IMERSÃO: CLAREZA ATRAVÉS DAS NOSSAS FORÇAS

Neste workshop ao vivo, Marlon Silva Domingues conduziu um processo de imersão focado em gerar clareza pessoal e profissional a partir da identificação e aplicação das forças de caráter. A sessão começou com um check‑in de presença, seguida da introdução ao modelo das 24 forças da VIA e da reflexão sobre como essas forças se relacionam com a identidade de cada participante. Utilizando o ChatGPT, os participantes decompuseram metas amplas em objetivos concretos, adotando a estratégia do "One Thing" – escolher uma única ação prioritária para colocar em prática. O grupo trabalhou a tradução das forças em comportamentos observáveis, reforçando a necessidade de alinhar valores, forças e ações (o conceito de "walk the talk"). Houve discussões sobre a tendência de priorizar clientes em detrimento de si mesmo, a importância de ajustar rotas estratégicas (às vezes recuando para avançar) e de detalhar planos no papel para facilitar a execução. O poder da escuta coletiva gerou insights inesperados, enquanto a dinâmica de feedback reforçou a responsabilidade mútua. Ao final, Marlon agradeceu, reforçou a gratidão, anunciou a tarefa de continuidade (um PPT simples para registrar progresso) e delineou os próximos passos da mentoria, encerrando com um momento de celebração e conexão grupal.
Chapters
Vai. Obrigado, inteligência artificial. Então, galera, sejam todos bem-vindos aqui. Estamos gravando para quem não apareceu aqui. Essa galera apareceu, que vocês que estão assistindo depois, vocês não apareceram. Essa galera tá aqui, eles vão ganhar um monte de coisa, Thalys, depois de presente que Thalys falou, foi mandado das Europa para eles. Então, infelizmente, quem não veio aqui no ao vivo não vai ganhar. Desculpa, pessoal. A nossa intenção, qual que é? Essa jornada, essa mentoria, ela tem duas partes. A primeira parte era para a gente ganhar um pouco mais intimidade em relação à nossa identidade, usando o recurso das forças de caráter, para que a gente pudesse chegar nesse momento aqui. Através desse conhecimento que a gente tem agora, a gente conseguisse mergulhar um pouquinho mais em relação a esclarecer o que que eu tô buscando para minha jornada. E eu sei que esse é um ponto que ele traz muitas dúvidas para muita gente, né? Dentro das pessoas que eu tenho hoje atendido no qual é a palavra que mais aparece: eu não sei o que eu quero, eu não sei para onde eu vou, não sei o que que eu gostaria de fazer. Então é uma barreira comum que tem aparecido muito, né? E como vocês já me ouviram falar, para mim é muito claro hoje que a falta de clareza com objetivos, metas, tem a ver com a falta de clareza, ou melhor, com a falta de intimidade que eu tenho com a minha identidade. Começa por aí, não tem como fugir disso. Quanto mais eu me conheço mais clareza eu vou obtendo sobre aquilo que eu não gosto, sobre aquilo que eu gosto, sobre aquilo que eu faço muito bem, sobre aquilo que leva mais tempo. Então esse é o grande jogo. Então hoje é o dia da gente pegar e começar a conectar mais esses pontos, né? Então através daquilo que eu já sei sobre o meu funcionamento, que eu já experimentei, o que que sai desse meu esboço? O que que sai como objetivo? O que que sai como meta? Que clareza que eu vou obter daqui hoje, tá? E aí depois, nosso último sprint até nosso evento presencial, a gente vai trabalhar bastante intervenções. A gente vai fazer intervenções relacionadas a temas da vida, né, trabalho, carreira, saúde e assim por diante. Mas hoje o dia vai ser focado em metas, então vocês vão trabalhar muito, mas pôr a mão na massa de verdade mesmo em conseguir detalhar o que que vocês estão buscando de verdade. Beleza? Alguns acordinhos aqui rapidinho. Horário, então a gente vai começar agora, o almoço vai ser ali por volta de meio-dia e meio, meio-dia e 45, a gente para uma hora, uma hora e 15, vamos ver como é que vai estar nossa jornada, como é que vai estar nosso tempo em relação às nossas entregas, atividades. Mas pelo menos uma hora a gente vai parar, com certeza, tá? Então ali em torno de meio-dia, meio-dia e 45, a gente faz um break. Antes disso, ali por volta de 11, 11 e pouquinho, a gente faz uma paradinha também, banheiro, água, café, para repor os recursos necessários para continuar aqui. Então tem um breakzinho, almoço, a gente volta do almoço, vai trabalhar mais um pouco, depois o breakzinho e a gente encerra. A ideia é que seja um dia leve, gostoso, divertido, e que a gente não vá se alongar. Sabadão, sei que é um dia importante para muita gente, né, tá com a família, se divertir. Então ali por volta das 4, 4 e meia no máximo, que que a gente vai estar encerrando com vocês para vocês poderem aí depois ir para balada, né, fazer cabelo, fazer o tom, tem que fazer cabelo também que vai tocar mais tarde. Então tem que, o Virgílio vai correr à noite fazendo música ali, DJ. Então tem que, tem que cuidar de todos os aspectos, tá bom? Então essa ideia, uma coisa importante: interaja, faça pergunta, levante as mãos. Lembra que eu sempre falo, né, a Carol trouxe na última aula um case real. Quando traz case real, o negócio fica muito mais rico, mas muito mais rico. Trabalhar naquilo que é verdadeiro, em vez de ficar pensando, imaginando, analisando. Traga suas questões, traga suas dificuldades, traga suas dores aqui para a gente poder explorar, tá bom? Postura EDH. A gente vai ter alguns momentos de práticas entre vocês, no qual vocês vão explorar um com o outro, né, fazer perguntas. O que é Postura EDH? Lembra do seguinte ponto: seja muito mais provocador do que— não é para você ficar dando resposta para as pessoas aqui, deixa a pessoa pensar. Então, no momento que você tiver em prática em dupla com as pessoas, tem esse discernimento de: peraí, isso não é sobre mim, é sobre a pessoa. Então deixa provocar mais, deixa fazer mais perguntas, deixa a pessoa decidir. Não vai pelo entusiasmo, pela ansiedade: mas você tem que fazer isso, é isso, Carol, você tem que comprar um navio para ir para Bahia. Deixa a pessoa pensar, deixa fluir nela o que que ela tem vontade, que ela tá pensando, tá bom? É simples, não tem nada complexo nisso. Então, já praticar muito. E a gente vai fazer aqui em algum momento também o uso do ChatGPT. Todo mundo já acessou o ChatGPT alguma vez? É tranquilo para vocês acessar? Sim, já tem conta, login, consegue acessar? Em alguns momentos vou passar alguns prompts para vocês para a gente poder fazer alguns movimentos mais rápidos, tá? Vai ser legal, ok? Basicamente é isso, não tem erro. À vontade também, pô, preciso ir no banheiro, ó, tem filhos aqui, né? A dinâmica que vocês sabem, não tem Não tem erro, é flexibilidade total. Então, tranquilex. Bom, o que que eu preparei para vocês aqui que eu acho importante da gente fazer, para a gente fazer esse momento de clareza? A gente vai trabalhar um pouquinho nossa identidade, uma forma lúdica, visual, para vocês trazerem à tona. Então, quero ver, porque a gente vem para as aulas, aí um fala, outro fala, mas eu quero ver de todo mundo aqui hoje como é que seria a materialização dessa minha identidade? A gente vai fazer uma estratégia gostosa aqui para poder começar o jogo, tá? Então, o primeiro de tudo nasce nessa trazer a sua identidade para superfície. Que que me representa, né? Depois a gente vai trabalhar sobre intenção. Então, para a gente começar, uma vez agora que eu tenho clareza, apresentei aqui para os meus colegas inclusive quem eu sou, como é que eu me vejo, né? Qual que é a minha intenção com o dia de hoje? Qual é a meta que eu gostaria de atingir? Qual é a área da minha vida que precisa de mais calibração nesse momento? Lembra, essa mentoria aqui ela não tem como foco só profissional, é a vida. A intenção é essa, você olhar para sua vida como um todo. Então a gente vai fazer um exercício, um clássico dos exercícios, mas não vou contar o que que é ainda. Vocês vão adorar fazer, simples, mas é muito interessante. E assim, há muito tempo não fazia esse exercício comigo. E ontem, preparando, eu refiz comigo. E é muito legal como ele traz uma intenção para a gente poder ter uma direção daquilo que a gente quer. Quando eu falo de intenção aqui, lembra do seguinte: a intenção ela vem antes da direção. Aliás, perdão, a intenção ela gera a direção. A intenção vem antes da meta. Não tem como a gente estabelecer metas no nosso dia a dia profissional ou de vida se não tiver uma intenção clara antes disso. A intenção traz direção, ok? E aí então depois a gente vai para o próximo camp, que é o quê? A gente vai falar sobre modelagem. Eu vou trazer para você aqui alguns, dois pontos cruciais na minha vida profissional no qual eu modelei muito duas pessoas, modelei muito duas pessoas, e quero diferenciar com vocês também. Modelar não é copiar, que é uma coisa que muitas pessoas se confundem, porque o copiar é muito mais sobre observar o comportamento apenas. Isso dá ruim. O modelo é mais profundo, a gente vai falar sobre isso aqui. E a última etapa é onde a gente vai pôr a mão na massa e vai desenhar as metas. E tem aí pelo menos 4 exercícios, 4 exercícios de mão na massa para vocês conseguirem sair com um treco desenhado aqui, o que é que eu vou buscar na minha vida nos próximos 3 meses, 6 meses, alguma coisa específica, no qual vai ter orientação das suas forças de caráter também, tá bom? Esse vai ser nosso plano aqui de hoje, nosso roadmap. Tranquilos até aqui? Então é só para você saber, né, o foguete, o foguete aqui, né, ele vai ser ativado quando a gente tiver clareza. Então a ideia é a gente conseguir chegar na etapa finalzinha aqui, ó, metas fortes. Como é que eu construo metas fortes através desses elementos aqui? E, ó, esses elementos, eles não foram tirados da minha cabeça não, tá? Isso é com base na psicologia positiva, que é da onde surgiu as forças de caráter. Então tem toda uma lógica, um estudo por trás disso, dessa sequência ser dessa forma. Ela ativa, né, sinapses ativa, neurônios, o estudo mostra que existe uma garantia maior de atingimento e consolidação de objetivos se a gente seguir esse script que a gente vai ver aqui, ok? E agora, para a gente começar o dia, senhoras e senhores, põe a mão no chão. Brincadeira, Thalysa, Thaly, já coloquei até um negócio aqui embaixo para você, ó, search inside yourself. Eu tô plantando tua cabeça, está demorando para entregar o produto para poder colocar no ar, tá?
Eu falei que eu já tá pronto o produto, eu só preciso da sua agenda, da minha bênção. Da sua agenda, é do seu, que você construiu o produto e eu entrego.
Bom, vamos lá, bora lá, Charlie! Qual que é seu, querida?
Vocês já tem essa ferramenta e a gente vai usar a primeira ferramenta muito simples, que é naquela famosa troca de atividade, ou quando você tá vendo que você tá aqui para um dia inteiro com Marlon Silva, que sim, tem uma vitalidade maravilhosa, vai ficar fazendo você prestar atenção, porém você é um ser humano e você vai se distrair, com certeza. Então, para todo momento que surgir essa— então não é só agora que a gente começa esse dia, não. A cada momento você perceber que a sua mente não está onde você quer que ela esteja, que é sobre isso, gente, não tô falando aqui Tem que estar aqui com Marlon Silva Domingues. Às vezes, pô, não dá, não quero, agora eu quero estar em outro lugar. Então tá, na hora de você for almoçar, quer parar um pouco de estar aqui, quer realmente curtir, seja lá com quem você for fazer seu almoço, enfim, não importa, você já tem aquela ferramentinha que dura 1 minuto, que é o check-in. E a ferramenta, ela vai na linha de todos os exercícios, vai exercitar, né, Todas as práticas iguais a todas as outras práticas de mindfulness, que são os três pilares: o estar presente no aqui e agora, então você traz a sua mente para o momento do aqui e agora, com intenção, que é algo que a gente negligencia, a gente acha: "Ah, tá bom", mas não, tem que ter intenção, e com atitude gentil, é aquela atitude A gente fala "não julgadora", mas não é sobre a gente eliminar o julgamento. Também somos seres humanos, assim como nossa mente vai distrair, ela vai julgar, mas é sobre ter a consciência e discernimento de quando eu estou julgando e escolher naquele momento não julgar, só observar que ali está. E aí a gente exercita nesse check-in esses três pilares, Espero que vocês já saibam fazer sozinhos, mas eu vou dar um leve guia aqui para vocês, como das outras vezes. Então convido todo mundo para se colocar numa posição confortável, costas retas. Importante, né? Ali, embora a gente fale "relaxa, posição confortável", tem que ser uma posição ativa. Então, para isso, algumas dicas: descola, se possível, as suas costas de qualquer apoio, descruza as pernas, descruza os braços, relaxa o pescoço, os ombros, e aí quem quiser fecha os olhos, se não, mantém os olhos abertos, mas com um olhar fixo em apenas um ponto, e aí a gente vai fazer, lembra, aquelas 3 respirações com intenções diferentes. Vou guiá-los aqui, tá bom? Então começa a se conectar com a sua respiração, faz uma respiração profunda apenas convidando a sua mente para estar no aqui e agora, com intenção, com gentileza. Retoma o seu ritmo natural, normal de respiração, sem tentar alterar. E aí, numa próxima respiração, você intencionalmente observa como ela acontece. Observe o ar entrando pelo seu nariz, passando pelo seu corpo e retornando às narinas para sair, para inspirar. Na segunda respiração profunda, você faz um escaneamento bem breve do seu corpo, do topo da cabeça até os dedos dos pés, passando pelo rumo, Vai descendo parte por parte. Talvez você nesse momento identifique algum desconforto, aproveite para ajustar, lembrando, sem julgar. Tá doendo? Não vai tentar entender porque tá doendo. Ajuste se der para ajustar, se não, segue. Uma terceira respiração profunda, você se faz a pergunta: o que é importante para mim agora, nessa minha próxima atividade? E ao responder essa pergunta, você seta sua intenção. Essa intenção pode ser uma palavra, uma frase, pode ser uma força sua que você queira colocar mais presente, mais ativa. Pode ser algo que você queira colher ou entregar. Decida qual é a sua intenção e respire por alguns segundos nela. Então, quando estiver pronta, pronto, pode ir abrindo os olhos. E aí quem quiser pode fazer um alongamentozinho aí na cadeira. Esse é o check-in, né? Vocês já conhecem, espero que estejam utilizando. Ma, agora a gente já vai partir para o journaling ou você vai tocar um pouco e depois eu Vamos fazer o journaling?
Pode mandar bala!
Boa! Gente, journaling também deveria ser algo que vocês já conhecem, mas não tem problema porque é bem simples. Vou só retomar aqui. Queria— será que o Virgílio volta? Não volta? Tá por aí? Não tá? Seria muito legal ter.
Tô mudando de— tô vindo para o quarto aqui.
Não tem problema, só queria garantir porque é um— tem o tempo, né? Então, gente, todos têm papel e lápis, caneta por aí? Que eu acho mais poderoso do que fazer no computador. Se não tem, vou dar um minutinho aí para que vocês peguem, e aí a gente vai relembrando vocês do journaling. O journaling também é uma prática de mindfulness, que a gente utiliza da escrita ininterrupta. Então é uma escrita onde continua, né, que o poder, né, desse exercício é de fato você não parar de escrever. E aí, como que a gente vai fazer isso? 3 minutos escrevendo sem parar, mas eu vou dar um tema para vocês escreverem sobre. Vocês vão começar a escrever natural, que a mente vai distrair, talvez alguém interrompa, vai parar de ter ideias sobre aquilo que você tá escrevendo, você não vai parar de escrever, você vai continuar: não sei mais o que escrever, blá blá blá, vai continuar sem tirar a caneta ali do papel e retoma, né, por um tempo talvez você se distraia, perca ali as ideias, mas você não parando, você retoma ali no seu foco, na sua intenção, e continue escrevendo sobre o tema. Então são os mesmos 3 pilares, né? É presença no aqui e agora, você vai estar escrevendo, a intenção é escrever sobre o que eu vou dar, né, o tema que eu vou dar. E o terceiro ponto muito importante, que é a atitude gentil não julgadora, porque é uma escrita que você não vai ter que ler para ninguém. Então ela não pretende ser a melhor das escritas, com uma gramática, com um sentido, Não precisa ser uma frase que continua na outra, enfim, não é sobre o que você gostaria de responder ou que seria legal mostrar para as pessoas, é sobre simplesmente o que vier. Você vai despejar nessa folha de papel. E o exercício é muito importante, pilar desse não julgamento. Porque você vai estar fortalecendo esse pilar ao realmente entregar ali, sem julgar se é bom, se é ruim, se tá bonito, enfim, tá? Então o tema que a gente vai escrever sobre é: o que eu quero para minha vida a partir de agora? Nossa, profundo! Então exercitem desde já o não julgamento. Não importa, a frase é essa: o que eu quero para minha vida? Ah, Liza, é sobre isso ou sobre aquilo? Não, nem dá ideia, é só— não, é sobre o que vier, tá? Durante os próximos 3 minutos, qual que é a minha meta? O que eu quero a partir de agora, né? Quero conquistar, enfim, tá bom? E aí eu vou começar a contar, todos apostos, prontos? Vou contar aqui os 3 minutinhos e bora lá! Quasi. 3, 2, 1. Fechou. Podem continuar depois escrevendo mais, claro. E aí agora eu queria ouvir um pouquinho. Na verdade, vou dar um minutinho para vocês relerem individualmente. Só ler. E lembrem dos 3 pilares de Mindfulness: atenção, intenção e Gente linda. Gente, queria agora ouvir um pouquinho sobre como foi fazer o exercício. O que que gera? É tranquilo? Só me compartilha um pouco comigo, sobre, com a gente, né? Como que é? Como foi a experiência de fazer Isso, não precisa necessariamente ler, né? Não é nem ter esse objetivo. Se alguém quiser ler, fique à vontade, mas o objetivo mais é sobre qual a experiência, o sentimento gerado ao fazer esse exercício.
Eu gosto desse exercício, eu sempre gosto dele e ficaria até mais tempo aqui escrevendo, porque eu acho que é muito legal ler os nossos pensamentos, né? Ter consciência deles ali, o que a gente a gente pensa, é o que a gente fala para a gente, né, as histórias que a gente conta para a gente mesmo. Então, para mim, é sempre, eu gosto, é sempre, eu acho um exercício leve e muito fácil de fazer, porque ele me permite também observar meus pensamentos, as histórias que eu tô contando para mim mesma. E geralmente, nas vezes que eu faço, tem um tema ali que Às vezes eu repito, eu falo muita coisa que está conectada a um tema central, e toda vez que eu faço o journaling eu posso observar isso assim: eu tô girando em torno do quê neste momento? Isso sem gravar esse.
Legal. Ô, Gênesis, uma curiosidade: você chega a se surpreender com o que esse tema central, assim, é algo que que você já tinha consciência antes ou não? Sempre é algo que você já sabia no seu dia a dia?
É algo que eu já sabia, é algo que eu já sabia e que já vem pelos meus pensamentos assim sempre, mas eu não sei, talvez também, Thalia, a gente pode até falar sobre isso assim, é porque O meu exercício, eu faço um exercício muito constante, não escrevo, de autorreflexão assim. A minha vida tá girando em torno do quê nesse momento, sabe? O que que tá me incomodando, não sei o quê. Então essa é uma reflexão que eu faço muito, assim, muito mesmo, assim, mais de uma vez na semana. Então assim, às vezes eu faço isso várias vezes, às vezes antes de meditar, né, porque eu medito todos os dias, é o primeiro compromisso do meu dia. Então é uma reflexão que às vezes está sempre ali perto, então por isso que ela não me surpreende. Porque às vezes eu tô meio incomodada, aí eu falo assim: "O que que tá passando pela minha cabeça?" Então eu não escrevo, mas eu vivo fazendo essa conversa comigo assim: "O que que tá passando na minha cabeça? O que que tem me incomodado?" Então, para mim é isso assim, não é uma surpresa. E aí eu olho e falo assim: É uma constatação de uma coisa, isso realmente vive te rondando nesse momento, porque é de momento, né? Então pode ser que se eu fizer daqui um mês vai ser outro assunto, vai ser outra coisa. Então assim, coisas que eu venho pensando e dialogando comigo mesma várias vezes sobre o tema.
Muito bom, obrigada por compartilhar, Jana. Alguém quer compartilhar mais também? Talvez uma perspectiva diferente, ou a mesma também, Marlon Silva Domingues?
Oi, Thaly, deixa eu compartilhar. Eu achei que a pergunta, o "a partir de agora", me fez estar no presente. Muitas vezes a gente fala assim: "O que que você quer para a vida? Seus sonhos, seus planos?" E aí a gente vai só pensando no futuro. E eu acho que esse exercício me fez falar assim: nossa, poxa, eu acho que foi uma coisa assim que eu descarreguei, mas foi no sentido presente mesmo, sabe? O agora, não é amanhã, é o agora.
Maravilhoso. Muito bom, Marlon Silva Domingues. Faz diferença, né? Vê que são palavras que a gente, a intenção para o nosso cérebro gera a ação diferente e a consciência diferente para o que a gente quer, né? Por isso que a gente precisa dar as mensagens de intenção certa, né, para aquilo que a gente está fazendo. Legal, mais alguém quer compartilhar?
Eu ia compartilhar uma coisa, né, assim, eu fiz esse exercício até pouco tempo com a Thalisa e já fiz outras vezes, acho que lá na Sei Te Kuma'a e tudo, e assim, como que agora dessa vez foi diferente, porque assim, é impressionante como que eu fugia, né, da minha dinâmica de vida, no meu automático, dos meus próprios pensamentos, daquilo que eu tava sentindo, daquilo, então sempre que eu sentia algo mais intenso, eu trabalhava mais, eu focava mais, sei lá, em coisa da casa, eu sempre me mantinha muito ocupada como uma forma de fuga. E agora que eu de verdade tô aos poucos aceitando e permitindo essa pausa, como que foi esse último exercício, como é que ele foi muito diferente, muito mais verdadeiro assim comigo mesmo, sabe, sem ser aquele coisa mais "defoe" assim de objetivos mais de praxe, vamos dizer, da vida, sabe? Tipo, profissional, isso, não sei o quê. Foi muito mais interno assim.
Que legal! Pô, que legal, cara! Muito bom! E aí, meninos, vamos todo mundo um pouquinho, uma palavra.
Deixar a mulherada não para de falar, né?
