COMO É JOGAR ao LADO de STEPHEN CURRY?

Gui Santos talks about his 31-point breakout with the Golden State Warriors, training alongside Stephen Curry's legendary work ethic, and how injuries to Jimmy Butler and Moses Moody reshaped the team's season. He reflects on the rarity of Brazilian players reaching that scoring height and the roster changes that affected the Warriors' playoff run.
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You gotta be ready, papi. E você tem que estar pronto, velho. E é desse jeito. E foi quando começou a aparecer mais as oportunidades. Nos playoffs eu comecei a jogar um pouco mais de tempo. Até um pouquinho antes dos playoffs, nesse meu terceiro ano de NBA, eu comecei já a jogar mais e ter mais participação. Foi quando eu comecei a ser um pouco mais conhecido no meio, tanto de lá, dos americanos, sabiam um pouco mais quem sou eu, quanto aqui no Brasil, o pessoal acompanhar um pouco mais e saber um pouco mais de mim. Mas o bom mesmo veio essa última temporada, véi.
Essa última temporada.
Essa agora. Essa agora.
Essa última temporada. Mas você está jogando muito, Gui.
Cara, graças a Deus, véi. Muito trabalho. Igual vocês viram um pouquinho aqui da história, mas vem de lá de trás, né.
Qual que é a sensação de fazer 30 pontos na NBA, mano?
Você sai grandão do jogo, véi.
É? Sensação de poder absurda.
É, cara. Saiu para a manobra. Saiu para a manobra.
Que é o Gui Santos, o boneco.
Se liga, mano.
Não, mano, mas é desse jeito mesmo, pô. Tanto é que quando teve esse jogo de eu fazer 30 pontos, o Stefano tava jogando, né? E, cara, eu jogando bem assim e tal, tava bem no flow.
Nem sentiu a falta dele, né?
Não, calma. Mas eu tava no flow do jogo, mano. Aí quando eu olhei para cima lá no telão lá para ver quantos pontos eu tava, aí eu vi ali: Gui Santos, 25 pontos. Aí eu falei: caraca, velho, meu career high no momento, né? Eu não tinha feito mais de 25 pontos em nenhum jogo. Aí eu falei: pô, dá para alcançar mais, né? Aí chegou o Gary Payton, que é um cara resenha, mano, resenha pura também, velho. Chegou e falou assim: Gui, vamos, mano, fazer 30 pontos, pai, vamos!
Ele falou isso no jogo?
Falou, falou, mano, você tem que fazer 30 pontos, mais 5 pontinhos, e faltava tipo 1/4 quase tudo. Pô, então tinha tempo. Aí, mano, eu comecei, pum, aí fiz uma bolinha, 27, pum, fiz outra bolinha, 29. Aí tava faltando, sei lá, 3 minutos para acabar o jogo, e eu Lógico, querendo ganhar o jogo e tal, e eu tava jogando bem. Aí o Steve desenhou uma jogada para mim e falou assim: Gui Santos, vai receber a bola aqui, um contra uma, você contra o cara. Todo mundo meio que afasta, faz uns bloqueios para fingir que tá fazendo alguma coisa e deixa o Gui Santos jogar. Aí quando eu bati para o fundo, dei uma trombada no cara, fiz a bolinha e olhei para cima lá, 31 pontos. Eu falei: tá, porra, meu irmão, que isso?
Nossa, tem que respeitar.
Quantos, mano?
E logo depois, 4 brasileiros só conseguiram isso, irmão.
E depois eu já vi na minha cabeça, já pensando assim, no vestiário, indo pro vestiário, falei: "Cara, quantos caras já fizeram isso, velho, do Brasil?" Aí depois eu fui ver, foram 4, velho.
Só 4, né, mano?
É, Leandrinho, Nini, Varejão e eu.
Toma!
Parabéns, irmão!
