Eu tinha medo de ser Gestor até ler esse livro. (Me tornei COO)

The speaker was afraid of becoming a manager until learning that confidence comes from experience, not talent. He breaks management into three pillars: purpose, people, and processes. Managers multiply others' work rather than do it all themselves.
Chapters
Adultos não existem. Steve Jobs adiou o tratamento do câncer por nove meses porque acreditava que uma dieta de suco de cenoura com cultura resolveria. Mozart gastava mais do que ganhava, vivia afogado em dívidas e implorava dinheiro aos seus amigos por carta. Isaac Newton, o homem que explicou a gravidade, passou 30 anos escrevendo mais de um milhão de palavras sobre pseudociência, Não coloque nenhum adulto no pedestal. Mate seus gurus. Ou crie uma criança mais útil. Os adultos não vão salvar você. Eles sequer existem. Você provavelmente não é confuso, nem bagunçado, e provavelmente só tá com medo. E medo também. gestão. E eu descobri isso em dois mil e vinte, achando que eu precisava de mais estratégia, de mais produtividade, mais técnica, e o problema não tava fora, tava dentro. E eu falo isso com muita convicção pra cada um de vocês que tá assistindo isso, porque medo é gerenciável, desde que você entenda que é normal sentir esse medo, de que é difícil gerenciar, assim como é difícil ser um bom advogado, um bom médico, um bom cirurgião. Quando eu trago isso em perspectiva, muita gente se sente compreendida e, de certa forma, esclarecida com o racional de que nós não somos os únicos que vão passar essas dificuldades de ter que gerenciar o medo. E foi lendo o livro da Julie Zhu que colocou em palavras aquilo que eu já sentia, o trabalho mais difícil de qualquer gestor é lidar com as vozes da própria cabeça e com a do time. As vozes do medo dos outros, as vozes dos absúrbios das ideias, as vozes das campanhas que são, cara, inacreditáveis muitas das vezes, mas principalmente aquela voz que se pergunta o tempo todo, quem sou eu para querer liderar? Como é que eu vou ser exemplo se eu não tô me entendendo e se eu tô sentindo medo? Será que eu tô pronto? Ou já afirmando, eu não tô pronto ainda. E Yuri disse que o trabalho de um verdadeiro líder não é ser confiante, porque isso inclusive pode ser um baita de um problema, mas é entender que isso existe e gerenciar essa energia. E o que isso na prática quer dizer? Eu vou dividir em três partes aqui, mas ela quer dizer simplesmente que a confiança ainda não chegou. Todo profissional, todo médico, todo especialista, todo perito, aquele que possui uma grande quantidade de conhecimento, ele precisou passar pela experiência para adquirir confiança. Quem tem confiança antes da experiência é muito despreparado ou é alguém que está mentindo. para os outros e para si mesmo. Entender isso mudou tudo para mim. Se você está se sentindo travado, está inseguro, está com dificuldade de aceitar ou querer acreditar que você pode ser um gestor, esse é o teu primeiro ato de gestão. É gerir o medo, é gerir a dúvida e gerir a si mesmo. E para isso, a gente precisa entender uma coisa que é brutal. Grandes gestores são forjados, eles não nascem. Eu falo isso com muita convicção para vocês, porque volta e meia as pessoas me olham com um olhar de surpresa porque eu pude fazer uma coisa muito difícil, muito rara no mercado, que foi eu atuar e atender no mercado corporativo de alto nível, com grandes escalas de evento, se eu terminei meu ensino médio pelo provão do INSEJA, se eu não fiz uma faculdade. Eu, inclusive, já participei de aula de faculdade, mas nunca fui um aluno de faculdade. Eu tenho 29 anos, já tive time de todos os tamanhos, com múltiplos faturamentos, múltiplos impactos, trabalhando com marcas sendo as dominantes de mercado. E eu vou te falar uma coisa, toda campanha dá medo, toda campanha a gente tem um filho na barriga, e quando as experiências vêm, depois em retrospecto você consegue olhar, putz, isso era só isso? E putz, isso aqui me pegou de surpresa, vou prestar mais atenção nesse ponto. Mas a experiência, ela é pré-requisito para que você ganhe confiança. E não tenha medo de querer ganhar a experiência. Não se prive de viver essa experiência só pelo medo. E se você errar, saiba que todo mundo erra. Então, ser um gestor não é sobre talento, é sobre aprendizado. Se você se mantiver aprendendo e entendendo três pilares essenciais da gestão que é propósito, que é o porquê, quem já viu aquele vídeo do Simon Snack, que é comece pelo porque, vai entender bem o que eu vou falar aqui, mas eu quero trazer uma perspectiva de gerenciamento e bem prática desse ponto. Sobre pessoas, então propósito, pessoas e processos. É basicamente o que a Júlia traz muito no livro, mas esses três pilares, eles são também o que fundou o Seforge Hub como é hoje. Seforge Hub, para quem não sabe, é a nossa plataforma que é o copiloto do gestor, a gente não tem só curso, não é um infoproduto, é um copiloto. Você tem 6 