Desvendando a Síndrome do Imposto

Marlon Silva Domingues explains impostor syndrome, a condition where people attribute their success to luck rather than merit. Over 70% of corporate professionals experience it, especially women and minorities. He offers a three-step method using physiology, focus, and language to reprogram how you see your own worth.
Chapters
No, no, no, I'm a rocket man, rocket man, burning out of fuel, out of parabola. And I think it's going to be a long, long time till touchdown brings me round again to find I'm not the man they think I am at home. Oh no, no, no. And there's no one there to raise them if they do. And all the science I don't understand. It's just my job 5 days a week. A rocket man. I'm a rocket man, rocket man, burning out his fuse out there in the sky. And I think it's gonna be a long, long time 'til touchdown brings me round again to find I'm not the man they think I am at home. Oh no, no, no. I'm a rocket man, rocket man, burning out of fuel, I'm here alone. And I think it's gonna be a long, long time. And I think it's gonna be a long, long time. And I think it's gonna be a long time! And I think it's going to be a looong—long tiiimee... ...and I think it's going to be a lonngg-longtiiiimmeeeeee... ...and I think it's gone naaabe ya lonttttiimmeeeeeee... Sometimes in our lives we all have pain. We all have sorrows, but if we are wise, we know that there's always tomorrow. Lean on me when you're not strong, I'll be I'll help you carry on, oh boy. It won't be long till I'm gonna need somebody to lean on. Please swallow your pride. If I have pain, you need to pull my rope. Pull! No one can feel those of your knees that you won't let show. You just call on me, brother, when you need a hand. We all need somebody to lean on. I just might have a problem, but you'll understand. Hey! We all need somebody to lean on. Lean on me when you're not strong. I'll be your friend. I love you, K.
Fala, galerinha! Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia! Você que está aqui no meu Instagram, você que está aqui, deixa eu baixar o som aqui para não dar falta, você que tá aqui no Facebook, você que tá aqui no YouTube, você que está aqui no LinkedIn, sejam todos bem-vindos e todas bem-vindas bem-vindas a essa live onde nós iremos explorar um tema, um tema que ele perturba muita gente, chamado a síndrome do impostor ou síndrome da impostora. Então você é muito bem-vindo, você é muito bem-vinda para estar aqui comigo nesse momento e a gente poder tomar um cafezinho juntos e debater mais sobre esse tema, um tema que é muito comentado, é muito abordado dentro do contexto profissional. Então, se você vivenciou, vivencia isso, vai ser ótimo ter você aqui. Pode mandar mensagem também pelo chat, dependendo aí da plataforma que você está assistindo. E eu vou pedir para você aqui, antes da gente começar essa live, mais um minutinho só para você também encaminhar. Se você tá aqui no Instagram, no YouTube, no LinkedIn ou no Facebook, encaminha para as pessoas que possam se interessar por essa live, pessoas que você conhece, que são aí do seu círculo, e pessoas que podem, né, se beneficiar com isso. Se por alguma razão elas estão vivenciando isso, algo que é mais comum do que as pessoas imaginam, é a tal da síndrome do impostor, da impostora. Então já manda aviãozinho, copia o link, compartilha com as pessoas aí para a gente poder trazer o máximo de pessoas aqui para poder ouvir sobre esse assunto. Se você tá chegando agora também aí nas plataformas que você tá acessando, escreve aí, dá um bom dia aí para eu saber da onde que você tá se comunicando, se é do LinkedIn, YouTube, o Instagram, Facebook. Eu em alguns momentos vou estar olhando para diferentes posições porque eu tenho câmeras aqui que estão direcionadas para essas plataformas, tá bom? Então não achem que eu tô doidão aqui olhando para o nada. Beleza, pessoas, então vamos lá. Bem-vindos, bem-vindas. Vamos desvendar esse assunto, síndrome do impostor, síndrome da impostora. Se você, se você já vivenciou isso e quer compartilhar, escreve aí: já vivenciei, já sei o que é isso, para eu poder saber. A gente vai trocando ideia aqui também, legal. Uma curiosidade, né, sobre esse tema, a primeira vez que eu falei sobre esse tema, não foi a primeira vez que eu ouvi falar dele, mas que eu falei sobre esse tema foi no ano 2014, pós-Copa do Mundo. Eu fui convidado para dar uma entrevista num jornal, numa TV local aqui de Campinas. Eu não lembro qual que era agora, se é Rede de Vida, o que que era, alguma coisa assim. E lá nesse jornal, ao lado de um psicólogo, eles me chamaram ali na figura de um coach profissional, um psicólogo, e a gente ia bater sobre esse assunto da síndrome do impostor em 2014, exatamente, exatamente no mês de julho. Olha que interessante! Por que que eu sei isso? Porque eu lembro que após, após essa entrevista, semanas após essa entrevista, foi meu aniversário. Julho é meu aniversário. Então eu tinha, eu tava fazendo, eu ia fazer 30 anos, eu tinha 29 anos, hoje eu tenho 39 anos. Olha que interessante! Vamos falar sobre então a síndrome do impostor, a síndrome da impostora. Primeira coisa, acho que a gente esclarecer para as pessoas o que que é, né, o que que é a síndrome do impostor, o