[CARREIRA] A Síndrome do Fantástico

In this live session Marlon Silva Domingues greets his audience across Instagram, LinkedIn, YouTube and Facebook and uses the moment to launch and explain his new career‑focused mentorship program, EDH Impulso. He first introduces the concept of “Síndrome do Fantástico” – the emotional trigger that hits people on Sunday evenings when the weekend ends and the work week looms, causing anxiety, physical symptoms and a feeling of being stuck. Marlon argues that this syndrome is a symptom of a deeper lack of ownership over one’s career. He then shifts to a detailed description of the EDH Impulso mentorship: a 5‑week, small‑group, highly interactive program that combines weekly knowledge sessions, practical labs, continuous support, PDCA cycles and guest‑speaker moments. He outlines the program’s pillars – the right ambiência (environment), a daily laboratory for experimentation, systematic measurement of progress, and personal support. Throughout, Marlon shares a series of career‑development insights: the difference between “important” and “determinant” factors, the danger of perfectionism, the need for focus on value‑creating activities, the power of internal networking with C‑level leaders, the pitfalls of control‑oriented leadership, the importance of giving and asking for feedback, the necessity of positioning and visibility, and the role of courage and inflection points. He repeatedly stresses that the mentorship is not for everyone; it is for professionals who are truly motivated to break out of stagnation, stop being “tapa‑buraco” employees, and accelerate their careers within the current year. The session ends with a call‑to‑action to register interest via a form, a reminder not to let the “Síndrome do Fantástico” dictate one’s future, and an invitation to follow Marlon on his social channels.
Chapters
Fala, galerinha! Beleza? Sejam todos bem-vindos, sejam todas bem-vindas. Marlon Silva aqui, tô me conectando aqui aos diferentes canais. Estou aqui online no Instagram, no LinkedIn, no YouTube, e tô tentando, acho que aqui no Facebook também. Seja bem-vindo, seja bem-vindas, boa noite para vocês. Essa live foi criada aí de última hora com a intenção de contar para as pessoas o que é o EDH Impulso. É um tema que eu venho mencionando durante a semana que passou e eu disse que até o final de semana eu ia contar. Então, como promessa é dívida, eu tô aqui para entregar para vocês o que que é essa ideia de um novo formato do EDH. Quem já me acompanha há algum tempo já Já me vê aí, né, nas minhas movimentações da rede social, já deve ter me ouvido falar algumas vezes sobre EDH. Então, EDH é a formação EDH, uma formação que nasceu em 2022 aí com uma proposta de formar estrategistas em desenvolvimento humano para o mundo corporativo. E ela foi evoluindo, ela evoluiu junto com a minha evolução também como pessoa, como profissional da carreira executiva do mundo corporativo, que agora vive o mundo do empreendedorismo, né? Já fazia isso no tempo que me era dado, que me sobrava enquanto executivo. Agora dedico a esse movimento 100% do meu tempo. E com a evolução que a gente foi tendo ainda das turmas, dos métodos, dos resultados, das evidências, a gente vai consolidando, vai melhorando, a gente vai aprendendo cada vez mais a afiar o machado E agora chegou a vez de trazer à tona mais um projeto, mais um sonho, mais um rabisco do papel à vida, né? E aí que que nasce então o EDH Impulso. Esse Impulso vocês vão ainda saber mais sobre isso. Esse Impulso tem uma conotação muito maior, tem uma entrega muito maior que vai vir relacionada a isso, principalmente no ano 2025. Mas a gente, né, vai ter tempo para poder conversar sobre isso. Mas agora vem o EDH Impulso, que é uma mentoria com foco em carreira, com foco em Mas antes de eu mergulhar nesse tema e contar o que que é mentoria, o que que vai ter nessa mentoria, como é que vai funcionar, e já dando spoiler, ela vai ser muito diferenciada do que você já viu sobre mentoria no mercado. A mentoria EDH Impulso, ela vai ter uma série de características, uma série de traços, né, de serviços e produtos que dão certo. E é por isso que eu tenho total certeza É por isso que eu tenho uma total empolgação de que ela vai ser algo extremamente diferenciado para quem quer olhar para tua carreira e quer impulsionar essa carreira, tá? Ainda esse ano, ainda esse ano, tá? Então é uma mentoria que ela não é para qualquer pessoa, tá? Ela não é uma mentoria para todo mundo, uma mentoria que eu quero ter aí 50, 30 pessoas. Não, é a mentoria para quem precisa e tem interesse de verdade em movimentar sua carreira ainda esse ano. Vai ser algo extremamente focado em fazer você se movimentar e atingir resultado, tá? Eu não aceito você entrar nessa mentoria e não ter um resultado ao final dela. Essa é minha palavra aqui, ok? Mas antes de mergulhar no que é essa mentoria, o que que vai ter nela, tem um monte de detalhe, e eu tenho certeza que eu não vou ter tempo inclusive de contar tudo aqui. Eu vou continuar contando nas minhas redes sociais o que é a ideia Impulso. Então se liga também, se você aí ainda não me segue, Marlon Silva Domingues é o meu, o meu, o meu login para o LinkedIn, para o Instagram. Também tô lá no TikTok, né, tem participado desse treco aí do TikTok. Não faço dancinha, é conteúdo sobre carreira, desenvolvimento humano. Então se liga nos canais aí, YouTube também, você pode escolher o canal que mais favorece a você. Vamos lá, além da formação ADHD Impulso, que é o que eu quero contar para vocês aqui, eu também quero falar sobre esse título que tá, né, que eu, no qual eu convidei algumas pessoas, né, a Síndrome do Fantástico. E foi legal porque eu ia fazer essa live mais cedo, tive que fazer agora 8 horas, daqui a pouquinho, né, acho fantástico, pelo que eu vi começa às 9 horas da noite. E aí talvez muitas pessoas aqui comecem a sofrer ou comecem a trazer à tona a sua síndrome do Fantástico. Mas o que que é a síndrome do Fantástico? Síndrome do Fantástico é um nome fictício, não sei se fui eu que inventei, mas eu uso para caramba esse nome. Talvez outras pessoas já saibam e usem isso aí também como um trocadilho, como uma brincadeira, mas é o fato de você ouvir a música do Fantástico nos domingos e isso despertar um gatilho em você de insatisfação. De conexão com a semana que está chegando. O fim de semana tá indo embora e a semana está chegando, e você se depara com o movimento de uma carreira no qual você não tem prazer de executar, uma carreira que envolve estar em ambientes que não te favorecem, que não trazem para você um senso de pertencimento, no qual você não sente que você tem uma clareza real sobre o que é que você quer fazer. Profissionalmente. Então a Síndrome do Fantástico nada mais é que esse gatilho emocional de trazer você à realidade, porque muitas vezes as pessoas entram no fim de semana e se desconectam da realidade