MUDANDO MINHA HISTÓRIA - AULA DE FORÇAS

Nesta sessão gravada, Marlon Silva Domingues conduz um workshop para voluntários e mentores do projeto MMH, focado no uso das Forças de Caráter (VIA) como ferramenta de apoio a estudantes de escolas técnicas. O encontro aborda a importância de reconhecer a velocidade individual de aprendizagem, evitar frustrações ao impor metas externas, e usar dados de avaliação de forças ao invés de intuição para planejar intervenções. Marlon apresenta o conceito de "manual" – as 24 forças de caráter – como guia para decisões estratégicas, enfatizando que metas devem ser comportamentais (ex.: horas de estudo) e não resultados finais (ex.: aprovação no vestibular). São discutidos aspectos práticos: aplicação do assessment em adolescentes, risco de baixa autoconfiança e medo de julgamento, adaptação da linguagem para a faixa etária, e a natureza mutável das posições das forças ao longo do tempo. O facilitador demonstra como medir progresso por meio de observações comportamentais e feedbacks, e sugere o uso de IA (ChatGPT) para gerar estratégias personalizadas. Ele também apresenta a classificação das forças em eixos emocional/relacional e racional/intrapessoal, e oferece exemplos de exercícios lúdicos, storytelling equilibrado (80% provocação, 20% relato pessoal) e estratégias de matching entre mentores e mentorados. Questões éticas, como sobrecarga emocional e necessidade de encaminhamento profissional, são abordadas. Por fim, Marlon mostra recursos gratuitos do site VIA (relatórios, atividades, calendários) e destaca a importância dos valores (Values in Action) como motor de motivação e de evitar conflitos ao respeitar valores alheios.
Chapters
Foi muito engraçado. Eu conversei com a Lari um dia e eu conversei com o Marlon, que eu não conhecia, no dia seguinte. E os dois falaram do VIA e os dois falaram do Forças de Caráter e a importância disso. Daí eu até brinquei com o Marlon, falei: "Marlon, não entendo direito o que você está falando." "Não, mas eu acho que eu tenho uma amiga que falou a mesma coisa que você ontem para mim, eu tenho que apresentar vocês." E daí a gente criou esse pilar aí de inteligência emocional ano passado, conduzido pela Lari, que não pode estar aqui hoje porque ela está com os sogros dela lá nos Estados Unidos, e o Marlon. A gente fez um piloto com 6 jovens ano passado, com resultado bem legal, tá? Mas a gente chegou à conclusão que a gente não tem braço para chegar nos 6 jovens, e às vezes o vocabulário para esses jovens é É complexo, né? E a gente optou esse ano por usar os mentores como forma de estender isso. Então os mentores conseguem entender melhor o perfil dos jovens para atuar neles, do mesmo jeito que os jovens vão ter mais tempo, mais conexões de acesso ao Despertar das Forças. Então acabei tudo que eu tinha para falar, senão eu faço eu apresentação, vocês me conhecem. Mas eu queria mais do que tudo agradecer todos vocês aí pela pela disponibilidade. Eu tenho certeza que tem muita coisa legal para aprender no dia de hoje. Cara, eu agradeço ao Marlon. Eu não sei quanto você cobra por um treinamento desse, mas Marlon é voluntário nosso também, tá bom?
Show de bola, cara.
Beijo para vocês.
Valeu, Sérgio. Obrigado, cara.
Bom dia aí.
Valeu.
Você tá no mudo, Sérgio?
Saiu.
Bora lá então, gente, show de bola! Vocês tiveram a introdução do Sérgio. Então esse foi Essa foi a iniciativa no passado, né, desse trabalho voluntário aí, para poder trazer um pouco mais de foco, de atenção naquilo que os jovens têm de bom e como é que eles poderiam utilizar mais isso no dia a dia deles, tá bom? Qual que é a intenção desse papo com vocês aqui hoje?
E, gente, é um papo informal, tá? Podem fazer perguntas, vou seguir o ritmo de vocês.
A gente separou aqui esse slot de tempo até meio-dia. De repente a gente termina antes, mas vocês determinam, tá?
O que vocês tiverem aí com dúvidas, perguntas, podem fazer.
Eu danço essa dança que vocês quiserem, então fiquem super à vontade, tá?
Quem puder ligar a câmera também, super legal para poder ver a carinha de vocês aí, interagir.
E a expectativa aqui então é eu passar um pouco desse conhecimento que eu utilizo já há um bom tempo, especificamente desse instrumento chamado Forces de Karate, explicar para vocês o uso dele, como é que vocês poderiam utilizar eles ele no dia a dia com os alunos, já que vocês são mentores aí do projeto, e que tipo de benefícios isso poderia trazer, né?
Como é que isso poderia ser um veículo que pode facilitar a jornada de vocês, tá bom? Vamos lá.
Bom, acordos rapidinho aqui, coisa simples, só evite distração, esteja presente aqui, seja vulnerável, faça perguntas, né? Se dedique o tempo aqui também para anotar as coisas. Pô, ficou inquieto, escreve, fala, Tá bom, tem que apertar o microfone aí, pessoal da casa, se vocês querem falar.
Isso, pode falar.
Oi, Marlon, você consegue abrir? A gente não tá vendo o seu lado esquerdo.
Voltou? Voltou.
Obrigado, obrigado, meu irmão.
Show de bola, show de bola.