que que é a síndrome da impostora. Deixa eu colocar minha tela de volta aqui. Então a gente pode dizer isso, pode dizer, né, que essa palavrinha tão utilizada nos contextos corporativos, ela é um distúrbio psicológico. Ela é um distúrbio psicológico, né, que afeta muitas pessoas. Ela afeta muitas pessoas no contexto organizacional, né. E qual que é a ideia, né? O que que tem por trás dessa síndrome do impostor? Síndrome do impostor é o fato das pessoas se sentirem uma fraude perante aos resultados que elas entregam. Então, o que que é a síndrome do impostor? É as pessoas, né, a pessoa, eu, indivíduo, se sentir uma fraude diante dos resultados positivos que ela entrega. Então vamos lá ilustrar isso aqui. O Marlon tá na corporação, mundo corporativo, e ele entrega resultados, e as pessoas vêm e elogiam ele. Mas para ele aquilo é uma farsa. Para ele, ele conseguiu aquilo porque alguém de alguma forma apoiou, auxiliou Ele foi promovido, ela foi promovida porque alguém ali tem, a pessoa tem as costas quentes, ou alguém facilitou. A pessoa não se dá o mérito, ela não se dá o luxo de dizer eu venci devido ao meu esforço, as minhas habilidades, ao corre que eu fiz, ao que eu estudei, ao que eu venci, o que eu ralei. Ela sempre vai encontrar uma desculpa para se colocar de uma forma inferiorizada em relação aos demais, em relação ao contexto, tá? Então, basicamente, basicamente, a síndrome de impostor, a síndrome da impostora, nada mais é do que você se sentir uma fraude diante dos resultados que você apresenta. Ok, tranquilo até aqui? Simples, simples assim. Deixa eu ver quem tá chegando aqui. Salve, Luciana! Bom dia, bom dia, bem-vinda aí! Bem-vindo à live. Então acho que esse é o primeiro ponto, né, da gente trazer esse esclarecimento. Acho que existe alguns mitos inclusive que eu quero falar aqui. Aliás, essa live aqui ela vai ser uma live didática, tá? Já pega caderninho, caneta aí, porque eu vou trazer aqui instrumentos, ferramentas, estratégias para você poder lidar com isso de um jeito melhor, para não ficar nesse blá blá. Ah, o Marlon tá lendo um livro. Não, não tô lendo livro nenhum. Tô trazendo aqui experiência prática de quem já debateu esse assunto, quem já experienciou esse assunto da postura de líder, falou com pessoas que estavam vivenciando isso aí, e isso é muito comum. Se você andar pelas empresas, você vai ver o quanto que as pessoas expressam isso. Aliás, uma estatística muito importante, acho que é uma estatística da Gupy, se eu não me engano, mais de 70% das pessoas que estão inseridas no ambiente corporativo vivenciam a síndrome do impostor, mais de 70%. Então isso aí é muito comum, muito comum, né? E já entrando na linha de mito, não só, não são apenas pessoas que estão ali na média, né, vamos dizer assim, posições em cargos médios na empresa. Altos executivos, CEOs, vivenciam isso. Então não tem a ver com pessoas que não estão demonstrando resultados ou que não são bem-sucedidas. Acho que essa é a palavra melhor. A síndrome do impostor não tem a ver apenas com pessoas que não têm sucesso, pessoas estão ali travadas. Não, pessoas muito bem-sucedidas vivenciam a síndrome do impostor também, também. Mas acontece o quê? Elas aprendem, ou aprendem a lidar com isso, minimizar esse impacto nelas, ou elas se defendem tanto ao ponto de conseguir se movimentar, mas ainda é presente, né? Se você for lá e e elogiar essa pessoa, você vai ver no olhar ou na fala dela que ela não consegue receber os méritos. E já puxando para isso de receber os méritos, você já consegue entender que síndrome de impostor, que é um distúrbio psicológico, tem a ver com o quê? Com a pessoa não conseguir, não tem essa faculdade, né, de fazer o quê? De conseguir receber o merecimento. A pessoa tem dificuldade com merecimento. Merecimento. Então, eu mereço, eu não mereço isso agora. E sabe o que que é um ponto que acontece muito comum com pessoas que vivenciam a síndrome do impostor ou da impostora? Elas entram no famoso triângulo drama. Então elas vão se tornar o quê? Vítimas do ambiente corporativo. E aí, as pessoas, o que eu quero trazer aqui, inclusive, de luz para vocês, é o que é que acontece a partir do momento onde você tem, ou se você está vivenciando a síndrome do impostor ou da impostora, você cultivar esse movimento, você aciona automaticamente outras coisas, você entra no estado de vitimismo corporativo. E o estado de vitimismo corporativo, ele não consegue agir sozinho, ele precisa de mais outras duas personas para que haja um triângulo, para que haja um ciclo, para que haja o drama, famoso triângulo drama. Então, a vítima, se existe vítima, vai existir o quê? Vilão. E se existe um vilão, vai existir sempre o quê? Um herói, uma heroína. Então, a partir do momento que eu me coloco nessa postura de impostor, impostora, onde eu me sinto uma fraude, naturalmente eu sou levado, eu sou arrastado para esse triângulo drama, que é uma dinâmica disfuncional comum que acontece em todas as organizações, em todos os times, equipes. Existe esse tal do triângulo drama, é uma dinâmica disfuncional oculta, oculta, que as pessoas não têm como ver. É por isso que eu falo que a liderança, ela precisa sair desse buraquinho de simplesmente aprender questões técnicas sobre liderança, que as