Manual Escalável de Criação de Conteúdo que gera Vendas no Instagram - com Diego Rocha

Portuguese interview where host Thiago Rodrigues and guest Diego Rocha (digital strategist, entrepreneur and mentor) discuss scalable content-as-media strategies to generate sales on Instagram. Key themes: hidden costs of scaling (resilience, failed projects), the centrality of audience→community→product, professionalization of digital marketing (higher CPL, need for performance and brand), building organic engines alongside paid funnels (cost-per-lead focus, evergreen funnels, reactivation of lead lists), tactics to reposition experts for high-ticket offers (positioning, narrative of origin, premium signaling), team hiring criteria and operational blind spots (tax planning, platform fees, lead reuse), and practical tooling/learning advice (use GPT/Minimax for research and curiosity-driven study). The episode mixes frameworks, concrete examples (revenue figures, conversion math), and career anecdotes to guide creators and entrepreneurs scaling online.
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E no episódio de hoje eu converso com o Diego Rocha, estrategista digital, empreendedor e mentor de negócios, que trabalha nos bastidores de dezenas de mentores aos quais vendem os melhores cursos do mercado, mas não só isso, atuam também com as melhores empresas.
A primeira coisa quando a gente faz num projeto, a gente analisa o mercado. Não adianta eu querer vender produtos ultra high ticket, alto valor, extremamente caro, se aquele público e se aquela solução não aceita aquela demanda.
Se você vende, se você escala e gerencia uma empresa dentro do ambiente digital, você sabe que existe um preço oculto no meio de tudo isso. Hoje, a gente vai falar sobre o lado B do crescimento, a engenharia, a matemática e, principalmente, o framework usado por Diego Rocha.
A gente tem que entender que as pessoas levam 0,3 segundos para criar um julgamento sobre você.
Que é um dos profissionais mais respeitados aqui do meu network. Mas não só isso, não é sobre o meu network. É sobre ele estar conectado e estar no Mastermind e ser mentor de muitos dos negócios aos quais a gente consome produtos e muitas vezes nem sabe que ele tá por trás.
O profissional de hoje tem que deixar de ser bunda mole, aprender essa porcaria logo, porque a próxima leva que tá saindo nasceu no digital. Então esse cara vai te engolir com farinha.
Ele é um dos nomes mais respeitados quando o assunto é engenharia de conteúdo e a parte matemática, porque crescimento, venda e conteúdo não é só criatividade. Apesar de ele ser um cara extremamente criativo e um know-how incrível, que ele vai dividir com você no episódio, ele também traz pra gente qual é a parte estratégica, a lógica e o comportamento, que é a parte mais importante pra fazer com que aquilo que você tem como conteúdo vire dinheiro dentro do teu time comercial. Com vocês, Diego Rocha, vamos ao episódio. O Diego é um cara que eu admiro de longa data no mercado e a gente sempre teve oportunidades de conversa muito especiais e específicas assim eu tenho uma tática que eu uso que eu já vou deixar para a galera do episódio que é criar grupos pequenos com pessoas que se admira com outras pessoas. Então eu abri minha networking para o Diego. com o Matheus Russi na época, um cara que eu quero trazer, inclusive, pra gente trocar uma ideia. Enfim, outras pessoas legais. Queria agradecer com essa breve intro, com uma tática já aí pra galera do canal. Mas o papo de hoje vai ser dele, porque o cara é, pra mim, um artista criativo, um empreendedor com uma história muito massa, que tem uma similaridade aí com a minha, que a gente vai compartilhar qual é. Mas, Diegão, conta pra gente aí quais são as engrenagens invisíveis de um cara que opera alto nível de marketing.
As engrenagens invisíveis é hard work, trabalho pra caramba. A engrenagem mais poderosa de todas é que eu acredito que a gente tem que ser resiliente. Porque a gente glamouriza muito o crescimento, glamouriza muito a ideia de ter bons resultados, mas bons resultados é uma sucessão de maus resultados e bons aprendizados que transformam em grandes resultados. Então eu acredito que resiliência é a principal engrenagem que o empreendedor tem que ter. Porque muitas vezes você não tem um resultado positivo e você tem que se manter no trilho colecionando fracassos e esses fracassos com aprendizados faz com que você consiga ter resultados melhores. Acho que essa é a engrenagem invisível que às vezes o povo glamouriza um pouco.
Muito bom. Então já vamos falar sobre isso porque até antes da gente começar eu comentei com o Diagão que um dos objetivos dessa temporada é de falarmos sobre os custos, os altos custos escondidos de vender muito. Qual foi o projeto que você mais vendeu e qual foi a parte mais difícil dessas vendas?
A gente teve alguns vários projetos que a gente vendeu muito e a parte mais difícil foi aprender a vender muito. Porque o que acontece, quando eu entrei no mercado, pra quem não conhece, eu sou estrategista digital e empresário já há 7 anos, não era óbvio pra mim a engrenagem que eu movimentava pra vender muito. Então o ponto mais difícil foi entender essas alavancas de crescimento. Então eu peguei um projeto e a gente começou esse projeto e a gente faturou mais de um milhão de reais no primeiro ano. Um milhão e duzentos mil no primeiro ano com, sei lá, cem mil de investimento. Foi absurdo. E no outro ano a gente escalou mais, no outro ano a gente escalou mais. Aí eu falei, cara, eu sou um gênio. Eu sou um gênio. Eu sou o gênio da lâmpada aqui. E peguei um próximo projeto, ele não tracionou. E peguei o próximo, ele não tracionou. E peguei o próximo, ele não tracionou. E é o custo invisível da resiliência, né? E nessa sequência eu peguei sete projetos fracassados. Caraca. do lixo ao luxo, né? Eu era o gênio do empreendedorismo.
E em que período, assim, de você começar a pegar mais um projeto?
Cara, primeiro ano a gente levou projeto do zero a um milhão e duzentos, segundo ano eu peguei cinco projetos, que eu achei que era o gênio do empreendedor, né? E aí, nesses cinco, o cinco fracassou. E aí eu peguei o oitavo projeto, a gente levou ele pra mais um milhão de novo. E aí eu fiz esse exercício, eu sentei e falei assim, O que é que aconteceu aqui que... Porque eu sou o mesmo, você concorda? Que eu sou o mesmo. O que que tinha um que não tinha no outro? E aí eu entendi que mais importante do que vender muito é você dominar o que faz vender muito. E no digital o que faz vender muito é atrair audiência qualificada, é audiência. E aí saindo um pouco do digital pra galera entender um pouco do jogo da vida real, do real estate, acabou de... Eles levaram o futebol para a Arábia. Não deu certo, porque não tinha demanda. Então, o que faz você vender muito é demanda. Tem uma frase do Duncan, que eu gosto muito, que é, se você fosse abrir uma vendinha de hot dog, o que você queria? É uma dinâmica que ele faz com o pessoal, né? O que você queria? Aí ele fala assim, ah, eu quero a melhor salsicha, ah, eu quero um hot dog gourmet, ah, eu quero um brand muito bonito. Cara, nada disso funciona. O que eu quero é um caminhão de gente faminta. Então, o que faz vender muito é mais importante do que vender muito. Então, o grande desafio no começo foi como que eu trago um caminhão de gente faminta para aquilo que eu estou vendendo.
Irado, irado. Eu vou chegar nessa parte de falar mais sobre marketing, porque eu acho que é um dos assuntos que...
Esse foi o maior desafio, tá? Só para contextualizar a sua pergunta.
Não, irado. Eu vou falar mais sobre marketing e eu quero deixar para o final um compartilhamento com a galera que vai assistir os nossos playbooks aí de coisas que a gente faz no dia a dia dentro do possível, que a gente puder detalhar. Mas toda vez que eu vejo alguém falar que vendeu muito, a gente lembra que o muito é relativo à visão de quem tá olhando, né? Vender muito, vender pouco e tal. Então, hoje, Diego, pra gente falar que a gente vende muito na internet, E você que foi um cara que acompanhou as mudanças do CPL de 50 centavos, de 30 centavos para 10 reais, para 20 reais. A gente passou por muitas fases complexas nesse sentido. Qual que é a maior diferença de começar na internet trabalhando hoje e ter começado cinco anos atrás?
Olha, vamos lá. Há cinco anos atrás o mercado era menos sofisticado. Então, qualquer coisa que você fazia, vendia. Cara, é isso. Há 5 anos atrás, há 7 anos atrás, quando o seu cara entrava no mercado digital, ele não precisava se preocupar com eficiência de negócio, porque era tudo muito barato. Então você captava muito lead e jogava muito lead fora. Entendeu? Então assim, cara eu pagava 7 centavos no lead. Então dane-se, eu não tô nem com nada. Então quando você sai de 7 centavos e começa a pagar 7 reais, você precisa ter uma taxa de conversão muito grande, você precisa ter um time muito bem estruturado. Então profissionalizou muito o mercado, sofisticou muito o mercado e tem mais gente vendendo a mesma coisa. Então você passa a se preocupar com Performance, que antes você não se preocupava. Você passa a se preocupar com equipe, que antes você não se preocupava. Você passa a se preocupar com precificação, porque antes você não se preocupava. Você passa a se preocupar com brand posicionamento, porque se você não vender algo com valor agregado maior você não tem lucro, então antes você não se preocupava. Então a maior diferença é que o mercado se sofisticou. Porém, a beleza é que tem mais gente consumindo do que produzindo. E quem produz não são todos que tem algo relativo e realmente bom pra vender. Então assim, tá muito diferente, tá muito mais caro, mas ao mesmo tempo tem mais gente consumindo do que produzindo. Então continua um mercado maravilhoso. Mas essa pra mim é a principal diferença. Era um mercado menos sofisticado. com mais muito amadorismo e o mercado se profissionalizou muito, tá muito solticado, então não tem tanto espaço para amador. E só pra aterrissar aqui, Thiagão, na cabeça de quem tá assistindo, ser profissional não é ter uma câmera profissional. Ser profissional não é gravar com um terno e um paletó e um blazer no cenário bonitinho. Ser profissional, quando eu digo que o mercado se profissionalizou muito, é que promessa falsa não tá mais funcionando, você produzir um vídeo por... dois vídeos, dois reels por semana já não tá mais funcionando, entendeu? Se você não for consistente na sua mensagem, a cada hora você fala de uma coisa, também já não vai sustentar mais, entendeu? Porque conhecimento por conhecimento... ai, já tem muito. Então, a gente tem que buscar outras diferenças.
E o que você tem feito hoje para transitar desse momento, Diegão, de ter uma empresa que... Eu sei que você não trabalhou só com infoprodutos, você já esteve recentemente em operações diferentes, até com produto físico e outras coisas, mas qual hoje para você é a maior alavanca de mudança de uma empresa que era só de infoproduto para uma empresa que está indo agora para um outro lugar?
Diegão, vamos entender assim, lançador lança, co-produtor se ferra e empresário controla o negócio. Esse é o principal fato que a gente tem que entender. É isso, lançador lança, co-produtor se ferra e empresário constrói negócio. A maior mudança de mentalidade que o infoprodutor tem que ter é, eu não sou vendedor de curso, eu sou uma empresa de mídia. E se eu sou uma empresa de mídia, o meu principal, o core business, a coisa mais importante do meu negócio é produzir conteúdo. E se a coisa mais importante do negócio é produzir conteúdo, conteúdo é igual a audiência, audiência é igual a atenção, e então eu tenho muita gente passando pelo meu negócio. E aí sim, com muita audiência e muita atenção, eu vou entender que eu estou construindo a marca pessoal e eu posso vender várias coisas diferentes. Eu posso vender uma imersão, eu posso vender produto físico, eu posso vender livro, eu posso vender minha palestra, eu posso vender dezenas de outras coisas. É aí que está o principal diferencial, quando a gente entende que nós estamos num mercado em que é um jogo de atenção. E às vezes o infoprodutor confunde com a ideia de Ai meu Deus, seguidor não importa. Cara, lógico que importa. Lógico que importa. Audiência importa. Se o Faustão e o Gugu não tivessem pico de audiência no domingo, eles não estavam lá há 30 anos. A audiência é a coisa mais importante de qualquer negócio. Se não tem gente assistindo a TV Globo, fecha. Casimiro está muito maior do que as transmissões da Globo. ele tá ganhando mais dinheiro que a Globo, porque a audiência importa. Então é isso que o produtor tem que entender, porque se você tem audiência, você tem volume e tráfego de pessoas, você vende o que você quiser. E aí entra a tria de audiência, comunidade e produto. Audiência, comunidade e produto. Se você tem uma audiência que confia no que você fala, você construiu uma comunidade em torno daquilo, você pode vender dezenas de produtos. Não é à toa que o Flávio Augusto está em 4 ou 5 podcasts. Não é à toa que o Elon Musk acabou de comprar o X, porque se ele controla a rede que faz a distribuição da informação, ele manipula toda a informação. Não é à toa que os maiores do mundo estão produzindo. Não é à toa que o Mark Zuckerberg está efetivamente produzindo conteúdo. Deram um nerd no cantinho e agora o cara está usando os óculos descolados. Então essa é a principal transição que a gente tem que entender sobre mentalidade, que eu não produzo conteúdo para vender um cursinho, eu produzo conteúdo para construir a minha marca pessoal e minha marca pessoal ela atrela e traz receita para outros produtos que eu tenho, seja ele físico, seja ele digital, seja ele conhecimento, seja ele de palestra, seja ele de serviço.
Enquanto você estava falando eu até anotei aqui audiência, comunidade e produto. E quando a gente traz essa reflexão e você aceitando você, e eu acredito que esse é um bom começo pra quem tá assistindo e ainda não se ligou nesse ponto, não importa mais o teu cargo, porque antes tinha, eu sou o cargo e eu estou gerando mídia, eu sou o criador de conteúdo. Hoje em dia, qualquer profissional, de qualquer cadeira, de qualquer senioridade, de qualquer tipo de empresa, já é uma potencial empresa de mídia. E aí o que vai vir depois disso é o desdobramento do quanto você consegue produzir, do teu interesse, do teu talento natural e tudo conta, né? Eu tava falando um pouco com o Diego mais cedo sobre quanto impacta um cenário bonito ou não, a gente brincou um pouco sobre isso antes de começar a gravar. Velho, tudo vai contar. O mundo tá julgando o tempo todo, o mundo tá criticando o tempo todo, e se o cenário tá bonito, feio, se a xícara é rosa, amarela, tudo vai ter um motivo pra alguém gostar ou não gostar de mim. E entendendo isso, quando a gente fala de eu ser uma empresa de mídia, antes da minha empresa é porque eu ganho uma vantagem competitiva bizarra se eu sou e onde eu quero atuar. E aí eu como colaborador, como programador, como empreendedor, vou ter uma vantagem perante a todos meus concorrentes na PF, na pessoa física. Isso ninguém te tira. Então, Diego, como é que é hoje para você orientar seus sócios, outros colaboradores, pessoas que atuam com você a também trilharem esse caminho? Como é que você faz isso? Porque o Diego tem uma coisa que eu acho incrível, cara. Ele consegue vender coisas relacionadas à hora dele por 30, 40 mil reais. O Diego não precisa ter um Instagram bombado. Então o Diego é uma baita empresa de mídia e eu vou me permitir falar isso porque ele é a estratégia dele. Ele é uma baita empresa de mídia sem precisar estar bombado no Instagram. E é diferente, não é só...
Mas a gente vai mudar isso em 2026, tá? Só pra trazer alguns spoilers aqui.
Mas, iradíssimo, mas olha como é interessante que uma empresa de mídia não é uma empresa de Instagram. Era aí que eu ia chegar. Tem muitas formas de fazer também. Então, eu queria saber de você, pra aterrissar melhor a pergunta aqui também. O que você tem feito pra se tornar uma melhor empresa de mídia aí do teu lado?
Que todo profissional, ele obrigatoriamente é uma empresa de mídia, ou seja, ele tem que produzir conteúdo pra ele ter relevância, eu coloco isso no core do meu negócio. Então, quando eu fecho um projeto com um especialista, a primeira coisa que eu vou trabalhar com ele é aonde você quer chegar, quanto você quer faturar, quanto seguidor você tem, quanto seguidor a gente vai crescer e qual é a percepção que eu quero causar nesse seguidor que tá chegando. E aí a gente tá falando de arquitetura de percepção. Beleza, se eu sou uma empresa de mídia, eu tenho que atrair gente, eu tenho que produzir conteúdo. Ótimo. Que tipo de conteúdo eu vou produzir? Quanto eu quero faturar com esse conteúdo? Quais são os produtos que eu vou vender? Como que a gente vai fazer essa gravação? Como que vai ser essa edição? E aí cada segunda importa, play rate importa, retenção importa, e aí a gente vai trabalhar em cima de percepção, ou seja, a pessoa não te conhece, passou de conhecer, o que ela tá percebendo? Porque todos somos uma marca. Ou eu escolho como ela me percebe ou ela tá fazendo o julgamento próprio. E aí, em cima disso, a gente traz o desdobramento de volume. Ótimo. Quantos a gente vai produzir por semana? quanto que a gente vai gastar de barba. Até 2023, as pessoas calculavam o custo por seguidor. Eu calculo o custo por lead que aquele volume de seguidor trouxe por mim. Então, enquanto o pessoal está trabalhando com o meu custo por seguidor até R$1,00, tá bom? Cara, pra mim não importa. Eu coloco um funil Evergreen que cada seguidor tem que virar um lead dentro do meu comercial. Então, eu faço um impulsionar e cada seguidor não importa. O que importa é quanto no meu funil Evergreen gerou por lead. Você percebe que daí fica inteligente o negócio, porque a minha empresa de mídia tem um único motivo, eu produzo conteúdo para vender mais. Então, aí é um processo que a gente faz. Cara, é um desdobramento de metas, de faturamento, quanto eu quero faturar. Para mim faturar esse tanto, eu preciso de quanto de lead. Para mim faturar esse tanto de lead, quanto eu vou gerar através do meu canal orgânico. Através do meu canal orgânico, qual percepção eu vou gerar? Vou dar um exemplo prático aqui para a galera conseguir aterrissar. Tô trabalhando com uma expert no nítido de nutrição. Perfeito, pra 2026 a gente quer que ela tenha uma pós-graduação, a gente quer que ela faça palestra, a gente quer que ela venda pra profissional, a gente quer que ela venda pra consumidor final e a gente quer que ela tenha um produto físico. São cinco produtos diferentes com a mesma expert. Ótimo, perfeito, isso aqui é o que eu quero. Quanto que eu quero faturar o ano que vem? Olha, trabalhando com essas linhas de receita a gente consegue chegar entre 7 a 10 milhões de reais. Perfeito, tudo bem, eu fiz todo o desdobramento estratégico dela. A próxima pergunta é, hoje o seu posicionamento, a sua imagem e estilo... Vende pra esse profissional? Não, não vende. Então vamos lá, a gente vai ter que emagrecer, a gente vai ter que treinar, a gente vai ter que mudar a sua comunicação, a gente vai ter que mudar o tipo de conteúdo, a gente vai ter que colocar uma roupa diferente pra você parecer prêmio e a hora que o profissional chegar ele ter a percepção de que você é bem-sucedido. Mesmo você já sendo bem-sucedido. Aí sim a gente faz um trabalho profissional de construção de marca. Porque do contrário, o que eu brinco com a minha galera é que você tá parecendo um babuíno com uma metralhadora, né? Você tá atirando pra todo lado.
Irado bicho muita coisa legal. Estou anotando alguns pontos aqui para a gente retomar. Mas quem olha para o Diego hoje deve achar que você teve sempre aquela vida. dentro de grandes empresas de marketing, que com 18 você já estava cursando marketing. E a gente que já trocou ideia sobre isso sabe que muitos dos melhores profissionais de marketing no mercado hoje não vieram de marketing. E eu vou dar um contexto para essa pergunta, porque tem uma coisa que eu sou muito curioso de saber da sua carreira também. Ontem, eu até comentei com você, eu dei uma aula para pessoas mais velhas sobre AI. E foi a primeira vez que eu entrei numa sala que, assim, nitidamente, as pessoas ali ainda estavam começando a usar o chat de EPT. Isso foi ontem. E a coisa que eles mais comentaram comigo foi, estou assustado. E aí, nesse momento, eu fiquei refletindo, pô, mas assustado e tal. Quando a gente começa a estudar uma coisa nova, quando a gente vai transicionar de carreira, é muito assustador. Então como é que foi para o Diego vir de onde veio, e aí você vai explicar o que você fazia antes, para hoje ser um cara que está medindo métricas de Evergreen por lead dentro do marketing, coisa que nem... Muitas das vezes, e eu vou falar isso com bastante propriedade, gente formada trabalhando B2B ganhando salário gordo não sabe fazer isso. Como é que se virou esse cara aí?
