Gestão de Projetos em 2026: Tudo que Você Precisa Saber

Neste vídeo, Thiago Rodrigues, com mais de oito anos de experiência e mais de 750 projetos implementados, oferece uma visão abrangente sobre gestão de projetos no contexto atual de inteligência artificial e ambientes digitais. Ele começa redefinindo o que realmente é gestão de projetos – garantir que o trabalho certo seja feito no momento certo – e desmonta mitos comuns (planilhas excessivas, reuniões intermináveis, ser o mais inteligente da sala). Em seguida, apresenta a "tríade" fundamental de projetos: escopo, recursos e atribuições, detalhando perguntas essenciais para definir cada pilar. Thiago introduz sua metodologia proprietária REDAP (Reaprender, Estruturação, Discernimento, Ação, Potencialização), explicando cada fase e como ela se diferencia de metodologias tradicionais como Scrum, Waterfall, PMI, que ele considera inadequadas para o mercado digital brasileiro. Ele discute o uso de ferramentas de IA e automação (ex.: ClickUp) para reduzir tarefas repetitivas, enfatiza a importância de soft skills como escuta, humildade e a capacidade de aplicar pressão controlada. Por fim, descreve a rotina prática de um gerente de projetos (definir escopo, cronograma, risco, comunicação e monitoramento) e convida o público a agendar uma consultoria gratuita para diagnóstico de projetos. O conteúdo combina instrução, análise crítica e motivação, oferecendo tanto fundamentos teóricos quanto orientações práticas para profissionais, empreendedores e equipes que desejam melhorar sua performance em projetos.
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Quando eu comecei a trabalhar com projetos, eu achava que eu ia trabalhar muito com planilha, muito com controles, com organizações e com aqueles fluxogramas e post-its. E na realidade, o lance não é ficar cobrando prazo de todo mundo. E guarda essa frase que eu vou falar agora: é sobre garantir que as pessoas estejam fazendo a coisa certa no momento certo. E é uma arte, uma ciência que a gente chama de sistemas. É muito sobre você conseguir organizar a complexidade sem emburrecer, ou seja, você tornar simples sem perder valor de inteligência. E é muito sobre você conseguir fazer a empresa andar sem ter que estar interferindo o tempo inteiro. Por isso que a gente usa tantas ferramentas que eu vou falar muito sobre o papel delas nesse vídeo. Elas são muito boas, mas elas não resolvem tudo. Então seja bem-vindo ao nosso vídeo, eu sou o Thiago Rodrigues, eu trabalho com gestão de projetos há mais de 8 anos, implementei mais de 750 projetos como implementador de soluções de sistemas, processos e tudo mais. E nesse vídeo eu quero dividir com você minha experiência do que é gestão de projetos, como funciona e como você desenvolve essa habilidade independente do tipo de profissional que você seja. Porque ainda mais agora em tempos de inteligência artificial, onde no cloud você tem projetos, no ChatGPT você tem projetos, Pra fazer um sistema de design você tem projetos, ou seja, as coisas mais importantes da nossa vida são baseadas em projetos. E quanto mais projetos bem-sucedidos uma pessoa tem, mais sucesso ela tem, seja lá o que sucesso signifique pra ela. Então bora já dar uma boa alinhada na expectativa aqui. Esse vídeo não é mais um tutorial de ferramenta, ele não é uma receita de bolo, ele é uma aula sobre o que realmente funciona na gestão de projetos. O que faz esse profissional no dia a dia e quais são os pilares de cada uma das habilidades que você precisa estar atento pra desenvolver. Quais metodologias valem a pena e quais existem para que você consiga aplicar no teu dia a dia e quais são as melhores dependendo do tipo de mercado que você atua. Então, se você quer entrar na área de projetos ou se você já atua e quer dar uma refinada no teu conhecimento ou se você é um dono de um negócio, empreendedor ou gestor que quer fazer dos teus projetos motivo de orgulho, eu vou te ajudar a organizar em blocos, acompanhar esse raciocínio, porque cada coisa se conecta com a próxima do que a gente vai falar aqui. Antes de qualquer coisa, vamos alinhar aqui o que não é gestão de projetos. Gestão de projetos não é ficar em reunião o dia inteiro, gestão de projetos não é ficar fazendo um monte de planilha e gestão de projetos definitivamente não é ser o mais inteligente da sala ou querer saber mais que todo mundo. Inclusive, um bom sinal de que você é um mau gerente de projeto é que você proporcionalmente fala mais do que o teu time. A habilidade de escutatória tá faltando. Então, gestão de projeto é você fazer com que o trabalho certo aconteça no momento certo, com os recursos certos. A gente vai falar muito mais sobre recurso aqui, mas em geral é tempo, pessoas e principalmente grana. Sim, dinheiro. Gestor de projeto é um bom gargalo ou uma boa eficiência financeira da empresa. E em geral, o motivo pelo qual as empresas têm orgulho ou não dos seus projetos é porque esses três pilares ou eles estão muito bem alinhados