Como treinar e engajar a equipe no uso do ClickUp

Palestra (live) de Thiago Rodrigues sobre adoção e engajamento de equipes em ferramentas de gestão (ex.: ClickUp). Aborda causas do baixo uso (resistência à mudança, discurso equivocado, uso opcional, dependência de WhatsApp), recomendações práticas (mostrar benefício para a equipe, gravar tutoriais/FAQ, monitorar notificações e status, centralizar comunicação) e posturas de liderança necessárias (dar exemplo, direcionar, cobrar com empatia).
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Quem aqui já sofreu com a falta de engajamento das pessoas no software de gestão? Isso pode ser o Trello, pode ser o ClickUp, não importa a ferramenta, mas quando você lida com pessoas você precisa entender que cada um tem um hit, cada um tem uma forma de aprendizagem, cada um tem uma sequência que pra ele é mais ideal de aprendizagem, então é um desafio sim você engajar toda a equipe. Porém, existem caminhos, formas e técnicas, que é o que eu vou mostrar aqui pra vocês hoje, pra que vocês evitem coisas do tipo... Você coloca as coisas no ClickUp e as pessoas não atualizam os status. Você coloca as coisas e as pessoas continuam te perguntando pelo WhatsApp. Você precisa ir lá e mandar o link pra fulaninha de Twitter. do que tem que fazer. Então, onde começa onde termina a sua responsabilidade é mais importante do que isso. Como é que você, como líder, independente do cargo que você tenha, você consegue facilitar esse caminho pegando o aspecto de aprendizagem da equipe e também pegando o aspecto de, será que essa pessoa, ela já não passou da forçação de barra de não usar? E aí, o que eu faço com isso? Então a gente vai pegar todos esses temas hoje, porque são temas que, quando não são tratados, lidados e eles não são observados da melhor maneira, o bolo só cresce. E o que tende a acontecer é que o gerente de projeto fica mais sobrecarregado, o método de gestão não funciona ou não funciona como deveria, e acaba que todo mundo volta a estar casado. E aí imagina o seguinte, tem o teu tempo e o do CEO, de repente, pra decidir o software. Aí já gastou-se um tempo. Tem um tempo pra treinar a equipe uma vez. Mais tempo. E aí tem Tempo, por exemplo, de colocar as tarefas ou migrar de uma ferramenta pra outra. Mais um tempo. Vamos colocar aí, no mínimo, 10, 15 dias pra que esse período aconteça e você consiga implementar uma ferramenta minimamente lá. Quem aqui gostaria de perder 15 dias? Ninguém. E aí qual que é o problema de você perder 15 dias? É porque 15 dias dentro de um perpetual lançamento é um mês de vida real. E eu vou fazer um cálculo bem de padaria. Quanto custa a hora do CEO, quanto custa a sua hora, quanto custa a hora do projeto que não tá faturando muitas das vezes, dependendo do jeito que vocês fazem essa transição. Então não é, ah, eu vou ter que parar e seguir o que o Thiago tá falando, eu vou parar e aí eu vou implementar. Não, você implementa, vê resultado e implementa mais coisas. O ideal do processo, e por que eu recomendo isso? Justamente pra evitar o problema de baixo engajamento, que é o quê? Você implementar muita coisa de uma vez, e as pessoas não conseguirem acompanhar. Não funciona e é por isso que muita gente não implementa a gestão porque acha que vai ter que parar e é muito pelo contrário, você não deveria parar. Porque se você para, você para de faturar, as pessoas ficam confusas. Durante esse processo você tenta colocar um blocão de atividade e aí ninguém engaja e causa mais confusão do que resultado. Quais são os problemas mais comuns que fazem com que a equipe desengaje? Primeiro, elas não enxergam um benefício na ferramenta. E sabe qual que é um discurso comum? Vocês não podem errar