O ponto principal de qualquer profissional é a incomodação. Ele tem que estar incomodado aonde ele está. Ele tem que constantemente buscar crescimento, buscar o próximo passo. E esse conceito de lifelong learning é uma obrigatoriedade para todos os profissionais. Ou seja, ele tem que estar aprendendo o tempo todo. Ele tem que estar no desconforto o tempo todo. Confortável no desconforto. E buscando esse desconforto. Tem uma frase do Bernardinho que ele fala que aos campeões o desconforto. E aí ele até comenta no livro dele que o Giba ele fala assim, pô, a gente ganhou, a gente treinava às 9 e a gente ganhou e começou a treinar às 8. Aí no ano que vem a gente vai treinar mais, a gente começou a treinar às 7. Pô, se a gente continuar assim, de repente a gente tá acordando às 3. Mas essa é a realidade. Aos campeões o desconforto. E o que que é o ponto? Eu não nasci campeão. Então, se eu não nasci campeão, eu tinha que tirar o atraso. E é o que eu brinco aqui com meus amigos, que é a parte mais difícil do profissional que não veio de Bolsa de Ouro é tirar o atraso, porque ele vai ter que trabalhar dez vezes mais, estudar dez vezes mais para ele se tornar competitivo. Não é para ele ganhar a competição, é para ele poder entrar na competição. Então, entendendo que eu não tive, nossa, uma família de empreendedores, eu não estudei nas melhores escolas, eu estava confortável no desconforto, com muita vontade de vencer, já que aos campeões o desconforto, como eu não era campeão, então meu desconforto era maior do que todos os outros, e isso me gerou a busca e buscar por crescimento. E pra transibilizar pra galera que tá ouvindo, eu era o improvável, né? Eu era o improvável, não tinha chance de nada dar certo na minha vida, definitivamente nada dar certo. Quando você olhar um juiz, Entenda que um dia ele foi um estudante inseguro. Respeita onde ele chegou, mas entenda que ele também foi um estudante inseguro. Então eu não acho que ele é melhor que você. Se você trabalhar duro, dedicar, você chega. E esse drive mental mudou tudo, porque quando eu comecei a fotografar, eu era fotógrafo, não era fotógrafo profissional, eu era fotógrafo, e queria ser profissional, e queria fotografar grandes marcas. Eu entendi, falei assim, cara, o cara que tá fotografando lá, provavelmente ele não sabia mexer na câmera, provavelmente ele foi um estagiário, provavelmente ele foi ruim igual eu. E aí eu li um livro do Henri Cartier-Bresson que ele falou assim, as primeiras 10 mil fotos suas vai ser uma bosta. E aí isso me deu um drive muito massa, porque eu tirava uma foto ruim e falei, cara, não foi 10 mil ainda, tá tudo bem. E eu tirei outra foto ruim e tá tudo bem, não foi 10 mil ainda. Então na minha cabeça eu falei, cara, só vou ser bom depois de 10 mil. E isso me deu muita paz, porque eu tenho certeza que eu sou ruim. E se eu tenho certeza que eu sou ruim, é só esperar as 10 mil trabalhando que eu vou melhorar. E aí dentro disso, pô... Fui crescendo, confortável no desconforto, percebe que existe um drive mental? Eu fui confortável no desconforto, investindo em curso, investindo em conhecimento, e aí ao longo da jornada eu consegui trabalhar no maior estúdio de retoque de imagens da América Latina. Aí pô, lá a gente trabalhou com a Vogue Itália, com a Vogue Cazaquistão, fez várias empresas gigantes e tudo aquilo vai abrindo os olhos e vai fazendo com que a gente avance. Peraí, poxa, você chegou lá fácil? Não, mas eu me coloquei no desconforto, no desconforto de falar com o cara e entregar minhas férias, no desconforto de fazer mais um curso quando todo mundo tá falando, pô, esse curso é mais caro que o seu salário, o desconforto de... e morar numa república e dormir num quarto compartilhado com 30 pessoas pra estar em São Paulo e estar trabalhando nesse local. Então acho que esse drive mental de aos campeões o desconforto. E eu sou ruim mesmo? E eu tenho que trabalhar 10 vezes mais só pra eu entrar no jogo, faz com que eu continuasse trabalhando. Aí, legal, me tornei o fotógrafo profissional que eu queria. Tava fotografando por fotografia débora seco, trabalhava com empresa multinacional. Pô, cheguei a cobrar aí, na época, acho que 8 salários mínimos pra uma foto minha. Aprendi como é que jogava o jogo, aprendi a vender, aprendi a me comunicar. Legal, e agora? Como é que escala? De novo, a gente voltou no OneDrive. Legal, cara, eu tenho 22 anos e estou faturando 22 salários mínimos no mês. E aí, como é que escala? E aí, eu entendi que... Eu lendo o livro do Tim Ferriss, eu entendi a parada que é a seguinte, cara, rico não vende hora nem serviço, rico vende produto. E foi aí que eu comecei a estudar marketing digital, porque eu falei, cara, verdade, eu tenho 22 anos, eu fiz 22 salários mínimos, foi muito marcante para mim, porque eu vim de família muito pobre, 22 anos, 22 salários mínimos, e se eu quiser fazer 42 o ano que vem, eu não tenho mais horas no meu dia, eu já estou trabalhando todas as horas que eu estou acordado, eu estou trabalhando. E aí eu entendi que eu tinha que vender um produto. E aí foram longos sete anos de investimento no alto aprimoramento. Pô, e compra curso, e lê livro. Caraca, eu errei nisso aqui. E ler aquele livro de novo. E putz, cara, só agora que eu tive a maturidade pra entender. Pô, vou ler aquele livro de novo, porque até então não dava. E é assim que eu acredito que todo mundo cresce.
E hoje, se você fosse eleger um lugar, além do campo de batalha pra aprender marketing, qual que é o melhor lugar?
Pergunta, pergunta difícil. Eu acredito que marketing digital, do jeito que eu aprendi, a gente tem que aprender fazendo.
Além do fazer, assim, além do... Cara, isso aí a gente já... Vou te ajudar com uma pergunta aqui, mas hoje eu não recomendaria ninguém começar comprando um curso. Cara, pra mim, o cara quer começar a trabalhar com marketing, sabe o que o cara deveria fazer hoje pra ver se ele realmente quer? Primeiro que é estudar campanha, Vê, sabe por quê? Porque o trabalho de fazer uma boa campanha, ninguém sabe qual é. Ninguém sabe. E nos livros, nos cursos de marketing, te dão uma falsa ilusão de que fazer uma campanha é preencher isso, isso e isso e tá pronto.
Não, Andy.
Framework ajuda, template ajuda. E livros são maravilhosos, bons livros. Acho que é o segundo ponto. Mas, cara, se você vê uma campanha... E hoje, graças à internet, a gente tem muitas pessoas de bastidor falando sobre as campanhas, então ajuda muito. Diferente do que era quando a gente começou. Você não achava ninguém falando que era proibido, que o contrato não tinha nada. Hoje você vê a anatomia de uma campanha ali toda exposta para você aprender. Então hoje eu recomendaria dessa forma, para o cara entender o quanto tempo leva fazer uma boa pesquisa e tudo mais. Mas eu queria saber de você.
Hoje eu começaria fazendo perguntas para o GPT. Como que funciona uma campanha? Então em 2026, se eu quisesse aprender coisas novas, eu me tornaria muito curioso. Como funciona uma campanha? O que faz uma campanha funcionar? Por que as campanhas da Ford estão funcionando tanto agora? E por que que ela funcionou tanto? Por que que a nova campanha da Ford tá funcionando? Não sei se você viu, mas a Ford lançou uma campanha de eu quero o barulho do motor, eu quero 10 mil RPM. Cara, eu arrepio quando eu ouço aquela campanha. Por que que funcionou? O que que tinha naquela campanha que aquilo funcionou? Quais eram os fundamentos que fez aquilo funcionar? aonde que eu leio e aprendo aquilo, se eu quiser replicar aquilo. Então, a coisa mais importante eu acho que é ser curioso, porque eu vejo que a galera tá morta, a geração Z tá morta, tá perdendo a curiosidade, porque veio tudo tão fácil que ele não quer aprender a fazer, ele quer pegar pronto e, cara, ganha dinheiro quem faz. Ganha dinheiro quem faz coisas novas, não é quem pega a coisa pronta. Quem pega a coisa pronta tá consumindo, é consumidor, e ganha dinheiro quem vende, e quem vende faz. Então, se eu quisesse aprender hoje, inclusive é assim que eu estudo muita coisa hoje, eu perguntaria Pro GPT. Perguntar. Curiosidade. Eu quero ser curioso. Por que que a campanha Think Different da Apple foi tão incrível? Por quê? Quais foram os princípios de marketing que eles utilizaram? Por quê? E aí, cara, agora eu vou entrar pro nível hard da coisa, né? Por que que o Hitler conseguiu fazer com que a nação inteira matasse os judeus? Qual foi os princípios psicológicos que eles utilizaram? Quem foi o cara que desenhou a campanha publicitária dele? Como que ela é usada hoje? Quais outras empresas usam isso hoje? É assim que eu aprenderia marketing digital hoje. Porque eu acredito que a pessoa curiosa avança mais porque ela quer saber fundamento. E fundamento não passa. O que Martin Luther King usava, o que Hitler usava, o que hoje o Lula tem usado, o que hoje a Apple usa, o que hoje a Ford usa, são os mesmos princípios. O que muda é meio, o que muda é caminho, o que muda é... tecnologia, mas os princípios é imutável, a gente vende pra pessoa e as pessoas são iguais.
E, Diego, pra complementar a tua sugestão, eu vou... mostrar pra galera uma I.A. chinesa que foi lançada esse ano. Na verdade, já existe mais uma que foi lançada agora, que ela simplesmente não respeita a legislação geral que a Europa tá tentando colocar, assim como foi a LGPD. Morando aqui, eu tenho me esforçado muito. Hoje eu tô no Vietnã, vou pra Tailândia mês que vem. Eu tô me esforçando muito pra estar mais atento às tecnologias deles aqui, por quê? Porque a base deles é respeitar aqui, não respeitar o resto. Então, essa ferramenta, ela se chama Minimax. E o grande diferencial dela é que qualquer link que você colocar ali ou qualquer diferencial competitivo que você pedir pra fazer, você vai ter duas vantagens. Primeiro, o plano gratuito do Minimax tem a mesma capacidade de processamento que o plano Pro de 300 dólares do ChatGPT. De graça. E como ele não respeita a legislação, você vai ter acesso a informações nuas e cruas que você não teria por outro caminho. Porque ele vai processar mais, só que sem pudor. Então, o teu resultado vai ser muito melhor. Sabe qual é a minha sugestão para a galera de uso da ferramenta? Descubra quais são as maiores incongruências estratégicas do Expert X. Sabe por quê? O que eu tenho visto? Todo mundo pode estar errado. Não há problema. Eu, as coisas mudam, a tecnologia muda, o que funciona hoje funciona amanhã. Então tudo bem. Só que... A incongruência de fala das pessoas tá ficando tão agressiva que ele já não lembra mais. É um cara que eu não quero aprender. Porque se ele mente na campanha pra vender a metodologia dele, ele já vai me vender uma mentira porque não é a metodologia que ele tá usando. Por isso que eu respeito tanto o Érico. O Érico pra mim, cara, assim, você pode buscar... Eu já fiz isso com o Érico, tá? Velho, você pega... O que que ele acha? Pequenos cortes que aí às vezes dá a entender outras coisas e tal, mas não dá pra levar em conta um corte de um minuto pra um trabalho de 10 anos do cara, pô. É diferente. Mas pede pra ele buscar incongruência de metodologia, incongruência... Cara, coisas que assim... Pede pra ele investigar a mentira. Você vai se surpreender com a resposta, cara. Porque ele vai trazer... Aqui... Eu fiz isso esses dias numa campanha que o cara tava rodando. Na mesma campanha, pra converter melhor, ele tava colocando o mesmo criativo com três intros diferentes. Só que uma intro... batia de frente com a outra na mesma campanha.
Mas às vezes também tem que levar em consideração que não é ele que é incongruente, né? Tem o BO da equipe e o BO desse negócio da galera que faz corte, né? Aí eles pegam a corte e vai montando uns trem aleatório. Aí é aquele negócio, né? Fazer corte é bom, não sei se você entende a máquina de corte, né? Que o Paulo Marçal utiliza, mas ao mesmo tempo é um macaco com metralhadora, né? Pode dar muito certo e pode, tipo assim, ser um tiro no pé, né?
Não, a galera tá fazendo os campeonatos de corte e tal. Inclusive, hoje, pra você, Diego, aproveitando a pergunta, quais são as três melhores estratégias pra crescer a audiência de uma forma profissional e saudável?
Pra mim, hoje, a principal forma é você entender qual nicho você tá, entender quais formatos já tá validado naquele nicho e pegar aqueles fornatos e adaptar pra sua realidade colocando a sua identidade. Porque o que acontece? Você concorda comigo que quando você vai assistir filme de ação, todos os filmes de ação são parecidos? Quantos snipers americanos tem? Quantos soldados abandonados na trincheira existe? Porque é um tipo de conteúdo que agrada o público. Então você está pegando um formato já validado para aquele conteúdo. Então existem formatos dentro do seu nicho de atuação que vai fazer com que você cresça mais rápido. Primeiro você escolhe esses formatos. Eu gosto de fazer da seguinte maneira. Faz exatamente isso. Você vai mapear todos os seus concorrentes. de quais assuntos eles estão falando que estão tendo mais alcance e quais formatos eles estão utilizando. Você vai falar o mesmo assunto com a tua lógica, você vai pegar os mesmos formatos e trazer para a sua realidade. Então você vai pegar um formato e um assunto que já foi validado, que as pessoas têm interesse, mas você vai colocar a sua opinião em cima. Então olha só pra você ver, quem faz isso muito bem hoje é o expert lucrativo, o Robert Rezende. Ele foi testando vários assuntos até que ele achou o que ele falava, que era mulher rica, homem rico não faz isso. Ele sempre faz um debate entre rico e pobre ali, é um formato que é extremamente viral, e ele faz lo-fi. Aí todo mundo começou a fazer lo-fi, mas as pessoas são chatas, não vai funcionar. Funcionou por conta do jeito que ele fala. Então assim, é um sarcástico.
Assim como Casamiro, né?
Exatamente.
Vai com a camisa do Flamengo fazer live num quarto que só tem um quadro na parede.
Não é isso. Exatamente. Só que em contrapartida, todo mundo que tá falando de o que rico faz e o que pobre faz tá viralizando. Por quê? Porque tem essa polaridade no Brasil, é um tema de muito interesse. O que que muda? O que que muda? É você trazer uma análise diferente que ninguém trouxe. Então, por exemplo, eu vi um cara fazendo o mesmo formato e falando do mesmo assunto e ele tava criticando quem compra relógio pra se ostentar. E aí ele falou assim, cara, o rico que é rico, isso é tão comum pra ele que a sua ostentação repele ele. É tão natural o rico ser rico que pra ele a sua ostentação faz com que ele perceba que você é pobre e ganha dinheiro agora. Eu falei, caraca, eu nunca pensei nisso. Porque quando eu não tinha um Mac, o meu sonho era ter um Mac e ficar tirando foto de Mac. Eu uso um Mac há 12 anos, pra me foda-se, eu nem lembro que ele existe. Entendeu? Então, o que eu faria pra crescer a audiência hoje é, eu vou mapear todas as minhas concorrências, porque o meu concorrente tá trabalhando pra mim. Ele já está testando, ele já está validando, meu concorrente trabalha para mim. Eu vou analisar todos os meus concorrentes, vou analisar todos os temas que estão virais, vou analisar todos os formatos que estão virais, ou seja, eu tenho alcance. E aí eu vou trazer para a minha realidade, vou criar um contexto novo em cima da minha experiência de vida. Então eu vou me tornar único em algum lugar que é aceitável ao público.
Legal, tem alguma ferramenta ou quais ferramentas você usa hoje para fazer essa parte de pesquisa? Porque eu sei que não tem só automação, tem uma questão de bom gosto e seleção humana aí também, né? Mas o que você usa hoje para fazer essa parte de pesquisa? Beleza, mapeia meus concorrentes, como é que eu chego nos assuntos e temas, o que você geralmente faz?
O que eu mais faço é... Entra no seu Instagram, vai na lupinha, digita o tema que você está procurando e vai em Reels. Lá dentro você vai encontrar todos os virais daquele nicho que você colocou. Aí você vai separar os mais virais e você vai olhar tema, formato e você vai entrar no perfil dessa pessoa e ver quando ele postou esse tema e esse formato também performou. Ótimo, então é um formato validado.
Mas e aí o pulo do gato.
Aqui é se você fala inglês você faz em inglês e aí você vai ter o mundo inteiro trabalhando junto com você. E aí você vai começar a ter outras referências de outros locais.
Eu vou dar uma dica aqui que é uma dica estranha. Eu duvido que vocês vão ver essa dica em outro lugar. Tem uma dica que é completamente fora do padrão. para você fazer pesquisas que naturalmente a internet não vai te mostrar os resultados diferentes porque ele vai te mostrar o que geolocalizado está funcionando. Como eu estou viajando muito, estou usando muito a VPN. Tem uma VPN que você baixa de graça, consegue usar ela super bem, que é a Surfshark, uma ferramentazinha que você pode pagá-la e tal, mas coloca, por exemplo, tua localização na Turquia, e pesquisa a palavra do teu assunto lá. Pesquisa isso no TikTok da Tailândia. Pesquisa. Cara, eu fiz esse teste, Diego, esses dias para outro motivo, mas eu vi o mesmo número. O vídeo mais viral do Brasil de um tema de gestão, por exemplo, que era um tema que era até popular, que era a contratação. O vídeo mais popular de todos tinha 13 milhões de visualização. É bastante view. Os 10 maiores do Brasil não davam 100 milhões. Na Ásia, por conta da população ser maior, tinha um vídeo de um cara de RH falando sobre o mesmo assunto, que tinha 82 milhões.
Um. Mas aí, Thiago, você tem que entender um negócio que é muito maravilhoso, é que assim, a diferença de um milionário e de um bilionário é a capacidade que ele tem de analisar o mercado. E existe um livro que chama Breakthrough Advertisement, do Eugênio Schwarz, que basicamente o que ele fala é, eu não crio desejo. Eu encontro o desejo que já existe e eu canalizo esse desejo para o meu produto. Então, quando você fala de contratação, o cara quer resolver o problema de contratação. Então, se você fala de contratação, é um problema global, existe no mundo inteiro. E essa é a diferença do bilionário e do milionário, porque ele enxerga o macro do mundo, ele consegue fazer a leitura macro das coisas, enquanto o cara que é milionário está olhando só na bolinha dele, só na cidade dele. Então, quando a gente tem esse entendimento macro, O que acontece é, ótimo, contratação é um problema. E se você fala de gestão, você deve falar de contratação, que você vai ter muito alcance. E é aí que está a genialidade do negócio, é você analisar esses dados e interpretar. Cara, então se eu falo de RH ou se eu sou um cara de gestão, se eu sou um cara que fala de liderança, eu vou falar de problemas globais da liderança. que se performou na China, se performou nos Estados Unidos, vai performar no Brasil, porque os problemas são iguais, porque as pessoas são iguais e falam em idioma diferente. E aí que é o grande lance da parada. Então é o que eu falei. Primeiro eu vou encontrar os rios que viralizou. Por quê? Porque eu vou mapear meus concorrentes, Brasil e Estados Unidos. Depois eu vou encontrar os temas que viralizou, porque o tema que viralizou é um problema global. Por que rico e pobre viraliza tanto? Porque é um tema global. O cara que é pobre quer ser rico, o cara que é rico quer distanciar do pobre. É muito global. Por que relacionamento...
É uma busca natural.
É uma busca natural. Por que relacionamento viraliza... Vamos até trazer um... Não sei se você conhece, mas tem um cara que chama... Pastor Cláudio Duarte.
Não conheço.
Cara, basicamente, ele fica fazendo analogias sobre problemas do casamento. Cara, o ser humano que é casado, ele tem problema. Então ele viraliza muito. Porque ele faz uma analogia que é assim... Se você colocar o pó, o café quente... Não sai café? Sai. E se você colocar... café e água fervendo e misturar os dois e coar. Não sai café? Pois é, quando você é casado, se você faz café do outro jeito, você tá errado. E com a casa você descobre que você faz tudo errado na sua vida. E aí, tipo assim, cara, eu descobri que eu faço erros, eu descobri que eu durmo errado, eu descobri que eu como errado, eu descobri que, tipo assim, eu visto roupa errado, eu descobri que eu guardo chinelo errado.
Cara, olha que louco. Eu lembrei do vídeo, eu lembrei quem é. Eu lembrei... Ele é um tiozinho grisalho, né? Um pastor, assim, moratório. Cara, enquanto você fala isso, a gente relembra o tópico anterior que é o poder de você ser uma empresa de mídia. Ele é uma baita máquina de mídia.
Total. Eu não sei se é intencional, eu acredito que não é, porque ele fala só de problemas do cotidiano, porque ele trabalhava com casais, então ele fala dos problemas que ele ouvia, mas é um problema que todo mundo tem. Então aí é a nossa visão macro, então vamos lá. Por que o Flávio Augusto fica falando de problemas de crescimento? Porque, cara, o Brasil é um país com 87% do Brasil de pessoas que querem crescer e que é ferrada. Então, quando ele fala disso, ele tem muito, muito, muito alcance. Entendeu? Então, uma coisa que o empresário, o empreendedor, o profissional, ele tem que entender é que ele tem que diminuir o ego, simplificar a comunicação pra falar com as massas. Porque não adianta eu querer falar de termos muito avançados. Eu muito ruim nisso, sou tá?
Eu sou muito ruim nisso.
Ah, mas todo mundo. Todo mundo.
É porque quem gosta de fisar tem que ser assim. Eu vou te falar que, assim, eu vendo 10x mais numa venda consultiva numa qual mas na internet eu tenho uma baita dificuldade de fazer baita dificuldade. Primeiro porque assim meu tempo está muito alocado hoje. Faz tempo na verdade com os clientes do que só com o conteúdo e eu sempre tive uma certa briga e eu vou falar uma coisa para vocês. Eu até interrompi o Diagão pelo seguinte. Quando dizem para a gente que a gente vai precisar simplificar o conteúdo o cara que tem um conteúdo técnico ele acha que vai precisar emburrecer o conteúdo são coisas diferentes muito diferente vai ter.
Que ser mais inteligente para ele explicar a mesma coisa de um jeito simples né.