pessoas inclusive acreditam que é esse caminho da gestão. Líderes precisam amadurecer mais o teu mindset na perspectiva do ser humano para que eles possam identificar esses sinais de fumaça que acontece nas equipes. E o triângulo drama é um deles, o triângulo drama é um deles. E eu vou dizer para vocês com todas as palavras, hoje Hoje os RHs não conseguem identificar isso. Os RHs não estão fazendo esse papel de identificador, de direcionador. Ontem mesmo tava batendo um papo com uma pessoa e ela me perguntou qual que era a minha visão dos RHs atualmente. E para mim está defasado, está ultrapassado, está atrasado em resgatar a sua essência de cuidar das pessoas. De auxiliar a observar esse tipo de comportamento nas lideranças, e os líderes irem atrás, se tornarem, terem mais condições de buscarem por recursos que auxiliem a lidar com isso. Você, liderança, você, liderança, me assistindo aqui, um desses 4 canais, o que que você faria diante de uma situação de um liderado, uma liderada tua, que está vivenciando a síndrome do impostor? Primeira coisa, Você conseguiria identificar isso? Segundo ponto, o que que você faria com isso? Saía correndo, desligaria essa pessoa, colocaria essa pessoa no canto, evitaria dar uma promoção para ela. Porque é isso que acontece naturalmente, gente, quando você não tem recursos, quando você joga um jogo de liderança orientado a intuição, você vai pegar aquilo que tá pronto na tua cabeça ou aquilo que não tá. E aí, esse jogo é um jogo automático que ele não vai trazer resultado. Liderança é um jogo que precisa ser jogado de forma estratégica. Liderança é um jogo que precisa de modelos, precisa de ferramentas também, mas a estratégia é o que manda. Então saber lidar com um assunto desse na postura de liderança é extremamente essencial, é extremamente essencial. Então, de novo, né, síndrome do impostor é uma fraude, a pessoa se sentir uma fraude, é um distúrbio psicológico no qual a pessoa se vê como uma fraude. Então tudo aquilo que ela faz ela não reconhece, ela não aceita, ela não traz o merecimento para ela. Mais de 70% das pessoas no mundo corporativo vivenciam isso hoje. E fazendo agora, né, dando um zoom nisso aí, é óbvio que as mulheres sofrem mais com isso. Mulheres sofrem mais com isso devido a todas as questões que a gente sabe hoje, né, das diferenças dentro da percepção, né, de uma mulher no contexto corporativo, de um homem no mundo corporativo. Então sim, as mulheres vivenciam isso com mais intensidade, tá? É muito comum também, isso também está muito presente dentro dos contextos de grupos minorizados. Tá, isso aí é um fato também, né, levantado por pesquisas, onde a síndrome do impostor ela acaba atingindo mais esse grupo de pessoas. Mas isso não quer dizer, né, que você precisa ficar estacionado ou estacionada nisso, né. Acho que se você está vivenciando isso, a primeira coisa que você precisa fazer é buscar por auxílio, porque dificilmente— aí vou te falar aqui com propriedade Dificilmente alguém sai dessa situação por si só. Por quê? Porque você já está condicionado, você está condicionada a esse movimento de se sentir uma fraude, de não acessar o merecimento. Ó, de novo, acessar o merecimento é preciso fazer um caminho, é preciso ter alguém apoiando, auxiliando você a fazer esse movimento. Então, caminho mais seguro, busque por uma psicóloga, um psicólogo, que possa te auxiliar a trazer inclusive esse assunto à tona, tá? Dado, né, um diagnóstico, dado, né, uma orientação de um profissional da área que entenda disso, você pode ter auxílio de mentores, de coaches, para você fazer essa travessia, atravessar isso aqui, colocando metas, colocando ações mais consistentes. Então, um trabalho, né, um conjunto de ações e profissionais que entendam disso podem auxiliar muito você a deixar essa situação. Mas tem um ponto importante aqui: tem muita gente, e muita gente que usa desse movimento da síndrome do impostor, da impostora, para quê? Para benefício próprio. Por quê? Porque ela encontrou através desse movimento uma forma de ser visto ou vista De novo, vou para vitimização. Se você utiliza de um recurso que é um recurso disfuncional para poder ser visto ou vista no mundo corporativo, tá errado. Isso vai custar caro a longo prazo. Então é preciso compreender que muitas vezes também o quanto que você vem lutando, o quanto que você vem na defensiva de expor esse movimento— ah, mas, Marlon, minha empresa tem um ambiente tóxico— então tem mais coisa errada aí. Se você não consegue expor isso dentro do contexto corporativo que você tá, ou seja, não existe um ambiente seguro para você conversar com a sua liderança, com as pessoas de confiança, com RH, tá errado. Ambiente é tóxico. Procure por uma ajuda externa, mas não fique vivenciando isso. Não use isso como um remédio, não use isso como um recurso para que você seja visto ou vista. Porque na frente isso aí vai ter um peso muito maior, muito maior, ok? Então, de novo, estamos falando de síndrome do impostor, da impostora, para você que tá chegando aqui agora, tá? Pessoas que se sentem uma fraude ao realizar atividades, a concluir tarefas. Isso tem muito a ver também com a autoestima, autoestima. Eu venho falando muito para as pessoas recentemente sobre o quanto que elas têm clareza