[Método F.P.P] Forcas de Assinatura

Nesta aula, o instrutor Marlon Silva Domingues apresenta o componente "F" (Forças de Caráter) do método FPP. Ele explica como funciona o assessment VIA de 24 forças de caráter, descrevendo a hierarquia universal: as 5 primeiras forças são as "forças de assinatura" que representam a identidade; as forças 6 a 19 são "forças médias" ou "adormecidas"; e as últimas 5 são "forças baixas" que precisam ser desenvolvidas. Marlon demonstra, com exemplos pessoais, como reconhecer, ativar e compartilhar as forças de assinatura para melhorar bem‑estar (↑33 %) e produtividade (↑18 %). Ele argumenta que líderes podem usar esse conhecimento para mapear as forças de cada membro da equipe, alinhar tarefas ao ponto forte, evitar a sobrecarga de forças baixas (que gera exaustão) e criar um ambiente de engajamento interno. Um caso da Marvel Studios ilustra a contratação baseada em super‑poderes/forças. O conceito de "elevador de forças" mostra como a distância entre a força necessária e a força dominante afeta a energia e a performance. Por fim, Marlon propõe três perguntas que líderes devem fazer ao time para identificar, ativar e apoiar o uso das forças, enfatizando reconhecimento, ativação, compartilhamento e intimidade como motores de saúde, felicidade e alta performance.
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Pessoal, vamos lá então. Bem-vindos e bem-vindas mais uma vez a mais uma aula. Obrigado por estarem aqui. E essa aula aqui eu quero detalhar um pouquinho mais sobre o uso das forças de caráter, que é o F, né, do nosso método FPP, que tá aqui em cima, aqui em cima, aqui em cima, aqui. Isso aí, achei o F do nosso método FPP, e é a base de tudo, tá? Eu trabalho com forças de caráter desde 2014. Eu, né, com o decorrer do tempo fui compreendendo a profundidade que esse tema tem. Lá atrás eu apenas utilizava isso aqui como 90% das pessoas utilizam, simplesmente vão, fazem o assessment no site e tem lá a sequência das suas 24 forças, mas não sabe o que fazer com aquilo. Vem aqui as forças, a minha força número 1 é criatividade, e aí a última força aparece como generosidade. Ah, tá explicado porque que isso acontece. Nada a ver. Então deixa eu explicar um pouquinho mais para você aqui, até como que você vai fazer para interpretar o seu assessment, ok? Então quando você realiza o seu assessment de forças de caráter, você vai ter uma sequência, tá? Você vai receber um PDF com as suas 24 forças numeradas de 1 até a força número 24, ok? Então vai ter lá as suas 5 primeiras forças que aparecem: 1, 2, 3, 4, 5. Elas são chamadas de forças de assinatura. Ou as forças mais altas. Essas forças da assinatura, conforme você começa a buscar por feedback, a ter um pouco mais de percepção, você vai entender que provavelmente elas têm muito a ver com a sua identidade, com quem você é, tá? Então as 5 primeiras forças representam a sua identidade. Depois você tem da 6ª força até 19ª, o que nós chamamos de forças médias, ou em outras palavras, forças adormecidas. Elas estão ali Mas a qualquer momento elas podem acordar e podem, né, tá fazendo parte do seu dia a dia. Mas elas são essas forças médias. E as últimas 5 forças são as forças baixas, ou forças que precisam de desenvolvimento para que elas possam ser ativadas. Então você possui 24 forças, tá? 24 forças. Todo mundo, isso aqui é uma lei universal. Todo mundo possui 24 forças de caráter em hierarquias diferentes, tá? São mais de 8 bilhões de combinações de forças de caráter, tá? Então é impossível você ter a mesma combinação com seu marido, esposa, mulher, vizinho, cachorro, gato, ok? 24 forças hierarquizadas. Então as suas 5 primeiras forças representam a tua assinatura. Essas 5 primeiras forças, quando você tem esse entendimento e você começa a observar ela, o quanto que elas aparecem no seu dia a dia com frequência. Vou te dar um exemplo. A minha força número 1 é a força do entusiasmo. Aqui, ó, entusiasmo, ó, empolgado, energizado, não faz as coisas