Isso exato. Albert Einstein fala isso não. Não mas porque o meu conteúdo é técnico e tal velho você vê um engenheiro velho ele vai explicar de um jeito que uma criança de cinco anos entende um conceito de física avançadíssimo. Mas eu queria tomar uma coisa que a gente falou que eu comentei da ferramenta da VPN e tal, porque eu ia chegar exatamente no ponto que você falou sem a gente ter combinado, que é tenha referências que não são só do seu mercado. Porque se você consumir só o seu mercado, ah, eu falo de marketing, quero consumir só marketing. É bom, só que assim, dos 10 perfis que você segue, se os 10 forem de marketing, você vai emburrecer. Porque você vai copiar o cara que tá copiando. Por isso que eu falei do negócio de você pesquisar em outros lugares. Por exemplo, quem segue um cara bom de marketing de uma agência de outro país que não é os Estados Unidos? Você pega os caras da Dinamarca, que não precisa se preocupar com dinheiro pra fazer campanha? Vixi. Assim, o nível de criatividade, refinamento artístico dos caras é outro. Então, por que eu tô falando isso? Velho, se espera nesse cara pra você passar pro teu designer, pra passar uma referência de copy, tem um site, eu não vou lembrar o nome dele agora, que os caras fazem um site inteiro, que cada sessão só tem duas palavras. De um produto a... aí tipo demais assim cuidado com as referências também não querer aplicar só o lado artístico da coisa não pensar na conversão mas o ponto é A riqueza da autenticidade vem das diferenças, não vem só de você. Você como fotógrafo sabe, o cara só fotografa uma coisa, vai fotografar outra coisa enquanto não aprende, né? Enfim, queria saber quais são suas referências hoje, Diagão, também aproveitando e aí embalar. Quais são as referências que você mais curte hoje e gosta de acompanhar?
Eu acho que o horário não permite que eu fale quais são as minhas referências. Brincadeira. Mas assim, a primeira coisa que a gente tem que entender, e agora eu vou entrar num âmbito polêmico, tá? Bem polêmico, diga-se de passagem. O que que o sistema quer? Ele não quer pessoas diferentes, ele quer pessoas iguais. O sistema escolar ele forma pessoas iguais. Vamos aprofundar num debate aqui que, cara, é mais hard um pouco, mas vai fazer sentido. Quando Rockefeller criou a escola, O conceito, a teoria da conspiração fala que ele falou assim, eu não quero pensadores, eu quero trabalhadores. Então a primeira coisa quando a gente fala do processo de escolar é, eu vou deixar as pessoas burras e todas iguais para que elas não sejam diferentes. Por quê? Porque se é todo mundo igual, ele não dá trabalho, ele pensa igual, ele age igual, ele segue o mesmo padrão, ele segue a boiada, ele segue o mesmo caminho. Eu não quero gente que pensa diferente. Porque, pô, qual que é o caminho tradicional? Você vai fazer escola, você vai procurar uma boa escola, você vai fazer uma boa faculdade, você vai procurar um bom emprego e vai morrer trabalhando. Isso é muito bom pro sistema. Por quê? Quem pensa diferente ganha dinheiro. Então, a primeira coisa é, o sistema quer que você seja completamente igual. Então é natural que você queira ser igual. Na formação de um indivíduo, você ter a sua individualidade é a coisa mais importante. Você entender que você é diferente, não você não querer ser igual. Essa é a coisa mais importante. Vamos mudar um pouco o âmbito. Bob Marley, vocês riem de mim porque eu sou diferente, mas eu rio de vocês porque vocês são todos iguais. Então qual que é o preceito básico aqui que a gente tem que entender? Se eu faço a mesma coisa que todo mundo, do mesmo jeito, e eu esqueço a minha individualidade, eu sou só um EA. EA faz isso. EA replica em massa. Eu não tenho nada de diferente. E hoje, cada vez mais, quando a gente volta naquele primeiro assunto de audiência e comunidade, as pessoas te seguem por quem você é. Não é pelo teu conhecimento. Elas te seguem pelos seus valores, pelos seus princípios, pelas suas ideologias, pelas suas crenças. Não é pelo que você sabe ou pelo seu conhecimento apenas. Por isso que tem que ser um ser único. Tem gente que segue a Anitta, porque ela compactua com aquilo. Está tudo certo. E tem gente que acredita no Lula. E está tudo certo, porque as pessoas se compactuam com aquela ideologia. Então, a primeira coisa que a gente tem que entender é, Deus nos fez únicos para que a gente tivesse voz. Não é para ser... Cada um tem que ter a sua voz, porque senão vai ser um bando de cópia. Perfeito. Então, esse é um entendimento. E tem um outro pressuposto que a gente precisa entender que é, quando a gente tem só uma referência ou só um mentor, a gente é sempre um aluno. E quando a gente tem vários mentores e várias referências, nós somos o professor e o mentor. Então é a união de diversos raciocínios que criam uma ideia nova, porque ideias fazem sexo. Elas se multiplicam quando você tem várias ideias. É aí que tá a beleza da coisa. E respondendo a sua pergunta, quais são as minhas referências, hoje eu não tenho uma referência única, eu tenho várias e eu vou falar algumas delas e aí a gente vai chegando num consenso que eu acho muito legal. Então, eu gosto muito da linha de produção de conteúdo do Alex Ormozzi, eu acho que ele é um cara muito frio, calculista, e ele já entendeu o jogo. Cara, eu produzo conteúdo porque dá dinheiro. Dane-se. Eu não tô nem aí pra todo reto. Eu produzo porque dá dinheiro. Se não der dinheiro, eu não tava produzindo. Então, eu acho que a linha de raciocínio de eu faço o que dá resultado me agrada. Então, eu acho que ele é uma excelente referência pra mim. Uma outra pessoa que eu gosto muito como referência, eu gosto muito da Ty Dantas. Por quê? Porque ela é inteligente e ela trabalha da mesma coisa. Eu produzo conteúdo porque dá dinheiro e eu desdobro isso em métricas porque é assim que eu vou ter uma marca pessoal. Eu gosto muito de um cara que ele chama Kaleb, que ele era o estrategista de marketing do Alex Ormozzi e do Getty V. E ele fala como se tornar único no mercado sendo quem você é e ir explorando as suas principais diferenciações. Eu gosto muito desse cara, ele chama Caleb, ele é meio underground, mas ele é muito fera. Eu gosto muito dele. Eu gosto muito de um outro cara, que ele tem um livro que chama Going Viral, Brandon Kane. Por quê? Porque ele olhou e falou assim, Você é uma empresa de mídia e você precisa olhar para o seu ruse e saber por que ele funcionou, por que ele não funcionou e o que eu faço para ele performar. E eu gosto muito dessa inteligência, porque normalmente quando a gente produz um conteúdo, a gente não consegue replicar mais daquele, ah, isso aqui funcionou, não sei por quê. E ele não. Ele traz a ideia de cientistas e ele analisa aprofundado. Eu gosto muito de um cara que chama Elias Mamã. Ele é copywriter. Eu gosto muito da maneira com que ele trabalha a atenção. Eu achei ele muito inteligente, eu gosto muito dele. Isso são as minhas referências falando de negócio, marketing, essas coisas. Porém, eu acredito que o ser humano, pra ele ser um cara completo, ele tem que focar em ser alguém diferente pra ele conseguir transitar em diversas áreas. Eu gosto muito do Guilherme Freire, porque ele fala de filosofia e construção do ser. Eu acho isso muito legal.
Tema simples, né?
Exatamente. Então, eu gosto muito dele assim. Eu acho que é muito legal. Eu gosto muito de de fotografia, então eu acredito que quando a gente vê coisas belas, a gente reproduz coisas belas, porque a gente só reproduz aquilo que a gente consome. Eu gosto de diversas áreas, eu gosto de várias coisas, mas eu acredito que essas coisas fazem a diferença pra gente se tornar um ser humano melhor. Porque eu tava lá na consultoria pra um copywriter e ele falou assim, como é que faz pra me escrever igual você? Que livro que eu leio de cópia?" Eu falei, para de ler cópia. Vai no museu, vai assistir um filme, vai entender as motivações do porquê que o Gladiador lutava daquele jeito no filme do Gladiador. Vai fazer outras coisas que vai te complementar como ser humano e vai te dar repertório. Então a boa campanha é se dar de um bom repertório. Às vezes não é marketing digital. Vou trazer um outro exemplo aqui, que eu estava fazendo uma campanha. pra uma nutricionista. E aí, cara, ela tava gordinha, né? Porque ela teve filho, e ela tem lipedema, e ela teve que injetar corticoide pra segurar o filho. E aí a gente ia fazer um desafio de vendas lá pro... pras alunas dela. E eu falei assim, cara, qual livro de copy que te ensina a vender um curso de emagrecimento pra uma nutricionista que tá 20 quilos acima do peso? Não tem um livro de copy que te ensina isso. E aí eu criei um movimento que era assim, meninas, é o seguinte, eu tive... Eu vou ter a Juju, eu engordei 20kg na minha gestação, porque por conta da lipidemia eu tive que tomar corticoide e eu não tô satisfeito com o meu corpo. E eu vou fazer um desafio pra emagrecer 7kg nos próximos 7 dias, fazendo uma dieta que eu nunca ensinei pra vocês. Vamos juntas? Cara, vendeu absurdo assim, porque todas elas compraram na ideia. Então assim, não tem um livro de copo que te ensina a fazer isso. Então eu acredito que ter várias referências de diversas áreas de conhecimento pra te tornar um ser humano melhor vai fazer com que você consiga aproveitar melhor os frameworks e os conhecimentos básicos. Acho que é isso que faz a diferença, sabe?
Baita gancho, porque agora eu quero cair pra um assunto aqui, que foi... Acho que um assunto que trouxe uma aproximação minha com o Diego mais forte, que foi o assunto gestão. E toda a tua fala, Diego, de referências, buscar fora, eu acho que ela é muito mais clara quando a gente, saindo da cadeira de profissional de marketing e indo para uma cadeira operação, gestão, empreendedor, porque a gente tem um empreendedor que ou está mais num time de vendas ou um empreendedor que está mais num time de gestão, um fundador, gestor, e aí ele busca se complementar, que também é gestão. Então, eu queria saber de você, que fez tão bem esse do limão à limonada, Como é que hoje você escolhe pessoas para o seu time?
Eu trabalho com duas coisas e aí é onde a gente coloca o ego debaixo do braço e aceita algumas coisas. Então, por exemplo, a primeira coisa que eu olho é essa pessoa ela é Leal. Ou ela tá falando mal de todos os últimos trabalhos que ela fez. Isso é algo que pra mim é importante. Porque se ela tá falando mal de todos os últimos, eu vou ser o próximo. Ela é leal. Isso é extremamente importante. Primeiro, eu analiso atributos comportamentais antes de analisar o técnico. Então, cara, ele é leal, ele tá disposto a aprender, ele é muito bom, perfeito, show de bola. E aí então eu olho. Ele é tecnicamente bom? E essas duas coisas pra mim andam juntos. Porque antes eu procurava só o cara ser leal, pô, ele era muito ruim. Aí era uma merda porque eu me ferrava porque não dava para onde entregar. E aí depois eu olhava só o ponto de vista profissional. Cara, ele é muito bom, mas o cara é tipo um escroto, então ele também não me entregava. Então eu analiso essas duas coisas. Ele tem princípios e valores alinhados com o meu? E ele entrega um resultado acima da média? Ótimo. Então eu faço questão de estar do lado desse cara, eu faço questão de trazer ele para mim. São as duas coisas que eu analiso. Vou dar um exemplo assim. Prático, não vou citar, não vou dar um exemplo prático de um profissional que trabalha comigo. E aí é onde eu vou falar que o ego tem que guardar embaixo do bolso. Tem um profissional que trabalha comigo que ele é o melhor de todos. Não existe ninguém que chega próximo do que ele faz no quesito design. É enrolado, atrasa... Cara, é horroroso trabalhar com ele, assim, de verdade. E reclama, e dá trabalho, e sempre tem algum pepino. Aonde que... eu guardo o ego debaixo do braço. Quando eu quero algo excepcional, eu sei que ele vai entregar algo excepcional. Então eu aceito, engulo, trabalho a madrugada inteira com ele meio que babá, pago sushi, mas eu sei que não vai vir nada melhor de nenhum outro profissional Eu aceito. Então eu estou aceitando o comportamental ruim porque ele tem um técnico incrível. Ótimo. Tem um outro profissional que trabalha comigo que ele vai performar ganhando bem, ele vai performar ganhando mal, ele vai performar com pressão, ele vai performar sem pressão porque ele é assim, o comportamento dele é assim. Quanto mais pressão tem, melhor ele performa. Show de bola, esse cara tá comigo pra tudo, eu indico ele pra tudo. A gente se tornou uma parceria muito grande. Então eu olho essas duas coisas, mas eu aceito o quê? E aí que eu acho que ninguém fala, né? Há momentos que eu tenho que engolir o ego e aceitar daquele jeito. Cara, tem trabalho que eu preciso de gente ruim, com pouca capacidade, mas muita lealdade, tá tudo bem, fica aqui. E eu vou aceitar porque eu preciso dessa pessoa, porque não dá pra fazer um time só de Neymar. Entendeu? E há momentos que eu falo assim, cara, beleza. E aí tem uma coisa que eu evito. Estrela. Eu não quero estrela no meu time. Eu quero gente competente. E a gente vê um exemplo disso agora também no futebol americano, no PSG. Demitiu todas as estrelas, colocou uma galera treinável, nota 7, 8, demitiu as estrelinhas 15 e tá ganhando muito mais dinheiro. Então, eu trabalho nessas... E o que.
Que é pra você o estrelinha? Como que a gente identifica?
Pra mim, o cara é talentoso. Então o cara quando ele tem talento, ele se esforça menos do que poderia, porque ele coloca sempre no talento. E aí ele é impaciente, ele não tem paciência com o time porque ele tem muito talento, ele não se esforça tanto, ele não se compromete tanto. Então o Estrelinha pra mim é aquele cara que deixa tudo pra última hora porque ele sabe que ele vai resolvendo o talento. e pasme, né? E aí que é a parte incrível da coisa. Eu já fui muito tempo esse cara, estrelinha, porque eu tinha muita facilidade com muita coisa. Então, acaba que eu percebi que existiu um teto muito claro em mim, teto comportamental, e aí eu tive que corrigir em mim e eu percebo isso nas pessoas. Algumas querem correção, outras não, e aí a gente vai trabalhar.
E hoje, Diegão, se você fosse dar uma sugestão para quem está montando um time de marketing um pouco mais robusto, quais habilidades você prioriza hoje que você não priorizou dois anos atrás?
Produção de conteúdo. Eu não teria nada de marketing. Talvez eu não teria... Meu time de marketing hoje seria uma pessoa para escrever o roteiro, uma pessoa para editar meus vídeos e um gestor de tráfego. Acabou.
Em que momento você contrataria um gestor de projetos hoje?
Quando eu estivesse preparando para a entrega. Aí o gestor de projetos vai me ajudar na parte de entrega, porque o core de qualquer negócio digital é audiência e construção de audiência. Eu ia sentar a bunda na cadeira, aprender tudo que eu pudesse aprender sobre produção de conteúdo, hook, viral, gravação, reels, roteiro, edição de vídeo, formato criativo. Isso eu ia aprender. ia ter um time junto comigo lado a lado e o gestor de projeto seria na parte de entrega e organização do time. Mas o core do negócio seria... Cara, quem que eu... É que assim ó, eu não posso mais separar time de marketing e time de mídia. Existe time de mídia, que é o time de marketing. Esse é o conceito. Porque se eu perto do pressuposto que tudo que é marketing é comunicação. Não é? Marketing é comunicação. Tudo que eu faço de marketing, tudo que eu faço de comunicação é o meu marketing. Então, se eu me comunico igual um idiota, as pessoas vão entender que eu sou um idiota e o meu conteúdo é 100% só. Então, marketing é comunicação. E o que é a comunicação do meu negócio? É a produção de conteúdo. Então, como é que eu terceirizo isso para uma social media que ganha R$2.000, sendo que o core do meu negócio é a produção de conteúdo? Eu estou sendo leviano com o meu negócio. Não faz sentido eu contratar uma social media que ganha R$2.000 para carregar a comunicação do meu negócio. Isso é a mesma coisa de eu colocar uma social media para carregar a comunicação da Apple. Não existe isso. Se eu estivesse formando um time de marketing hoje, seria um cara de conteúdo? Bom cunhá que entendesse produção de conteúdo, que entende a dinâmica. Como que funciona o Reels? O que faz um Reels performar? Como que eu metrifico isso? Beleza, vou fazer sete Reels na segunda-feira, na outra segunda-feira eu vou sentar com o time e vou analisar qual conteúdo performou, qual tipo de formato não deu certo, como que eu traio a inteligência disso, isso aqui funcionou, isso aqui gerou lead, isso aqui não gerou lead, ótimo. Isso aqui está congruente com a percepção que eu quero ter no mercado? Perfeito, ajusto rota. E aonde que entra o gestor de projeto? Estou vendendo? Ele vai organizar a casa para fazer a entrega.
Perfeito. É uma ponte entre produto, marketing e a gestão.
Exatamente, exatamente. Mas estou começando agora, cara, primeira coisa. Vou concentrar minha energia onde traz gente.
Perfeito. Eu ia... Tem uma frase que empacota uma coisa que você falou mais cedo, que é cuidado com os bonzinhos incompetentes e os canalhas cheios de talento. E esse é um gancho, porque é bom pra minha pergunta pra você, que é o seguinte. gestão e marketing, a gente vê muita gente no mercado durando pouco tempo fazendo a mesma coisa. E não só porque esse cara se desenvolve rápido, é porque muitas das vezes ele não tem capacidade e tenta uma outra aventura. E pra mim, Diego, tá muito claro com mais de 750 empresas que a gente trabalha nos últimos anos e muitas delas sendo operações baseadas em marketing, que um dos maiores pontos cegos de quem vai fazer uma campanha é não levar em conta o planejamento financeiro da campanha. Quando eu falo em planejamento financeiro, gente, não é só dinheiro e mídia paga. Essa semana, eu vou contar um case nosso aqui também, que a gente trabalha com os clientes, um cliente estava fazendo uma campanha que envolvia livre. E para quem não sabe, se você tem a possibilidade tributária correta e você fala com seu contador para emitir a nota fiscal como uma editora, você não precisa ter um CNPJ de uma editora, você pode cadastrar seu CNPJ com uma prestação de serviço para uma editora, o teu imposto é 4%, de 4% a 6%, dependendo do faturamento. O ponto cego que existe hoje, Diegão, é que tem gente que usa essas lacunas e esses entendimentos para fazer uma coisa canalha e essas pessoas são expulsas do mercado agora. Falei com um contador amigo meu semana retrasada. 70% das agências dele esse ano receberam notificação porque emitiram, graças aos gurus da internet do passado, que dava para fazer qualquer venda de curso como editora. Agora está vindo imposto com juros. Teve gente que faturou 2 milhões, emitiu a nota no CNPJ aterrado e quebrou o negócio. Agora, mês passado, porque veio 3,4 milhões de imposto da Receita Federal. O ponto cego ao qual eu me refiro aqui, depois desse baita contexto, é que eu, que sou hoje pequeno médio empreendedor na internet, reduzi 7% de imposto com o replanejamento tributário que a gente fez aqui. Por que eu estou falando isso? Porque eu só fiz isso, porque eu estou reajustando o meu time de marcha em produto. E essas são coisas que a gente gosta muito de trabalhar com os empreendedores, que é 7% de imposto menos pago é 7% de lucro, porque é um dinheiro que está líquido para você. Para fazer 7% a mais de venda que não é lucro, já é difícil. Aumenta 7% a taxa de conversão. É outro jogo? Então, tem um dinheiro gigante dentro das empresas que escorre pelos dedos diariamente, que deixa o negócio pobre, não pela falta de dinheiro, mas pela falta de gestão. Hoje, na tua opinião, e você é um empreendedor mais maduro, olhando para essas coisas, qual é o maior ponto cego de lucro de um negócio digital?
São vários. Eu falar de um só eu estaria sendo brutalmente chileviano. Mas o maior ponto cego de um negócio digital hoje é ele achar que mais dinheiro em tráfego vai colocar mais dinheiro no bolso dele. E o que acontece? Ele desconsidera o tráfego orgânico. Então vamos fazer uma analogia mais forte aqui? O G4 no ano que ele faturou 350 milhões de reais, ele teve 70% da sua receita vindo do tráfego orgânico. 70% de 350 milhões de reais. Eu não tô falando de uma empresinha que faturou 1 milhão no ano, 2 milhões no ano. E com todo respeito, não é uma empresa pequena, 1 ou 2 milhões no ano. Mas eu não tô falando de uma coisa pequena. Então o que é muito comum no negócio digital? O cara quer escalar, ele quer pôr mais dinheiro em tráfego. E aí ele desconsidera o motor de todo o negócio. O motor de todo o negócio que eu falei no começo do nosso bate-papo é audiência. Esse é o maior desperdício de dinheiro, porque ele desconsidera o aprendizado de produzir conteúdo. Por quê? Ele põe dinheiro, sai dinheiro. Ele põe dinheiro, sai dez vezes dinheiro. Ele põe dinheiro, sai cinco vezes dinheiro. Pô, tá bom. Você põe mil reais, volta 50?
Tá bom.