propositalmente, porque aquela realidade não é algo bacana, não é algo legal para elas. Então eu me desconecto quando tem essa musiquinha. E aí você pode ter a Síndrome do Fantástico lá do jornal, da Band, não sei o que que você assiste no domingo à noite, que que a gente faz domingo à noite, mas que dá esse gatilho de que a semana vem aí. E aí eu começo a ter sensações físicas, inclusive dor de barriga, enxaqueca, dor de cabeça, bate uma tristeza insana, no qual eu vou dormir já pensando que a semana vai ser algo ruim. E por que que eu posso falar sobre isso aqui para vocês? Porque eu vivi grande parte da minha jornada profissional desfrutando sentindo e vivendo a síndrome do fantástico. E algo horrível, é uma sensação horrível você perceber que você está lutando com as horas do domingo porque você não quer se deparar com a realidade do seu trabalho, do seu emprego. Mas o grande ponto aqui que a gente precisa esclarecer e conversar é: qual é a sua responsabilidade com a sua carreira? Porque quando a gente se coloca numa postura de que, pô, essa música me desperta gatilhos e isso não é algo que me traz sensações boas, o ponto é: você está delegando quase que, talvez, 100% daquilo que é seu para o externo ou para empresa. A empresa tem o poder sobre você e o que é que você tá fazendo com a tua carreira. Como é que você vem direcionando ela? O quanto que você tem de verdade essa autoridade, essa liderança naquilo que é seu? Você tem algo que é seu no mundo corporativo, é a sua carreira. Tem algo que é seu no mundo corporativo, é a tua carreira. Talvez as outras coisas não pertençam a você lá, mas a tua carreira é sua, a tua carreira é sua. E esse é o estímulo que você precisa compreender daqui para frente. Existem muitas características numa carreira profissional, numa jornada profissional dentro do ambiente corporativo que elas não são trazidas à tona, que as pessoas não revelam elas muitas vezes porque elas estão aceleradas, elas não param para perceber os pontos que elas tiveram que lidar para poder chegar onde elas chegaram. Mas esse é um ponto que eu, Marlon Silva Domingues, particularmente gosto muito de observar, observar a carreira das pessoas. Semana que passou Semana passada, semana passada eu tive a oportunidade de sentar aí com vice-presidentes, com CEOs de empresa. E é muito legal você fazer esse movimento para você aprender um pouco mais sobre como que funciona a estrutura de pensamento dessas pessoas. E quando você conhece mais da estrutura de pensamento dessas pessoas, você consegue entender as estratégias reais que elas utilizam, utilizaram para chegar onde elas chegaram. Esses dias eu coloquei no Stories, e tem uma coisa aqui que eu fico abismado, é a quantidade de executivos, a quantidade de diretores que eu conheço que não fazem conexão com outras pessoas do mesmo nível, de cargos acima dos deles. E não é nem fazer networking fora da empresa, que isso é mais fácil. As pessoas fazem networking fora da empresa, Mas o que me deixa entristecido, e muitas vezes eu fico perguntando o porquê essas pessoas não fazem isso dentro da própria empresa. Pensa comigo, se você quer fazer o movimento de crescimento profissional na empresa que você tá, é muito mais fácil, é muito mais didático, é muito mais, tem muito mais valor você fazendo networking com as pessoas que estão ali do que buscar fora. Porque quando você buscar uma informação fora de um contexto que as pessoas não estão vivendo, dificilmente elas vão conseguir conectar. Elas vão dar ideias genéricas sobre o que você tem que fazer. E eu fico bobo de ver a quantidade de pessoas que não se conectam com C-Levels, não se conectam com VPs, e trocam uma ideia e perguntam, param essa pessoa e perguntam: como é que eu estou indo? Como é que você vê minha carreira? O que que eu preciso melhorar? O que de fato na minha carreira você acredita que é determinante, não somente importante? Anota um ponto aí: a grande maioria das pessoas, elas se importam com aquilo que é importante e não com aquilo que é determinante numa carreira. Existe uma diferença entre o que é importante e o que é determinante na sua carreira. Mais de 90%, para não ser o chato que fala 99%, mais de 90% das pessoas aprendem e só sabem olhar para aquilo que é importante, porque a grande maioria fala que é importante. Exemplo: ah, é muito importante você ter MBA, é muito importante você ter uma pós-graduação, é muito importante você ter uma especialização. Isso são pontos importantes, mas não são determinantes, não são determinantes na jornada profissional. E esse é o ponto que o EDH Impulso vai desmistificar num processo extremamente acelerado de carreira, trazendo à tona para as pessoas o que é determinante, colocando fogo no parquinho, que é determinante para que elas possam então impulsionar de verdade, tá? Deixa eu trazer para vocês aqui alguns pontos que eu fui coletando nas últimas semanas em conversas com pessoas que deram certo nas suas carreiras e que trazem dicas de ouro sobre qual é a diferença que faz toda a diferença numa carreira. E a primeira coisa que eu quero entregar para vocês aqui, e foi isso, foi muito pertinente inclusive com alguma situação que aconteceu hoje, Uma das coisas que as pessoas mais me contaram sobre a carreira delas, que faz, que fez e faz toda a diferença, é aonde elas colocam o foco. O foco, a clareza, ter o foco naquilo que é, que é necessário, focar naquilo que de fato vai fazer a diferença, focar naquilo que de verdade vai trazer valor e não aquelas coisas bobinhas que aparecem no dia a dia que tiram a atenção das pessoas. Deixa eu dar um exemplo para vocês, claro, de algo que aconteceu hoje. E ó, pessoas, não me levem a mal se você fez, se você foi uma das pessoas que fez isso, tá tudo certo, mas eu preciso exemplificar com isso. Hoje, ao convidar as pessoas para minha live, né, aqui no LinkedIn, no YouTube, no Instagram, Eu escrevi um texto e esse texto, na hora que eu coloquei vou fazer uma live, saiu a palavrinha love em vez de live. E acho que umas 6, 7 pessoas, não mais, se eu não me engano, mandaram uma mensagem para mim alertando a correção. Alguns, algumas pessoas na zoeira, na brincadeira, são pessoas que têm intimidade, então vieram na zoeira, mas algumas pessoas vieram na correção. E aí tem um ponto muito importante, eu sei que isso aí pode parecer bobinho, mas não é. De novo, isso tem a ver com o foco. E é isso que acontece com muita naturalidade na sua carreira, que está assistindo essa live aqui agora. Você foca naquilo que é inútil, que é irrelevante para aquele momento. Veja, se uma palavra escrita de forma errada Ela prejudica o contexto como um todo e você não compreende, ok, sinaliza. Mas se você entendeu, esquece, foca naquilo que é necessário. Sabe o que que eu vejo? Muitas e muitas e muitas pessoas que lutam com o tal do perfeccionismo. E esse negócio, para mim, as pessoas lutam com perfeccionismo que elas têm medo de