a aula, e aí a viagem, né, acoplada. Também, eu também gostaria muito, Mas ainda estou assim e quero conhecê-lo nos passeios aqui de São Paulo, mas isso eu tenho que ver os meus, a minha agenda, porque eu fico mais no sítio do que aqui mesmo. Hoje eu tô em São Paulo, tô aqui no apartamento do meu filho.
Legal! Que bairro você tá aí?
Ipiranga, Alto do Ipiranga.
Ah, Ipiranga!
É perto de metrô, então eu costumo fazer esses passeios que o senhor vem ver aqui de metrô.
Então domingo eu vou estar aí no Museu do Ipiranga. Ah, é?
É verdade, eu vi. Eu até já fiz, na verdade. Nós temos aqui também um professor que é, não sei se o senhor conhece, o Marcos Marsulo. Ele tem um grupo que se chama Visite SP e ele faz esses passeios e tal. Então o Museu do Ipiranga até já fiz com ele, mas o Museu do Ipiranga é um lugar que a gente volta várias vezes e nunca conhece o suficiente. Então Provavelmente ainda voltarei com o senhor, mas é isso, por enquanto é isso. Eu tô gostando, não conheço ninguém pessoalmente ainda, mas tô gostando de conhecê-los assim, online.
Legal, seja bem-vinda!
Obrigada, obrigada!
Lígia Piva, se apresenta para nós, Lígia.
Lígia já viaja comigo faz tempo.
Já é da família.
Eu sou de Campinas e já conheço o professor há algum tempo e tô sempre que eu posso fazendo um passeiozinho com ele aí, porque ele entende bastante, ele explica bastante e a gente sempre viaja nas histórias com ele.
E eu tô indo sábado agora com ele para o Para a Sala São Paulo.
Para a Sala São Paulo, que é outro lugar que eu sempre tive vontade de conhecer e agora vou poder conhecer. Legal!
E agora vai para a Itália também, né? Tá tudo certo já.
Itália já acho que não vai dar dessa vez.
Mas para ver os momentos, então vamos esperar aí, né? Isso. Tá bom, bem-vinda, viu, Lígia?
Obrigada.
Narci Franca, boa noite, se apresenta para nós.
Boa noite, eu sou de Piracicaba. O sonho de conhecer, viajar Itália e Roma, conhecer Roma e mais partes do mundo é grande, só não tá dentro do meu mundo. Dos meus, vamos falar, dos meus orçamentos, não computa. Eu fico feliz conhecer vocês, conhecer o trabalho de vocês, mas sobre viajar nesses níveis aí, tá longe para mim. Eu fico feliz em saber das histórias de vocês.
Que legal! Mas olha, você pode se surpreender, viu? Você vai ver, o Alan vai fazer uma coisa O Fábio, de repente, te dá uma viagem de presente, ué, você não tá sabendo ainda.
Uau!
Deixa eu sonhar mais um pouco então. Agora eu vou sonhar mais ainda. Mas obrigada por poder estar participando aqui com vocês, é um prazer conhecer o trabalho de vocês. Legal! Espero poder estar mais vezes com vocês. Conhecer mais e mais. É a primeira vez que eu estou fazendo esse.
Sempre seja bem-vinda.
Obrigada.
Já tá dentro, já faz parte da família. Feliz Braga.
Obrigada. Pode mandar os oi para mim aí, que eu tento o máximo participar, que eu ainda trabalho, né? Então, mas é um prazer.
Obrigado por estar aqui.
Feliz Braga. De novo para nós. Solta o som.
Rogério, você esqueceu uma coisa muito importante. O ano que vem nós estamos completando 800 anos das Chagas e São Francisco de Assis lá no Monte Alverne. Nós estaremos lá fazendo história.
Olha só, olha, não sabia disso. Então, ó, não foi coincidência, foi providência, hein, Rogério?
Já vamos mudar, Alex, vamos colocar assim, ó: 800 anos da Chagas.
Chagas e São Francisco.
Olha só, muito bem, é bom saber, providência.
Não é à toa que eu tô indo com vocês.
Muito bem, muito bem. Fala um pouquinho aí, como é que tá teu coração para essa viagem? O que que você espera? Como é que tá?
Bom, é uma viagem dos meus sonhos, né? Eu tava procurando, tá, a SISMA, mas que tivesse Monte Auvergne, né? Vocês vão para o Monte Auvergne, né?
Nós vamos, claro. Se não ir, a gente vai agora.
Por isso que eu fechei um acordo com você, eu quero conhecer.
Desde o começo já, a parte franciscana foi o Frei Marcos, né, que orientou para a gente fazer o roteiro. E desde o começo, desde a primeira versão da programação do roteiro, já tava lá o Monte Alverne.
Então, isso, tá vendo?
É que ele sabe, né, ele é estudioso franciscano, além de ser Frei, claro, né, Frei franciscano. Então ele sabe da importância, né.
Então, porque todas as agências que eu pergunto é só até Assis, né? Ninguém conhece, nem fala de Monte Alverne. Mas a viagem dos meus sonhos que eu queria realizar é para conhecer o Monte Alverne, então encaixou.
Deixa eu já te falar o dia que você vai lá. No dia 20 de junho de 2024 você vai estar no Monte Alverne, tá bom?
Nossa, que lindo! Obrigada, viu, Rogério?
Beleza. Luciana, se apresenta para nós, Luciana.
Tá fechado o meu microfone.
Ah, sim, agora sim.
Boa noite a todos. Bem, eu já sou acostumada a viajar com o Fábio, eu gosto muito assim para o aprendizado. Inclusive vou sábado também na Sala São Paulo, eu já conheço, mas vou levar minha mãe e minha irmã, né? E sempre é uma delícia estar aí com o pessoal, né, falar de arte. Nossa, é tudo de bom. A viagem para a Itália ano que vem, eu ainda não pensei ainda, né, ainda não me planejei, quem sabe, né. E tô aqui para assistir a aula porque tenho certeza que tem muita coisa boa aí que vai vir, né. Então, um beijo a todos aí.
Obrigado, seja bem-vindo.
Maravilha. Márcia Soares, se apresenta para nós, boa noite.
Boa noite para todo mundo, eu sou de Campinas.
Márcia também viaja sempre comigo.
É, tô gostando dessa brincadeira aí, sempre passeando, fazendo esses passeios legais que você tem organizado para gente.