sobre aquilo que elas querem. O quanto que você tem clareza sobre aquilo que você quer? E muitas pessoas sabem que elas falam que elas não sabem. E sabe por que que elas falam que elas não sabem? Porque elas não sabem quem elas são. Elas não sabem quem elas são. E aí, o que que eu quero dizer? A autoestima, eu não conseguir acessar o meu merecimento, tem a ver sim com você não saber sobre a sua própria identidade. Quem é você? Quando você tem clareza de quem você é, da sua identidade, você vai olhar para um desafio, para o que você encontrou, para algo que você precisa entregar, e você vai ter consciência da sua capacidade de fazer ou não. Por que é que eu não consigo dizer eu cumpri isso aqui, tô entregando? Porque tem algo atrás. Eu volto naquela frase que eu sempre digo para vocês: o problema não é o problema, o problema que tá por trás do problema. Então, a síndrome do impostor, impostor, desvendando o mito aqui, é só a ponta do iceberg. E as pessoas se agarram nisso. E é isso, vira o quê? Vira um tema de um livro de romance. É bonito falar: ah, eu tenho, ah, eu vivo assim, dando impostor, impostor. Sai dessa! Eu vejo um monte de pessoa que valoriza. É perigoso a pessoa até contar numa entrevista 'Ah, sabe de uma coisa? Deixa eu te contar uma coisa legal, que eu vivo a síndrome do impostor.' Impostor, pô, quebra essa crença, sai desse lugar, olha para aquilo que você é, ou vai buscar quem você é. Qual é a tua identidade? O que é que você faz de massa, de top? Faz sentido, galera? Se tiver alguém aí assistindo e puder comentar, escreve aí para eu saber se tá fazendo sentido ou não. E aí tem um ponto muito importante. Vou começar a compartilhar minha tela para mostrar algumas coisas para vocês. Pegar aqui, compartilhando tela. Tá vendo isso aqui? Identidade. Estamos falando, né, as pessoas não têm, não têm consciência da sua identidade. Então eu não reconheço quem eu sou, eu dificilmente vou conseguir demonstrar para as pessoas o meu próprio merecimento. E aí, para você ter na sua cabeça aqui agora como é que funciona a tua identidade, a tua identidade pode ser fatiada em 3 níveis. Então tem um nível aqui da tua identidade que são forças que você tem, podemos chamar de talento nesse momento aqui, que estão prontos para ser utilizados. Só você talvez não tenha descoberto isso. E esse é um ponto que as empresas exploram pouco, esse é um ponto que os RHs não sabem explorar. Existem pontos dentro de você que tá pronto, tá pronto. Você veio nesse mundão doido aqui, Deus, pronto para usar isso aqui. Exemplo: Exemplo, tá aqui, ó, pô, que que tá pronto para ser usado? Tem vitalidade, tem criatividade, tem inteligência social, tem humor, tem perspectiva. Tá pronto para tu passar a utilizar isso aqui. Use e abuse disso com equilíbrio. Tem formas de utilizar isso aqui, mas isso aqui tá pronto. Mas vão ter coisas que estão adormecidas em você, que elas precisam um pouquinho mais de energia para você ativar e fazer funcionar. São as forças adormecidas. Tem aqui, ó, tem uma porrada de força que você tem, mas muita. E tem certas forças que estão aqui precisando de desenvolvimento, certo? Então você vai ter um conjunto de 24 forças à sua disposição, 24 forças à sua disposição. Então não tem como, não tem como, gente, isso aí é contra a tua biologia você dizer que você não tem merecimento. É contra tua biologia você achar que a síndrome impostora, impostora, é uma condição sua, e por causa disso que você não tá atingindo os resultados que você quer. Mentira, mentira! Pode fazer corte só que vocês quiserem. É mentira, não faz sentido algum, porque todos nós somos dotados dessas condições. Existem 24 forças operando dentro de mim, algumas prontas, algumas adormecidas, algumas pessoas têm desenvolvidas, mas todas são forças. Eu não tô falando aqui de fraqueza, todas são forças. Tem as coisas ruins sua aí, sim, com certeza, ou dá trabalho para caramba, enche as patotas das pessoas, mas tem coisa boa para cacete aqui. E é isso que a gente precisa aprender a utilizar. Então, já trazendo vocês para um lugar de como é que eu lido com isso aqui. Então, está dizendo que essa fraude tem a ver com merecimento, com autoestima, que isso atinge mais 5% das pessoas, que tem sim um impacto maior nos grupos minorizados. Mas tá bom, vamos parar agora de revirar a lista. A gente já sabe isso aqui. Qualquer Google que você desce vai entender o que que é síndrome do impostor, impostora. E vamos olhar para ação. O que que eu faço com esse treco aqui para que minha carreira possa voltar a funcionar, para que eu possa gerar os resultados, para que eu possa me sentir pertencente? Começa a olhar para aquilo que você tem de melhor. Existem 24 forças que você pode explorar dentro de você, que vai fazer com que você tenha mais condições de se reconhecer dentro disso aqui. Vou usar esse exemplo de novo aqui. Aquilo que você tem de melhor, aquilo que você tem de melhor, você precisa aprender a fazer 3 coisas com isso aqui. Primeiro, você precisa aprender a reconhecer. Como é que você acha isso aqui em você? Como é que você sabe que você tem essas características? Segundo ponto, você precisa aprender a ativar isso em você. Não adianta você ter aqui essas super forças, um carro maravilhoso, você não sabe ligar. E aí