errar. Eu vou falar uma coisa para vocês aqui do fundo do meu coração. Além de aprender por foco naquilo que é realmente necessário na minha carreira, eu não tenho medo algum de errar. Eu não tenho medo algum de fazer uma cagada, de testar algo e não dá certo, tem que refazer, tem que pedir desculpa. Tá tudo certo. Mas eu vou falar para você que grande parte do problema do porquê você ainda não ganhou a promoção que você quer De você está ainda no cargo que você está e vendo pessoas passando na sua frente, você está há muito mais anos na empresa, é porque você tem medo de errar. É porque você é viciadão e viciadona nessa budega doida do perfeccionismo que não leva ninguém a lugar algum. Pode ser frase de para-choque de caminhão, mas foi essa frase, essa frase que no 2013 eu lembro perfeitamente. Em 2013 eu ouvi essa frase e ela me condicionou a parar de me importar com coisas perfeitas. A frase é: feito é melhor que perfeito. Feito é melhor que perfeito, de verdade. Põe teu caminhão na estrada, experimenta. Tô aqui, eu tô aqui experimentando algo com vocês. Pode ser que vocês odeiem, que ninguém se interesse. Eu vou melhorar isso aqui. E esse é um ponto que você precisa trazer para tua carreira e se perguntar hoje o quanto você tem a capacidade de experimentar coisas novas. O quanto que você tem a capacidade, a ousadia, a coragem, a energia, entusiasmo para testar algo novo e sair da sombra? Sai da sombra do coleguinha, sai da sombra da tua liderança, demonstra o protagonismo. De novo, vou recapitular aqui porque em menos de 1 minuto já dei 4, 5 dicas para você. Foco. Você não foca naquilo que é importante, você não tá focando naquilo que de verdade traz valor, resultado. E isso aí, isso aí, para o dono, para o comandante, para o líder, para o CEO, é a coisa mais importante que tem. Ele olhar para as pessoas que estão vinculadas a ele e saber que essas pessoas estão olhando para lugar correto, aonde o valor é gerado. Aonde o valor é gerado. Daqui a pouco conto melhor para vocês, inclusive sobre a minha carreira, minha trajetória em relação a esse foco. E é por isso que eu tô, eu tô aqui agora, eu não estou mais no mundo corporativo porque eu entendi isso. Foco, você se importa com coisas totalmente desnecessárias. Segundo ponto, essa mania de perfeccionismo, de ter que colocar alguma coisa na rua somente somente quando está perfeito. E aí você sabe que não vai ter perfeito, não vai ter perfeito. E aí você vai segurar a ideia, vai segurar a ideia, vai segurar a ideia. Eu conheço um monte de amigos, inclusive hoje, meus amigos queridos do meu coração: solta a corda, cai na estrada, testa tua bendita ideia e para de procrastinar, para de inventar desculpa, para de falar que você vai fazer só no ano 2025. 2025 pode acabar o mundo com guerra. Desculpa ser trágico, mas é verdade. Você tá esperando chegar o momento que você não tem controle. Foco, foca naquilo que é. Para de perder tempo com besteira. Protagonismo, ousadia, coragem. É isso que os líderes valorizam nas pessoas. É nisso. Na boa, já foi o tempo, tá? Já foi o tempo onde um diploma— eu sou formado na USP, eu fiz Poli— isso trazia uau. Dane-se, dane-se. É importante? É importante, não é determinante. Entenda isso: é importante? É importante, não é determinante. Coloque alguém que se formou. Eu, gente, Eu conheço um monte de pessoas que formaram como os número 1, notas altíssimas, estão soltando parafuso da cabeça nesse momento, sem saber o que querem fazer da vida, falando um monte de borracha por aí. Isso não é determinante. Ousadia, coragem, capacidade de experimentação, capacidade de testar, menos perfeccionismo, mentalidade empreendedora. Isso sim são fatores determinantes que vão fazer com que você consiga chegar aonde você quiser na sua carreira. E por que que você fala isso? Porque eu vivi isso na pele. Se você me conhece aqui de outras jornadas, você já me viu falando de liderança muitas vezes, já me viu falando aqui de construção de equipes de alta performance muitas vezes, já me viu falando aqui de segurança psicológica muitas vezes. Já me ouviu falando de coaching, por mais que isso doe em você, muitas vezes. E agora eu tô falando de carreira. E carreira é um assunto que eu tenho muita propriedade para falar com você, porque eu vivi esse treco na pele. Eu vivi na pele. Eu fui o cara que por muito tempo navegou numa carreira que não trazia nada. De resultado para mim, a não ser tristeza, angústia, e falava: pô, o que que eu tô fazendo aqui? Por que que eu fiz essa faculdade? Será que eu fiz certo? Esse era eu, o cara que sofria de dor de barriga todo domingo à noite, porque ao perceber que a segunda-feira se aproximava, a tristeza vinha. Mas também sou esse cara que foi atrás para fazer diferente, foi buscar recursos, que foi entender, mergulhar, para saber o que de fato era determinante. E não é sobre cursos, cursos técnicos, formações. Não é sobre esses temas. É muito mais sobre o seu caráter, são suas forças, os seus talentos, o quanto que você expõe isso, quanto que você usa isso aí no seu dia a dia profissional, a sua capacidade de te conectar com outras pessoas e se relacionar com outras pessoas, a sua capacidade de se comunicar de forma clara e específica. Isso é determinante. A sua inteligência emocional diante de fatos que tiram você do seu, da sua jornada, da sua estrada atual, e você consegue voltar para aquele lugar sem perder, sem perder a sua saúde mental. Que essa física. Isso sim são fatores determinantes. Durante a minha jornada profissional, se você não sabe, eu iniciei a minha jornada profissional como um programador de software, e ali eu não me encontrava. Ali eu não me encontrava. Quando eu comecei a estudar, aprender, eu consegui me mover para trilha de gestão, e aí eu comecei a gostar um pouquinho mais daquilo. Depois eu me movi para uma trilha focada 100% de liderança. Inclusive informar líderes. E eu comecei a fazer isso em escala, eu comecei a aumentar o meu escopo de atuação. Eu trouxe o coaching para essa panela, eu consegui aumentar ainda mais o meu campo de visão. Atuei com CEO, sim, para quem fala, é, mas sim, atuei com mais de um inclusive. Atuei com vice-presidentes, atuei com diretores, com executivos, com gerentes, com estagiários. Eu atuei com pessoas de ponta a ponta numa hierarquia corporativa, e não apenas dentro de um mundo, mas de vários, inclusive de culturas diferentes, de culturas diferentes, culturas nos Estados Unidos, na China, no Japão, na Europa. Isso sim me dá repertório para poder trucar você em relação à sua carreira, para poder me, para poder ousar te ensinar alguma coisa sobre carreira. Porque eu não tô pegando aqui nenhum livro e falando: vem aqui, ó, aprender sobre carreira, porque eu li esse livro essa noite, eu quero te contar o que eu tive de insight, eu transformei no curso. Não, não é sobre isso. Eu tô trazendo para você a vida real. E a vida real que muitas vezes o teu líder