Obrigado pela preferência.
Eu tenho indicado para outras pessoas, tal. Então cada vez mais a gente está agregando, né? Eu resolvi assistir os cursos, a apresentação da outra semana e dessa, para ver se eu me animo. Porque ao mesmo tempo que eu tenho vontade de conhecer a Europa inteira, não é só um canto ou outro, né? Eu também fico pensando Se eu invisto tudo numa viagem grande dessa, e aí eu deixaria, eu teria que deixar de fazer das viagens menores. Então ainda tô definindo o que que eu, o que é prioridade para mim, que é conhecer a Europa no ano que vem, 2, 3 semanas, né, que acho que são 20 dias, né, de viagem. Do dia 10 ao dia 26, são 16 dias, 16 dias, 2 semanas e pouquinho. É, ou fazer vários passeios aqui pelo Brasil mesmo, né, que eu já passei um pouco pelo Brasil, mas ainda tem um monte de lugar também que eu não conheço. Então eu ainda tô definindo. Então enquanto isso eu vou me distraindo com, vou me empolgando ou não com as aulas que eu posso assistir com vocês aqui para pelo menos absorver um pouco da cultura, certo?
Legal.
Depois o Alan, depois ele vai entrar em contato com você, Márcia. Ele vai fazer um irresistível para você que você vai fazer tradicionais e a internacional também, tá bom?
Tá bom, combinado.
Aí faltou a Vanilde.
Eu não tô conseguindo falar, né?
Tá sim, estamos te ouvindo.
Ah, eu tô aqui, mas não tô conseguindo pôr a webcam aqui para ver a minha imagem.
Então é isso, estamos te ouvindo.
Mas eu sou amigona da Márcia aí. Tô puxando a Márcia para ir comigo também.
Vamos, Márcia, vamos!
Já pagando aí as mensalidades. Eu tô gostando muito, sempre vou nos passeios com o Fábio, né?
Também tá sempre com a gente.
Esse ano tá meio difícil para mim, que eu fiquei doente no começo do ano. Por incrível que pareça, tive cachumba, acredita?
Nossa!
E aí faz 2 dias que eu melhorei da COVID. Nossa, é, Márcia, fiquei doente aí 2 semanas, por isso que eu não tô nem marcando os passeios que eu gosto de fazer com o Fábio, essas pequenas excursões, né, por conta de ter ficado doente, né. Então espero ficar forte agora para ir mais passeios aqui.
Logo, logo você já tá de volta com a gente.
Se Deus quiser, só preciso arrumar meu câmera aqui que eu não tô vendo a imagem, mas tá bom, vocês não estão me vendo, mas você tá vendo a gente, tô vendo vocês, mas eu não tava sabendo que eu tava presente aí na conversação. Agora tá melhor.
É, eu queria só colocar rapidamente antes da gente começar, né, faltou alguém falar?
Faltou só apresentar eu, Alain, a Suzy já apresentou.
Eu vou fazer o gancho e daí vocês se apresentam, porque Eu agradeço todo mundo que já viajou comigo, que está aqui, e quem não viajou também, que pretende viajar, e também quem não foi. Enfim, essa experiência, né, que desde 2014 eu faço as viagens culturais, né, aliando a minha experiência de professor de história da arte com a questão do turismo, sempre proporcionando uma viagem diferente, né? E quando eu conheci o Rogério e o Alain, conheci a minha viagem que eu tava planejando, eu quero fazer uma viagem para Itália, né? E quando eu os conheci, meu, eu fiquei muito entusiasmado porque eles, da parte deles, eles têm uma experiência muito grande em viagem internacional. Em peregrinações. Então assim, é juntar duas coisas, né? E mais ainda a experiência do Frei Marcos, né, que tem toda a questão religiosa e de estudo franciscano, clariano. Então, nossa, o que eu tenho a dizer para vocês é que eu nunca fiz uma viagem assim, né? Então para mim também está sendo uma viagem dos sonhos, né? Vai ser Também a realização dos sonhos, tanto como a pessoa que vai estar lá como visitante, mas também como profissional que vai poder fazer esse trabalho junto com o pessoal assim tão bacana, tão competente, como Rogério, como Alain, todo o pessoal aí da Minha Viagem. Agora vocês se apresentam, hein?
Eita, que responsabilidade, né? Mas é assim, a gente faz isso por vocação, por amor. Promissão. A gente acredita muito nesse trabalho, é um trabalho que transforma a vida das pessoas. Ninguém que vai numa viagem dessa volta igual nunca mais, né? Então a gente tem colhido muitos depoimentos, muitas experiências das pessoas voltarem de lá com uma experiência de vida única. Então, por mil motivos, tanto pelo conhecimento quanto pela experiência, quanto pelos lugares, aquilo tudo que a gente consegue proporcionar como agência, os hotéis, os passeios, tudo, é tudo muito incrível. É uma viagem transformadora, é a viagem dos sonhos, né? E vou falar para vocês, a gente, cada vez que a gente vai, também é a nossa viagem dos sonhos, né? Cada vez que a gente vai, para nós é a primeira também. Então, em Assis, já fui muitas vezes lá, mas toda vez que eu vou lá eu volto com o coração apertado de ter que deixar, assim, porque dá vontade de ficar lá. É uma cidade maravilhosa mesmo.
É montar três tendas, né?
Da nossa parte vocês podem ficar tranquilos que a gente está preparando tudo com muito, muito, muito amor. E vocês vão se surpreender com tudo que a gente está preparando para vocês, tá bom? Como a Márcia disse, viajar no Brasil é maravilhoso, mas nada se compara com essa viagem que vocês vão fazer, tá bom? Alain, com você, meu filho.
Boa noite. Primeiro, uma alegria mesmo poder participar desses momentos aqui, das aulas do Fábio também, porque já enriquece os nossos olhos só de ouvir, né, e ver nas imagens sobre a arte, né. Eu falo que mesmo várias vezes Deus me proporcionou a viver essa experiência na Itália, né, mas e com este olhar, com certeza vai ser uma viagem completamente diferente, extraordinária, que eu tenho certeza que se você tiver essa oportunidade Faça! Porque muitas coisas a gente pode fazer nessa vida e a gente conhece tantas pessoas que gostariam de viver uma experiência dessa, tem condição financeira, mas hoje não pode. Não pode por saúde, não pode por problemas médicos, né? E às vezes a gente tem um sonho e a gente fica com medo de dar um passo, né? Mas um passo de experimentar da arte através do professor do Frei, dessa experiência franciscana, né, e falar também dessa experiência com Deus, que é o Criador, é aquele que cria, né, que é o Criador de tudo, artista dos artistas, nesses lugares maravilhosos, vai ser uma experiência linda. Nós da Minha Viagem temos a certeza que aqueles que decidirem viver essa experiência, já começando a partir dessas aulas, vai viver o extraordinário na vida de vocês.