Obrigado por avisar.
Então aqui só os acordes, vocês estejam aí abertos, né?
Aqui não tem certo e errado, tá todo mundo junto para a gente poder aprender, ok?
Bom, rapidamente, gente, quem eu sou, só para vocês entenderem o contexto.
Não sei o quanto que o Sérgio já falou para vocês sobre a minha jornada. Mas eu sou um cara formado em computação, em TI, trabalhei muito tempo como programador de software e eu tive a maior passagem corporativa profissional dentro da CIT, não sei se vocês também conhecem a CIT, uma empresa de software que nasceu aqui em Campinas, na Unicamp, e hoje é uma grande multinacional que tem sedes no mundo inteiro.
E eu fiquei na CIT por 15 anos, ano passado deixei a CIT uma decisão através de um propósito, de um sonho que eu vinha buscando já, de empreender e dedicar mais tempo voltado a desenvolvimento humano. Na CIT, a minha jornada também foi bem interessante porque eu deixei a operação, eu fui para RH da CIT sem conhecer nada de RH, para montar e estruturar uma área focada em construir uma esteira de liderança.
Então eu me envolvi nisso aí por longos 10 anos, morei na China pela CIT, aprendi muito sobre essa questão cultural, diferenças culturais também, uma jornada muito bacana. Depois morei nos Estados Unidos e cheguei ao cargo de diretor na empresa ali com foco em olhar para RH todo da América Latina. E aí chegou um determinado momento que eu entendi que eu deveria trazer de novo o meu foco para aquilo que faz o meu coração palpitar, que é esse trabalho muito focado em desenvolver pessoas, extrair potencial, mentorar, né? Eu tenho Vários programas de mentoria também voltado para líderes.
Então é uma coisa que me dá muito prazer. Sou casado, tenho uma filhinha de 6 anos.
Tenho as minhas heranças nerds de um cara de TI, então gosto muito de Star Wars, gosto muito de ficção científica, é algo que me dá prazer. Lego, sou um apaixonado por Lego.
E também sou uma pessoa que adora cozinhar.
Cozinha para mim é uma terapia que eu gosto bastante. E eu gosto de caprichar bastante em fazer hambúrgueres aí na brasa. Então esse é um pouco de quem eu sou, tá?
E aí, expectativas, eu falei para vocês.
Então a troca de hoje aqui é para poder falar e ensinar vocês a olhar para esse assessment aí com mais propriedade. Espero que vocês tenham trazido o assessment de vocês, o das forças, não o das fraquezas. Das fraquezas a gente não vai mexer aqui porque ele nem faz parte desse movimento que a gente vai falar hoje, mas espero que vocês estejam com o assessment de vocês aí, que vai ser muito importante no dia de hoje, tá?
Para aquecer os motores, como a gente tem um grupo pequeno aqui de pessoas, e eu queria saber um pouquinho mais de vocês, né? O que que vocês fazem?
Sei que vocês estão aí no projeto, mas quem são vocês, né?
Eu queria que vocês falassem rapidamente, sem contar muita história assim, pô, faço tal coisa, trabalho em tal lugar, tô na NMH faz X tempo. Se puder dar essa rodada para eu poder me situar, seria bacana. E vamos fazer assim, ó, eu vou começar com as pessoas que estão online aqui no Zoom, depois a gente faz com todo mundo que tá na casa da Aline ali.
Aí faz de uma vez, pode ser?
Então vou pegar aqui a sequência, vou pegar aqui o Rodrigo. Rodrigo, abre o microfone aí. Quem é você, meu caro? E não tá vindo seu som para mim.
Tá vindo para vocês, gente? Não, não tá saindo som.
Ela tava zerado o volume.
Agora sim, agora sim, foi, foi, gente.
Bom dia, então, sou Rodrigo, sou engenheiro mecânico. Eu fiz mecânica no Cutuca também. Eu entrei um ano depois que o Sérgio saiu, então ele é bem mais velho que eu. Eu sou engenheiro mecânico, eu tenho especialização em MBA em gestão de indústria. Eu tenho mestrado em saúde, trabalho, ambiente, e doutorado em ciências da saúde. Então assim, eu premiei assim vários campos já também. Conheci o Sérgio dia que a gente foi levar o Sérgio, eu, o projeto, no dia que eu fui levar o meu filho mais velho, mais novo, para conhecer o culto, que a gente se conheceu na porta lá. Achei super legal, tô aqui. Minha esposa, inclusive, Alessandra Roscremi, tá aí também como voluntária. Ela entrou agora também. E estamos nessa, vamos lá, vamos ver o que a gente consegue ajudar essa meninada aí.
Show de bola, Rodrigo! Bem-vindo, cara, obrigado. Agora eu vou chamar Patrícia Delgado.
Oi, bom dia, pessoal! Escutam?
Escuto.
Bom, eu sou formada em Administração de Empresas e Negócios, sou gerente de contratos numa empresa de tecnologia, foi lá onde eu conheci o Sérgio. Legal! E aí eu vi o projeto no LinkedIn através de um colega também de TI, e aí entrei em contato com o Sérgio porque eu também fiz formação técnica, colégio técnico, trabalho em secretariado. Sou apaixonada por desenvolvimento humano e além de atuar como gerente de contrato, tô fazendo uma formação para ser instrutora de mindfulness pelo Mente Aberta da UNIFESP.
