Atingir metas era difícil, até eu descobrir esse método!

Vídeo do Thiago Rodrigues (YouTube) sobre gestão de equipes remotas e home office, explicando por que esforço não é o mesmo que resultado e apresentando uma fórmula prática: foco + intensidade + tempo de sustentação = engajamento. Propõe uso de indicadores (KPIs) para medir intensidade, recomenda a metodologia OKRs para definir objetivos e resultados-chave, e refere-se às teorias do Flow (Mihaly Csikszentmihalyi) e ao livro de Andrew Grove como leituras complementares. Finaliza oferecendo um template/guia no ClickUp para implementar OKRs na prática.
Chapters
Quem trabalha com equipe remota, a galera PJ e principalmente a galera que trabalha em home office sabe o quão difícil é manter o pessoal focado em um objetivo. Mas mais do que isso, manter a galera focada em entregar resultado, que é diferente de entregar esforço. Muita gente trabalha muito bem, mas trabalha errado. E tem gente que trabalha muito bem também na direção certa. Quando você consegue juntar trabalhar na direção certa com trabalhar bem, ou seja, você consegue fazer gestão, basicamente os resultados da sua empresa triplicam e a cultura muda. Passa a ser uma cultura muito mais focada no objetivo e no resultado, mas aí tem algumas armadilhas no meio do caminho que é o que a gente vai falar nesse vídeo para que você evite elas. E mais do que isso, como que você vai conseguir sair desse vídeo aqui de hoje com uma ferramenta super robusta para aumentar a quantidade de a intensidade da galera trabalhar na direção certa e o tempo de sustentação. Essa última eu vou falar mais no final, mas ela é o segredo que faz com que as equipes performem mais do que outras. E pra começar cobrindo esse assunto, vamos diferenciar aqui que esforço nem sempre é resultado, né? Você sabe muito bem, quando muitas vezes a pessoa se esforça, vira noite, madrugada e tal, te entrega tudo, menos o que realmente era necessário. E pra isso a gente tem que entender que gestão é muitas das vezes sobre você criar as regras de como funciona a sua empresa. Talvez faça sentido algumas pessoas por aí, em outras empresas, entregarem apenas o esforço. O esforço ali talvez seja o suficiente. Mas para as empresas digitais, quando a gente fala de performance, fala de tráfego, fala de copy, fala de otimização de conversão, fala de entregar meta, bater meta, surpreender o cliente e tudo mais, a gente precisa dar uma coisa muito importante para a nossa equipe. que é direção. Direção a gente também consegue encaixar ela numa metodologia que basicamente a gente define um objetivo e quando você tem um objetivo fica muito mais fácil você cobrar resultado e não o esforço. Muitas das vezes a gente tem equipe se matando de trabalhar na direção errada, você fica insatisfeito, ele fica insatisfeito porque ele não é reconhecido e automaticamente a empresa também não consegue o reconhecimento dos clientes porque entregou não mais do que o básico. A empresa sangra demais trabalhando em coisas erradas e entrega de menos porque, em vez de trabalhar com esforço inteligente, acaba perdendo foco no meio do caminho. Foco vai ser a palavra-chave pra gente abrir um primeiro tema aqui, que é como manter o foco das pessoas no que é correto pra essa semana. Você bem sabe que, muitas das vezes, a gente procrastina. Nós, seres humanos, somos assim. A nossa equipe não é diferente. E a gente mesmo tende a evitar coisas difíceis. Então, se a gente tem um projeto grande como um lançamento um produto, como começar a vender um novo produto, fazer páginas e tudo mais, tem coisas no meio do trabalho que elas são mais penosas do que outras. E nesse momento surge uma coisa muito difícil, que é a equipe devagar, a equipe entregar mais do que é necessário, mas ela entregou errado. Isso é muito comum, por exemplo, em copy. A pessoa precisa escrever