Você põe um milhão de reais, volta cinco milhões? Pô, tá ótimo. Pra que eu vou aprender a fazer o orgânico se eu ponho um milhão e volta cinco? Não tá bom? Tá incrível. Então, a hora que isso começa a mudar, que é o CPM fica mais caro, tem mais concorrência e tem mais... A taxa de conversão fica menor. Tem mais custo interno, a taxa de conversão fica menor. E a tributação do Brasil vira uma merda, o que acontece? Você não sabe o que fazer. Você não sabe o que fazer porque você não se preocupou com outras coisas que não deu tempo. Você não se preocupou com o branding, você não se preocupou com o bom posicionamento, você não se preocupou em construir marca. E aí isso faz com que caia muita performance financeira. Então, primeiro grande gargalo, desconsiderar o orgânico. Colocar tudo nas costas do tráfego pago. O tráfego fica mais caro, a meta começa a cobrar, ela te cobra 12% a mais, você fatura, você converte 3% a menos, a galera tem menos poder, você quebra. Então é desconsiderar o orgânico. Esse é o primeiro gargalo que eu mais vejo. Desconsiderar que audiência é o rei e a rainha do jogo. Esse é o primeiro gargalo. Segundo gargalo que eu vejo acontecendo drasticamente. E esse que eu vou te falar agora, Thiagão, fez com que eu faturasse dois milhões de reais em uma semana para uma empresa que eu dou consultoria e fez com que, aplicando esse mesmo exato passo a passo que eu vou entregar aqui, um colega de mastermind copiou e colou um conjunto de mensagens que eu tenho aqui, fez 350 mil reais no negócio dele. Sim, literal. Que é aproveitar melhor os seus leads. Então, como a gente veio de uma escola de compra uma tonelada de lead, joga uma tonelada de lead fora, a gente começou a desconsiderar que aquela base queria comprar outra coisa. Foi uma aula que eu dei na minha mentoria ontem. Eu falei, gente, pelo amor de Deus, vocês estão com 100 mil leads, você acha mesmo que todo mundo quer um produto de mil pontos? Ninguém quer uma consultoria? Ninguém quer uma mentoria individual? Ninguém quer um produto mais caro? Então, a gente não aproveitar essa base de lead. Vou dar um exemplo aqui, eu dei uma consultoria, vocês sabem, já começamos esse ano, eu fui Head de Marketing de 10 pós-graduação. Cara, chegou... Existem uns problemas que é assim, imagina assim, você chega na empresa, tá faltando 3 milhões de reais por mês, investindo 200, 300 mil, e você vai entrar pra ser head de marketing dessa merda. Naonde que você vai espremer isso aqui? Você tem que pôr mais dinheiro, mas como? Entendeu? E aí você fala assim, beleza, você tá com rolas de 10 ali, tá vendendo pra caramba, como é que você vai aumentar a receita dessa? Então esse é o segundo pilar disso, por isso que eu cheguei e falei assim, cara, Vocês estão juntando lead, vocês têm uma base quilométrica, vocês estão há dois anos gerando lead e vendendo só para os leads novos. Então eu desenvolvi uma metodologia que a gente chama de lançamento de base. Perfeito, vamos pegar toda essa base e ao invés de eu pagar para o Meta trazer lead novo, eu vou pagar a API para contactar a minha base atual. Então a gente reativou toda essa base com várias mensagens que a gente tem aqui e ali a gente fez, com um único projeto, 450 mil reais em quatro dias. Então é rápido, aproveitar melhor essa base. Pô, a base já tava ali, eu não fiz nada, meu irmão. Eu gastei, tipo, dez mil reais de API e fez quatrocentos e cinquenta mil reais pra essa empresa. Por quê? Porque eu tinha inteligência de, cara, eu preciso aproveitar mais os vídeos que eu tô gerando.
E tem uma coisa de você entregar experiências diferentes, porque muitas das vezes é o mesmo produto em outro formato. Essa é uma coisa que eu tenho testado aqui, que é o seguinte, hoje o meu produto mais caro é você me contratar pra eu implementar um sistema de gestão na empresa e eu faço uma auditoria por departamento depois você que é dono sai e eu vou treinar teu time porque é ele que vai tocar esse sistema. Quando eu falo isso, sai é opcional, mas eu recomendo fortemente que não esteja na sala porque quem vai tocar é o time e eles tiram mais dúvidas nesse processo. Esse é o meu produto mais caro. 97% da minha base, que é super selecionada, eu acho que converter 3% de uma base num produto custa 15, 20 mil reais, é bom, é acima da média geral de mercado. Eu não preciso de muito volume. Só que os outros 97% têm interesse em não só nesse tipo de coisa, mas eles têm interesse em um pedaço do que eu faço, que é uma auditoria. Eu transformei isso em produto. Eu entro, faço uma auditoria. Só com as reflexões que eu proponho pra ele ali, ele já sai com dois meses de trabalho.
Tiagão, isso é um negócio novo que eu comecei a fazer, que é o seguinte. Tem gente que não consegue contratar o meu serviço. Às vezes o cara não consegue pagar o quanto nenhum pra oferecer. E às vezes não faz sentido pra ele que eu entre na operação e tenha uma porcentagem. Então eu fui no Mastermind, a mulher virou pra mim e falou assim, Eu quero que você olhe o meu negócio. Quanto você cobra numa consultoria?" E foi aí que eu falei, caraca, eu nunca vendi uma consultoria pra ninguém. Não no formato que ela me pediu. E aí eu falei assim, caramba, eu tô aproveitando pouco a minha base. A minha base quer o meu conhecimento. Ela não pode me pagar pra trabalhar 3, 6 meses no projeto dela, ela não pode me dar um share do negócio dela, mas ela quer o meu olhar sobre o negócio. Pô, a mulher me pagou 10 mil reais pra fazer uma hora com ela. E essa uma hora, duas horas que eu falei ali com ela, vai fazer com que ela fature pelo menos mais 3, 4 milhões no ano que vem. E se ela executar tudo, vai fazer com que ela mude o negócio dela e seja o core do negócio dela. Então, de novo, voltando naquilo ali que eu falei, que eu falei pra você agora, Tem o gargado de não considerar o orgânico e o gargado de não oferecer novos produtos para sua audiência, não aproveitar mais a sua lista de lead.
Um exemplo, você falou dele como tua referência, virou a mim esse ano, eu nunca acompanhei muito ele por uma questão de estilo, eu sempre gostei de acompanhar, do pouco tempo que eu consumo conteúdo, realmente eu consumo pouco tempo conteúdo no geral, esse ano principalmente eu estava muito focado em estudar conteúdos mais longos, eu não fiz faculdade, então esse ano foi um ano que eu me desafiei a começar um curso mais longo prazo, uma coisa um pouco mais robusta, então do pouco tempo que eu consumo, E aí eu comprei o livro dele, deixando já traduzido para a galera, 100 milhões em ofertas. Isso. E tem uma coisa que ele fala que mudou o meu negócio e eu parei no primeiro capítulo do livro porque ele sugere você não ler todos os encontros que você não conseguiu implementar. Cara, eu não consegui implementar tudo que está no primeiro capítulo ainda e eu estou bem dedicado a implementar. E ele dá um exemplo que é as academias e o seu ticket médio. Você chega hoje na Smart Fit no Brasil, mensalidade 89 ou 129 e acabou. Aí agora o Smart Fit oferece lá por 10 reais por mês a mais um plano de aplicativo de nutrição, umas coisas assim e acabou. Cara, o Hermosa na mesma academia vende espaço para guardar a bicicleta, espaço para guardar equipamento, vende seguro de vida, vende experiências de corrida na rua juntos ao final de semana na lua X que vai ter no evento uma vez por mês na mesma academia. Então isso tudo que o Diego falou, muitas vezes parece só um negócio de produto digital e aqui vai uma dica para vocês. Quem tem negócio tem uma riqueza que usa muito mal que é bons dados. Negócio físico quando chega um cliente tem preencher uma ficha quilométrica que sabe até tipo sanguíneo mas não usa. Isso também não vai precisar usar tudo mas se você pegar essa base nome endereço telefone indicações que o negócio muitas vezes já faz já está ali e você oferecer um produto de um parceiro que não precisa ser teu se você confeccionar o produto seja tem. Esse tipo de ação curta, direto, que não exige grandes envolvimentos de marketing, na verdade, às vezes, envolve zero marketing, é comunicação pura e básica, como a mensagem do WhatsApp que o Diegão falou, faz o teu negócio ter um dinheiro novo sem precisar de grandes estratégias mirabolantes. Então, essa é uma sacada muito boa para quem precisa de mais dinheiro em caixa.
Para eu não me perder aqui, porque senão fica um looping aberto na minha cabeça da pergunta que você fez. Quais são os grandes gargalos que fazem com que a pessoa perca dinheiro num negócio digital? O primeiro grande gargalo é contar 100% com o tráfego e não colocar o orgânico para o jogo. Esse é o primeiro gargalo. O segundo gargalo é aproveitar pouco a lista que ela já gerou, não vender mais coisas para aquele cliente. porque aquele cliente que te pagou R$2.000, R$3.000, comprou um produto de R$15.000, quer comprar mais de você. Então, eu vou te dar um exemplo. Eu tenho um grupo de mentoria e aí eu vou encerrar esse grupo de mentoria no formato que ele é hoje. Os meus alunos virou pra mim e falou assim, tá bom, Diego, eu quero continuar com você. E aí, o que você tem mais? E eu não tinha pensado nessa possibilidade. Então, eu tô falando de um gargalo que todo mundo deixa e eu deixei. Eu falei assim, caramba. Ela falou assim, ó, se você não for continuar o grupo, eu quero continuar individual. Quanto que é? Então, as pessoas querem mais E é muito legal também porque no livro do Russell Branson ele fala que ele teve vários mentores maravilhosos, mas o único que ele continua comprando é o Dan Kennedy, porque é o único que continua ofertando. Não é que ele não compraria dos outros, é que os outros pararam de ofertar. Ele está há 10 anos comprando coisas do Dan Kennedy porque ele está há 10 anos fazendo ofertas novas. Então acho que é muito importante a gente ter esse conceito de aproveitar melhor a nossa lista. E por último, eu acho que é onde eu vejo um gargalo brutalmente grande. Talvez não é o último, acho que tem mais uns dois aqui. Mas onde eu vejo um gargalo brutalmente grande é ele não ter clareza do negócio dele.
Fala mais sobre isso.
Vamos lá. Quando a pessoa está no mercado digital, faz lançamento. Pô, o lançamento tá funcionando, agora eu vou pro perpeto. Pô, o perpeto não tá funcionando. Agora eu vou pro high ticket. Pô, o high ticket não tá funcionando. Agora eu vou pra lançamento pago. Pô, o lançamento pago não tá tão legal. Cara, peraí, calma. Cê não tem clareza das engrenagens que faz o seu negócio funcionar. lançamento perpétuo, high ticket, webinário, isso é uma estratégia de vendas, não é o seu negócio. O seu negócio é outra coisa. Então essa falta de clareza faz com que a pessoa fique pivotando muito e ela não consegue ter uma escala e um crescimento saudável do negócio dele. Então a primeira coisa que a gente busca aqui é Ter clareza do meu modelo de negócio, com o que eu vou vender. Ótimo, maravilhoso. Clareza de como eu vou gerar essa demanda de maneira orgânica e usando o mínimo de tráfego pago possível. Depois, clareza do meu sistema de vendas. Beleza. Porque esse sistema de vendas tem que ser previsível. Ele tem que ser previsível, porque se eu não tiver previsibilidade, eu estou muito lascado. Ótimo. E aí, uma pergunta que eu faço pra incomodar. Se eu quiser dobrar o meu negócio mês que vem, eu sei quais alavancas mexer? Se eu não sei, eu tenho um problema de clareza no meu negócio.
E ter a definição do que é dobrar é importante porque você vai fazer contas diferentes, porque, por exemplo, pra uma empresa em determinados momentos, dobrar pode significar o dobro de usuários. E eu estou até disposto a pagar mais caro pelos leads porque a minha métrica é uma. dependendo do caso. Se a minha métrica for dobrar lucro, já é outra coisa.
Eu não quero dobrar tamanho, não quero dobrar usuário. A única métrica que me importa é lucro no bolso. Então, tem essa dinâmica. E aí então, Tiagão, aí a gente cai nos ajustes de performance e tributário. Percebe que tem várias coisas antes da gente mexer no tributário? Então, beleza.
Hoje eu tenho feito o contrário, tá? Vamos falar sobre isso, mas eu tenho feito o contrário. É porque tem várias formas de chegar no mesmo lugar.
Tem, tem. E é questão de priorização também, não tem problema. Mas na minha cabeça é o seguinte, eu penso assim, se não tem venda, não tem gestão. Se não tem venda, não tem ajuste tributário. Então o que faz vender? A audiência. Então onde que eu vou preocupar primeiro? Construir a audiência e organizar a venda. Organizar a audiência. Eu organizei venda, faz sentido ajustar tributário, faz sentido ajustar gestão. E aí o meu cérebro funciona assim, porque em algum tempo atrás eu tinha tudo perfeito, mas não tinha venda. Pô, aí eu tô de sacanagem. Não tá tendo dinheiro, o que que a gente tem? Muito perfeito. Então, eu inverti a ordem no meu cérebro para que fosse mais funcional a organização do negócio. E aí, tudo bem. Depois que a gente passou por todos esses pilares, aí sim a gente vem para a questão tributária e aí faz muito sentido você ter um bom advogado tributarista, porque ele vai resolver a sua carga tributária de imposto, vai resolver a sua carga tributária... Porque no Brasil, se eu não tiver... Uma vez eu trabalhei.
Com dinheiro... Deixa eu te dar uma dica rapidão. Eu vou procurar a mesma coisa, só que uma estratégia diferente, que eu falei da ferramenta chinesa mais cedo e tal, não deixa o planejamento tributário só na mão do advogado ou do contador.
Por quê?
Um bom advogado tributarista não vai fazer teu planejamento tributário, quem vai fazer é o assistente dele. Porque, do mesmo modo, quando você vê, putz, aquele advogado, que hoje temos advogado meio popstar, pô, eu quero que ele cuida da minha causa, provavelmente não vai ser ele que vai cuidar, provavelmente vai ser o assistente dele. Então, o tributarista bom, em geral, quem vai cuidar é o escritório, pô, massa, é bom ter um bom advogado. Só que hoje tem algumas coisas que você pode fazer, e aí eu vou sugerir não usar o chat EPT pra isso. O chat EPT tá com um problema. Não, mas use o Gemini. Você sabe que... Eu vou contar pra vocês uma coisa que aconteceu agora recente. O chat EPT me sugeriu fazer exatamente o que é ilegal pra renovar o vício no Vietnã. Que é contratar uma agência de renovação de vício. E aqui, o maior golpe do Vietnã é... Não tem como renovar o vício se você não for no governo. Ponto. E o Gemini me alertou a isso. Então... ao ir num advogado tributarista ou contador que manja de tributário, chegue com um mínimo planejamento tributário. O que você vai fazer? Baixa as informações lá do Gov.br, sobe no Gemini e fala para ele, seguindo a legislação brasileira, encontre oportunidades dentro do meu regime, do produto que eu vendo e tal, quais seriam caminhos. E quando você chegar num contador com isso, ele já vai te olhar de um jeito mais sério. Ele não vai te tratar igual mané porque tem muitos maus profissionais que vão mexer uma das alavancas e dizer que você ainda tem que dar parabéns pra ele. E, velho, tem muitas alavancas. Então, essa questão é que é muito boa.
E isso que você tá falando é crucial, porque eu me ferrei no começo com isso. Porque se você tem um negócio digital e o contador não sabe nem o que é marketing digital, você vai fazer muita merda, mas muita. Quando eu falei, você tá muito bem pontuado isso aqui. Porque, de novo, é aquele negócio do ser óbvio pra você. Pô, eu tô em todos os masterminds, eu conheço todos os advogados, eu sei quem é bom. Mas não, eu não sabia. Quando eu comecei, eu não sabia. Eu não sabia quem que era o cara que resolve e já ganhou a causa com a tese dele. Não o cara que criou a tese. Não, ele criou a tese e ganhou a causa com a tese que ele desenvolveu. Porque ele abre precedente, tem várias coisas. Mas muito bem pontuado. Você procure profissionais que não seja só popstar, mas que tenha cases precedentes.
Isso.
Que tenha resultado pré-agresso. Exato.
Exato. Mas voltando ao ponto que você estava falando, Diegão, para retomar, a gente falou sobre os pontos cegos e você comentou que hoje você tem um planejamento que parte vendas e por último você vai para o tributário e a gente entrou nesse ponto e eu dei uma sugestão. O que mais você faz dentro dessa parte de gestão do negócio, números, financeira e tal que você acha que é um ponto cego da galera digital?
Cara, tem vários pontos que a gente vai trabalhando. Então, ao dia que a gente vai avançando, a gente entende que essa questão do orgânico é uma coisa, a questão de aproveitar melhor a lista é outra coisa, a questão de aproveitar melhor a audiência do expert para vender outros produtos é outra coisa, a questão de vender produtos mais caros é outra coisa que a gente deixa de fazer, ter imersões e variações de entregas é outra coisa que a gente deixa de fazer, ter uma equipe em chuta e ter um sistema claro é outra coisa que a gente precisa fazer, entender que ter previsibilidade no seu negócio e gerar lead para o comercial ao invés de fazer o webinário, perpetual, essas coisas, é mais antigo do que andar para trás e funciona muito melhor porque às vezes você tem 20% de conversão dos leads que vai para o comercial contra 1% de conversão da sua estratégia mirabolante de vendas. Outra coisa que eu tenho feito aqui, Procurar plataformas com taxas melhores para você... Tem uma plataforma que é 10%, outra plataforma é 5%, aí você já ganhou 5%, aí você pagava 16% de imposto, agora você paga 7% de imposto, é mais 9%, no seu negócio já aumentou 14% de lucratividade, então aí de repente você... procura um advogado tributarista, ele tem uma tese que ele consegue pegar o dinheiro do Google e aí você não paga 12% ali, você teve mais 20% de aumento do seu negócio, você não pôs nenhum real a mais de tráfego, você melhora a sua estratégia de aproveitamento de lead, então você pagava R$7 no lead, agora você paga R$7 no lead, mas você aumenta o seu ticket médio, você vende muito mais vezes, você vende um produto mais caro, então você não tem problema em pagar mais caro nesse lead. Então são essas várias pequenas coisas que, acumuladas, vão fazer a diferença para você pôr mais dinheiro no seu bolso.
Eu vou dar uma sugestão bem prática pra galera como uma técnica, porque cada empresa tem o que a gente chama aqui de sistema operacional, que é o quê? Imagina que abaixo do CEO, que é o cara que tem que resolver tudo por obrigação, e é isso aí mesmo, ele tem que resolver tudo, inclusive quem tá embaixo. Imagina que você tem várias caixinhas. Se você olhar para cada caixinha e pensar como eu melhoro 1%, cada uma das caixinhas todo mês, 1%. Às vezes, melhorar 1% do financeiro é botar um sistema que emite nota fiscal automática. Beleza, resolvi isso. Aí você vai para o time de vendas. às vezes 1% é, cara, refazer o material comercial que o time tá usando. 1%. Aí, por exemplo, eu vou pra marketing, eu vou fazer uma landing page melhor, vou pagar alguém pra fazer pra melhorar ali 0,5% de taxa de conversão e tal, ou 1% de uma landing page. Cara, se você olha com essa visão de 1% pra cada departamento por mês, você não fica tão maluco, porque você tem que resolver tudo, e aí você vai identificar que existe uma alavanca que você mexe que melhora 10, ao invés de 1.
É isso.
Porque o sucesso de lucratividade de uma empresa é a média das caixinhas. Se você achar que só a venda 100% está atorando de vender e tal, você vai olhar a entrega, todo o seu dinheiro fica em suporte, porque aí você tem um time pesado de suporte, você tem um churn altíssimo, que é uma coisa comum de novos negócios, o cara não saber como é que funciona e tal. E aí, no fim das contas, espremendo todos os departamentos, sai um churume. Não sai dinheiro.
E aí, de novo, cara, é muito bom falar com você porque você desdobra coisas muito grandes de uma maneira muito inteligente. Então, se você mexe uma alavanca que ela melhora em 10x o seu negócio, essa é a única alavanca que você tem que mexer. E quando eu falo sobre audiência, é porque depois de sete anos me quebrando, eu entendi que essa única alavanca se bem trabalhada, ela faz com que todos os meus problemas sejam resolvidos. Sim. Vou dar um exemplo. Estou fazendo um projeto agora, um projeto massa de IA aqui com o Leandro Aguiar e tal. E aí a Expert postou um Reels e esse Reels trouxe para ela 43 mil seguidores. Cara, esse único Reels trouxe 43 mil seguidores, vendeu 150 ingressos na nossa reunião secreta paga, trouxe 22 mil reais de lucro para o negócio. Esse mesmo Reels a gente... 22 mil reais orgânico em venda para o workshop que a gente vai vender alguma coisa depois. Esse mesmo rules eu peguei, cortei e coloquei um CTA. A gente estava fazendo 60 vendas do ticket do nosso ingresso da reunião secreta por mês, ou seja, validou no orgânico, levou para o pago, escalei no pago, a gente estava convertendo. Então, a gente estava fazendo 60 vendas de um ticket de R$47 com lucro. Então, essa única alavanca aqui bem trabalhada resolveu todos os problemas. A gente vai vender um produto de R$20 mil. Então é bom que você faz esse desdobramento porque às vezes para mim é óbvio mas estou há sete anos no mercado e entendi que a única alavanca que movimenta todas as outras é eu ter um bom orgânico. Se o orgânico está muito bom faz com que todo o resto seja fácil. E aí uma sacada massa. Se todo dia eu posto um reel diferente, todo dia eu tô testando um criativo diferente. Eu tô testando um tema diferente. Eu não preciso esperar uma campanha pra testar 50 criativos e descobrir qual que é bom. Porque eu passei 4 meses postando conteúdo e testando criativos diferentes. E aí esse conceito de todo conteúdo é um criativo e é uma VSL, faz com que eu ganhe performance a hora que eu vou pro jogo. Porque eu já testei. Então eu vou pro jogo, eu pego tudo que funcionou, ponho pra rua e coloco um CTA.
Maravilhoso. E a gente tem visto o movimento, eu tenho visto bastante o Ícaro fazer isso agora. O Ícaro sempre foi um testador de vários formatos, né? Eu admiro muito ele nisso porque, puts, ao longo do ano, no ano que ele faz de conteúdo, ele tem a capacidade de testar muitas coisas por ele mesmo, por ser um cara curioso. E ele testou um formato recente que é, ah, vou começar a gravar um story e tal, só que ele levou pro feed dele um vídeo de 20, 25 minutos. Que era uma VSL sem edição, sem corte, sem nada, tipo nativo. Cara, assustador o engajamento, e aí vai mais longe, e aí o CTA pro produto X dele lá. Eu só entrei e dei uma olhada assim, geral na estrutura. Pra na dúvida, eu falei, ah, não vai fazer isso assim, né, só porque ele quer falar do tema. Bicho é sinistro, estratégicamente. E ele aproveitou melhor de todos os mundos, ele gerou o conteúdo por si, que gerou valor ali. E aí ele conduziu e tal, ó, quem quer dar um passo além? Tá aqui, vai lá.