Muito bom, muito bem.
Fábio, a palavra é sua.
Tudo bem, vamos lá, sem mais delongas, vamos falar então dos tesouros artísticos do cristianismo em Roma. Muito bem, então bem-vindos à nossa aula Tesouros Artísticos de Roma número 2. Em que nós falaremos sobre os tesouros artísticos, alguns tesouros artísticos do cristianismo em Roma. É claro que falar da presença cristã em Roma é simplesmente colocar um assunto para um curso e não somente para uma aula. Então, o que nós vamos ver aqui hoje São alguns locais, algumas obras de arte. Nós vamos, com certeza, ver muito mais estando lá na Itália, lá em Roma. Mas vamos dar um gostinho para vocês do que é alguns desses tesouros, para vocês terem uma ideia da quantidade de imagens, de obras, de edificações, de igrejas, que nós, e outros locais em que se fez a história dos santos, dos mártires, como São Pedro. É bem interessante saber que o cristianismo surgiu na Palestina, no Oriente Médio, mas a sede da Igreja Católica, a sede do papado, não é em Jerusalém. Não é no Oriente Médio, é em Roma, né, por conta da importância de Roma para a difusão do cristianismo nos primeiros tempos. Eu vou começar com uma imagem que aparentemente não tem ligação com a questão do cristianismo e também vou dizer Tem uma pessoa que pediu para que eu falasse, mas eu vou falar bem rapidamente, mas é sobre essa pirâmide que existe na cidade de Roma, né? Ah, uma pirâmide em Roma, né? Pirâmide não é do Egito? Acontece que Roma, né, no começo do Império Romano, ainda quando estava se formando o Império, ainda era República Romana, mas eles já tinham as conquistas, né? Militares que expandiram para chegar no Império, eles conquistaram o Egito. E aí, a partir da conquista do Egito, eles tiveram uma moda do Egito na cidade de Roma, principalmente, claro, entre as pessoas ricas. E essa pirâmide que ainda existe é da antiguidade, é de antes de Cristo, né? Ela foi mandada fazer pelo Caio Céstio, que era uma pessoa rica e que mandou fazer, claro, mandou fazer essa pirâmide para colocar no túmulo dele. É uma pirâmide alta, 37 metros de altura. Claro que está longe de ser tão alta quanto as pirâmides de Gizé, no Cairo, no Egito, a Grande Pirâmide de Gizé tem 146 metros de altura, só como comparação. Mas mesmo assim, 37 metros de altura é grande, né? E essa pirâmide então é uma presença bastante inesperada em Roma, né? A gente vai para Roma esperando ver o Coliseu, os Arcos do Triunfo, né, Arco de Constantino, as igrejas, né, o Vaticano, Basílica de São Pedro, São João de Latrão e tantas outras obras de arte, né? Os museus vaticanos, catacumbas, né? E aí se depara com uma pirâmide, né? É uma pirâmide autêntica porque é da antiguidade, né? Autêntica, qualquer uma é autêntica, mas ela não é egípcia, ela é romana, imitando as pirâmides romanas. E ela tá bem do lado, né? Vocês estão vendo aqui na imagem consegue ver aqui o ponteiro do mouse apontando esse castelinho aqui que vocês estão vendo, é a Porta São Paulo, né? Roma, a Roma antiga, assim como as grandes cidades da antiguidade, as pequenas também sendo cidades. Alguém tá com o microfone aberto? Pode fechar, por favor. Tá, obrigado. Essa porta é uma das portas da muralha A Aureliana, a Muralha Aureliana era a muralha que protegia a cidade de invasões. E você tinha 18 portas dessas para você poder entrar na cidade. E a Porta São Paulo, que antigamente se chamava Porta Ostiense, porque levava para o Porto de Ostia, que era o porto que dava acesso para o mar, para Roma. Então, essa pirâmide foi feita ali do lado dessas portas. Do lado da pirâmide e do lado da Porta São Paulo, você tem o Cemitério dos Não Católicos de Roma, ou chamado Cemitério Protestante, embora Cemitério Protestante seja um nome errado, incorreto, porque pessoas que não são cristãs também são enterradas ali. Ateus, judeus, então enfim, tá todo mundo ali, tradicionalmente era o local de se enterrar pessoas não católicas. Enfim, é uma curiosidade que se conecta com a questão do cristianismo, por conta da— a gente vai ver, isso é um sarcófago, né, isso é um jazigo, um túmulo. Nós vamos ver daqui a pouco as catacumbas, que são locais de juntamento dos cristãos, né, e alguns não cristãos também, embora as pessoas não saibam, perto da Porta São Paulo. São Paulo porque dava acesso à Basílica de São Paulo fora dos muros, né, ou seja, fora da Muralha Aureliana foi construída essa igreja, né, que pertence ao Vaticano inclusive, né, mas está fora dos muros, está fora dos limites territoriais do Vaticano, inclusive. Então, aí o primeiro ponto agora explicitamente da presença cristã em Roma é o Carcere Mamertino. Carcere quer dizer prisão. Então aqui, ah, mas isso tem cara de prisão? Isso não é uma prisão. Essa fachada é da atual igreja que está sobre o antigo cárcere. O cárcere é muito antigo, ele estava localizado ali no Fórum Romano. Na outra aula nós falamos sobre o Fórum Romano, que é a praça principal da cidade, onde estavam os principais prédios públicos, as basílicas, os principais templos pagãos, tribunais. E também o cárcere. O cárcere, originalmente, era uma prisão somente para celebridades. Era uma prisão não muito grande e que estava junto com a cloaca maxima. O que é cloaca maxima? O nome é feio para a gente hoje, mas queria dizer— cloaca era o lugar onde se rejeitavam refugios. Podia ser um esgoto, uma espécie de jogar lixo, resíduo, mas era, na verdade, um local de descarte de corpos de prisioneiros que eram mortos. Então ali era a cloaca máxima junto com a prisão Mamertina. Mamertino, a gente não sabe até hoje muito bem por que tem esse nome, é um nome tradicional, tem mais de 2000 anos, É porque a prisão é do século 7 antes de Cristo, já existia desde essa época. Enfim, supõe-se que tem a ver com o deus Mamers, que é o nome do deus Marte num dialeto do latim que se chama Ósco, que é uma língua é próxima do latim. Enfim, aqui tradicionalmente é o local, se tem a tradição, né, isso não está na Bíblia, né, com esse nome, mas tradicionalmente, na tradição cristã, se coloca que São Pedro e São Paulo foram presos aqui, estavam aprisionados aqui antes de serem martirizados. Então, aqui nós estamos vendo na foto um local supostamente onde São Pedro teria ficado aprisionado, que é um local abaixo da igreja, então da atual Igreja de São José dos Carpinteiros, Saint Joseph des Falegnames, São José dos Carpinteiros. Que é recente, né, recente comparado com a antiguidade da prisão, que é de 1540. E aqui então você tem esse altar onde seria, onde São Pedro teria sido aprisionado antes do martírio. Vocês notaram que aqui no altar, no altar você tem essa cruz invertida? No texto, inclusive, eu não estou explicando o porquê. Alguém sabe por que que tem uma cruz invertida? Já ouviram falar da cruz invertida? Que é um símbolo cristão, né? Não é, não tem nada a ver com outras coisas que vocês possam pensar.