Pô, que legal! Então você já tem intimidade com esse assunto aqui, psicologia positiva.
Legal, legal.
Eu tô no plantão de redação, ano passado, Ansiosa aí por esse ano.
Muito bom, seja bem-vinda, Patrícia.
Obrigado.
Agora eu vou chamar a Isadora Santos.
Bom dia, tá dando para ouvir?
Bom dia, estamos ouvindo.
Eu sou Isadora, eu tenho 18 anos, faço colégio técnico, tô no meu último ano do curso técnico em eletrônica, desenvolvo projetos, então minha vida acadêmica é traçada nisso, em desenvolver projetos para resolver algum problema com meu conhecimento em eletrônica. E eu conheci o Sérgio através de um evento da prefeitura que teve, do CRT, que divulga técnico. E aí eu fiz uma palestra lá falando da minha trajetória, e a partir disso a gente começou a se seguir no LinkedIn. Aí eu comecei a conversar com ele, ele me apresentou o projeto, aí a gente conversou, aí acho que faz duas semanas, uma semana que Eu entrei agora como mentora para quem já ingressou em colégio técnico, para acompanhar esses jovens.
Uau, parabéns! Eu ia até perguntar, pô, tem gente, tem uma aluna aqui, ó, entrou uma aluna aqui. Legal, muito bom, muito bom ver você tão novinha e já interessada em ajudar, mentorar.
Parabéns, parabéns pela atitude, viu?
Obrigada.
Agora vou chamar o Eduardo.
Bom dia, pessoal. Vocês estão me ouvindo?
Yeah, estamos ouvindo sim.
Beleza. Bom, eu sou formado em Engenharia da Computação, na verdade Ciências da Computação. Conheci o Sérgio numa empresa que a gente estava prestando serviço para ele quando ele trabalhava, ele tinha uma empresa na verdade que que a gente trabalhava em parceria, isso faz aí, sei lá, uns 15, 20 anos. De lá para cá a gente sempre manteve o contato. Meu background é mais na área de infraestrutura, então eu trabalhei nesse integrador, trabalhava bastante com redes, implementação de soluções voltadas para rede, segurança. E aí depois eu passei por outras empresas, trabalhei em multinacionais, mas sempre no lado técnico. E eu sou um cara que, eu sou até, né, minha idade, acabo sendo um pouco mais velho que a maioria, mas eu sempre tenho, eu nunca consegui me afastar do lado técnico. Mas de uns anos para cá eu tô tentando melhorar um pouco o meu lado, não humano, mas gerencial, tentar até buscar alguma coisa mais gerencial para fazer. Eu tô meio que Já procurando coisas novas, já cansado um pouco de fazer a mesma coisa, e eu vi essa oportunidade aqui em fazer essa mentoria e aperfeiçoar esse lado humano aqui um pouco.
É isso. Muito show, cara! Bem-vindo aí.
Obrigado. Agora eu vou chamar o Luiz.
Oi, gente, bom dia.
Bom dia, Luiz.
Sou Luiz, minha formação é Técnico, graduação, pós-graduação, sempre em computação, né? Fiz técnico em processamento de dados no CUTUCA, fiz ciência da computação e depois fiz mestrado em engenharia de computação. Trabalhei na área técnica por muito tempo e migrei para gestão. Então passei a atuar em gestão de times de desenvolvimento de software e a partir desse momento também me aprofundei em questões humanas, porque tem a parte estratégica e a parte humana. Então fui complementando dessa forma minha carreira, né, mantendo— não codifico mais há muito tempo, mas trabalho com times de codificação, de desenvolvimento, de entrega de projetos, mas passei a me aprofundar tanto na parte estratégica quanto na parte de gestão humana, de relacionamentos humanos mesmo, que é uma área que eu gosto bastante também, tá? Conheci o Sérgio na sala de aula, nós somos da mesma turma do CUTUCA, então conheci o Sérgio em 1988, no primeiro ano do curso de Processamento de Dados lá, então a gente se conhece há muito tempo e recentemente aí nos nossos contatos aí ele falou do projeto e como isso casa com questões pessoais mesmo de poder ajudar as pessoas também a trilharem carreiras e terem oportunidades. Eu vi aqui também uma oportunidade de contribuir.
Muito legal, show de bola, Luiz. Obrigado, bem-vindo aí.
Vou chamar agora a Rafaela.
Bom dia, sou a Rafaela. Eu fiz técnico em química, me formei depois em engenharia química E eu trabalho na BR Process, que é uma empresa já parceira do MMAJá, né, que foi onde eu conheci o Sérgio. Ano passado ele levou uma turma lá, acho que se não me engano umas 60 jovens, para conhecer o laboratório. Aí ficamos encantados com eles e eles com a gente, e eu tô aí agora.
Entrei. Que legal, muito bacana, Rafaela, bem-vinda aí.
E aqui tenho agora Alessandra.
