Esse método te dá uma vantagem injusta em qualquer projeto

Thiago Rodrigues presents the Matriz ROE, a nine-component diagnostic for managers covering routines, operations, and infrastructure. A proper diagnosis reveals whether real change is possible in a project, separating chaos and turnover from engaged teams and clear processes.
Chapters
Existe uma prática de gestão que faz o planejamento da tua empresa mudar da noite pro dia, trazendo muito mais clareza e muito mais resultado, ou seja, lucratividade na tua operação. E essa prática, ela não se reduz só a executar mais tarefas e fazer o teu time trabalhar virando madrugada ou aquela motivação barata e que se você der um bônus ou aumentar o salário vai fazer com que o time fique aqui por longos anos. Isso é importante, mas não é sobre isso que a gente vai falar nesse vídeo. Quero te explicar como que você vai ganhar uma vantagem injusta como gestor aprendendo uma técnica muito simples de diagnóstico e um sistema que a gente usa aqui para melhorar rotina, operação e infraestrutura. São nove componentes que eu vou passar aqui com vocês, onde você vai entender a parte positiva desse sistema, onde quando bem executado, ele faz com que a tua empresa mude por completo. e te dê essa vantagem justa, porque você vai ganhar poder para entender uma coisa muito importante. Quando o lado desse mesmo sistema está operando no contrário, ou seja, as rotinas estão ruins, a operação péssima e a infraestrutura inadequada, você tem o oposto. Você tem desengajamento, desconexão e aquela vivência que muitos de nós já sabem como ela funciona. E a vantagem maior de tudo isso aqui é que você como profissional vai ter a capacidade e o domínio técnico sistemático através desse vídeo aqui para entender porque muitas empresas não mudam, mesmo entendendo pelo lado de cima, CEO, os diretores e tudo mais. ou pela parte da operação, com times inadequados, pessoas mal contratadas e acordos mal resolvidos. Sou o Thiago Rodrigues e eu já participei da implementação ativamente de mais de 750 empresas nos últimos anos, mudando a lucratividade e a operação, fazendo com que elas tenham muito mais resultado. E nesse vídeo eu quero dividir com vocês a experiência prática dessas coisas e eu vou começar com um cenário muito simples. Sabe aquela empresa que você entra pra trabalhar, você começa nela e desde o dia 1 você aprende, tem um onboard estruturado, as coisas tem problemas mas funcionam, e você não se engana achando que não vai ter trabalho, muito pelo contrário, te diz que vai ter trabalho logo de cara, mas você tá aprendendo. Você também tem uma análise, uma otimização ali daquele time, porque as pessoas te explicam porque você está ali, o que você vai fazer e qual é a tua missão. E por último, você tem um treinamento. Seja no começo, no meio ou até um ano depois aí nessa empresa, você aprende como um todo. A primeira parte da Matriz ROE é sobre rotinas. E eu falei do lado positivo que traz os três primeiros componentes que é o aprendizado, análise e otimização e os treinamentos. E pra gente entender a Matriz ROE, eu vou falar pra você o que é um diagnóstico bem feito, como ele funciona na prática. Mas vamos começar entendendo aí os comuns que fazem com que as pessoas tenham um diagnóstico péssimo E vê se você já caiu nesse cenário. Ao invés de você ter rotina, operação e infraestrutura que funciona, você tem esses três pontos muito alinhados para o contrário. É caos, ruído, turnover. Na parte de rotina não tem, não existe, as rotinas são ruins. Na parte da operação ninguém sabe quem responde para quem, quem é o líder e qual é o sistema de gestão. E na parte de infraestruturas, ferramentas inadequadas, não contratadas, tudo no plano gratuito, ou até mesmo sobrando recursos que na tentativa de gerar ordem, muitos CEOs geram desordem. Ou seja, ele tenta contratar um monte de solução e nada resolve. Um diagnóstico te dá o poder de entender se isso vai ser