É porque São Pedro foi crucificado de cabeça para baixo?
Exatamente. Foi isso mesmo, foi exatamente isso. Então é uma lembrança do martírio de São Pedro, que foi crucificado de cabeça para baixo, porque ele pediu para ser assim, porque ele não era digno de ser crucificado da mesma forma como Nosso Senhor Jesus Cristo. Então esse altar faz essa lembrança. Conta a história também que os guardas da prisão, os carcereiros, Martiniano e Processo teriam sido convertidos, teriam sido evangelizados e convertidos por São Pedro, que também no fim os dois acabaram por serem, adotarem a nova fé, também foram martirizados, né? Enfim, e hoje eles são santos, Santo Martiniano e Santo Processo. Muito bem, vou falar então agora das catacumbas. Falamos de uma prisão subterrânea, uma prisão abaixo da terra, falemos das catacumbas. As catacumbas, você tem aí perto de 43 catacumbas em Roma, então tem uma extensão muito grande de catacumbas, 560 km de extensão. E dia a dia são descobertas novas, né? Então, à medida que eles mexem, porque Roma, Itália, né, Europa em geral, você cavoca no quintal e acha uma antiguidade, né? Lá também, vocês vão fazer uma obra do metrô, acha uma catacumba, acha alguma coisa antiga, né? Ou um prédio antigo lá soterrado. Não é diferente no caso das catacumbas. Catacumbas. Enfim, as catacumbas originalmente, elas só existiram porque para os romanos pagãos, ou seja, antes do cristianismo aparecer, somente os judeus, e Roma tinha no império todo, né, em Roma também, uma comunidade judaica grande, né? Somente os judeus enterravam seus mortos, né? Os pagãos, os romanos pagãos e outros pagãos não romanos também não enterravam os mortos, eles cremavam os mortos. Então não era necessário você ter um cemitério, um lugar onde você enterrasse os mortos. As catacumbas originalmente então eram utilizadas pelos judeus e depois pelos cristãos, né? Os primeiros cristãos que enterravam, sepultavam os mortos. E eles não eram exatamente enterrados, não é como hoje, que você faz uma cova no chão, enfim, também não é todo lugar que é assim, mas você tem essas gavetas, como vocês estão vendo, esses lugares onde os corpos eram depositados, devidamente amortalhados, ou seja, embrulhados numa mortália, num pano, em que eram depositados ali. Antigamente, na época em que as catacumbas eram utilizadas, eles chamavam de cemitério mesmo, não chamavam de catacumbas, ou chamavam de dormitório, que tem a ver com a mentalidade cristã, que as pessoas estavam dormindo e não tinham acabado a vida delas. Estavam dormindo esperando a ressurreição no juízo final. Então, por isso, dormitório. Pela lei romana, era proibido você fazer enterros dentro dos limites da cidade, ou seja, dentro dos limites da muralha. Então, essas catacumbas, elas são todas nos antigos limites da cidade. Lógico que hoje a cidade tomou esse território que antigamente era à margem da cidade, mas perto das saídas para as estradas que saíam de Roma. Lembre-se que todos os caminhos levam a Roma, todos os caminhos saem de Roma. Essas estradas, então, também, ao longo dessas estradas existiam muitas catacumbas. Hoje está dentro do limite urbano da cidade, Mas naquela época estava fora. O que mais? Queria mostrar para vocês aqui também. Aqui, então, você tem muitas imagens. Você tem esses lugares, os "arcosolium", que a gente fala, que são os lugares onde se depositavam os mortos. Muitos desses eram jazigos de família, ou seja, pessoas da mesma família eram enterradas, eram sepultadas próximas, mas tinha muitos desses lugares, desses jazigos nessas catacumbas, que eram decorados com símbolos cristãos e também com imagens. À medida que o tempo vai passando, as imagens vão ficando mais elaboradas. É claro que chega um momento Chega um momento que o cristianismo é tolerado, né? Depois do, principalmente do Édito de Milão, de Constantino. E as catacumbas continuam sendo utilizadas, né? Não é porque parou de existir a perseguição que elas deixam de ser utilizadas. Existe até uma conta que se faz que 80% das catacumbas que existiram que foram descobertas até hoje, 80% delas foram ocupadas depois que acabaram as perseguições aos cristãos. Então, assim que a nova fé foi oficializada, foi permitida, então mais gente ainda foi procurar as catacumbas para poder utilizá-las. Então vocês veem uma dessas imagens que é tida como a imagem mais antiga de Nossa Senhora, de Maria com o Menino Jesus. Ela está danificada, está faltando uma parte, tudo. Ela é muito simples, né? Ela é também corroída, vamos dizer, pelo tempo, mas mostra Nossa Senhora com o Menino Jesus. No colo, nas Catacumbas de Santa Priscila. Outra pintura que a gente vê numa outra catacumba, que é a Catacumba de São Calixto, que é a imagem do Bom Pastor. A imagem do Bom Pastor é sempre associada, no contexto cristão, sempre associada com o próprio Jesus Cristo, que ele fala no Evangelho de São João "Eu sou o bom pastor, dou a vida pelas minhas ovelhas." O bom pastor já é uma figura que existe antes do cristianismo. Os povos tanto do Oriente Médio quanto da Europa, povos agrícolas e também pastoris, têm na imagem do pastor alguém que cuida, alguém que cuida de algo importante para a comunidade, que é o rebanho que dá leite, que dá carne, que dá couro, né? E esse profissional, essa figura, ela acaba— vocês veem que Jesus utiliza uma imagem que todos conhecem, né? Que todos têm numa boa conta, que é uma figura cuidadosa, né? Que é do pastor, mas do bom pastor. E aí ele se coloca, claro, como o melhor pastor de todos. Melhor no sentido de ser o mais cuidadoso de todos, que dá a vida pelas ovelhas. E aí, quando dentro da cultura romana, a figura que já era utilizada nas representações pagãs, ela é ressignificada, ela é utilizada com um novo