Bom dia, bom dia. Eu senti um pouco de insegurança e sem saber se eu vou conseguir chegar naquilo que eu coloquei, naquilo que eu quero. Bom, são esses sentimentos que surgiram ali depois no final.
Oh, que legal você trazer, né, compartilhar com a gente isso, Virgílio. E aí Você vê que o pilar da atitude gentil, do julgamento, que você chegou, daí você já começou a julgar, depois você fez um julgamento, né? Será que eu vou? Será que eu não vou? Começou já a trazer aquilo. Então, bora exercitar aí o Mindfulness para conseguir esse músculo da atitude gentil consigo mesmo, tá? Separar o julgamento Claro que a gente vai precisar julgar em determinado momento, mas saber quando é possível e quando você precisa julgar ou quando você precisa simplesmente deixar aquilo, aquele pensamento, aquele sonho, aquela construção sem o atrapalho do julgamento, mas muito especial você ter compartilhado com a gente.
Obrigada.
Então, para fechar, bom, eu acho legal essa parada do journaling.
Eu já tinha feito antes por causa das áreas que eu estudei, assim, por conta do marketing, essas coisas do tipo. Então acho legal. E eu sempre gostei de escrever, então para mim é muito fácil escrever. Tem até uma parada da psicologia que explica que você escrevendo, tipo, você faz uma conexão mais forte com o seu cérebro e coisas do tipo assim, fixa melhor.. E eu acho também muito legal a gente, igual a Jana comentou, é legal quando a gente tira as ideias da nossa cabeça, põe para fora, você olha ela como outra perspectiva. E é até legal para tomar uma ação, né? Acho bem legal. Eu comento com alguns amigos meus do tipo, pô, você tem, você quer fazer alguma coisa, tira de sua cabeça, lê, organiza as ideias, depois tira do papel também. Porque só tirar da sua cabeça e colocar no papel é igual jogar fora, igual um descarte. Então acho legal também ler e ver de fato o que que você vai tomar de ação ali sobre isso. Então acho que é bem legal, é legal você ler assim, se reconhecer ou não, né. No meu caso, eu vejo bastante das minhas frases, eu tava até lendo aqui, circulando algumas palavras, as palavras que eu encontro que fazem parte dos meus valores, fazem parte das minhas forças. Então eu vi algumas coisas nesse tipo assim, ó, no meu texto. Tá bem legal, outro conhecimento.
Muito bom, estou, gente, beleza. Então bora continuar, Marlon, para a gente enriquecendo isso aí.
Legal, muito bacana, Thaly. Assim, só quero reforçar que o journaling, ele é uma das principais ferramentas da psicologia positiva, né? Ele tem uma cola assim fenomenal com a questão de trabalhar resgate de emoções, ativar lados da tua mente que não estão funcionais nesse momento. Funcionais, eu digo assim, não estão olhando para o foco, dando atenção para aquela camada mais positiva, para que você possa entrar em ação, né? Então é uma prática que vale a pena vocês registrarem aí na caixinha de ferramentas, porque é algo que vocês podem usar em qualquer lugar, é com qualquer pessoa, no dia a dia corporativo. A Nath, ali na papel de BP hoje, com pessoas, isso é um canivete suíço. Tem que estar à disposição, tá? É algo muito legal mesmo, muito bacana, tá? Obrigado por trazer aí. Eu tenho uma provocação para vocês bem rápida. O ato de fazer o journaling, que forças de caráter que vocês acham que ativa, né, no ato de fazer o journaling? O que que vocês acham que é ativado?
Eu vejo para mim, escrevendo as minhas paradas assim, tipo Uma curiosidade, curiosidade, legal, legal.
Curiosidade, né, tem a ver com a virtude, tá na virtude da sabedoria. E o ato de escrever, você tá realmente ali, é igual a gente fala em comunicação, né, Tom? Quando você consegue ali, né, diante de uma comunicação, repetir para pessoa o que ela tá fazendo para você, você tá fazendo ali um movimento do quê? Sabedoria. Né, a informação novamente sendo processada mais uma vez. Escrever, mesma coisa, está verbalizando, você tá colocando para fora, porque o que fica na mente, mente. Então essa é o tchan legal. Quem mais? Quem mais? Que força de caráter vocês acham que é aguçada no ato de fazer o journaling?
Eu senti um pouco a generosidade.
Legal! Por quê?
O que que você acha que tem? Eu acho que quando eu coloquei algumas coisas do agora, eu também me agradeci por coisas que eu estou sendo agora, sabe? Então eu vi generosidade assim, porque às vezes a gente sempre tem muita cobrança. Então eu quis me agradecer também por quem eu estou sendo agora.
Oh, que massa! Legal, legal, bacana! Generosidade é da virtude da humanidade, né? Então é o momento de resgatar, né, de ativar, de dar mais atenção. Muito show, muito show! Que mais, Carol, Jana, Virgílio? Que forças de caráter vocês acham que é ativada aí com o ato de fazer o journaling?
Bom, eu vi algumas, mas assim, para mim também tem muito de vitalidade.
Legal. O que que traz essa vivência, vitalidade para você?
Porque quando eu faço e leio o que eu escrevi, me dá energia assim, sabe? Poxa, tô lendo isso daqui, é uma coisa que eu quero, é o que estão falando, é a energia para, tipo, tirei da mente, tá no papel, agora a energia de tirar aquilo. "Vou fazer, para onde eu vou olhar?" Então assim, para mim tem um pouco de amor também, né? Mas muito dessa energia de fazer, de olhar e falar: "Nossa, poxa, que legal!" Principalmente nessa pergunta da Thaly, né? De o que eu quero para minha vida a partir de hoje. Então dá uma energia ali de: "Poxa, acho que é possível, dá para fazer, bora fazer!" Então, para mim é isso.
Legal, legal! Olha que bacana, né? Isso me energiza, né? O colocar no papel, escrever, provoca a vitalidade. Vitalidade é da virtude de coragem, tem a ver com ousadia, com execução, entrar em ação. Muito show, muito show! Carol, Virgílio?
Eu nem tinha pensado na vitalidade, mas acho que eu consegui ver aqui no meu também. Nessa coisa da natureza que eu contato, né, o mar, onda, cachoeira. A espiritualidade veio forte e muito, talvez, o trabalho em equipe ali, e bondade, que tem muito assim, cuidar, conectar com pessoas. Muita espiritualidade, generosidade.
As 24, Marlon Silva Domingues, as 24 conectam.
Muito bom, Carol.
Engraçado que o gratidão eu não vi.
Ó, interessante. Muito bom, muito bom. E você, Virgílio?
3 aqui que eu percebi: criatividade, a perspectiva e critério.
Criatividade, perspectiva e critério. Criatividade, criatividade, se não me engano, é a tua primeira força.
Sim, tá criando, né? Tá escrevendo.
Legal, bacana, bacana, bacana.
E a perspectiva para olhar diferente situações, né, e como que cada uma delas impacta caminho ali, né, e se conecta também.
E o critério é análise, é o checar.
O crítico interno, percebe tudo e tal. Eu acho que até o que eu falei no final ali da insegurança ali vem em cima disso, né?
Pensei nisso também.
Exatamente, põe o pé no freio, né? E olha que interessante, né? Pode falar, pode falar.
Eu queria fazer um comentário assim, porque deu um outro trigger aqui, né?
Comente.
O que eu falei assim, eu acho que vem um sentimento de segurança, eu vou dar conta ou não, é na mesma hora, né? Aí a Thalysa fez o comentário, eu percebi também a reação do Marlon assim, aí eu fiquei me percebendo assim, eu falei, cara, tudo que eu já fiz, o que eu me propus a fazer, deu certo. Por que que eu fico, me saca? Tipo, eu escrevi ali e tal, aí me veio esse sentimento assim, pô, Será que eu vou dar conta? E depois eu peguei, meu, tudo que eu fiz deu certo. Que que eu tô viajando na maionese aqui, saca? Mas enfim, eu quis manifestar isso porque veio depois, sabe?
Valeu. Manifeste. Esses são os pontos importantes de vocês colocarem, trazerem à tona. Manifestem. Isso é muito legal, são pistas cognitivas, emocionais que vão aparecendo para a gente poder, né, compor esse quebra-cabeça. O que será que até o final do dia, se eu permitir que vá saindo coisas, eu vou ter aí coletado? E é muito legal ouvir— pode falar, pode falar, pode falar.
É tão sobre isso, Virgílio, porque assim, ó, é muito legal você ter compartilhado, porque dá a oportunidade da gente materializar quando a gente fala sobre a habilidade de presença. Porque não é sobre você nunca mais— lembra que eu falei, o julgamento ele vai acontecer, mas olha que bacana, você conseguiu identificar que o sentimento de será insegurança, de será que vou dar conta, tal, que provavelmente tem a ver que você já conectou com o critério ali, e aí você já conseguiu levar com essa clareza trazer o quê? Trazer as suas ferramentas de olhar para o passado. Você: "Não, pera aí, tudo que eu fiz..." E aí você se impulsiona. Então a construção aqui não é sobre a gente eliminar pensamentos de julgamento ou inseguranças. Elas vão existir, não adianta a gente querer a meta ser o super-herói. Não é sobre isso, é sobre exatamente o que você fez: habilidade, clareza, Aonde sua mente foi, quais são suas travas que apareceu nesse momento e trazer as ferramentas para superar essas travas. Eu achei esplêndido, para mim matou aqui, né?
Muito massa, show de bola!
Eu acho que eu preciso exercitar isso mais.
Exato, cara.
É aquele áudio que eu te mandei, seu Marlon Silva Domingues. Cara, eu preciso firmar, sabe?
Na mesma hora, novo módulo, Marlon, já vende aí o Search Inside Yourself. Vai ter que entrar nesse experimento.
Vai vir coisa boa 2025, nós vamos arrebentar. Você já vai preparando para sair da CIT aí. Eu falei alto, né? Pensei alto. Deixa eu colocar um ponto só aqui que é muito legal. E por que que assim, gente, levem muito a sério esse lance do uso das forças, na boa. Perceba que assim, ó, um simples, uma simples troca que a gente fez aqui, né, de um exercício de Jordan, que é muito poderoso. Mas quando a gente pergunta, o Tom, o Jana, o que que tem aí para você de compor, né, o ato de fazer Traz que força. E cada um narrou uma, duas, três forças que no total vai compondo aí as 24. Se tivesse mais gente aqui, a gente ia fechar o círculo das 24 forças. Ou seja, em qualquer situação as 24 forças estão presentes. Essa é a maior comprovação. Isso é comprovado já. Então o que que eu quero dizer com isso? Que a gente tá ali a um recurso ou a 24 recursos de resolver uma situação, de fazer com que a situação seja mais favorável para a gente. A partir do momento que a gente consiga então trazer essas pecinhas, né, esses recursos, as forças de caráter, para o lugar certo, olhando de perspectivas diferentes. Imagina o seguinte cenário, cenário de liderança corporativo aqui. Isso aqui é um time, né, e tem um problema, e cada pessoa vai analisar através de uma outra forma. Só que normalmente, o que que acontece nas empresas? Analisa-se através da ótica do problema. Aqui a gente tá analisando através das forças. Olha que diferente que fica. Então a Nath tem perspectiva, a Gina traz um amor aprendizado, a Carol traz um trabalho em equipe, o Virgílio traz criatividade, o Tom traz a curiosidade. Olha que rico que fica isso! Então um insight mesmo aqui para vocês, né, do quanto que as forças estão presentes o tempo todo e o quanto que elas estão presentes no nosso diálogo também. O que pode fortalecer mais essas relações é a nossa comunicação com as partes que a gente tem mais se relacionado hoje em dia. Faz sentido, gente? Pegaram o ponto aqui? Massa, né? Esse exercício de Natal foi bem legal mesmo aí. Muito bom, muito bom. Vamos para frente. Agora eu quero fortalecer algumas outras forças com vocês. Esse momento é um momento de aquecimento do motor, né, ativando algumas forças aleatórias para depois a gente ir especificamente para assinatura de vocês. Então a gente vai se divertir um pouco aqui agora. Deixa eu compartilhar na tela com vocês aqui. A gente vai jogar um jogo Eu criei um jogo ontem à noite aqui para vocês, vamos ver se vai dar certo esse treco aqui. Ó, tá aparecendo aí a roleta do Silvio Santos para vocês? Olha a criatividade, com humor! O que a gente vai fazer? Vamos tentar fazer isso aqui, vamos ver se eu consigo fazer do jeito que eu imaginei. Eu vou girar. Bom, primeiro eu preciso de um voluntário que vai começar. Deixa eu pensar aqui quem que eu escolho. Bom, vamos fazer aquela sacanagem boa. Quem é a pessoa mais velha de idade? Eu, claro, tiozão de 40 anos. Quem é a pessoa mais velha de idade aqui? Se manifestem agora, se manifestem agora!
43, galera! 43.
Quem dá mais?
Eu sou mais velha.
Você é mais velha?
Me livrei!
Sou mais velha que a Carol.
Me livrei, me livrei!
Então você, então a Jana, como mais velha da sala, ela escolhe uma pessoa para começar. Quem você escolhe, Jana? Escolhe o nome aí. Tom Cavalcanti. Bora lá, Tom! Vou girar a roleta, você vai dizer pare, eu vou parar, a roleta vai parar em algum desses itens aqui, né? Você tá vendo, né? Nos contos sobre uma viagem, uma comida, naquilo que parar você vai ter que contar essa história, tá? Só que durante o teu conto Essa galerinha que não está contando a história, Thalysa, Carol, Jana, Virgínia e Nath, eles vão fazer o seguinte: eles vão te sacanear, eles vão começar a falar uma força de caráter, e aí você vai ter que colocar essa força na tua história. Então imagina assim, a roleta girou, caiu ali uma viagem favorita. Aí o Tonto fala: pô, mano, a gente foi viajar as paradas nossas, as bandas lá na Paulista, tocando com os caras, rolê muito louco. E aí a Nath fala assim: entusiasmo. E aí, por que o malucão lá, o Vini, não tocava? Veio como se fosse uma voadora, com muito entusiasmo na galera. Aí a Jana fala assim: é curiosidade. E aí eu parei de tocar porque eu vi um rato passando, fiquei curioso, cara, com o ratão passando no meio da avenida. Sacou a ideia? Você vai ter 5 minutos, cara, para fazer um revelation em cima da galera metralhando você.
Beleza?
E vocês, pessoal, fiquem com as forças de caráter aí abertas, né? Todo mundo tem acesso ao material. Aliás, deixa eu mandar aqui, compartilhar. Marlon, eu não recebi, aonde tá no Drive? Não é isso? Pera aí, já pegar aqui para vocês, pegar para vocês, como diz três mineiros. Deixa eu pegar para vocês.
Cadê? Vai ter uma ordem para a gente metralhar ele ou vocês escolhem a força que vocês quiserem?
As forças que vocês quiserem. A ordem de pessoas? Ordem de pessoas? Não, seja um só, né? Um falou, dá um tempinho para ele consolidar a história, aí o outro vai, o outro coloca isso aí. Vai arrebentar o menino também, né? Calma aí, gente, espera aí, tá sendo um piloto aqui.
A força que o pessoal fala, Marlon, eu tenho que direcionar para ela ou é uma parada de identificação de quem tá ouvindo?
Não, não, não é. Você vai ter que contar a história. Assim, ó, começou ali o jogo, o Tom vai ter que contar sobre uma viagem. Então você vai começar contando elegante a viagem da tua vida, o que que você acha que uma viagem massa, tá? Aí a Thaly, você contou ali, a Thaly fala assim: Tom, esperança. Você vai ter que colocar, meter esperança para a história aí, cara. Pega uma ideia, pô, nessa viagem, tá? E aí, cara, a gente ficou largados e pelados na estrada, e aí, pô, tivemos esperança de passar alguma coisa, sacou?
Beleza.
Mas assim, se para colocar a força a gente tiver que falar de alguma coisa que não aconteceu.
Não, vocês não tem que falar nada, você só tem que jogar a força para ele, ele tem que se virar e contar a história.
Eu tô falando mesmo para ele assim, na hora que ele tiver contando a história, existe algum compromisso, tipo assim, tem que ser verdade? Ele tem que, na narrativa dele, falar, colocar a força numa coisa que seja verdade? Ele pode inventar a parte da história?
Aí é com ele, vai ter que se enrolar ali para ver o que que sai. Entendi, então pode ser que aconteça Aconteceu e pode ser que não aconteceu quando a gente pedir as coisas.
Vou usar Forrest Gump aqui, nunca saberão.
Senão a gente leva 3 horas, cara, até ele conseguir falar. Cara, não, é para ir, é para ir no fluxo mesmo, é o trem da mente mesmo.
Entendi, beleza.
Beleza, ó, uma ideia legal. A Jana levantou a mãozinha, acho que assim é bacana. Tom começou a contar a história naquilo que vai aparecer na roleta para ele ali. Levanta a mãozinha quem quiser falar, aí a gente deixa ele consolidar um pouquinho. Aí a pessoa tá com a mão levantada já Manda uma força para ele, ele vai ter que fazer de novo, beleza? Vou compartilhar aqui a roleta de novo para a gente poder girar.
Compartilhando.
Tom, get ready! Todo mundo com as forças aí. Tá aparecendo a imagem para vocês aí?
Tá.
Então, Tom, valendo! Nos conte um hobby favorito, Tom. E aí, é uma história de um hobby favorito, cara.
Cara, um hobby favorito, meu hobby favorito é o hobby mais caro da minha vida, é onde eu mais despendo energia, tempo, grana e tudo que é ter uma banda.
Tem que ser algo moral, viu, Tom? Não pode colocar coisa não moral aqui.
Calma aí, deixa eu contar minha história.
Então vai lá, vai lá, manda bola, valendo, manda bala.
Ter uma banda, quem mora no Brasil, no mundo underground, independente, de rock, hardcore, na região de Campinas, é quase uma burrice. Tem que gostar muito. É um hobby realmente caro, é muito legal, mas é um hobby caro.
Manda, Thaly!
Gratidão!
Gratidão! Apesar de ser um hobby caro, difícil e muitas vezes não muito reconhecido, é o que eu mais gosto de fazer na minha vida. Eu já até conversei com Marlon Silva Domingues sobre isso, tipo, eu trabalho hoje para sustentar a minha banda. Então eu já conheci muitas pessoas, eu conheci muitos lugares, eu tenho banda hoje, tem 20 anos que eu tenho banda, então conheci realmente muitas pessoas, muitos lugares, que são duas das coisas que eu mais gosto de fazer na minha vida, me conectar com pessoas e conectar com lugares que eu nunca fui. E a banda já me proporcionou muito isso, então assim, se eu não sou grato por isso, não sei nem ao que que eu seria grato, sabe? Então realmente isso aqui não é nem contação de histórias, é um fato.
Nath?
Creatividade.
Creatividade, cara, para ter uma banda de hardcore na região de Campinas você tem que estar sempre se reinventando, porque é uma empresa, é um nicho como qualquer outro. Então por que que vocês vão escutar a minha música e não escutar o do vizinho, sabe? Eu tenho que ser criativo para atrair a atenção de vocês.
Yana?
Prudência.
Prudência. A gente tem que ter muita prudência, como se fosse uma empresa mesmo, para você não investir seu dinheiro e seus recursos num lugar que não vai te levar a nada. A gente sempre, tipo, pensa muito no tipo assim, putz, convidaram a gente para fazer um show em X lugar, no lugar de Y, vale a pena, não vale a pena? Alguns lugares você vai ter que meter o pé e meter a cara e correr, tipo assim, vamos pagar para ver, igual o Marlon fez assim, vou pagar para sair de uma empresa que eu estou. Relativamente estável para ver o que vai acontecer. Então você tem que exercitar isso, Carol. Perdão, perdão. Pô, você tem que se perdoar primeiramente, porque você vai fazer escolhas erradas, você vai se enfiar em lugar que você depois você olha e fala assim: por que que eu vim? Mas faz parte da jornada. Você vai ter que perdoar os seus amiguinhos de banda, porque eles não são igual você. Cada um é de um jeito. Eu sou uma pessoa extremamente organizada, eu que faço toda puxada da banda. Uma às vezes atrasa, o outro às vezes não faz isso, o outro não faz aquilo. Você tem que perdoar eles também. Virgílio.
Espiritualidade.
Espiritualidade, cara, esse me pegou, Virgião. A partir de espiritualidade, acho que você tem que realmente sair da casinha ali e pensar em— Caralho, Virgílio, agora você me lascou. É porque pode ser uma parada A espiritualidade, acho que é uma coisa assim que é a parte intangível da música, sabe? Tipo, se você sente a música, você não só escuta. Você só escutar já tá talvez meio errado ali. Eu acho que a música é uma parada que realmente ela é transcendente, a música, sabe? E pra gente assim, pensando na minha banda, a gente tem uma questão muito forte política social. Então eu acho que realmente você tem até que transcender algumas ideias ali pra poder levar essa reflexão pra pessoas que nem querem te ouvir, na verdade, sabe? É muito difícil você entrar nesse Essa temática sociopolítica assim do Brasil, principalmente.
E para fechar, o Marlon. Pera aí, aguenta aí, tem a minha também. A minha vai ser a justiça.
Pô, a justiça é a mais fácil, cara. A nossa banda, ela tem uma temática realmente muito forte de reflexão social e política, então a gente fala muito sobre A injustiça social que a gente tem no Brasil, por exemplo, é muito fácil, tipo assim, cara, é muito discrepante direita e esquerda, burguesia e proletário. Eu acho que a gente tá muito longe, infelizmente, de ser um mundo justo ali. A gente vive uma realidade que é muito diferente. Eu moro no centro, eu vejo muita pessoa na rua. E é muitas coisas que a gente escreve, sabe? Então a gente escreve sobre justiça social, que é uma parada que eu acho muito falha, principalmente no Brasil que a gente mora.
Muito bom, parabéns, parabéns! Olha que legal, né, com uma brincadeira, o quanto que a gente consegue conhecer uma pessoa, o quanto a gente consegue ver pontos. E como o Tom mandou bem, né, foi colocando. E assim, eu acho que ele não mentiu nada, foi verdadeiro nos tópicos ali. Muito legal, muito legal, Tom, show de bola! Agora escolheu uma vítima, Tom. Só vê isso.
Escolheu a vítima.
Olha, boa! Pode escolher até Thalysa, viu? Thalysa faz parte do jogo também. Saiu correndo ali, ó.
Só porque ela saiu correndo, cara. Tipo, eu escolho meu parceiro de ideia, Gabi Gilho, né? Meu parceiro de música e tudo mais.
Aí, Virgilhão, vamos lá, Virgilhão! Vamos lá, pera aí. Aí, gira, gira, gira, gira! Uma viagem favorita, Virgilhão?