fica no quadrado dele apenas, não consegue passar para você. O teu líder muitas vezes, com até com boas intenções, gente não tem tempo de contar para você o que é que você tem que fazer com a tua carreira. Então deixa eu te contar, deixa eu te ajudar, mas abre essa cabeçota aí para ouvir o que eu tenho para dizer. Porque se você ficar com a cabecinha fechadinha, ah, eu já ouvi isso, já vi isso, ah, o Marlon é coach, para com isso, para com isso. Entenda, volta para tua carreira e observa há quanto tempo Você tá parado ou parada aonde você tá nesse momento? Faz quantos anos que você tá na mesma posição? Gente, não tem sentido. Você tá lá na empresa já 15 anos e você não tá numa posição executiva, num cargo de gestão, de liderança, um cargo de grande visibilidade. Não tem sentido. E vou te falar uma coisa, tá? Você tem que entender que existem duas grandes visões dentro do mundo corporativo. Uma visão é a visão de colaborador, é a visão de que, ah, eu mereço, ah, eu quero, ah, eu preciso, vocês têm que cuidar. Outra visão é a visão do dono. E você precisa ter essa consciência, essa maturidade de entender que você tá dentro do jogo, e quem manda no jogo é quem é o dono da parada. Se você não é o dono da empresa, ou a dona, o sócio ali, para com isso. Se você quer ficar na empresa, você precisa aprender a jogar o jogo. E muitas pessoas não sabem como é que o jogo corporativo funciona. Esse é um outro ponto que é determinante na função de crescer a tua carreira ou não. Se você não compreende como é que funciona o jogo corporativo, esquece. Faça os malabarismos que você quiser, convença as pessoas que você quiser, você não vai conseguir avançar. Existe uma trama corporativa, é quase uma novela de, sei lá, do Nelson Rodrigues, sei lá como que é o nome de um autor de novela aí, sabe o tema? É uma novela, existe uma trama, precisa compreender. Porque se você não compreende isso, você vai ficar horas vivendo um papel de herói. Que massa, eu sou herói dessa novela aqui chamada Empresa XPTO. Horas você vai ser convocado para ser o vilão ou a vilã da novela, e tem horas que você vai ser convocado e convocada para ser a vítima. A Odette Hoyt mandou novela. Então, se você não entende que todo mundo, todo organismo corporativo vivencia algo chamado drama corporativo, você tá lascado, você tá lascada. Não vai rolar, não vai rolar. Faz sentido, gente? Se você tá me assistindo aqui agora Faz sentido para você? Então a pergunta é: há quanto tempo você vem vivenciando o mesmo lugar, a mesma posição, o mesmo cargo, e você não tá contente com isso? E as coisas não estão mudando, e você ainda tá naquela fé de que ano que vem as coisas vão mudar, ano que vem vai chegar um novo cliente, ano que vem eu vou fazer uma pós-graduação em Harvard. Ano que vem eu vou melhorar o meu inglês, meu espanhol, isso vai me dar uma chance. Ano que vem eu vou fazer 127 cursos de inteligência artificial e eu duvido que eu não seja promovido, promovida. Não vai, não vai. Não é sobre fazer inúmeros cursos, não é. É sobre você entender o que de fato é determinante na sua jornada profissional. O que que para as pessoas no mundo corporativo? Que que para as pessoas no mundo corporativo? Você sabe? Para para pensar. Além disso tudo que eu já contei aqui, tem algo que faz com que você arrebente, estrague a sua carreira: a sua incapacidade de criar. Parcerias de negócio. A sua incapacidade de criar parcerias de negócio faz com que você não seja visto ou vista da forma com que você precisa. Gente, não há como um ser humano sobreviver no mundo corporativo, almejando chegar numa posição alta, ganhando promoções, Se essa pessoa quer ficar no canto dela, escondida igual um tatu no buraco, não tem como. Imagina você, dono de uma empresa, você olha para sua bancada de funcionários, de colaboradores, e vê lá que tem um ser humano que ele não se mexe, que ele não atua, que não fala, que ele tá lá: não, quero curtir, ficar só nisso aqui. Gente, a fila anda. O mercado hoje tá numa velocidade extremamente diferente. Daqui a pouco vai aparecer uma pessoa que faz o que você faz, mas ela tem a elegância da comunicação, ela tem agilidade da conexão, ela tem a capacidade de influenciar as pessoas. E aí já era, já era. Então a sua capacidade de construir parcerias de negócio É outro fator determinante na sua jornada. Com quantas pessoas você conversa diariamente na empresa? Com quantas pessoas novas você se conecta diariamente na empresa? O quanto você vem expandindo o seu conhecimento sobre o ambiente corporativo como um todo, sobre o funcionamento dos clientes? Que é uma dica de ouro. Para conquistar uma posição que você não está, aprenda o máximo que você pode sobre o que é estar naquela posição antes de você levantar as mãos e dizer que você quer estar lá. Fale com o máximo de pessoas possível, entenda a cabeça dessas pessoas. Faça a seguinte pergunta: o que é que foi determinante que fez com que as pessoas escolhessem você para estar nesse cargo de diretor ou diretora? O dia que te elegeram, que colocaram ali para todo mundo: você é o novo diretor, o que que você fez anteriormente a isso? Qual foi a comunicação que você teve? Essa é a melhor abordagem que você pode ter para poder conhecer o que é que é realmente determinante, necessário, importante para você avançar na sua carreira e não ficar dizendo coisa da sua cachola, ouvindo pessoas de fora, ou pessoas que não fazem nem sequer parte do contexto profissional que você tá. Ah, vou pedir conselho para um cara que ele é CEO de uma startup. Aí você tá no mundo corporativo e hierárquico, gente. Claro que conhecimento é sempre bom, mas não conecta, né, com o concreto. Entenda isso. São visões de mundo diferentes, são modelos de negócio diferentes, tá? Esse é um ponto muito importante para você se conectar. Uma outra coisa, meus pessoas queridos e queridas: se tem algo que desvia as pessoas da onde elas querem chegar, isso serve para qualquer pessoa, liderança principalmente, líderes na carreira de liderança, Se você tem essa mania de querer ter controle sobre tudo e sobre todos, você vai se lascar, você vai se lascar. Esse é o maior mal do mundo corporativo, a doença corporativa, esse tal do comando e controle, ou esse controle que as pessoas querem ter sobre os seus colaboradores. Isso aí é uma doença corporativa, tá? Afirmo com todas as palavras, isso acontece em todas as hierarquias de gestão e liderança que você vai se deparar. Sempre vai ter uma figura ali que não tá preparada, que não é treinada, que não passou por processos de desenvolvimento de pessoas, e vai querer usar do controle porque ela tem medo, que ela não sabe o que fazer com a situação como um todo. E ela vai usar da força, ela vai usar do cargo, vai usar do crash tá, para poder fazer as pessoas se movimentarem. Querer colocar controle é querer assinar um atestado de descontrole emocional. Está contando para as pessoas, presta atenção nisso, tá? Ao