ou a empresa vai deixando de existir. Então, o que é um projeto no fim das contas? Ele tem um início definido, um fim definido e um objetivo claro. Guarda muito bem essas três coisas, tipo um carimbo mental. Um início definido, que é o que a gente vai chamar de escopo mais à frente, um fim definido que é para saber: "Cara, quando a gente atravessa essa linha de chegada? Quando eu cheguei onde eu precisava com esse projeto?" Ou para que eu possa criar uma V2 desse projeto, para que eu possa melhorar isso aqui, para que eu possa fazer melhor ou para que eu parta para a próxima fase do meu negócio. Mas principalmente ele tem um objetivo claro e é aqui que mora a grande maravilha da gestão de projetos, que é o tipo de projeto que você vai querer se envolver, como por exemplo, algumas pessoas querem se envolver com projetos educativos que não têm exatamente um fim lucrativo, outras pessoas querem se envolver com um projeto que só tem dinheiro envolvido e está tudo certo, Cada um vai escolher o tipo de projeto que baliza, mas a gente não pode cair no auto-engano. É literalmente você querer viver de eventos. Querer viver de projetos é querer viver de eventos. Por isso que é tão difícil se manter como gestor de projetos, porque no meio desses eventos você tem altas intensidades, você tem muita oscilação e tem menos rotina. Tem uma questão de perfil envolvido que eu vou falar mais sobre isso também. E aí dentro disso a gente tem vários exemplos de projetos: lançar um produto, construir um site, implementar uma ferramenta na empresa, Tudo isso pode virar um projeto, você pode realizar um evento. Trabalhei muito tempo fazendo muitos eventos, inclusive atendi clientes como InfoMoney, atendi clientes como a XP Investimentos, atendi clientes como RD Station, se você usa a RD, eles já foram clientes de eventos que eu participei e a gente produziu. Então, todos esses projetos tiveram início, meio e fim e ponto. E aí você decide o que fazer na sequência. E aí, para a gente já entrar um pouquinho nessa questão de como você vai se comportar para entender se você tem perfil ou não, É você entender que gestão de projetos, principalmente do jeito que eu tenho observado hoje, ele não é mais um cargo ou apenas um cargo. Todos nós precisamos ter noções de projeto, principalmente para quem está ficando sênior, principalmente para quem quer pisar um pouquinho na experiência de ser uma pessoa que lidera outras pessoas e principalmente se você vai empreender. Empreendedor que não entende de projeto, empreendedor que não consegue dar noções de projeto para as pessoas, não dita ritmo e automaticamente não consegue ditar resultado. Então, se você é designer, copywriter, desenvolvedor, empreendedor, você é um head de marketing, independente da função que você domina, a habilidade de gerenciar projetos para você entrega muito mais daquilo que você já tem como ofício. Ou seja, você consegue empacotar melhor, que é o que a gente chama de escopo, e a gente já vai entrar em detalhes como a gente faz isso. Depois você aplica metodologia de gestão, que podem ter muitas metodologias e pelo menos uma vai ser a mais adequada para que você consegue ter muito resultado e você consegue ter parâmetro, ou seja, as coisas deixam de ser na sorte, deixam de ser por acaso. Você transmite mais confiança, você seduz o teu time muito mais e você reduz aquele retrabalho de forma muito significativa. Então esse vídeo foi pensado não apenas para quem está pensando: "Ah, será que eu devo ser um gerente de projetos como cargo?" Mas principalmente para quem está tentando encaixar melhor seus projetos e criar melhor a sua arte, o seu ofício, seja você um contador, seja você um arquiteto, a vida é baseada em projetos. Então a pergunta não é: "Será que eu deveria me tornar um gestor de projetos?" Mas é passar por isso e entender que essa habilidade de projetos vai fazer com que, independente do que você vai decidir para a tua vida, vai fazer de você um profissional e uma pessoa melhor. Porque quem pensa em projetos pensa em resultado, quem pensa em resultado e consegue fazer essa engenharia reversa para entender recurso escopos, atribuições, prazos. Não se ilude também, fica com o pé no chão e um pé na parte racional da tua rotina vai fazer com que você tenha muito menos frustração, muito menos expectativa vazia, tua autoconfiança vai ficar muito melhor e eu garanto que com essa autoconfiança você consegue ter resultado muito melhor, mais uma vez, independente do que você queira fazer pra tua vida. E pode parecer muito mágico isso que eu tô falando, mas pensa no contrário. Quando os teus projetos falham, como é que você se sente? Quando o teu projeto não vai bem, como é que fica a tua moral? Como é que você chega em casa para se divertir com as pessoas que você ama, para descansar a sua cabeça no final de semana? E é óbvio que a gente quer cada vez desenvolver a habilidade de ficar melhor, mas se eu não estou treinando essa habilidade, é só uma ilusão de que as coisas