uma carta de vendas, mas ela fica dizendo que tá te entregando, tá trabalhando, tá se matando de trabalhar, te entregando vários anúncios. um gestor de tráfico, de repente, que precisa montar um plano de mídia, um plano de performance, estruturar os processos, mas ele tá dizendo que ele tá trabalhando demais, subindo campanha, e ele não vai ter tempo pra fazer aquilo naquele momento e jogar pra próxima semana, próxima semana, próxima semana, e esse lugar nunca chega, essa data nunca chega. É tipo quando a gente vai fazendo dieta, sabe? A gente não tem um foco muito claro de onde você quer chegar. E aí você fala, segunda-feira que vem eu começo, no próximo dia eu vou, porque a gente sabe que é difícil o nosso cérebro dar uma sabotada pra gente ficar aí comendo McDonald's ou até descansando um pouquinho mais do que ir pra academia. Vamos ser honestos, né? E a gente vai resolver isso com a metodologia que eu vou apresentar pra vocês daqui a pouco. Mas antes eu preciso falar pra vocês sobre intensidade também. Vamos conversar sobre isso porque intensidade tem tudo a ver com Foco. Pegando a mesma analogia da questão da dieta, você tem foco, mas se você não tiver intensidade naquilo, ou seja, mudar as refeições, conseguir melhorar os seus processos alimentares, mudar as alimentações, comprar coisas mais saudáveis ou evitar de comer um docinho ali depois de todas as refeições, você sabe que raramente você vai ter o resultado. Com as equipes digitais nas empresas também não é muito diferente. o que acaba acontecendo? Tem-se um foco claro, mas não tem intensidade, ou seja, não tem um gerenciamento das atividades, do projeto, do que é necessário fazer pra chegar lá. Isso a gente pode fazer usando indicadores. Os indicadores nada mais são do que o que a gente vai olhar todo dia, ou no final da semana, ou no final do projeto, pra saber, através de números, se a gente avançou ou não. No lance da dieta, se a gente emagreceu ou não. No lance da dieta ainda, se a gente tá com índice de gordura corporal menor do que quando a gente começou. Sua área de suporte, tá com quantos e-mails sendo respondidos com um NPS acima de 8, por exemplo. Ou, de repente, o seu time de performance, seu time de tráfego pago tá conseguindo diminuir o custo por lead ou manteve o custo por lead, mas o lead tá mais qualificado, tá comprando mais. Então, qual que é o indicador? E a intensidade que a sua equipe vai trabalhar tem tudo a ver com qual indicador você vai usar pra conseguir direcionar a sua equipe pra manter o foco com intensidade. Lembra que eu falei pra vocês que é uma fórmula quase matemática? Foco mais intensidade mais tempo de sustentação é igual a engajamento da sua equipe. Mas o que é intensidade e tempo de sustentação? Vamos só fechar duas pontas aqui. Foco é basicamente a direção que a gente tem que ir. Intensidade é o quão rápido a gente tá correndo e o que a gente tá olhando pra saber se a gente tá correndo rápido ou devagar. Então se eu tenho, por exemplo, um custo por lead de R$4,00 hoje, eu preciso cair ele pra R$3,50 e o meu lançamento é daqui 10 dias, eu tenho 10 dias pra bater essa meta ou pra melhorar, otimizar aquele indicador. Então eu tenho uma referência de mim mesmo, do meu próprio trabalho pra saber se eu tô avançando ou não. E aí a gente tem o tempo de sustentação, que é basicamente quanto tempo a nossa equipe consegue se manter na direção certa. Porque imagina que a gente vai correr uma maratona, você tem um foco, que é chegar naquele lugar. No meio do caminho a gente precisa de intensidade, o quanto eu vou correr ou não, né, pra conseguir chegar no meu objetivo. Mas pode ser que no meio da corrida eu pense, bom, eu não preciso mais correr, pra mim tá bom. Ou eu esqueça que de repente eu preciso chegar naquele foco final, e as reuniões não tão falando muito sobre o nosso foco, As rotinas