mudado ou não, quando você, olhando as rotinas, a operação, e a infraestrutura entende que a liderança não quer mudar, eles não querem contratar novas soluções, eles não querem mexer na estrutura do time e não querem participar de rotinas de aprendizado. Um diagnóstico bem feito, ele parte de entender o que é. Agora, se do que é para o que a gente vai mudar não tem o trabalho, não vai ser possível ter resultados diferentes ou vai ficar muito pesado para você e a culpa vai acabar voltando para você. Então vamos a um diagnóstico bem feito. Vamos começar pelas rotinas, no primeiro componente, aprendizado. O que é esse aprendizado? Pode parecer coisa de empresa muito grande, mas ele é muito simples. Se uma empresa não divide conhecimento entre os departamentos, se marketing não fala com vendas, se CES não diz quais são as insatisfações do cliente que geram o cancelamento, se o financeiro tá vendo que o dinheiro tá indo rápido demais, não avisa o time de marketing e as coisas não se conversam, não existe aprendizado. Logo, não vai existir o segundo componente, que são as análises e otimizações. Aprendizado é o ato de olhar para os departamentos, juntar os times num fórum, numa reunião e, através das rotinas, fazer análise e otimização. Ou seja, a gente tem uma hipótese, coloca no mundo real essa hipótese através do sistema de gestão, que a gente vai falar aqui no nosso segundo quadrante, e você vê os resultados. Se não tem esse fechamento, é sempre aquele trabalho de maluco tentando mudar e tentando fazer, mas com base em quê? O que funcionou e o que não funcionou? Quando funciona um departamento, mas não funciona para outro, as rotinas ajudam a corrigir esses problemas dentro da parte de treinamento. Então, os três componentes da parte rotina são aprendizado, análise e otimização e treinamento. Treinamento serve para cumprir gaps. Vocês que têm mais experiência podem pedir para o CEO, para um diretor comercial, para pessoas externas, trazer conhecimento que vai cumprir os gaps que fazem com que os departamentos não conversem, os projetos não aconteçam, E quando a gente vai para o segundo quadrante da parte de operação, isso fica ainda mais claro. Que é, a gente não tem um sistema de gestão claro. Esse é o quarto componente dos nove aqui da matriz ROE. Onde você não tem um sistema de uma ferramenta de gestão. Ou seja, não tem como o time abrir demandas, conversar sobre as demandas e entregar as demandas ou tirar as dúvidas sobre as demandas aí antes de entregar. Fazendo com que tudo fique no WhatsApp. ou fique num Slack completamente desordenado, ou você tente múltiplas soluções. Como eu falei anteriormente, é na tentativa de criar ordem que se contrata a muitas soluções e se cria desordem. Se é um sistema na parte de operação, o quinto elemento não vai funcionar muito bem. Funcionários e equipes. Ou seja, eles, ao invés de terem clareza, eles tem cansaço, tem refação, e não adianta oferecer só salário e bônus, porque muitas vezes o bônus nem vai ser batido porque o próprio sistema de gestão não ajuda o funcionário a bater. É o CEO querendo uma coisa, o colaborador querendo outra, e o poder que você deveria ter de mudar, fazendo um bom diagnóstico, seguindo esse sistema que eu tô te explicando aqui. faz com que você não consiga, porque aí você pega o lado errado das rotinas, o lado errado da operação, caindo no sexto elemento aqui da operação, ou seja, o organograma não fica claro pra quem tá na própria empresa muitas das vezes, ou seja, ninguém sabe quem responde pra quem, ninguém sabe qual é o próximo passo de crescimento de carreira, isso não é papo só de empresa grande, é papo da tua empresa que precisa manter as pessoas engajadas ainda mais se você tem uma equipe pequena. Rotinas, operação, depois a gente vai pra infraestrutura. Ativos digitais, quais são as ferramentas que a gente tem, se a gente tem um plano pró, se tem um plano básico, se a gente precisa fazer um plano