vai ficar parado esse carro na garagem. E terceiro, você precisa aprender a compartilhar, contar para as pessoas quem você é de verdade. Você precisa aprender a contar para as pessoas a partir dessa perspectiva quem você é, quem você é. Isso aqui muda o jogo, isso aqui muda o jogo. Mas deixa eu mostrar outras coisas para vocês também, beleza? Daqui depois, quem quiser me manda mensagem que eu ensino como é que você acha isso aqui, tá? Ensino como é que você acha isso aqui. Deixa eu mostrar uma outra coisa para vocês aqui. Tá fazendo sentido aí, galera? Colocar uma outra telinha aqui. Conhece essa imagem aqui, né? Inclusive, ela tá desatualizada já porque já tem uma versão nova, mas não quero dar spoiler para quem não assistiu ainda. Essa aqui é a galerinha do filme Divertidamente, né? Ainda só apenas os personagens do filme 1. Mas aqui, basicamente, o que eu quero mostrar? Que quando a gente tá vivenciando essa síndrome do impostor, impostora, a gente tá lidando com nosso emocional. Então é um jogo emocional que tá dentro da gente que vai fazer com que a gente se comporte de um determinado jeito. Aqui tá assim com as emoções básicas do ser humano, né? A tristeza, alegria, raiva, nojo, medo. Então, uma provocação para vocês aqui em relação à síndrome do impostor é: o que é que vocês estão— do que é que vocês estão se defendendo? Essa pergunta, quem está vivenciando, se colocando diante de uma persona de impostor ou impostora, de uma fraude, tá se defendendo de algo. Você tá se defendendo do quê? Faz essa pergunta para você: do que é que eu estou me defendendo? Qual é a emoção que eu não quero que apareça? Síndromes como essa São construídos, são, elas surgem. De repente os psicólogos podem me corrigir depois, fiquem à vontade, tá? Essas síndromes, elas surgem a partir de experiências passadas na nossa vida, através das repetições dessas experiências, e a gente vai se colocando nesse lugar. Então, se você for uma pessoa que ouviu ou vivenciou experiências onde você era colocado ali como uma fraude ou apontava o dedo, ou você não tinha oportunidades, talvez você significou que esse é o teu jogo. Você criou uma emoção, uma condição em cima dessas situações passadas, e tá amarrado nisso ainda, tá amarrado, tá agarrado, como diz os mineiros, em relação a isso ainda. E aí, uma analogia legal para vocês é assim: Isso pode ter acontecido lá atrás. E se tá usando uma roupa do ano 2000, ainda nem serve mais, não sei mais se tá colocando, você tá indo trabalhar com uma roupa apertada, agarrada, não sei assim. O que eu tô querendo dizer? Você tá presa, preso a crenças e valores. Tem que soltar isso aí. Essa roupa já não serve mais. Aconteceu, aconteceu. Teve um significado, teve um significado, mas essa roupa não serve mais. Para usar a frase do filme da Disney, da Frozen: let it go, let it go. Avançando aqui para vocês, então, né, as nossas emoções criam condições. E aí uma coisa interessante, uma das causas também que faz com que as pessoas entrem e vivenciem com muita intensidade essa síndrome do impostor, da impostora, Que é o quê? É você não ter a consciência do que que está no teu controle e querer controlar aquilo que foge totalmente do teu controle. Aí que as pessoas se perdem, aí que as emoções são aguçadas, e aí que eu vou para lugares onde eu me sinto uma fraude. Estão percebendo a lógica da coisa? É isso que eu quero desvendar com vocês, é sair dessa coisa de ler no livro. Ah, eu tava numa palestra na empresa e falaram Sinto impostor, impostora, e aí é isso, eu sou isso. Ou eu não consigo crescer na minha carreira porque eu faço parte de um grupo minorizado e isso é comum no grupo. Para com isso, para de se vitimizar, entenda o processo. Eu sei que tem coisas muito mais intensas e difíceis, não tô discutindo isso aqui, eu tô falando sobre esse tema especificamente. Eu posso falar com propriedade desse tema especificamente. Eu tô dizendo para você: sai dessa, para de vestir essa roupagem de 'ah, eu sou impostor, impostora'. Não tem nada a ver, isso não é sustentável. Eu tô contando para você aqui o porquê. Tem todo um jogo acontecendo na tua mente que te leva a crer que isso é real, e você se sustenta por isso, porque você acha que você vai conseguir ter mais condições de reconhecimento sendo uma fraude do que sendo você de verdade. Então, um ponto importante aqui: as pessoas entram nesse jogo emocional que leva elas a acessar esse gatilho da síndrome do impostor, impostora. Por quê? Porque elas não têm consciência do que que elas têm controle, porque elas têm que influenciar no ambiente corporativo, e aí elas querem controlar aquilo que não dá para controlar. Exemplo: uma liderança que vive a síndrome do impostor Ela quer controlar as pessoas. Ferrou, amigão, amigona, não tem como, tá errado. Você não vai conseguir fazer esse jogo acontecer. Não é nisso que você tem que controlar, você tem que influenciar as pessoas. E de novo, fazendo parênteses aqui, líderes da atualidade não sabem realizar a influência nas pessoas de uma forma adequada. Até começam bem o jogo, mas aí cai no benito comando e controle. Cai na bendita necessidade de colocar a tua opinião em tudo, fazer do teu jeito. Não vai funcionar. Influência é uma dança. Influência é um jogo que você joga a partir