Como arruinar a sua empresa digital (RÁPIDO)

Thiago Rodrigues lista as formas mais rápidas de quebrar uma empresa digital: metas mal definidas, falta de checkpoints, tentar fazer tudo sozinho, e drenar o caixa. Um aluno faturou R$1.2M no primeiro lançamento e ainda assim correu risco ao ignorar essas regras básicas.
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Cerca de R$1.200.000
R$28.000
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Fala galera, aqui é o Thiago. Nesse vídeo eu quero conversar com vocês sobre motivos que leva uma empresa digital não dar certo e que muita gente não se dá conta. E eu vejo essas coisas acontecendo com alunos meus, amigos, clientes, pessoas que estão em masterminds caros junto comigo muitas das vezes, e eu vou dividir com você aqui na íntegra um pouco desses assuntos e essas motivações para que você consiga contornar e evitar, obviamente, esses problemas. E o primeiro motivo é a meta te puxa ou te empurra? Toda vez que a gente define uma coisa na nossa vida, seja emagrecimento, seja ganhar dinheiro ou começar uma empresa, a gente precisa pensar numa meta. E essa meta não é só pelo número, só pelo faturamento. Você pode ter vários tipos de meta aí dentro do teu ambiente, dentro do teu comportamento, dentro daquilo que você tem como objetivo de vida muitas das vezes. Só que o grande problema é que a meta ou ela te puxa ou ela te empurra. E o erro na hora de colocar a meta é, quando você coloca metas demais e você coloca uma meta realmente muito longe, muito abstrata e você tem a fantasia de que aquilo vai ser mais fácil, tem até um estudo que fala muito sobre essa questão de metas, que é muito mais fácil você mudar o mundo do que mudar sua família ou seu bairro, é muito mais fácil você mudar o mundo do que consertar uma pracinha aí que de repente é vizinha da sua casa. Então, Eu faço essa provocação e trago isso pra vocês porque o meu grande erro no começo da minha carreira foi querer ter colocado os metas demais e ter objetivos demais, faturamento demais, e óbvio que a gente tem que atirar longe, a gente tem que mirar na lua, como dizem os grandes empreendedores por aí, Mas o grande ponto é, progresso é melhor que perfeição. Então quando você tá olhando a tua carreira, principalmente no início, tome muito cuidado com a meta. Progresso é melhor que perfeição. Então quando a gente vê essa questão da meta e entende que ela te puxa ou te empurra, é porque é muito fácil a gente justificar os dois cenários. Quando a gente cria uma meta muito fácil, ou a gente atinge ela rápido, ou não tem aquela provocação, não tem aquele desconforto de querer bater a meta por até uma questão pessoal, uma questão de faturamento a mais, ou você cai naquela questão, ah, mesmo se eu bater não vai resolver o meu problema. A gente tem um pouco esse gráfico, digamos assim, de ter uma meta muito simples e acabar desistindo dela por achar que é fácil demais bater e ficar desengajado, ou uma meta grande demais que você justifica muito fácil, porque é uma meta que, afinal de contas, é impossível de ser atingida. Então, quando você estabelece progressos, checkpoints, e olha pra meta de um jeito como se ela te empurrasse ou te puxasse, vai ter um meio do caminho que essa meta ela vai nem ser tão grande pra não gerar um stress desnecessário, e nem ser tão pequena pra que ela seja muito fácil de bater e você justifique que aquilo já não faz mais sentido. Então, quando você for estabelecer uma meta para sua empresa ou projeto, pense em progressos, não bote uma meta só. Coloque uma meta mínima, uma meta boa e uma meta máxima, olhe nessa direção, mas faça uma engenharia reversa de etapas, de fase, onde você entende que tá tudo bem, talvez não faturar o quanto você gostaria no primeiro mês, no segundo mês, mas que se você conseguir certa estrutura, certas definições de processos, contratar mais uma pessoa no meio do caminho, Você vai tendo esses checkpoints e dentro do teu plano essa engenharia reversa