sentido aí dentro do cristianismo, como representando Jesus. Porque as primeiras representações de Cristo, elas não mostram diretamente Jesus nas cenas dos evangelhos, elas são indiretas, como a imagem do Bom Pastor, né? Não é o próprio Jesus, como se fosse um retrato de Jesus. Jesus, né? Mas é uma figura simbólica, ela representa Jesus, né, naquilo que Jesus faz, naquilo que Jesus representa para os homens enquanto o Deus que cuida dos seus filhos, né? Aqui sim, aí uma imagem um pouco mais recente que aí mostra o próprio Jesus, né? Aí inclusive com o Alfa e Ômega, né, que são a primeira e a última letra do alfabeto grego. Lembrar que nessa época, a língua mais falada nessa parte do mundo é o grego, não é o latim. Embora o latim seja muito difundido por causa do Império Romano, o grego é a língua que todo mundo, em qualquer lugar que você vai, tem alguém que sabe falar grego. Assim como hoje, você vai em qualquer lugar, sempre tem alguém que fala inglês, né? É a língua comum de todos. Enfim, Alfa e Ômega, né? Como se coloca no Apocalipse, né? Eu sou o Alfa e Ômega, né? Sou o começo e o fim de tudo, né? Jesus, então, olha só que interessante, representado com cabelo comprido e barba, como um profeta hebreu, né? Judeu, mas com roupas romanas. Essas roupas aqui são tipicamente romanas. Então vocês veem que cada época, na representação cristã, acaba colocando alguma coisa do próprio tempo na representação sagrada. Então aqui é Jesus vestido como um romano, como uma roupa comum, uma roupa comum para eles. Já com os sinais que depois vão continuar sendo usados na arte cristã, que é a auréola, que representa que ele é uma figura sagrada. Uma outra representação, essa aqui mais elaborada, vamos dizer assim, ou melhor preservada, de Nossa Senhora com o Menino Jesus. Olha só que coisa muito interessante. Porque nós não estamos acostumados com esse tipo de representação, mas para a época em que foi feita, era a representação mais próxima de ser identificada por eles como uma mãe e um menino. Então, Nossa Senhora é representada como uma dama romana, né, com um penteado romano, né, com uma roupa de uma senhora, de uma matrona romana, inclusive com joias, né? Não, desculpa, não é joias, isso aqui é um defeito da parede. E o Menino Jesus representado como qualquer menino romano, né? De qualquer outro tipo de representação, inclusive tumular, né? Que às vezes, muitas vezes, você tem representação das crianças que morreram em forma de estátua, em forma de pintura, cultura entre os pagãos, né? Então é uma extensão da arte pagã, só que com objetivos de representação cristã, né? Vocês notam que ela está usando um véu, né? Tanto as pessoas, tanto as romanas pagãs quanto os cristãos usavam véu, né? Mas o véu tem um significado especial dentro do cristianismo, São Paulo fala das mulheres comparecerem à congregação, à missa, cobertas, cobertas com o véu. Notem que aqui do lado nós temos o Cristograma, que a gente chama, que são as letras chi e ro, que são duas letras gregas que estão no nome grego de Cristo, né? Cristo é um nome grego, né? Cristo é a tradução para o grego da palavra Messias, né? Mashiach, né? Ou Mashiach do hebraico, ungido, né? Então em grego é Christos, né? Desculpa o meu grego que tá um pouco enferrujado, mas é mais ou menos isso, né? Então são duas letras que entram e que no começo do cristianismo, no lugar da cruz, era o que era um dos símbolos do cristianismo, né? Outro símbolo que era muito usado era o peixe, né? Aqui para vocês verem, né, vocês enxergam aqui no teto aquela imagem que eu mostrei de Cristo o Alfa e o Ômega no teto desse jazigo aqui, esse arco sólido. Para vocês terem uma ideia de como devia ser difícil pintar essa pedra irregular, que era escavado e meio que mal ajambrado. Mal ajambrado quer dizer mal arranjado por conta da dificuldade para você fazer algo de forma clandestina e ainda fazer uma decoração. Aqui é uma obra, aqui já mais para frente, aqui já estão na época da legalização, da permissão de que o cristianismo possa vir à luz. Então aqui nós já estamos em pleno florescimento público do cristianismo. Desculpa, é isso aqui, é um sarcófago agora já cristão, né, romano, mas cristão, com o símbolo novamente, né, do cristograma que eu acabei de falar, né, do chi e o rho, que é um símbolo cristão, mas junto com uma cruz, né. Aqui então a cruz junto com a, junto Cristograma. Isso é uma representação meio simbólica, meio figurativa, porque é uma cena do Evangelho, né? A ressurreição de Cristo é representada de forma simbólica. Você tem os dois guardas que dormiram, né, ao guardar o sarcófago de Cristo, e aparecendo no meio deles o Cristograma, quer dizer que é o próprio Cristo que está aqui. Então, é uma forma simbólica de dizer que o próprio Cristo ressuscitou e está aqui presente, mas os guardas estão dormindo. Os guardas estão dormindo. Aqui, novamente, aqui agora uma escultura, não uma pintura, do Bom Pastor. Já é Existe uma possibilidade, mas nós não temos essa informação, não existe essa informação nem lá entre os estudiosos, porque muita coisa antiga foi retrabalhada depois. Então, essa imagem é um desses, essa esculturinha aí, ela é um desses casos em que uma imagem pode ter vindo da antiguidade. Então, essa imagem pode ter sido uma imagem pagã, que era o Bom Pastor mesmo, mas que foi reutilizada para o contexto cristão. Então assim, ela foi arrumada, o pedaço que estava faltando foi colocado de volta, foi retrabalhado por um outro escultor e acabou se tornando uma imagem para a devoção cristã, que é linda, é bonita, É feita de acordo com as regras da arte antiga, daquela arte realista de origem grega, mas com o objetivo não pagão, ou seja, com o objetivo cristão. Vou falar um pouquinho da