da perspectiva do outro. Influência é um jogo que você joga a partir dos valores, das crenças das pessoas, ajudando elas a se movimentarem, ajudando elas a agirem e corrigindo rotas. Não é sobre o seu modelo de mundo. É o controle, influência. Precisa entender o que que você controla, o que que você influencia. E só lembrando, aqui, ó, existe uma zona muito maior aqui de fora, né, que é a zona que você não controla, você não influencia. Então, quer fazer uma coisa para dar certo? Lista aí das suas atividades, se você executa hoje, dos desafios que estão presentes na tua ossada. O que é que você não controla? O que que você não influencia? Primeira coisa, percebe que o jogo é um jogo simples, é uma, é um raciocínio. Trazendo aqui o meu lado, o cara que formou em TI, só que é uma estrutura racional. Primeiro passo é: quer sair desse treco? Quer deixar esse treco do lado? O que é que você não controla? O que é que você não influencia? Tenha consciência disso. Segundo ponto: o que é que você influencia e não controla? Ali o jogo tem mais sentido. Isso precisa aprender a influenciar. E tem uma outra parcela que você controla totalmente. E sabe o que que tá nessa parcela aí? Uma única coisa chamada você. A única coisa que você controla totalmente é você. Esse é o ponto. Então não caia nessa doideira de eu preciso controlar, eu tenho que entregar. Você não tem controle sobre as pessoas, meu querido, minha querida. Você pode influenciar as pessoas e você tem um controle, tem controle em relação a processo, tá? Você pode controlar processos. Influenciar as pessoas e controlar processos. Esse é o ponto aqui, ok? Isso tem que ficar claro da sua mentalidade. E avançando aqui, né, trazendo a clareza do porquê que eu tô falando para vocês de identidade, né? A gente falou ali, né, do— eu mostrei para vocês que a nossa identidade ela é composta por 3 grandes partes: aquilo que eu tenho já pronto para ser usado, aquilo que tá adormecido, aquilo precisa ser desenvolvido. Essa nossa identidade, ó, tá vendo essa pirâmide aqui? A nossa identidade é o nível mais alto. Então qualquer mudança que eu quero realizar na minha vida, se você mexer na sua identidade, aprender a fazer movimento, você tem muito mais chance de reprogramar todo o resto que tá abaixo. Identidade, crenças e valores. Sabe aquela coisa que eu falei para você? A roupa que não te serve mais, você não quer soltar. Eu estou ligado, é pesado esse treco aqui. Abaixo disso tem capacidades, conhecimento. Depois os comportamentos e por último ambiente. Então pensa comigo, você tá ali vivenciando a síndrome do impostor, da impostora, e você fala assim: preciso mudar, preciso mudar, não dá certo, eu vou. E somente mudo de emprego, eu busco um outro emprego. Aí passa 3 meses, o que que acontece? Eu volto a vivenciar a síndrome do impostor no ambiente que eu tô, porque eu fiz uma mudança remediativa. Mudanças de ambiente são mudanças remediativas, gente. Se você tem algo que você não resolveu ainda, isso vai voltar a aparecer. A gente sem ninguém quer demodar de empresa, não tem como. Comportamento, a mesma coisa. Ah, então eu vou parar de ser uma fraude. Não é sobre isso, não é sobre parar de ser uma fraude. Ah, vou parar de falar para as pessoas que eu me sinto como isso. Não é sobre parar de falar, não é sobre o comportamento. Tem uma frase que ela é muito bacana, que é o seguinte: você não faz aquilo que você quer. Ou seja, os teus comportamentos. Você não faz aquilo que você quer, você faz aquilo que está escrito na sua identidade, está printado na tua identidade. Por quê? Porque as tuas experiências de vida, tudo aquilo que você já vivenciou de forma negativa ou positiva, vai criar um, uma impressão na tua identidade. E a parte da tua identidade, que é o nível mais alto, ela determina quais são as crenças e valores que você vai cultivar, que tipo de conhecimentos você tem, tá aberto a receber, quais comportamentos você vai exibir. Não adianta simplesmente querer mexer no comportamento em relação a se sentir uma fraude ou não. É preciso ir aqui, aqui em cima é que o jogo acontece, é aqui em cima que a coisa funciona. Tá claro? Estratégia, gente, desmistificando para vocês aqui. E aí, ó, uma forma de você começar a movimentar isso já, né, no seu dia a dia profissional, para que você possa acessar essa caminhada de acessar a tua identidade. Lembra de 3 coisas quando você tiver vivenciando, sentindo que você tá vivenciando ali a síndrome impostora. Lembra de 3 coisas: fisiologia, foco, linguagem. Isso aqui é a tríade, né, os ingredientes perfeitos para você mudar um estado emocional de alguém ou seu próprio. Síndrome impostora, impostora, ela é acionada em você a partir de um gatilho, algo que você viu, ouviu, sentiu. Gatilho, tá? Esse gatilho, ele vai fazer o quê? Ele vai te colocar numa condição emocional que vai estar mais sujeita a trazer essa persona para o teu comportamento. Então aqui, como um reloginho, como algo para você ter aí com você, Dá um print na tela aqui, imprime esse treco aqui e faz o seguinte: começou a vivenciar ou perceber que você vai estar ali, né, vestindo essa roupa de impostor, impostora, primeira coisa, muda essa fisiologia. Levanta, sai, dá uma volta, anda, gira, espreguiça, faz umas flexões de braço, muda