vai te dando sustentação de motivação, de disciplina, de conhecimento e até entender se o teu projeto tá andando na direção correta ou não. Se a tua empresa vai andar na direção correta ou não. Uma empresa se faz de vários projetos, então quando você pega isso na visão de projeto vai fazer muito sentido pra você desdobrar, pra você metrificar, pra você conseguir ir passo a passo na direção certa, porque esse é o ponto mais importante. E já encaixando com isso, eu tenho um outro ponto que eu acho que me prejudicou demais, assim, hoje eu olho pra trás e eu penso, cara, se eu tivesse mudado só isso, talvez eu teria sido muito mais feliz, teria tido muito mais assertividade. Que foi o ponto, o meu erro de não ter pensado em carreira desde o início. Fui passar a pensar em carreira especificamente como dono de negócio, depois de dois anos, dois anos e meio. Porque qual que é o problema de você não pensar em carreira? É que justamente você não tá pensando na progressão das suas habilidades, você tá apagando o seu incêndio, você tá olhando pro curto prazo, você tá olhando apenas o que você tem que fazer hoje e dizem por aí que os empresários são os que resolvem problemas e tal. Sim, tudo bem, mas... Quais habilidades eu vou me tornar bom e resolver quais problemas? Porque você tem que pensar também numa visão de complementariedade. Quando a gente fala de carreira para o empreendedor, para o empresário, não é para a gente aprender projetos, ou finanças, ou gestão, ou tráfego pago, ou finanças. Enfim, qualquer uma das habilidades que a gente queira aprender, só para a gente ir lá e resolver um problema. Não, é para a gente criar casca, para a gente crescer numa direção, potencializar nossas habilidades e contratar gente na nossa empresa, conforme o tempo passa, que nos complementem. Então, Eu acredito muito nessa visão de complementaridade de uma empresa, porque se não for assim, você sempre vai ser um empreendedor medíocre, um empresário medíocre. Eu tô falando isso, gente. Não é pra querer julgar ninguém, mas é porque eu acho que esse é o maior erro dos meus alunos quando eles querem fazer de tudo um pouco. Então... Se você tá se vendo nesse cenário, meu amigo, passou da hora já de começar a corrigir, abrir mão muitas das vezes de um pouco de lucro, de um prolabore mais caro, de querer ganhar todo o dinheiro e ficar com a maior parte da fatia, é necessário dividir pra multiplicar. Então quando você tem essa visão pro teu negócio, pro teu empreendedorismo, pra tua empresa, pro teu projeto, é o único jeito de fazer crescer, porque seu tempo é limitado, seus braços são limitados, sua força e sua inteligência é limitada. Então essa visão de complementariedade, essa provocação de complementariedade, ela vem justamente porque se você fez tudo que você fez até agora e não chegou onde você queria, talvez você vai ter que mudar a rota. Então nessa de mudar a rota, eu acredito muito que quando a gente se soma com outras inteligências, mais braço, Mesmo que eu tenha que, no curto prazo, abrir mão, é o jeito mais rápido de crescer, por mais contra-intuitivo que às vezes pareça. Porque me lembra muito uma frase do Murilo Gans que ela tem um paralelo interessante de focar é abdicar, abdicar é perder e perder é ganhar. Que é justamente quando você foca numa direção de tanto a questão do quanto você quer crescer para um determinado lado, às vezes você perde no curto prazo. Às vezes você vai ter que focar num negócio e deixar um entulho ao teu redor se juntar, porque você não vai conseguir estar organizando tudo ao mesmo tempo que você executa. Ou algumas relações que você tem, elas vão precisar ficar um pouco mais distantes para que você consiga chegar onde você quer. E tá tudo bem, você tem claro onde você quer chegar, onde você quer de fato empreender, onde você quer de fato desenvolver, e aí você junta pessoas que se complementam junto com você, com a tua visão, com o teu entendimento de crescimento, com quanto cada um