irresolutamente, irresolutamente, tá? Então essa é minha força número 1. Eu tenho essa consciência que essa aqui é minha força número 1, Eu trabalho ativamente para dar manutenção nela, percebendo como é que eu ativo ela, como é que ela aparece no meu dia a dia, se existem formas, estratégias de eu começar a ativar ela com mais frequência. Isso traz um benefício enorme para minha vida, para minha saúde e para o meu trabalho, tá? Os estudos mostram que se você consegue ter um foco, uma disciplina, uma, uma uma disciplina, né, uma sequência diária de movimentos que ativem essas suas 5 primeiras forças. Exemplo: minha outra força, minha criatividade. Pô, então para um momento no seu dia e expressa essa força de alguma forma. Que forma que você pode expressar sua criatividade? Quando você tem essa, essa consciência Você, os estudos mostram que as pessoas, elas elevam em 33% a saúde, o bem-estar e a felicidade, tá? Em 33%. E as pessoas elevam em 18% performance e produtividade. Então, quando você faz um trabalho consistente, essa palavrinha queria lembrar, consistente, de ativação, de reconhecimento e compartilhamento. Anota isso aí: reconhecimento. Então, eu sei quem eu sou. Quais são as suas 5 principais forças de caráter? Tem aquela ponta da língua. Então, reconhecimento, ativação. Que que é ativação? É eu ligar essa força. Como é que eu ligo ela? Então, se criatividade, entusiasmo, qual outra força que é minha? Humor, a perspectiva e a inteligência social, que são as minhas 5 principais forças, eu tiver um rito, por exemplo, um rito diário de ativação delas, eu consigo me comprometer a ter mais performance, a ter mais chance de saúde, bem-estar, felicidade. Percebe do porquê que isso tem que ser o início de tudo na formação de uma equipe? Não entendi ainda, Marlon. Então vem comigo, é o seguinte: uma vez que você começa a produzir no teu time essa dopamina através de recursos internos que eles têm, eles não precisam buscar para fora isso aí, eles não precisam buscar nada que seja externo e de prazo de validade, as pessoas começam a viver dentro delas a sensação de eu posso, eu consigo, eu mereço, eu vou fazer. As 5 principais forças representam aquilo que você tem de melhor. É mais ou menos assim: você tá ali na sua quinta, sexta série, aí tem uma matéria que você não dá muito bem, não curte muito, não vai bem, e uma que você manda muito bem. Mas aí você tem que estudar essa aqui primeiro, que você não gosta muito, porque tem que fazer. E aí você perde energia para depois focar naquilo que você manda bem. Aqui o movimento é o contrário, é você ativar o máximo possível aquilo que seu time tem de melhor, aquilo que seu time faz de melhor. Então imagine, imagine o seguinte cenário: você tendo condições de diariamente fazer movimentos, estratégias— a gente vai ver isso, tá? Módulo 4, eu vou colocar, vou trazer muitos exemplos de case, como colocar em prática isso aí, para juntar todas as coisas. Mas imagina o seguinte: você tem consciência que o teu time, ou alguma pessoa do teu time, tem a força da espiritualidade, que é uma força aqui, ou que tem a força da imparcialidade. Como é que você, líder, poderia ativar isso? Como é que você poderia reconhecer mais isso? Porque quando você reconhece, quando você ativa isso, Você tá dizendo para a pessoa o seguinte: pega aquilo que você tem de melhor para poder fazer as coisas acontecerem. É muito mais gostoso. Se conecta um pouquinho no que você acha que você tem de melhor. O que você faz muito bem? O que você gosta, te dá prazer, é fabuloso ao ponto de eu não ver a hora passar? Se conecta um pouquinho nisso aí, se lembra um pouquinho disso. Se você se lembrar desse movimento, você vai ver o quanto que ele é congruente com quem você é, o quanto que ele respeita seus valores, a sua essência, sua identidade. E a partir desse movimento, provavelmente você consegue ter mais ânimo, motivação para lidar com aquilo que não é legal. Tem uma história, eu também talvez já tenha contado, mas vale a pena porque é um momento muito