treinamentos lá prontos e a gente tem atualizações, você tem copilotos, você tem a lista de prontos, você tem mais de 50 playbooks todos focados em gestão. Eu estou te explicando isso por quê? Porque o nosso trabalho sempre foi criando em propósito, porque como a gente vai ver agora, se o teu time não entende o porquê das coisas, o porquê do click up, o porquê da ferramenta, o porquê de fazer assim e não assado, o porquê de estar nas rotinas, a tua empresa não tem ritmo. Então, o propósito tem uma parte filosófica grande e talvez altruísta, Mas o propósito ao qual a gente tá falando aqui no aspecto de gerenciamento, ele é prático, ele é dia-a-dia, ele é o que eu acredito que, inclusive, pegando o máximo da viagem filosófica, eu acredito que, inclusive, Deus mora no exemplo. Quando as pessoas falam, ah, o que é Deus pra você e pra mim, Deus é o exemplo. filosófico gigante. Não adianta você tá numa empresa que tem belas filosofias ditas, faladas, se não acompanha o comportamento. Um jeito muito simples de a gente entender se uma empresa tem ido bem ou não é quando a fala não acompanha o comportamento. É quando a vontade é maior que a execução. E tá tudo bem ter um horizonte onde a gente tá subindo a barra. Mas não vamos se iludir. Dizendo que a gente tem uma capacidade de entregar X, entrega menos trezentos X esse Y. Então, uma coisa é desenvolver a musculatura. E assim como um atleta, que corre 1KM, depois 2KM, depois 3KM, a gente não pode pular do 1KM para o 10KM, do 10KM para o 40KM e correr a maratona, porque eu acho que é assim que funciona. Não é assim que funciona. Então, o pilar de propósito, de maneira prática para quem gerencia, é por que o seu time existe? Qual é a função de cada um? E quando a gente fala de função, é o que sucesso significa para esse cara, para esse time, para essa empresa. Porque gestão é uma engrenagem, é uma máquina. Você tem uma empresa que tem uma meta anual, essa meta vai ser dividida em quartier, desse quartier para poder bater essa meta se desenvolvem projetos, para que esse projeto seja bem executado precisa de um time, esse time é formado por indivíduos e se esse indivíduo tem claro o que é a meta, para onde estão indo e por que ele está trabalhando, no que ele está trabalhando e qual é a qualidade que ele tem que entregar, Restam poucas dúvidas, se não resolvidas em rotina. E também, através do que a gente chama aqui de sistema de gestão, é você responder três dúvidas básicas no dia a dia, todo santo dia, incansavelmente. Como eu recebo uma demanda, como eu converso sobre essa demanda e como eu entrego essa demanda. Se você tem isso bem azeitado, todo o restante é otimização que você vai implementando nessa máquina ao longo do tempo. Então o propósito pra gente é muito prático, é você dar um norte pra que as pessoas respondam também a uma dúvida. Como é que eu sei que eu estou chegando lá nesse sucesso? Então o gestor ele é o tradutor do dia-a-dia desse propósito na empresa. Por que que a gente tem que atender os clientes dessa forma? Por que que esse é o processo? E garantir que as coisas estão sendo executadas e em constante melhoria. Então, o objetivo é criar uma experiência memorável de execução. E, putz, turma, toda vez que eu falo isso, a galera já viaja e acha, não, então são aquelas salas com post-its coloridos. Putz, é legal de fazer, mas o dia a dia precisa ser eficiente e não precisa ser só divertido, assim como não precisa ser só cheio de palavras de efeito. assim como não precisa mentir e contar uma grande história dizendo que o futuro é brilhante quando você sabe que não é. Então, a Julie, nesse livro, ela foi gestora do Facebook, de um time do Facebook muito embrionário, e ela explicava que as pessoas muitas vezes não entendiam por que elas estavam gastando tanta energia num botão. E aí, quando ela explicava que o botão faria com que as pessoas encontrassem melhor os amigos, que é a função do Facebook, o time era outro. A execução era outra, a entrega era outra. Então, um porquê claro faz com que o time não se perca. Esse senso de propósito prático, ele te ajuda a entender onde colocar a energia e onde está faltando. E o gestor é aquele que pode soltar as rédeas e puxar as rédeas também no dia a dia. E junto com isso a gente precisa lembrar muito prontamente que gestor não é um herói, ele é multiplicador. Se você é o gargalo, seu trabalho por natureza ele tá errado, porque você precisa ter gente que executa com você e pra você. Um gestor não é aquele que só fica atrás da mesa olhando os outros trabalhar, mas ele também também não é aquele que vai fazer tudo, você não precisa entender mais do processo do que um head de marketing, você não precisa entender mais sobre o processo do cara de marketing do que o cara que tá ali, do engenheiro que tá em campo, não é isso, você precisa ser um bom diagnosticador, você precisa ser um bom profissional que faz as perguntas e construir confiança, dar feedback