quer ganhar, monta um plano, monta projetos e com isso você pensa na tua carreira pra que você consiga pensar em complementariedade, pra que você consiga pensar em como bater a meta mais rápido. Essas coisas são todas interligadas e não tem como você querer resolver uma sem querer resolver a outra. É aí que tá o problema. E o outro grande ponto de não pensar em carreira é que aí qualquer curso funciona, qualquer método que você aprende aí de gestão vai funcionar, qualquer cursinho meia boca vai resolver, porque você não tá focado em carreira, você tá pensando só em resolver o problema de curto prazo. E eu entendo, gente, cara, quando você tá vendo o faturamento apertar, quando você tá devendo imposto, quando você tá com dívida de banco, eu já passei por todos esses problemas aqui que eu tô citando pra vocês e muitos outros. Então, quando você tá no vermelho, onde você mais tende a entrar em desespero. Então, ao mesmo tempo, é um movimento que eu acho que mais tem que se olhar a carreira, porque a carreira tem a ver com habilidade e a tua habilidade tá completamente ligado com a capacidade que você tem de resolver problema. E aí vem a visão de complementariedade mais uma vez. Eu resolvo o problema ou se eu dividir o que eu tenho, se Fizer uma proposta, se eu fizer um negócio com alguém que é melhor do que eu, será que eu não resolvo mais rápido e eu consigo continuar de repente trazendo mais clientes, enfim. eu... O grande ponto é, todo mundo precisa de sócios, todo mundo precisa de complementariedade, todo mundo precisa de fato abrir mão pra crescer. Então... Essa questão de controle é bem importante porque ela parte da carreira e desdobra em um monte de outros pontos, porque se você não se complementar, se você não pensar justamente na tua carreira no sentido de olhar para habilidade que você tem ou que não tem, vai ser muito mais difícil você crescer. Ou, às vezes, o pior acontece. Você até cresce, mas você gerencia tão mal o crescimento que você tem grandes prejuízos. A grande maioria das pessoas que começaram comigo no ambiente digital, vários deles tiveram um sucesso muito maior do que eu no curto prazo. Eles tiveram muito mais felicidade de faturamento da empresa no curto prazo. Eu olhava para os lados e até não entendia o que estava acontecendo, como é que a galera estava crescendo tão rápido e tal. E eu, no meu resultado, o que muitas vezes era um resultado medíocre, ou muito abaixo até mesmo do que eu mesmo queria. E eu olhava e falava, cara, o que eu tô fazendo de errado? Não com olhar de inveja, mas pra querer entender e aprender. Até nos masterminds mesmo a galera falava, velho, a gente tá fazendo isso, isso e isso. Então eu tentava aprender, aplicar e tudo mais. E aí com isso fui fazendo aí o meu negócio e tudo mais. Mas o que mais me incomodava é que muitas das vezes eu via a galera vendendo muito e vender era o pior pesadelo. Vender era o maior problema. Vender demais sem ter o mínimo estruturado fazia a vida muito mais infeliz. Eu ouvi várias vezes, não foi uma nem duas, a galera falar velho, eu trocava esse dinheiro que eu ganhava mais por um pouco mais de paz. Eu trocaria fácil esse dinheiro que eu ganhei aqui com mais alunos, mais fama, mais seguidores, por um pouco mais de tranquilidade na minha operação. Dentro desse cenário, tudo que a gente falou até agora e o que a gente vai conversar aqui com vocês, são motivos que levam a empresa a falir. Essa falta de complementariedade, essa falta de carreira, essa falta de pensar em projetos, essa falta de entender a meta errada. Por isso que essas coisas vão se complementando ao longo do caminho. E um ponto mais importante que eu diria sobre essa questão de estruturar o teu crescimento, é justamente quando você se estrutura, você se entende, você consegue abraçar essas bênçãos que muitas vezes vêm, para a tua vida, mas você tem que conseguir aguentar, segurar a bronca, porque mais dinheiro, mais funcionário, mais parceiro, mais sócio, mais aluno