de alguma ferramenta pra gerar mais facilidade. E é onde a gente define o aspecto de comunicação. A gente pode usar o Slack, o Discord, o ClickUp, o WhatsApp. Onde está o cliente, onde está o time e como a liderança conversa com o time e com o cliente. Essas são perguntas importantes pra se resolver na etapa de infraestrutura. onde através do diagnóstico que você faz algumas dessas perguntas que eu tô conduzindo aqui com vocês, você consegue entender se o teu tech stack, que é o nono ponto aqui, e o tech stack, ou seja, aquele arsenal de ferramentas que você tem, você não consegue fazer com que ele seja adequado pra obedecer as rotinas, dar amparo pra elas e esclarecer elas. Tem uma operação que não responde as dúvidas sobre como a gente trabalha, quem responde pra quem e quem são os funcionários e a equipe pra um onde a gente precisa crescer e contratar. E por último, esses ativos digitais são mal aproveitados, porque não tem comunicação e o tech stack tá inadequado. Entende como esse sistema de nove componentes, quando ele é usado pro lado positivo, ele vai te trazer aprendizado, análise e otimização vai trazer muita melhoria pra você Rapidamente, você corrige os gaps com o treinamento, você olha pra tua operação de um jeito lucrativo, azeitando os processos pra que a ferramenta de gestão vire um sistema onde você consegue abrir demandas, conversar sobre as demandas, entregar as demandas, e os funcionários e a equipe, entendendo isso, vão conseguir fazer uma coisa muito boa, que é focar na sua carreira. Ao invés de tentar trabalhar e tentar entregar, eles conseguem ter tempo pra literalmente se entregar, participar das rotinas, Entender a análise e otimização e chegar na conclusão conjunta do que funciona e do que não funciona. O CEO, ele vai pedir loop, vai pedir math, vai pedir dashboard, vai pedir planilha. Se você for isso com o teu time, ele vai olhar e vai entender que na verdade a empresa só joga o jogo do chefe. E nós como seres humanos somos extremamente egoístas. A gente quer entender o que é bom pra gente. Eu quero crescer, quero ganhar mais e eu não quero ficar me estressando pra fazer o meu próprio trabalho ao qual eu sou pago pra fazer. Eu gostaria de entregar. Se eu tô entregando, aprendendo e me mantendo aqui e tenho uma visão de crescimento com organograma definido, com os ativos digitais que funcionam, ou seja, eu tenho ferramenta pra trabalhar, uma comunicação que é minimamente fluída, ou seja, ela não fica naquelas pequenas castas, pequenos grupos, pequenas panelinhas. Sou super a favor das microculturas dentro da empresa, mas a empresa tem que ser um time só no fim do dia. jogador com jogador muitas das vezes vai jogar no mesmo time melhor entre ele e o outro ou a outra mas o time como um todo precisa estar correndo para o mesmo lado se não as vezes o time está fazendo o gol contra e através da comunicação isso fica muito claro então no último componente no tech stack é quando a gente faz um apanhado de tudo que a gente tem para entender será que não vale a pena ao invés de contratar alguém pegar uma AI mais robusta um plano melhor, muitas das vezes é aqui que a gente consegue fazer uma análise de contratar uma ferramenta de 5 mil reais, por exemplo, 3 mil reais. Ela custa tanto quanto um sênior, mas vai ser muito boa porque ela, no nosso caso, pode ser melhor do que o sênior. Esses nove componentes da matriz ROE, eles estão no treinamento que a gente separou em três aulas, que vão te ajudar a não só entender esses componentes de maneira mais profunda, mas também fazer uma coisa muito importante que é montar um calendário de execução. Clique no vídeo que tá aqui do lado agora e assista o Gestão 30D que é o nosso treinamento passo a passo pra te ajudar a fazer um diagnóstico, planejamento, execução aí da sua empresa na sua operação. Até mais!
More from Thiago

Implementação com 1000+ funcionários: por onde começar? #gestão #clickup #sistemas