nisso. Vamos implementar um software de gestão porque teremos mais produtividade, teremos mais controle. Isso é o que o gerente fala. E aí, isso, na visão de vocês, é ótimo. É ótimo vocês controlarem melhor os colaboradores, o tempo, as demandas. Só que sabe como muitas das vezes as pessoas recebem isso? Primeira coisa, iiiih, lá vem, agora vai ficar me sondando. Iiiih, fud... Agora vou ficar querendo botar ordem em tudo que eu faço aqui. Quando a gente lida com PJ, isso tende a ser uma cerejinha do bolo até um pouco maior. Porque a pessoa que vai olhar de fora, ela vai entender isso. E aí vem a questão da resistência à mudança, mas também é mais importante. Mostrem que o principal beneficiado, ou os principais beneficiados, na hora de colocar a ferramenta, são eles. São eles. Toda vez que eu vou apresentar alguma coisa, o benefício não é pra mim. Não é porque eu quero controlar melhor, não é porque eu quero ver mais da vida de ninguém, não. Gente, se a gente tiver os processos aqui bem colocados, sabe o que vai acontecer? A gente consegue delegar melhor, a gente consegue evitar reunião, a gente consegue, por exemplo, ter mais clareza na comunicação, as coisas se perdem menos, a gente sai do WhatsApp e centraliza as coisas pra que quando, por exemplo, tiver uma reunião, todo mundo saia sabendo o que vai acontecer. Então quando você não tem esse tipo de coisa, e o discurso é a gente vai implementar um software de gestão pra organizar, pra manter mais produtivo. Cara, você tá sendo muito fraco, você não tá sendo incisivo. Você tá sendo muito fraco. Então, o ponto mais importante pra que vocês entendam é o seguinte, quando você for colocar a ferramenta de gestão, a primeira coisa que você tem que se preocupar é como eu faço a minha equipe enxergar benefício na ferramenta. Não é você nem o senhor enxergar benefício, é a equipe. Porque quem usa o ClickUp é a equipe. Quem faz a empresa rodar é a equipe. Quem faz o ecossistema funcionar e acontecer é a equipe. Talvez um dia tenha sido só o dono da empresa, não é mais. Ele nem consegue mais dar conta quando o negócio cresce. Então, a dependência da equipe Vou dar um exemplo para vocês. Dependendo da empresa que você trabalha, você vai ter pessoas muito diferentes em termos de idade. E aí você já tem um desafio que também é uma oportunidade, que é o quê? A motivação de um cara de 18 a 25 é uma. A motivação disso de perder tempo de um cara de 35 a 40 é outra. Se você chegar e falar para um cara, numa reunião geral, a gente vai ganhar tempo e vai dar para passar mais tempo com a família. O cara de 18 anos vai lá falar, Ah, aqui família o quê? Eu quero é estourar de ganhar dinheiro. Minha família tá lá, tá tudo certo, né? Então assim, qual que é o ponto mais importante que vocês têm que entender aqui? A equipe não pode encarar também como se fosse mais uma coisa de gestão que não tem benefício pra eles. Isso acontece muito, pode parecer assim, é natural. Não, mas se a gente ficar mais organizado, vai trabalhar melhor. Cara, não é claro pra todo mundo. O cara que é PJ, sabe qual que é a primeira coisa que ele vai pensar? Ih, menos horas pra eu prestar serviço pros outros. Agora, vamos exigir mais coisas. Quando na verdade não. Só que isso tá claro pra você. Será que tá claro pra equipe? Principalmente pros PJs? Tá claro pra ele que não é uma coisa a mais, que na verdade cês tão colocando isso pra que ele trabalhe de forma mais inteligente. Cê sabe uma coisa que eu gosto muito de usar? Cê vai ganhar previsibilidade no seu trabalho. Isso é música pro... Eu vou te dar mais previsibilidade e aí se você tiver mais de um projeto rodando ao mesmo tempo, cuidado com esse discurso, tá? Não tô falando pra incentivar que o cara tenha