Você é louco, você é muito foda, velho! Você compartilhou um pouco da sua obsessão pelo treino e o quanto isso fez a diferença na sua carreira e vai fazer ainda mais. Mas tem alguém que você olha pro lado e fala assim: "Mano, esse moleque treina demais também." E eu também queria saber como que é o Curry, mano, porque ele é uma aberração, mano. Tipo assim, ele fala pra você: "Ah, hoje eu vou arremessar a bola de fora do ginásio e vai cair na cesta." Mas foi lá no...
Você já reparou que ele faz isso todo jogo, né?
Não, não. Teve um agora no All-Star que ele não jogou, mas ele foi lá onde tava o baterista do Ludacris, jogou a bola, caiu ali.
Foi embora. É mais um dia normal, né? Cara, você perguntou de um cara que treina, ele, mano.
Sério?
Ele, a intensidade de treino, porque tipo assim, a gente não treina muito, né, junto, time, porque é muito jogo. Então a gente treina muito individual, mas a intensidade do treino individual do cara, velho, é absurda. Tanto é que tem até um vídeo meu assim, mano, que eu tô parado assistindo e ele arremessando, mano, e não erra. E eu tô atrás dele assim na zona morta, ele arremessando, não erra.
Dá 600, ele acerta 600.
Não erra. 601 ele acerta.
Isso é verdade, mano.
E mano, ele Juro para você, absurdo. E a qualidade do treino do cara, o que ele faz não é à toa, mano. Tipo assim, a gente fala do trabalho, mano, beleza, o Gui trabalhador, não sei o que e tal, trabalho. Mas mano, aquele maluco ali é tipo assim, é uma parada extraterrestre, mano. Ninguém vai ser igual aquele maluco, não tem como.
Sério mesmo?
Não tem como. O que ele faz não tem como fazer. Ele chega brincando assim, todo mundo duro, aquecimento ainda lá para fazer, né, andar pela jogada. Cara, ele chega Pum, caixa. Aí ele olha, sai andando. E sabe o jeito que ele é no jogo assim, de dançar e fazer aquelas gracinhas? Ele é assim o dia inteiro, mano. Você fala com ele quando ele tá puto, ele vai ser um cara carismático, gente boa, te responder com educação e com mordedor na boca.
Mas qual foi a primeira vez que você teve uma troca com ele, irmão? O que que ele te falou? Como é que foi?
Foi no meu primeiro ano, quando eu fui draftado, fui jogar meu primeiro jogo lá no Chase Center. Não tava no time ainda, tava passando por todo aquele processo que eu falei pra vocês. Liberação. Isso. E acabou o primeiro jogo, tinha jogado mó bem, meu primeiro jogo jogando numa quadra da NBA, fiz 23 pontos, não sei quantos rebotes e assistência. E aí eu desci, ele tava assistindo. Aí eu desci, eu vi ele brincando com o filhinho dele na tabela da quadra. Aí eu falei: "Caraca, o homem tá ali, que da hora, mano. Eu só vejo o cara na TV, no videogame." Aí tinha até o cara que é um dos olheiros lá que me draftou, que tava me ajudando com o inglês, com tudo lá. Ele falou, aí eu falei para ele: será que tem como tirar uma foto com o Steph? Ele falou: claro, mano, o cara é mó gente boa. Steph, vem cá. Aí ele chegou, me deu mó atenção, nem sabia, tipo assim, tá ligado, de mim nem nada, me deu mó atenção, tirou foto comigo, foi mó gente boa, mano.
Você nem falou: daqui a pouco você vai ver eu quebrando tudo aqui, mano?
Nada. Não falou nada? Eu tava assim, mano, babando ainda, olhando, falando assim: caralho, meu irmão é o homem, tá, pô, que tinha acabado de ser campeão, MVP da NBA, das finais. Eu tava sem acreditar, velho.