a fisiologia, vai caminhar, pega um café, liga para alguém. Ver um vídeo bacana, muda tua fisiologia, muda, muda, se mexe, se movimenta, respire, faça uma respiração, pô, faz ali 3 minutos de respiração. Isso habilita você a ter condição de mudar o quê? O seu foco. Porque uma pessoa que ela está vivenciando assim, do impostor, impostora, ela não tá com foco aqui no merecimento dela. Ela tá focada na fraude, nos pontos que ela já fez errado, e ela comprova isso. Então muda a fisiologia, muda o foco, traz o foco para o merecimento. O que que eu trago no merecimento, Márcio, para saber quem você é? Foque naquilo que você já conquistou, foque nos elogios que você recebeu, foque nas suas forças. O que é que você tem de bom? O que é que você tem de bom? E mude a sua linguagem. Em vez de você ficar ali, tá vendo, mais uma vez, é por isso que eu não dou certo, porque, ah, eu só consegui isso devido— não, force a tua linguagem aí para um lugar de eu fiz, eu mereço, eu ralei para estar aqui, eu mereço, eu consegui realizar isso aqui, eu busquei por recurso. Vou contar uma história para vocês aqui, por muito tempo alimentei isso em mim. Sabe que quando eu ingressei na CIT ali no ano 2009, eu tinha vindo de uma, de um intercâmbio, né? Eu fui fazer intercâmbio antes de entrar na CIT e eu morei 6 meses na Nova Zelândia, e eu fui para poder aprender inglês. E ingressei na CIT trabalhando num contrato, um projeto ali internacional, conseguindo tirar bem inglês. E em poucos meses eu entrei na CIT como programador de software. Em poucos meses, 3, 4 meses, eu tive a oportunidade de caminhar para uma linha de gestão. 3, 4 meses. E eu ouvia muitas pessoas dizerem para mim o seguinte: cara, você teve sorte, hein? Pô, Marlon, teve sorte. E aí você cultiva isso. Eu me pegava falando, cara, né, quando você tinha ali a oportunidade de falar com alguém Ei, como é que você foi? Você tá aqui, tá fazendo? Pô, trabalhando em tal lugar. E eu tô hoje como gestão, cara. E pô, eu tive muita sorte porque logo de cara eu consegui. Sorte? Sorte o caraca! Eu me preparei para caramba para poder chegar nesse ponto. Eu me preparei para caramba, eu fui atrás de 2 intercâmbios. Eu coloquei energia, tempo, investimento para poder ter o inglês bacana, para poder passar numa entrevista de uma empresa, para poder conseguir estar diante de um cliente internacional e conseguir comunicar com ele. Sorte! Só que a gente começa a ficar viciado no que o externo fala. E às vezes o externo fala nem por maldade, ele só fala porque é uma linguagem comum, porque é uma, sei lá, uma crença. As pessoas falam: ah, Você teve sorte, né? Pô, sorte, sorte, sorte nada mais é que preparo com oportunidade e ação. É isso. Eu me preparei para caceta, eu estudei para caramba, eu fiz inúmeros cursos para poder estar ali. Então não acredita em sorte não, galera. Recupera o teu esforço. Muda essa linguagem. Então eu parei de ficar falando para as pessoas que eu tive sorte, comecei a falar: não, eu fiz esse movimento de 3, 4 meses porque eu ralei para caramba. Um dos pontos que me fizeram entrar inclusive na CIT foi o inglês, foi a experiência internacional. Tem nem dúvida disso. Naquela época, naquele momento, meu inglês era melhor do que meu conhecimento técnico como programador. Mas ali eu tinha uma capacidade imensa de relacionamento, de comunicação. Então para de se esconder atrás de uma roupa que não faz sentido algum, a não ser para outras pessoas que também querem viver isso com você, disputar quem é a maior impostora, impostora que tem aqui na empresa. Talvez isso até trouxesse entusiasmo para as pessoas, né, fazer um bottom e começar a distribuir aí quem tem a maior Síndrome do impostor, impostora, pô, para com isso, para com isso. Então, de novo, né, a síndrome do impostor vai te perturbar através de gatilhos, vai ser em relação ao que você viu, ouviu, sentiu, vai ativar esse gatilho em você. Isso vai explorar o quê? Emoções. A galerinha divertidamente vai bagunçar tua cabeça. Só que cabe a você escolher qual delas você quer acionar. E como é que você faz isso? Aqui, ó, tem uma estratégia para você aqui, simples, 3 passos. Mude a fisiologia, levante, vai tomar uma água, tome água, levante de verdade da cadeira que você tá. Imagina você fazer isso aqui, levanta, levanta mesmo, vai espreguiça, olha para alguma coisa massa, pega uma foto da hora que você tem, você curte, um quadro, e fica olhando para aquilo ali por um tempo. Ande, se movimente, volte Troque o foco, tira o foco do 'eu sou uma fraude', 'eu só consegui isso porque a pessoa facilitou'. Coloque o foco no 'quem eu sou', é quem eu sou, minha identidade, as minhas qualidades, meus pontos fortes. Se você não conhece ainda, você precisa conhecer. Nós temos 24 forças de caráter, você precisa acessar isso aí, você precisa compreender isso aí. 24 forças. E aí você muda sua linguagem. Para de falar que você é uma pessoa de sorte, para de falar que você é uma pessoa que só conseguiu porque alguém te habilitou ali. Até a pessoa que cola na escola tem o mérito dela, tá? Até pessoa que cola na escola, na prova, tem o mérito. Não tô incentivando ninguém a colar, não. Tem o mérito dela. Entenda isso. Então estamos aqui desvendando esse journey aqui da Síndrome do Impostor, para você