se deparar essa semana com um líder, com uma líder que é extremamente controlador, controladora, tem algo em mente. Essa pessoa tá contando para você que ela é descontrolada emocionalmente, tá? Fato. Fato, ok? Então você querer exercer esse controle, excesso de controle, seja você, não precisa nem estar no cargo de liderança, excesso de controle na tua carreira, no teu papel, nas tuas funções. Ah, chegou um coleguinha novo, você não passa, você não delega, você não compartilha com as pessoas que está fazendo, já era controle. Você inverter controle por influência, controle por influência, tá? Quando estiver diante de pessoas, você tem que exercitar a influência. O controle é sobre você e suas emoções, seus comportamentos, não sobre as pessoas, não sobre os processos. Esquece, esquece, tá? Vai dar muito ruim. Vai dar muito ruim, ok? Deixa eu respirar um pouco, tomar uma aguinha aqui. Você que tá me assistindo aí no Instagram, no LinkedIn, no YouTube, escreve para mim aí, tá fazendo sentido para você? Deixa eu ver a galerinha aqui. Boa noite, boa noite, boa noite! Bem-vindos, bem-vindas! Escreve aí para você, você que tá assistindo, tá fazendo sentido? Tá conectando? Tem valor isso aqui? Manda aí para mim. E aí, gente, como é que tá a carreira de vocês? Então, esses pontos são, são pontos determinantes, tá? Uma outra coisa que é extremamente determinante, e as pessoas são péssimas em fazer isso. Desculpa a ousadia, eu tô ousado nas palavras hoje aqui, mas são péssimas em fazer isso, é na sua capacidade de feedback. Não é à toa, não é à toa que tem tanta gente que sai da empresa, é demitido da empresa, e depois vai lá no LinkedIn falar mal da empresa. Por quê? Porque essa pessoa não recebeu um mínimo do trato humano que ela precisava ter para ser desligada da empresa. A empresa, ela, quando ela quer que você venha trabalhar para ela, ela faz um alvoroço, vai atrás de você, procura você até na China. Mas na hora de sair, é por isso que você tem que entender, é um jogo corporativo. Enquanto você não colocar essa sua cachorra, tirar essa paixão, porque eu já vivi essa paixão. Eu sei o que que é isso. Eu sei o que que é estar extremamente apaixonado pela empresa. Enquanto você não se desconectar dessa paixão, porque na boa, o próprio dono da empresa, ele vai olhar para as pessoas que são apaixonadas e vai enxergar, sabe o quê? Imaturidade. Tô falando a verdade. Excesso de paixão demonstra imaturidade. Fala para mim, quantas vezes o teu líder te contou isso? Quantas vezes você foi parado numa reunião para poder ouvir isso? Ó, deixa de ser apaixonado pela empresa aqui porque você tá demonstrando maturidade. Tô falando real para você, gente. Eu vivi o mundo corporativo, não foi só num lugar não, tá? Às vezes as pessoas me associam somente a um lugar que eu fiquei, por ter ficado mais tempo. Eu vivi outras empresas, eu vivi outros mundos corporativos e diferentes culturas, inclusive. E tudo, todos esses lugares são iguais nesse quesito, tá? Legal, é igual. Capacidade de dar feedback, tava falando sobre isso aí, você tem a ver com a sua comunicação. Muito do que acontece na tua carreira, tá estagnada, parada, sem funcionar da forma adequada, é porque você não se comunica da forma direita, da forma correta. Você não é específico com aquilo que você quer, não é específico com os problemas que tá vivenciando. Você não sabe nem contar qual que é o real problema, você fica enrolando, saboando e colocando a culpa nas pessoas do seu lado, mas não fala de fato o que é que você quer. O que de fato não tá funcionando? Então, o que é que você precisa fazer para poder funcionar? Esse é um ponto: a capacidade de dar feedbacks claros, reais, no time correto. A sua— e vou além, tá? A sua capacidade de pedir feedback sobre a tua carreira. Ah, esse ponto aí, ó, você pode até ser um mega, se você tá na posição de liderança, talvez você seja bom, você seja uma pessoa muito boa em dar feedback para o seu time, mas pedir feedback para os seus líderes, ah, e aí depois você não sabe o que fazer. Ter um norte, sem ter uma bússola, sem saber de fato o que é que precisa ser feito, qualquer lugar serve. A tua mente vai levar você para o lugar mais gostosinho, mais quentinho, e aí você vai fazer uma série de coisas que você acha que vão gerar valor, mas não geram valor nenhum. Aí na hora do feedback vão dizer para você que você não tá entregando aquilo que deveria ser entregue de verdade. Aí vai você entrar num estado emocional negativo, vai você se tornar vítima, vai você procurar um vilão, uma vilã. E aí de novo, ó, o drama corporativo tá aí. Feedback tem a ver com comunicação, capacidade de dar e receber feedback, de buscar feedback. Buscar feedback tá ligado com protagonismo, que foi um dos primeiros itens que eu listei aqui. Gente, de novo, eu vou falar, vou repetir aqui: importante é uma coisa na tua carreira, determinante é outra coisa na tua carreira. Dorme com isso aí, escreve no papel, cola um post-it, põe ali no vidro do teu banheiro. Fatores determinantes versus fatores importantes. O que é determinante para o meu crescimento profissional? O que que é fator importante para o meu crescimento profissional? Só de fazer esse exercício, sabe disso, você vai resolver 30, 35% do teu problema profissional. Você vai andar nessa trilha aí só de fazer isso aí, tá? Para feedback. Uma outra coisa que pega demais, tenho, eu tenho ouvido muitos relatos de pessoas que chegam para mim no meu coach, Tória, aqui, e dizem que elas recebem feedback Porque elas não se posicionam em relação à carreira delas. Posicionamento, essa é uma arte. Você se posicionar, o posicionamento ele exige autoridade naquilo que você faz. E a autoridade naquilo que você faz vem do tanto de coisas que você já experimentou, que você já errou, que você já deu cabeçada, e mesmo assim você tá aprimorando, aprimorando, aprimorando, aprimorando, vai te gerando autoridade e vai te dando um posicionamento em relação a um tema, em relação a uma estratégia, em relação a um serviço, em relação ao produto. Posicionamento, isso chama atenção das pessoas. Quando as pessoas, principalmente corporativas, pensarem em finanças, qual o nome que vem? Quando elas pensarem em gestão de pessoas, que nome que vem? Quando elas pensarem na melhor business partner, que nome que vem? Quando elas pensarem no melhor gestor, líder do setor X, que nome que vem? E se seu nome não vem em momento algum, ferrou. Eu me lembro perfeitamente, era o ano 2012, Eu nem fazia ideia de que em 2013 eu iria morar na China. Em 2012 eu chamei o meu líder numa sala e perguntei para ele, numa hierarquia de Scrum Masters, né, essa posição na empresa, Scrum Master, o líder, um gestor ali de projetos, um Scrum Master, gestor de projetos, em que posição que eu me encontro aqui entre os 5 melhores que você tem? Porque esse meu líder tinha um guarda-chuva de liderança. Ele já era um líder sênior ali em cima, ele tinha um