vão mudar. Então agora, bora aprofundar na parte mais técnica da habilidade de gestão de projetos. Todo projeto bem gerenciado sustenta 3 pilares básicos, que a gente chama de tríade de projetos, que é o escopo, os recursos e as atribuições. Vamos detalhar cada um deles. Para a gente começar, o escopo é basicamente o objetivo do projeto. Ele responde algumas perguntas: como o que a gente quer atingir, quais métricas a gente quer melhorar do negócio ou do ambiente que a gente está, o que representa sucesso nesse projeto em específico. E pode parecer muito óbvio, mas se você olhar os projetos que tiveram muito fracasso, essas perguntas básicas não foram respondidas. E veja se você já se pegou nessa situação. Começou um projeto, não respondeu essas perguntas, o scope ficou solto, automaticamente as pessoas não sabem exatamente o que fazer, qual o prazo que elas têm, fica um processo ansioso ou de repente moroso, as pessoas acham que tem prazo demais, na verdade já está devendo, "O terreno já está atrasado." Enfim, é como se construir uma casa sem saber o tamanho do terreno, sem saber que tipo de material vai usar. Todo mundo fica ocupado, ninguém sabe o que está construindo exatamente, um está subindo uma parede, outro está tentando fazer a elétrica. E eu gosto de pegar esses exemplos do mundo real, porque quando a gente vai falar de um time de marketing, por exemplo, é muito comum que uma pessoa vá fazer a copy do site sem discutir quem é o público, ou vá falar, por exemplo, de uma implementação de ClickUp sem fazer uma auditoria com o cliente para entender os processos e as ferramentas que ele já tem. Ou de um jeito mais simples, eu agora que estou morando na Tailândia queria dividir uma coisa com vocês. Cara, toda a minha viagem eu organizei no ClickUp junto com a minha esposa. E a gente fez isso e a gente evitou muito estresse. A gente sabia onde a gente queria chegar, a gente sabia quanto a gente tinha de budget, a gente sabia o que a gente queria fazer, pelo menos em alguns dos lugares, nem em todos os lugares a gente traçou aquela rota perfeita, porque não precisa. Você não precisa ter todas as garantias para ficar com tudo muito chato, tudo muito planejado. Mas sabe aquela segurança mínima que vai tirar aquela ansiedade para você aproveitar o momento? Tipo pagar o teu seguro viagem, você saber que a tua passagem está comprada, onde você vai fazer check-in, check-out. Essas coisas básicas, basicamente também precisa existir no projeto. E aí você entende quando eu falo que projetos é uma coisa muito séria para mim? É porque todas as coisas da minha vida eu projetizo. Então, para te ajudar nessa reflexão, quais perguntas ajudam a gente a entender melhor esse escopo? A primeira é: qual é o objetivo principal desse projeto? E geralmente está em torno de um. E uma coisa que é legal você pensar também, assim como um processo artístico, você vai ter que abstrair. Um pintor, um desenhista, um cartunista, tem um momento do desenho, da arte, que ele precisa abstrair, ou seja, ele precisa começar a tirar, apagar coisas. Ele não pode colocar tudo que ele quer ou toda vontade dele. Então, qual é o objetivo principal? Imagine que vai pintar um quadro que tem todas as cores, ou aquele negócio meio de criança, sabe? Quando você ganha aquele estojinho de 6 cores de massinha de modelar, que você mistura tudo achando que vai ficar um belo arco-íris, na verdade fica tudo marrom. É assim que ficam os projetos que tentam atingir todos os objetivos ao mesmo tempo. Não rola. A segunda pergunta que ajuda é: que métrica a gente quer melhorar? Vendas, leads, produtividade, churn, retenção? O que significa projeto entregue com sucesso? Qual que é o prazo? E eu geralmente começo pelo prazo, porque o prazo definido vai te ajudar muito mais a orientar essas coisas todas dentro daquilo que você vai fazer. E mais uma vez, gosto de pegar esse projeto meio artístico. Imagina que a data que você tem para o projeto é como se fosse o tamanho de uma tela de pintura de um artista. Se um artista vai pintar um quadrinho de 10x10cm, pequenininho, ele já sabe que ele vai ter uma limitação. Essa limitação não necessariamente ela é ruim, mas ela ajuda a balizar o que é possível fazer naquele espaço. Assim como se você vai pintar uma parede com pé direito alto de um apartamento, vai fazer uma arte ali, ele de cara já vai conseguir pensar em outros recursos, como por exemplo um andame, o prazo, as cores, o tipo de tinta. Então o prazo ele define muita coisa nos projetos, assim como um artista tem a definição no tamanho da sua tela. E como a gente vai acompanhar mais na parte das metodologias, se você não define esse tipo de coisa, toda execução é falha automaticamente. Então o projeto já nasce falido. E aí, quando a gente define muito bem um escopo, a gente já começa a entender melhor os recursos. Recursos são tudo aquilo que você precisa para executar o escopo: pessoas, ferramentas, tempo, dinheiro, fornecedores. Então no Pilar 1 é o escopo e no Pilar 