Oi, pessoal, bom dia, sou Alessandra Roscani, como meu marido falou aí, né, a gente tava junto na mesma tela, acabamos cada um indo para a sua. É um prazer estar aqui, eu sou enfermeira de formação, Não fiz o curso técnico, mas aí tenho aí toda uma trajetória de estudos aí, mestrado, doutorado, algumas pós aí, e eu tô na Unicamp já faz 22 anos esse ano, e lá também já tive a oportunidade de fazer mentoria, eu acompanho, sou tutora de alguns alunos, mas todos no nível de graduação, mas também já fui professora em escola técnica, tenho uma experiência nesse sentido. E hoje também assim faço, fazia um trabalho voluntário na SAS Brasil, que é uma área de tecnologia para levar saúde para os sertões, a gente leva carretas, né, e o trabalho me desperta bastante. Meu marido começou aí na MMH, né, e assim eu tenho visto, né, o quanto ele tem, está feliz, tudo, ele tem me falado muito, aí eu super me interessei e Eu faço um outro trabalho voluntário também na Sociedade Brasileira de Qualidade e Segurança em Saúde, no Brasil, então eu acabei saindo um pouco da SAS nesse momento para me dedicar ao MMH, porque acho que tem a ver com o meu propósito nesse momento. Aí eu pedi um afastamento lá do voluntariado e a gente, né, vai organizando aí nossa vida. A gente tem dois meninos, um já tá na faculdade, outro tá no primeiro ano também. E acho que vai ser muito legal esse trabalho, assim, já traz muita satisfação aqui em casa. E a gente, o que puder contribuir, contem conosco. É isso, né? Quem sabe daqui a pouco a nossa família com os meninos também.
Muito show, muito legal! Bem-vinda, viu?
Obrigada, obrigada.
Legal.
Agora, galera da casa aí, Casa da Line, liga o microfone aí e começa. Quem vai começar aí? Oi, tudo bom?
Eu sou Rosa Maria.
Tudo bom?
Estão me ouvindo bem?
Pode mandar bala.
Eu sou Rosa Maria, eu sou engenheira química de formação, mas tecnóloga de alimentos de coração. Eu tô aqui olhando um pãozinho, pão doce, que um aluno meu fez. Tô avaliando a estrutura do pão. Não, eu sou apaixonada pelo que eu faço, por educação. Então, depois de buscar várias coisas, eu trabalhei em multinacionais, mas há algum tempo eu tenho uma consultoria em desenvolvimento de produtos. Na área de alimentos, e eu tava procurando alguma coisa que me preenchesse assim, porque eu acho que eu já dei bastante nesses 30 anos, tanto de magistério quanto de consultoria, e o MMH caiu como uma luva, porque educação é uma coisa que eu realmente acredito, né? E foi uma felicidade, eu não participei desse sucesso, muito pouquinho, mas eu fiquei muito emocionada com tudo que aconteceu no final do ano, I'm emotional, né? Deixa eu ver se tá dentro das minhas forces, mas a ideia é aprofundar cada vez mais porque é um projeto de sucesso num mundo tão difícil que a gente tem hoje. Então, estou aqui de corpo e alma.
Show de bola!
Adorando conhecer todo mundo, tá?
Muito legal! Bem-vinda, bem-vinda, show de bola!
Passa a bola para o lado aí, quem que é o próximo?
Tão escutando bem?
É só falar.
Fala, pessoal, meu nome é Wellington, eu sou engenheiro de controle automação por formação.
Hoje eu trabalho na área comercial, sou executivo de contas, é, para atender o interior daqui de São Paulo. E eu sempre tive uma ligação muito grande para a educação, que foi meu primeiro emprego. Como professor de informática, né? Sempre tive contato muito com tecnologia. Então eu uni essa parte da educação com algo que eu sempre tive vontade de ajudar pessoas. Eu já trabalhei como voluntário também em outros projetos, também relacionado à educação, mas como professor, né? Como curso profissionalizante, professor de curso profissionalizante. E eu senti essa vontade de agregar. E eu conheci o Sérgio através do Google, então pesquisei algumas instituições, legal, e muitas eram relacionadas à parte de religião, a parte de política, e eu acho que não faria sentido para mim. E quando eu entendi o projeto da MMH, eu me identifiquei. E aí a gente agendou uma entrevista, um bate-papo, e Hoje estou aqui, né, então, com voluntariado, como voluntário, e podendo contribuir com o máximo de experiência que eu puder passar para os jovens lá, agora como mentor também, tá?
É isso. Que legal! Muito show, muito show, bacana! Bem-vindo!
A gente tem um microfone fake, então tem que usar ele também. Eu sou a Aline. Vocês estão conseguindo me ouvir? Que eu tô um pouco mais longe.
Sim.
Eu sou a Aline, eu sou a esposa do Sérgio. E eu falei que ou eu separava ou eu entrava no projeto. Aí eu acabei decidindo entrar no projeto. Eu gosto do Sérgio.
Ai, que bom!
Na verdade, assim, é uma alegria enorme fazer parte disso, assim, ver os resultados que a gente consegue colher, né? Que conseguiu colher o ano passado, o engajamento da turma desse ano. É muito bonito poder ser caminho para quem quer andar. E acho que é esse o nosso papel como MMH, né? Eu sou técnica, eu vim de uma família de baixa renda. Como eu sempre falo, né, para os alunos, se eu tivesse, se o projeto existisse na minha época, eu poderia estar sentada numa daquelas cadeiras. E a minha vida foi transformada pelo colégio técnico, porque eu fiz cutuca, depois eu fiz engenharia de alimentos, mestrado, doutorado. E hoje eu sou pesquisadora lá na Unicamp, né? Mas eu sempre falo que a formação que mais importou realmente foi a formação técnica, porque foi ela que dividiu os caminhos. Eu acredito.
Que legal!