guarda-chuva de liderança. Em que posição que eu me encontro entre os 5 melhores gestores que você tem? E eu tava ali, né, pô, tudo bem se ele falar 5. Ele falou, cara, eu te coloco em 8. Uau! Facada no peito. Ou seja, era irrelevante, eu não tinha posicionamento algum naquele papel que eu estava atuando. Pessoa me lembrar, lembrar do Marlon Silva Domingues, tem que ir lá chamar ela, coçar a cabeça, ela te coloca em 8. Tá muito ruim, tá péssimo. Mas aí que tá, sabe qual que é a diferença desse momento para o momento lá atrás enquanto eu era programador? É que lá atrás não pedia feedback algum, lá atrás eu tinha medo, lá atrás eu buscava perfeccionismo, lá atrás eu queria ser foda em algo que eu não fazia bem enquanto tava na papel de gestor. E eu me incomodei, e eu fui atrás do meu gestor e eu perguntei para ele. Por mais que a porrada veio, aí é uma escolha: o que eu faço com isso? Eu fico com a facada no peito, vou passá-la, me torna vítima, vou buscar um vilão, vou buscar um herói depois. Ou eu tiro a faca do peito e faço alguma coisa com aquilo. E eu escolhi fazer alguma coisa com aquilo. E a próxima pergunta que eu fiz para ele foi: qual pessoas, quais são as 3 principais características que esses 5 primeiros têm que eu não tenho? Quais são as 5 principais características, ou quais são os 5 principais comportamentos que esses 5 têm que eu não tenho. Porque, queridos e queridas, essas pessoas estão no ranking de 5 melhores, eles devem ter características aqui que fizeram eles estarem ali. E sabe qual é o problema, um dos problemas na tua carreira? É que você não tem essa ousadia de fazer essa pergunta. E na boa, e na boa, esse ponto, ah, esse ponto eu truco muito, porque o que eu vi de pessoas que choramingam, que entram numa mizera desgramada porque o coleguinha do lado foi promovido e eu não fui, e essa pessoa aqui tivesse maturidade, inteligência emocional, tivesse uma sabedoria elevada, ela faria o quê? Eu vou até esse coleguinha e vou perguntar a ele o que é que ele fez para conseguir essa promoção. Mas eu não faço. Por quê? Porque eu sou uma pessoa de um ego muito grande e o meu ego não permite que eu me rebaixe a esse movimento. Eu prefiro ficar nessa posição Onde vou ficar fazendo aqui uma química mental, para não falar outras coisas, me perguntando dia e noite, noite e dia, o porquê que eu não fui promovido, sendo que eu sou tão bom, sendo que eu sou tão desenvolvido, sendo que eu sou uma pessoa que estou há tanto tempo aqui na empresa, há mais tempo que meus colegas. E eu fico nisso. Aí vai chegar o momento que eu vou falar que quer saber, que eu não sei dessa, eu deixo passar, eu esqueço. Aí vem de novo um novo ciclo, novo ciclo de feedback, novo ciclo de entregas, e outra pessoa vem e passa para frente porque você não tem essa ousadia, essa capacidade de se comunicar, de fazer boas perguntas e provocar e questionar a tua liderança. Isso faz com que você volte e fique aonde você está, aonde você está, correndo risco, correndo risco de, no próximo movimento que a empresa tiver que escolher alguns nomes para ser mandado embora, você seja um deles. Gente, só trago verdade. Peço desculpas se você tá se ofendendo com as coisas que eu tô dizendo aqui, mas eu tô trazendo a verdade nua e crua. Eu vivi a vida de um programador, de um estagiário, de um analista júnior, de um cara que fez duas transições de carreira no mundo corporativo, de alguém que movimentou a sua carreira em diversos pontos até chegar numa camada executiva. Num cargo de liderança de um tema que não era a minha especialidade, eu passei por todos os encanamentos. Aliás, eu não me tornei um vice-presidente, não me tornei um CEO, não era meu objetivo isso, mas se levam para baixo, eu sei como é que funciona esse jogo, eu sei. Como funciona esse jogo. Existe um movimento de conquista, existe um movimento de autoridade, existe um movimento de visibilidade. Se você não se faz visível, esquece. Se você não se posiciona, esquece. E aí tem um ponto, gente, e aprenda: mundo corporativo Eu quero ficar, eu quero sair. Se eu quero ficar, eu preciso aprender a jogar esse jogo. Porque carreira travada é energia desperdiçada para você e para o dono da empresa. De novo, carreira travada é energia desperdiçada para você e para o dono da bagaça. E na boa, se eu fosse dono da empresa, observasse que eu tenho pessoas que estão desperdiçando energia aqui dentro, o que que você faria? Imagina você com teu negócio, e quando o negócio é do dono, ele tá olhando aqui, ó, cifrão, notas de reais, dólares, euro. Gente, sem romantismo, tá? Ele tá olhando que isso aqui não tá crescendo mais porque tem um monte de pessoas aqui que estão drenando energia. Sabe o que que vai fazer? Sabe o que que você faria? Deixa eu responder, ó, você mandaria embora as pessoas. Gente, de novo, carreira Travada energia desperdiçada para você, porque isso vai custar uma saúde mental que você não tem noção, você não tem noção. Isso vai detonar o teu senso de pertencimento, teu senso de merecimento. E resgatar isso depois dá um trabalho do cachorro louco. E para empresa, isso, isso tem a ver com cifrão, tá? É real, é real. I'm sorry, mas essa é a verdade, essa é a verdade. E aí, faz sentido? Faz sentido? Manda aí. É, existe os bastidores das carreiras que ninguém te conta. Ninguém te conta. Falamos bastante coisa aqui. Foco, protagonismo, maturidade emocional. Falamos sobre controle, falamos sobre vitimismo, falamos sobre o drama, falamos sobre posicionamento e visibilidade, falamos sobre gerar valor. De novo, o que é importante? O que que é determinante na carreira? E mais do que tudo, falamos aqui de você ir atrás do feedback, você coletar o feedback, você negociar com as pessoas o que está funcionando. Sabe uma coisa legal? Quando a empresa onde eu estava, ela entrou no movimento de layoff forte, assim, um momento mais forte, Eu tava ministrando um treinamento para líderes na empresa e ao final a gente abria ali uma roda de conversas, pergunte o que quiser, e quase que a grande maioria tinha uma pergunta: como que eu posso lidar com esse momento de layoff? O que que eu posso fazer para evitar que eu seja mandado embora? O que que você faria? O que que você faria? Esconderia. Grande maioria das pessoas fazem o quê? Elas vão no LinkedIn procurar por alternativas, o plano B. Talvez nada de errado com isso, de você sapear e saber como é que o mercado tá se comportando, né? Vai que acontece alguma coisa. Agora, de novo, a primeira coisa que eu falei aqui é colocar o foco naquilo que não gera valor. Deveria Então escuta isso aqui de verdade: ao vivenciar, ao observar o movimento de layoff acontecendo, faça o seguinte: tira o traseiro da cadeira, vai até a liderança e pergunta: tem algo a mais que eu poderia fazer para gerar mais valor para empresa nesse momento de trava, nesse momento de baixa demanda? Gente, se coloque à disposição. Mas não, né? Porque se eu falar isso, vão pedir para