mais de um projeto ao mesmo tempo, porque muita gente não dá conta que mais de um projeto ao mesmo tempo. Mas aqueles que tem, aí você vai avaliar a comunicação aí. Cara, você vai ter mais previsibilidade, você vai trabalhar de uma forma mais confortável. E tudo isso que eu tô batendo, gente, Não é nem um pouco sexy. Dá trabalho. Parabéns pra quem tá tendo interesse nisso. Sabe por quê? Porque vocês vão aumentar a produtividade de vocês em meses. Porque a grande maioria das pessoas não se importam com a equipe nesse nível de detalhe. Ah, decidiu, pronto, agora a equipe tem que engolir isso. Não, não é por aí que a equipe... Se a equipe não usar, você tá fudido. Não vai resolver. E aí, o terceiro ponto mais importante aqui que faz a equipe desengajar no uso da ferramenta é colocar como opcional. Ó, gente, tem um ClickUp lá e... Vamos usar. É legal. Vai ser bom. E aí? E por que que geralmente eu recomendo que junto com o ClickUp, vocês pensem onde que vai ser o canal de conversa de vocês. E aí, não usem o WhatsApp como ferramenta de conversa. Saia do WhatsApp. É minha recomendação nem que você vá para o Telegram para ter conversa do dia a dia. Você precisa sair e mostrar para as pessoas que, ó, a gente vai sair do WhatsApp, isso vai ser no Telegram e isso vai ser lá no ClickUp. A partir de agora, as coisas vão mudar por aqui. E o que eu quero recomendar para vocês, que vocês tenham como script mental, é por que que estamos saindo do WhatsApp, para onde vamos e por quê? Essa é a primeira coisa. Ou se vai continuar no WhatsApp, O que é permitido no Whatsapp e o que não é permitido no Whatsapp. Coisas que vocês não devem permitir no Whatsapp. Primeiro, delegar tarefas. Segundo, lembrete de data. Ah, lembra que amanhã tem reunião. Não, eu não vou lembrar nada. Tá no ClickUp? Tem até uma figurinha aqui, um meme que eu postei lá no grupo do alunos, que é, já tá no ClickUp? Se não tá no ClickUp, cara... Não é isso. Pra que que serve um grupo de conversa? WhatsApp, Telegram, aí você vai decidir. Qual que é a função? Amadurecer as ideias. Se não foi feito na reunião, se precisa debater coisas, aí tudo bem você usar ali. Você pode usar o Slack, você pode usar o chat no ClickUp, que é uma coisa que eu recomendo também, se quem quiser centralizar tudo. Mas evita ficar no WhatsApp, por quê? Tem uma outra coisa que atrapalha, cara. que é o trabalho ficar invadindo a vida pessoal da pessoa, e sabe o que acaba acontecendo? A pessoa às vezes se cansa do trabalho porque ela não consegue desconectar em momento nenhum. Aí você pode pensar, ah, mas se a galera não desconectar nunca, ponto pra empresa, todo mundo vai estar respondendo o tempo todo. Só que o que adianta? O cara tá o tempo todo ali e ele não conseguir descansar, ele produzir pouco, produzir mal. O que adianta você não dar uma oportunidade pra que ele estabeleça uma rotina mais saudável pra ele, e aí vem a questão da liderança e você ser incisivo, E aí hoje eu tava falando sobre esse livro aqui ó, Empatia Assertiva. Como ser um líder incisivo sem perder a humanidade. Como que você pode ser incisivo sem perder a humanidade? Cara, as pessoas precisam gostar de trabalhar com você. Se as pessoas não gostam de trabalhar, elas vão te abandonar. Então assim, o que tem a ver a ferramenta? Olha a profundidade das coisas que a ferramenta ajuda a resolver. Você tira da vida pessoal, da pessoa, o trabalho. E ela consegue naturalmente se organizar melhor, separa um pouco as coisas. E quando ela tá no trabalho, ela tá no trabalho. Quando ela tá descansando, ela tá descansando. E cara, Bom, as pessoas precisam disso. E aí, quando você coloca como opcional, é você continuar dando trela, você como gerente de projeto, vocês são