Mano, é que eu queria que a galera que— acho que a galera que acompanha tem um pouco de ideia, mas a gente que acompanha e teve uma oportunidade de estar ali por dentro do ginásio é uma parada, rapaziada, que tipo assim, a gente foi no All-Star, é um show, né, mano? Além de ser um show, é tipo assim, você fala assim, ah lá, os cara de terno começou a se mexer, vai vir alguém, vai vir alguém, vai vir alguém, aí do nada passa o Kevin Durant, LeBron James, e aí como se nada. E os, mano, parece que é uma operação do presidente ali, muito rápido. Você fala assim, que isso, mano? Isso a todo minuto no espaço minúsculo, muita gente trabalhando, irmão, muita gente trabalhando. E é meio que um lance meio que subjetivo que você fala assim, mano, não tem nada brecando eu de ir ali, mas se eu for ali eu acho que vai dar ruim, tá ligado? Então tem uma aura na parada que é tipo assim, uma aura da atenção assim, tipo assim, você fica meio que "Tem isso, atento a todo momento." Que é tipo, é LeBron James, é Stephen Curry, é Gui Santos.
É tudo muito importante.
Essa galera é eterna, é mão no peito onde você vai, tá ligado? É um bagulho muito importante. E tem um glamour, né, mano?
É muito foda, velho.
Tem.
E, cara, eles são assim desde o LeBron até o jogador que não joga, mano. Os caras são extremamente profissionais com isso, velho. Tipo assim, "Ah, tá vindo jogador aí, mano." Já todo mundo fica de olho, encosta nos cara, fala: "Ninguém vai passar, passa, passa." Jogador chegando. Eles são assim com todo mundo, velho.
Isso é muito louco, né?
Isso que é da hora, isso que é da hora, irmão.
E para você agora, falando do Golden State, como é para você tá num time tão grande como o Golden State, um time de uma dinastia jovem, né, mano? A gente viu aí o que o Golden State e Cavaliers fizeram 2016, 15, enfim. O Golden State foi até mais vitorioso. Como é estar num time desse que viveu uma dinastia? Você chega encontra essas pessoas, Klay Thompson, Curry, e meio que normal da vida também, o time foi se desmontando, acho que ficou só o Curry, e você talvez é um desses pilares dessa reformulação do Golden State. Como é para você? Quais são as movimentações que você vê do time? Eles querem uma reformulação mesmo? Eles estão contando com Gui Santos? Ou você ainda tem medo de ser trocado? Porque imagino que isso deve ser um medo enorme para o jogador, tá ligado?
Me conta disso, irmão. Cara, é igual hoje em dia, daquela pessoa, daquele pessoal que ganhou tudo, tá lá indo, Draymond Green e o Steph, né, são os dois principais, os dois líderes do time. Isso. E eles são dois caras que trazem o exemplo para gente, a mentalidade vencedora, tudo que eles ganharam e tudo mais, eles tentam passar isso para gente. E hoje, para mim, tá lá, eu tenho isso na cabeça de tipo assim, eu não me enxergo tipo, ah não, eu sou futuro daqui e tudo mais, de jeito nenhum. Eu sou muito, eu sou muito humilde em admitir e tipo assim "É passo a passo, mano. Eu não vou chegar e falar que eu sou isso, que eu sou aquilo, porque eu não sou ainda, eu tenho que me provar para mostrar que eu sou." Mas se contarem comigo, eu vou me preparar. Mas se contar comigo, eu vou estar pronto. Então eles acabaram de renovar uma extensão contratual comigo. Isso mostra que eles confiam em mim para o futuro deles e também me dá uma calma. Tipo assim, é dinheiro para mim, para minha família, para o futuro, porque igual você falou, tem as trocas. Na NBA, muita gente que não acompanha Não sabe, tipo assim, não é igual futebol que tipo, ah, um time chega e te compra e te manda para outro lado. Você quer ir, você não quer, é bem assim. Lá não, mano.
Como que foi uma que você já viu de perto? Você falou, meu Deus, cara, nós tava tomando café ontem, trocaram.
Teve uma 30 minutos antes do jogo, mano, 30 minutos antes do jogo.
Eu tava já achando café, então é menor ainda o tempo.