bom. De uma reportagem da Marvel, do diretor da Marvel Studios, com o RH da Harvard Business Review. E só para acelerar a história, depois eu posso colocar o link do podcast aqui, mas o pessoal da Harvard queria saber o que que fez a Marvel chegar num ponto de uma empresa à beira da falência se tornar a maior indústria cinematográfica do mundo, tá? Esse é o ponto. E o diretor de RH da Marvel, ele fala que a forma com que eles passaram a contratar as pessoas É diferente. E essa diferença é que ao invés de eles apresentarem para pessoa empresa e fazer uma entrevista de RH normal, né, tradicional, de fala aí para mim que você tem, e vamos lá, você tem isso aqui, né, você sabe falar inglês, você sabe falar português, você sabe programar na linguagem tal, você sabe mexer com contabilidade. Esse é o movimento comum do RH. O RH joga nas pessoas aquilo que ele acha ou que a empresa disse que é bom. Então você tá ali do lado de fora querendo fazer parte de um jogo, né? Lembra, empresa, business, a game, fazer parte de um jogo. E você é uma série de qualidades, mas as entrevistas não validam isso em você. Elas vêm, trazem uma série de outras coisas que muitas vezes tem que correr atrás para poder cumprir ali o currículo. Então a Marvel começou a fazer diferente. Ela começou a falar assim, ó, eu não vou fazer nenhuma pergunta para você sobre questões técnicas. Eu quero saber de você o que é que você tem de bom, o que é que você tem de bom, o que que você faz de melhor. E a pessoa falava: pô, eu sou bom no exemplo, eu sou ótimo em construir estratégias focadas no desenvolvimento de pessoas, eu consigo conciliar isso com business. Uma ideia aqui, tá? Aí a Marlon falava: legal, então me faz, me responde o seguinte: tendo consciência desse problema aqui, como é que essa sua habilidade— e eles falavam lá 'Como é que esse seu superpoder resolve isso aqui?' E a partir dessa exploração, a pessoa era contratada ou não. Ou seja, a Marvel, ela deu espaço para as pessoas contarem inicialmente o que é que eu faço de bom. Então tenha consciência, empresa, o que que eu tenho de melhor? E a partir do meu melhor, eu tenho condições de resolver esse problema. E esse é o grande ponto, gente. Como nós temos 24 forças de caráter, e as 5 primeiras são consideradas as nossas forças de assinatura, porque a nossa identidade Quando a gente começa a operacionalizar isso com fluidez, com consistência, com consciência, sabendo que elas existem, nós fazemos o quê? Olhamos para situações problemáticas de uma outra perspectiva. Por quê? Porque o teu pote tá cheio, porque você tem condição, porque você consegue resolver aquilo de uma outra forma. Olha que bonito, olha que profundo. Então aquele problema que antes parecia ser algo que você jamais sairia dele, quando você traz esse recurso de quem eu sou, eu consigo me aproximar dele e resolver ele de uma outra forma. Talvez não seja a forma que o Zé, que a Maria, que o Pedro faria, mas é o meu jeito, e ele é resolvido. Eu consigo resolver, eu consigo entregar. E aí uma coisa muito importante para vocês terem consciência, deixa eu rabiscar aqui rapidão para vocês. As forças de caráter, como falei para vocês aí, elas são divididas em 3 partes, né? Você tem as forças assinatura, tá? As suas, colocar aqui, ó, 5 primeiras, tá bom? Você já tá com seu VIA aí, já olha para elas, quais são as suas 5 primeiras forças. Depois você tem o meião que são as forças adormecidas, ok, que vai da força 6 até a força 19. Depois você tem aqui embaixo as últimas forças, as 5 últimas, que são as forças baixas ou as forças que precisam de desenvolvimento para serem ativadas, tá, que são as 5 últimas. Foi minha letra aí, tá, gente? 