Sabia que caísse. Cara, vamos lá, das viagens que eu já fiz, eu ia falar Pirinópolis, mas vamos para São Jorge, em Alto Paraíso ali. Uma viagem favorita? Bom, eu resolvi ir para, tipo, morava em Brasília, sempre ouvia falar de Alto Paraíso e tal, que é um lugar místico assim, blá blá blá, que a galera vê ET por lá. Aí eu falei, cara, eu quero ir lá conhecer esse lugar. E tipo, resolvi ir de uma hora para outra assim, numa sexta-feira, fim de tarde. Consegui uma pousada para ficar. Mulher, a dona da pousada me pegou na rodoviária e cheguei à noite. No outro dia de manhã, tomando café, conversando com o pessoal: ah, você quer fazer a trilha lá na Vila de São Jorge do da Chapada lá. Eu esqueci teu nome agora, mas a bala, Tom, Tom, manda bala!
Inteligência Social.
Então, logo pela manhã, né, eu falei, como é que eu faço para ir para Chapada dos Veadeiros, né, que fica na Vila de São Jorge? Aí a mulher falou assim, perguntei para dona, né, ela falou, geralmente tem um pessoal aqui no no hostel aqui na pousada, que geralmente vai, tu pode ver com eles. Aí logo no café da manhã eu já comecei a conversar com o pessoal, né? E o pessoal falou, cara, vai para rotatória ali, pede carona para tu chegar lá. Aí peguei carona e fui para trilha para chegar lá na Vila de São Jorge.
Vai lá, apreciação da beleza.
E aí, tipo, eu fui sozinho para fazer a trilha. Ela é guiada, né, guiada assim, ela tem várias sinalizações. E meu, comecei a perceber, eu acho que principalmente assim, são várias cachoeiras espalhadas, né, uma trilha que você faz o dia todo. Mas eu comecei a perceber na volta, justamente na volta assim, a diferença de vários tipos de flores do Cerrado, de árvores, que eu falei, cara, tipo, tem coisa aqui que eu nunca vi na vida, sabe? E eu achei estranho, assim, tinha, tem pessoas que vão lá fotografar para fazer algo, né, sobre esse tipo de flor. Tinha fotógrafo lá, só que eu peguei e falei, cara, eu não vou fotografar nada, eu vou ver, sabe? E assim, sensacional.
Levantou a mão, pode falar, tá? Pode interromper, vai falando. Vitalidade.
E aí, tipo, eu fui sozinho, não levei muita comida para ficar o dia inteiro na trilha. Eu levei um energético, uma banana, mas a gente tinha comido antes, que eu não gosto de ficar comendo para rodar, eu gosto de curtir. E tinham várias cachoeiras, eu consegui em várias cachoeiras. É, não me contentei ficar só em uma. E o mais louco foi que uma vez, uma hora, eu fui pular de uma pedra assim, não, tem um cachoeira que ela faz um poço embaixo como se fosse um lago. Aí eu pulei da pedra, não percebi, rasguei minha bermuda. E aí, na hora que eu tava saindo da trilha, que eu vi que eu tava com a bermuda toda rasgada, só que assim, eu tava, eu tava numa vila que ela era tipo Uns 50 km do lugar que eu tava ficando, da pousada, e não tinha ninguém para ir para lá. Eu tive que tentar assim, só para vocês terem uma noção, eu saí da trilha 5 horas da tarde e já tava cansado e tudo, só que eu falei, não, eu tenho que me virar aqui. Ia ter uma festa no lugar e eu tava todo sujo, tipo trilhas que a gente faz, a gente sai todo acabado.
Aí, Carol, manda bala, Carol! Não precisa esperar ele parar não, vai falando, levantou a mão, já solta qualquer força.
Tá, era humor.
Sim, aí eu tinha falado, né, tipo, percebi que minha bermuda tinha—
quase isso.
Aí eu falei, ah, eu tô sujo, eu tô com a bermuda rasgada, eu vou sentar ali para jantar que eu tô morrendo de fome, que eu não comi nada na trilha. Espera fim de tarde. Aí eu vi que tinha um rodízio de caldo, eu tomei umas 4, 5 cumbucas de caldo lá, comi para caramba. Aí deu aquela lezeira assim, né, tipo, fui dar uma descansada. Aí depois falei, meu, tem que voltar para casa, né? Já tava anoitecendo. Só que detalhe, dessa vila para ir para Alto Paraíso, quase ninguém faz esse caminho de volta, sabe? E era um dia que ia ter festa no lugar.
Imparcialidade. Rapaz, continua aí, você vai.
Aí o que aconteceu? Vou chegar nesse lugar aí. Resumindo, eu não consegui voltar para o lugar que eu tinha que voltar, era longe. Eu fiquei quase tipo procurando quem poderia me ajudar. Aí eu cheguei no hippie, perguntei assim: 'Ei, tu vai para Alto Paraíso hoje?' Ele falou assim: 'Não, mano, vai ter uma festa aqui.' Eu falei: 'Uai, meu, tô todo sujo.' Aí falou: 'Uai, vai que tem alguém te esperando desse jeito mesmo aqui.' Aí no final, 10, 10:30 da noite, sim, eu consegui um mototáxi que me cobrou R$50 para me levar.
Espiritualidade!
E tava de blusa cavada, tava um frio danado assim. À noite faz, é um lugar, essas regiões, né, do Centro-Oeste ali faz frio à noite, né. E ali naquele momento não tinha nada para mim cobrir, né? Eu tava em cima da moto, o cara acelerando. E aí foi um momento assim, era um lugar assim, não tinha iluminação, não tinha nada, sabe? É tipo literalmente assim o cerrado ali. E aí foi um momento que eu senti assim, cara, o frio já tava batendo todo em mim. Eu falei, cara, 'Não se apega a isso, deixa, tipo, sente frio', sabe? E foi o momento que eu falei assim: 'Cara, eu precisava passar por isso', no sentido de eu não ter o meu conforto ali, mas eu senti também ao mesmo tempo, nesse sentido da espiritualidade, eu senti aquela situação toda ali, uma conexão um pouco maior assim com a vida mesmo, sabe? E mas eu achei interessante como que as coisas foram se conectando desde o momento que eu falei, cara, eu quero ir lá fazer esse caminho, e não sabia muito como é que ia ser, e tipo fui arrumando pessoas que foram me ajudando ali até. E aí, tipo, até para voltar para Brasília depois eu consegui uma carona, né? E quando eu cheguei, foi, eu já rodei bastante. E aí quando eu cheguei em casa, né, no domingo assim, à tarde, eu falei, cara, que massa! Tipo, foi uma viagem rápida, mas foi um negócio muito intenso assim, com várias coisas, sabe? E me deu um sentimento muito bom assim, justamente de ser grato, né, por tudo, de agradecer também. Aí é um ponto que vem não só na questão da gratidão, mas da espiritualidade, de entender assim, cara, eu tinha que fazer esse movimento, sabe. Foi um negócio bem massa. Agora, eu queria ter explorado mais a dica do hippie assim, de ter ficado sujo lá no lugar.
Aí arrumar, dar um show de bola. Valeu, valeu! A história do Vigília, aquela história começa engraçada, se você deixar mais vai acabar triste, todo mundo vai chorar, emocionar, e no fim vai dar de novo. Muito legal, muito legal.
Dica: siga alguma sugestão de algum hippie aí para entender alguma coisa diferente que possa acontecer na vida.
Muito bom, Virgílio. Agora, cara, escolhe uma mulher, velho.
Pode ser a Natália.
Natália, vamos lá, Nath. Girando.
Apum!
Um feriado favorito. Conta aí de um feriado massa. Um feriado favorito?
Um feriado favorito foi um feriado que eu tirei em Tiradentes.
Aí, galera, vai levantando a mão, já vai jogando.
Esse feriado, porque foi um feriado de carnaval, inclusive, enquanto todo mundo tava—
O quê? Espiritualidade.
Ai, foi o momento que eu me conectei. Eu, exatamente, o momento de carnaval, todo mundo tava querendo sair, curtir. E eu estava querendo um momento para me conectar comigo e com Deus, porque eu acredito bastante em Deus. Então foi um momento que eu literalmente assim, foi, foi um encontro comigo mesma, sabe, é com a minha espiritualidade, com que eu acredito. Foi um momento muito de reflexão sobre a vida, sobre o momento que eu tava vivendo, onde eu tive muita gratidão. Tava no lugar lindo, muito propício. Então assim, foi um feriado incrível na minha vida, assim, eu sou muito grata.
Amor ou aprendizado?
Nossa, inclusive assim, eu me conectei com muitas pessoas nesse lugar, sabe? E foi tão engraçado que eu me conectei com pessoas velhas e com crianças, e cada pessoa que eu me conectava eu vi uma oportunidade de aprender com elas, então eu ouvi muito, eu tava tão presente, tão grata por tudo Quem mais?
Fala de novo, Virgílio.
Humildade.
Humildade, Nath.
Eu acho que é isso, assim, eu tive humildade para aprender, para ouvir as pessoas, experiências, sem julgamento de quem tava ali, quem é aquela pessoa. Então foi um feriado que eu tive muitas conexões com meu eu e com os outros, sabe? Eu aprendi demais, assim.
Prudência, Nath.
Prudência.
É engraçado que eu tive que usar um pouco de prudência porque teve uma hora que eu fiquei tão conectada com as famílias, com as pessoas, que eu fiquei olhando algumas crianças. Eu fiquei meio como babysitting as crianças.
Elas se conectaram muito comigo. Nunca vi, vamos cuidar das crianças.
Eu acho que eu tava doida para fazer relacionamentos, conexões, que E aí olhar o filho das pessoas é meio assim desafiador. Então o chefe que tem muita prudência mesmo, cuidar.
A Thaly sabe, ela vive delegando o processo dela cuidar das tias dela, sabe como é que é. É isso, no final foi isso. Que mais, que mais, que mais, Mão? Autocontrole. Autocontrole. As crianças, para não sentar a mão na cara da criança.
Eu lembro que nesse lugar ele era tão lindo, ele tinha um um espaço muito grande de golfe assim, sabe, muito gigante, e no final tinha um lago maravilhoso. E aí a gente foi fazer uma caminhada com as criancinhas, eram 3, e o menino quase pulou, né, ali no lago, e eu tive que me controlar para realmente tratar ele com gentileza. Então assim, Porque realmente foi uma situação que me causou um pouco de desespero, mas assim, para não deixar ele mais assim assustado, eu tive que ter o autocontrole.
Humor, Nath, para fechar?
Humor, assim, acho que eu ri muito, assim, foi um momento muito feliz, assim, e naturalmente eu pude ser eu, assim, exercitar leveza, alegria, o sorriso, sabe? Então foi muito feliz, assim, acho que eu eu ri muito assim e fiz muita graça. Acho que eu ri muito com as pessoas também, foi bem especial.
Muito bom, muito bom, muito bom. Eu preparei esse exercício assim em homenagem ao Gibinha, era para ele estar aqui para ativar o humor dele, né? Eu mandei mensagem de aniversário para o Gibinha e falei: Gibinha, parabéns, discursão bonita. Falei: cara, te desejo muita vitalidade, entusiasmo. Aí ele respondeu: obrigado, cara, é importante a vitalidade mesmo. Eu falei: puta que pariu, Gibinha! Bora lá, escolhe alguém. Você pode escolher a Thaly, a Jana ou a Carol.
Eu vou escolher a Thaly.
A Thaly, bora lá. Opa, perdão, volta. Aí, 1, 2, 3 e um livro. Tell us about um livro favorito.
Livro favorito. Tá bom, tá bom. Meu livro favorito, gente, eu tô tentando lembrar.
Tá bom, tá bom, qualquer livro.
Ah, sei aqui, tá bom, aqui tá do meu lado. O meu livro favorito: Em Busca de Sentido.
Eu sabia que você ia falar esse, cara, eu tinha certeza, juro por Deus.
Em busca de sentido, então, de Viktor Frankl, é um dos meus livros favoritos. Não tenho tido oportunidade de ler muito ultimamente, mas esse acho que foi um dos últimos que eu consegui pegar mesmo para ler.
Vou começar provocando: humor.
Humor. E aí, assim, de humor esse livro não tem nada, porque é uma história muito trágica, triste, né? É uma história sobre o Holocausto. Mas você sabe que o Viktor Frankl, ele fala sobre a escolha, né? Sobre o poder de você escolher. Muitas das coisas de Mindfield eu trago algumas frases dele. E ele achava, né, essa liberdade ele traz como mesmo nesse espaço de tanta tristeza, de tanta tragédia, É possível. Victor Frankl, assim, ele conta justamente sobre a perseverança que ele teve que ter durante a jornada dele dentro dos campos de concentração, que é acreditar, né, ter muito o foco no sentido ali da vida para que ele não desistisse de viver. Ginger.
Integridade.
E tem muitas passagens do livro que ele conta, né, e assim, aí eu acho que é menos até sobre o livro, mas sobre o meu aprendizado. A integridade é diante daquele cenário, e mesmo que você não concorde, é importante você ter clareza dos seus valores, mas também mas também conseguir lidar com isso em circunstâncias e equilibrar a integridade para que você consiga também ter uma flexibilidade para conseguir sobreviver às vezes, tá? Então às vezes você vai ter que trazer e aí se perdoar, porque às vezes você vai precisar ultrapassar alguns valores e alguns limites que você não faria Mas no meio de cenários que não tem muita opção, porém sempre haverá opção de novo, né? Da onde da sua mente, da onde do que você acredita e do que você perdoa. Isso você sempre vai—
Vitalidade.
Então, e aí acho que a vitalidade aqui ele também traz muito no livro ali, como que as pessoas conseguiam se alimentar mentalmente para que diante das poucas nutrições que eles tinham se manter ali fortes e ativos, mas mais que isso acho que aqui traz um pouco de ensinamento para mim sobre mesmo quando a gente está ali no momento sem a vitalidade, um momento triste, sem energia, como a gente também pode, acreditando, tendo clareza do sentido, fortalecer a nossa vitalidade para o dia, fortalecer nossa energia ali para, às vezes, aquela atividade ou aquilo, pode ser um emprego ou até, enfim, uma situação social. Que você não tá muito com muita força, muita energia para lidar e para conviver com aquilo, mas se você tem muita clareza do que é sentido para você na vida, você consegue achar motivos aí para seguir. E aí, com certeza também, inteligência social, É muito falado, ensinado nesse livro e para mim ficou claro sobre você conseguir entender muito sobre as perspectivas de todo mundo para que você tenha certa empatia e consiga transitar no momento de tanta falta de controle externo. Então, como que você lida e aprende a entender e a não deixar completamente os seus valores, mas conseguir caminhar por aquilo que você não consegue escolher e mudar externamente? Então, com certeza traz muita aprendizada de inteligência social ali, de Muito bom, valeu, valeu, valeu!
Nath ou Jana?
Nath já foi, não?
Eu acabei de falar.
Perdão, Jana ou Carol? Perdão, perdão, já não. Carol, tá no mudo.
Opa, Carol, bora lá, Carol!
Ai, meu Deus, que que vem por aí?
Um objeto. Conte a gente sobre um objeto. How you doing?
Objetos favoritos ou qualquer objeto favorito? Primeira coisa que vem na minha mente, cama.
Pode ser, ué, à vontade, à vontade.
Nossa, gente, eu amo minha cama. Eu sou aquela pessoa que assim, eu invisto em lençol, coberta. Minha casa pode estar toda sem decoração, parede descascando, mas a hora que eu deito na minha cama, que eu sinto aquele cheiro de limpinho, sabe, do lençol, do negócio fofinho assim deslizando, não tem uma vez que eu não falo: meu Deus, isso aqui é muito bom, muito obrigada.
O que que você falou, Virgílio? Perdão.
Vitalidade.
Vitalidade.
Então, e aí, a hora que eu sinto na minha cama, que eu deito na minha cama, parece que aquilo ali me dá uma sensação de prazer. Se ela tiver, né, desse jeito, com travesseiro limpinho, que negócio me dá uma sensação assim de prazer de vida tão grande. E aí é onde eu vou descansar para ter um sono bom, para no outro dia acordar mil por hora, sabe assim. É um momento sagrado assim, sabe, de humildade. Ai, humildade, meu Deus do céu! Então a cama, ela precisa ser—
ai, meu Deus!
É o momento onde eu reflito ali, né, sobre o meu dia, das oportunidades que eu tive, ser humilde assim, né? Igual eu falei, não precisa ser nada requintado, mas precisa ser aconchegante, limpinho, sabe?
É criatividade.
Então a criatividade é em você arrumar a cama de formas diferentes, cores diferentes, buscar lençóis e tais que estejam lá tanto de fios que eu gosto, mas que não sejam mais, não sejam tão caros. Assim, por incrível que pareça, tem muitas formas de você arrumar a cama, os travesseiros, sabe? Como que a ordem que você coloca eles para ficar mais atrativo, sabe?
Amor.
Amor. Então é um lugar que eu deito assim, por exemplo, eu faço meus filhos dormir, eu deito com eles toda noite para para ler livros, para fazer minhas orações com ele. Então, e é um momento que eu sinto muito amor, assim, muito amor, muita gratidão, assim, é um momento que eu transbordo, assim, sabe, de apreciação da beleza. Ou vocês, parece que não, mas eu tiro foto dos meus filhos dormindo, eles dormem na minha cama e depois eu levo. E eu acho lindo assim, não sei se vocês já tiveram, a gente vê uma criança dormindo, para mim é uma, é mágico assim, sabe, de vê-los ali assim aninhados, aconchegados. Então é a beleza deles assim, das crianças, naquela sono da paz, da beleza assim. E também a gente acorda, né, mas se a gente dorme bem, a gente acorda sem olheira. Já acorda mais renovado, né?
Muito bom, muito bom, cara.
Gente, vocês estão fazendo rir tanto, tá dando até meu maxilar já, toda risada que eu dei aqui. Muito legal. Duas coisas para comentar, Carol, para você. Primeira é que uma vez eu vi um cara falar assim: cara, eu nunca abro mão de um bom chuveiro e de uma boa cama. Pode ser o resto, pode estar tudo cagado, mas chuveiro e cama tá bom. E a segunda coisa para comentar aqui é que todo mundo tá esperando outras respostas de você, viu, Carol? Como eles estão mandando aqui. Só para deixar claro aqui, tá?
Por isso que na hora que eu pensei, eu falei: será que eu falo?
Muito bom, mandou bem, show de bola! Agora nossa amiga Jana, para fechar.
Bora lá!
Comida favorita, Jana, uma história de uma comida favorita.
Uma história de uma comida favorita?
Comida favorita?
Eu tenho várias comidas favoritas. A minha top 1 é risoto. Uma comida favorita que eu tenho é risoto. E por gostar tanto de comer risoto e gostar de cozinhar, né, de uma forma geral, eu fui em busca de aprender a fazer bons risotos. E hoje, para mim, assim, o meu risoto está entre os meus melhores que eu já experimentei.
Criatividade.
Então, para cozinhar, né, para fazer o risoto, e enfim, é necessário criatividade com relação a preparos mesmo. Assim, posso fazer um risoto do quê? Então, por exemplo, ah, faço risoto de beterraba, uns risotos bem diferentes que às vezes a gente não costuma encontrar tanto, que a gente encontra ali com carne ou limão, sei lá, algumas coisas. Mas, por exemplo, um risoto de banana-da-terra é onde dá para exercitar bastante a criatividade aí nessa comida. Perdão. Então, o auto-perdão executado é na execução. Por quê? Porque dá errado, né, gente? Até você aprender a fazer dar certo O negócio dá errado, comida dá errado. Então às vezes você faz esperando que o negócio vai ficar maravilhoso, aí fica— não fica péssimo, você come, mas você fala assim: "Nossa, não era a minha expectativa, deu errado, não ficou do jeito que eu queria." E aí você se perdoa e fala: "Vou tentar de novo." E esquece o dia que deu errado, foca no dia que vai dar certo.
Curiosidade.
Curiosidade para pesquisar combinações, Nath, assim, de possibilidades mesmo de risoto. Então assim, combinações que às vezes ficam boas e que às vezes não fica. Então você mistura e fala, vamos ver o que que vai, que que vai dar, né? Então às vezes você mistura uma coisa mais doce com uma coisa mais salgada, tipo pera com gorgonzola, para ver se vai dar bom. E tem gente que gosta, tem gente que não, enfim. A curiosidade está aí, em descobrir novos ingredientes e novas possibilidades. Oi, Thaly!
Já foi apreciação da beleza?
Não foi apreciação da beleza. É um ótimo exercício, né, gente? Apreciação da beleza no prato. Eu gosto e também acho incrível isso, que não é simplesmente você faz o risoto, tem todo um preparo ali. E aí na hora que você coloca no prato, vai ser qualquer prato? Enfim, para mim não é. Eu gosto de ter pratos específicos para risoto, pratos bonitos para colocar, para montar uma mesa bonita, e você vai beber um vinho, uma taça bonita. Então eu acho que a gente também come com os olhos, né? É bonito a comida, beleza, você come porque, né, tá gostoso e tal, mas quando você vê um prato bonito, mesa bonita, isso é incrível. E para mim, a experiência da comida também tá relacionada a esse momento.
Muito bom, muito bom, muito legal, valeu, show de bola, parabéns, bacana. A gente sabe, ela é cozinheira, é, já vamos tomar um esquema aí.
Esse risoto eu adoro.
Eu sou fã de risoto também, hein. Tem um risoto que eu gosto de fazer, que eu gosto, que eu gosto de fazer, que assim, eu gosto de focar em uma coisa e dominar essa arte. Um risoto que eu gosto de fazer é de fraldinha, fazer com fraldinha. Puta, eu adoro fazer isso aí, esse risoto fica bom, viu, gente.
Recomendo.
Agora quero ver quem é que sabe qual é o Prato favorito, menos a Thalysa. Quem é que sabe qual é o meu prato favorito de comida?
Parmigiana.
Parmigiana, parmigiana, cara. Parmigiana, não existe coisa mais gostosa no mundo do que um bom parmigiano. Sou grande apreciador de parmigiana. Muito bom, muito bom, gente. Eu quero fazer intervalo com vocês, mas antes eu queria assim colocar, ouvir de vocês, que que uma brincadeira dessa gera de insights usando as forças de casa? O que que vocês levam de insight? De um trem desse que a gente acabou de fazer aqui?
Oscar, pode falar, diga.