parar de ficar se apoiando nessa muleta. E aí, ó, uma coisa bacana: seu próprio feedback. Aprenda a se dar feedback, aprenda a se dar feedback para você ajustar rota, para você incentivar você em algo que você fez de novo. De bacana. Aprenda a lidar com seus erros, aprenda a validar antes de mais, antes de você falar assim, pô, valido o teu esforço, pô, valido o teu esforço. Depois dá uma verificada no que que você aprendeu fazendo isso. Olha que caminho bacana, caminho bonito, ao invés de eu cair direto no buraco e falar assim, ah, 'É, só deu certo porque o fulano me aprovou na entrevista, ele é amigo do meu tio.' Pô, valeu o teu esforço? O que que você fez? Claro que você não fez bodega nenhuma, tá sentado no sofá o dia inteiro, e vem alguém e fala assim: 'Ó, consegui para você um trabalho, é outros 500.' Agora sim, você fez o mínimo necessário, você fez uma entrevista, você conversou, você tá ali no projeto, você entregou, você se comunicou, se garantiu a data. Pô, valeu o teu esforço? Caso contrário, você vai ficar dependendo das pessoas para validar isso aí. Nem dessa, lembra que você não controla isso, tá? Você validar, você esperar que as pessoas não te vejam como uma fraude, você não controla isso. Então valida o esforço, depois busque entender o que que você aprendeu fazendo isso, que aprendizado você teve, e se existe alguma coisa que você precisa melhorar, se pergunte: tem alguma coisa que eu posso fazer diferente da próxima vez?. E de novo, não é sobre olhar e falar assim: que droga que foi essa apresentação que eu fiz! Nossa, que porcaria! Não, você fez, entregou, valeu o teu esforço. Segundo ponto agora: o que que eu aprendi fazendo isso? Pô, preciso de mais tempo, preciso ter mais foco, de um lugar, um ambiente melhor para poder produzir isso. Terceiro ponto: o que que eu faço de diferente numa prova? O que que eu faço de diferente a próxima vez? Não é uma crítica para você, é adicionando em você algo a ser melhorado a próxima vez. E todo mundo precisa melhorar alguma coisa.
That's it.
Faz sentido, gente? Tem alguém aí? Escreve para mim se tá fazendo sentido ou não. Passo a passo, quebrar esse treco aqui. Ninguém merece ficar vivendo achando que é uma fraude, sendo que a gente tem tanta coisa boa, tanta coisa legal. Deixa eu ver se eu acho aqui para vocês uma visão ampla do que que você tem de bom. Consigo abrir aqui, mas enquanto eu procuro aqui, escreve para mim aí, tá fazendo sentido? Jocelyne, que prazer tê-la aqui! Obrigado, Jô, que bom fazer sentido. Abrir aqui. Inclusive a Jo conhece isso aqui, vou mostrar. Vamos ver se eu consigo compartilhar essa aba. Gente, você sabe que para a gente poder fazer qualquer travessia, qualquer travessia, independente do objetivo que você tem, se ele é menor, se ele é maior, se ele é grande, ele é gigante, se ele é de anos, se ele é menos anos, Qualquer travessia você precisa se munir de recurso. Faz um paralelo com um alpinista, né? Você vai subir o Monte Everest, você precisa ter recurso na sua bagagem, na sua mala. Caso contrário, essa travessia ela vai ser um fiasco. Então olha isso aqui, ó. Isso aqui é a classificação, né, das virtudes e forças de caráter. Gente, todo mundo tem isso aqui, ó. Nós temos 6 virtudes, foi pesquisada, foi evidenciada pelo Martin Seligman, grande psicólogo americano, tem instituto só disso lá na Pensilvânia. E ele identificou mais o quê? Que nós temos 24 forças à nossa disposição. Todas as forças importam, não importa, não importa a tua classe, não importa o teu gênero, não importa a tua identidade, não importa. Você tem 24 forças. Cada um de nós temos uma hierarquia que difere a gente. Então, reconhecer quem você é, é o caminho, é o caminho mais amoroso que você pode fazer com você mesmo. Deixa de ser essa fraude, não precisa se apoiar nisso não. Você tem outras coisas que você pode se apoiar. Aprenda a se comunicar através das suas forças. Eu fiz uma pergunta esses dias para as pessoas e deixo aqui para vocês a reflexão para a gente encerrar essa live. Como é que você vem criando relações, conexões, network? Através do seu ser, através do seu ter, ou através do seu fazer? Pensa um pouquinho nisso aí. Como é que você se vende? Como é que você se apresenta? É através do seu ser? Eu vou dizer para você que menos de 2% das pessoas fazem isso. Do seu fazer ou do seu ter, que é o mais comum. Só que o ter e fazer vai embora, o ser fica. O ter e fazer pode ir embora com uma demissão, o ter e fazer pode ir embora com uma mudança de cargo, com uma aquisição da empresa, com mudanças organizacionais. Você não vai embora, você não vai embora, ok? Então, de novo aqui, fechando o tema síndrome do impostor, síndrome da impostora. Espero que vocês tenham gostado dessa aula aqui, aula mais prática para poder quebrar isso aí e sair dessa, tá bom? Usem, assistam, reassistam a aula, vai ficar disponível depois no YouTube, tá? A live vai ficar também disponível no meu Instagram. Aproveitem, assistam, encaminhem para as pessoas que possam assistir isso aqui também, tá bom? E toda sexta-feira religiosamente tô aqui falando de um tema que pode agregar na tua jornada profissional. Beleza? Um beijo no coração, uma ótima sexta-feira, um ótimo fim de semana, e arrebenta aí! Valeu, gente, tchau tchau!