eu preencher planilhas, e eu não gosto de preencher planilhas. Eu só gosto de fazer o que eu tô fazendo aqui, que é codificar, ou que é fazer o meu serviço ABCD. Essa ousadia é que pode ser o teu ponto de mudança, o famoso ponto de inflexão. Aquele ponto que muda tudo na tua jornada profissional. Sabe, eu tive vários pontos de inflexão na minha jornada. Quando chegaram para mim e falaram: cara, você vai para China, eu poderia ter dito não. Na minha cabeça estava querendo dizer: não, eu quero ir para os Estados Unidos. Mas aquilo era um ponto de inflexão que mudou tudo. Por quê? Porque, cara, na boa, desculpa pessoas que vão para os Estados Unidos, Isso é um caminho dado. Você pega avião aqui, vira copos, tem avião a cada 10 minutos. Chegar nos Estados Unidos não é o problema, não tô desmerecendo não, mas coloca na balança a ousadia. Isso tô falando de 9 anos atrás. Vai para China, e vai para China, você não vai para China no lugar Shanghai, você não vai para beijinho, você vai para Nimbu, um lugar onde ninguém fala inglês. Eu tiro o chapéu para quem tava lá nessa época, para quem se expatriou lá, sabe? Porque aquilo é ousadia na pele. Tem que ter coragem sim para ir lá. E na boa, tem a viagem para China, tem muita gente fez, que a viagem Nutella, né? Vai para China, mas aí eu me defendo da cultura, eu fico comendo McDonald's todo dia. Tem pessoas que fez isso, que não vivencia, que não experiencia. Eu chamo isso de coragem velada. É uma coragem velada. Eu vou até o momento para mostrar para o mundo que eu fiz, mas eu não mergulho na cultura, porque isso exige coragem. Vivenciar o skin in the game diariamente ali, se permitir experimentar o novo, diferente. Isso é ousadia, isso é um ponto de inflexão que faz com que você atinja caminhos diferentes. E na boa, se você cria esses momentos de ousadia na hora certa, na forma certa, do jeito estruturado correto, Meu amigo, minha amiga, tua carreira decola, a tua carreira decola. Eu tô falando isso aqui para vocês aqui, mas eu sei que cada pessoa tem seu timing de carreira. Pode ser que você fala assim, cara, vai, vai à merda, mano, você não sabe o que que eu tô buscando. Tudo bem, tá tudo bem. Mas de novo, eu ouso dizer para você que você tá vivendo o mundo corporativo, se você tá nessa vibe, ah, one love, você tá com os dias contados. Você é pessoa que tem a mentalidade de um colaborador que não é do mundo corporativo, e sim de uma empresa de repartição pública, que tá ali falando: 'Ai, tô aqui, tô com um emprego seguro.' Mundo corporativo é outra coisa. E esse é um ponto importante, tá? Eu tô falando aqui para pessoas que têm uma carreira corporativa. Eu não ouso falar para outras pessoas que eu não conheço outro mundo. Eu não sei o que que é trabalhar na repartição pública. Eu não sei quem é trabalhado, concursado, não sei. Agora, mundo cooperativo tem um jogo, e esse jogo eu aprendi direitinho, direitinho. O jogo da hierarquia, o jogo familiar, o jogo, o que é o jogo das tesouras que existe no mundo cooperativo? Poderia escrever um livro sobre isso, hein? Então, gente, depois de falar tudo isso aqui para vocês, eu tô lançando uma mentoria que chama EDH Impulso. E esse é um produto novo que eu tenho, o EDH Impulso. Por quê? Porque a minha intenção é sim impulsionar as pessoas da forma correta. Porque tem muitas pessoas que vão buscar por mentores, por coaches, e são pilhadas aí para um lugar que elas caem depois. O IDH Impulso, ele é uma mentoria estratégica, é uma mentoria estratégica que vai colocar você a experimentar algo que é muito determinante para aquisição de novos conhecimentos, que é a ambiência. Estar no ambiente correto, com as pessoas corretas, faz toda a diferença, faz toda a diferença. É por isso que eu falo para as pessoas, as pessoas não conversam no mundo corporativo, elas não vão até a pessoa que tá no cargo acima dela, sentam e fala para pessoa: me conta aí o que que você fez para chegar aí, me fala aí o que que você pensou, me fala onde você investiu, me fala o que que foi diferente, o que que foi seu ponto de inflexão. O que que você tava pensando quando se deparou com uma situação desafiadora? O que que você fez? O que que você não fez? Ambiência, mundo jogo. A formação, a mentoria IDH vai focar muito nessa ambiência, tá, trazendo algumas características essenciais para que isso funcione, que é o quê? Além de eu ter um ambiente que favorece o meu desenvolvimento, eu vou ter o laboratório para poder praticar isso. É historinha para quem acompanhou meu Instagram aí, o meu LinkedIn também, no qual eu falo por que que as pessoas buscam fazer uma imersão em idiomas fora do país, naquele local, porque é mais rápido, porque acelera. Por quê? Porque eu convivo com idioma diariamente. É diferente de estudar inglês no Brasil, onde eu estudo inglês, eu posso ter o melhor escola, os melhores professores, Eu conheço um monte de escola e professores maravilhosos aqui, mas qual que é o ponto que nunca vai chegar se é uma imersão fora do Brasil? É você sair da sala de aula, atravessar a rua e comprar um pão, vai no shopping, vai no supermercado, chama um táxi e tá falando ali o inglês. Você saiu da sala de aula no Brasil, você vai continuar falando português, você vai voltar a falar português. E aí a tua mente, ela vai levar muito mais tempo para poder criar novas sinapses de aprendizado para aquela nova competência que você tá buscando desenvolver. Então, a ambiência com laboratório prático diário, e é a mentoria IDH Impulso, vai ter um laboratório prático diário. Acredite, vai ser pauleira, vai ser pauleira, tá? De novo, não é para qualquer pessoa, é para quem tá de verdade obstinado, obstinada, levar tua carreira para um próximo nível, que quer ter um impulso num ambiente certo, com laboratório de experimentação correto, ok? Esse é uma característica muito importante. Segundo ponto também que faz a diferença total, uma jornada de aquisição de novas competências: mensuração e evidência. E ó, esse é o item que mais me deixou com cabelo e barba branca, tirando o fato de outras coisas da vida. Porque, porque aonde eu ia, o que eu fazia relacionado ao desenvolvimento humano, a pergunta sempre era a mesma: como é que você vai mensurar isso? Como é que você vai fazer para poder mensurar isso aí? E essa é uma incógnita do mundo corporativo na aplicação de itens voltados ao desenvolvimento humano. Como é que se mensura isso? E eu criei um sistema de trackeamento, de mensuração, de evidências, que vai ser possível você entender semana após semana aonde você tá em relação àquilo que você tá indo buscar, para que você possa fazer os ajustes necessários, para que você possa movimentar as peças corretas, aquilo que é determinante. E não jogar um jogo no escuro, e não jogar um jogo com venda nos olhos, sem saber para onde você tá indo. Então, ambiência, laboratório. A gente vai ter também formas de medição, mensuração, ok? Que mais vai ter nessa mentoria EDH Impulso? Support. Você vai ter pessoas profissionais capacitados, habilitados a poder ajudar você. A te dar suporte durante a semana. Isso vai ser maravilhoso. Então imagine você dentro de um programa Impulso que tem uma duração de 5 semanas. 