5 últimas forças. O que acontece geralmente, tá, quase na grande maioria das vezes, quando eu pergunto para as pessoas como é que está o dia a dia da pessoa, como é que tá a saúde dela, se ela tá ficando muito cansada, se ela tá estressada, se ela tem terminado o dia com energia alta ou baixa, se ela tá se ela tá triste, se ela tá brava, como é que ela tem terminado o dia dela. Pergunto para você, como é que você tem terminado o seu dia? A resposta das pessoas que falam geralmente para mim: cara, eu tô cansado, mas tô feliz. Tô cansada, mas tô feliz. Eu tô cansada, mas eu tô mais ou menos, tô um pouco triste, tá, não tô felizão não. Eu tô exausto. Essas são geralmente as respostas que tem. A pessoa cansada e feliz Ela tá aqui, ó. A pessoa cansada, porque o cansaço é normal, tá? Você pôr a mão na massa e trabalhar, você tá focado, você interagir com pessoas, fazer seus corres aí, é normal, tá tudo certo. Agora, você tá cansado e ficando triste ou exausto, tá? Aqui, ó, quando eu tô cansado e feliz, é um sinal que eu devo estar usando as minhas forças nessa altura do meu dia a dia. Talvez inconsciente, mas tô usando. Quando eu tô cansadão, cansadona, cansado, e começando a ficar mais triste, percebendo que começa a ficar um pouquinho mais irritado com as coisas, pode ser que eu esteja fazendo mais uso das minhas forças adormecidas do que as forças dessa natureza. E quando eu tô na exaustão, eu tô no meu limite, tem dias que eu não quero levantar da cama, tô com a irritação lá em cima, Começo a ficar mais agressivo, mais ríspido com as pessoas, é sinal que eu tenho, eu estou tentando fazer uso das minhas forças mais baixas. Então é como se fosse um elevador de forças. As primeiras estão à sua disposição, tá aqui, ó, prontinho para você utilizar. Só que quando as pessoas não têm consciência disso aqui, elas fazem o quê? Quando elas estão deparando ou estão deparadas frente a frente a um desafio, a um problema novo, elas tendem a fazer o quê? A buscar recursos aqui embaixo ou mais para baixo ainda. Então aí acontece o quê? A exaustão, porque é mais distante para você acessar aquele recurso para fazer acontecer. Imagina que você tem a força, vamos pegar aqui uma força, vamos pegar a força de amor, tá? Força do amor. É uma força que você tem entre as suas fintechs. Aí aqui embaixo você tem a força da bravura, tá? É uma força também, a bravura é uma força. E aí, diante de um cenário na empresa, você é desafiado pelo seu cliente, pela tua liderança, você tem que ser mais ousado, ousada, você tem que jogar mais o jogo de incisão, de fechar negócio, de entrar em ação. Mas essa força para você, ela tá mais para baixo. E a sua força do amor tá aqui em cima. Ou seja, para você é muito mais fácil ir numa linha muito mais diplomática, doce, numa linha muito mais emocional, de conexão com as pessoas, do que numa linha muito mais incisiva, pega pra capar, na bravura, na ousadia, na coragem. E como não tem essa consciência, que eu ouço a palavra: você tem que ser mais corajoso, corajosa. O que que a minha mentalidade faz? Eu vou lá embaixo tentar buscar isso aqui. Como é distante, eu levo mais tempo, eu demoro para acessar, eu desisto no meio do caminho porque eu começo a ficar puto para caramba com esse negócio. E aí eu não consigo entregar o que tem que ser feito. Qual que é o jogo aqui, Marlon Silva? O jogo é você entender inicialmente se as suas 5 forças de natureza dão conta disso. Elas podem ajudar você a fazer um caminho diferente que não seja simplesmente lá pegar bravura. Mas você precisa acessar a bravura, Marlon Silva Domingues. Você pode, só que quanto mais baixa a força tiver, mais ajuda você precisa. Você precisa ter suporte, você precisa ter mais pessoas, você precisa ter mais tempo. Então, se você está diante de um desafio, né, de um problema que exige forças mais baixas, não tem problema, você pode desenvolver, você pode acessar essas forças porque você tem essas 24, elas estão em você. A questão é Aí você precisa voltar e citar as expectativas com a tua liderança, dizendo: espera aí, ó, para resolver esse problema aqui, isso demanda muito mais de mim, e para isso, e para isso eu vou precisar de um pouquinho mais de tempo. Então eu não consigo entregar isso aqui, consigo entregar nisso aqui. Faz sentido? Pode ser. Aí eu faço esses combinados, porque combinado não