culpados por isso, você passar pano e não perceber que tá errado usar o WhatsApp ou o Telegram do jeito que tá sendo usado. Você não ser incisivo nesse momento e mais do que ser incisivo é não direcionar. E aí agora, vocês vão olhar no ClickUp primeiro, pra identificar quem tá usando e quem não tá usando. E aí eu também vou dar um passo a passo pra que quando vocês forem implementar na empresa de vocês, vocês tenham isso como mínimo. Se vocês não têm dentro do space de vocês marketing, os setores aqui, os processos mapeados. Aqui tem poucos, tem mais nas outras contas minhas, mas se não tem os tutoriais aqui, como ver notificações? Grava. Como ver as minhas tarefas? Grava. Como tal coisa. Cara, é isso. E aí vocês lembram o seguinte, o recap é tão Foda, na minha opinião, minha humilde opinião, você vem aqui, cria uma tarefa, eu até personalizei aqui os meus status, status aqui dentro da pasta de processo, eu tenho aqui ó, processo em andamento, que é os processos que eu tô construindo, processo em revisão, processos reprovados, nem todos os processos que vocês forem criar vão ser bons, processos prontos e processos abandonados, isso aqui é padrão, tá? Padrão, meu. E aí, Aqui dentro eu tenho. Tutorial em vídeo nos comentários. Aqui a Giovanna que trabalhava comigo e aqui tá o tutorial. Como adicionar a postagem no ClickUp e enviar pra aprovação. Tá aqui. Deixa eu ver quanto tempo eu levei pra fazer isso. Três minutos. Três minutos e quatro segundos. Esse foi o tempo que eu levei. E sabe qual que é o benefício? Quando você vai fazer o onboarding de novo colaborador, você não vai delegar pra ele, ó. Não vai dar um treinamento inteiro pra ele. Ó, entra lá. Agora, essa semana, tivemos uma pessoa nova de tráfego que entrou na nossa equipe. Primeira coisa, o onboarding pra dar uma visão geral do projeto e agora, ó, vai lá na pasta de processos e assiste os tutoriais. Eu ensino a arrumar o Telegram, eu ensino a arrumar o ClickUp, eu ensino a rotina diária, tudo que precisa tá lá. Eu precisei fazer isso uma vez. E uma coisa que eu aprendi com o Victor Damasio é faça pela última vez. Isso aqui é fazer pela última vez. Então, se você não tem isso aqui, se você não cria o teu próprio FAQ de uso da ferramenta, você sempre vai sofrer com baixo engajamento. Porque se a pessoa não engaja, ela tem um motivo. E aí agora, o que eu quero passar aqui pra vocês? Como que a gente descobre se a pessoa tá usando ou não o ClickUp? Tem algumas formas, eu vou falar da primeira. Aqui ó, partinho gestão interna. Isso aqui ó, se as pessoas não estão limpando as notificações e tem muitas tarefas atrasadas, significa que elas não estão usando direito. E aí qual que é o problema? Eu vou lá e vou investigar. Putz, na verdade isso aqui tá tudo pronto. Essas oito aqui do Thiago, por exemplo. Só que ele não tá alterando os status. Aí eu vou lá na pasta de processo, gravo um tutorial de como dar os status, e aí vocês fazem a parte mais importante, que é liderar. E o que é liderar? Você dá um direcionamento pra pessoa pra resolver aquele problema. Porque se vocês acharem que a pessoa vai por conta própria, procurar, descobrir, desbravar, em geral ela não vai fazer. Raríssimos as pessoas que fazem isso. Então, se vocês não tiverem ferramentas pra observar se as pessoas estão usando ou não, o que vai acontecer? Elas vão falar pra você, ah, tô usando. Ou você vai sentir sintomas, e não vai saber qual que é o problema. Mas qual que é a questão principal? Se o cara entra e não limpa nunca a notificação, geralmente ele não tá vendo as notificações direito. E aí tem que ir lá. E aí o gerente de projeto vira uma babá. E aí, tá mudando os estados? E aí, tá entrando no ClickUp? E aí, você viu que tem atividade