Necrópole Vaticana. A Necrópole Vaticana é outro caso de cemitério que é importante não só por isso, mas muito por isso, por conta de ser o local, de ser o conjunto onde está situado o túmulo de São Pedro. A Necrópole Vaticana, o que é uma necrópole? Necrópole é um cemitério, mas não tinha esse nome na época, mas é um cemitério relativamente antigo, vamos dizer assim, vamos dizer assim, do primeiro século, mas que ele era um cemitério a céu aberto, ele não era uma catacumba, né? Catacumba originariamente já era embaixo da terra. A Necrópole Vaticana era um cemitério aberto, ao céu aberto, como os nossos cemitérios de hoje, né? Cemitérios tradicionais, né? Mas e que foi justamente Por se saber que o túmulo de São Pedro estava ali, o imperador Constantino, que foi o imperador que legalizou o cristianismo, para construir a Basílica de São Pedro, a primeira Basílica de São Pedro, lá no século IV d.C., ele primeiro, para poder ter um terreno que fosse sagrado, então ele falou: "Vamos construir essa basílica." em cima do túmulo de São Pedro. Só que nós vamos precisar soterrar, então encheu de terra o cemitério, né? E o cemitério acabou sendo soterrado. O túmulo de São Pedro não foi preservado, não foi preservado no sentido de ser separado dos outros para ser visitado, foi soterrado, o que acabou sendo uma forma de preservar não só túmulo de São Pedro, mas também os outros jazigos, os outros túmulos, né? Eu não falei, mas as famílias romanas, a partir do século II, mesmo as famílias pagãs começaram a enterrar também, não cremar mais os seus mortos, né? Então esse cemitério, ele começou a ser usado também por pagãos. Então você tem túmulos pagãos também aqui., né? O túmulo de São Pedro, né, tem uma história bastante interessante. Vocês veem aí uma foto do Papa Francisco rezando em frente às relíquias de São Pedro, né? Foram descobertos os ossos, né, de, os ossos de São Pedro. E esse túmulo, vocês veem aqui o acesso dentro da Basílica de São Pedro. Vem aqui toda uma decoração que não é da época de São Pedro, claro, né? Isso aqui tem várias coisas, principalmente do século 20, né, que foi trazido de outros lugares, remontado, coisa e tal. Enfim, nós vamos, nós vamos visitar esse local, né, Rogério, na nossa programação.
É, vamos, vamos ver. Sempre na Itália, nesses lugares, é assim: nós colocamos um roteiro e depois tem que ver a disponibilidade, né? Muitos lugares hoje, por exemplo, pode estar aberto e na época da nossa viagem tá fechado para reforma, alguma coisa. Claro, é sempre assim. Tá previsto, né?
Graças a Deus, sim, sim, tá previsto. E é muito pouca gente que pode entrar de cada vez, né? São 12 pessoas só de cada vez, né?
É só com autorização prévia e tal. Isso nós vamos começar a mexer em tudo para a gente poder ir, né?
Sim, legal. Enfim. Eu queria falar de 3 igrejas rapidamente. Que horas são, Rogério? Meu relógio tá aqui do meu lado e ele parou.
Agora é 21 horas.
Ah, tá. Então vamos terminar já rapidinho. Então eu vou mostrar rapidamente aqui o Mausoléu de Santa Constância, que é um dos primeiros tipos de igreja que apareceram Assim que o cristianismo foi legalizado, começaram a se construir igrejas que eram aparentes. Antes disso, as igrejas eram igrejas domésticas, chamadas "domus ecclesiae", que quer dizer "igreja de casa", igreja doméstica. As igrejas públicas, ou seja, que podiam mostrar que eram igrejas, só começaram a aparecer depois de 313. Essa igreja tem a tradição, tem a história que diz que o próprio Constantino mandou fazer para abrigar os restos mortais da sua filha Constância, por isso Santa Constância. Também teria uma outra filha dele, a Helena, que estaria ali. É uma igreja que é num formato redondo, Não é aquela igreja tipo basílica que a gente está mais acostumado, que tem aquele corredor grande, que é a nave, que a gente chama, mas tem um salão circular no meio. Vocês veem que o altar está no meio do salão circular. Então, é um tipo de igreja não muito comum, mas que você tem algumas igrejas ortodoxas, você tem até algumas igrejas na própria Itália que têm esse formato. O que tem mais que influencia depois do Renascimento, depois do século XIV e XV, são os batistérios. Os batistérios têm essa forma arredondada. O que é bastante interessante é que muitas dessas primeiras igrejas, essas primeiras igrejas, digo, dos primeiros 4, 5, 6 séculos história do cristianismo, tem os mosaicos, né? E em Santa Constância nós temos esse mosaico que é muito bonito, que é o mosaico da chamada Traditio Legis, que é a entrega da lei. Então vocês veem aqui no centro Jesus, Jesus sem barba, né? Olha só, um close de Jesus, tem no máximo aqui um cavanhaque, vamos dizer assim, né? Bem ralo, mas é Jesus entregando para São Pedro, que está aqui à direita, entregando para São Pedro a lei. No pergaminho está escrito: "O Senhor está entregando a paz." Então é a entrega da lei. Aqui do outro lado, São Paulo. São Paulo e São Pedro, os apóstolos sobre os quais a Igreja se assenta. O primeiro Papa e o grande epístolo, como que eu vou chamar, escritor de cartas, né, de epístolas, que escreveu quase metade do Novo Testamento, né, sob inspiração divina, claro. Aqui eu vou falar bem rapidamente de São João de Latrão, que é um dos lugares que a gente a gente tem programado para nossa viagem. E eu vou falar muito rapidamente porque tem muita coisa em São João de Latrão. É uma igreja muito bonita, é belíssima, né? Você tem obras de arte de várias épocas. Vocês veem aí essa fachada, né? Essa fachada, ela é neoclássica, quer dizer, do século 18, mas a igreja é do século 4º, né? Então, desde o século 4º você tem a basílica, a igreja de de Santíssimo Salvador, ou seja, ela é dedicada a Jesus Cristo, mas ela é conhecida como São João de