2 são esses recursos. E o papel do gerente de projetos não é mais ser um técnico da sala, ainda mais agora com inteligência artificial. Claro que ajuda você ter conhecimento contextual, a experiência vai te colocar muitos passos à frente, vai te dar destaque, mas os recursos, quem precisa entender são os líderes técnicos, e você precisa orquestrar essas conversas e aí entender, nas metodologias que eu vou falar mais à frente, como reaprender dentro de um projeto, como fazer com que as pessoas do time que tem o verdadeiro know-how técnico para executar O designer, o copywriter, o redator, o contador, a pessoa do financeiro, se junte na mesa, traga o que tem de melhor para polir o escopo, entendendo os recursos e o que é possível gastar, usar e que tempo que as pessoas vão conseguir se dedicar a isso. Então, quais perguntas ajudam a mapear os recursos? A primeira é clássica: qual é o time necessário? E se você não sabe qual o time necessário, desce um pouquinho. Quais são as habilidades necessárias? Às vezes aí você consegue entender muito melhor como você vai conseguir os recursos e Automaticamente você vai conseguir já pensar: "A gente vai ter esse recurso interno ou precisa contratar?" E automaticamente, na terceira pergunta é: "Qual é o orçamento disponível que a gente tem e que ferramentas a gente vai usar?" Então, quais fornecedores externos vão ser necessários? Essas perguntas vão meio juntas e um dos maiores erros que eu vejo acontecer é que o gerente de projetos tenta ser especialista, mais do que especialista. E não é esse o jogo. É preciso ter um jogo de escuta, um jogo de humildade e o gerente de projetos fica muito mais no bastidor do bastidor, Porque se o teu público-alvo é a plateia e o teu produto é o palco, você tá atrás das cortinas que tá atrás das câmeras. Você é o cara que tá olhando o zoom out do zoom out. Então você precisa dar uma desapegada do ego, precisa dar uma desapegada de querer estar na frente. E nada de errado você ter esse reconhecimento em algum momento. Mas se você gosta muito de reconhecimento, talvez essa posição não seja mais adequada pra você. Mas eu acho que esse ponto específico você vai entender um pouco melhor nas metodologias. Que é na metodologia que você vê se você vai curtir ou não. Que projeto por projeto, todo mundo vai ter que ter algum tipo de apreço. Mas quando a gente vai para as metodologias é onde a gente vê se a pessoa vai querer desenvolver tecnicamente ou não. E se alguma coisa que eu falei até aqui te chamou atenção e fez sentido, eu quero te convidar para curtir o vídeo aqui agora e se inscrever no canal. Porque isso ajuda muito a entregar mais esse vídeo e principalmente chegar para você aí próximos conteúdos que a gente produz por aqui. Vamos falar então agora sobre o nosso terceiro pilar aqui, a nossa terceira base da triade de projetos. As atribuições, elas são exatamente quem faz o quê, como e quando. Tem até algumas técnicas que a gente usa para isso, tipo o QQCK, quando e como. Então, essa técnica específica, ela já nos diz que não basta eu entender que eu tenho um redator, que eu tenho uma pessoa no time, que eu tenho aquele recurso, mas é exatamente o que ela vai fazer em que momento. Assim como um arquiteto precisa entender quais entradas de materiais quando serão comprados e em que momento as coisas vão acontecer na obra junto com o restante do time, como os engenheiros, mestres de obras e os pedreiros. Cara, se você não souber isso, não souber direcionar, a ferramenta sozinha de gestão, que eu vou falar bastante sobre isso, ela não dá conta de fazer isso. É preciso ter dailies, é preciso conversar com o time e é preciso estar junto. Eu tenho utilizado todo tipo de ferramenta de inteligência artificial para fazer relatório, para falar com o time, fazer cobrança automática e eu garanti eficiência em muitas dessas pontas. Como, por exemplo, tem uma automação que a gente ensina os nossos alunos a usar, que é fazer a primeira cobrança de data de tarefa atrasada de forma automática. Isso faz com que 60% das respostas em geral, das demandas, não precisem ser feitas por um gestor de projeto. Isso é eficiência. Mas esses 40% que ficam meio no limbo precisa ter alguém, precisa ter uma pessoa. E é nesses 40%, que é um volume muito alto, que o sucesso do projeto é definido. E aí, quando eu digo a seguinte frase para você: "Quando as atribuições são vagas, os resultados são vagos", fica claro para você a importância das atribuições. Atribuições. Então, atribuição é um processo muito claro: é o nome do responsável, a descrição da tarefa, um prazo e um padrão de entrega. Se você não tem um padrão de entrega, é muito difícil você conseguir subir o jogo. E quando você fecha essa tríade de escopo, recurso e atribuições, você já eliminou quase 70% dos problemas que acontecem em projetos mal geridos e que dão prejuízo para as empresas. E eu me comprometi com você a falar de metodologia de gestão de projeto, né? Então, agora que a gente entendeu essa tríade