Eu já vou até, eu tava analisando todo o processo, né, Marlon? Eu acho que, cara, dá para fazer até em casa com os filhos, entendeu? É porque eu já ia falar logo do profissional aqui, mas me veio, cara, isso é um negócio que dá para fazer para divertir em casa com os filhos, até em família. Tipo, você tem, no meu caso, tem 5 irmãos, Pô, tá no Natal, alguma coisa assim, ou a família reunida, cara, dá para fazer isso de boa para conectar, né? Eu acho que o primeiro ponto aí é a questão de promover a conexão. E sem florear muita coisa, que às vezes a gente vê esses workshops que o pessoal fala de liderança, de tudo, e vem com as coisas muito— esse movimento simples do Eu acho que tem várias coisas. Tem tanto aquela questão do quebra-gelo, de você sentir à vontade. A segunda parte de você ir conectando com os valores das pessoas, identificando características de cada um. Tem a questão do humor, da vitalidade, né, dentro do jogo em si, para despertar as pessoas. E eu acho que por último assim, tem aquela dinâmica que a gente faz para todo mundo estar conectado e focado em alguma coisa. Eu acho que isso traz isso também, saca? Mas de uma maneira leve, sem ficar, sabe, outros tipos de movimentos que existem por aí, que às vezes a pessoa ainda fica um pouco enrijecido, sabe? Eu acho que tem mais isso assim nesse mecanismo.
Eu achei engraçado assim, eu falando, né, como que as nossas forças ali de assinatura aparecem assim de forma muito espontânea, né, e divertido, lógico, né.
Muito legal, muito legal. Que mais?
Eu não sei se é porque eu tenho tanto amor ao aprendizado, mas quando as pessoas estão falando eu digo assim, me causa muita admiração conhecer as pessoas, sabe? Tipo, conhecer as histórias, as forças de cada um, as vivências, como que as pessoas lidaram e lidam diante das circunstâncias, como elas pensam. Então assim, por exemplo, conheci várias histórias aqui de várias, me causou grande admiração de várias coisas aqui. Então acho que muitas vezes a gente não para para ouvir profundamente as pessoas, né? Então acho legal, se escuta mesmo.
Para mim é a possibilidade de olhar várias perspectivas, né? Porque às vezes a gente também tá concentrado ali em várias, nas nossas forças, nas nossas principais forças. Só que em todas as situações a gente consegue se exercitar e expandir para pensar como todas as outras forças estão presentes ali, né? É uma questão também de ponto de vista, de como a gente trabalha isso. Então não focar só nas nossas principais, né? Então a gente foi convidado a fazer isso, a explorar outras forças dentro das nossas situações cotidianas.
Muito legal, muito bacana, show!
E uma coisa que eu pensei, que agora que assim, as pessoas até já me zoaram sobre isso, né, que eu tenho assim normalmente muita energia, muito assim, que acho que as pessoas têm dificuldade de me associar, só que eu durmo muito.
Eu nunca percebi isso.
Não, e aí teve até um final de semana que a gente passou no sítio do Léo Chaves, quando ele morava aqui em BH ainda, e tava um monte de gente que trabalha trabalha comigo. E era um final de semana, e assim, eu dormia toda hora. Aí eu acordava, mas eu dormia toda hora. É tipo, eu não ia imaginar, nunca imaginar que você dorme tanto, né? E aí eu falando esse negócio da cama agora, eu falei: gente, eu amo dormir! E o povo estranha assim, né?
Quem me conhece fora da vida pessoal assim, né, não conhece esse aspecto mais erótico da cama, né, Carol? Vamos deixar aqui para galera que tá assistindo depois da gravação, ó, eu cortei. Vocês não sabem o que Carol contou aqui, tá? Muito legal, Carol, muito bacana, muito bacana, show, show. Então acho que falta tu falar.
Cara, acho bem legal eu, como sou uma pessoa mais observadora, ver tipo assim como que tá todo mundo bem presente aqui, porque ficou realmente todo mundo. Achei, como a gente já se conhece um pouco, tipo, é legal ver justamente o que Algumas pessoas já comentaram, cara, é muito explícito algumas forças de algumas pessoas, muito explícito. O amor da Jana falando sobre toda a parte da comida, sabe, tipo a energia da Carol, da Natália. Então é bem legal assim ficar observando mesmo, eu gosto de observar, né. Então acho que a galera tá bem conectada, tá bem longe da presença assim, já começou bem interessante, autoconhecimento.
Exato, isso é infinito, né, Tom. Muito massa, gostei da palavra, né, escuta, né. A gente também poder apreciar, que é legal, apreciar, né, o que as pessoas têm a contar, né. Você tá ativando aí vários pontinhos poderosos. Talita, você também, querida. E aí, teu insight desse exercício? Apresente para nós a tua pequena pituca.
Aqui ela entrou em crise, tava com saudade, sabadão, né.
Essa é a filha número 6 da Talita, das 6 crianças.
Meu Deus, fala oi! Oi, gente! Tímida, tadinha.
Que horas que ela acorda, Thaly?
Oi?
Que horas que ela acorda?
Acorda assim, acorda vários horários.
Galera, vou falar para vocês, só um parênteses, se vocês quiserem contratar um líder doula, sou eu, Marlon Silva Domingues. Eu acompanho a Thaly nos dois partos, eu fui o líder doula da Thaly durante as duas gestações, né, Thaly? Stay tuned, me dê pressão, todas as coisas, hora de mamar, hora de pôr a dormir.
O banho, o leite saindo para laxar. É, o Marlon Silva Domingues, ele tem uma boa experiência em relação a liderar pessoas grávidas e no porpério e tudo mais. É isso, é verdade. Mas o que que eu senti assim, né, que dá para observar cada um, por mais que a gente esteja falando das forças que a gente presenciou ali, eu acho que a gente traz o formato, a gente combina um pouco, dá para ter evidência do qual que é o valor principal e a força principal. Então assim, eu posso estar falando de, sei lá, do humor, mas eu vou trazer a gratidão assim, sabe? Vou falar, eu fiquei Eu acho que por trás ali, combinado, a gente acaba trazendo as nossas forças principais, são mais naturais, né? Achei bem legal observar isso também em mim e nos outros.
Legal, muito bacana, muito bacana. Eu quero colocar para vocês aqui um negócio que eu sempre falo para as pessoas e sempre aparece isso aí como perguntas em workshops, palestras, que é às vezes a gente tenta tentar tornar algo que é simples muito misterioso, cabuloso, né? A Thaly, ela sempre falava para gente, né, da o quanto que a psicologia positiva ela é simples, e ela é muito simples mesmo, né? Às vezes as pessoas querem algo que tem que ser complexo, uma engenharia, uma engrenagem, e é muito mais simples às vezes a gente conseguir se conectar com o ser humano. O Virgílio falou, né, pô, isso aqui pode ser uma brincadeira de família, cara, e é isso. Eu tenho assim, gente, aproveitado muito também essa vida de empreendedor para poder fazer essas trocas de força com a Bela, mas muito assim, sabe, inventando coisa na lousa aqui, rabisco com ela, porque são coisas que conectam, né, que você aprende mais, você sabe mais. Mas a mensagem principal aqui que eu queria deixar para vocês, até anotei aqui, é: histórias revelam nossos valores. As histórias revelam nossos valores. E voltando do intervalo, daqui a pouco a gente vai falar um pouco mais de valores. E valores é o negócio chave. Valores é o negócio chave para a gente poder abrir as portas, tanto para as forças de caráter quanto para as humanas, crenças, valores. Então, um simples, uma simples conversa, uma simples brincadeira como essa, a gente consegue ativar valores das pessoas. E um outro ponto que eu queria deixar para vocês aqui, né, que também é muito comum dentro do mundo corporativo, é a questão da gente Tem que dar respostas, né? Então, papel de liderança, o que eu percebi inclusive dessa dinâmica de vocês, o quanto que é ecológico, sustentável a gente aprender a estimular as pessoas. Então, veja, a gente fez uma brincadeira aqui com estímulo. Então, a pessoa tá contando ali um storytelling, você estimula ela com uma força. Então, no dia a dia, por que não posso fazer isso através de um feedback? Estimular a pessoa. Pô, a pessoa dali, né, provoque a pessoa, dá um auto-feedback e coloque perspectiva, amor aprendizado, justiça, né? O que que isso não se torna? O que que isso não pode virar, né? E aí vai naquele ponto que é o grande cerne assim da boa liderança, liderança colaborativa, que são conversas poderosas, conversas que geram resultados e não geram trava e sentimento, coloca a pessoa na defensiva. A pessoa está emocional negativo, estimule ela. E essa, aí eu volto agora para origem, né? O Martin Seligman fala: as forças de caráter são uma linguagem comum universal para se falar daquilo que é de melhor no ser humano. Para mim tem uma beleza muito grande, sabe, nessa definição dele, de ser um idioma global, universal, para a gente poder falar sobre o que é de bom no ser humano, porque Todo mundo tem um viés de falar daquilo que é negativo. Então, para mim, essa beleza com poucos estímulos, o quanto a gente consegue ativar coisas legais, dá para brincar, dá para se divertir, a gente fica feliz, né, facilmente. Então, esse foi meus takeaways aqui ouvindo vocês e brincando também. Show de bola! Ó, quero fazer um intervalinho com vocês de 5 minutinhos, mas é 5 minutinhos contados. A gente volta e aí a gente vai entrar no primeiro exercício, vamos falar da nossa identidade, vocês vão pôr a mão na massa e vamos fazer um negócio legal aqui para a gente começar então a pôr fogo no parquinho. 5 minutinhos, água, pipi, pupu, papapá. Carol, não é para deitar na cama e ficar lá, oh meu Deus, só é para tomar uma água e voltar aqui. Beleza? Então aproveitem, dê um oi para as pessoas aí que vocês tiverem, abraço, beijo. E 5 minutinhos contando agora, são 10:46, 5 minutinhos, estamos de volta. Beleza, beijo, até já. Bora lá, seguinte, cadê o mapa? Deixa eu compartilhar aqui o o nosso mapinha. Presente! Ó, nem rabisquei o iPad hoje, hein, vocês estão vendo? Nem abriu iPad hoje. Vamos lá, a gente vai entrar aqui na primeira etapa: quem sou eu, né? A gente vai, eu quero que vocês resgatem, que vocês se conectem, que vocês tragam à tona a identidade de vocês. Esse vai ser um ponto crucial para nossa jornada até o final do dia de hoje. Então, identidade, a nossa identidade, né, ela é formada, e a gente falou muito sobre o quanto que as 5, né, principais forças de caráter, elas conseguem trazer ali uma naturalidade, a essência, elas demonstram muito de quem a gente é. Porém, para ficar mais recheado e mais poderoso, o poder da nossa identidade tem outros dois elementos que fazem super sentido. E eu falo muito disso, eu acredito muito nisso, é que é conectar o quê? Necessidades humanas, valores e forças de caráter. E tem uma sequência lógica para isso, não é à toa que existe essa tríade, não é à toa que existe essa trinca, eles se complementam, eles têm um pré-requisito um dos outros. Alguém aqui não é familiarizado com valores? Todo mundo já deve ter feito algum exercício de valores alguma vez, certo? Sim ou não? Sim, né? Valores, ok. Daqui a pouquinho vocês vão conseguir tirar esses valores aí, vai aparecer para vocês os valores. Mas talvez o ponto que é mais crucial aqui são as necessidades humanas, né? E nós temos 6 necessidades humanas com base no quê? Com base no Tony Robbins, que é o autor que eu que eu sigo, que eu gosto da forma com que ele traz isso. Ou seja, o que que o Tony Robbins fala? Ele fala que todo mundo, de forma universal, precisa nutrir e suprir 6 grandes necessidades. Alguém aqui lembra? Quem já fez comigo o curso e alguns outros cursos, né, falo isso para caramba. Alguém lembra quais são as 6 necessidades humanas? Não é a de Maslow. É do Tony Robbins, não é nem de Marlon, é do Tony Robbins. As 6 necessidades humanas, quais são?
Eu lembro só algumas, eu nem—
Mas o máximo seria, né, comer, dormir—
Eu lembro só aquela, Marlon, que eu nem gosto muito, que é reconhecimento. O resto eu não lembro.
Eu lembro, mas não lembro a ordem, né, que tem ali. Significância—
Significância, significância que é a necessidade de ser reconhecido. Significância. Que mais?
Cimento e contribuição.
Crescimento e contribuição. Crescimento é uma, contribuição é outra. Então já tem 3 aqui: significância, crescimento, contribuição. Falta mais 3.
Tem a certeza e incerteza, né?
Certeza e a incerteza. Incerteza também é chamada de variedade, certo? Falta só uma.
É de contribuição?
Já falou, acho que é conexão, conexão ao amor, alguma coisa assim.
Conexão e amor. Ó, Tom, muito bom, hein? Gabaritou, garoto! Show de bola! Vamos lá. Nós todos possuímos 6 necessidades humanas e elas sim possuem uma ordem. Então, a número 1, anotem aí, a necessidade número 1 de todo ser humano é a necessidade de certeza. Certeza tem a ver com o quê? Com segurança. Então, eu tenho que ter certeza se eu terei um emprego, se eu terei dinheiro, se eu terei saúde, se eu terei onde morar, se eu terei comida, né, se eu terei o que vestir. É certeza se eu terei um carro. Essa, olha que interessante, gente, na minha jornada de sair da empresa Essa necessidade começou a ficar bem impulsante, porque era uma mensagem para mim, eu nem olhava, né? Tava ok. Mas aí, quando você toma uma decisão, é isso aí, ficou me atormentando por muito tempo, porque é de certeza. E aí, como eu tava removendo várias certezas da minha vida para poder experimentar algo novo, e aí você cai na segunda necessidade, que ela não existe à toa, é para poder balancear, que é a da incerteza, ou também chamada de Varedade. Essa necessidade tem a ver com o quê? Com a busca por coisas diferentes, por desafios. Então, de uma, da mesma forma que nossa, nós funcionamos ao obter segurança, nós também precisamos ter esse equilíbrio de ter o quê? A variedade, o diferente, o novo, o desafiador. OK, essa é a necessidade número 2. A necessidade número 3 chama-se significância, que é o quê? A necessidade da gente ser visto, validado, reconhecidos. É a necessidade número 3. Necessidade número 4, conexão e amor. Ou seja, essa necessidade ela fala sobre relações, relacionamentos, construções e vínculos. Essa é a quarta. Quinta necessidade: crescimento. E esse crescimento aqui não é de altura nem de largura, tá, gente? É crescimento como pessoa, como ser humano, né? Imagina você dentro do ambiente corporativo, você se pergunta: eu estou crescendo aqui como pessoa? Essa função que eu tenho aqui, ela me coloca num outro patamar enquanto ser humano? Eu consigo elevar a minha consciência crescimento, minha mentalidade como pessoa. Então a quinta necessidade nossa é a de crescimento. E a sexta e última é a necessidade de contribuição, que é a necessidade do altruísmo, é fazer para os outros, é servir, tá? Dado essas palavrinhas, essa sequência que eu falei para vocês, se vocês pudessem arriscar verbalizando para mim, o que vocês acham que é a necessidade principal de vocês hoje? Qual é a sua necessidade humana principal dessas 6 aí? O que você acha que hoje está sendo prioridade na sua vida?
Contribuição, reconhecimento.
De novo, vou falar para vocês aqui. Número 1 é a certeza. Número 2, variedade ou incerteza, tem esses dois nomes, né? Número 3, significância. Número 4, conexão e amor. Número 5, crescimento. E número 6, contribuição. Essas são as nossas 6 necessidades.
6, contribuição.
Certeza, variedade, incerteza.
Não, a variedade é a incerteza, é a mesma, tá? Variedade, incerteza é a mesma. Aí, terceira, significância. Quarta, conexão e amor. Quinta, crescimento. E sexta, contribuição. Qual dessas vocês acham que está pulsando mais na vida de vocês nesse momento? Qual dessas é prioridade hoje na vida de vocês?
Conexão e amor. E antes do contribuição, é porque eu tenho que anotar, senão não consigo raciocinar.
Eu mandei aqui por texto no chat.
Ah, valeu.
Obrigado, Tom. Alguém chamou também?
Eu ia falar que eu, no meu caso, seria variedade.
Variedade. Por que que você fala que é variedade hoje? Qual que é o seu porquê?
E não é lógico, em cada fase tem Tem etapas, mas eu percebo que a variedade de situações, de contextos, de conhecimento, essa possibilidade de fazer um shift de uma coisa para outra, ela me mantém vivo. É algo que me nutre, sabe? Me dá, me dá traz significância para minha vida, entendeu? Eu acho que eu não sou o tipo de pessoa que me vejo só em um papel só. Aí, eu sou isso daqui, eu não sou isso, sabe?
Tipo, legal.
Eu acho que na semana que vem eu vou estar liberando um material sobre mim que vai refletir isso. Eu vou até mandar para vocês. Eu terminando Tô terminando de montar. E aí é justamente trazendo isso, tipo, essas qualidades que eu tenho como pessoa. Então, tipo, eu sou isso. Então não espere de mim um, que é o principal assim, cara, não espere de mim um profissional único, centrado em uma coisa só, porque tipo não vai dar certo.
Obrigado, bacana, bacana. Então, para você, variedade. E para você, Tom, o que que você acha que hoje é a sua grande prioridade?
Eu acho que é igual, na verdade, as forças, né? Acho que a gente tem todos ali, só vem com porcentagens e depende do seu momento, né? São sazionais. Mas eu acho que é muito conectado, eu não consigo desconectar um de outro. Por exemplo, assim, por conta até que eu contei da parada da banda, eu vejo muita conexão e contribuição, porque me conectar com as pessoas ao mesmo tempo que eu tento contribuir com reflexão social, sabe? De galera, tipo, o mundo é isso aqui, não é só o que vocês pensam dentro da sua casa, não. Então acho que os dois, para mim, eu não consigo nem desvincular os dois, eles vêm junto.
Legal, legal, bacana. Quem mais? Nath, Jana, Carol, o que que vocês acham que é hoje a prioridade de vocês?
Significância. Eu acho que eu trabalho numa empresa que eu acho que as pessoas são muito duras assim, não generalizando, tá? Mas eu sinto que muitas vezes eu entrego muito valor, mas raramente eu escuto assim: nossa, obrigada, você é super importante. E às vezes eu acho que tem situações que as pessoas tentam ver pegar o seu trabalho como se fosse delas, assim, é muito competitivo, sabe? Então eu sinto isso assim, que tem hora que eu faço coisas que geram valor, mas que eu não ser validada é até uma forma de eu não aparecer muito, sabe?
Legal, que bacana, ótimo ponto de vista, legal. Tem uma frase assim, gente, até para vocês saberem, tá? Uma frase, depois eu pego o nome do autor aqui. Ele fala que o problema— eu falei isso para vocês na última aula, acho— problema não é ter necessidades, é não cuidar delas. A gente não cuidar delas, esse é um ponto muito importante. Inclusive, esse autor, ele tem uma história, e essa história foi inclusive que eu falei para Carol na última aula. Esse autor, ele é um psicólogo, e esse autor, ele se sentia Ele se sentia inseguro para poder atuar no campo da psicologia. Então ele entrou em contato com 3 grandes amigos dele e ele pediu que durante 6 meses esses amigos telefonassem para ele todo dia dizendo uma frase de inspiração, de motivação, para ele tiver, para que ele pudesse acender a coragem e poder atuar, experimentar e fazer o que ele tinha que fazer. Então durante 6 meses ele ficou recebendo ligação diárias de 3 pessoas. Dizendo para ele: você é o máximo, você é o cara, você é corajoso, você tem conhecimento, tem capacidade, você é uma pessoa amada. E durante 6 meses, ao final de 6 meses, ele fala que ele, no momento que deu 6 meses, ele ligou para as 3 pessoas e disse: tá tudo bem, a minha necessidade tá preenchida, tá cuidado, daqui para frente eu consigo seguir sozinho. Então, de novo, problema não é ter, é não cuidar das necessidades. Tá, então suporte, apoio, entendendo o jogo de como é que eu preencho, é muito importante. Jana, Carol, qual é de vocês nesse momento? Desculpa, Carol, deixa eu continuar.
Então a minha é crescimento, porque acho que eu tô no momento de muito crescimento e de conexão assim minha comigo mesma, assim, de trabalhar amor próprio, de me conectar comigo, de me ouvir. Isso tá me trazendo muito crescimento, assim, de sair do status quo.
Legal. E Jana?
Contribuição, de servir mesmo, de contribuir para o ambiente onde eu tô, contribuir com as coisas que eu sei, que eu aprendi, que eu venho aprendendo. Então nesse momento, para mim, é contribuir mesmo.