é mais responsabilidade e mais responsabilidade vai exigir muito mais musculatura. E essa musculatura você só ganha quando você olha para esses pontos que a gente falou anteriormente. E existe um erro maior que todos esses outros que eu falei pra vocês, que é quando a empresa cresce, o faturamento cresce, o aluno cresce, mas tem um ponto muito importante que é não saber gerenciar o financeiro da empresa. E aí a pessoa cai no lance de tirar todo o dinheiro da empresa. Eu vou citar um caso rápido que eu lembro que... Aconteceu com um aluno meu, inclusive, ele faturou mais ou menos R$1.200.000 no primeiro lançamento, investindo R$28.000. Tinha uma demanda reprimida, tinha várias questões ali de mercado que propiciaram, ele foi no meio da pandemia e tudo mais. Então, propiciaram ele esse resultado, ele não tinha estrutura, se emocionou e ele tirou, ele era só 70% na época, ele tava num negócio super lucrativo pra ele. E ele pegou todo esse dinheiro e comprou uma casa, ele mobilizou ali 86% do patrimônio dele na época nessa casa. Resumindo, seis meses depois ele não conseguiu nem terminar a obra, teve que devolver a casa perdendo ali quase 40% do valor de imóvel, porque ou ele passava a dívida ou ele ia ficar com a dívida e o banco ia tomar. Então assim, empreender não é fácil. E quando você não entende que empresa rica gera um dono rico e o contrário não dá, essa falta de maturidade faz com que você muitas vezes cresça muito rápido E mais do que cresce, você vai pro chão, você vai pra um buraco, muitas das vezes, que é muito mais difícil de você sair. Então, deixa a tua empresa rica, deixa o caixa rico, deixa às vezes até os teus alunos ricos, porque isso vai fazer com que você tenha perpetuidade no mercado, vai fazer com que você continue no mercado. E todo esse manejo financeiro, se você não tem essa habilidade, mais uma vez, faz uma sociedade, contrata, investe, paga alguém pra gerenciar o teu dinheiro. Gerenciar o dinheiro é uma das coisas mais importantes num projeto de uma empresa. Então, recomendo sim que quem quer gerenciar vai ter que entender um pouco de finanças, vai ter que entender pelo menos o básico de um fluxo de caixa e é um assunto que muitas das vezes não é o que dá mais ânimo de estudar, de aprender, de entender, mas aí vem aquela fase do adulto, da gente fazer o que é importante para o negócio e não só o que a gente quer. Isso é maturidade, isso é musculatura de negócio e mais do que isso é o que faz a tua empresa parar de pé. Empresa rica, dono rico. O contrário não acontece. Não adianta você ser rico na PF, que as suas empresas estão sempre com dificuldade para pagar funcionário, dificuldade para contratar gente, dificuldade para pagar imposto, dificuldade para fechar o mês. Não adianta ter um prolabore riquíssimo, onde 80% da fatia do faturamento vai para uma pessoa só. Então, todos esses pontos que eu falei aqui com vocês nessa conversa, eles linkam no teu sucesso ou no teu fracasso dentro do ambiente digital, dentro de uma empresa digital, que é muito similar a qualquer outro tipo de empresa, porque aí transcende a internet. Esses cuidados, esse carinho, esse zelo por cada um dos pontos aqui, ele é muito importante. E se você se conectou com alguma das coisas que eu falei aqui, principalmente no âmbito de carreira, pensar e planejar, estruturar, você como empreendedor, você como empresário, você como dono de negócio, você como gerente de projeto, você como... profissional de marketing da internet que nos acompanha aqui. Se você gostou desse ponto sobre carreira e quer entender mais, eu vou deixar um vídeo aqui do lado que a gente fez, que eu levei quase um ano pra montar toda a ideia desse vídeo, pra gente explorar com vocês e dividir com vocês como você pode planejar sua carreira intencionalmente e estrategicamente aí na internet. Porque a internet não tem regras, então assiste esse vídeo pra você sair na frente de muita gente.
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