Teve uma que foi, acho que foi até minha primeira temporada, foi quando eles mandaram o O Andrew Wiggins, tipo assim, mano, trocou 4 caras do nosso time, velho, e pra chegar um. A gente ia jogar contra o Utah Jazz, a gente tava em Utah, todo mundo aquecendo, mano. Todo mundo já lá na quadra aquecendo e tal, não sei o quê. Daqui a pouco chega o coach, chama todo mundo, pega todo mundo da quadra, chama pra dentro do vestiário e todo mundo tenso, mano, porque a gente não quer receber ligação do agente de jeito nenhum, porque se o agente liga é: "Ô, mano, você tá indo pra tal lugar." Entendeu? Então ninguém quer olhar o celular, todo mundo tipo assim: "Não, gente, nem tô aqui, tá ligado?" "Nem tô vindo." E foi quando o Steve chamou todo mundo para dentro do vestiário e falou assim: pessoal, a gente sabe como é NBA, pá, as coisas acontecem. A gente acabou de trocar, aí se não me engano foi o Andre Wiggins, o Kyle Anderson, a Danny Schroeder e Lindy Waters. Trocaram os 4 e trouxeram Jimmy Butler. Foi quando o Jimmy chegou, mano. Isso era tipo assim, mano, tem, sei lá, 30, 40 minutos antes do jogo, velho. O jogo ia começar, mano. Os cara não podiam jogar, é isso. E os cara não podiam jogar.
E o Jimmy Butler também não ia chegar agora, tá ligado?
Então, cara, foi um absurdo assim. Como é que fica o mental do time? Tá ligado?
É nós, amo vocês, mas agora vou morar em outro estado.
E detalhe, teve um cara que foi trocado para o time que a gente ia jogar contra.
Olha a loucura, velho.
Moleque foi pôr o Utah.
Então, e Só que acabou que no final ele rescindiu o contrato, foi para outro time lá, mas ele foi trocado tipo originalmente para ir para o Utah, o Danny Schroeder. E cara, nesse jogo foi um clima, velho, absurdo assim, horrível. Pô, todo mundo no clima tipo, caraca, velho, tava 4 cara aqui com nós, é um clima de perda assim, tá ligado? São os caras que são gente boa, a gente vive ali mais com os caras do que com a nossa família.
Então esse medo é iminente?
É, mano, é. Não importa tipo assim quem você seja, você pode Lógico, tem uns caras que a gente sabe que eles não vão mexer, mas tem caras que às vezes entram de gaiato, mano, que precisa de um dinheiro ali para equivaler, tipo, ser equivalente os salários para poder trocar. E você entra, tá faltando, sei lá, tá faltando 10 milhões, o cara pega um cara que vale 10 milhões e bota ali, manda ele junto, tá ligado?
E como que tá a vibe do time agora? Como é que tá a mídia em cima do time, a torcida? Como é que tá o momento atual do time?
Cara, essa temporada foi uma temporada muito difícil, velho.
É estranho não ver vocês nos playoffs.
É muito estranho, né, velho, porque essa temporada a gente teve muita lesão, velho, e muita lesão grave. Jimmy Butler, que era o, tipo assim, nosso segundo principal jogador atrás do Curry só, ele teve uma lesão de LCA, ficou fora o resto da temporada, vai ficar fora até o começo da temporada que vem. Aí tem um cara também, o Moses Moody, que é um puta jogador, machucou, rompeu o tendão patelar, tipo Ronaldo, tá ligado? Então, pô, isso daí pesou muito pra gente, velho, porque todo mundo sabe, meio capenga. Teve um jogo que a gente tinha 8 caras machucados fora da partida, velho, e tinham 6, 6, 7 caras, não, acho que 8 caras pra jogar também.
Beleza, tá ligado? Aí não tem como, né, irmão?
É, então foi uma temporada muito, tipo assim, fora do padrão pra gente, tá ligado?
Muita lesão. Sim, eu imagino. Mas olhando agora, os playoffs começaram, né, mano? O Filadélfia tirou os cara. Sou Filadélfia até o final agora, irmão.