Latrão. Latrão é o bairro de Roma, Laterano, em italiano San Giovanni Laterano. É dedicada a Jesus, a São João Batista e São João Evangelista. E é a igreja-sede do papado. Então assim, a cátedra do bispo de Roma, que é o Papa, é essa igreja. Então ela não só é uma basílica, como você tem as outras basílicas papais em Roma, como a própria Basílica de São Pedro, Basílica de Santa Sabina, Basílica de São Paulo Fora dos Muros, etc. Ela é a Arquebasílica da Cristandade. Ela é a única igreja do mundo que tem esse título, Arquebasílica, porque ela é o local da cátedra, da cadeira do Bispo de Roma, que é o Papa. Então vocês estão vendo aqui nessa imagem a cadeira, a cátedra. Cátedra em latim quer dizer cadeira, cadeira onde se senta o Bispo. No caso, o Bispo de Roma, o Papa. Vocês veem que ela tem um local de destaque, né? Você tem de um lado, nessa imagem vocês estão vendo, o Altar Mór lá no fundo, e desse lado, do outro lado, você tem a cátedra, a cadeira do Bispo de Roma. Vocês veem lá em cima, e essa imagem que eu quero falar um pouquinho, é um pouquinho mais, que é o mosaico da crucificação. É uma crucificação, não é uma crucificação literal como a gente está acostumado, uma descrição da cena como contada nos evangelhos, mas é mais uma crucificação mística, né? Então vocês veem que ela está bem acima da cátedra. Aqui um close ainda maior, em que inclusive é uma obra feita ao longo de vários séculos, teve adições. Perdão. Vocês veem a cruz, a cruz sem o Cristo, sem o corpo de Cristo, a cruz com o Espírito Santo, o Cristo já no céu, já ascenso, já assunto aos céus, ou seja, já Ele já tendo ascendido aos céus, com os anjos ladeando a sua figura, e os santos que estão em volta, né? É como se houvesse uma reflexão mística sobre a crucificação. Então vocês têm Nossa Senhora, vocês têm São João, desculpa, São João, É, São João está aqui em latim, "Santo Ioannes". Você tem Santo André e tem alguns que foram acrescentados depois. Se o mosaico original é do século IV ou V, não tinha como ter São Francisco aqui e Santo Antônio nessa época, eles tinham nascido. Mas isso foi, eles foram acrescentados depois, assim como o Papa Nicolau IV, né, que também foi, e de uma forma um tanto quanto humilde, né, para não dizer bastante. Apesar de estar aqui na cena mística, que seja da crucificação, ele está bem menor do que todos os outros, né. Inclusive São Francisco e São Antônio estão menores do que São Pedro. São Paulo, Nossa Senhora, eles estão menores. E o Papa, que é posterior ainda, né, século XIII, tá menor ainda, né. Esse rio, que tem um rio aqui passando embaixo, que é lógico que é simbólico também, mas é o Rio Jordão. Tem uma inscrição embaixo dizendo que é o Perdão. Enfim, então é uma crucificação mística em que os anjos estariam, os anjos, desculpa, os anjos e os santos estariam acompanhando a crucificação, mas de uma forma não realista, de uma forma simbólica, de uma forma mística. E para a gente terminar, vou falar aqui da Basílica de Santa Sabina, mas qual que é a curiosidade aqui? Dentre outras tantas coisas que a gente poderia falar dessa basílica, eu gostaria de falar da imagem que é mais representativa, vamos dizer assim, ou talvez seja a mais importante do ponto de vista da história da arte sacra, que é essa basílica. Hoje ela é a Igreja Mãe dos Dominicanos, né, que é a ordem dos pregadores, mas ela Ela é muito anterior à fundação da Ordem, no século V, e ela possui em uma de suas portas, ela tem várias portas dessa época, do século V, essa porta tem esse entalhe que é a primeira representação conhecida, a mais antiga, da crucificação de Cristo. Vocês podem dizer: "Ora, mas..." "Como assim? Crucificação sem cruz?" Pois é! Jesus, São Dimas e Gésimas, que esses últimos dois são os dois ladrões, o bom ladrão e o mau ladrão, eles estão na postura da cruz, mas não estão numa cruz. Isso é bem engraçado, mas realmente é uma época em que A arte está mudando e vocês veem, assim como você tem a Última Cena que eu acabei de escrever de forma muito simbólica, não é uma forma realista, aqui também, as pessoas que estavam olhando isso sabiam o que estava acontecendo, mesmo não tendo a cruz. Então, aqui é um dos quadros que estão na porta, você tem vários painéis, vários retângulos desses, cada um com uma cena do evangelho, e essa é a primeira. Então essa porta começa com a descrição da crucificação do Cristo, certo? Muito bem, gente, alguma pergunta? Porque é no dia de hoje que eu tinha para mostrar para vocês Basicamente mesmo para dar um sabor para vocês da arte que é possível de se ver na cidade de Roma. Claro que nós temos os Museus do Vaticano, nós temos os Museus Capitolinos, né, que quase ninguém fala, mas é um museu bastante importante também. Museu da Villa Borghese, que nós também está na nossa programação para a gente visitar. Cadê a tela? Aqui. Beleza, tudo bem, é isso. Temos— vocês têm alguma pergunta, alguma coisa que vocês gostariam de colocar?
E eu achei maravilhoso, maravilhoso.
Essa foi assim um arranhar sobre a superfície, né? No tempo que nós dispomos, não é possível a gente falar nem 5% do que tem lá, porque nem na nossa visita nós vamos ver tudo, porque a gente teria que ficar um mês lá, né? Ou mais, né, Rogério? Para a gente ver o que tem lá, para a gente ver. Só na cidade de Roma, né? Então assim, realmente foi para dar uma ideia para vocês. Estando lá, lá ao vivo, presencialmente em Roma, a gente vai ver muito, muitas coisas. É aquela coisa de você tá andando pela rua, cada esquina tem um monumento, né? Em cada lugar tem o teu, você tem uma igreja, você tem um local ou você tem um monumento pagão, ou você tem uma igreja que tem alguma coisa também da antiguidade pagã junto, né? Então é muito bacana, muito interessante.