É que eu acho que, assim... Sabe, o problema é que quando a gente tem muito conteúdo, é que todo mundo do marketing e tal é muito bom em criar, em mijar no post e falar que é seu. E aí você pega muitas estruturas novas, que na verdade é uma estrutura muito antiga, que já funcionava.
Sim.
Então, vamos colocar nome no que ele fez. Aida, atenção, interesse, desenvolvimento e ação. Pegou um conteúdo que ele fala muito bem, que um dos conteúdos que eu assisti inteiro é ele falando sobre o que ele acreditava e sobre a família dele, sobre como ele organiza o dinheiro dele. Então, atenção. E era um objeto de atenção porque, pô, vai mudar a reforma tributária. Então, atenção máxima. Interesse. Pô, eu tenho interesse muito grande no que ele fala porque eu acredito que ele é um cara muito bom. E depois ele fez um desenvolvimento e uma chamada para a ação. Pô, isso é mais antigo do que andar para trás. Mas às vezes a gente tá tão preocupado em achar coisas novas que a gente esquece que o antigo funciona, só precisa ser bem feito. E aí todo mundo marginal que tá criando uma coisa nova e colocando um nome, criando uma coisa nova e colocando um nome. Esses dias eu vi uma pessoa falando assim que... O triângulo da consciência. Eu falei assim, triângulo da consciência? Que porra que é essa? Nunca ouvi isso na vida. Triângulo da consciência é... Consciente do produto, inconsciente do produto. Eu falei, velho, você é o Gene Schwartz, esse cara inventou esse negócio em 1950. O que você tá arrumando o triângulo, pra que você tá inventando um mecanismo novo só pra falar que é seu?
E o pior que tem algumas coisas que é tão diferente quanto usar a cueca por cima da calça. Não precisa ser tão diferente às vezes, cara. Não precisava, cara. Não precisava. Tem coisas que não precisa inovar em alguns lugares.
Não inova, não inova. Cara, eu não quero uma roda diferente. Cara, a roda tem que rodar, beleza, segue rodando, melhora o motor, vai. Tipo, a roda é só roda. Então é meio bizarro isso, mas, cara, legal. Eu acho que esses são os pontos que a gente mais perde dinheiro, que é quando a gente não dá atenção. E um detalhe assim, que eu acho que demorou muito pra eu entender e o meu nível de maturidade não servia pra isso, é... tomar cuidado com as minhas referências. Porque a galera aprendeu na internet que você falar com certeza e firmeza e pré-potência e um ponto certo de arrogância.
De terno, com o pente estufado.
Exatamente. Realmente funciona, porque quem não conhece nada passa a ter credibilidade naquilo. Eu desenvolvi, o tempo me fez desenvolver isso, eu falei assim, cara, O que os maiores estão fazendo? Eu não vou desmerecer o que esse cara tá falando e isso aí, cara, eu apanhei muito por isso, tá? Que é dar ouvidos pro que as pessoas estão falando de novo e exige um discernimento muito grande. Cara, o que esse cara tá falando de novo que eu não sei? Será que tem sentido? Deixa eu entender. Ótimo. Isso eu tenho que trazer o tempo todo pra que eu não morra, pra eu continuar inovando. Mas o que os maiores estão fazendo Que tá funcionando. Então quando eu digo os maiores, cara, por que o Gary V quer tanto ter cada vez mais audiência? Ele nunca fez um CTA de venda, mas a empresa dele fatura 350 milhões por ano. Que que esse cara tá fazendo? Que jogo que ele tá jogando que eu não tô jogando? Ele entendeu que ele é uma empresa de mid. Alex Ormoz, cara, ele não para de produzir conteúdo e, cara, é conteúdo, assim, puta merda, cara, os conteúdos incríveis de bom, todo o conteúdo dele longo.
Não, e, cara, assim, se você for olhar a produção ali, bicho, ele gasta muito dinheiro com produção. Muito, muito, muito. Ele faz um... aquela regatinha dele não é por acaso também, é outra coisa, outro papo, que o pessoal, então, eu regata e com o peito peludo aí na internet vai funcionar, não é isso. Mas, cara, ele gasta muito dinheiro audiovisual, distribuição e tudo mais e ele é foda.
E aí a pergunta, o que que ele tá fazendo que eu não tô vendo? Ele também entendeu que audiência é o nome do jogo, porque ele gera lead de graça. Cara, vamos de novo, vamos avançar. Por que que o G4, o Thales Gomes e o Alfredo Soares tá produzindo tanto, mas não tá fazendo CTA nenhum? Porque ele quer mais alcance do que mostrar que ele é foda, entendeu? Então assim, e eu tô falando de empresas que faturam 500 milhões por ano, o que que eles tão fazendo Ah, beleza, legal. Eles entenderam que o jogo é de alcance, é de audiência e já era ali, tipo, comercial. Pronto. Era isso que eu não tava enxergando. Então como é que eu trago isso pra minha realidade? Que que eles tão fazendo que eu posso fazer pra mim? Ah, então eu quero mais alcance, eu quero ser mais conhecido do que preocupado em produzir coisa foda. em ser técnico demais. Porque daí a gente cai naquilo que a gente conversou um tempo atrás, que é, cara, o cara é técnico, ele quer falar de coisas técnicas, porque aquilo brilha o olho dele, mas não brilha de não ter alcance, porque coisa técnica não tem alcance. Então, cara, eu não quero ter alcance, eu quero que as pessoas me conheçam E a hora que elas me conhecem, elas vão ver que eu sou bom. E aí eu vou ter alguns conteúdos técnicos para ela entender o que eu faço. Então é por isso que eu falo que o jogo do empreendedorismo é brutal. Você tem que engolir o seu ego com farofa e colocar o ego de lado e falar assim cara, funciona ou não funciona. Esquece tudo. Funciona ou não funciona. Porque quando você se torna binário no funciona ou não funciona, você tira o seu ego do jogo. Cara, se não funciona, não adianta eu falar de coisa técnica. Eu gosto, mas não funciona.
E eu vou te falar que esse é um desafio que eu... Toda semana a gente tem. E hoje, em particular, antes de entrar aqui, eu tenho minha reunião semanal com o time comercial, que eu gosto de fazer na sexta-feira. Porque, pra mim, segunda-feira é o dia do comercial de vender, não é de fazer reunião. Então... Assim como todo time de operação, na real. Sexta-feira é o dia que, bicho, é encerrar a semana, ver o que funcionou e abrir as tarefas pra próxima semana. E hoje, em particular, eu tava sentindo que o time tava num momento de muita incerteza Porque a gente mudou a linha editorial, logo, algumas coisas a gente acertou, algumas a gente errou e a quantidade de lead caiu. Isso mede no comissionamento do vendedor, direto. Eu tô adivinhando com vocês as coisas que eu botei hoje, assim. E eu fiquei ontem até tarde reescrevendo o nosso reajuste de movimento, não é nem novo, né? Só, pô, beleza, isso funcionou, isso não funcionou, vamos fazer agora, ir por esse caminho. E o time saiu muito engajado. E o que eu mexi? Por que estamos fazendo o que estamos fazendo? Quando você começou a falar do por que eles têm mídia, por que esse cara faz assim, por que ele gasta com o audiovisual, por que ele usa regatinha, sendo que ele podia estar usando um terno ou hermose, pô, não falta dinheiro pra ele comprar roupa. né? É não é nada ali é por acaso. Então, assim como quando você questiona o porquê dessas coisas e aí cair numa coisa muito prática, você só vai mudar o engajamento do teu time se você fizer uma manutenção do porquê que conecte as pessoas. E é a mesma coisa pra audiência. E eu falo isso porque eu sou muito bom em fazer isso dentro de casa e não tão bom em fazer isso fora. Porque eu apareço pouco até fora assim na maioria das vezes eu faço YouTube cara bem que volta pra dentro de casa e faz um monte de coisa com os clientes e tal que é uma coisa um negócio que eu tô mudando meu negócio pra pra em prol disso também, pra me liberar tempo aqui e agora. Mas eu tô dividindo isso com a galera porque esse mesmo ponto de manutenção existe toda semana no negócio. Às vezes o comercial tá atorando de felicidade e CS tá ruim. A galera tá desengajada porque você mexe uma coisa e compensa a outra. Então, pintando esse cenário, Diego, como é que você lida com o sucesso e o insucesso ao mesmo tempo dentro da mesma empresa?
Eu lidei muito mal por isso, com muito tempo. porque eu atrelava o resultado à minha identidade. Então, eu explico. Se eu fiz um projeto que foi muito incrível, eu sou muito incrível. Se eu fiz um projeto que deu muito errado, eu sou uma merda. E isso foi um problema muito grande. Então, quando eu entendi que quem eu sou não é o meu resultado, isso ficou muito leve. Porque quando eu atrelo o meu resultado à minha identidade do que eu sou, eu detendo de estar performando bem a todo momento.
Que não é possível.
Impossível. Ninguém está em alta performance o tempo todo. Então, você vai ter uma oscilação. Você vai ter meses bons, meses ruins, meses excepcionais e meses péssimos. Via de regra, a gente trabalha para ter mês bom e mês melhor ainda. Mês bom e mês melhor ainda. A gente trabalha para isso, mas às vezes tem mês ruim. Então, eu passei a lidar com Essa dicotomia de bom e ruim, quando eu comecei a olhar o resultado como indicador. O que eu fiz que deu bom, e o que eu fiz que deu errado. E o que eu tenho que fazer para dar bom de novo, e o que eu fiz para não corrigir. Então, eu parei de atrelar o resultado à minha identidade, e comecei a atrelar o resultado a um indicador de melhoria. E isso fez com que eu performasse melhor. E aí, quando eu postava um conteúdo e falava assim, caraca, foi ruim, eu sou ruim, não, não, não, eu postei ruim, o que eu preciso mudar? Então isso faz com que você pare de mexer na sua crença de merecimento, permissão e capacidade, porque isso é ruim, e você começa a mexer na ação, na tarefa prática. Isso faz com que o time performe melhor. E quando a gente tem esse entendimento, as coisas ficam mais leve. Beleza, não performou bem. O que eu fiz que deu errado? Ah, legal, foi isso, isso, isso. Show de bola, vamos corrigir. E esse conhecimento fica leve, sabe? Só para você entender, porque foi assim. Cara, fiz um projeto. Tá, show de bola. Dezembro. Fiz um projeto. Tá, beleza. A gente fez uma estratégia. Fiz uma estratégia. Investi, acho que... Investi R$20 mil e faturamos R$200 mil. Para uns está bom, para outros está ruim. Tem gente que nunca teve essa grana, tem umas pessoas que é uma merda. Está tudo bem. Aí no mês seguinte, o mesmo estrategista em outro projeto. Investi R$150 mil e faturei R$3,2 milhões. Num mês eu sou um lixo, no outro mês eu sou um gênio? Não, peraí. O que que eu fiz nesse? Qual era o conjunto de coisas que tinha nesse que fez com que eu performasse tão bem? E qual era o conjunto de coisas que tinha nesse que fez com que eu não performasse tão bem? Ah, beleza, show de bola. Esse aqui era um outro tipo de nicho, ele tava melhor posicionado, a galera via ele como referência. Ah, legal. E agora como que eu replico isso pra outros projetos? E aí eu desenvolvo inteligência. Eu não desenvolvo frustração e nem ego. Então, o meu ego fica de lado. Cara, eu fiz 3.2 milhões, beleza. Como é que eu replico? O que que tinha nesse que não tinha no outro? Eu jogo com o meu framework. Próximo projeto, eu vou tentar replicar essas coisas e vou trazer esses pontos de melhoria. Beleza. Fiz um projeto, foi uma merda. Cara, o que que eu errei? Beleza, framework. Então, eu tento não atrelar isso à minha identidade. Nem eu sou incrível, nem eu sou um lixo. Foi um resultado. Resultado é só um resultado. E isso faz com que a gente consiga melhorar muito, sabe, com menos ego. Porque houve momentos que o ego estava muito à frente. Cara, se eu faço isso e tenho isso, então eu sou isso. Puta, cagado. Não, eu sou isso, por isso eu faço isso, então eu tenho esse resultado. Ficou bem filosófico isso aqui, mas eu espero que a galera tenha entendido. Não atrelar o resultado a quem eu sou.
Mas agora eu vou ser mais filosófico ainda, porque tudo isso que a gente falou, ele gira em torno do resultado da empresa. Eu tenho uma pergunta que eu não gosto de fazer, porque eu acho que ela não leva a lugar nenhum, que foi o maior erro com pessoas, e todo mundo já cometeu seus de formas diferentes. Mas, além das desculpas, o que você recomendaria pra alguém que errou com uma pessoa e tá mal?
Cara, eu acredito fortemente que a melhor maneira da gente organizar qualquer erro é conversando, mesmo. Porque o que acontece? Eu tenho um princípio muito grande que é da transparência. Então, o meu princípio da transparência é que eu trabalho há sete anos remoto. Então, se eu não for transparente com as pessoas que trabalham comigo... Não tem aquele negócio, tipo, você trabalha presencial, você olha pro lado, a pessoa tá meio emburrada, você chega e fala assim, e aí, o que aconteceu? Não, a pessoa fechou a cama e foi deitar. Aquele problema que tinha 10 centímetros é um monstro, filho, é um Godzilla na semana que vem de 7 metros. Então, o que eu faço é, cara, deu merda. Eu tento corrigir o mais rápido possível, porque o bicho ainda tá pequeno. É real, é real. Porque o negócio fica gigantesco e eu não sei qual problema a pessoa tá passando. Entendeu? Então eu tento corrigir o mais rápido possível e ao mesmo tempo eu tento... é separar o máximo possível o acontecimento de quem a pessoa é. Tipo, a pessoa falhou. Cara, você não é um lixo. Isso aqui teve uma falha e aqui na empresa a gente não aceita esse tipo de falha. Porque quando eu separo o resultado de quem a pessoa é, ela não leva para o pessoal. Eu tento fazer isso o mais rápido possível. Cara, eu fiz merda, mas é instantâneo. Cara, vamos para o macau. Porque às vezes aquele bichinho tá com 7cm. Tipo assim, é um Godzilla Junior. Semana que vem o cara tá te odiando. E eu já errei por isso. Por demorar pra pedir desculpa, demorar pra corrigir a rota, demorar pra acalmar os ânimos. Entendeu? Então isso é o que eu faço. Não sei se é a melhor atitude, mas eu percebo que a energia da equipe se mantém. E aí eu exijo isso da minha equipe, cara. Eu exijo isso. É um valor muito grande meu. Então, por exemplo, Trabalhando com um projeto, o cara não grava, a mulher não grava, a mulher não grava, a mulher não grava, a mulher não grava, e eu falei, que merda que é essa? O que que tá pegando? Tipo, o meu princípio é transparência, por que não tá fazendo? E aí eu, e aí tipo, fui claro, ó, o que faz o negócio funcionar é audiência, audiência é conteúdo, se você não tá gravando conteúdo, por que? Não, sabe o que que é? Não, não sei o que que é, o seu único trabalho é fazer isso, por que você não tá fazendo? Percebe? Incisivo no talo. Eu exijo transparência. Por quê? Porque eu falei, cara, se você me fala qualquer problema que seja, eu tenho a oportunidade de mudar a rota. Eu tenho oportunidade de te ajudar. Eu tenho oportunidade de mandar você a merda. Eu tenho a oportunidade de chamar alguém pra te ajudar. Mas se você não fala, cara, é muito ruim você ficar perdido. É você colocar um soldado no meio do escuro, deixar ele sem lanterna e falar, avança e mata o equipe. Não vai dar. Então, eu exijo essa transparência pra que quando eu erro eu consiga corrigir. E nesse caso em específico, eu fui muito firme e falei, olha, então eu não vou continuar o projeto. Ela falou assim, não, sabe o que que é? Eu tenho TDAH e aí eu tenho que fazer o roteiro do zero. Eu falei, caraca véi, em 2026 você tá fazendo roteiro do zero? Aí eu percebi uma falha minha, eu falei assim, me desculpa. Sabe por quê? Porque eu consigo fazer 20 roteiros no dia. Roteiros bons. Vem cá, vou te treinar. Senta aqui. Aí ela escreveu todos os roteiros, ajustou todas as cópias e gravou. Então... Pô, eu fui muito incisivo, coloquei uma pressão acima da média, percebi que errei. Imediatamente falei, cara, me desculpa. Eu não sabia que você não sabia, tá vendo? Aí eu reforço o meu valor. Tá vendo por que eu exijo transparência? Porque se você me fala, eu posso corrigir. Errei feio com você. Vamos melhorar? Vem cá, vou te ensinar. Então, ao mesmo tempo que eu... Cara, e isso aqui, eu falando assim, mas isso aqui é uma conversa de 30 minutos. Eu errei pra cacete, eu consertei rápido, pedi desculpa, reforcei o meu valor e falei assim, cara, beleza. É assim que a gente vai fazer. Vambora. porque o bicho ainda tá pequeno.
Muito bom. De pano de fundo, inclusive vou deixar a recomendação, tá na H1 um livro que se chama Escutatória, que é um livro exatamente sobre a habilidade de fazer Isso que o Diego falou, porque a premissa do livro é a seguinte, a gente sabe falar, a gente sabe gritar, a gente sabe cantar, mas o ouvido só escuta, só escuta. E falar, a gente tem muito mais incentivo. Se você não fala, você não vende. Se você não fala, você não se posiciona. Poucas pessoas têm a sabedoria de explicar pra gente o poder de escutar. E uma vez eu tava conversando com meu tio, meu tio, cara que pra mim é uma das pessoas de sucesso que eu mais admiro, assim, tenho esse prazer de tê-lo na família, e uma vez eu saí do escritório bravo que eu tinha levado um calote, o cara não me pagou, e depois falou que não ia pagar mesmo e tal, isso foi, sei lá, meus dois primeiros anos de marcha, e eu precisava muito daquele dinheiro. Então eu saí assim, cara, e aí eu falei pro meu tio e tal, ele muito tranquilo, sentado no sofá, ele falou assim, ó Thiago, Eu já tomei tanto calote na vida, e eu queria que tivesse me dito o que eu vou te falar agora, você não vai entender, mas daqui a um tempo você vai entender. A maior habilidade que você... Porque eu falei pra ele, ah, eu queria muito ser igual a você, que você resolve as coisas. Falei isso pra ele, assim, meio chateado. Ele falou, cara, a melhor coisa que às vezes eu faço é ser paciente. Mas pra ser paciente, eu tenho que saber ouvir. Você escutou o que ele falou? Ele falou, não, vou te pagar... Beleza, qual que é a tua parte nisso? Cadê o teu contrato? Eu falei, putz... Tipo assim, eu não me tratei nem com respeito de dignidade mínima de um prestador de serviço, o que eu posso exigir que o outro me trate melhor do que eu mesmo estou posicionando o meu trabalho para ser tratado? Olha que coisa. Eu lembro muito desse momento e aí fui... Tem um outro livro que fala muito sobre isso, que é um livro do Christian Dunker, com um palhaço, que é um psicanalista, um dos maiores palhaços do Brasil, assim, no sentido de fazer projetos sociais para crianças, um trabalho lindo. que a base de todo bom analista, e não só analista da psicologia, mas psicanálise, mas de um bom médico, de um bom profissional, é ficar quieto na primeira meia hora que ele conhece a pessoa porque todo mundo quer falar e todo mundo foi treinado para falar. Ele falou e é ali que você vê o caráter é ali que você vê o exemplo é ali que você vê tudo o que você precisava perguntar só escutando você vai conseguir chegar sem pedir. Então isso que o Diagão está falando que eu acho que é uma das melhores dicas que eu posso dar para quem é gestor é Aprenda a habilidade de ouvir conscientemente, porque quem gosta de falar muito vai ter muita dificuldade em aprender a ouvir. Esse livro é um caminho, mas se na rotina da tua empresa você que é líder é o que mais fala, é um outro sinal de que você tá errando. Porque se você não tá induzindo o teu time a fazer boas perguntas, a trazer as pautas, a ligar a câmera, abrir o microfone e trocar ideia, e você entra e acha que aquilo ali é teu palco, teu time saiu do mesmo jeito que entrou. Porque a gente só aprende por repetição, por treinamento, por nos posicionar socialmente. Então se eu pudesse dar uma dica pra quem tá precisando melhorar o clima, resolver essas coisas e fazer tecnicamente isso que o Diagão falou e não sabe fazer, porque tem gente que não sabe fazer mesmo. Cara, aprende a ouvir do jeito certo. E tem jeito certo de ouvir. Eu fui descobrir isso mais velho, ainda tem bastante tempo pra gente mudar, mas assim... Cara, é muito importante essa habilidade. Eu queria voltar uma pergunta pra você, Diagão. Hoje, qualquer habilidade... Antes de você falar.
Sobre a pergunta aqui, eu acho que isso que você falou é muito legal, e eu queria pontuar uma coisa aqui, para quem está assistindo a gente, que é o seguinte, empreender e liderar é brutal. É um negócio que chega a ser desumano, porque você tem que corrigir as suas falhas, se tornar alguém melhor enquanto o negócio está acontecendo, para que você consiga desenvolver melhor as pessoas que estão confiando na sua liderança. Então, é brutal. Então, se por um lado eu tô falando do que eu fiz essa semana, pô, eu errei umas outras 15 vezes no mês passado, não tô falando do ano passado, fazendo as mesmas coisas. Então, eu acredito muito na ideia de que, cara, Eu falei no começo do podcast que a gente tem que buscar melhoria contínua o tempo todo, porque é brutal. Você tem que olhar no espelho e falar assim, cara, você errou nisso, esquece, vamos corrigir. Isso aqui você também errou, vamos corrigir. E esse lifelong learning, a vida inteira aprendendo, faz com que a gente se transforme em pessoas melhores, porque constantemente a gente vai errar em alguma coisa. E aí entra a sabedoria milenar que é cara ler o máximo que você puder estudo o máximo que você puder porque não dá para aprender tudo na tentativa e tem muito mais. Tem muito erro para fazer.
Sim exato. Muito bom mas a minha pergunta para você é qual que é a habilidade mais escassa de gerente e sócio. Vamos colocar gerente para cima tirar a galera de operação e tal qual que é a habilidade mais escassa hoje de gerente coordenador rede e sócio. No geral são cadeiras mais altas.