básica, Eu vou te falar sobre a metodologia que eu costumo usar e algumas outras que eu posso te recomendar aqui também para que você consiga estudar a partir desse vídeo. A gente usa, e é a metodologia que eu mais tenho tido sucesso no mercado digital, em todos os clientes que eu atuo, que é a metodologia que eu mesmo criei e vim refinando ela ao longo dos últimos anos, que é a metodologia REDAP. E a grande diferença dessa minha metodologia para as demais é que ela foi construída exatamente para o ambiente digital. Então quando você pega as metodologias clássicas práticas como Scrum, ela tem problemas já na trabalhista brasileira que não permitem que você tenha, cara, a mesma quantidade de reuniões programadas, porque senão quando você tomar um processo você perde em primeira instância. Eu vi vários clientes que são trabalhadores com times PJs terem problema de trabalhista, porque, cara, se você tem um PJ que entra todo dia em daily, que entra em sprint review, que tá o dia inteiro respondendo horário, cronograma, basicamente essa pessoa é um CLT. Quando essa pessoa coloca na justiça, ela ganha de imediato. Então Scrum para mim é uma metodologias que mais gera problema trabalhista entre pessoas que têm time SPJ. Por isso que eu descartei logo de cara o Scrum, principalmente quando eu comecei a empreender como gestor em outros projetos. O PMI é incrível, mas ele é muito voltado para a indústria e logística. Se você quer seguir na área de montadoras, logísticas, claro, se você fizer a certificação você vai aprender um monte de coisa legal. Mas nenhuma dessas metodologias foi explicitamente focada no digital. Tirando o Scrum, que ela é um pouco mais focada no digital, mas ela tem uma proposta que, pelos motivos que eu já falei, ela fica um pouco falha e principalmente pode te dar problemas em áreas que a grande maioria dos gestores nem passa a pensar. E o REDAP é um acrônimo de reaprendizado, estruturação, discernimento, ação e potencialização. Então, a primeira etapa, que é a etapa de reaprender, a maioria das metodologias já começam num planejamento. E o REDAP começa principalmente com os recursos digitais que a gente tem. De inteligência artificial, de histórico de projeto, de Google Drive, planilhas antigas, que é a etapa de pegar tudo isso e entender: "Cara, o que a gente fez de bom? O que a gente fez que funcionou?" É literalmente sentar na mesa com o sócio, com o expert, com o especialista, com as pessoas sênior do time, juntar essa galera num cronograma de perguntas úteis, que é o que eu ensino a montar na etapa de aprendizagem, e extrair aquilo que não funcionou no passado, aquilo que já demonstrou bons resultados, mas principalmente aquilo que vai nos dar vantagem na largada para a gente não errar no que a gente já errou. E a pergunta chave aqui é: se você juntar todo esse time, você tá ouvindo eles de verdade? Você realmente tá pegando toda essa etapa e sabendo de tudo que é possível saber antes de começar? Se você já começou a planejar suas ações antes de fazer essa etapa, em geral você começa com muitos prejuízos, muitas ilusões de competência e muitos problemas de orçamento, principalmente. Mas como que a gente faz essa etapa de aprendizagem? A gente reúne os principais líderes do projeto, projeto, em geral a gente começa com 3 perguntas básicas para começar a conversa. Quais foram os maiores erros já cometidos no passado em projetos como esse que você participou? Isso é bem importante, um detalhe que faz toda a diferença ali na hora de dialogar sobre isso. Quais foram os 10 acertos que garantem o sucesso desse projeto? É literalmente para trazer aquilo que é o óbvio, mas também aquelas coisas que vem na criatividade ou vem no contexto atual aí do teu projeto. E o que a pessoa se comprometeria a fazer de diferente? Essas 3 perguntas, quando elas são feitas para cada uma das pessoas envolvidas nessa reunião de aprendizagem, elas trazem resultados muito poderosos. E não é poderoso no sentido de uma motivação, é simplesmente a pessoa psicologicamente estar se comprometendo, estar revisando seus erros e, o primeiro de tudo, não errar de novo na mesma coisa. Sábio é aquele que aprende com o erro dos outros e aquele que aprende com os próprios erros também. Etapa de aprendizagem, para mim, é uma das que mais tem ROI escondido e que mais dá vantagem em empresas e equipes que estão aplicando. Agora, a segunda etapa é de estruturação. Agora sim você vai planejar com base nesse briefing, com base nesse kick-off bem feito, com base nesse entendimento por experiência das pessoas, pesquisas e tudo mais. Você começa a olhar o projeto em fases, é onde você começa a olhar os prazos, mapear as fases do projeto, todo projeto tem suas fases, monta um primeiro organograma, uma primeira versão de time com as habilidades, entende o orçamento necessário para cada uma das coisas que vai gastar grana E você entende quem serão os fornecedores e as ferramentas necessárias. Quando você olha para essas coisas com clareza e com