E é isso que a gente tenta passar todos os sábados para os nossos alunos. Passando para o Fred.
Muito bom, bem-vinda, legal!
Bom dia, são Raquel, estão me ouvindo? Tá aqui, só Raquel. Eu sou advogada. Nossa, só eu, gente, só advogada.
Tem que ter um advogado, tem que ter um advogado do grupo, senão não é um grupo.
É isso, é isso que eu tenho para hoje. Eu sou mãe do Gabriel Desadora, Então, dois adolescentes, um adulto já, né? Nossa, é, já é 10 anos. E comecei no projeto, eu e o Nagá. A gente começou vindo aqui na casa da Aline e do Sérgio, comer uma pizza, quando o projeto eram 5 alunos só, eu acho, né? E aí, então, desde o comecinho, eu e o Max, meu marido, como vocês estão achando, tá aí, que ele tá viajando.
Mas é isso.
E esse projeto é lindo, né, gente, como todo mundo falou. Para mim, eu não tinha experiência com técnico. Gabriel fez SENAC, foi a única experiência que eu tive assim, mas meio que perdida ali, nem sabia direito. Eu lembro quando foram falar do técnico lá no objetivo, quando ele fazia, eu falei: gente, que eu vim de Pirassununga, que lá não tem essa cultura, lá sobra vaga de técnico. Olha isso, que a gente não tem muito, é triste, né, mas não teve essa cultura. Então eu fui descobrindo com o MMH o poder do técnico e tô aqui, né? E isso ajudou muito também de ser mentora, ajudou com os meus colegas, mas adoro o Gabriel mesmo, esse é o preço que eu falei deles, porque é um desafio muito grande, né? Ano passado foi um desafio com as meninas, a Fábia que vai falar agora ajudou muito nisso, eu aprendi muito com ela. Falando com as adolescentes durante a mentoria, de ver os desafios que são. E eu olhava para os meus filhos e falava assim: nossa, eu não consigo falar tudo isso com eles, entendeu? Então, foi, acho que foi um aprendizado também lá em casa. E por fim, tudo que o Gabriel hoje ele faz estágio, graças ao voluntariado do UNH que ele fez, ele fez o A entrevista, ele já tinha feito estágio na Unicamp, mas a entrevista dele com 18 anos foi por conta, eles perguntavam: "Mas e esse projeto? Como que é?" Foi por conta desse voluntariado que ele conseguiu o estágio, o Work and Volunteer. Esse é um ponto muito forte. Então agradeço ao Sérgio e à Aline que eles deram essa chance, né?
Vamos lá, Gabriel, pegar na mão dele, vamos fazer aqui.
Mas é isso, gente.
Próximo, próxima.
Eu sou a Paila, sou... entrei... Obrigada, Marlon Silva Domingues. Desculpa, gente.
Entrei como voluntária no MMH do ENEM do Estado através do meu filho ir para fazer a prova, né?
E ele fez a prova, não entrou no MMH, Mas hoje ele tá no colégio técnico e assim também dou graças a ter conhecido o projeto, a Gui, Sérgio, Gui que foi assim muito parceiro.
Eu venho de uma cultura que também não conhece, né, não entende o que é o colégio técnico, não entendia e hoje abriu muitas portas assim.
Eu sou psicopedagoga, sou terapeuta TCC e hoje sou orientadora socioeducacional do projeto.
Boa, legal, bem-vinda!
Bom, eu sou a Raquel, outra Raquel, do CH. Eu conheço o Sérgio, eu fui, o Sérgio é meu veterano do Cotuca, fiz processamento de dados lá onde conheci ele. Depois a Aline, que fui até no casamento deles. Conheci o Gui acho que faz Uns 5 anos, 4 anos também. E bom, desde que eles comentaram o projeto, eu sempre apoiei, quis participar. Então eu tô no projeto desde o começo, no passado. Eu fui mentora no passado de 3 alunos e fui plantonista de matemática. E ah, eu sou formada na Unicamp, com mestrado, trabalho na Unicamp com TI. Outro de tênis, mas assim, eu me prontifiquei a ser plantonista porque eu contei, né, conto para a Aline, eu tenho uma filha que não gosta muito de matemática, sempre teve um pouco de dificuldade, e faz 4 anos que eu faço reforço na minha casa eu mesma com ela. E acho assim, isso deu muita confiança para ela continuar, ela entender que cada um tem uma habilidade, cada um tem uma dificuldade e uma força. Então acho que eu me senti assim, eu não sou professora, mas eu me senti um pouco preparada para ver os alunos crescerem e acabar com esse mito que as coisas são difíceis e ninguém consegue. Então tô aí ajudando, ajudei no passado com os tutores também e vou continuar esse ano.
E fez toda a diferença, certamente.
Muito bom, muito bom, bem-vinda.