Legal, bacana, show de bola, isso aí, bacana. Deixa eu mostrar para vocês como é que a necessidade humana se conecta com as nossas posições de caráter, qual que é a ligação que elas têm, o que que possui de conexão aí. É mais ou menos assim, vou ilustrar para vocês aqui rabiscando através de uma história real que aconteceu comigo na China. Então, ó, na primeira semana que eu tava lá na Seita da China Eu saí, eu tava voltando para minha casa. Essa linguicinha aqui é eu, tá? Eu tava saindo para poder voltar para minha casa, eu trabalhava, eu ia a pé, voltava a pé. E no meio do caminho eu me deparei com um pacote de dinheiro, um bolo assim mesmo, sabe? Um bolado assim com elástico, um pacotão de dinheiro. E eu peguei aquilo nas minhas mãos e eu tomei uma decisão com aquilo. Eu peguei, olhei para todos os lados eu queria encontrar algum policial e eu queria entregar para um policial. Então eu fiquei rodando, rodando, eu fui dentro do shopping, tudo mais. Aí encontrei uma viatura na rua, entreguei para polícia. Eles não falaram direito inglês, mas eu fiz aquilo que eu achei que teria que fazer. Feito isso, um dia seguinte, na CIT, eu comentei com o pessoal: cara, achei um punhado de dinheiro na rua. E a primeira coisa, pessoal: o que que você fez? 'Pô, devolvi, entreguei para polícia.' Os caras: 'Pô, você é burro! Como é que você fez isso?' Cara, isso aí é um presente dos céus. Buda te presenteou, tava ali na tua frente, sério, para você usufruir disso. Isso aí foi o maior presente. Você veio de um outro lugar. Quando aí tem toda, toda mitologia deles e tudo mais, a pessoa boa de alma que recebe dinheiro assim na rua, 'Não, né, e você entregou para os policiais, eles vão gastar, eles vão beber, esses caras só fazem isso, né.' E olha que interessante, a diferença cultural, né. E essa diferença cultural, ela é traduzida pelo quê? Pelas nossas necessidades. Então, que geralmente acontece, pensa comigo aqui: quando você tá numa situação onde você se depara com algo, né, tem algum estímulo, algum gatilho para você, o dinheiro foi um gatilho, por dinheiro, o que que a tua mente faz? Ela vai ver aquela situação e automaticamente ela vai abrir ali o seu banco de dados de necessidades humanas. Então tá aqui, ó, as 6. Então vai estar aqui, ó, a certeza, a variedade, a significância, vai estar aqui a conexão e amor, vai estar aqui o crescimento. Vai estar aqui a contribuição, tá? A 6 aqui. Você olhou para aquele gatilho, aquele, aquele estímulo veio para você. A primeira coisa que a tua mente faz é o quê? O que que esse estímulo preenche das minhas necessidades? Então, a primeira coisa que a tua mente faz é isso, ela faz esse movimento. Um pacote de dinheiro faria o quê? Então Às vezes, frações de segundo, você fala: cara, olha o dinheiro que eu achei aqui, eu poderia pegar esse dinheiro para viajar, posso comprar mais budiganga aqui, posso guardar esse dinheiro, economizar aquilo que eu tinha. Você vai trazer alguma coisa. E essa decisão aqui, ela é tomada no quê? Naquilo que é prioridade para você naquele momento. Então vamos supor que o Marlon estivesse na China no momento de muita escassez. Acabou o dinheiro, pô, cara, tá difícil aqui se manter aqui. 'Na China eu vi aquele pacote de dinheiro.' Então, naquele momento de vida do Marlon, a necessidade de certeza, ela é gritante. Aí o Marlon vai e faz o quê? O Marlon vai e ele pega esse dinheiro porque ele quer preencher a certeza dele. 'Tomei a decisão, tomei uma ação, peguei o dinheiro para preencher necessidade.' Nesse momento, aliás, eu tô falando assim, não peguei ainda, né? A minha mente tá processando. E se eu pegar o dinheiro para preencher a minha necessidade humana de certeza? Nesse momento, uma outra caixinha abre, a caixinha dos valores. E aí, a partir da necessidade prioritária na tua vida, vai expandir o quê? Vai expandir os seus principais valores daquele momento. Então, tomei uma decisão da necessidade humana, pô, preciso me nutrir, preciso de certeza, segurança. Vai sair aqui valor 1, valor 2, valor 3, valor 4, valor 5. 5 principais valores de vida que ajudam você a fazer o quê? A tomar decisões. Então aqui você começa a tomar decisão do que fazer com aquilo. Pode ser que nesse momento você comece a entrar em conflito com os valores. Porque você fala: eu preciso, mas não é moral e ético. Eu preciso, mas não deveria fazer. E a partir desses seus valores, a partir do momento que você— os valores vêm à tona, é daqui esse movimento que surge o quê? As ações. E como é que chama valores em ação? Quem sabe, sabe. Via, via, que é o assessment que vocês fazem para poder saber as forças de caráter. E é assim, senhoras e senhores, que a gente funciona. Então, as forças de caráter são os valores em ação. Quando eu peguei, falei: esses são meus valores, eu vou colocar, eu vou ter uma ação em relação àquilo. Peguei o dinheiro. Ou quando eu tô em conflito, eu vou tomar uma ação diferente, falar: pô, vou usar da minha espiritualidade, falar quem que precisa disso, e vou fazer um outro movimento. E esse movimento de você tomar uma ação que não é correspondente a um valor vai fazer um outro movimento também, que é o quê? Você reconfigurar sua cadeia de valores, que vai preencher uma outra necessidade. Então vamos lá, o Marlon podia pegar o dinheiro, preencher essa certeza e explodir outros valores dele ali, e esses valores levariam ele a se comportar de forma diferente. Mas ele toma a decisão no meio do caminho e fala: cara, eu vou levar isso aí para polícia, porque eu acho que isso é um ato de generosidade, ou isso é um ato de coragem de não ficar para mim. Entrego para polícia. Isso aí vai gerar o quê? Isso reorganiza minha cadeia de valores, e com isso automaticamente alguma necessidade é preenchida. Eu posso criar nesse momento um reconhecimento: pô, que certo, minha família estaria orgulhosa de mim, que bacana! Ou a contribuição: olha que bacana, né, contribuir para um movimento legal, diferente, bacana, que não seria a minha, o meu próprio prazer. Então, das necessidades nasce um empurrão, um impulso para um comportamento acontecer. Mas durante o caminho, quando você se questiona em relação aos seus valores, o centrão aqui, você pode ter comportamentos diferentes e reorganizar a forma com que você preenche as suas necessidades. Está claro para vocês isso? Sim ou não? Perguntas? Tá ok aqui? Esse é o funcionamento básico, gente. Vocês podem pegar isso aqui, colocar na casa de vocês. É assim que funciona na empresa, é assim que funciona. A gente vai se movimentar com base de preencher, de fortalecer, de nutrir às nossas necessidades humanas, tá? Esse é um ponto muito, muito importante, e é com base disso que a gente, né, orquestra as coisas da nossa jornada profissional e pessoal.
Ô, Marlon!
Ok, diga, querido.
Tu explicando aí, fazendo os desenhos, né, para mim ficou parecendo, trazendo para o lado do software, da tecnologia, né, os nossos circuitos aqui, o nosso software aqui interno, né, ativando. Ah, aconteceu tal situação na minha vida, eu tô no momento tal, aí, né, ativa tal funcionalidade, vem à tona. E aí, né, o principal reflexão é assim: ah, tá tendo uma pessoa dentro ou de um time ou de um ambiente pessoal que tá tendo um comportamento divergente ou algo que tá incomodando ou tá muito fora ali. Mas, cara, deixa eu analisar como é que tá essa situação aqui, né, para essa pessoa, entendeu? Ao invés de julgar direto, cara, deixa eu analisar como é que tá essa execução ali dentro dela. E ao invés de ir direto lá no problema, não é o problema, é o que tá por trás. Então, cara, deixa eu olhar com base nisso daqui, como é que tá essa situação aqui para ela. E às vezes o que ela tá manifestando ali para ela, ou tá em desequilíbrio, desalinhado, é alguma situação relacionada a esses valores aqui, entendeu? E aí naturalmente isso vai ter uma diferença ali, ou seja, dentro do time, seja na relação pessoal, seja, né, com essa dinâmica do relacionamento.
Isso, perfeito, cara, perfeito. É isso mesmo, é isso mesmo, é esse mecanismo todo que acontece, né? Uma pergunta que é muito poderosa para a gente fazer diante de um problema é: se é eu a pessoa que estou vencendo o problema, é me perguntar: eu estou buscando preencher qual necessidade agindo dessa forma? Isso é muito comum, muito poderoso em situações de embate. Carol até fez uns olhão de lado. Situações de embate, faz a pergunta de novo aí, por favor. Então assim, ó, tô tretando com a Thaly nesse momento, aí tem o ego dos dois. Quem que fala? Quem tem razão? E aí, se alguém tiver a maturidade de fazer a pergunta para si assim: qual é a necessidade que eu tô tentando preencher através desse embate? Você muda o percurso do jogo. Qual é a necessidade? E isso aí vale também para o momento de liderança, para o momento de filhos. Ah, tá dando um xilique, tá brigando, né? Porque no mundo corporativo, liderados também se comportam como crianças, é fato. Colaborador se torna criança várias vezes. Então, qual é a necessidade que essa pessoa tá buscando preencher nesse momento? Ela quer ser vista. E aí, se você tiver maturidade, tiver presente naquele momento, faça o movimento. Porque isso aí é o que? O princípio do rapport. Se eu quero gerar confiança, eu acompanho para depois conduzir. Então, se a Carol quer ser vista, deixa eu me conectar a isso, se for possível, se for viável, se tiver no contexto que isso dá para ser feito. Então deixa eu cuidar disso aí, deixa eu ajudar ela nesse momento para que ela não fique no vitimismo. Eu acolho ela na necessidade que ela tem. E aí depois eu parto movimento de dar um feedback, ajudar a sair para um outro movimento. Mas com a gente isso aqui é muito poderoso. E a outra pergunta você pode fazer, então assim: qual é a necessidade que eu estou buscando atender nesse momento? Aí você vai falar: cara, tô buscando significância aqui. Aí uma outra pergunta é: quais são as forças, ou qual das minhas principais forças de caráter me ajuda a reorganizar ou a melhorar ou a compreender melhor isso? Duas perguntinhas que podem mudar a lógica e o movimento, um percurso que você tá, mas pode mudar muito, muito. Faz sentido? A minha ideia não é estar aqui passando teoria para vocês não, mas acho que é importante dar essa visão aqui. Porque eu quero que vocês, vocês vão construir já já um artefato com a criatividade de vocês sobre quem é vocês, que qual que é a sua identidade nesse momento, sabendo das suas forças de caráter, sabendo da sua necessidade humana mais aguçada e sabendo dos seus valores. Então, a partir desse movimento, vocês vão ter 3 recursos, são extremamente poderosos em qualquer jornada de vida. Eu conhecer qual é a necessidade mais gritante para mim nesse momento, quais são os principais valores que eu tenho na minha vida nesse momento, e qual, quais são as minhas principais forças de caráter. Força de caráter é a porta de saída para mudar um comportamento. Os valores fazem o quê, gente? Valores governam nossas decisões. Valores governam nossas decisões. Existe um caminho que vai te levar ao movimento mais prazeroso, o outro menos. Os seus valores, eles estão no meio dizendo para você: vai para cá agora, não, vai para cá agora. Valores governam nossas decisões. Forças de caráter são os nossos valores em ação que vão se tornar comportamentos. E necessidades humanas É aquilo que nutre a nossa essência. Pegaram? Sim, não, não, sim. Todo mundo tá comigo aqui? Importante trazer uma imagem mais bonitinha aqui para falar de um outro ponto. Aqui tem uma cabecinha, essa aqui, aqui. As 6 necessidades humanas. O que que eu quero trazer para vocês? Segundo o que o Tony Robbins fala, é o seguinte: essas 4 necessidades aqui, elas estão assim, as 4 primeiras necessidades humanas é o que a gente Essas quatro, conjunto dessas quatro, é o que a gente é hoje. É o que a gente é hoje. Essas duas de baixo aqui é o que a gente busca, opa, busca em vida. Que isso quer dizer? Quer dizer o seguinte, que por mais que as pessoas falem, né, eu não tô aqui para criticar ninguém não, mas Por mais que a gente fale, ah, minha principal é contribuição, ela não é a sua principal. Você está buscando ela talvez de uma forma muito mais intensa, mas o que você é tá em cima. Por isso que as 4 primeiras são chamadas de necessidades do ego e aqui são chamadas de necessidades evolutivas. Esse é o jogo. Ninguém tá nesse mundão aqui à toa, ninguém tá aqui como um ser iluminado, tá aqui para aprender. Então a gente vive, a gente vive isso aqui. A nossa busca diária é em querer preencher isso aqui. Isso aqui é o nosso modo automático, por isso que é o ego, por isso que a gente briga, porque o que se manifesta em primeira instância é sempre essa galerinha aqui. Eu preciso de certeza, preciso de dinheiro, preciso de comida, preciso de coisas diferentes, eu preciso viajar, eu preciso de reconhecimento, goste de mim, por favor. É isso que a gente busca. Agora, o que a gente está, o que a gente precisa se tornar, tá aqui, ó: crescer como seres humanos, evoluir e contribuir mais. Esse é o desafio da vida. Então nós estamos pingando em todas as 6 necessidades. A nossa mente faz isso, só que o que a gente é e o que a gente busca ser, essa é a diferença. Make sense? Legal, né? Então o que que a gente vai fazer? Abram o ChatGPT de vocês, abram o ChatGPT de vocês aí. Eu preciso que vocês abram o ChatGPT e eu preciso que vocês tenham aí, né, o disponível, fácil, o arquivo das 24 forças de vocês, o PDF de vocês. Se você não tem, ele está no Drive. Eu não tenho Drive, pegar. Alunos via assessment. Vou mandar aqui no Zap Drive. Mandei, tá ali o acesso em todo mundo. Não é pegar do coleguinha, pega o seu, lembra do seu nome, pega o seu assessment. Que que você vai ter que fazer? Vou passar para você um prompt do ChatGPT, muito simples. E você vai pegar, subir, faz um teste aí. Todo mundo consegue anexar um arquivo no ChatGPT, certo? Aparece essa opção de um— deixa eu abrir aqui, ó, para a gente fazer junto. Parar de compartilhar isso aqui.
Eu acho que fazer upload de arquivo é só na versão paga, Marlon.
Eles liberaram.
4.0 new, eu não sei, eu também deixa eu ver, new chat, aí aparece outra coisa para mim.
Eu tô logado aqui como a versão não paga. Tô com a impressão que não paga aqui, ó.
Eu já subi o meu agora, ele deixou.
Ó, aqui, ó, Carol, tá vendo minha tela compartilhada? Ó, tô nesse aqui, ó, chat de EPT, ó, tá?
Então parece que o meu tá diferente.
Meu também deu.
Vou tentar pela URL ali que o Marlon tá.
Talvez tem que logar, desloga de novo para ver se aparece. E o que que vocês vão fazer? Pegar aqui para vocês. Ops, um minutinho. Eu quero que vocês tenham— sim, sim, sim, já só um minutinho. Eu vou compartilhar de novo, só um minuto.
Cadê o chat?
Eita, cadê a tela? Aqui achei. Compartilhando. Tá aparecendo? Certo, então vocês vão subir o arquivo de vocês do VIA. Vou fazer de conta que cadê meu VIA, eu tenho ele aqui, deixa eu ver se eu acho ele fácil. Marlon Silva Domingues. Então vocês sentem os dedos das pessoas aqui que eu vou baixando. Report, eu acho. Report VIA. Ô Jesus! Passionante, via! Vocês estão com de vocês aí já?
Tá, Marlon, se você procurar por Strange Profile, às vezes ele vem com esse nome.
Achou? Achei, achei um exemplo aqui. Então vai subir, tá? Sobe aí, todo mundo sobe.
Arquivo.
Aí vocês vão colar o prompt que eu vou mandar para vocês aí, ó. Com base nas 24 forças de caráter de Marty Seligman, irei fornecer a sequência das minhas 24 forças. Com isso, gostaria que me ajudasse a determinar quais são os meus 5 principais valores, e a partir dos valores, minha principal necessidade humana. Aí coloquei em parênteses Tony Robbins para usar referência de Tony Robbins. Então, ó, vou mandar para vocês aqui no chat do Zoom esse prompt. Copiem aí do jeito que tá. Aí, uma vez que o arquivo já foi anexado, cola ali embaixo como eu fiz e senta o dedo na jabiroca e veja o que vem. Essas não são as minhas forças, tá? É um exemplo ali, mas tá pegando aqui as 24 forças, vai processar.
Meu Deus, contribuição!
Aí ele vai trazer, ele vai pegar, vamos ver se vai pegar as 5 principais forças aqui. Tá vendo? Então ele pegou aqui, ó, das minhas 5 principais forças de caráter, ele tá colocando aqui, ó, provavelmente você valoriza a verdade, integridade. Se você tem a força de gratidão, você valoriza a apreciação do que você tem, de reconhecimento do que é positivo. Então ele vai trazer ali cheiros de valores conectados com as suas forças de caráter, com as 5 principais forças de caráter. E depois ele vai dar aqui para você um cheiro em relação às suas estados humanas. Com seus valores em mente, sua principal necessidade parece estar relacionado ao significado e conexão e amor. Tá falando para mim nesse exemplo aqui. É isso que eu quero que vocês tenham, quero que vocês tenham esses três pilares. Então vocês vão ter qual é a prioridade de vocês nessas das humanas, cinco principais valores e as suas cinco principais forças de caráter. Todo mundo conseguiu executar?
Eu executei, mas o meu não veio esse tanto de resposta do seu não. Meu já veio falando quais que são as 5 principais valores, que são as forças de assinatura.
Então, mas aí na frente ele tá falando o que que é o valor.
Isso, esses valores indicam que a sua principal necessidade humana, segundo Tony Robbins, provavelmente é contribuição.
Não, mas pera aí, antes ele deve estar colocando em cima ali as suas 5 principais forças de caráter, e na frente tá dizendo, ó, essa força tem talvez uma uma chance de parecer com valor e papapá, não tá assim?
Valoriza apreciação das coisas boas. Mas isso aí não é a própria força?
Não, não é discussão da força, não. Isso não é discussão da força, não. É o valor que tá vinculado a ela. Então o que que a gente tem que fazer nesse momento? Eu quero que vocês parem um minutinho para entender se o que tá aparecendo ali como possíveis valores vinculados a essas forças que faz sentido para vocês, representa vocês nesse momento. Porque pode ser que não representa, só que é uma IA que a gente tá usando para acelerar esse processo de compreensão. Então assim, com base nas minhas 5 principais forças de assinatura, ele tá dando um cheiro aqui para vocês do que pode ser possíveis valores. Nesse caso, exemplo aqui, tá dizendo aqui, ó, pô, se você tem a força de honestidade, então você é um cara que valoriza a verdade. Pô, faz sentido, você tá, força tá ali de unicidade tem a ver com o valor de verdade. Ó, se tem uma força de gratidão, pode ser que você valorize aí a apreciação do que tem, você tem reconhecimento do que que é positivo. Então olhem para isso aí e veja se faz sentido, você tem esse vínculo, né? Se eu fosse pegar, por exemplo, as minhas 5 principais forças de caráter, que é vitalidade, criatividade, perspectiva, humor, é a intenção social, 'Quais valores que ele poderia trazer para mim?' E falei: 'Pô, faz sentido, esses são os meus valores de vida mesmo.' Eu quero que vocês tenham um pouquinho mais de clareza nesse desenho de vocês. Então, forças, valores, e qual é a necessidade humana que parece ser mais gritante aí? Se vocês entenderem, tem algum valor que vocês querem acrescentar, acrescente. 'Pô, eu vou fazer esse ajuste, acho que na minha hierarquia dos 5 principais valores tem essa pecinha aqui que não chegou, não apareceu.' Então coloque. Mas eu quero que vocês tenham esse desenho: 5 principais forças de caráter, 5 principais valores, e a 1 ou 2 necessidades humanas mais gritantes.
Ok?
Sim, não, não, sim. Só um ponto. Ok, gente, vocês entenderam o exercício? Beleza, beleza.
Diga, Virgílio, posso compartilhar minha tela aqui?
Vê se você consegue.
Ixi, velho, eu tenho que liberar aqui.
Pera aí, Virgílio, deixa eu colocar você como anfitrião.
Eu vou ter que sair e entrar de novo rapidão.
Não, vê se você consegue agora.
Questão de segurança aqui do computador. Peraí, agora foi! Foi? Tá vendo a imagem?
Estamos vendo, eu tô vendo pelo menos aqui.
Eu já pus aqui ó, como posso monetizar e quais produtos possam atender a partir da minha necessidade até combinação das minhas principais forças. Aí já veio que ó, produto, serviço educativo. A minha deu aqui, ó, principal, o que significado de contribuição, né, deixar o impacto positivo. Achei massa.
Aí, produtos, respondeu tão diferente. Você perguntou outra coisa depois do—
não, mas calma aí, ó, pera aí, você pode fazer confusão. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, Carol, esse pedaço aí ele tá, ele tá indo além. O Virgílio já tá mandando pau escrevendo coisa no chat. Essa parte não contempla, não, não, ele tá só colocando plus dele, mas não faz parte do exercício, porque eu tenho um propósito diferente daqui a pouco. Mas conclui, Virgílio, o que que você tá querendo mostrar?
Só para não misturar, é porque assim, o que eu tô, o que eu achei massa aqui é que vários insights que eu já tive, ideias que eu tive, né, para fazer, mas não fiz ainda, mas o GPT deu aqui, né, tipo, ah, como é que eu ganho dinheiro com isso então? Então beleza, workshops, pessoal, mentorias, consultorias, aí conteúdo, plataforma, reflexão e gratidão, produtos criativos de impacto social, tipo criar camisa, acessórios com mensagens positivas e tal, saca? É projeto sociais de inclusão e equidade, criação de conteúdo e presença digital. Enfim, eu quis só mostrar aqui porque eu falei, cara, ok, isso de fato reflete tal, mas cara, eu quero ganhar dinheiro com isso, entendeu? Porque assim, cara, uma coisa vai nutrir a outra.
Sim, sim. Ó, deixa eu colocar um ponto que você trouxe aí, isso é bem legal, mas só para a gente por partes. O que que tem de principal para vocês entenderem aí? Quando a gente traz as nossas forças de caráter, que é o que a gente gosta para fora, E a gente consegue, através dela, fazer o caminho de volta para a necessidade humana, para ter um cheiro aqui do que pode ser. E esse cheiro do que pode ser é um entendimento de o que é que eu preciso abastecer na minha vida nesse momento, porque isso aqui tudo pode variar, pode mudar dependendo do contexto, os valores que eu tô vivendo. Mas esse caminho que você tá falando, pode ser que ao fazer esse movimento que apareceu para você de como monetizar, isso abasteça você ao ponto de você conseguir realizar coisas, sentir mais energizado, sentir mais um bem-estar melhor. Então esse é o ponto, tá? Esse é um ponto, mas não quer dizer que é fixo. Aqui eu só quero deixar claro, isso aí não é um propósito de vida, eu tenho que trabalhar com isso, não. Mas é um caminho talvez de momento de vida atual que possa causar uma nutrição que vai me deixar numa saúde, um bem-estar, numa produtividade mais legal, tá? Esse é um ponto importante. Mas, ó, qual que é o objetivo disso? Eu queria que vocês tomassem contato com esses 3 grandes elementos, que eles são o core, o alicerce para tudo: necessidades humanas, valores e forças de caráter. Essa é a mecânica, esse é o mecanismo, a estratégia principal do ser humano. E o que que eu quero que vocês façam agora? Deixa eu compartilhar uma outra coisa com vocês aqui. Tarará, tarará, tarará! Ó, vou mandar um link para vocês aqui no chat. Opa, veja se vocês têm acesso, entrem nele. É um PPT, tem o nome de vocês em algum lugar ali.
Não tem acesso, Marlon Silva Domingues.
Não tá passando. Vê se vai agora. Dá um F5 aí. Foi, foi show de bola! O que que vocês vão fazer? Eu vou dar 15 minutos para vocês, 15 minutos. Não sei não, 15 minutos para vocês, para vocês montarem um desenho como se fosse mapa dos sonhos, mas vai ser o mapa da sua identidade. Então quero que vocês agucem agora a força da criatividade e vocês vão fazer colar imagens, coisas da internet, frases que representem o quê? 5 forças de caráter, seus valores que apareceram ali, se você concorda com eles, e a necessidade humana que apareceu mais gritante para vocês. Eu quero que vocês transformem isso em algo visual para que vocês possam olhar para isso daqui para frente, durante hoje, aí as outras aulas, falar: pô, eu me identifico, Eu me conecto, eu olho para isso, ó, é só eu. Então eu quero que vocês peguem agora esses 3 itens, 3 recursos, e eu quero que eu vou dar 15 minutos para vocês fazerem aquilo que vocês acham criativo. Pode usar Google, ChatGPT, colo imagem, texto, faça um rabisco, que vocês quiserem, mas eu quero que vocês coloquem ali. Eu quero depois dos 15 minutos que vocês apresentem, que vocês contem, ó, eu sou essa pessoa aqui, eu coloquei essas imagens porque eu me identifico com isso, isso, isso, isso e aquilo. Essa é minha identidade. E a partir desse desenho, a gente vai começar os próximos passos depois. Pegaram a ideia, sim ou não?