calma e consequência, por isso que é um sistema de gerenciamento de projetos, o Redap, e as dúvidas que você vai ter provavelmente são dúvidas de falta de aprendizado, que aí é a experiência que vai trazer para que você, ao invés de ficar correndo atrás para saber o que tem que ser feito, você vai literalmente olhar para o que precisa ser feito e aprender aquilo que você não sabe. Por isso tem uma grande diferença de pessoas e projetos e times que têm um baita sucesso dentro dos projetos e outros têm uma coleção de fracassos. Eles estão tão ansiosos que eles não conseguem parar, respirar e aprender com a parada. Aqueles que não conseguem trabalhar aprendendo estão meramente executando. Ele tá o dia inteiro batendo cabeça, ele acorda estressado, dorme triste, ele acorda no outro dia sem saber exatamente o que fazer, senta na frente do computador sem nem ter tomado um banho. Já com café pretinho ali na frente para tentar dar um gás, quando não mistura vivância e outras coisas, e disso ele simplesmente entra num loop, sai do loop que dura meses, anos, não dá bom, turma, não dá bom. E um ponto importante aqui que você não vai prever 100% do projeto, isso é impossível, o que basicamente você vai conseguir fazer aqui é garantir que você vai ter um trabalho com menos risco, é o que geralmente separa um trabalho de um trabalho medíocre. Não é você eliminar o risco, é você mitigar os riscos e saber que eles existem. O objetivo aqui é criar margem para que você tenha manobra, é você criar segurança nas coisas que muitas vezes as pessoas fazem passar meio despercebido e que com um pouquinho mais de atenção vai fazer com que o teu negócio seja muito mais inteligente com menos esforço. Então você reaprendeu, começou a estruturar, agora a gente precisa discernir. Uma etapa que muita gente esquece. Não é porque eu coloquei na estruturação que dá no projeto. Muitas das vezes não tem budget, não tem dinheiro, não tem mais prazo para fazer tudo o que a gente queria. Discernimento é uma das etapas que também é muito ignorada, mas é uma das mais importantes, porque depois que você entende que toda estrutura vai ter que passar por um processo de ter que abdicar de alguma coisa, é basicamente você programar esse momento de abdicar, onde você vai cortar as coisas antes de levar para execução, que é a próxima etapa. Um gerente de projetos que não sabe dizer não para um time, ele é um péssimo gerente de projetos. Ele não sabe colocar pressão quando precisa e a pressão é muito positiva, Ele não sabe coordenar as coisas com ritmo quando precisa. Eu já fui muito bonzinho, turma. Inclusive, eu quero dividir uma coisa com vocês. Eu tive um chefe que um dia ele saiu para almoçar comigo e ele pediu para eu parar de ser tão bonzinho. Eu não tenho nenhum problema em falar sobre isso, tem gente que fala: "Nossa, mas imagina você como gerente de projeto, passava a mão na cabeça dos outros." Sim, meio paizão, como se a operação fosse aqueles meus protegidos e que ninguém pode tocar neles. E eu tava fazendo muito mal para o meu time. Quando eu percebi isso e eu precisei mudar muito rapidamente para que eu tentasse parar de piorar a vida das pessoas, eu entendi que a responsabilidade de tirar a pressão necessária para que saísse um bom projeto, de tirar a pressão necessária para que a pessoa conseguisse sair daquele momento muito lento de "cara, eu tenho tempo e tal". Cara, não tem, velho. A gente vai ter que fazer o melhor que a gente pode em um dia, dois dias, duas horas. E esse momento de eu stress, eu ter habilidade, eu conseguir fazer alguma coisa, "Coisa", muitas vezes saem ótimas criações, saem ótimos projetos. E eu tava tirando isso deles e quando eu percebi que eu tava tirando isso deles, eu tava envenenando o meu próprio time, tentando ser bonzinho e protegendo eles demais. E essa etapa é uma etapa que você vai decepcionar pessoas, você vai ter que cortar ideias, você vai ter que dizer não, você vai ter que desanimar alguém muitas das vezes, vai ter que colocar uma coisa em detrimento da outra. E nisso você acaba criando divisões, não tem jeito. Por isso que no meio dos projetos é muito importante você manter o ritmo das rotinas porque esses atritos vão acontecer, mas se você tem um atrito e tira as rotinas, as pessoas não se acordam de novo, elas não voltam a conversar. Então o discernimento é a diferença entre um projeto que termina no prazo e um que nunca termina. É aquele que fale antes de chegar no final, é aquele que nem dá tempo de dar errado, porque ele dá errado porque ele já nasceu falido, as pessoas não se interessam muito em recuperar ele mais porque deixaram de acreditar umas nas outras. E é isso que costuma acontecer. Então, reaprender, estruturar, discernir, a gente ainda está na terceira etapa, agora a gente vai para a quarta etapa que é onde todo mundo adora falar do ClickUp, que é onde todo mundo gosta de falar: "Nossa, olha minhas tarefas, meus dashboards com os indicadores e tal." E aqui, turma, é ação, que é onde