constante, participar, desenvolver autonomia, gerenciar energia e ritmo, e esse é o papel do gestor. Parece muita coisa, mas eu vou falar pra vocês, tem função, operacional, na minha opinião, que é muito mais difícil. Vou dar um exemplo aqui que eu acredito fielmente, o médico cirurgião. Tem cara mais operacional que esse? Uma cirurgia não é só um ato de estratégia, tem essa parte, mas o que manda é execução. Uma campanha de marketing violentamente bem executada, ela depende da mesma coisa. Se aquele que tá operando a mídia paga com a grana ali, A qualquer momento ele pode fazer uma cagada na campanha, assim como aquele que dá um direcional errado numa reunião pode fazer o time perder meses de trabalho. Esse papel de fazer com que as pessoas se entreguem mais por confiança, dando esse direcional como se fosse um compasso mesmo, como se fosse uma bússola, faz com que os processos sejam estressados o tempo todo. Processos são o sistema operacional da equipe. Você tem uma empresa, mais uma vez, você tem uma meta anual que é desdobrada em quarta, que quebra em mês, e se você tem um mês ruim, olha o processo. Se você teve um mês e meio ruim, porque você já tem que ficar ligeiro já para não esperar chegar o segundo mês, olha as pessoas. Só que isso acontece simultaneamente com vários processos e uma empresa formada por gente e processo. Quem falava isso muito era o Abílio Diniz, onde ele literalmente acreditava que gestão é gente e processo. Se você colocou uma pessoa boa num processo errado, o resultado é ruim. Se você colocou uma pessoa ruim num processo bom, o resultado tende a ser ruim também. Então, se você conseguir alinhar pessoas e processos, e nessa parte o erro mais comum é criar o processo que parecem organizados, mas que na prática não funcionam. Não pode ter apego pelo jeito que você gostaria que as coisas fossem executadas. Tem um jeito que funciona, que é o do mundo real, que dá resultado, e você tem que ser desapegado nos processos no seguinte sentido. Assim como muitas das vezes a gente dá uma instrução e precisa ter um espaço para que a pessoa erre, você não pode ficar olhando só o processo acima do resultado. Porque se você vira-se apaixonado pelo processo, um negócio meio poético, um negócio onde, nossa, a gente fazendo só desse jeito com esse espaço funciona e o mercado muda, entra uma tecnologia nova agora com AI, isso está acontecendo o tempo todo com muitos processos, seja o primeiro a destruir o próprio processo. E esse racional é do Jeff Bezos, que ele fala que a Amazon, ela se construiu se destruindo. Então, o processo da Amazon se destruir é porque um concorrente vai fazer isso em algum momento. Então, vamos nós fazer isso e destruir o nosso processo para criar alguma coisa melhor e permitir que essa inovação aconteça. E quando você é esse cara que provoca, quando você é essa mulher que traz essa provocação, quando você é a pessoa que gerencia o ritmo e, ao mesmo tempo que tem disciplina para fazer o dia a dia acontecer, está incansavelmente se perguntando qual é o resultado que a gente quer gerar e reavaliando essas coisas, você entende uma coisa muito importante, que o processo não é sobre controle, ele é sobre clareza. E isso é um dos grandes papéis que o gestor precisa ter em mente o tempo todo. Então, quando você faz isso de uma maneira muito bem executada, processos ficam claros para que eles servem. Eles são sobre clareza, não é sobre controle. E ser gestor, ele é um cargo muito desafiador, a gente sabe muito bem disso por aqui. Na nossa comunidade, temos várias pessoas que estão nessa cadeira e nesse desafio, donos, sócios-gestores, gerentes, coordenadores. E por isso que a gente criou o Sport Hub, que é um lugar onde tem tudo o que você precisa para ser o teu copiloto. Aquela guia que você não abre só às finais de semana para estudar meia horinha de aula. É onde você tem todo dia como o teu aliado funcionando na tua rotina. E através de comunidades, através de ambientes como esse, você pode adquirir experiência mais rápido. Porque uma coisa é você precisar passar pela experiência, que eu acredito fielmente que é o melhor jeito de você aprender. Mas quando você começa a olhar a experiência das outras pessoas, o teu radar fica mais aguçado pra passar pela experiência tendo o melhor proveito. Porque quando você sabe como aquilo se comporta, você já consegue entrar num processo que você ainda não passou, mas vai entrar agora, por exemplo, como liderar uma grande campanha ou projeto, já se atentando a coisas diferentes do que você viu, esteve e participou de ambientes onde essas pessoas já falam sobre esse assunto. Talvez esse seja o ambiente que você precisa para dar o teu próximo passo. Então eu te convido a se matricular e conhecer o Sport Hub. Clicando no link que vai estar aqui na descrição. Junte-se a nós.
More from Thiago

Implementação com 1000+ funcionários: por onde começar? #gestão #clickup #sistemas