Você era bosta?
Não, não, não. Eu, eu, irmão, você fala assim, que time você torce para NBA? Você vai, você vai Clippers, né? É o Clippers, mano. Clippers trataram a gente muito bem, então tadinha. Nunca nós chega no playoff. Quando chega, cai rápido.
Esse ano foi nós, hein, time dos caras.
Vamos parar?
Foi mal, foi mal. E a torcida? Como é que tá a torcida, irmão? A torcida, como que é a torcida do time?
Cara, é uma fanbase muito grande, mano. É muito fã, velho.
O que que os cara fizeram ali naquele ano, 2015 ali, mano?
De 2015 até 2022 assim foram muitas vitórias, os cara sempre brigando no topo da tabela. Então, mano, é uma fanbase muito grande, o pessoal cobra bastante, em cima da gente, dão muito carinho para a gente também, mas eles cobram bastante, tá ligado? Não chega a ser perto do futebol, mano, tipo assim, é igual acontece aqui, os caras ir lá na porta da casa do cara e cobrar o carro. Vamos, mano, você tem que jogar e tal. Não, lá é bem mais tranquilo assim, mas tem algum tipo de cobrança, mas tem cobrança.
Ano que vem é playoff.
Exatamente, tem uma cobrança em cima da gente e a gente entende isso, a gente sabe lidar bem com isso. Os americanos sabem, mano, é fazer esse, ser profissional, tá ligado? Tanto quanto para torcer quanto para jogar dentro da quadra. Os caras são extremamente profissionais, tem a ética ali, tem a ética. Exatamente, não vai passar por cima da ética.
Exatamente, caralho, muito foda. Mas irmão, tá, vocês não estão, só que eu queria falar dessa temporada que tá legal. Vocês não estão nos playoffs, mas você imagino que deve ter feito amigos já. Você Fica torcendo para alguém ou não? Meu time tá fora, eu tô preocupado com a minha pré-temporada, minhas férias aqui, cara. Ou só tá acompanhando por acompanhar?
Eu acompanho por acompanhar assim, né, para estar sempre por dentro da NBA. E é importante, né, para o jogador saber o que que tá acontecendo em todos os times e tudo mais. Mas eu não, tipo assim, acabou minha temporada, acabou, velho. O que importa é o meu time ser campeão, o que importa é eu ser campeão. E agora eu vou, por exemplo, acabou minha temporada, eu vim para cá, fiquei uma semana assim tranquilo, relaxando, mas eu já tô treinando de volta, pô. Porque temporada que vem não pode parar, velho. Comecei a jogar bem, comecei a jogar mais minutos, mas temporada que vem começa de novo.
Se o atleta levar as férias igual a gente leva as férias da escola, vamos supor, que é tipo, acabou as tarefas, então é 2 meses que eu não faço nada, nada, não vou fazer nada, não vou abrir o caderno, vou fazer nada. O que que acontece se você fala assim, no meu mês de férias eu só tô de férias?
Isso se você tem quanto tempo de férias também, né?
Cara, então, quando você é eliminado assim cedo, no caso que aconteceu com a gente, a gente tem um tempo bom assim de férias. Mas cara, se você tirar ali 2 meses, 1 mês, que ser 1 mês de férias, digamos, tirar 1 mês sem fazer nada, mano, na volta parece que você nunca jogou basquete na sua vida. É sério, pelo menos eu sou assim, velho. Então eu não arrisco, tipo assim, eu fico 1 semana, beleza, sem fazer nada. Depois disso, nem que seja pouco, mas eu faço alguma coisa. Eu não fico na loucurada de igual é a temporada.
Não vai se machucar também.
Lógico, mas eu também não fico sem fazer nada porque, queira ou não, é o profissionalismo do cara tá ali bem fisicamente. Daqui a pouco eu vou voltar a treinar mais forte e tudo mais e meu corpo não vai sentir tanto.
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