5 semanas, ó, retiro curto. Não é 2, 3 anos de MBA, não é uma pós-graduação, não é um curso que tem que fazer aula 1, aula 2, aula 3 para entrar numa fila de espera, para esperar o carrinho abrir na segunda-feira para você poder entrar na turma. Não. A mentoria é um movimento comigo, online, ao vivo, que você vai poder perguntar, interagir. Vai ser poucas pessoas, é para poucas pessoas, tá? É para quem realmente acredita que precisa de um up na sua carreira, que precisa fazer a sua carreira acontecer e sair dessa mesmice e parar de ser essa pessoa que fica só tapando buraco no mundo corporativo. Ah, vem aqui, você é bonitinho, vem aqui, ó. Ela é boazinha, essa pessoa que é boazinha, coloca ela ali que ela vai lá, ela não reclama não, põe ela para tapar esse buraco. 'Põe ela agora para tapar esse buraco.' Eu conheço um monte de profissionais que são excelentes, mas a empresa só vê essas pessoas como o quê? Como tapa-buracos. Isso aí é horrível para você, para empresa isso é o máximo, tá? Porque você custa barato, você não tá no nível acima e você tá para os buracos que precisa. Então fica esperto com isso aqui, tá? Então você vai ter suporte Porque se você não pegou um assunto da forma correta, ou você perdeu aquela aula, assistiu pela metade, não captou o conhecimento, você vai ter suporte, vai ter alguém online disposto a te ajudar, a te conectar e a te provocar para que você possa fazer a coisa acontecer. E você vai ter um momento na semana para poder realizar o seu PDCA. Para você validar o que é que você fez durante a semana como um todo, que que funcionou, que que não funcionou, e que ajuste você precisa fazer. E você não consegue fazer sozinho, que ajuda que você precisa, e a gente vai operar em cima disso para que esse ajuste aconteça. Então, ó, segunda-feira vai ter um momento onde você recebe conhecimento. Imagina o calendário, né, segunda a sexta. Segunda-feira você recebe conhecimento, Terça-feira tem laboratório, quarta-feira tem suporte, quinta-feira tem laboratório, sexta-feira tem PDCA. E no sábado, e no sábado, no horário curtinho da manhã, vai aparecer profissionais renomados no mercado, deram certo na carreira. Fizeram acontecer com a carreira e vão trazer para você informações valiosas, informações poderosas para o seu crescimento e desenvolvimento profissional. Eu duvido que você encontre uma mentoria em 5 semanas que vai mexer tanto com você na profundidade que o EDH Impulso vai fazer. Você vai ter ambiente, ambiente correto, Você vai ter laboratório, você vai ter suporte, você vai ter PDCA para fazer ajuste, e você vai ter momento inspiracional. Olha isso aqui, vai ser o maior e melhor MBA de carreira já realizado, vai ser algo tão próximo, tão poderoso quanto uma imersão cultural num país para poder adquirir um idioma. Mas de novo eu volto a repetir, isso aqui não é para qualquer pessoa, é para as pessoas que se encontram e se veem no momento profissional e eles querem alguma coisa diferente. Eu não tô convidando as pessoas aqui para se tornarem líderes melhores, não tô convidando as pessoas aqui para poder fazer um movimento de se tornar empreendedores. Eu tô convidando pessoas aqui que estão vivendo o mundo corporativo estão descontentes de estarem com a carreira parada, estagnada, onde não conseguem serem vistos, não vem promoção, não vem aumento salarial, não vem visibilidade. Você precisa fazer uma escolha: ou você mexe na tua carreira e faz ela funcionar, ou daqui a pouco alguém vai fazer essa carreira funcionar para você. Você pode se tornar um tapa-buraco. Ou você pode se tornar uma pessoa na rua, ou você vai escolher sair fora da empresa, porque esse lugar não faz sentido para você. Se você escolher ficar aonde você tá e quiser uma ajuda, que em 5 semanas vai dar o sangue, não só meu, mas vou trazer outras pessoas que vão dar o sangue para fazer isso aqui acontecer, conta comigo. No decorrer dessa semana toda eu vou falar mais sobre o que é o EDH Impulso e vou começar a entrevistar pessoas, porque não é um curso de multidão, não é um curso eu quero que você clique, compre para fazer um curso online para você assistir, para você ter esse curso por mais de anos aí parado para você. Não é. Eu quero pessoas certas, corretas, que faça sentido para mim gastar o meu tempo ali diariamente provocando, cutucando, empurrando, mentorando, aparando as arestas. Eu vou pegar na tua mão, eu vou pegar no teu pé, na tua cabeça, vou fazer isso acontecer com você. Você vai em 5 semanas sair do outro lado, a não ser que você seja uma pamonha, uma múmia que venha para um curso desse simplesmente não se atente a todos os benefícios que você pode usufruir disso. Tá vendo esse link aqui que eu coloquei agora para você? Entra nesse link, se inscreve no formulário. Esse formulário não é o formulário para você pagar nada. Entra nesse formulário, registra o seu interesse nessa mentoria, porque aí eu ou alguém do meu time vai entrar em contato com você e a gente vai marcar um papo. Eu quero falar olho no olho com você para ver se de verdade essa mentoria faz sentido para você, porque eu não quero pessoas que venham aqui para poder simplesmente ser mais uma carinha na hora de eu dar o print na tela aqui dos alunos, ou mais uma pessoa que vem aqui e fique com a bendita câmera desligada nessa mentoria. Essa mentoria não é para pessoas imaturas, essa mentoria não é para alguém que quer simplesmente mostrar para a empresa ou achar que isso aqui vai performar. É para quem quer de verdade fazer esse ano ainda acontecer algo diferente na sua carreira. Eu vou dar o melhor que eu tenho, o melhor que eu tenho. Agora, você tá disposto? Você tá disposto? Se for sim, pega esse link aqui agora, dá um print nessa tela aqui, ou depois volta nesse vídeo, vai ficar disponível, e acessa meu formulário, preenche, demonstra interesse. Vamos fazer uma entrevista, não vai matar ninguém fazer essa entrevista, é rápido, ok? Então espero que vocês tenham gostado dessa aula e apresentação do que vem por aí, e que você, se for do teu interesse, se for do teu coração, se você tiver vontade de evoluir e deixar de ser essa pessoa tapa-buraco no mundo corporativo, ou essa pessoa que simplesmente não sabe o porquê está parada há tanto tempo aonde está. Vai ser um prazer ter você na minha jornada, que vai ser simplesmente sensacional, sensacional. Beleza? Obrigado pela tua presença, ter ficado comigo até esse horário aqui no Domingão. Não deixa a síndrome do fantástico te afetar, porque se você precisa mudar, eu tô aqui com você. Bora lá! Me segue nos meus canais, @marlonsilvadomingues, e eu vou te responder em qualquer um deles. Me chama lá. Um abraço, um beijo no coração, e fui!