sai caro. Agora, quando eu não tenho essa consciência, tento acessar aquilo que é mais escasso para mim eu não trago, eu não respondo, e aí eu tomo pau. Esse é um segredo do teu chefe, talvez nem ele saiba, ok? Então existe um elevador das forças. E se você tem um time, tem essa clareza também, que talvez você esteja fazendo exigências para o seu time que são de forças mais baixas que ele tem, que eles têm. Então, por isso de você ter a consciência das 5 principais forças ou da sequência de cada um deles, vai te ajudar a direcionar as tarefas das melhores pessoas. Um exemplo: se tem uma demanda que ela exige mais ousadia, quem aqui do meu time tem mais presente isso no seu campo das forças Natura, ou mais próximo da Natura? Quem aqui tem criatividade? Quem aqui tem a teamwork? Quem aqui tem liderança? Então eu construo um mapa, vocês vão ver depois, mostrar o mapa para vocês. Eu tenho isso aqui, um mapa com cada pessoa do teu time com uma sequência de força que eles têm. E dessa forma você consegue tomar decisões mais assertivas, trazendo a zona que as pessoas têm de melhor. Uma pergunta que passo, né, e fiz muito para as equipes é: quais são as suas 5 principais forças? Essa pergunta, você não sabe, tem que ir lá fazer o teste. Segundo ponto é: diante dos desafios que você tem, Quanto que você tem conseguido usar essas suas 5 principais forças nos seus desafios? Aqui já pode ter algum ajuste que você possa fazer. Talvez os desafios sejam incompatíveis, ou talvez as pessoas não estão sabendo conectar as forças com esses desafios aqui, ok? E a terceira pergunta é: eu como líder, como é que eu te ajudo melhor a ter mais engajamento? A produzir mais, a ter mais espaço para usar aquilo que você tem de melhor? Essa tem que ser uma pergunta de um líder para o seu time. O líder provoca as pessoas: o que é que você tem de melhor? A pessoa traz. A segunda pergunta é: como que eu, líder, te ajudo a exibir mais esse seu melhor, colocar mais seu melhor em prática? Ok, ficou claro para vocês aqui o poder das forças de caráter? O como que elas podem ajudar na condição do time, como é que elas são essenciais na construção de uma equipe de alta performance. Essa base, porque ela traz clareza, ela traz a energia, o combustível essencial, essência, vida, identidade para as pessoas, para que elas não fiquem dependentes de recursos externos. Que que é recurso externo, Marlon Silva Domingues? A pessoa que é orientada o tempo inteiro em feedback. Reconhecimento, dinheiro, promoção. Tudo isso tá ok, mas as pessoas ficam viciadas e só se movem, só geram motor de motivação quando isso acontece. Isso não deve acontecer com frequência, não é o comum da empresa. E se tá em tempos de crise, ainda pior ainda, não vai ter. Então ajudar o teu time a reconhecer o que que eles têm de melhor e usar esse recurso como um botão de ignição por pertencimento, protagonismo, eu garanto para você. E aí, voltando então ao que a gente tava falando no começo, né, as forças, quando elas são trabalhadas com reconhecimento, reconheço, eu sei quem eu sou, eu ativo. Ativo pode ser uma prática simples, pode ser uma meditação de eu poder visualizar as minhas forças, gente. Eu ativo as minhas forças e eu compartilho, eu começo a contar para as pessoas, olha, eu funciono melhor assim, olha, eu funciono melhor assado. Quando eu compartilho, eu começo a fazer o quê? A criar uma intimidade com quem eu sou. E quando a gente vai no individual, porque veja, as empresas para atingir resultados precisam de pessoas, pessoas, indivíduos, seres humanos. Todos nós, todos nós precisamos nos reconhecer, ter intimidade com quem a gente é, tanto com as coisas que a gente tem de melhor quanto com as nossas limitações, vícios e medos. Quanto mais intimidade você tem com você, mais condição você tem de exercer aquilo que você faz de melhor. E quando eu tenho intimidade com quem eu sou eu tenho mais condição de ter saúde, bem-estar, felicidade, performance e produtividade. Pegou? Te vejo na próxima aula.