Bom, eu sou o Guilherme, Minha formação é técnica também, eu fiz graduação em redes de computadores e ambientes de internet. Também sou formado pelo CUTUCA, fiz técnica eletrônica lá, depois fiz gestão ambiental no Cotil. Tenho um pezinho no magistério, fiz magistério também, mas não concluí. E conheci, sou pai de dois meninos, um de 17 e um de 8. Que hoje o mais velho também tá no colégio técnico, né? Eu, para mim, é um privilégio estar no projeto, né? Eu sempre falo para o Sérgio que esse projeto, na verdade, para mim, é um agradecimento à vida, né? A tudo aquilo que a vida me proporcionou, né? Da onde eu vim para onde eu estou, eu falo que eu sou uma pessoa de sucesso, né? Sou muito grato à vida. E eu acho que essa extensão dessa gratidão É justamente ajudar aqueles também que precisam. Então esse é o meu sentimento do projeto, né? E no final do ano passado foi uma gratidão, uma surpresa assim para nós, né, ver tantos jovens felizes e encaminhados, né? Então se a gente conseguiu atingir esses objetivos, né, e vamos atingir muito mais, né, assim, para mim é uma satisfação enorme, né? Então assim, eu Sou muito grato em participar desse seleto grupo de pessoas tão qualificadas e tão experientes e aprender cada dia mais. Então, assim, já agradeço desde já, Marlon Silva Domingues Silva Domingues, sua contribuição e a contribuição de todos aqui também, porque sem vocês eu acho que o projeto não existiria. Então, assim, desde já fica aqui meu sentimento de gratidão mesmo, tá? E assim, é muito rico esse momento. Essa troca, principalmente para mim, né, assim, que eu vim de um lugar que assim nunca alcançaria estar perto de pessoas tão brilhantes como vocês. Então, meu muito obrigado e que esse dia seja um dia maravilhoso para todos nós.
Que legal, boa, Guilherme, show de bola, show de bola, bacana. Porque sabe que, só uma curiosidade, né, eu me meti com informática, né, quando eu fui estudar a informática, né, hoje é engenharia de software, sistemas de informação, mas eu fui estudar informática Eu não sou natural de Campinas, né?
Hoje eu moro aqui em Paulínia, mas eu vim, moro aqui há 23 anos em Campinas. Eu vim fazer faculdade aqui, né?
Vim estudar aqui.
E o meu engajamento e motivação com TI é porque eu queria ser um hacker de computador.
Então eu estudava redes, eu comecei a estudar redes de computadores por si só, era meu grande engajamento assim.
E a faculdade, as pessoas falam assim: cara, você tem que aprender programação, porque redes nunca vai colocar dinheiro na tua mesa, porque ninguém paga nada para quem trabalhar com redes. É isso que eu ouvi ela para acordar.
E aí eu fui me meter com programação e eu fui um péssimo programador.
É por isso que eu fui parar com desenvolvimento humano. Deu certo. Essa é um pouco da história aí.
Muito legal.
E acho que chegou alguém, né? A Beatriz chegou aqui também, não é isso?
Acho que não tinha se apresentado.
Olá, cheguei sim.
Desculpa demais.
Imagina, bem-vinda, bom dia. Se apresenta para a gente rapidão aí. Quem é você?
O que que você faz?
Bom dia, minha presença. Eu sou a Beatriz, né, sou de São Paulo, mas estou no interior já faz 8 anos. Sou nutricionista, me formada pela Unicamp, fiz mestrado, estou fazendo doutorado. Fiz técnico também em nutrição, então eu acho que isso fez me aproximar muito do projeto. Trabalho junto com a Line, sou do laboratório da Line, então conheci o projeto pela Line e fiz Fiz voluntário praticamente minha vida inteira, desde nova, com 18 comecei a fazer os meus próprios projetos e estava procurando algum lugar para voltar. Desde que pós-pandemia, assim, a gente fez alguns projetos mais pontuais, eu não tinha me vinculado a um projeto e isso era muito importante na minha vida para a gente ver diversas realidades e tentar fazer essa troca, né, que não é sempre unilateral, a gente dá e recebe também muito no trabalho voluntário. E foi assim que eu conheci o projeto.
Muito legal, bem-vinda!
Show de bola, galera, muito massa! Obrigado por vocês compartilharem quem vocês são, agradeço demais a disponibilidade de vocês, muito legal conhecer as histórias.
Eu sou uma pessoa que eu tenho uma— os filmes que mais me atraem são filmes de origem, sabe, quando tem origem da personagem, e sabendo a origem de vocês É uma coisa bem legal, sabe por quê? Porque vocês, na postura de mentores, tem duas coisas, aliás, três coisas que vocês precisam ter muita consciência. Primeiro, a pessoa que se coloca no papel de mentor, de mentora, ela tá ali com o objetivo do quê?
De ser um facilitador, uma facilitadora na jornada da pessoa que ela vai mentorar. Essa é, esse é o grande objetivo da gente contratar. Eu sou uma pessoa que por muitos anos, e atualmente eu não abro mão de ter um mentor Porque mentor facilita, facilita a jornada. Mentor vai abrir os seus olhos, teus canais para aqueles movimentos que muitas vezes o mentor tropeçou lá atrás. Ele pode dar uma dica ali, falar: ó, faz esse movimento aqui, né? Não é sobre tirar a pessoa daquilo que ela precisa viver, experimentar. Esse é um ponto também importante, tá?
Como mentores, não façam pelas pessoas aquilo que elas precisam fazer. Esse é um pressuposto muito importante: não façam pelas pessoas aquilo que elas precisam fazer.
Porque senão a gente tá dando um recado para pessoa que é o seguinte: ó, você é uma vítima e você não tem competência para isso. E essas pessoas— e eu sei da realidade dos alunos hoje que muitos deles vêm com essa questão. Então a gente precisa fazer um movimento diferente de dar mais protagonismo para eles. E mentoria é sobre isso, a gente conseguir dar mais protagonismo para as pessoas experimentarem certos movimentos, atingirem resultados.