que a gente tem na empresa não falam muito sobre onde a gente tem que chegar até o fim do mês, ou falaram lá no início do mês mas não se manteram conversando com a equipe pra dizer, gente, olha, nessa semana a gente tá tão distante ou tão perto, ou a gente tá acima da média ali batendo a nossa meta, ou está abaixo da meta, onde a gente tá nesse momento? Uma semana antes, por exemplo, de acabar o mês e a gente tem X vendas pra fazer. Esse tempo de sustentação tem muito a ver com liderança, rotinas da empresa e com o método que você usa pra gerenciar tudo isso. Falei pra vocês que ia deixar mais pro final do vídeo a questão de qual metodologia a gente usa. E a metodologia é uma metodologia muito surrada, diria até velha, digamos assim, porque faz um bom tempo que ela existe no mercado, mas nem por isso ela é menos poderosa. Então eu tô falando dos OKRs, Objetivos e Key Results, que nada mais é, em tradução, os objetivos e os resultados chaves. Os resultados chaves, eles são, basicamente, pra medir os indicadores e definir os indicadores que a gente tem ali, que tem gente que chama também de KPI, né? KPIs. pra saber quão longe tem uma referência ou quão longe ou quão perto a gente tá do nosso objetivo. Resumindo aqui pra você, temos um objetivo, nosso foco, temos a intensidade que a gente vai usar pra chegar até lá, então isso quem vai nos ajudar a ter referência são os indicadores, e aí a gente tem o tempo de sustentação. Quais mutinas a gente tá criando pra comunicar se a gente tá batendo a meta ou não? Quais mutinas dentro da semana você tem pra trazer de novo quais projetos e quais metas temos dentro daqueles projetos? Metas de suporte, metas de atendimento ao cliente, metas de captação de leads, metas de vendas. Não importa a meta que você tenha, vai servir pra qualquer negócio. Porque a gente tá falando aqui de fundamento, não estamos falando só de um rackzinho ou falando só de mais uma moda que vai passar daqui a pouco, que é, por exemplo, uma ferramenta ou um negócio assim. Não, não. A gente tá falando de fundamento. Inclusive, os OKRs vêm sendo cientificamente estudados desde antes dos anos 80. Então é uma parada que já passou aí por todas as provas do tempo. As maiores empresas do mundo usam, e aí aqui eu queria deixar um grande insight pra você. Existem várias ferramentas dentro de gestão, que na verdade elas não são só ferramentas, mas são comportamentos, que independente do tamanho do projeto que você tem, se você tem um funcionário, se você é uma empresa que só tem você por enquanto, daqui a pouco você vai começar a contratar, isso é válido tanto pra você quanto pras Então, toma muito cuidado pra olhar essa aula e falar assim, ah, mas o Thiago tá falando que isso aí é um negócio que grandes empresas usam, então não é pra mim. Cuidado, porque tem muita gente que deixa de usar uma boa ferramenta, que é robusta, que tem muito estudo por trás e tudo mais, achando que é só ferramenta pra gente grande. Você é gente grande pra usar gestão no seu negócio, sinta-se liberado, não fique com esse peso na consciência achando que não é pra você. É pra você, é pra mim, é pra todos nós. Usar os AQRs te ajuda a manter o foco, garantir a intensidade e pensar nas rotinas que serão usadas pra aumentar o tempo de sustentação, que é... Basicamente, quanto tempo a minha galera, a minha equipe, o meu time, os meus terceirizados, os meus PJs, eles vão conseguir se manter olhando pra essa direção. Porque eu e vocês sabemos, assim como numa dieta, a gente pode ter uma meta, mas a gente pode, daqui 10 dias, dar um perdido e fingir que esqueceu, ou até mesmo esquecer de algumas coisas porque a gente é humano e perder um pouco daquele tesão, aquela vontade que a gente tinha de bater aquela meta. Por isso que a liderança é importante trazer o aspecto de motivação e criar rotinas pra que a gente olhe