Por favor, professor, eu queria saber sobre as catacumbas, o que que existe delas hoje? É um local onde pode se entrar, é isso?
Isso, tem.
Agora nós tivemos em novembro Nós estivemos na Catacumba de São Calixto, que é uma que o Fábio mostrou hoje. Então sim, algumas são abertas à visitação, né? E é um lugar impressionante. Tem algumas que são até 100 metros abaixo da terra, né? Inclusive a de São Calixto é uma das mais famosas, né? Porque lá muitos papas foram enterrados lá. Muitos santos foram enterrados lá. Então é um lugar impressionante. É assim, a gente colocou como opcional no roteiro.
Por quê?
Porque tem pessoas que têm fobia de lugares assim, né? Então a hora que chega lá é que a pessoa fala se quer ir ou não. E aí o ingresso é baratinho, e aí a gente compra na hora os ingressos lá, pergunta quem vai entrar, quem não vai, e aí entra, porque geralmente o guia dá uma explicação antes ali de como que é lá dentro e tudo mais, e aí a pessoa diz se vai ou não, a gente vai lá e pega os ingressos e entra, mas é uma experiência única, tem que entrar com o guia porque são labirintos mesmo embaixo da terra, né, E aí, se a gente entrar sozinho, não sai nunca mais de lá, porque é isso que o Fábio falou, são quilômetros e quilômetros de labirinto embaixo da terra.
E aí é impressionante, tem até alguns lugares que não são abertos para visitação, né?
Não, inclusive essa pintura de Jesus aí, a gente viu da última vez, a gente conseguiu ver ela. É maravilhoso, é maravilhoso. Olha, enquanto o Fábio estava falando aqui, eu estava pensando, né? Nossa, gente, quem for nessa peregrinação vai voltar com um pacote cultural de conhecimento, de entendimento do cristianismo, também do paganismo, de como foi esse entrelaçamento entre romanos, cristãos, E os bárbaros e todo mundo, né? Porque são um monte de cultura tudo misturado, igual o Fábio falou, né? Você tá num lugar, tem uma arte cristã, ao mesmo tempo tem a pagã que foi construída em cima, que foi reformada, que foi não sei o quê. E para entender tudo isso é uma coisa maravilhosa, né? E lembrei de uma coisa aqui, de uma conversa que a gente teve com o Fábio, que muito me interessa, né? Porque o Fábio falou, né, tem até documentado, eu gravei, tirei foto, e ele falou que nós vamos ter um certificado dessa viagem, né, que nós estivemos lá, que nós estudamos. Vai ter um certificado assinado por ele, pelo Frei, né, vamos tentar pegar os guias lá também para a gente poder documentar tudo isso. Vai ter um certificado, então fiquei muito feliz. Vou colocar aqui na minha, no meu lugar de honra aqui da parede.
É isso aí, muito bem.
O Alan teve que sair, tá bom? Ele falou que deu um temporal agora lá onde ele tá, acabou energia, acabou tudo, então ele teve que sair. Mas tudo bem, aí eu fico aqui para dar o recado dele. Então, o que que o Alan vai fazer, gente? É assim, Nós aqui da agência, nossa missão é criar as condições para que todos possam ir, tá bom? Então o que que o Alan vai fazer? O Alan vai entrar em contato com cada um, depois o Fábio que tem os contatos vai passar para ele.
Isso.
E a gente vai estudar junto com você, o Alan vai estudar junto com você um plano para que você possa ir nessa viagem, tá bom? Então olha, tem parcelamento, tem financiamento, tem um monte de maneira que a gente pode fazer fazer para criar essa condição para você, tá bom? Não deixe de ir, porque aquilo que ele falava no começo, né, muitas vezes quando a gente é mais jovem a gente tem sonhos enormes, né? E depois, ao longo da vida, vai vindo as dificuldades e a gente reduz os nossos sonhos para aquilo que a gente está, na situação que a gente está. Só que sonho é sonho e a gente tem que realizar, porque a vida passa rápido e depois a gente não pode mais. Então não deixe de realizar seus sonhos, peça ajuda, né? O Fábio, que é milionário, de repente dou uma viagem para você, não tem problema. E a gente vai, aquilo que tiver dentro do nosso alcance, pode contar com a gente que a gente vai fazer, tá bom? A Sueli, ó, a Sueli Matias, ela, ela acho que nos últimos 4 anos aí Ela foi em todas as Peregrinações que nós fizemos, né? Todas de setembro para cá. Acho que ela já foi em 3, né? Setembro, novembro e fevereiro.
E ela não é milionária.
E não é milionária, né? Então o que a gente faz? A gente fez um plano Minha Viagem Minha Vida para ela, viu? E a gente vai trabalhando junto e vamos nos ajudando dentro daquilo que cabe no nosso orçamento também, tá bom? Então contem com a gente, estamos juntos. Obrigado, viu, Fábio, pela confiança.
Imagina, eu que agradeço.
O Fábio falou que talvez em abril o nosso encontro vai ser presencial, com café, um monte de coisa. Laxinha. Da nossa parte aqui, nós preparamos um presente para vocês. Acabamos de estar em Israel agora em fevereiro, então nós trouxemos um presente de Israel para cada um que for presente lá. Nós vamos entregar, tá bom?
Fiquem ligados, fiquem ligados na divulgação, porque nós vamos acertar direitinho a data desse encontro presencial. É a aula, a próxima aula Provavelmente vai ser então no encontro presencial e espero que vocês possam participar, tá, com a gente pessoalmente, né?
Ai, que legal!
E aí a gente falar pessoalmente é diferente, né? Lógico que a gente tem a tecnologia hoje que possibilita a gente fazer esse tipo de reunião virtual, mas não tem como fazer Não tem como o encontro presencial, né, poder apertar a mão, dar um abraço cada um de vocês, né, e a gente se olhar olho no olho, né, e não para câmera. Mas assim, fiquem ligados que logo a gente vai divulgar essa data, né, Rogério?
Isso mesmo. Obrigado, gente. Boa noite, Deus abençoe todos. Que a gente logo se veja, se encontre rápido. E essa semana aí o Alan vai entrar em contato com vocês, tá bom? Obrigado, viu?
Obrigado, pessoal.
Obrigada, boa noite a todos.
Boa noite a todos.
Boa noite.
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