Essa é a beleza de ser mentor, tá? E honro muito vocês por estarem se disponibilizando a exercer esse papel, que eu acho um papel muito bonito, fundamental.
E aí, um outro pilar de ser um bom mentor, ser uma boa mentora, o que que é? É a gente conseguir, durante a jornada, destravar o potencial das pessoas, porque elas vão esbarrar em barreiras. Elas vão esbarrar em barreiras físicas, elas vão esbarrar em barreiras emocionais, E a gente precisa estar à disposição e instrumentalizados para poder lidar com isso. E é a partir dessa provocação que a gente vai fazer o uso das forças de caráter, dessa avaliação que vocês fizeram, porque isso é um instrumento de empoderamento, tá? Para poder falar sobre as forças de caráter de vocês, eu preciso antes trazer um contexto para todo mundo ficar na mesma página do porquê que se treina, que é importante, porque que ele funciona. Eu, como eu trabalho com mentorias, toda vez que alguém chega para mim, né, buscando: Marlon, né, queria saber como é que funciona o seu processo, ou que estão realizando o processo de mentoria comigo, uma pergunta eu sempre faço. Eu falo para a pessoa assim: quem é você?
Que é a pergunta que eu fiz para vocês agora há pouco. Quem é você?
E sabe o que é mais interessante?
Inclusive aconteceu com vocês também aqui. 99% das pessoas respondem o que elas têm e o que elas fazem. As pessoas têm muita dificuldade em dizer quem elas são. Quem elas são.
Então a gente sempre vai: porque eu faço, porque eu tenho.
E é natural, é comum, é automático isso.
Só que tem uma coisa muito interessante quando a gente fala sobre atingimento de resultados, de metas, de ajudar a pessoa a caminhar para um outro patamar. A gente precisa ter consciência de algo: que as pessoas só conseguem ter clareza, clareza daquilo que elas querem atingir. E ó, um parênteses aqui, tá?
Muito das pessoas não atingir as suas metas, objetivos, é por falta de clareza, tá?
É por falta de clareza. Então não ter 100% da convicção emocional daquilo que eu quero, aquilo de verdade, vai fazer com que eu pare no meio do percurso ou nem comece.
Então estar lá naquele outro lugar exige clareza. Só que aí tem um ponto importante: as pessoas que não têm clareza suficiente de quem elas são, elas não vão conseguir desenhar o que elas querem.
E aí começa todo um enrosco.
Então a gente precisa começar a falar mais para as pessoas de um outro movimento.
Tudo bem você falar do que que você tem e do que você faz, mas o que é o seu ser? O que é que tá na tua essência, né? Se uma pessoa de RH viesse para você agora, eu vivi num RH, e falasse para você: eu quero saber quem você é, porque eu tenho a vaga que vai resolver a tua vida, eu te pago quanto você quiser, mas eu preciso saber quem você é. E sabe que é interessante? Quando eu faço essas provocações, eu atendo bastante pessoas, diretores, executivos, tem gente que conta até sobre a mãe, mas não conta quem ela é.
Então a gente precisa criar o quê? Intimidade com essa essência, intimidade com quem a gente é. Quanto mais intimidade a gente tem, mais clareza a gente vai ter sobre aquilo que a gente quer conquistar, tá? Esse é um ponto essencial.
Eu trouxe aqui alguns dados rapidamente. Na hora, que interessante, 33% dos adultos em todo mundo afirmam estar engajado com o trabalho, sugerindo que muitos não têm clareza de propósito, identidade.
Isso aqui é um dado novo que eu peguei, se eu não me engano, da Gartner, tá?
Autoconsciência. Olha que interessante, 79% das pessoas acreditam ter lacunas significativas da sua autoconsciência, o que afeta suas decisões pessoais, profissionais.
E aí, olha para os jovens que vocês vão atuar, vocês acham que eles também não têm essa questão hoje?
Então esse é um ponto de atenção, né, na hora da gente está impulsionando eles ali. E por último, né, pesquisa de Harvard: 95% das pessoas acreditam ter alta consciência, mas apenas 10, 15% realmente tem, de acordo com os estudos psicológicos. Ou seja, as pessoas até falam: não, eu me conheço. Aí é, vamos lá, então me conta aí seus objetivos, o que que você vem fazendo, como é que você lida com suas emoções, como é que você lida com pressão?
Aí é diferente a jogada.
Então essa é uma das razões que eu comecei a compreender que precisava ter mais condições de ativar nas pessoas o que elas têm de melhor, quem elas são, senão a jornada ela se torna totalmente difícil de acontecer, tá? Esse é um ponto legal, inclusive, de uma aluna do MMH ano passado, se eu não me engano, acho que tudo bem citar o nome aqui, né, todo mundo aqui é mentor, acho que é a Maria Alice, se eu não me engano. Ela veio para ali para as sessões e assim, muito baixo entusiasmo, engajamento, tinha o feedback que o Sérgio coletou antes, né, dos professores, E durante o processo, a gente fez um trabalho de 21 dias com esses 6 alunos, né, os processos que a gente colocou para eles, os desafios que a gente colocou. E ela foi mostrando uma progressão no desenvolvimento dela, principalmente no cognitivo, atenção, a vontade de estudar.
Foi muito legal, é muito legal quando você consegue virar a chave certa das pessoas, tá? E aí, por que que a gente vai falar sobre forças de caráter?