lá? Então você não gerencia o processo, você gerencia a pessoa. Isso é um problema quando você tem que gerenciar demais a pessoa. E aí eu quero falar num ponto aqui que dói, dói bastante no ego de alguns, no coraçãozinho, que é o quê? Como é que você quer cobrar uma coisa que você não faz? Como é que você vai cobrar dos seus colaboradores uma coisa que talvez nem você faça? Talvez você não tenha rotina, talvez você não use o clicape direito, talvez você não tenha estruturado o método, talvez você não tenha dado treinamento. Isso é uma cobrança forte pra gente, porque eu sei que todo mundo aqui trabalha muito, Quem aqui trabalha pouco? Quem aqui tá com tempo sobrando pra ir pra praia? Ou assim, quem quer ter mais tempo sobrando justamente pra essas questões, qual que é o passo mais importante? Cara, eu preciso manjar, eu preciso entender. Parabéns pra vocês que estão querendo aprender a acelerar esse processo, porque tudo que eu tô falando aqui, cara, eu demorei, vou pro meu sexto ano agora de Marte Digital. E aí agora, qual que é o... E aí eu pergunto pra vocês, qual que é o teu próximo passo? Sabendo tudo que eu falei aqui, qual que é o teu próximo passo dentro de tudo que eu falei? Engajar equipe, treinar equipe, motivar equipe, qual que é o próximo passo de vocês? E eu jogo essa reflexão Por que? Eu olho pro ClickUp hoje e aí eu falo pra vocês que a palavra convence e o exemplo arrasta. Se eu chegasse pra vocês, e olha que doideira, eu fui apresentado agora no evento com a maior especialidade de ClickUp do Brasil, porque antes de me contratarem, o pessoal fez uma puta pesquisa de mercado pra saber se eu seria a pessoa ideal. Fui no evento, tá lá no meu feed no Instagram. Essa foto aqui pra mim, cara, é um marco na minha vida. Poder apresentar o que a gente tá apresentando pra melhorar a gestão pública. E a gente só tá fazendo isso porque toda vez que eu entro no ClickUp eu falo, beleza, qual que é o próximo passo? O que que vem agora? Cara, eu tô sempre contente, mas nunca satisfeito. Eu vou olhar pro aplicável, cara, como é que eu vou fazer 10 vezes melhor isso aqui? O Golf tinha uma frase que eu modifiquei lá pra mim, que era, como é que eu faço 10 anos em 1? E aí, como é que eu faço 10 vezes mais resultados com uma única ação? Só que se você se acomodar, se você parar pra não pensar nisso, se você pensar, não, putz, já me apresentaram lá como uma referência, e eu tô muito contente. Grato. Pra caralho com isso. Muito grato. Mas não tô satisfeito. E não é pelo dinheiro, mas é porque eu sei que esses desafios... Cara, eu tô com 25 anos. E não importa muita idade de vocês, nesse sentido, porque o lema da nossa escola de produtividade que a gente tinha era sempre é tempo de mudar. Eu tinha aluno com 58 anos, que era do aposentado do Corpo de Bombeiros, que tava empreendendo. E era meu aluno. Isso antes da pandemia, que eu tava no nicho de desenvolvimento pessoal, trabalhando com isso. Então, assim, se vocês se acomodarem... Thiago, você tá falando tudo isso, o lance da live é como treinar e engajar a equipe. Vocês acham que dá pra liderar equipe se você não tá pensando no próximo passo? Sinto muito. Vocês acham que dá pra gerenciar se você não tá pensando no próximo passo? E eu quero passar uma reflexão pra vocês que tem momento na vida que é pra você crescer e tem momento que é pra você endurecer. O que eu aprendi disso não é mérito meu, a reflexão é mais uma vez desse livro aqui. Cara, às vezes você tem que trazer coisa nova pra tua vida. Às vezes é o momento de você fazer uma coisa que você nunca fez. Implementar o ClickUp, testar um lançamento diferente, ir pro perpétuo, fazer um possuído, contratar um sênior. Não sei qual que é o teu próximo