Nixialidade. ser um nexialista. Foi um livro de ficção, basicamente, eu nem li o livro, é uma história que eu li, que eles pegaram vários caras de várias áreas diferentes, colocaram pra construir um foguete e aí os caras ficavam discutindo qual era o melhor e tinha um cara que não era formado em porra nenhuma e ele falou assim, não, isso aqui é melhor é o administrador, não, isso aqui melhor é o arquiteto e ele juntava as duas áreas e fazia alguma coisa nova. Então, eu acredito que a gente tá num momento que ser um nexialista é a habilidade mais escassa. Porque o que acontece? O cara fala assim, cara, eu sou gestor, eu não faço isso. Tudo bem, mas você é gestor, você tem que ter outras habilidades. Então, é a horizontalidade do conhecimento que vai fazer com que a pessoa consiga crescer. Isso, pra mim, é a coisa mais escassa. Então, por exemplo, a gente tá conversando aqui, cara, a gente conversou de social media. de produção de conteúdo, a gente conversou de copy, a gente conversou de arquitetura de negócio, a gente conversou de precificação, de brand, de manipulação de massa, de arquitetura de percepção, de arquétipo, de filosofia. Então, não quer dizer que eu sou gênio em todas essas áreas, mas são áreas complementares que vão me auxiliar no meu negócio. Então o que eu percebo muito é que a parte mais escassa o cara é muito bom em uma coisa só. Ah, eu sou design. O cara é muito bom em design. Ah, eu sou muito bom em gestão. Ah, eu sou muito bom em click up. Não, não, não, cara. Você tem que... Se dominou essa área, beleza. Qual que é a próxima? Cara, eu não sou produtor de conteúdo, mas eu entendi que a produção de conteúdo que destrava o meu negócio. Cara, então quem que ensina essa bagaça? Então eu vou comprar os cursos de social media, vou entender isso aqui, vou entender de métrica. Ah, beleza, então percepção importa. Beleza, então eu vou aprender sobre roupa, eu vou aprender sobre brand, eu vou aprender sobre arquétipo. Ah, iluminação importa. Então eu vou aprender sobre iluminação, eu vou contratar um filmmaker. Ah, roteiro importa. Então eu vou aprender roteiro. Ah tá, então ser mais sucinto importa? Pô, tô lendo agora um livro que chama Brevidade Inteligente. Por quê? Porque eu percebi que eu tava muito prolixo no meu conteúdo. Então eu vou aprender a me comunicar melhor de uma maneira mais curta. Então, entende? É isso que eu sinto falta, porque às vezes o cara é muito bom em uma coisa só. Então, quem que trabalha comigo hoje, cara? Vou dar um exemplo de pessoas que é muito boa em gestão, mas não é muito boa em marketing. Então ela não sabe gerenciar um time de marketing. Então não adiantou nada o cara ser um gestor excepcional, porque não vai conseguir resolver um problema de gargalo que às vezes não... Entendeu? Então acredito que a habilidade mais importante é ser um nexialista, ser muito bom na sua área e ter outras habilidades paralelas ao momento de mundo.
Muito bom. Eu estava confirmando aqui mas você sabe que vou fazer uma conexão de várias coisas que você falou. Esse livro que você está lendo brevidade inteligente. Eu ganhei ele de graça porque ele era um livro de material de distribuição de conteúdo quando o Roy Schwartz quis fazer uma marca pessoal mais forte. E esse livro virou um puta do viral porque ele é da Axios. Eu acho que a empresa que basicamente é a maior empresa de newsletter do planeta do mercado financeiro, que deu origem a várias outras. Inclusive a do The News, a galera se inspirou muito na Axis para fazer esse formato, que é um formato que inclusive no livro ele vai conduzindo assim. Você sabia disso?
Sabia porque estava escrito no livro. Só por isso. Eles falam, eles falam no livro.
É muito massa o lance, o poder da audiência e o poder de como esses conteúdos vão direcionar você.
Olha só para você ver que louco. Só para fazer um aponte aqui. Quando eu falo de Copywriter, eu tenho que entender um negócio que chama Zeitgeist, que é o espírito do tempo. E quando eu entendo do espírito do tempo, eu tenho que de novo colocar o ego no meu braço, debaixo do meu braço. As pessoas não querem consumir conteúdo denso. E se elas não querem conteúdo denso, eu tenho que aprender que o Zeitgeist, no momento que há falta de atenção, para eu me comunicar com essas pessoas. E aí sim eu vou na obrividade inteligente.
E isso é... Para criar produtos que sejam coerentes, né? Porque hoje a dor do meu produto é essa aí. Ninguém quer a coisa que cumpre todos os poréns, só que ao mesmo tempo gestão tudo tem um porém.
Mas você entende o tanto que é importante você ir transitando e estar constantemente buscando? Porque eu sempre fui o cara da profundidade, eu sempre gostei de coisas mais técnicas, mas ninguém quer isso. E se ninguém quer isso, não adianta. É demanda. E a gente volta lá atrás naquilo que a gente começou. Não tem demanda. O futebol na Arábia Saudita. Então eu vou ter que aprender a me adaptar nesse momento para eu conseguir me comunicar de um jeito que chama a atenção das pessoas. Então é todo um contexto de empreender, é o tempo todo você jogar o ego pela janela, cara. Não dá. Eu quero falar de uma coisa, mas a galera não quer consumir, dane-se. Entendeu? Não adianta eu falar do saldo que eu quero, porque não vai ter alcance. Então, é tudo isso que vai girando em torno das coisas que a gente tem que se tornar, sabe?
Perfeito. Eu tô num momento de muita reinvenção nesse sentido, exatamente pelo ponto que você falou. Porque o que deu certo no meu canal por muitos anos hoje não dá mais. E muitos anos assim, foram três anos que eu literalmente não precisava de mais nenhuma distribuição porque o YouTube me dava mais venda do que eu dava conta de atender, do modelo que eu tava fazendo. Porque eu tava no B2B também, não era exatamente o meu core do tempo, do dia todo e tal. Então, quando eu transformei isso no meu negócio principal, também veio essa mudança de mercado, que é o quê? Hoje, ninguém mais quer dedicar uma hora pra aprender um tutorial e era o maior diferencial do meu canal. Eu lembro que o Diego comentou isso e era um feedback muito comum. Pô, o teu tutorial vale mais que um curso. Hoje a galera já nem quer mais esse tutorial e também não quer o curso.
Mas é aí que entra... Olha aí pra você ver que coisa louca. É aí que entra o livro que eu indiquei aqui que é o Breakthrough Advertisement. Porque o desejo e o problema continuam mesmo. A questão é o que você vai dizer pra cair no teu produto. Porque continua existindo o desejo e o problema. Você só vai mudar a comunicação. Você entendeu? E aí é onde eu falo, cara, a beleza do negócio é você juntar todos esses conhecimentos para você conseguir se comunicar de um jeito diferente, porque o cara continua com o problema de gestão.
O cara continua com o problema de.
Contratação e vai piorando.
E problema de gestão, estatisticamente, está só piorando por quê? Porque hoje tem mais gente empreendendo, muito mais gente empreendendo. No Brasil tem um cenário que é difícil, que é os desempregados forem empreender à força. E no Brasil tem muito desempregado. Então, o lance de empreender não é só abrir uma empresa, mas é vender o serviço mais barato que muitas vezes... O cara que trabalhava no B2B era designer. Agora ele vai para o mercado e ele vai vender o mesmo serviço que ele já entregava por uma empresa pela metade do preço. Então, tem uma questão muito doida de mercado barra desemprego que fez o Brasil ser um país onde hoje você compete com uma empresa grande para contratar. Pelo mesmo cara, às vezes. Porque o cara vem, ele ponderar. Ah, o Thiago tem mais liberdade criativa e tal. E às vezes ele vem trabalhar comigo justamente por isso. Porque ele não quer trabalhar lá numa agência grande.
E aí, de novo, a gente volta no desejo. Continua o mesmo? O que o cara que tá procurando emprego quer? Ele quer possibilidade de crescimento. Se você vende isso, você tem um plano de carreira, um plano de ascensão, a sua empresa tem diferencial competitivo. Cara, é muito doido isso aqui. É infinito, dá pra gente falar infinito, mas eu gosto muito.
Agora a gente vai falar sobre como montar um planejamento passo a passo pra que você consiga vender produtos de alto valor agregado. Se você hoje tem um produto ou está pensando em lançar um produto ou está pensando em um conteúdo para vender um produto mais caro do que o que você vende hoje, eu vou botar um desafio para o Diego onde é como ele criaria um planejamento de distribuição, um planejamento de conteúdo para vender produtos aí acima de 15 mil reais. Qual seria o primeiro passo, Diegão?
Show de bola, show de bola. Cara, assim ó, eu não posso dar uma resposta rasa, tá? Se eu fosse dar uma resposta rasa, eu acho que não seria funcional aqui para a galera e para o nível de pessoas que consomem a gente. A primeira coisa quando a gente faz num projeto, a gente analisa o mercado, né? Então não adianta eu querer vender produtos ultra high ticket, alto valor, extremamente caro, se aquele público e se aquela solução não aceita aquela demanda. Então, por exemplo, vou vender um produto de 40 mil reais para tiazinha de crochê. Não dá. Então a primeira coisa que a gente trabalha é Posicionamento de mercado, então eu vou analisar e vou falar assim, cara, já tem concorrentes que trabalham com esse valor, já tem demanda para isso que eu estou oferecendo, as pessoas estão acostumadas a comprar isso aqui. É a primeira coisa que a gente analisa. Ótimo. Dentro disso, depois que eu analisei o mercado, eu vou procurar uma maneira de me tornar diferente nesse mercado. Porque as pessoas já estão com um problema, então eu vou trabalhar com a diferenciação. Por que o meu é melhor do que o do outro? Então eu vou procurar motivos para que o meu se transforme diferente desse mercado. Aí beleza, eu vou elencar isso, eu vou organizar isso. E aí depois que eu fiz isso, eu vou entender quais são os troféus para aquele mercado. Como assim? Vamos falar no seu caso de gestor. Pô, você trabalhou, fez 53 eventos para a XP, atendeu mais de 750 empresas. Isso são troféus para que vai dar credibilidade para o teu público. Então percebe que a gente está fazendo a construção de um negócio. Estão fazendo a construção de marca na prática. Isso aqui é estudo de construção de marca. Depois que eu elenquei isso daqui, aí show de bola. Aí eu vou olhar... Eu vou me posicionar como premium e aqui tem uma sacada muito bacana que é a seguinte, quando eu me posiciono como premium, eu tenho cara de classe a mais, mas a hora que a pessoa vai ver, ela é um preço possível de comprar para o BIC. Eu queria que a galera que assistisse a gente tivesse uma virada de chave. Posicionamento prêmio não é pouterno, não é nada disso. Depois pesquisa sobre prêmio. Prêmio, ele tem cara de muito caro, mas ele é um preço acessível. Então, trazendo aqui pra nossa realidade, a pessoa tem que perceber que o que você tem que entregar é muito sofisticado e é muito caro, porém, a hora que ela vai ver, ela não... Ela não precifica você, você precifica. Ela já está esperando que vai vir algo caro. Então quando você vai na Apple, toda a loja comunica que o celular não vai custar R$1.500. Toda a loja comunica porque ela tem um posicionamento premium. Então todo o seu material tem que ter um posicionamento premium. E quando eu digo posicionamento premium, é tipografia, é cores, é foto, é imagem, qualidade da câmera, edição, o jeito que você fala, o jeito que você se veste, o jeito que você se porta. Tudo isso forma a base para a gente conseguir trabalhar. Isso faz diferença para a gente conseguir avançar. Perfeito, show de bola. Depois disso a gente vai pra produção de conteúdo.
Depois disso.
Aí eu defini o meu público, eu defini quem eu sou, defini como eu quero ser percebido, defini quais são os meus troféus, eu defini a minha comunicação visual, show de bola. Aí agora eu venho pros canais. Hoje o melhor canal é o Instagram. Então vamos falar somente do Instagram, porque depois a gente vai abrindo outros canais. Aquilo que a gente validou no Instagram, a gente puxa tudo.
Você acha que pra qualquer produto hoje o Instagram seria um ponto de partida?
Eu acho que é mais fácil. É antes de desculpa. Você pegou o celular e tá produzindo. Então, pra mim, começa sempre pelo Instagram, porque é mais fácil. Tá parrudo, tá grande, quer escalar? Aí você vai abrindo novos canais. Mas a princípio, um canal só, tranquilo, sem muita dificuldade. Beleza, defini que vai ser o Instagram, o meu canal máster. Perfeito. Dentro disso, aí sim eu vou fazer uma análise, um desdobramento. Normalmente aqui, Tiagão, a gente faz um desdobramento assim. Quanto eu quero faturar, qual que é o ticket, qual que é a minha taxa de conversão, quantos vídeos eu tenho que tirar. Não vou falar sobre isso, porque eu acho que fica um pouco... mais abrangente. Mas como que a gente trabalha?
Mas vamos eleger só para ficar também incrível para a galera hoje. Quais são os números que você mais gosta de projetar nesse momento que a gente falou de alguns? Mas assim, se fosse colocar essa sequência dos cinco assim, qual é o escopo de funil que você olha para entender? Bom, estamos no bom caminho, não estamos do primeiro três meses do projeto assim.
Cara, funciona mais ou menos assim. Existe um resultado progresso. O projeto já está funcionando, já está andando? Sim ou não? Não está andando, eu não tenho número. Aí eu vou atrás dos primeiros números. Depois que eu tenho os primeiros números, eu vou entender, beleza, qual que é a conta custando meu lead, qual que é a minha taxa de conversão e qual que é o meu ticket médio. Aí eu passo a projeção pra frente. Eu já tenho isso? Então eu vou voltar só para demanda, eu já tenho taxa de conversão, eu já tenho ticket de média, eu vou voltar só para demanda, eu só vou gerar mais demanda. Então eu sempre trabalho nessa nuance. Então vamos imaginar, vamos fazer um projeto aqui rapidinho. Vamos imaginar que a pessoa quer faturar um milhão ano que vem, com um produto na casa de R$25 mil, certo? Então um milhão ano que vem, um produto na casa de R$25 mil, então um milhão dividido por 12, então ela vai ter que fazer algo em torno de R$83 mil por mês. Para ficar conta fácil, conta tipo ADR 85 mil por mês dividido por 25, que é o nosso produto, vai ter que fazer quatro vendas. Três vendas, mais ou menos, em média. Três vendas e meia. Então, aí sim eu já começo a projetar. Beleza, para mim fazer quatro vendas por mês, eu vou fazer 100 mil reais no mês, exemplo. Quantos leads eu preciso? Quantas calls eu preciso? E aí sim eu volto na produção de conteúdo, porque a produção de conteúdo vai gerar lead para mim. Você entendeu como que funciona o desdobramento? Beleza, para mim fazer quatro vendas, eu tenho uma taxa de conversão de 10%, então eu preciso de 40 leads qualificados. Acabou aqui. Agora o jeito de gerar lead é demanda. Demanda é produção de conteúdo. Tão simples assim que eu encontro isso. É desse jeito mesmo.
Definiu a meta, próximo passo.
Defini a meta, desdobrei em quantidade mesmo, fui desdobrando, estruturei meu comercial, beleza. Agora que eu defini mercado, posicionamento, como eu quero ser percebido, defini minha meta, defini o meu canal, que é o Instagram, agora eu vou para produção de conteúdo. Eu já tenho meu público-alvo, Vamos colocar um cenário aqui, meu público é empresários que querem organizar gestão, aí eu vou elencar todos os meus concorrentes, vou analisar todos os temas que eles já estão trabalhando, lembra que eu falei que no começo do nosso podcast, eles já estão trabalhando para mim, meu concorrente trabalha para mim, então vou ver os temas que já estavam validados, que esses temas que já estão funcionando, dificuldade com contratação, dificuldade com treinamento, vou elencar esses temas, E aí, então, eu vou analisar formatos. Quais formatos estão funcionando? Formato, quando eu digo, só para nível de entendimento da galera, isso aqui que a gente está fazendo é um formato, é o formato podcast. Ele é muito bom para falar de crenças contraintuitivas, temas polêmicos. Depois tem o formato de tela dividida, onde a galera traz muita história. Depois tem formato de react. Então, eu vou entender quais formatos estão performando melhor. E aqui, agora que começa o ouro, eu entendi que qual é o tema, eu entendi qual é o formato, eu entendi quais são os ganchos que mais performam, aí eu vou utilizar da estrutura AIDA, Atenção, Interesse, Desenvolvimento e Ação. Essa estrutura AIDA é quais temas eu vou pegar que chama mais atenção, quais estão muito em alta no meu mercado hoje. Se eu pegar esses temas que estão muito em alta, vamos imaginar o seguinte, a gente teve algumas fraudes de gestão no Brasil recentemente. Então, por exemplo, o BO do INSS, é uma fraude de gestão.
Agora teve a do Banco Master lá também.
Tudo bem que teve roubo, essas coisas todas, mas a gente pega esse veículo de atenção e você faz a sua análise em cima do interesse das pessoas de como você poderia corrigir isso com um processo de gestão. Então, atenção, interesse, desenvolvimento e ação. Show de bola. E eu vou começar a produzir conteúdo em cima disso. Aqui vai um ouro que eu nunca... Cara, eu nunca ensinei fora de mentoria. Mas o que acontece? Existe um livro que se chama Primal Brand, que é os princípios primais que fazem com que a pessoa confie em você. E aí a gente precisa de história de origem, que você responde a uma pergunta de por que eu devo confiar em você. E narrativa de conversão. Beleza, eu peguei toda essa atenção, pra onde que eu jogo ela? Então você responde algumas coisas. Por que eu devo confiar em você e pra onde você deve ir. Quando você diz por que eu devo confiar em mim e para onde você deve ir, você se posiciona como líder daquele negócio. Inconscientemente isso está acontecendo. As pessoas não sabem, mas isso está acontecendo. Então quando você pega, por exemplo, vamos dar um exemplo, você pega o ajuste de gestão que teve no PSG, por que eles demitiram o Neymar? E aí você explica, você pega esse veículo de atenção, aí você fala assim, e o PSG que demitiu todos os estrelinhas, mas isso é o que você deveria fazer, demitir as estrelas do seu projeto. Então atenção, interesses e envolvimento. Aí você coloca no seu roteiro. Muito prazer, meu nome é Thiago Rodrigues, eu sou gestor de projetos, já trabalhei na XP, na T&D e já gerenciei mais 750 empresas. Caraca, realmente a análise dele é de um cara foda, você fez uma análise foda, narrativa de desejo conversão e se você quiser que eu faça a mesma coisa no seu negócio, link na minha bio. Acabou. Você já construiu um conteúdo que vai pegar uma atenção, mostrar que você é foda, que você fez uma análise incrível, falou a sua narrativa de origem, ou seja, por que eu devo confiar em você, e você canalizou toda essa atenção. Aí, em cima disso, eu vou pegando outros temas, em cima disso, eu vou pegando outros formatos, em cima disso, eu vou pegando outras ações, em cima disso, eu vou conduzindo novos roteiros. E aí, agora, o meu funil de aplicação, que é o primeiro funil que eu ensino dentro da minha mentoria, Está funcionando. Então lembra que a minha meta era gerar 40 leads? Agora eu paro de olhar o custo por seguidor e começo a olhar o custo por lead no meu funil de aplicação. E agora sim eu tenho métrica. Eu postei 7 reels, essa semana eu gerei 10 leads, beleza. Quais conteúdos mais performou, quais não performou, próximo tema. Quais conteúdos performou, quais não performou, próximo tema. E aí eu vou colocando metas de crescimento de perfil, porque se eu cresço o meu perfil eu tenho alcance, se eu tenho alcance eu tenho reconhecimento, se eu tenho reconhecimento as pessoas estão sabendo a minha origem, sabendo o que eu faço, as pessoas estão se interessando pelas minhas análises, e aí eu estou gerando lead para o meu comercial. Então, acho que é isso que eu falei, né? Falei um tempo atrás. A gente precisa de organizar diversos conhecimentos para que funcione. Então, a gente falou de construção de marca, a gente falou de Parimal Branding, a gente falou de narrativa de origem, narrativa de desejo, conversão, porque eu devo confiar em você, responder, falamos de posicionamento, falamos de como você vai gerar tickets mais alto, a hora que você se posiciona dessa maneira, as pessoas te veem diferente, a maneira como você fala, as pessoas entendem que você sabe do que você tá falando, e a hora que ela quer fazer o planejamento estratégico de crescimento do negócio dela, ela olha e fala assim, caramba, esse cara sabe qual que é o problema que eu tô tendo. Porque você falou do problema no conteúdo seu de uma maneira que ela entende. E aí a hora que você fecha todos esses negócios, pronto, agora você tem um negócio que é escalável, previsível e sustentável, porque você sabe exatamente o que fazer para gerar mais lead. Aí a hora que você gerou esse lead, aí vem o pulo do gato. Você vai impulsionar o conteúdo que melhor performou e você vai ter métricas de custo por lead versus conversão. Cara, isso aqui é bem profundo. Eu tentei explicar da maneira mais simples possível, mas é assim que a gente faz. Processualmente é assim que a gente faz.
Muito bom. Eu vou me permitir fazer um complemento sobre uma fala tua que enquanto você falou é um aprendizado que a gente tem e a gente como criador de conteúdo percebe pouco. que é quando a gente simplifica o complexo e eu antecipo problemas que você vai ter, você ganha uma confiança brutal. E esse tipo de conteúdo que você fez, que você acabou de falar, ó, você mostrou o porquê fazer, o que fazer, o como fazer, e aí tem uma etapa que eu acho que eu sou melhor nessa etapa do que em gerar atenção. Se eu fosse colocar uma habilidade minha, eu gero pouca atenção no meu conteúdo, tem uma habilidade que eu tenho que melhorar muito. Mas as pessoas me contratam muito porque eu falo pra elas assim, só que olha só, se você não resolver isso agora, vai acontecer isso, isso, isso, isso, isso, isso. Cara, dá dois meses, o que nutre meu processo comercial é o cara falar, putz, Thiago, infelizmente você tinha razão. Eu odeio ter razão com essas coisas. Só que a gente que já passou por isso sabe, assim como o nutricionista sabe que se você não cortar o açúcar e cortar, não tem outro resultado.