Nossa, Marlon Silva, você me apertou, viu? Esse criatividade aí, socorro!
Vamos lá, você pode usar um negócio lá do Google. Você vai falar assim, cara, o que que tem aqui das minhas forças? Põe no GPT. GPT, como é que eu represento a imagem? Mas não vai pegar uma imagem só do GPT, não. Ideias, troca ideias com chat aí como um copiloto. Quero criar uma identidade, isso aqui, o que que você sugere? Eu vou deixar, eu quero provocar mesmo isso, Carol, é colocar agora a energia na criatividade. Usa o que você tem à disposição de recursos e monta alguma coisa que represente você, que você ao olhar fale: cara, eu me reconheço, são pontos que eu me reconheço aqui. Lembra que eu não falei para vocês, mas eu falei na internet, no Instagram? A gente só tem noção das nossas verdadeiras limitações e barreiras quando a gente se coloca diante de desafios. É aí que a gente percebe onde que o bicho pega, onde que eu travo, aonde que eu não quero isso aqui. E aí a gente trabalha. Ok, sim ou não?
Sim, beleza.
Então, 15 minutinhos, 15 minutinhos, vocês criarem algo bacana, lúdico, sobre a identidade de vocês, contemplando os 3 elementos que a gente viu aí. E, ó, uma coisa muito importante para você, Carolzita: pega a bodega da perfeição e dá uma bica nela e fala: agora não, é para brincar, é para se divertir, não é nada, não tá valendo nota, não é perfeição que eu quero aqui. Eu quero que vocês usem a criatividade e expressem de uma forma visual quem são vocês, com carinho, com amor. Tá, ele tá aqui, põe vocês meditação um pouco aí. Vocês querem? Se quiser, tá ali, já concentra vocês aí, vocês acharem que precisa.
Eu acho, antes você marcar o tempo.
Então vai lá, Thaly, vai, galera do Estado.
Vamos que a minha deixa, que eu vou precisar ir mesmo. Então Termino. Bora, vamos lá, a gente se coloca, vamos fazer nosso check-in, mas com uma pitadinha aqui a mais. A gente se coloca numa posição confortável, porém ativa, atenta. Quem quiser fecha os olhos, descruza os braços.
Vou roubar aqui, vou colar uma última imagem.
Pode colando, pode colando. Quem terminou aí 100% pode começar. Queria que explicasse, apresentasse aí. Vou dar permissão, levanta a mão, que daí eu dou permissão para poder compartilhar. E aí você vai falar de forma breve, ó, eu montei isso aqui com base nas minhas forças, são essas, meus valores. Isso aqui significa eu por causa disso, disso, disso. Simples assim, tá? Quem pode começar? Você começa, Tom? Pode ser.
Confutrião.
Vamos ver se você consegue compartilhar aí para nós.
Ele disse que tá compartilhando. Aí, garoto, vocês estão vendo? Talvez agora em tela cheia já fica mais fácil.
Boa!
Bom, beleza. Tipo assim, as minhas forças ali, as 5 forças da justiça: o critério, sabedoria, perdão, integridade e gratidão. Os meus valores, o meu valor mais forte é liberdade, igualdade social, justiça, né? De novo, Acho que isso aparece nos dois, respeito, responsabilidade, gratidão. E em cima disso, tipo, o Chet, ele elencou duas vertentes de necessidade: conexão e significado, e contribuição e crescimento.
Elas fazem sentido para você?
Sim, cara, total. Até um pouco do que eu tinha comentado, né, quando você perguntou, a gente tava debatendo disso, eu tinha comentado justamente da conexão aqui, da contribuição. As minhas imagens e as minhas ideias, a minha ideologia de vida, elas são bem pautadas com algumas ideologias que tem até, deixei por escrito aqui, igual acontece em Matrix, no V de Vingança, as ideias de um autor que eu gosto bastante que é o George Orwell. Então até as imagens que ele acabou gerando para mim foi tudo bem em cima disso mesmo. O bem e justiça é sempre bem forte para mim, pô, ele aparece aqui nas minhas forças quanto em valores pessoais. Eu acho que faz total sentido o que tá escrito aqui. Eu sempre busco muito esse lance de igualdade mesmo, sabe, de social. Igual eu falei, está presente na minha banda, está presente no meu trampo, está presente no dia a dia pessoal. Acho que a justiça realmente ela é a minha força gritante ali, junto com o senso de liberdade. Então tudo que tá escrito aqui, tudo que eu tenho no meu dia a dia, com as obras que eu mencionei, autores, as bandas que eu escuto são sempre muito pautadas em cima disso, de equidade, de causa social, da gente resistir a sistema opressor. Essas, todo esse mundo que eu comentei, é tudo em cima disso, sabe? De existir opressão, desigualdade, coisas do tipo, sabe? O que tá aqui realmente é bem, é bem explícito do que eu sou mesmo.
Então, pelo que você tá contando, né, a base da sua configuração, da sua identidade, tem a ver com justiça, tem a ver com esse lance social, a igualdade. Isso é um negócio forte para você, hein, cara?
Muito, muito forte mesmo.
Essa força motriz, né? Então, dessa essência, essa clareza é que você com certeza vai conseguir estabelecer metas que estejam relacionadas com isso. Caso contrário, vai ser desanimador, né, para ti.
Então, eu que eu comentei, faz parte do meu dia a dia mesmo, porque dentro do trampo eu tenho que ter esse equilíbrio. E a minha vida pessoal, o que mais pauta assim a minha vida é a banda, e a banda é totalmente inserida nesse universo, tá nesse slide aqui mesmo. Então é muito focado em liberdade, porque de novo, né, tipo, você está contra sistemas opressores, então é parada de liberdade, de respeito, de igualdade. É a sua responsabilidade também do que que você faz também, porque falar e escrever é bonito, mas o que que você faz no dia a dia? Então é muito bom estar em cima desse tipo de coisa, reflexão mesmo, de acordar as pessoas igual em Matrix.
Legal, Tom, show de bola! Obrigado, obrigado pelo compartilhar. Agora a gente já sabe um pouquinho mais do Tom, inclusive, a essência dele tá muito clara. E é muito legal, ainda mais a gente faz uma validação quando a gente ouve as pessoas, a gente vê que se repete na verbalização delas. Aí é um carimbo explícito, né? Pois isso aí é valor à pessoa mesmo, né? Ele se move em relação a isso. Muito bom. Escolhe alguém, Tom.
Eu escolho a Nath.
A Nath.
O maior desafio foi usar essa ferramenta porque eu só uso tipo Microsoft, ficou horrível. Mas deixa eu compartilhar aqui. Você vai compartilhar, Marlon Silva?
Você, deixa aí você como pode compartilhar. Já coloquei para você, tem um botãozinho, uma setinha para cima assim, um botão compartilhar.
Beleza, deixa eu colocar aqui no modo de apresentação e aí vem A setinha aqui no Zoom para você compartilhar. Deixa eu ver aqui, gente, essas ferramentas para mim. Achei, achei.
Boa!
Então ficou bem ruim, mas aqui é o que que é ruim.
Não, não tem ruim não, não vamos ver o negativo, tá? Aqui, ó, eu vou que vocês estão aqui. Exato, exato.
Mas eu vi que as minhas forças, tudo que eu coloquei que tenha muito a ver com as minhas forças, eu acho que o aprendizado não só na questão de eu aprender, mas de eu compartilhar algo para gerar valor na vida das pessoas é algo que tem muito a ver comigo. Então eu sempre estou buscando conhecimento, eu acho que o conhecimento liberta, ele traz novas perspectivas, e eu tenho muita vontade de gerar novas perspectivas na vida das pessoas. Então eu vi muito isso, principalmente no ambiente de trabalho, com as pessoas que eu me relaciono. Muitas vezes as pessoas não conhecem quem elas são, elas não sabem qual é o potencial delas, elas não acreditam, E elas duvidam. E muitas pessoas vivem uma vida sem significância mesmo, sabe? E no final ali chega, né, até mesmo se questionando se tá vivendo propósito, tá vivendo. Então eu quero ajudar cada vez mais, né, as pessoas se encontrarem. Quero cada vez mais ajudar as pessoas a se potencializarem. E acho que isso para mim tem que estar muito conectado com a minha integridade. Eu acho que Geralmente quando a gente é íntegro, a gente também, eu acho que além da gente querer as coisas um pouco corretas, tá ligado, a justiça, eu acho que a gente acaba olhando muito para as pessoas também, né? Então a gente tenta trazer essa igualdade, diminuir essa diferença que existe, né? A justiça fala um pouco mais da imparcialidade, mas eu acho que tem a ver com a igualdade. Então eu Eu sempre penso assim: se eu conheço, se eu tenho a possibilidade de buscar novos aprendizados, um conhecimento, uma forma de vivência, experiência diferente, por que que eu vou deixar as pessoas sem também saberem que existe essa possibilidade? É, e aí que eu não terminei aqui, foi engraçado porque quando eu puxei lá as principais as principais necessidades humanas da força do Tony Robbins, para mim veio muito essa questão da significância. Mas quando eu puxei aqui no ChatGPT, conectado aos meus valores, as minhas forças aqui de caráter, puxou a necessidade de mais de crescimento e contribuição. Então foi tão legal que quando eu fiz uma reflexão aqui de, né, de eu querer ter mais significância e relevância, eu também puxei por uma perspectiva que eu também quero que as pessoas tenham mais significância e mais relevância. Mas o Shetty trouxe algo muito diferente. Então assim, me inspira muito compartilhar conhecimento porque eu acho que o conhecimento realmente liberta.
Legal, bacana. Então, o que fica para mim te ouvindo aqui é essa parte do conhecimento, compartilhamento, um negócio que pega muito para você, que parece que tá na tua raiz da identidade. Faz sentido? Faz, deixa eu só, super bacana, bacana, boa, boa. Escolhe alguém, Nath.
Eu vou escolher a Jana.
Jana, go! Bora lá compartilhar com você aqui, Jana. Vou compartilhar. Não, vou ativar para você. Você agora, você vai, tá liberado. Conseguem ver, né?
Olha que beleza, uma coletânea de imagens.
Boa!
Bom, falando um pouco sobre os meus valores, né, de amor. Então o amor para mim tá muito relacionado aos meus amigos, meus amigos, ao meu amor próprio, né, a minha conexão comigo mesma, meu autocuidado, estar com a família, estar com os meus amigos. Também a gente tem uma parte de aprendizado, né, moral aprendizado, que para mim é muito forte. Para mim, aprender também é ler livros, fazer aulas, mas também ter conexão com as pessoas. Então assim, eu gosto de aprender dessa forma, né, eu a vitalidade ali também, a energia, né? Isso também está relacionado a um dos valores que apareceu, que é o entusiasmo pela vida. Então assim, eu realmente tenho muito disso assim, dessa energia, desse entusiasmo por viver, por estar perto das pessoas. Sou uma pessoa também otimista, né? Então Tô sempre olhando ali para as coisas que podem ser boas, o que pode dar certo. Ele trouxe para mim de valores muito conectado até um assessment que eu fiz há um tempo atrás, aquele assessment do Barrett, sabe, Marlon Silva Domingues? Exatamente, deu bem perto, deu bem legal, e ele trouxe isso assim, né? A energia, o entusiasmo pela vida, a autodisciplina, né, ali de manter o controle também. E eu tenho como força o autocontrole. Então assim, essa parte, né, de ter autodisciplina, o autocontrole, então isso também é muito meu. Eu venho desenvolvendo com muita energia isso também, de ter cada vez mais E ele trouxe de necessidades humanas muito relacionado ao amor, a conexão com as pessoas. E sim, né, isso também tá conectado às minhas forças. E a crescimento, né, e contribuição. Só que, e é isso, essa imagem aqui para mim representa isso, porque para mim, que para a gente crescer, contribuir, a gente tem que enraizar primeiro para depois para depois conseguir contribuir. Então essa figurinha aqui da plantinha, ela significa muito, e eu acho que é muito isso assim, primeiro a gente cresce para dentro para depois a gente florescer para o mundo. Então tá muito, muito conectada a isso também, ao meu aprendizado, e é um valor que eu tenho de bem-estar, de crescimento, de autodesenvolvimento. Então É isso.
Legal, legal. Do que você conta, para mim, o que parece assim ter uma intensidade muito forte é esse lance de olhar a vida de uma perspectiva muito positiva, porque isso abrange saúde, energia, aprender, amor. Então parece que esse é teu, é teu chan, né, da identidade, é viver a vida no florescimento, né, e preservar isso e cultivar isso, né.
É, exatamente. Eu sempre falo para todo mundo que o universo sempre conspira a favor, sempre conspira a favor. É assim, eu tenho isso como mantra para mim. Quando eu olho, vocês falam assim: universo conspira a favor. Então é sempre a favor, é sempre o lado bem florido da vida.
Boa, boa, top! Escolhe alguém. Carol, Carol, deixa eu botar para você aqui, botar para você aqui, é bom botar para você aqui a confutria.
Foi?
For host.
Foi!
Oh my God! Hey ho, let's go! Share. Vocês estão vendo o PPT ou não?
Sim, só dá um presentar aí, fica legal.
Tá, gente, meio tabajara aqui porque questão visual não é comigo, mas ai, de novo, vocês estão vendo?
Sem julgamento, bora lá, tá lindo.
É que só quero que eu projeto. Vocês estão aqui na minha frente, deixa eu ver se— ah, beleza. Foi levar para cima, para cima.
Pronto.
Então, eu gostei muito do último texto que ele, que a IA me gerou aqui, que eu achei que eu me identifiquei muito assim, né, que eu tenho uma necessidade de contribuir, de deixar um impacto positivo assim nas pessoas, que eu, desde uma conversa simples assim, besta, até uma outra. E assim, foi até eu me conectando assim com o meu dia a dia no trabalho, né. Eu fico maluca quando eu percebo na fisionomia de alguém que tem alguém que tá incomodado com alguma coisa. Então esse bem-estar coletivo é uma busca muito intensa. Tipo assim, eu lembro às vezes no trabalho: "Ah, foda-se, problema é dele." Eu falo: "Mas eu não consigo, é muito mais forte do que eu essa necessidade de ir lá e cavucar até entender o que que tá possivelmente gerando incômodo, né?" Isso às vezes é difícil no dia a dia do trabalho, que às vezes você acaba se tornando um pouco invasivo, né? A pessoa só quer ficar quieta lá trabalhando, mas enfim. Então essa necessidade de contribuir, né, ela é muito grande. E promover, né? Aí eu tentei colocar promover um ambiente de cooperação, de apoio. E aí eu gosto muito de comemorar com as pessoas, assim, nunca sozinha, tipo "O que que fez? Olha o que que deu certo!" E eu tenho muito essa coisa do parar, né, que eu tentei gerar uma imagem no Mirante aqui em BH, mas não deu muito certo não, de eu amo ver lua, pôr do sol, ver meus filhos dormir, desde coisas maiores assim, grandes resultados, até menos, né. Então é como se eu buscasse, né, tudo eu encontro um significado, uma significância, né. Mas acho que essa questão de cooperação, de apoio, de fazer as coisas em conjunto com as pessoas, de comemorar junto, são muito fortes assim na minha identidade. E às vezes até isso, né, aquele lance que eu falei de ser invasivo. Às vezes você quer tanto ajudar e a pessoa não quer ser ajudada, né? Então saber ter esse discernimento, né, de querer sair querendo resolver todos os problemas do mundo e que passam na sua frente.
Legal, hein, Carol? Bacana, bacana. Eu pego aqui, ó, assim, que para mim ficou bem destacado a tua fala. Sem sombra de dúvida, relações. Você curte muito essa parada. Então, assim, o negócio que te dá, parece, muita vibe, é você tá fazendo algo que envolve relações. Relacionamento com as pessoas. É um exemplo muito simples, mas assim, Carol não é uma pessoa que fica isolada programando no computador ali quieta. Ela gosta da movimentação, né, do agita, falar: oh, aqui, oh, passou um rapazinho ontem de carro aí, vocês viram, né? Aí você gosta de trocar, relacionar, show. E a outra coisa também ficou forte também Até dado as imagens, imagens que você colocou ali, é que você tem uma vibe boa, você curte apreciar. Eu nem falo apreciar beleza, mas é apreciação. Pô, eu curto. Você falou que 3 vezes hoje já que você tira foto dos seus filhos dormindo. Então assim, se isso não for um valor, não tiver isso envolvido, nós vamos ter que denunciar você por alguma coisa muito louca. Mas assim, é apreciação. Você falou, cara, eu acho lindo. Já você falou, você já viram criança dormindo? Cara, olha o tempero que você tá colocando. Então isso é um negócio maluca.
Eu acho que tem a ver com gratidão, que é isso.
Pode viajar para os lugares que o Virgílio vai lá para apreciar a lua lá.
É, não, mas eu da janela aqui mesmo eu já fico procurando esses dias aí para trás, mas enfim, legal, legal. Então acho que é um momento que me traz muita gratidão.
Boa, boa, legal, massa, massa, show de bola! And the last but not the least, Virgilhão. Olá! Espera aí, Virgílio. Aí, foi.
Tá vendo aí?
Sim.
Ai, que legal! Eu tentei fazer um mapinha desse, não deu certo não.
Aí eu usei da minha criatividade para pedir o GPT para gerar um mapa com tudo ali condensando e combinando, né, os meus valores com a necessidade humana que saiu. Então necessidade humana mais em destaque também ali foi a contribuição né? E junto com a contribuição, essa questão da vida ter um significado, de devolver isso para a sociedade, né? Isso é algo que gera um senso para mim de que a vida tá valendo a pena muito grande. E aí, dos valores principais, né, ele até foi fazendo um mapa até chegar na contribuição. Que é a criatividade, a justiça, integridade. Então foi, né, o GPT gerou essa imagem aí, eu achei bem legal, vou explorar isso até mais depois. E também pedi para gerar com, que eu gosto muito de luz fluorescente, neon, então acabou gerando essa do lado aí, mas tá incompleto ainda. Mas eu achei bem da hora assim, tipo, essa mesclagem tanto da, dos meus valores principais com as necessidades humanas, né? E aí, trazendo, trazendo para o momento atual, para o dia a dia, eu tinha enviado até um áudio para o Marlon deve ter uma semana, né, perguntando, cara, como é que eu faço para me firmar, né? Como que eu de fato me firmo em cima desses, não só desses valores, mas como que eu faço para mim firmar colocando isso como sendo algo atuante na minha vida? No sentido de, cara, o que eu fizer no meu dia a dia tem que ter isso, sabe? Tem que— não adianta eu, sei lá, ir trabalhar ou viver de uma forma, mas esses valores, essas coisas que eu acredito, não tá mais ou não fazer parte do meu dia a dia, sabe? E eu achei interessante porque o que ele trouxe ali, né, Virgílio, você tem que repetir, você tem que fazer cada vez mais e procure pessoas, né, para tu ir mentorando e desenvolvendo isso. Eu achei interessante que perguntando aqui no ChatGPT como é que eu monetizo isso, veio também isso como sugestão, né, de criar outros produtos e colocar isso em prática. Que é justamente essa questão do retorno, né, do contribuir, de devolver, de dar algo de volta, né, para a sociedade ou para a vida, né, como um todo. Então basicamente é isso. É uma coisa que eu até fico refletindo aqui, eu sou casado, tem filha, e né, a gente tem a nossa vida pessoal, mas uma das coisas que verdadeiramente me move assim é essa possibilidade de tá aprendendo, tá colocando algo que eu tenho como dom em prática, mas de alguma forma tá servindo as pessoas. Isso é muito latente na minha pessoa, e eu me pego quando isso não tá Quando isso, quando eu não tô nesse ciclo, eu percebo que eu começo a adoecer, saca? Bom, é isso.
Legal, legal, cara, bacana. Para mim, de tudo que você colocou aí, o que mais ficou latente para mim é o lance de servir as pessoas mesmo, de fazer com os outros, de ajudar, de mentorar. Parece um negócio que é muito forte para você nesse aspecto aí. Muito legal, gostei demais. Eu vou depois, vocês podem, se precisar, ir falar com seus cônjuges, se alguém tiver aí, falar: cara, eu não sei como é que eu lido com você. Por exemplo, o Marlon, que o Marlon tá sabendo de tudo aqui agora, porque é lindo de ver o desenho, como é que ele vai se estruturando e como que a gente vai contando e aprendendo cada vez mais sobre o funcionamento de cada um de vocês, né? Vai fazendo sentido, as histórias, os pontinhos vai encaixando aqui, você fala: "Olha o desenho, a Jana funciona assim, o Virgílio funciona assado, a Nath funciona assim, a Carol funciona assim, o Tom..." É muito bacana, é muito bacana. Então, a cada prática eu tô vendo que surge um item que, pô, entra ali, tem um desenho de vocês, sendo muito, pelo menos a minha percepção aqui. Para a gente fechar esse tópico, e aí eu queria entrar no outro antes do nosso break para o almoço, que vai ser mais gostosinho, eu acho. O que que vocês levam de aprendizado desse exercício? O que que ele trouxe para vocês assim? Um insight, uma visão, clareou, me colocou a pensar nisso? O que que ficou para vocês rápido assim? Um insight, uma ideia?
Clareza. E para mim, clareza e aceitação. Tipo assim, não adianta negar, não negue, não negue a você.
Legal, clareza, aceitação, ótimo. E você, quem mais? Quem mais?
Mas para mim é, eu tenho que fazer isso mais vezes, eu tenho que ter o tempo de fazer, de exercitar essas coisas para mim, para construir para mim, saca?
Legal, boa! Quem vai, quem vai, quem vai? Então, Janath? Pode falar, Nath.
Pode, Jana.
Que eu ia falar, que para mim traz muito sobre, para mim, isso me dá energia, né? Quando eu olho, trazer, buscar essas imagens.
Oi?
Ah, tá.
Buscar essas imagens, porque aí voltou.
Tá bom.