pros indicadores e tenha o espírito de equipe. Não só aquele espírito de bater meta porque eu estou te pagando. Isso é frágil, isso é antigo, isso é ultrapassado. As pessoas hoje têm o poder de escolher muito mais o seu trabalho do que tinham antes e eles podem trocar você até mesmo por outro projeto que pague menos, mas que lhe dê mais satisfação. É muito importante que a gente vença nas pessoas como pessoas que têm motivações e objetivos a atingir. E é muito importante também que esses objetivos estejam conciliados com os seus. As pessoas precisam da sua equipe acreditar que aquele objetivo é factível. E aqui eu queria deixar um grande insight. desenhe objetivos extremamente impossíveis pra levar pra sua equipe. Tente pensar em objetivos que são desafiadores, mas ao mesmo tempo realistas. Porque senão, você vai fugir muito do Flow, que é outra ferramenta cientificamente estudada pelo Mihaly Sinzette-Mihaly. Olha, eu ia pedir pro editor colocar aqui do lado o livro, mas o livro tá aqui. Esse é o livro do Mihaly Sinzette-Mihaly e esse é o livro Flow. que fala sobre a psicologia do alto desempenho e da felicidade. Isso parece muita viagem, muitas das vezes, quando a gente fala de empresa e parece que a empresa tem que ser uma parada penosa, um trabalho difícil de ser feito e tudo mais. A gente pode ter desafios, na verdade a gente tem que ter desafios, senão a gente não cresce. E o Flo explica pra gente Uma coisa muito legal que é, se você tem um baixo desafio, ou seja, seu objetivo é muito fácil de ser atingido, você vai basicamente ignorar ele, porque se ele não é nada desafiador, vai virar um trabalho monótono e você tende a cair na zona de terra. Agora, se você tem um objetivo que é tão desafiador, mas tão desafiador que você nem imagina a possibilidade de atingi-lo, basicamente o que você vai ter? Entrar numa zona de estresse porque você não tem a habilidade para chegar nele. E os gestores precisam pensar que os desafios precisam ter uma alta taxa de desafio, e uma baixa taxa de tédio. Esse é o Flow, o gráfico do Flow. Inclusive, nesse livro aqui fala muito sobre isso, deixa a recomendação pra vocês. Mas também deixa a recomendação pra quem quer se aprofundar em gestão de alta performance sobre OKRs, esse papo que é um pouco mais sobre processo e tudo mais. Não é um papo que é pra todo mundo, talvez não seja pra área de todo mundo também, mas é um livro que eu deixo a recomendação, que é o livro de Andrew Groove. Ele basicamente não é ninguém mais, ninguém menos do que o ex-CEO da Intel e o cara que fez a Intel virar boa parte do que é hoje em dia. Então eu deixo essas duas recomendações de livros pra você porque é uma maneira de você se aprofundar na sua rotina a pensar em como criar equipes de alta performance. Se você consegue juntar um bom objetivo, ter indicadores de performance pra saber a referência e criar rotinas dentro do seu projeto onde você consiga manter a galera comunicada, consiga manter a galera lembrando daquele objetivo e sempre lutando pela mesma direção, você ganha consistência e automaticamente você ganha tempo de sustentação. Agora, a gente vai te direcionar, ou seja, vai te dar uma aula prontinha sobre como você vai usar o ClickUp pra implementar o sistema de OKRs aí dentro do seu projeto ou da sua empresa. Basicamente, o que a gente fez lá foi te dar um template, te mostrar como você vai configurar e como você vai engajar a sua equipe no software de gestão usando teoria, prática e rotina do dia a dia da gestão do projeto. Então, clica aqui do lado, assiste o vídeo, porque esse vídeo vai te dar mais do que o suficiente pra você implementar de hoje pra amanhã o sistema de OKRs na sua empresa e aumentar a performance de entrega da sua equipe. Vai lá!
More from Thiago

Implementação com 1000+ funcionários: por onde começar? #gestão #clickup #sistemas