Mas aí que é o ponto que eu te falei da narrativa de origem, quando você explica de onde você veio. E aí você tem que reforçar isso. Cara, eu tô te falando isso porque eu já trabalhei, já implementei gestão em 750 empresas. E aí a sua narrativa de origem dá confiança. Então quando eu te falo o que eu tô falando agora, cara, eu analisei pessoalmente 550 negócios, eu ajudei pessoalmente 550 negócios digitais a expandir aqui no digital. Então eu não tô falando algo que eu vi, que eu testei, que eu errei. Não, cara. Os que fazem isso crescem, os que não fazem fica patinando. Então a minha narrativa de origem corrobora que eu não estou tirando nada da minha cabeça, da minha imaginação, de um livro que eu li. Porra, irmão, 550 negócios, 750 empresas dá pra gente mais bagagem do que qualquer outra pessoa. O cara viu só a própria empresa, a gente viu 550, errando na mesma coisa, não é um machismo.
Massa, eu vou fazer uma pergunta pra você, porque a gente falou do canal Instagram, então O Instagram, para quem chega novo no perfil, ele funciona como uma landing page. A pessoa cai, tem um título, tem um nome, tem uma descrição, tem um link, destaque. Quais elementos hoje e como você organiza um perfil para converter essa audiência em lead qualificado? Porque é o meio do caminho.
Cara, a gente tem que entender que as pessoas levam 0,3 segundos para criar um julgamento sobre você. Isso é visual. Então, a gente tem que entender que, e eu vou chegar na sua resposta, mas a gente tem que entender que todos nós somos uma marca, a gente está numa prateleira, meu filho, as pessoas estão escolhendo entre Helmans e Heinz, é isso que está acontecendo com a gente. Então, ela vai olhar pra você e em 0.3 segundos ela vai falar assim, esse cara aqui é bom, esse cara não é bom. Então eu preciso organizar as coisas no meu perfil pra que elas olhem e falem assim, cara, esse cara é bom. Normalmente a gente faz isso, esse cara é bom, quando a gente fala, quando a gente conversa, quando a gente comunica, ele sabe que tecnicamente a gente é bom. Só que a gente não pode ser leviano. Se a gente não pode ser leviano, lembra que eu falei no começo da nossa conversa, a gente tem que se posicionar como o prêmio. Então eu vou olhar e vou falar assim, cara, como eu quero ser percebido e o que eu vou colocar aqui para ter esse tipo de percepção. Porque tudo que a gente está fazendo constrói uma imagem da pessoa sobre nós. Então toda vez que eu conversei aqui, eu falei sobre uma referência de livro. Quem está assistindo entendeu o que eu gosto de ler. Ela criou a percepção de que eu gosto de estudar. Todas as vezes que eu falei aqui, eu falei de algum caso de um aluno. Então, ela percebeu que eu tenho vários alunos em vários casos. Então, isso gera percepção na pessoa. Então, na ordem prática, nós somos arquitetos de percepção no nosso Instagram. Então, para a gente aumentar a nossa percepção de valor, e isso é muito louco porque os vagabundos, os falastrões, os caras que enganam mulheres, até saiu o golpista do Tinder, eles são especialistas nisso. Então, a primeira coisa que a gente faz é entender que isso realmente existe, isso realmente funciona e a gente vai trabalhar de maneira honesta para criar essa percepção de valor. Então, qual que é o primeiro lugar, pessoal? Tua foto. Sua foto representa que você é um cara bem sucedido, um cara que entende o que está falando, um cara... Qual que é a representação? E aqui vai uma sacada muito massa que eu vou dar de spoiler para o pessoal. Tira print do seu perfil, joga no Instagram e fala assim, qual é a percepção de posicionamento... Tira print do seu Instagram, joga no chat do GPT e fala assim, qual é a percepção de arquétipo, posicionamento e valor que esse perfil tem? E o que eu devo melhorar para eu atrair um cliente que pode me pagar melhor? De 0 a 10, o quanto o meu posicionamento, a minha percepção de valor e meu arquétipo está bom. E ele vai te falar o que está errado. Mas, via de regra, o que a gente faz? Uma boa foto. Hoje a gente tem IA que tira fotos boas suas. Não tem dinheiro não. Tira a foto boa sua. Então, uma boa foto que apresenta uma qualidade bacana. Um posicionamento bem claro, o que eu sou e o que eu faço. Eu sou o Thiago, eu ajudo empresas. Qual que é o meu diferencial? Fui gerente, ajudei 750 negócios a acabar com os problemas de gestão. Coloca lá. Um link na bio, claro. Clique aqui pra falar com o meu time. Clique aqui pra conhecer. Clique aqui pra acabar com o caos na sua empresa. Um link na bio, claro. Então percebe que são elementos que a gente vai precisar. Uma boa foto, uma especificação clara de quem é o meu cliente leal. Eu ajudo o gestor. Se não é gestor, o cara vai embora.
Em que momento você escolhe colocar um link só ou aquele link que tem lista de links, que é o LinkTree e essas outras soluções?
Quando tem volume.
Não tem volume link únicos, tem volume.
Saladinha de links ali. Nem é salada de links, você coloca o seu core. Então, por exemplo, tô chegando, igual eu falei aqui num projeto, chegou 50 mil seguidores em 4 dias. Brother, de 50 mil seguidores, tem gente que quer consultoria, tem gente que quer curso gravado, tem gente que quer... Tem gente de todo jeito, tem gente que quer palestras, tem gente de todo jeito. Então, eu coloco quando tem volume de pessoa chegando. Não tem volume de pessoa, não faz sentido. Porque é um erro que as pessoas falam, coloca um link só. Cara, cagada, velho. Cagada, não é um link só. Você tem uma solução só? É a mesma coisa você chegar no McDonald's e falar assim, coloca um hambúrguer só. Não, gente. Tem gente que vai lá e... É real. Então, assim, você tem que colocar variedade. Por quê? Consultoria individual. Tem que estar lá, link da consultoria. Mentoria em grupo, link da mentoria. Treinamento para gestores, link do treinamento. São coisas que você oferece de serviço que tem que estar ali. Cara, um profissional chegou para mim e falou assim, pô, Diogão, eu não sabia que você dava consultoria, que massa. Eu falei, caraca, olha que idiota, eu não estou postando o que eu faço de consultoria, as pessoas não estão percebendo o que eu faço de consultoria. Então eu, estrategicamente, comecei a postar as coisas que eu faço. Pô, estou dando consultoria para uma empresa que fatura 40 milhões, de reais por ano. Eu fui redistra até de 10 pós-graduação. Então eles não podem olhar e me perceber como um lançador. Não, cara, eu não sou um lançador, eu sou um empresário. E eu dou consultoria pra empresa gigante e eu ajudo a empresa gigante a escalar. Então se eu não tô comunicando isso, as pessoas não vão saber isso. Então eu intencionalmente estou comunicando isso. Então, beleza, uma boa foto, link, descrição. Quando que eu coloco vários links? Quando eu tenho mais soluções. Nem é quando tem muita gente chegando, é quando eu tenho mais soluções. Que beleza, chegou 100 pessoas, mas chegou 4 que tem uma empresa de 10 milhões de reais, ela não quer um curso, e aí? Você perdeu essas 4 pessoas?
E nesse momento não pode contar só com mídia paga, né? É um erro também que eu vejo que quem faz muita mídia paga fala, ah, porque eu estou botando dinheiro, todo mundo vai saber de tudo.
Mentira. Ninguém sabe de nada. As pessoas são perdidas. Você viu 400 reels no dia? Mentira. Exatamente. Então coloca o seu serviço. Você tem consultoria? Então coloca a consultoria. Você tem mentoria em grupo? Coloca a mentoria. Você tem um método para gestores? Coloca o método para gestores. Você tem alguma outra função? Coloca ali. Fala. Ninguém vai saber se você não falar.
Esses dias eu vi uma aula que é muito massa, que é o seguinte. Você escova os dentes? Prove. Tipo, é tão simples que assim, se eu não mostrar literalmente algumas coisas pro meu cliente, ou seu produto lava a louça? Prove. E aí parece tão simples. Tipo assim, mas como é que eu vou provar que o detergente funciona? Se eles não provarem, bicho, não vai vender.
Não, e é um negócio assim, ó. É muito doido. Quando você quer... Quando você tá com fome e quer carne. Cara, o que que você procura? Churrascaria, ótimo. Aí você sai procurando assim, restaurante? Não, você procura churrascaria. Estou com um problema e eu quero que alguém resolva? Eu procuro consultoria. E aí tá lá no seu link, consultoria, individual. Cara, não, eu quero alguém que entra no meu negócio. Você percebe que você induz as pessoas que estão chegando a comprar o teu produto mais caro? Então tem que ter o que você faz ali.
Vou dividir um erro que eu cometi com isso, inclusive.
Ou mete um negócio lá assim de fale com o meu time. Aí todo mundo que tem interesse fala com o seu time e você oferece a solução. Mas é difícil pro time.
É de reflexão, né? Mas tem uma coisa também que eu errei por algum tempo. que o Érico sempre falava que é uma coisa simples e como todo clichê ele tem a sua verdade tem que tomar alguns cuidados mas o clichê é venda o que as pessoas querem e entregue o que elas precisam e porque isso porque por muito tempo eu hoje faço mídia paga falando que eu vendo consultoria mas é justamente em consultorias de tradicionais de gestão que eu não acredito, mas eu só conto para o cara lá no meu processo comercial. Por quê? Porque o jeito que ele está buscando é consultoria. Não adianta eu ir para a rua e falar que eu vou bater em consultoria e tal, porque eu não consigo explicar para esse cara, ele não vai comprar e ponto.
Lê o livro do Eugênio Schwartz. Assim, lê, lê, chama, chama, sabe, lê. Porque é o que ele fala, ele fala assim, cara, cada mercado tem um nível de consciência. E se o cara acha que consultoria é o que vai resolver, mesmo que você vai gastar energia pra provar pra ele que consultoria não vai resolver. Tipo assim, você vai se empenhar pra mudar um pensamento que não vai mudar nada na tua realidade, é uma nomenclatura. Então assim, cara, o que você quer? Ah, eu quero resolver meu problema aqui na empresa. Ah, da hora, eu resolvo. Ele não quer saber, filho, se é com consultoria, se é contratando gente, se é... Ninguém quer saber. Como que resolve o problema? Cara, tá aqui, qual que é o teu problema? Eu resolvo. Não importa qual que é, eu resolvo. O cara só quer o problema resolvido, entendeu? Então a gente tem que simplificar um pouco o processo. Beleza, seguindo a ordem que você me falou. Uma boa foto, uma boa descrição, uma clareza direta para onde o cara... Clica aqui para acabar com os problemas de gestão da sua empresa. Um link na bilquí. Direciona ele para alguma coisa, método gravado, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Direciona ele para alguma coisa. E depois eu gosto de colocar três posts pinados, que é... Um post que mostra sua autoridade, então, sei lá, depoimentos de aluno, você com algum player do seu mercado que faz sentido, um post de valor seu e um post da sua história. Por quê? Porque a pessoa respondeu aquelas perguntas. Por que eu devo confiar em você? Narrativo de origem. O que você faz. E narrativo de desejo e conversão.
Então é um de autoridade, um da história e outro de quê?
Um de autoridade, um de onde você veio, a sua história, e um de valores seu. Aí tem gente que gosta de colocar manifesto, suas crenças, valores. Então, por exemplo, um que eu acho que você pode colocar é tipo assim, o que mais coloca o dinheiro no bolso do empresário é o gap entre planejamento e execução. E eu resolvo isso, sabe? Aí você escreve um textinho ali, só para contextualizar as suas crenças, porque a pessoa tem que combinar com as suas crenças, entende? E, nos destaques, você coloca sua história e o resultado de aluno. Cara, chegou nisso? Eu sei quem é você, eu sei da onde você veio, eu sei como é que você me ajuda, eu sei quantas empresas você ajudou, eu tenho depoimento de aluno, ou seja, você ajudou e comprovou que ajudou. Cara, só isso, você resolveu o seu Instagram. E aí entra depois, dá para ir para o lado mais obscuro da coisa, no sentido de, beleza, você pode entrar em contato com o cara de relações públicas e ele conseguir uma apresentação no TEDx para você. Aí você, pô, palestrante TEDx falando sobre gestão do futuro, autoridade. Você pode comprar uma matéria na revista Exame falando de gestão com inteligência artificial. E aí você vai manipulando a percepção de valor das pessoas, a percepção de valor sua. Você coloca sua autoridade lá em cima. Pô, palestrou no TEDx. Pô, saiu na revista Exame falando de gestão e inteligência artificial para a nova era, para a geração Z. Aí você vai construindo isso. Ah, eu sou um prazer, Thiago Rodrigues. Aí você coloca lá assim, gerenciei mais 750, ajudei mais 750 empresas. Aí você vai construindo essas narrativas de percepção. É isso que a gente tem que fazer. E na ordem prática cenário importa, comunicação importa, roupa importa, não adianta também pô. E isso eu não tô nem falando do Instagram tá, eu tô falando de tudo. Se você chega mal vestido numa apresentação de emprego o cara não te contrata. Se preocupar com gravação, comunicação, essas coisas.
Eu acho que tem um aspecto também que aqui na Ásia me impressiona muito. Você não entra em lugar, em comércio, pobre e sujo. Pode ser pobre, mas não é sujo. No Brasil, cara, você entra num boteco. Assim, em todo lugar que a gente mora, tem um boteco, que de vez em quando você passa ali e compra uma coca, compra um... Sabe, assim, você tá no bairro andando, passa e pega uma água. Velho, a gente percebe, e tem muito lugar que é assim e muitas empresas digitais que são assim. O cara faz uma landing page incrível mas todo o resto está quebrado está horrível aí você vai tentar navegar o site não funciona. Então o seu site é um pedaço do seu comércio é um cômodo do seu comércio. Se a gente fosse trazer isso para o mundo real e às vezes o Instagram do cara é incrível o site é horrível. E é aquilo que eu ganhei. Uma outra coisa que os nossos alunos aqui elogiam muito é que a qualidade do curso é melhor que a qualidade do YouTube e a minha qualidade do YouTube é boa já. Só que em geral a experiência é contrária. Você compra o cara tem um vídeo no YouTube uma campanha que ele gastou todo o dinheiro do universo. Aí você vai ver o curso. O problema nem é ser gravado com webcam é o descapricho de não ter editado não ter colocado uma intro de não ter cortado partes que não são úteis. É um capricho básico muitas vezes com o produto que vai gerar uma experiência ruim que é a sua identidade. Então não adianta você ter a sala de estar bonita e a pessoa passa para o banheiro da sua casa.
É uma congruência assim. Então vamos lá. Vamos voltar no foco da pergunta inicial. como eu faria um planejamento para vender produtos de valor agregado alto. Então, se eu vou vender um produto de valor agregado alto, eu preciso entender que a pessoa que paga caro, ela quer excelência. E se ela está disposta a pagar, cara, ela quer excelência e ela está acostumada com o ambiente de excelência. Então o ambiente de excelência, tudo para ele é excelente porque é o dia a dia dele. Então ele quer uma comunicação de excelência, ele quer um vídeo de excelência, ele quer uma página de excelência, ele quer uma entrega de excelência, ele quer profissionalismo. Porque se ele está disposto a pagar o que você cobra, para ele é o dia a dia dele. Então ele está acostumado com aquilo em tudo. Ele tá acostumado com aquilo em tudo. Então não adianta você... Então beleza, o cara que consome Apple, você acha que ele engole qualquer outro tipo de computador ou qualquer outro tipo de celular? Cara, ele quer excelência em tudo, pra ele aquilo é o normal. Então, se eu estou trabalhando com um produto de valor agregado alto, a pessoa tem que perceber em mim que o que eu entrego é de excelência em tudo. Porque aquilo que a pessoa está esperando.
É uma validação dela, né, também. Então, quando uma pessoa que está dentro de um ciclo social caro, ele quer falar que comprou uma mentoria de alguém que representa ele também. É igual o cara quando casa. O cara não casa só... Assim, tirando todo o aspecto romântico de um casamento, o homem sabe que a mulher é uma extensão dele também.
Exatamente. Então, por exemplo, vamos imaginar a seguinte situação. O cara, quando ele compra alguma coisa, ele não tá comprando a resolução de um problema, ou ele tá comprando status, ou ele tá comprando pertencimento. Então, vamos lá, na minha época de fotógrafo, quando as pessoas me contratavam, eu não entendi, eu não tinha essa intencionalidade que eu tô passando pra galera aqui hoje, eu não tinha. Mas quando a galera me contratava, eu nunca tive problema com preço, eu cobrava o que eu queria. Igual eu falei, eu cheguei a cobrar oito salários mínimos num quadro que eu tirei a foto com o celular. Só que quando eu chegava pra apresentar o meu trabalho, as pessoas me apresentavam assim, esse aqui é famoso, ele é fotógrafo da Débora Seco, acabou de fazer a campanha da Anitta. Então as pessoas não estavam contratando o Diego, eles estavam contratando o mesmo fotógrafo da Débora Seco. Então eles estavam comprando status, não importava a minha câmera. Eles estavam comprando status. Então se você não entende esse jogo e achar que as pessoas têm que te aceitar do jeito que você está sendo arrogante. Aí de novo eu falei, cara, empreender é um jogo brutal, velho. Você tem que olhar no espelho e falar assim, eu não posso ser arrogante, eu não posso me dar o luxo de achar que as pessoas têm que me engolir do jeito que eu sou. Porque se eu quero atender elas, eu tenho que servir, servir parte do pressuposto que eu vou servir ela do jeito que elas querem. Então se ela quer isso, eu vou trabalhar desse jeito, é brutal. Mas se eu quero vender um produto de valor agregado alto, então eu preciso modificar minha percepção, preciso modificar minha comunicação, eu preciso modificar aquilo que ela percebe sobre mim. E aí de novo é quando eu não posso atrelar isso a quem eu sou. Eu não tô fazendo isso porque eu sou mais ou sou menos, eu tô fazendo isso porque é o que precisa pra ganhar o jogo. Porque quando eu atrela resultado, fica leve. Porque senão as pessoas ficam meio caricatos, sabe? As pessoas falam assim, ah não, eu vou andar só de blazer agora. Você olha o cara, tá parecendo um assembleiano com aquele blazer completamente, tipo... Três números marcos.
Só rachando na praia.
Exatamente, exatamente. Não tem sentido nenhum aquilo. É todo o contexto da ópera que faz com que o negócio performe. Então beleza, show de bola. Então eu vou melhorando aos pouquinhos, eu vou modificando aos pouquinhos e isso vai trazer uma percepção de valor mais agregado para o meu negócio. Então o que faz viralizar é o roteiro. Mas o que faz as pessoas perceberem valor é a imagem.
Diego, para a gente ir para um Finalmente, Zay. Quem é o Diego e o que ele faz?
Preciso dizer o que eu sou sem dizer o que eu faço? Que massa. Vamos lá, cara. Eu sou pai, sou marido, sou filho, sou diversas coisas, mas as coisas que eu mais me orgulho em ser é que eu sou um eterno aprendiz curioso de coisas novas, porque eu acredito que Quanto mais a tecnologia avança, mais a gente tem que aprender coisas novas, desaprender coisas velhas para a gente se manter no jogo. Eu acho que é isso que é a característica mais importante que a gente tem que ser hoje. Então eu sou curioso de tecnologias novas, de coisas novas para a gente conseguir expandir nossos negócios. E o que eu faço de melhor hoje é ajudar negócios a expandir através do digital. Porque eu percebi que o mercado digital, como um todo, ele é muito fragmentado. Então a cada momento a pessoa percebe que precisa de uma coisa nova. Então ela vai gastando muito dinheiro e vai comprando muitas coisas, mas essas coisas não se alinham. A gente falou de social media, o cara vai lá e compra um curso de fazer curso, a gente compra um curso de copy, compra um curso de mentoria, compra um curso de posicionamento e isso não se alinha, não tem uma lógica de engrenagem. Então hoje o que eu faço de melhor é ajudar negócios, ajudar empresários, ajudar profissionais liberais a expandir utilizando o digital como meio. Sem estratégia fragmentada, sem ficar pulando de onda em onda, é criar um negócio sustentável. Isso é o que eu faço de melhor hoje.
Perfeito. E agora eu vou te fazer uma pergunta que eu só posso fazer pra alguns convidados. Quem é o Thiago Rodrigues pra você?
Cara, pra mim, hoje você é uma referência em gestão de pessoas, processos e equipe. E quando eu digo referência, é porque eu acredito fortemente que o gestor não é aquele que cria um sistema perfeito que ninguém executa. O bom gestor, para mim, é aquele que pega um sistema que transforma pessoas ruins em pessoas excepcionais entendendo as falhas dela. E quando eu olho pra você, você é uma pessoa que domina muito pessoas, domina muitos bons sistemas pra que essas pessoas performem em situações caóticas. É aí que tá a sua zona de genialidade. Porque fazer processo incrível que ninguém cumpre, não resolve. Não entender de pessoas, não resolve. E a zona de genialidade sua é, você é um cara extremamente inteligente, extremamente competente, referência que eu gosto de conversar com vocês muito mas você para mim é aquela pessoa que resolve o meu problema colocando a pessoa certa com o sistema certo para que eu consiga ter a performance que eu quero.