Quando eu fico pensando assim, o que que representa para mim amor, crescimento, conexão? E aí Esse tipo de exercício me energiza, é muito bom assim pensar nisso e materializar em imagens, né, imagens reais ali com pessoas. Então para mim traz muita energia esse tipo de exercício.
Massa, massa. Nath, você ia falar?
Eu acho que assim, para mim trouxe essa clareza maior. Eu acho que a gente sempre tá olhando para isso, às vezes a gente não para para pensar, refletir muitas vezes o como, tá? Como de fato eu sou, por exemplo, eu falo com meu marido, Marlon, ele não vende um produto, ele é o produto. Então assim, como que a gente vira esse produto que a gente tá na nossa identidade, sabe? Que a gente realmente viva isso, que a gente não só fale disso.
Isso é legal, isso é legal. Inclusive, é o valor que eu defendo, né, o seu walk the talk. Eu acho que é isso, faz muita diferença, diferença mesmo. E tem a ver com o nível de exposição, né, tem a ver com nível de exposição, não tem como, é praticar. Legal. Tom?
Para mim, cara, poder da observação e do autoconhecimento. Justamente para ter o walk the talk. Eu também tenho muito isso comigo, tipo, é autenticidade, tá nas minhas forças de assinatura, né? Então eu não consigo ser algo que eu mesmo não acredito. Por exemplo, tudo que eu trouxe ali de imagens e textos, eles realmente, tipo, não é um produto que o ChatGPT me trouxe. Eu que dei os inputs para ele desenhar o que eu sou, na verdade. Então faz total sentido ali. Eu acho que é isso, quanto mais a gente se observa e se conhece, acho que é mais fácil você ser Você de uma forma autêntica assim, sem ser forçado, sem ter Instagramável, digamos assim.
Legal, massa, Tom! Show de bola, galera! Show de bola, que massa! Depois, depois do final, eu quero voltar nessas palavras que você trouxe. Olha que linda, baita clareza da hora também de outras coisas. Mas vamos prosseguir. Vocês aguentam mais 10 minutinhos aí? Dá para a gente fazer mais um? Tá, deixa eu compartilhar a tela aqui. Esse é um clássico que a gente vai fazer, mas é um clássico dos clássicos, e isso é muito poderoso. Tão vendo a tela aí? Sim, conhecem a Roda da Vida? Quem já fez a roda da vida alguma vez aí? Alguma vez já exercitou esse exercício dos exercícios, né? E como eu tava falando para vocês, esse exercício, lembra quando eu comecei a fazer coaching, até na empresa, é uma ferramenta, e todo mundo falava assim: ah, mas de novo roda da vida e tudo mais. Cara, isso aqui tem um poder, um poder de trazer priorização, um poder de trazer direção para gente que é poderosíssimo assim, é imensurável. E é gostoso de fazer. Então, o que vocês vão fazer agora, basicamente, é vocês vão responder. Eu deixei um form preparado, vocês vão mensurar ali de 1 a 10 alguns itens, algumas áreas da vida. Porque, de novo, pode ser que você esteja com a vibe de colocar ação, energia na tua carreira, pode ser que não seja. Eu quero melhorar minha finança, quero melhorar minha saúde. Então eu abri o leque como um todo e eu quero que você faça um 360 na tua vida agora. E você se autoavaliar de coração, de coração e transparência com você, de como é que você está se vendo, dando uma nota para cada uma dessas áreas de 1 a 10, tá? E aí vocês vão ter algo assim, ó. Conforme vocês forem finalizando, eu vou gerar para vocês um gráfico como esse. Vocês vão ter essa imagem visual aqui. Isso aqui vai ser um grande norteador para você tomar decisão e falar, ó, sabe o quê? Aonde que eu vou construir a minha clareza? Qual é a fatia que eu vou priorizar? Porque muitas vezes o que acontece com a gente, a gente quer fazer tudo, é possível priorizar tudo, a saúde. Eu tava assistindo esses dias um podcast, eu adoro esse podcast, podcast para mim hoje é o maior veículo de ensino, do Caio Carneiro. Conhece o Caio Carneiro? Sócio do Flávio Augusto, do Jojota, falando sobre vendas. Inclusive, semana que vem vou estar com o Caio Carneiro ao vivo, com ele e Flávio Augusto, vai ser bem legal, cara., um grupo de mentoria bem, bem pequeno assim, mas é massa. E o Caio Carnêndio falou assim, perguntaram para ele, cara, como é que é o lance de você equilibrar coisa na vida, né? Ele falou, cara, tem fases. A fase de crescer um negócio, a fase de acelerar uma carreira, a fase de você colocar energia para chegar em outro lugar, você precisa inevitavelmente escolher algo. Então aquela rotina assim, ah, ele falou, acorde de manhã toma um banho de gelo, eu como uma mãozinha nele. Falei: cara, não existe. Para quem tá construindo algo, você precisa escolher. Alguma coisa vai cair, mas que caia de forma consciente, que depois você possa resgatar. Ele falou: cara, eu sou um cara que eu mantenho meu shape, eu sou um Iron Man, mas quando eu tava construindo o meu negócio, construindo o meu portfólio, construindo a minha vida financeira de próspera, eu deixei muita coisa acontecer. E isso aí tem que vir com base em quê? Em diálogo, em expectativas, em comunicação com as partes que precisam saber, tá? Então é por isso que a Roda da Vida é muito massa, para entender assim aonde tá nesse momento o foco, qual desses itens que se eu alavancar vai trazer mais resultado para mim a longo prazo, vai me colocar numa posição, numa postura que eu possa depois prosperar melhor. Então eu quero que vocês preencham o formulário agora com muita tranquilidade, tá? Ele não é longo, são 12 áreas, se não me engano. Pergunta, tem lá a área, tá assim, ó, plenitude. Aí tem uma provocaçãozinha para você pensar como é que eu tô fazendo a plenitude. Aí você vai colocar uma nota de 1 a 10, tá? Conforme você for terminando, eu vou gerando esse gráfico aqui para vocês. Ok, deixa eu mandar para vocês o form. O Virgílio tá com a mão levantada, pode falar.
É, eu queria compartilhar uma coisa que eu lembrei aqui, eu achei interessante.
Pode falar.
2009, eu acho, 2010, eu tinha uma vizinha amiga, né, que ela tava formando em terapia ocupacional. Ela me veio com uma, e eu tava quase terminando a faculdade de sistema de informação, aí ela veio com uma proposta assim: Virgílio, eu preciso fazer meu TCC e tal, e pensei em fazer um software que ele vai me dar o resultado da roda da vida. Eu nunca tinha ouvido falar disso, né? Ela só falou assim: não, eu vou preencher os números, ó, se eu colocar o número aqui de 0 a 10, aí tem que gerar um gráfico igual tu mostrou aí. Aí eu fiz em C# lá em .NET, né, que tinha Umas facilidades com gráfico e tudo, para vários componentes ali para Windows, né? Aí eu fiz para ela, colocava lá de 0 a 10 e gerava um PDF com essa imagem aí.
Mas eu acho que eu ganhei, ela pagou R$200 para fazer isso.
Sério?
Que da hora!
Só que não sabia nada, velho, não sabia para que que usava, não sabia nada. Eu só vi que é só, falou, põe os números lá e faz Quero o gráfico bonito, show!
Mandei para vocês aí, vocês viram o link no chat, pegaram aí? Então manda pau, acho que em 5, 7 minutinhos vocês respondem isso aí, mas podem ficar tranquilo, leiam com tranquilidade, importante, respondam com base no que vocês estão hoje, hoje, tá? Vou deixar aqui 7 minutinhos, mas a gente vai olhando. Isso é o momento de vocês. When your face is before me, I can only imagine. I can only imagine. Surrounded by your glory, what will my heart feel? Will I dance for you, Jesus, or in awe of you be still? Will I stand in your presence or to my knees will I fall? Will I sing hallelujah? Will I be able to speak at all? I can only imagine. I can only imagine. I can only imagine when that day comes and I find myself standing in the sun. I can only imagine when all I will do is forever, forever worship you. I can only imagine. Eu vi no Zap, tá mandando no Zap, mas fica escuro a imagem. Vou jogar lá no PPT de vocês. Olá, Nato, seu All I will do is forever, forever worship you. Next, Jonah. Sometimes I fall to my knees and pray. Come, Jesus, come. Let today be the day. Sometimes I feel like I'm gonna break, but I'm holding on to hope it won't fade.
Come, Jesus, come.
We've been waiting so long for the day you return to heal every hurt and right every wrong. We need you right now. E aí, é isso? É assim que vocês se veem hoje? Tão contente com o Rafa ou não?
Mandou aonde?
Tá no PPT, no PPT embaixo, da onde você colocou lá os seus coisas, tipo, lá tá imagem embaixo, é sua. O que a gente vai fazer agora? De almoçar agora. A gente vai voltar agora, são meio-dia e 53. Podemos fazer uma horinha de almoço para a gente poder voltar e continuar aqui? Tem bastante coisinha, pode ser uma hora. A gente volta, a gente volta às 2, 2 horas em ponto, pode ser? Ok, tá. 2 horas a gente volta e a gente vai fazer uma continuidade nesse exercício, que a partir dele agora que a gente vai começar a aí para nossa clareza de objetivo, tá bom? A gente volta e vocês vão trabalhar em conjunto aqui, vai ser legal, vai ser legal.
Fechou?
Fechou.
Bom almoço, 2 horas em ponto, please, porque eu vou precisar de todo mundo aqui para a gente poder fazer, ok? Bom almoço, até já. Ó, vamos lá. E aí, como foi? Escreveram, cara? Caramba, eu também tava fazendo aqui em paralelo. Desafiador, desafiador. Eu queria validar algumas, eu queria validar algumas antes de partir para o próximo exercício de vocês. Vai no PPT de vocês lá, que a gente vai manter esse PPT aqui inclusive para a gente usar nas nossas entregas, nas próximas interações a gente for ter de sessões. Vai lá na tua roda da vida, do lado tá escrito meta smart. Cola tua meta smart ali para mim, por favor. Eu quero validar algumas metas smarts aqui para a gente ver como é que ficou.
Eu vou ter que escrever tudo, então vou precisar de um tempo. Porque as ideias mudaram, entendeu? Fiquei lá interagindo com Virgílio. Enquanto Virgílio tinha tudo pronto pronto, e a gente discutiu, tava tudo lindo. O meu não tava, e a gente foi por um caminho, e aí tudo que eu tava pensando, aí vou refletir tudo de novo, vou fazer tudo de novo.
Então, tranquilo, mas eu posso ir preenchendo, eu posso ir preenchendo.
Eu preciso ser honesto aqui, a tua última fala, tu sabe que exatamente o que tu tem que fazer.
Eu sei o que eu tenho, é que eu falo assim, o que eu tinha escrito para mim aqui que dava para transferir Eu não escrevi, então assim, eu escrevo e coloco lá depois com relação aos valores. Mas vou escrever, Marlon. Aguenta aí, vai perguntando as outras pessoas.
Não, tranquila, pode ir, pode ir, pode ir colocando ali. Eu acho que não vou fazer de todo mundo, eu quero mostrar para vocês. Depois eu mostro o mecanismo de validação, que vocês vão achar um negócio assim fora do comum, como a gente vai validar isso aqui. Double click. Double click. Eu quero pegar uma ou duas aqui agora e fazer essa validação para a gente ver como é que tá. Alguém já colocou completo ali?
É só a meta ou a parte dos valores ali embaixo também?
Não, só, só Smart, só Smart. Partir desse momento. Coloquei lá, colocou. Beleza, Virgílio, eu vou te usar como exemplo aqui. Vamos ver o que que vai dar. Eu criei um prompt aqui no GPT para poder validar. Vamos ver o que que ele disse para a gente. A gente faz agora um double afiamento de machado. Mas, Marlon, por que que você não fez isso antes? Para pôr a cabeça funcionar, né? Vamos ficar dependendo 100% da IA? Vamos usar a IA para poder afinar o machado. Deixa eu compartilhar aqui o GPT com vocês. Pera, pera, pera. Vocês percebem que legal que a gente pode fazer agora umas pontes bacana com o ChatGPT, de uma forma que ele auxilia a gente fazer as coisas, né? Ó, deixa eu compartilhar a tela com vocês.
Gente, vocês não acordaram o Biel, não?
Nós aqui não, só se alguém acordou aí. Aqui não, ninguém acordou. Eu garanto que não foi.
Fiz uma soneca desse tamanho, ele não dorme à noite. Foi mal.
Você viu a cagada que nós tomamos aqui, gente, à toa? Puta xingo que nós levamos, hein! Vamos lá, Carol. Figura demais, gente. Ó, tá vendo aí? Tá aparecendo para vocês ali a tela? Tá, né? Agora tô com duas telas que eu consigo ver. Já veio de vigilhão. Vou pegar o seu aqui agora. Perdido, cara. Eu compartilho os negócios aqui, minha PC tá travando. Chat, com base no modelo SMART, avalie a seguinte meta escrita. Minha meta é, aqui do Virgílio, ó, conquistar uma nova oportunidade de trabalho remoto recebendo em dólar em até 6 meses. Me dê uma nota de 0 a 5, sendo 0 ruim e 5 muito bom, com relação a cada um dos acrônimos SMART. Me dê sugestões de onde eu posso melhorar minha meta. Tá preparado aí, Virgílio? Pode sentar o dedo.
Bora lá, senta a porra, velho!
A máquina ajudar agora, né? Vai travar o trem aqui agora. Pode descompartilhar para ver se é minha internet.
Vamos, filho!
Eita, maestra, vou mesmo. Faz de novo. Agora a gente entrou, acho que, em disputa aqui em casa. Que a Bela chegou, ela deve ter ligado Netflix, tá tudo consumindo agora, brigando aqui na sala e escritório. Deixa eu pôr de novo aqui, se vai.
Agora que vai. Partilhando.
Parece que tá bom o negócio aqui, cara. Tá vendo um monte de 5 aqui. Vamos ver. Olha lá, aqui está a avaliação da meta: conquistar uma nova oportunidade de trabalho remoto recebendo em dólar em até 6 meses, com base em Smart. Sobre ser específica, deu uma nota 4 de 5. A meta é bastante específica, mencionando uma nova oportunidade de trabalho remoto e recebendo em dólar. O que é claro e direcionado, porém falta um pouco de clareza sobre o tipo de oportunidade que você deseja. Por exemplo, setor, função, ou se é uma posição em tempo integral ou projeto. Sugestão de melhoria: para torná-la ainda mais específica, acrescente detalhes sobre o tipo de trabalho que você busca, como conquistar uma posição como desenvolvedor remoto em uma empresa de tecnologia americana. Massa, né? Dá um chancezinho a mais ali. Mensurável, mesma coisa, 4 de 5. A meta é mensurável, pois você saberá se alcançou o objetivo ao conseguir uma oferta de trabalho que atenda as condições descritas. Melhoria: para maior clareza, defina parâmetros adicionais, como receber uma oferta formal de trabalho remoto com uma remuneração de no mínimo X dólares por mês. Ó, como dá para ir um pouquinho mais profundo. Ativo, bom, 4 de 5 também. A meta é alcançável, especialmente se você possui habilidades e experiências necessárias para atuar no mercado internacional. Se tiver um plano de ação, as chances de concretizá-la aumentam ainda mais. A gente vai criar já já isso aí. Sugestão de melhoria: avalie os recursos, contatos e habilidades que você precisa para se destacar e estabeleça ações específicas, como melhorar meu perfil do LinkedIn e buscar vagas ativamente, ou desenvolver um portfólio de projetos internacionais. 4, ela é relevante. 5 de 5. Essa meta é relevante, pois traz o benefício de uma nova oportunidade de trabalho com recebimento em dólar e flexibilidade de local. Acho que o chato tá bem americanizado. Pô, vai pagar em dólar, isso aí faz sentido para mim. Que podem ser, que podem estar alinhados aos seus objetivos de crescimento e independência financeira. Sugestão: considere reforçar a relevância para você pessoalmente. Refletindo sobre como esse tipo de trabalho contribuirá para os seus objetivos de longo prazo, o que pode dar mais clareza ao seu foco. E por último, time-bound, temporal, 5 de 5 também. A meta é bem delimitada, né? Você foi bem específico, né? Prazo de 6 meses, o que ajuda a manter o foco, criar um cronograma de ação para conquistá-la. Muito bom. Sugestão de melhoria: para reforçar, para reforçar o aspecto temporal, você pode estabelecer pontos de controle ao longo do tempo, como aplicar para x vagas por semana ou completar um curso relevante nas duas primeiras semanas. Ok, massa, né? Aí ele escreveu aqui, ó, resumo final, meta reformulada. Virgilhão, vou colocar para você ali, ó, vou jogar para você lá no seu PPT.
Copia para mim toda a resposta e manda.
Quer ver?
Eu vou te mandar aqui, ó.
Manda o prompt, manda o prompt. Eu vou mandar o prompt para vocês agora. Eu quero que vocês agora, nesse momento, validem. Peguem o prompt e validem. Mas é preciso ter escrito aí pela primeira vez, a primeira versão, para ele poder—
Eu compartilhei contigo aí um documento aqui, ó. Deixa eu mandar o link aqui, tu manda lá.
Ó, vou jogar aqui no chat de vocês o prompt. Peguem aí, faça uma validação e ver se vocês concordam, né? Se as melhorias dele faz sentido. Eu preciso que vocês façam esse movimento aí. Vou dar para vocês aí 5 minutinhos para vocês reverem, fazerem o prompt e reverem, porque o próximo exercício Já precisa dessa meta SMART pronta para o próximo passo. Então validem aí, ok? Aqui, gente, estamos alinhados. Então exercício agora, 5 minutinhos para vocês validarem com o GPT o que é que vocês criaram, que que tem de ajuste, ver o que que ele joga no final para vocês, se faz sentido, se fica melhor, se vocês concordam. Para a gente ir para o próximo exercício.
O Marlon, copia o conteúdo que ele gerou desse aí, copia, copia, copia, que eu te mandei, por favor, que o meu aqui já deu diferente já.
Cadê você, Virgílio?
Só no meu WhatsApp?
Onde você mandou?
No chat aqui do Zoom, esse docs aí.
Coloquei aí.
Obrigado.
Você achou que foi legal, Virgílio? Você concordou com os pontos que ele colocou?
Sim, inclusive, cara, eu acho que a principal reflexão para mim de tudo que a gente tá fazendo aqui é começar a pôr mais no papel as coisas que eu penso, que tá na minha cabeça, e não ficar só na minha mente e executando, entendeu?
Legal.
Tem muita coisa que ele escreveu aí, tem muita coisa que eu fui fazendo junto com a Jana aqui. Até a Jana perguntou: você já tinha isso pronto? Falei: tinha, mas tava na minha cabeça. Só que eu não, tipo, eu penso tudo e tal, aí tipo minha memória RAM vai enchendo, vai enchendo, entendeu? E aí eu perco algumas coisas. Então eu preciso escrever mais, eu preciso pôr mais no papel, saca? Aí esse processo tem me ajudado nisso, colocar no papel Eu acho que o mais interessante aqui usar o GPT para ter alguns insights também.
Isso, exato, cara, exatamente. Mas é muito importante a gente fazer esse primeiro movimento, né, depois fazer essa validação com ele, que a gente tirou da cabeça, porque senão a gente vai ficar enviesado pegando resposta dele. Então a gente faz, a gente valida, aí fica legal para caramba, ajuda muito. Show, obrigado. You are welcome.
Cara, eu tava— você vai puxar outra coisa aí já ou não?
Esperando a galerinha terminar, a gente já vai para o próximo exercício.
Eu tava pronto, velho, esse foi um das ideias que eu tive.
Quando você coça o piolho assim, eu te conheço. É porque tinha muita gente. Ó, você falou um negócio aí e eu vou fazer uma ponte com o que a Nath falou no primeiro, antes do almoço. A Nath falou do lance da gente ser o produto Quando você tem uma experiência, você viveu aquela experiência, cara, nada supera você vender algo que seja real. Porque dentro do mercado hoje, né, aquela coisa, né, você tem que ter ali as evidências de que por que que o pessoal tem que comprar você. E quando a gente tá começando, às vezes você não tem como é que você vai evidenciar algo que você não fez, tá fazendo pela primeira vez. Mas tem que ter uma coisa: você tem que ser evidente. Hoje você é um cara que tá superando cada dia mais a tua saúde, né? Você tá postando direto lá, galera. Vocês viram o Virgílio em 2022, né? Pô, bicho, tava um tambio, com todo respeito. Cara, esse cara tá respeitando, exalando saúde agora. O cara tá dedicando todo dia, corrida, tudo mais, né? Pô, mudanças, hábitos, cara. Isso aí Isso aí, e vou te falar, cara, na área de TI, tecnologia, isso é um ponto de grande, assim, de grande deficiência para as pessoas. Cuidar da saúde junto com uma área que ela é totalmente racional, né, aquela coisa mais geek, mais nerd, tá mudando muito, mas ainda tem, ainda tem.
Se você for ver ali, fizer um estudo, cara, e Eu reduzi minha carga horária de trabalho e eu consigo produzir muito mais. O cara veio para mim com um projeto de blockchain, cara. Eu nunca mexi com blockchain, nunca estudei assim. Até algum tempo atrás não tinha mexido com isso, só que eu gosto dessa coisa do desafio. Eu falei, não, beleza, eu vou ir atrás, cara. O projeto tá pronto, entendeu? Tipo, o principal core ali mostrei essa semana para o pro dono lá da empresa, entendeu? Então assim, legal, cara, a gente precisa repensar todo esse cenário que nós estamos vivendo hoje no mundo.
Não é sustentável. Vou te falar um negócio, Virgílio, ó, fazendo ponte com aquilo que você tinha me mandando mensagem perguntando como é que você poderia. Eu lembrei inclusive que você falou, né, essa mensagem. Como é que eu posso incorporar mais, Marlon, as forças de caráter na minha vida? E olha que legal as coisas aqui agora. Forças de caráter nasceram com um objetivo: elevar saúde, bem-estar e felicidade das pessoas. Esse foi o principal objetivo, cara, elevar a saúde, bem-estar e felicidade das pessoas. Você é um cara que tá mexendo na sua saúde, você tá aqui numa imersão de força de caráter, você é um cara de tecnologia, você tem os 3 requisitos Você conhece do recurso, está vivendo na pele isso aí, e você é um avatar. Agora é unir as coisas. Aí você tem que fazer agora, sabe o quê? Pegar sua força de caráter número 1, criatividade, e bolar alguma coisa que seja interessante, que resolva o problema das pessoas.
Show!
E aí, galera, foi? Validaram? Mais ou menos. Tá quase, mas vai. Tá, então enquanto isso deixa eu ouvir a Nath. E aí, como é que ficou? Validou? Conseguiu validar no GPT?