a gente aplica mesmo. O que quer dizer? Quem, quando e como. Toda tarefa precisa ter um dono, quem é o responsável. Vou lá nos dashboards, eu vou olhar as coisas coloridas, as tags, os cards, eu vou criar visões, eu vou criar um gancho, eu vou ver isso de uma forma gerenciável. E essa também é uma etapa onde você coloca uma boa ferramenta de gestão para que ela faça toda a diferença para a tua operação. Uma ferramenta de operação deficiente vai fazer com que você tenha muito menos qualidade na análise, muito menos velocidade para entender o que está rolando, quem está fazendo o quê. ClickUp te dá em tempo real tudo que está rolando na tua empresa. Isso se estiver bem estruturado. Agora, se não está bem estruturado, você vai continuar do jeito de sempre. Isso e uma cadernetinha de pão do tiozinho da mercearia de uma cantina de bairro, não tem muita diferença. E a etapa de ação, apesar de ser muito mais simples, porque ela é o resultado das primeiras 3, é onde ela revela a capacidade do teu time realmente de entregar. E é por isso que as revisões semanais são importantes. Aquilo que eu planejei para a primeira semana, eu consegui entregar no prazo? Às vezes você fica "acima do capacity", ou seja, você não conseguiu entregar aquilo que era necessário na semana e você vai precisar ou contratar mais gente, ou apertar mais o time, ou reduzir qualidade. Manejo. Ou você literalmente vai falar: "A gente não vai fazer isso para as próximas semanas, não dá mais tempo, a gente não tem recurso para isso, não temos tamanho de time para isso. Paciência, vamos fazer o que dá e entregar o nosso melhor no tempo que a gente tem." E é onde você entende que gestão de projetos não é sorte, porque a quinta etapa depois da ação, que é a de potencialização, é: projeto está rodando, todas as tarefas estão sendo executadas e agora? O que eu faço agora? Para onde eu olho primeiro? É onde em geral o CEO às vezes acaba saindo para buscar coisa nova antes desse projeto terminar, É onde o gerente de projeto que precisa potencializar no negócio vai deixando as rotinas ficar meio frouxa. Ao invés dele garantir a análise do projeto, ele vai olhando a direção errada, ele acaba se vislumbrando com outras coisas, perdendo o foco. E a potencialização é feita com 3 recursos básicos: relatório, para que você consiga ter evidência de processo, evidência de avanço e evidência de que as pessoas estão fazendo o que deveriam; reuniões assertivas, ou seja, elas são rotinas que são curtas, focadas, com pauta definida e plano de ação. E as rotinas de feedback, que é para entender o que está funcionando com essa pessoa em específico em relação à nossa cultura, ao nosso projeto, enfim. Demitir gente no meio de um projeto é muito ruim, já passei por isso algumas vezes e, cara, é péssimo. Mas é muitas das vezes preferível cortar esse braço fora do que fazer com que todo mundo fique doente, porque isso é um ponto muito ruim O que o gerente de projeto em geral é o primeiro a enxergar: uma pessoa mal educada, uma pessoa que não corresponde, uma pessoa que não entrega, que não respeita, que não está junto, que é carregado. Então potencializar não é microgerenciar, é criar o sistema que permite que o projeto chegue ao fim com qualidade e que as coisas caminhem com excelência. Mas além do Redap tem outras metodologias que você pode gostar de aprender e que vão fazer diferença para você. Tem uma metodologia que no digital é menos usada que é a Waterfall, que é uma metodologia muito antiga e tradicional, mas ela é boa. Ela basicamente parte de planejamento, design, desenvolvimento, teste e entrega. É uma fase só, um blocão de tarefa que vai gerar essas tarefas e que a galera vai para execução. Ele não funciona quando o projeto muda com muita frequência, como por exemplo softwares que precisam de reajuste e tal. O Waterfall é muito bom para projetos mais curtos com gente sênior que sabe muito bem o que está fazendo. Aquele tipo de time que senta, sabe ali o que fazer, o que precisa ser feito, toma poucas decisões, é um template que já funciona, pau na máquina e é isso aí que a gente vai entregar. É quase aquele produto de prateleira pouco customizado dentro da empresa. Método ágil, agile, aqui criado para desenvolvimento de software, ele é muito aplicado nessas diversas áreas, estão tentando aplicar alguma metodologia, mas na grande maioria das vezes eles não estão aplicando o agile, que é ciclos curtos, como por exemplo as sprints, tá dentro da metodologia ágil, normalmente de 1 a 4 semanas, em geral 15 dias que a galera costuma trabalhar, onde o time vai entregando partes do produto e se tiver na direção certa vai para frente. A grande virada do agile é, em vez de planejar tudo e entregar no final, é que você vai entregando por E isso vai acontecendo conforme o time aprende, entende e melhora. O PMI e o PMBOK não podem ficar de fora, cara, para quem quer seguir na parte da indústria. É um instituto global de gestão de projetos, eles são muito bons, muito renomados, muito