Obrigado inclusive eu faço a pergunta e eu digo que eu só posso fazer para algumas pessoas porque não adianta a gente pedir uma opinião para alguém que não conhece daquilo. Seja uma pergunta sobre a gente ou sobre outra vai ser só uma uma viagem. E eu pergunto pra você, a tua resposta tem peso, porque a gente já se conhece há algum tempo. Eu até falei isso antes da gente começar a gravar. A gente sempre teve a porta aberta um com o outro, e eu aproveitei mal, porque em vários momentos eu sei que você era o melhor cara pra resolver, e eu acabei me distraindo, buscando tentar, sei lá, tentar resolver de outro jeito, ou acabar deixando pra depois, e a gente... Eu não entrei na porta, né? E uma das coisas, e o que ficou muito claro para mim ao longo do episódio, que eu queria agradecer porque você reforçou isso muito bem, é que uma das habilidades que todo empreendedor gestor precisa ter é saber o momento em que a gente já atravessou a linha de chegada. Eu já troquei essa ideia com você algumas vezes, e muitas das vezes a gente atravessou a linha do faturamento e nada aconteceu. A gente atravessou a linha de um projeto legal e nada aconteceu. Porque no fim das contas a gente tá sempre guiado por um propósito e você no começo da sua fala falou que é um cara curioso e gosta de aprender. Qual que é o fim disso?
Não tem. E é aí que tá a beleza. É aí que tá a bendita da beleza. Eu acho que é aí que é lindo. Porque como que se dá o desenvolvimento de qualquer sociedade? Meu pai uma vez me falou um negócio que é assim. Quando você subir o elevador, não esquece de mandar ele para baixo para os outros que querem subir. Então eu entendo que quanto melhor eu me torno, mais eu consigo realizar com menos esforço e mais pessoas eu consigo ajudar. Então o processo de crescimento e de autodesenvolvimento, ele nunca tem fim. Porque constantemente eu preciso aprender uma coisa nova, e constantemente eu preciso desenvolver uma habilidade, uma skill nova. E é isso que faz a vida ter sentido, que se pra eu crescer mais, e pra eu ajudar mais pessoas, e pra eu ganhar mais dinheiro, e pra eu desenvolver meu negócio, eu preciso aprender mais e desenvolver mais coisas, eu nunca vou parar de desenvolver, porque isso faz sentido pra mim. Aprender aquilo que está me travando para eu ajudar a destravar outras pessoas e monetizar com isso, porque a gente vende, no final do dia, transformação e conhecimento. Então, não tem fim. O processo, ele é maravilhoso. E aí, um negócio que eu acho que eu demorei um pouco para fazer e eu até acho que eu fiz errado. Documentar esse processo. Gravar esse processo. Produzir mais conteúdo. Porque eu nunca tinha olhado dessa forma, Tiagão, mas a minha produção de conteúdo É a maneira que eu tenho de criar uma marca no mundo, de me expressar pro mundo do quem eu sou e ajudar a transformar o mundo. É a melhor maneira que eu tenho pra fazer isso. Então, nunca vai ter fim. Você nunca vai ter fim.
E também nunca vai estar bom o suficiente, cara. Eu falo isso porque, assim, hoje eu tenho esse equipamento, eu posso comprar um braço aqui que custou dois mil reais só pra botar esse microfone aqui. Então eu falo isso porque muitas das pessoas que até ganham bem, mas não sabem manipular equipamentos complexos e microfones, acho que essa vai ser a resposta. Não é. Vai com seu celular, que já é muito melhor do que todo mundo. O que eu comecei, o que o Diogo começou, o celular que você tá na mão, aí na gaveta ou assistindo a gente agora, é muito melhor do que qualquer coisa que todos nós começamos e é só isso que precisa. Eu falo isso principalmente para fundadores, porque o cara acha que não, quando tiver um estúdio, quando tiver não sei o quê, porque aí ele está acostumado a confundir a qualidade com a execução e que alguém vai executar por ele. Bicho, a tua prioridade dos próximos 10 anos vai ser criar conteúdo. Eu botei isso na minha cabeça esse ano, tá? A prioridade número 1 de qualquer coisa da minha vida nos próximos 10 anos é criar melhores conteúdos. Disso, todo o resto eu vou desenvolver. E o Diegão tem muito forte a frase dele, e ele falou isso algumas vezes repetidas aqui, que é o jeito que ele entende, eu acho que chegou nessa mesma clareza a qual eu tô falando, que é, sou uma empresa de mídia, eu preciso gerar audiência. E o meu entendimento da mesma coisa, só para uma lateral, assim, é, a minha prioridade nos próximos 10 anos é criar conteúdos. E isso vai fazer todo o resto. E é a mesma coisa, o Diego tem um jeito de entender, eu tenho outro, mas a gente tá falando exatamente da mesma coisa. E vou falar pra você, o dia que eu decidi que a prioridade do meu dia, dos próximos 10 anos, é criar conteúdo, e o dia que eu não criei, eu fiz um monte de coisa legal. Mas é importante você se incomodar e não justificar as coisas que pioram, né, as coisas que você não melhorou e que foi um compromisso seu. Faça disso um compromisso, cara, porque senão não vai rolar. Se você achar que criar conteúdo é um projeto, não vai pra frente, porque acaba o projeto, acaba a meta, igual o cara que volta a engordar ou volta a ficar sedentário. Velho, eu, o dia que eu corri a meia maratona, eu só reforcei. Quero ser um atleta semiprofissional, essa é a identidade que eu quis me dar. E eu não tô conseguindo correr agora, lesionei meu joelho e tal, tô treinando meio meia boca assim e tudo mais. E não importa, velho, se eu tô viajando o mundo, tô um mês em cada país e tal, se eu quis isso, agora eu vou pagar o preço. Criar conteúdo para os próximos 10 anos é um deles, ter uma empresa que gera impacto para pequenas e médias empresas através da gestão é outro, qual que é o fim disso?
Não tem.
E se eu não estiver isso muito claro, não vai para frente.
Eu queria aproveitar isso que você falou, é um negócio muito doido, é a decisão que eu tomei para o 2026, digo isso de passagem, eu vou estopar com a maioria dos projetos que eu toco e tudo, e a decisão que eu tomei de produzir conteúdo massivo e colocar para jogo tudo o que eu faço, Mas eu queria fazer uma reflexão massa, e isso é muito legal. Vamos falar de alguns nomes aqui. James Clear, Hábitos Atômicos, no livro dele ele fala assim, a única decisão que eu tomei que mudou todas as coisas foi escrever o meu blog todos os dias. O Diário de um CEO, ele fala assim, a única coisa que mudou toda a minha vida, que foi a decisão que eu tomei, foi escrever um post no Twitch todos os dias.
Que é o maior podcast do mundo inclusive hoje. É o dele.
Exato. E depois a gente pega o Naval Ravikant. Ele falou assim a única coisa que eu fiz que mudou toda a minha vida foi falar de conteúdos amplos nos últimos 10 anos. E quando a gente pega David Goggins, a única coisa que ele fez foi gravar vídeo correndo igual um retardado falando e produzindo conteúdo. E quando a gente pega Responsabilidade Extrema, do Joko Willink, a única coisa que ele fez foi abrir um podcast e gravar sobre como ter responsabilidade extrema, resolver as coisas dele. E quando a gente pega o Gary Vaynerchuk, quando a gente pega a oferta de um milhão de dólares e quando a gente pega A maioria dos livros best-sellers que a gente lê hoje, em algum momento, esse cara tomou a única decisão que mudou a vida deles pra sempre, que era produzir conteúdo e colocar isso como o core do negócio. Porque quando você tem alcance, você tem relevância, você tem autoridade e isso faz com que toda a sua vida modifique. Você tem uma habilidade que eu acredito que todo profissional deve ter, é a habilidade de comunicação, de gravar vídeos e de construir comunidade. Então se você produz conteúdo é isso. É se comunicar, gravar vídeo e construir comunidade. Se você fizer isso, vai ser imbatível.
Enquanto você estava falando eu lembrei de uma entrevista que o JP da Hotmart fez com o Érico Rocha. Cara, deve ter sido no meu primeiro ano digital que eu assisti isso, é muito antiga. que o JP fala que criou a Hotmart por um único motivo, que ele queria, através da tecnologia, fazer com que criadores de conteúdo capturassem o valor do seu conteúdo. E aí, pagar por isso foi a forma que ele encontrou. E olha que interessante, porque o JP não era um produtor de conteúdo, ele era um programador. e depois foi virando tudo o que ele é hoje, que hoje o cara é muitas coisas, o bicho é foda, eu pago um pau pra ele gigante assim. Agora, todos começaram com uma mudança e uma decisão que não é nem atingiva se você parar pra pensar. Também me lembra uma entrevista, um podcast que eu assisti lá no Flow, do Igor, falando que o Flow cresceu tanto e ele entrou numa baita depressão porque ele tinha colocado metas de crescimento. E aí quando ele colocou uma meta de... Ah, lembrei, foi uma entrevista com a Monja Coen, que ele tava dividindo isso com ela. E a Monge falou, cara, e ela falou, né, ah, eu tenho a meta, ela com toda aquela graciosidade dela assim, eu tenho a meta de ser a pessoa que mais meditou nessa existência. Qual que é o número? Sabe, tipo assim, ela trazendo para o nosso linguajar uma reflexão que não tem. Mas todo esse movimento vai criar vida, porque a vida só acontece em movimento. Então, quando você coloca esse tipo de coisa aí e você vai criando formas e projetos e, putz, amanhã vou fazer um podcast disso, vou fazer um não sei o quê e tal, são os meios. Esses meios você testa, gosta de um, não gosta de outro, tem experiências boas, conhece gente e tal. Só de você estar envelopado nesse grande objetivo que não tem fim também vai te ajudar muito a colocar mais ânimo nas coisas, porque te dá uma liberdade de mudar. Eu vejo que muita gente comete o erro de tentar chegar numa proposta única de valor, que isso a gente faz para a landing page de marketing para a vida. É um erro gigante. Você não vai ter uma headline de número de conversão na tua vida. Esquece que se você tiver, vai acabar o tempo, vai acabar o ânimo.
Inclusive, Thiago, dentro da minha proposta de construção de audiência e público, e eu até falei isso para você, colocar outros temas dentro da produção de conteúdo. Porque daí fica mais gostoso pra você produzir conteúdo que é quando você expressa outras coisas que você gosta e não só do tema daquele público. Então se você olhar os maiores produtores de conteúdo, eles falam de várias coisas. Nunca é um tema hiper nichado. Então eles falam de mais coisas, porque no final do dia as pessoas te seguem pelos seus valores. Então quando você me perguntou o que o Tiago é pra mim, cara, eu gosto muito de conversar com você, porque a gente compartilha dos mesmos valores. E eu conheço muito gestor, tipo assim, sensacional, mas cara, a gente não compartilha dos mesmos valores, então assim, cara, não quero nem falar coisa. Não faz muito sentido. Então... Isso é muito bom, isso é muito poderoso. Você entender que aquilo que você produz, você pode gerar uma marca no mundo, gerar uma marca nas pessoas e transformar as pessoas com tudo aquilo que você viveu é maravilhoso.
O entendimento um pouco mais maduro da seguinte frase. Você pode ser você e aí ser você tem um lado que é estratégico e um lado que é você sendo você no teu dia a dia. Você não precisa mentir mas também não precisa expor intimidade são coisas diferentes e na internet tem que lembrar. Por exemplo o Diego é pai. Ele não faz dos filhos dele um outdoor todo dia e ele sabe que filho da engajamento. E tem gente que faz justamente isso porque é feliz, é desse jeito, gosta de fazer e tá tudo certo. Então esse entendimento de preciso mostrar meus filhos sim ou não. Uma das maiores influências de moda do país no ano que eu fui head de marketing da empresa dela, ela escondia os filhos dela da internet. E foi uma decisão que ela tomou com o marido dela por N razões. Ela era mais famosa, teve motivos para fazer isso e tal, motivos práticos. E ela não deixou de falar dos filhos, não deixou de mostrar, mas colocava um emojizinho na frente e tal, pra, enfim, não ter essa exposição. Porque caiu na internet e vai ficar lembrado pra sempre. Isso é bom, mas tem que tomar cuidado. E quando a gente fala, seja quem você é, você não precisa expor sua intimidade pra mostrar quem você é também, né? E privacidade é importante, é delicioso, inclusive, uma privacidade é bom.
É, são escolhas, né? A gente pode escolher. aquilo que faz sentido e aquilo que não faz sentido para o nosso projeto. Eu particularmente acho que tem tantas coisas que eu posso contribuir e tem coisas que eu quero viver. Só viver.
Sim. E você sabe que agora, nesse momento, as pessoas falam assim, pô, Thiago, por que você não tá falando da tua viagem? Eu acho horroroso falar da minha viagem, quanto que eu paguei na passagem e em que lugar que eu tô. Duas coisas, cara. Eu não... Eu tava trocando ideia com a minha mulher. Quando eu viajei, eu falei assim, cara, lá o custo de vida é mais barato. E aí, às vezes eu falo pras pessoas assim, pô, eu aluguei um Airbnb, gastei... R$4.500 por mês, imobiliado e tal, não sei o que. A pessoa fala, meu, mas como é que você paga R$4.500 de aluguel? Eu pagava R$7 em São Paulo, não tem nenhum problema em falar isso. E hoje eu moro muito melhor gastando menos, pra mim é isso. E eu não prometi pra ninguém que eu ia viajar barato. Então, eu tô pegando esse exemplo porque é meu, estou vivendo, quero viver e, cara, não é o que eu quero compartilhar com os outros. Tô falando aqui agora com você. E aí? E os limites? Você não precisa se prostituir tua vida pra fazer isso funcionar.
E aí calma lá, calma lá. A gente pode ser estratégico em... A sua habilidade de gestão de projetos fez com que você tivesse uma viagem tranquila. Então você não precisa falar de valor, mas pode ensinar nós, meros mortais, a planejar viagens com tranquilidade. Porque quando você tem dois filhos nem tudo são flores, meu amigo.
Cara, eu prometo que eu vou fazer um especial disso aí porque eu vou falar pra vocês. Eu comentei isso com o Diego também. Cara, eu devo ter tido metade das discussões a menos porque quando você viaja com casal você tem outros desafios. Porque, cara, tem a tua agenda, tem a agenda da sua mulher, tem coisas que quando os dois trabalham, né, a gente não tem filho, mas ela trabalha, pô, a gente tá 10 horas de fuso horário pra frente, teve país que era 4 horas, tem país que era 6 horas. Então, a gente viajou e conseguiu antecipar muitos problemas porque não viraram problemas por conta da gestão e a gente botou toda a nossa viagem no ClickUp. Eu falei isso pro Diego, por isso que ele tá me cobrando e eu não fiz esse conteúdo, eu tô devendo pra ele. Mas cara, economizei um dinheiro com passagem, com um monte de coisa, então gestão é uma habilidade boa para um monte de coisa da vida aí. Diego, para a gente finalizar, eu queria te fazer uma pergunta. O que você recomendaria para quem está com problemas de marketing, mas não tem um time de marketing? O que você faria? Porque a gente tem engenheiros, tem contadores, tem gente de outras áreas que não tem uma operação de marketing na empresa. O que você recomendaria para esse cara avançar com distribuição e tudo mais, que é uma sugestão tua de por onde começar?
Cara, sinceramente, pode até parecer que eu tô me autopromovendo aqui ou alguma coisa, mas nem é isso. Mas contrata alguém e pede uma consultoria. Porque, cara, tem tantas coisas que podem estar erradas, que às vezes é um negócio tão simples, é um olhar treinado que vai resolver o seu problema. Então, contrata uma consultoria. Porque tem muita coisa. Pode ser sua página, pode ser a taxa de carregamento, pode ser seu posicionamento, pode ser sua narrativa, pode ser o seu brand, pode ser sua comunicação, pode ser um BO na sua conta de anúncio, seu gestor de tráfego é iniciante e você não sabe onde contratar, pode ser uma equipe errada, pode ser você que não está produzindo conteúdo técnico demais e não está falando com as multidões. Então pode ser tantas coisas que a minha sugestão é contratar uma consultoria de uma pessoa que você confia e gosta. Esse é o caminho mais saudável, você vai pagar para o cara um valor que para ele não é muita coisa, mas para você ele vai resolver o seu problema para sempre e na última linha ele vai olhar para você e vai falar assim, cara, você está errado nisso aqui, você precisa aprender isso daqui e você colocar essa pessoa, ela resolve. Eu acho que esse é o caminho mais saudável. Não menos importante, tirem o tempo para estudar porque se você não souber marketing digital hoje, você vai quebrar por um moleque que vai... Isso aqui é uma das minhas teorias da conspiração. Vamos lá, vamos lá. Os profissionais de hoje tem que deixar de ser bunda mole, aprender essa porcaria logo, porque a próxima leva que está saindo nasceu no digital. Então esse cara vai te engolir com farinha. Mesmo você sendo o melhor, então você tem que aprender essa parada logo. Porque assim, imagina, 2030, daqui 5 anos, todos os profissionais recém-formados nasceram no digital. Pra ele não é tipo assim, nossa, tive que aprender. A vida dele é ali dentro. Então ele tá tipo assim, putz. Você tá andando de charrete e o cara tá de BID elétrico. Entendeu? É muito desproporcional a habilidade dele em mídias digitais. Então aprende esse negócio logo. Porque senão você vai ser engolido por pessoas ruins. Se você for engolido por pessoa bobeloso, você aceita. Você olha para o espelho e fala assim, não, realmente eu sou ruim mesmo. Eu preciso aprender e está tudo certo. A vida como ela é. Mas você ser engolido por cara ruim é horroroso. Então aprende esse negócio. Contrata alguém para resolver teu problema pontual e aprende porque quem aprende não depende.
E contrata o Diego aí, eu vou fechar com essa porque eu vou falar pra vocês turma, não é só por ele ser convidado e tudo mais, mas o Diego também já me abriu portas e eu acessei outras pessoas as quais eu entreguei serviço para clientes que ele também entregou e as pessoas elogiam muito ele fora da call, porque é uma coisa importante, é uma coisa elogiar aqui, falar que o Diego é gente boa e aí sai da call e fala cara, ele é um cara que se manteve íntegro e o Diego é um dos poucos profissionais que eu conheci de marketing que ainda é um cara de marketing, faz as mesmas coisas, melhores. mas a gente não cedeu e ele foi um dos caras que eu tenho orgulho de manter a amizade por não ceder. A Bete que caiu no nosso colo aí como temporadas de, putz, todo tipo de valor financeiro para contratar serviço de política e N outras coisas que a gente passa, olha e fala, não, isso aqui não é pra mim. Beleza, quem quer seguir outros caminhos tem seu livre-arbítrio, mas não é com esse tipo de pessoa que eu gosto de caminhar porque, sinceramente, são profissionais que saem muito rápido do mercado quando tá só surfando onda. Porque quem só surfa onda não aprende a remar e aí morre na praia.
É isso aí, é isso aí.
Turma, obrigado. Diego, quer deixar alguma coisa pra galera aí? Onde que o pessoal te encontra? Eu vou deixar os links na descrição, mas Instagram, canal, o que você gostaria de compartilhar aí pra galera te achar?
Cara, show de bola. O meu Instagram é odiego.rocha, tá? Melhor maneira de falar comigo, ele vai estar zerado mesmo, porque eu tô... me planejando para 2026, mas não é o momento de falar comigo, vai ter um formuláriozinho lá, entra, você vai cair direto no meu WhatsApp, então no final do formulário você já fala comigo no WhatsApp e a gente pode resolver o seu problema de marketing e vendas. Operação é sempre o Thiago, mas marketing e vendas a gente resolve com tranquilidade. E, Thiago, uma coisa que eu queria deixar aqui para quem está assistindo a gente é que às vezes a pessoa pensa assim, pô, mas eu vou produzir o que? Eu vou falar sobre o que? Eu vou vender um curso? Eu vou vender um infoproduto? Não pensa assim. Não pense assim, esse é o jeito errado de pensar. Pensa da seguinte maneira, eu estou construindo um currículo, eu estou construindo um portfólio, eu estou construindo a minha marca. Não importa se você é gestor júnior, se você é gestor sênior, se você é founder, se você é dono dele. Se os maiores empresários do mundo estão produzindo, se inspirando nas blogueiras, tem alguma coisa aí que você deveria aprender. Se o João Adib, que vai faturar 4 bilhões esse ano no negócio dele, se o Flávio Augusto, que fatura 1 bilhão de reais, está se dispondo a gravar, se inspirando em meninas que fazem TikTok, tem alguma coisa aí que você deve se atentar. E essa coisa é construir uma marca pessoal, porque você pode vender serviços mais caros, você pode vender um produto, você pode vender uma mentoria, você pode vender qualquer coisa, desde que você tenha uma marca pessoal forte. Então, não importa qual é o seu nível técnico, não importa... Ah, eu não sei o que falar, eu não sei pra quem falar. Cara, você sabe alguma coisa que ajuda alguém. Coloca isso no radar e não olha pra cima. Porque toda vez que a gente vai produzir, a gente fala assim, pô, mas tem um cara que é muito melhor que eu. Sempre vai ter alguém melhor que você.
Veneno.
Sempre, sempre. O Flavião fatura 1 bi, o Adib fatura 4 bi, mas tem o véio da Havan faturando sei quantos bi. Não olha pra cima. O véio da Havan tá produzindo, o Adib tá produzindo, o Flávio tá produzindo e nós tá produzindo. Não olha pra cima. Produzam, porque daqui 5 anos vocês vão agradecer que foi a melhor decisão que vocês tomaram para a vida de vocês. Por ora é um novo jogo, daqui a pouco vai ser o único jogo e ainda dá tempo de beber água limpa.
Boa! Bom, depois dessa, só me resta me despedir porque toda a fala já foi melhor dita. Gente, obrigado. Continuamos semanalmente com esse Ford Talks nessa primeira temporada onde a gente fala sobre o custo de vender muito. Eu decidi trazer pessoas que eu tenho no meu networking e também pessoas as quais hoje estão fazendo projetos incríveis, entregas incríveis, mas o mais importante de tudo são pessoas que, na minha opinião, estão fazendo algo que, além de ser diferente, conseguem filtrar a moda, conseguem filtrar a onda e fazem negócios suceder ao longo dos anos. Obrigado, Diego. Deixo aí os links das redes sociais do Diego aqui na descrição e até breve.
Até mais, pessoal. Obrigado.
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