Eu consegui revalidar aqui. O GPT, ele foi literalmente separando, né? Tipo, aí assim, a minha meta ficou, né? Desenvolver o equilíbrio emocional para manter minha paz interior e presença nas atividades diárias, seja no ambiente de trabalho e também nas minhas interações sociais, né? Eu vou avaliar esse progresso diariamente fazendo uma autorreflexão, né, sobre como eu estou, qual que é o meu estado emocional, e pedindo feedback também para pessoas, mesmo que seja semanais. Essa meta eu pretendo alcançá-la em 3 meses, onde eu quero ter mais equilíbrio na minha saúde mental, bem-estar.
Cara, ó, se um dia um cliente chegar com essa clareza para mim, falou: vou começar coaching, ele falar isso aí, você fala: cara, metade do processo já tá tudo certo. Assim, soa igual, sabe, sino assim, porque tem uma história. Tem uns pedacinhos certinho ali, pô. Eu, para mim tá claro, te ouvindo falar, tá claro. Que massa! Você conectou para você? Você acha que faz sentido, Nath?
Nossa, total, assim, total. E aí também na parte, né, de como eu vou alcançar, aí eu já peguei uma parte que você falou de me modelar em outras pessoas que já atingiram esse objetivo, que eu vejo que tem muita autoconsciência, né, principalmente essa questão da gestão das emoções. E eu acho que essa autoconsciência do eu também, né, que é você se autorregular o tempo todo e você se autoavaliar e se auto-perceber. E aí eu coloquei algumas pessoas para mim que já são referência aqui.
Massa, massa! Eu tinha falado para vocês que a gente ia entrar no lance de modelar, mas pelo nosso tempo eu vou falar isso da modelagem para vocês nas nossas aulas, tá? Mas a gente é, o caminho tá certo, não tem nada, e também não tem muito segredo não. Vou aproveitar esse tempo com vocês aqui para a gente aprofundar ainda mais. Sim, quero mais 2 aprofundamentos com vocês em metas, que eu acho que vai ficar bem legal para vocês esse mapa aí. Deixa eu fazer uma avaliação. Eu tinha falado de a gente fechar às 4. Vocês acham que dá para fechar 4:30 ou fica muito ruim para vocês? Só para eu saber, tá? Fica muito ruim, atrapalha?
Cara, para mim fica ruim porque hoje é sábado, é o momento que eu tenho para sair com as meninas aqui.
Fechou, fechou, tranquilo. Então a gente mantém às 4, não tem problema não. Vou te dar um jeito aqui de acelerar. Se faltar alguma coisa também— não, não, tá tudo certo, velho. Combinado foi esse, só uma verificação mesmo. E a gente, se precisar alguma coisa, você quer ajustar, a gente ajusta nas nossas aulas depois. Tá tudo certo, não tem problema não. Eu quero que vocês peguem essa ideia e os dois principais, roda-vida e a definição, tem que estar muito bem azeitado. Como é que tá aí?
Boa?
Até que enfim eu cheguei.
Foi, foi, todo mundo conseguiu chegar ali em alguma coisa que faz sentido? Curtiu a definição? Tá massa? Legal, então A gente tá dando risada, eu não sei se ela tá tipo nervosa, tipo, cara, o que que eu fiz aqui?
Não, eu tô pensando, foi divertido o processo, porque eu pensei numa coisa, tinha escrito uma, aí mandei ela para o chat, juntei com o que eu falei com o Virgílio, depois mandei de novo, aí ele me deu uma sugestão, eu peguei, eu reescrevi, adaptei outras coisas, mandei de novo, já fiz umas 5 interações, e agora a gente tá de acordo. Tanto eu quanto o chat.
Yeah, boa, boa! Deixa eu falar um negócio para vocês que é importante em relação à Roda da Vida, inclusive, que muitas vezes acontece. Deixa eu lembrar qual que era o ponto mesmo. Ai, peraí, sumiu da cabeça. Ah, lembrei! Muitas vezes eu já me deparei com muitas situações assim: você vai fazer uma roda da vida com alguém e a pessoa, na visão dela, ela avalia tudo 9, 10. Eu já vi muitos coaches que falam: cara, o que que eu faço? Tá tudo 9, 10, e aí, né? A pessoa tá super heroína, eu tenho que cutucar ela, falar: não pode ser verdade, não. Já vi coach ensinando isso aí, tem que desconfiar da pessoa, né? E aí você vai para um outro lugar, né? Essa pessoa respondeu isso, a gente faz um movimento de acompanhar. Isso é o princípio do rapport, eu acompanho. Qual que é? O que que pode ser algo poderoso da gente validar e perguntar, né, com a pessoa? É simples, né? Se você já atingiu um nível de satisfação máximo nas áreas da sua vida, o que que poderia ser ainda mais incrível? O que que poderia ser ainda mais incrível para você? Então você sai fora daquele evitem isso que estão ali e deixa a pessoa falar. E de repente ela vai falar até de uma outra forma aquilo que tá ali, mas deixa ela falar. Então assim, ó, dado que você preencheu isso aqui tudo de um jeito poderoso, poderia ser ainda mais extraordinário na tua vida que eu puder, que eu posso te apoiar? Aí tem um outro caminho para ser desenhado. Então não é sobre duvidar, não é ir contra, é jogar o jogo da pessoa e fazer pergunta poderosa, colocando ela inclusive como protagonista. Beleza, uma dica aí: quando vocês estiverem na postura de líderes provocando pessoas em relação a isso, vai aparecer pessoas que vão colocar lá 9, 10 em tudo, tá tudo certo. E às vezes pode dar tudo certo mesmo. Dá espaço para essa pessoa dizer o que que ela acha que seria mais importante para ela, mais extraordinário se ela mexesse. Ok, boa. Vamos para a próxima jornada aqui. Uma coisa legal também dizer para vocês, que essa meta SMART que vocês fizeram aqui com base nas forças de caráter, ela é um exercício oficial do VIA, tá? O VIA valida isso, inclusive naquele livrão que a gente tem lá. Não sei quem que tem aquele livro, né, que é o livro das forças de caráter. Sabe aquele livro que eu tenho, o Gibim tem, né, que é o manual das forças de caráter lá? Lá tem essas intervenções. Espera aí, Carol, você tá com o microfone ligado. Vai xingar nós de novo. Aí, esse livro que o Gibi tá mostrando aí, ó, essa intervenção aqui ela é oficial, tá? Inclusive eu marquei aqui, ó, depois eu compartilho os slides com vocês. CSI 60 é uma ferramenta do VIA, tá? E a próxima a gente vai ver também ela, CSI 61. Vocês sabem o que que é o CSI? Vocês lembram? É Character Strengths Interventions. Então esse livro aí, ele é sobre intervenções em forças de caráter. É o livro oficial do VIA, né, que tem mais de 70 intervenções aí para poder trabalhar com força de caráter. Ok, então a gente vai ver agora rotas de execução. É a continuidade daquilo que a gente acabou de fazer, meta SMART. Já precisar pegar essa meta, então vocês definiram trazer ela para o próximo ponto. Vocês vão de novo naquele link que eu mandei para vocês e vamos pegar agora o documento número 2, fazer uma cópia dele, e a gente vai entrar nele para poder resolver. Deixa eu mostrar ele para vocês aqui como é que ele vai funcionar. Presta atenção em mim, é simples, tá? E não tem segredo não, mas ele é muito poderoso também. Então, primeira coisa, você vai trazer sua meta SMART aqui para você ter ela no seu radar, no seu olhar aí, que você acabou de concordar que a sua meta Comportamento desejado. A gente vai agora trazer à tona assim: imagina que você tá saindo, famoso ponto A para o ponto B. Você agora identificou qual que é o ponto B que você quer chegar, já tem uma clareza maior do que que você quer. Clareza não é só definir uma meta, clareza é o processo como um todo, a jornada como um todo, o mapa como um todo. Então agora, gente, nós iremos fazer o quê? Para que essa meta comece a funcionar, qual é o primeiro comportamento desejado que eu preciso ter, Nath? Qual é o primeiro comportamento desejado, galera, que eu tenho que ter para minha meta funcionar? Então vamos pegar o exemplo do Virgílio que eu escrevi aqui, que é sobre carreira, né? O Virgílio quer uma carreira internacional, ele quer em 6 meses estar vivendo e ganhar em dólar, né? Qual é o primeiro comportamento que ele precisa ter para que essa meta ela tenha chance de funcionar. Então Virgílio pode colocar ali que a partir de hoje ele vai começar a entrar no LinkedIn 3, 4 vezes na semana validando meta, validando vagas internacionais, e que também vai estar em contato com pessoas de RH que são experts em hunting, em seleção, para poder pegar feedbacks, modelar processos, tá? Comportamento desejado. Então vocês vão ter que pegar a meta que vocês escreveram e trazer à tona qual é o primeiro comportamento que eu preciso operacionalizar. Isso aqui é o ligar do carro, galera. Isso aqui é muito importante, tá? E aí, qual que é o tchan aqui? É você pegar agora e olhar não apenas— pode olhar para suas forças de natura também, mas agora olhe para o mapa como um todo das 24 forças. Quais forças poderiam ser auxiliares para mim nessa jornada? E aí, porque, ó, olha como é inteligente isso aqui. Eu vou lá, vou colocar, vou pegar de novo o Virgílio. Eu vou colocar que eu quero entrar no LinkedIn 4 vezes por semana e fazer esse movimento e tudo mais. Se a gente pegar Thaly como exemplo, a Thaly não frequenta o LinkedIn. Eu com o Gibim já fizemos campanha de vacinação, fizemos já post, já fizemos reza, ela não frequenta o LinkedIn, não dá clique para ela. Ela acha que é mais uma coisa para se preocupar, não vê valor. Então assim, como é que nesse momento a gente faria a Thaly se movimentar? Por mais que ela verbalizasse: eu tenho que entrar mais no LinkedIn agora, a gente precisa trazer potência para isso. E aí que tá, aqui é o momento de você pegar as forças de caráter e olhar para o todo e falar: Quais as 24 forças aqui podem empoderar esse comportamento de acontecer? Pô, então será que se eu tunar o entusiasmo me ajuda? Será que se eu mexer na curiosidade? Será que se eu mexer na minha bravura? Será que é a humildade? Eu tenho que baixar meu orgulho porque eu acho que eu sei tudo e tem que ir lá procurar mesmo? Não sei, vocês vão desvendar agora isso aí. Então, passo 1: qual é sua meta smart aqui? Passo 2: qual é o, qual é o primeiro comportamento desejado que você precisa ter para que essa sua meta tenha chance de dar certo? Aqui ainda nesse mesmo ponto, quais são as forças de caráter de 3 a 5, tá? Não precisa perder muito tempo nisso não. 3 a 5 forças que podem auxiliar você a ativar esse comportamento. Próximo passo aqui: quais resultados serão mais positivos Ou seja, se eu executar esse comportamento, que resultados positivos eu vou ter? Então imagina o seguinte, imagina que a meta do Marlon Silva Domingues tem a ver com empreendedorismo. Eu quero ser um cara empreendedor. Aí eu venho aqui, falo que meu comportamento é eu visitar mais empresas, falar mais em público, contar um pouco mais da minha jornada, do meu produto. Se eu fizer isso acontecer, com auxílio de algumas forças, que resultados mais positivos eu vou ter? Cara, eu vou ter muito mais visibilidade, eu vou ter muito mais conexão com pessoas, eu vou aumentar drasticamente networking, eu vou ter mais chances de me conectar com lugares e pessoas que talvez se eu ficar só dependendo da rede social não conseguiria. Então quais resultados positivos vão aparecer a partir desse comportamento? Ok, próximo ponto. Agora a gente vai olhar para um item chamado obstáculo. O que que pode acontecer? O que que pode aparecer de obstáculo quando você tiver trabalhando esse seu comportamento? Eu posso ter medo, eu posso desistir porque eu me conheço, falta disciplina, pode faltar internet em casa, não consigo entrar no LinkedIn mais, Marlon, acabou. E aí, qual é o principal obstáculo que você pode já tentar visualizar, tá? E se antecipar colocando ele aqui. E aí embaixo, o último é o plano. Então assim, se obstáculo acontecer, o que que eu faço? O que que eu faria? Então, se obstáculo aparecer, então eu vou fazer outra coisa. Qual que é essa outra coisa para contornar o obstáculo? Então, no último passo aqui é o contorno do obstáculo. Se obstáculo aparecer, o que que eu vou fazer em relação a ele, tá? Então, e aí nesse último ponto também aqui, você também traz o quê? Forças de caráter. Quais forças podem me ajudar a contornar o obstáculo? Pegaram meu ponto aqui, gente? Sim, eu peguei.
Eu só não entendi onde é que tá esse doc.
Tá no mesmo lugar dos outros. Espera aí, deixa eu te mandar aqui, Tom. Então acho que eu compartilhei, não compartilhei a pasta com vocês, né? Eu compartilhei só o arquivo aquela hora.
Exato.
Just a minute. Agora vocês vão conseguir mandar aqui no chat de novo. Abram aí, vê se aparece. Tem Camp 1, 2, 3 e 4. Vocês têm que entrar no Camp 4. Tempo 4 mesmo.
Isso.
Aí vocês vão abrir ali o número 2, Intenção de Implementação. Aí faço uma cópia para vocês rabiscarem isso aí.
Ok. Ó, qual que é?
Passinha, Camp 4. Isso, aí você vai abrir o documento Intenção de Implementação. Carol, faz uma cópia dele para você escrever. Esse aqui eu quero que vocês façam de forma individual e eu vou dar 10 minutos para vocês esboçarem ele, tá? Porque é um script, trazer na cabeça agora mesmo. E a gente parte para o último exercício depois. Pode ser? Yes, all good. Então vou marcar aqui 10 minutinhos. 1, 2, 3 e valendo! Bem, 11, tá? 11 para ter sempre um minutinho na volta. Ó, só uma linha aqui, o último exercício que a gente tinha que fazer hoje aqui, não vamos fazer, tá? Ele é simples para caramba. Eu depois vocês, ele travou, travou, travou.
Eu achei que quando a internet tá bela, voltou ou não?
Voltou, voltou, voltou. Eu vi que tava travado. Abenção, tinha falado muita coisa. Eu tava falando que assim, a gente não vai fazer o último exercício respeitando o tempo que a gente tinha combinado, mas ele é muito simples. Então depois eu deixo no WhatsApp de vocês como dever de casa para vocês fazerem antes do nosso próximo encontro. Mas façam, ele é super simples, só que ele é complemento esse aqui. Ele vai ter um encaixe que a gente vai ter daqui para frente, então é legal ter ele sim, tá? Mas fiquem tranquilos que ele é super simples. Esses dois aqui são os mais intensos. Eu vou dar um exemplo aqui, olhei da Carol. Carol, só um ponto para você, Comportamento desejado, está colocando aqui o que você espera obter. Então, quando você colocou aqui relacionado à sua espiritualidade, você coloca aqui, ó, comportamento desejado: ao se conectar com a espiritualidade de forma intensa, experimentarei a paz, serenidade, gratidão profunda. Aqui é qual é o gatilho, o comportamento que você tem que ter para que vai te levar para espiritualidade. Então, imagina assim, de novo, ponto A, ponto B. Você escreveu a sua meta SMART aqui. Então qual é o comportamento que eu vou começar a ter para que eu possa caminhar em direção ao que eu quero ter, tá bom?
Será que é o que eu pus no finalzinho ali do objetivo? O que que eu tenho que fazer? Me organizar, fazer um plano? Acho que eu escrevi em outro lugar, mas beleza.
É, tem um PDCA aqui seu, mas precisa— eu gostaria que você colocasse aqui um comportamento desejado específico, aquele que eu falei, é o um comportamento que eu preciso ter. Porque assim, se a gente colocar várias coisas aqui, vão perder o foco de novo.
Acho que eu coloquei meio resultado esperado, acho que eu foquei em resultado esperado.
Comportamento, tá? Então, para eu começar, aquela coisa, para eu, ó, eu quero ir para a Parecida do Norte de bicicleta, qual é um comportamento que eu preciso começar a ter para que essa minha meta aconteça?
Tá?
Então é isso que tem que caprichar aí. Ficou claro para todo mundo esse ponto? É sobre um comportamento você tem que ter que vai alavancar você a percorrer essa jornada. Ok? Pode falar, Nath.
Não é porque eu coloquei 3.
Não, tudo bem, tudo bem. Mas se for comportamento, ok. Só que eu diria para vocês assim, não percam nesse momento aqui o tempo em colocar mais de um, porque na boa a luta já vai ser com um, tá? Então pega o um que você tem que fazer, aquela que a gente acabou de conversar, foca nesse um para que esse um entre em operação de verdade. Isso vai ser muito importante, muito importante. Alguém quer comentar algum ponto do que vocês fizeram?
Cara, eu gostei do exercício, ajudou a realmente definir um pouco mais assim. Eu tinha uma parada, um diamante bruto na minha mão, e principalmente ali, né, aquele primeiro contato com o chat. Eu uso bastante ChatGPT no meu dia a dia para várias coisas mesmo, mas nunca tinha tido, por exemplo, a meta para destrinchar a meta com ele ali, saca? E é aquela, né, sempre com uma visão de questionador, porque ele é uma máquina, né? Ele pode dar coisas, não é uma verdade absoluta. Então é legal. Mas foi bem legal realmente usar desse recurso para lapidar mesmo a ideia, sabe? E aí ele traz ideia, eu complemento e falo com ele de novo. Acho que ficou muito mais direcionado assim, simples, do que eu tava pensando.
Que da hora, Tom! Show, cara, show! Que mais, que mais, que mais? Já aproveita e fala aí, pô, deu clareza no dia de hoje? Deu para fazer um desenho diferente? Deu para estabelecer uma meta aí já com um pouco mais de recurso, um pouco mais de força. Falem aí um insight, o que que vocês levam do papo desse dia de hoje, como é que foi para vocês.
Deu mais uma firmeza, uma firmada. Acho que eu preciso fazer isso mais.
Boa, cara, show! Esse é o poder da imersão, o poder do grupo, de a gente poder pegar nas mãos e fazer mesmo. E às vezes a gente precisa desse impulso, meu cara, é isso.
Não, e assim, a gente parece que é simples, né? Ah não, eu só tenho que, só tem que ir ali fazer, simples. A hora que você vai pôr no papel, planejar, desenhar, você fala, pelo amor de Deus, o tanto de coisa que você precisa fazer, pequenas coisinhas para viabilizar, né?
É isso, é isso. Quanto mais detalhe a gente vai ter noção.
Só complementar aqui, a gente é muito bom para fazer para os outros, para os clientes, para as empresas, né? Mas a gente esquece de fazer para a gente em primeiro lugar, sabe?
Acho que o principal reflexão, excelente ponto. E aí vem o walk the talk, lembra?
A gente não pode ser o principal produto. Fazer KR, tocar o bumbo, acompanhar, reajustar plano, a gente é uma beleza.
Tá bom, que mais, que mais, que mais?
Ô Marlon, para mim a meta foi muito assim uma mudança de rota Eu acho que eu, durante todo o início do curso, eu pensava sempre numa coisa, mas eu vi que às vezes a gente precisa dar um passo para trás para a gente atingir o que a gente quer, sabe? Às vezes a gente precisa de uma base maior para a gente ser o walk the talk, sabe? Então, para mim, acho que foi uma grande investigação de mim mesma, entender 'Não, tem um passo que ainda eu preciso dar para trás.' Talvez não é para trás, mas que vai me levar mais para frente. O foco às vezes é—
Que massa!
Legal, legal!
Ajuste de rota total mesmo. Muito bom, bom.
Acho que o estar em grupo e ouvir os outros, as pessoas te ouvirem, né, perguntarem, opinarem Você também, né, ouvir as outras pessoas, acho que isso é muito poderoso e traz vários insights que às vezes a gente não tinha pensado e que de repente se conecta com alguma coisa ali do que a gente tá pensando mesmo. Às vezes a gente não tinha ligado as coisas, fala: poxa, isso faz sentido para mim, eu não tinha me conectado com isso ainda. Então acho que o poder do grupo é muito grande.
Top, massa demais, massa demais. De bico, algum ponto? Eu acho que eu até comentei com você, né, Marlon? E aí, só para trazer para todo mundo, eu acho que esse trazer o comportamento, ele é muito poderoso, porque para que a mudança aconteça, algum, alguma para que a transformação aconteça, alguma coisa precisa mudar. Se a gente continuar fazendo o que a gente sempre fez, não vai mudar, né? Então é muito legal, vocês caminharam até aqui, refletiram muito, discutiram muito, e ajudou muito esse lado mais intelectualizado de entender qual é a força, que que a força significa, super, como é que ela ajuda. Agora, é importante, a partir da meta, a partir do desenho aí que vocês estão estabelecendo, que vocês querem fazer, entender que comportamentos que vocês vão, que isso vai gerar, ou vai mudar, ou vai reforçar um comportamento que você não tinha tanta consciência que você fazia, e que agora você tem consciência que você precisa fazer. Acho que meu papo com a Carol foi muito esse, né? Ela falou: não, tem coisas que eu preciso fazer, Eu sei que quando eu faço eles me ajudam. Então assim, reforça isso, faz acontecer. E tem que fazer, né, pessoal? Assim, tem que sair. Acho que o Virgílio falou um pouco de tirar as coisas do papel, de tirar da cabeça, pôr no papel, mas tem que tirar do papel, tem que fazer acontecer, né? Se não fizer acontecer, a gente não consegue dar os próximos passos. Isso, perfeito, perfeito. Muito legal, muito bacana, gente. E eu agradeço demais o tempo de vocês aqui, foi muito bacana. Está com vocês aqui, a gente poder aprender, curtir um sábado de um jeito que a gente se divertiu, a gente pode mergulhar no conhecimento e conhecer, conhecer cada vez um pouquinho mais sobre os outros e sobre as forças, né? Eu acho que isso vale super a pena. Então minha gratidão aí pelo tempo de vocês também, por estarem disponíveis e abertos a aprender mais, viu? Show de bola! Vamos fazer a fotinha aqui, dois, que tem o Gibinha agora. Bora lá! 1, 2, 3 e— ok, aqui, ó. Muito massa, gente! Obrigado do fundo do coração. Que vocês tenham um ótimo final de tarde de sábado, aproveita o Domingão, descansem. Eu mando para vocês depois a tarefinha. De novo, é simples, mas garanto que vocês vão fazer até antes da próxima aula. E daqui para frente a gente vai usar esse material aqui lá, o PPTzinho, para nós darmos continuidade aí no nosso etapa final da mentoria. Beleza? Valeu, abraço todo mundo aí. Valeu, gente, tchau tchau!