antigos também. E aí você tem os prós e contras. Você vai para um lado mais tradicional, como se fosse estudar os clássicos de projetos, eles são muito bons. Para quem busca uma certificação para algumas vagas específicas dentro do ambiente corporativo, você vai precisar ter. Mas se você vai para o ambiente digital, não recomendo fazer. Tenho vários alunos meus que fizeram e são super satisfeitos, mas você não vai ter, nas palavras dos meus alunos, aproveitamento máximo dessa metodologia aplicada para o digital. E quando a gente chega num momento como esse, que parece que a gente falou um monte de coisa, parece que a gente projeta e faz tudo, qual que é uma rotina real de um gerente de projeto? Cara, a primeira coisa é: gerente de projeto precisa ser bom em definir, lapidar e melhorar escopo. Quando eu falo definir, definir, não é definir do ponto de vista do cliente. Que em geral quem mais define o escopo do negócio vai ser o cliente que está pagando o cheque ali, que vai movimentar toda a economia do projeto ali como um todo. Mas quando a gente fala de o gerente de projeto definir, é literalmente investigar, é saber o que precisa para que depois, no segundo lugar, consiga fazer uma gestão de cronograma, em terceiro, a gestão de risco. Então na rotina real essas três coisas elas aparecem muito. E depois você vai para o quarto ponto onde comunicação com os envolvidos precisa acontecer de um jeito muito bem, não adianta nada gerente de projeto que define o escopo e depois abandona ou para abrir outros projetos, tem empresa que está abrindo mais projetos do que consegue entregar. E em quinto lugar, que conecta com todos os outros para garantir que o negócio está andando, é fazer monitoramento e controle. Por isso que eu gosto muito da metodologia RedApp, porque ela está muito amparada nesses conceitos básicos de qualquer dia a dia de gerente de projeto. E tem muita gente que quer ingressar numa área de projetos E a área de projetos, turma, não é uma área que alguém vai apostar em você para entrar na grande maioria das vezes. Se você não tem uma certificação, se você não tem uma comunidade, se você não tem uma experiência, se você não investiu em si primeiro, é muito difícil que um dono de empresa tire a garantia que ele tem dele mesmo tocar o negócio para colocar alguém que é júnior, que não é treinado. Então desenvolva habilidade antes de querer o cargo. Essa é a principal dica que eu tenho para você que quer ingressar numa área e começar a desenvolver. Comece a olhar do ponto de vista de projeto tudo que você faz, estude ferramentas por conta própria, isso vai te ajudar muito em qualquer projeto que você está participando. Esteja aí antenado às metodologias para que você consiga se desenvolver como profissional, ter treinamentos bons, para que quando você sente numa mesa e vá conversar você consiga principalmente fazer a coisa mais básica de um gerente de projeto, que é saber fazer pergunta, ouvir, anotar e transformar isso num bom material de projeto. E para isso, para que você consiga documentar e transformar terceiro ponto que eu vou deixar aqui também é que você precisa aprender sobre as ferramentas. Não basta, meu amigo, não basta querer ter um Excel bonito, não basta querer ter bons e-mails escritos se você não tem um lugar onde as pessoas consigam visualizar o projeto. O gerente de projetos faz uma coisa muito difícil, que é pegar uma tela em branco, pegar uma ideia e lapidar e começar a dar forma nela. E a nossa tela de arte É uma ferramenta de gestão, é onde as pessoas conseguem entender as cores, as nuances, os prazos, escopos, recursos, atribuições, as texturas desse projeto. E essas coisas todas se misturam e geram essas emoções boas ou ruins que vão apontar muitas das vezes para as métricas que a gente consegue atingir. Pessoas desanimadas em geral não geram bons resultados e pessoas extremamente estressadas, confusas e ansiosas não vão conseguir trabalhar na sua melhor performance. E a ferramenta de gestão consegue ser a cola que junta tudo isso, principalmente, e nem que seja, para saber que o projeto tá uma porcaria e ele precisa ser revisado. A gestão de projetos é uma das habilidades mais transformadoras que qualquer profissional pode aprender. Empresas pagam caro para pessoas que conseguem reduzir os incêndios e fazer com que as pessoas trabalhem melhor. Se você quiser ir mais a fundo e se você quiser implementar na prática, na tua empresa, no teu projeto, gestão de projetos, esse vídeo literalmente é um convite para você fazer um diagnóstico gratuito aqui com a nossa empresa. A gente vai entender a tua empresa, entender o teu momento, o teu projeto. E se você tá com dificuldade para fazer algumas dessas coisas que a gente falou aqui, eu te convido a clicar no link que vai estar aqui embaixo, agendar uma reunião com a gente e conversar com o nosso time para saber como a gente pode te ajudar. Te vejo em breve, bons projetos para você!
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