passo. Trocar de empresa, de equipe, sei lá qual que é o teu próximo passo. Não importa. Mas o ponto é, você tem que saber qual é o momento de você trazer coisa nova, porque se você trazer coisa nova o tempo todo, você não ganha casca. Então tem momento que é de você endurecer. Putz, eu entrei num projeto foda agora. Não é momento de eu trazer coisa nova. Talvez. É o momento de eu pegar tudo que eu tô aprendendo e colocar em prática. Como que você vai motivar a tua equipe a fazer coisas novas, diferentes, se você não é essa pessoa? Faz sentido pra vocês? Então o ponto mais importante é o uso da ferramenta ao reflexo do que você faz. Se você não tá fazendo direito, e fazer e mostrar também são coisas diferentes, você não tá fazendo e mostrando pra sua equipe, As pessoas não vão respeitar. E se as pessoas não respeitarem, elas não vão seguir. Se elas não forem seguir, o ClickUp sempre vai ficar às moscas. Abandonado. Vai ficar lá sem praticamente utilidade nenhuma. Ou você vai virar uma babá. E aí sim, a ferramenta realmente é um peso. Então volta pro WhatsApp e faz isso no WhatsApp. Vocês querem isso? E aí, assim, o auge... Quando as pessoas percebem que não tem volta o WhatsApp, não existe mais o WhatsApp, não existe mais fazer o que a gente fazia do jeito que a gente fazia. Decretado, claro, comunicado, aí as pessoas começam a perceber que virou rotina. Ou elas se adequam, ou você vai perceber que se você passou por todos esses escrivos aqui e a pessoa não está usando a ferramenta, será que essa pessoa deveria estar no seu time? Será? Imagina que você tá num time de futebol e a pessoa fala, ah, se a bola vier pra mim eu não vou pegar. Será que faz sentido esse cara entrar em campo? Todo dia das nove às dezoito, ou independente do horário em que vocês trabalham, vale a pena eu entrar e ter uma pessoa dessa jogando comigo, que eu jogo a bola pra ela... deixa passar, não faz sentido. Então, vocês percebem como, muitas das vezes, a própria ferramenta vai dando indícios pra você de como tá a saúde e o engajamento das pessoas da sua equipe. Como que vocês vão virar o jogo? Mostrando benefício, montando treinamento, usando a ferramenta e ajudando a equipe a entender e a resolver os problemas. A ferramenta não pode ser nunca vista como um empecilho. Cara, ela tem que ser vista como uma puta ferramenta. que é uma grande ferramenta. Se vocês não fazem isso, eu sinto muito, vocês estão gerenciando mal. Mas tudo que eu tô falando aqui é justamente pra que vocês percebam, façam uma autoanálise e falem, cara, eu tô errando aqui, realmente. Minha pasta de processo, ela não tem nada, nem tem a pasta. Vou criar e tudo que tá na minha cabeça eu vou lá e vou documentar. E o que pode parecer óbvio pra vocês não é pro time, quase nunca é. Vocês aqui estão estudando, cara, vocês estão a 100 por hora. Talvez Só talvez, vocês vão avaliar. Vale a pena ir a 80km por hora, mas aumentar a velocidade do time. Porque se vocês aumentarem 10km por hora de cada pessoa do time, o resultado final vai ser muito maior, muito maior. E aí, olha como é interessante, né? Quando você trabalha só a tua motivação, você tá chefiando, você não tá liderando. Eu quero que usem, eu quero que façam, eu quero aumentar a produtividade, eu... E assim, isso funciona até certo ponto, só que no nosso mercado, gente, contratar é muito difícil, muito difícil. Contratar e perder uma pessoa boa no nosso mercado hoje pode significar a perda de um lançamento, pode significar a perda de faturamento de um negócio que já às vezes não tá indo bem. Espero que essa live ajude vocês a ter mais clareza dos próximos passos e continuamos lá no Instagram. Até mais meus amigos!
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