Porque tudo nasce dessa provocação aqui. Inclusive, dia 20, foi quinta-feira, é considerado o Dia Internacional da Felicidade.
E essa tem sido inclusive uma questão, né, debatida anualmente nos mais diversos fóruns, né?
O que é a felicidade?
Como é que se mede a felicidade?
O Butão é conhecido como o país de maior índice de felicidade no mundo.
Inclusive, eles medem isso, né?
Todos os países têm a medição do PIB, né? E no Butão tem o FIB, que é o Felicidade Interna Bruta. Então tem essa medição também reconhecida pela ONU.
Então tem muitos estudos. Inclusive saiu ontem um report.
Depois, quem puder me lembrar aí, Aline, alguém me lembra? Tem um vídeo de um amigo que ele fez toda uma análise do report da ONU falando sobre felicidade. Para quem se interessar depois, é um material maravilhoso, tá? E mostra vários indicadores ali, né? E que que as pessoas afirmavam antigamente sobre a felicidade?
Que felicidade tem uma fórmula.
Esse era um padrão, padrão principalmente voltado para academia de psicólogos americanos. Existe um padrão na felicidade. E a felicidade era calculada como? Com os limites estabelecidos na tua vida. Então, L e L são limites estabelecidos, mais as condições de vida que você tem mais as ações voluntárias que você faz. Então, o seu engajamento com as coisas. Então, limite estabelecido: pô, eu nasci, eu cresci, a minha cidade natal, São Miguel Arcanjo, ali é meu limite estabelecido. Mas as condições de vida que eu tenho, padrão de vida que meus pais me deram, as condições que eu tenho, os acessos que eu tive, mais as ações que eu fiz, que que eu me movimentei. Essa era a forma de calcular felicidade, tá? Só que aí, o que que aconteceu? No ano de 1998, esse senhor aqui chamado Martin Seligman, inclusive super recomendo as leituras, a leitura dos livros dele, ele tem livros maravilhosos. Patrícia que tá caminhando no mindfulness aí, não sei se já ouviu falar dele, mas o Martin Seligman é o pai, o fundador de uma nova psicologia chamada psicologia positiva. É ele que trouxe à tona o conceito das forças de caráter. O Martin Seligman, em 98, ele foi nomeado o presidente da Associação Americana de Psicologia. E aí, nessa, no primeiro discurso dele do mandato dele, ele falou assim: precisamos mudar a forma com que o mundo encara a psicologia. Por que que ele falou isso? Ele falou assim: porque eu estou cansado de atuar junto aos meus colegas, inclusive numa perspectiva de doenças mentais.
Doenças emocionais.
A psicologia, ela está defasada, ela precisa começar a olhar para uma outra vertente e não simplesmente na cura, na busca de entendimento de doenças emocionais. Um exemplo, né, existe, se eu não me engano, 5 fases da depressão, 5 ou 9, não me lembro agora ao certo, mas se você tiver tratando e você passar dessas fases Você recebe alta, mas não quer dizer que você é uma pessoa feliz, entende? Então não basta simplesmente olhar para doença e falar: tá curado. Mas e a felicidade?
O que a gente faz com ela?
E aí ele trouxe esse ponto aqui, ó: a felicidade não é resultado de uma boa genética ou sorte. Ele tá fazendo uma crítica direta àquela fórmula, tá? A felicidade vem de identificar e usar seus pontos fortes de maneira intencional. E aí ele fala o seguinte, que a partir desse momento ele começou a atender os pacientes dele na clínica fazendo uma outra provocação. Porque naturalmente, né, vocês, não sei se alguém aqui já fez terapia, eu faço terapia, eu já fiz muita terapia, é um dos meus mentores é terapeuta, e naturalmente a provocação é sobre o que tá errado. O que não tá funcionando. Nós, seres humanos, por design, por padrão, a gente é condicionado a olhar naquilo que não funciona. Então, se imagina você diante dos seus mentorados, que vem de uma condição, né, mais difícil, né, de vulnerabilidade. Você coloca o radar aonde não funciona, o que que acontece? Tudo que a gente foca aumenta.
Tudo que a gente foca Aumenta.
Então o Martin Seligman falou: pô, e se eu começar a olhar para uma outra perspectiva? Se eu começar a olhar para aquilo que tem de melhor nas pessoas? Porque eu acredito que todo mundo tem alguma coisa boa. Então ele começou a testar isso. Ao invés de provocar as pessoas no dia a dia ali dos pacientes, naquilo que ela tava errado, né, chegar e falar: pô, meu casamento tá ruim, pô, a vida com meus filhos, pô, a minha vida profissional, Ele perguntava o seguinte para as pessoas: me conta aí 3 coisas que você acredita que são maravilhosas em você. E aí, o que que acontecia? A galera de TI aí, ó, dava, né, para mostrar, dava aquela tela azul do Windows, né?
É isso que acontecia.
Ou a bola branca dos olhos virava 3 vezes, porque as pessoas não são habituadas a serem questionadas nessa perspectiva. Vocês com certeza não são habituados a serem provocados com frequência sobre o que vocês têm de melhor. Não, espera aí, melhor não, vamos falar das coisas que eu tenho de ruim. E a mesma coisa funciona numa outra perspectiva, que é o quê? É você falar sobre outras pessoas. Eu vou falar, exatamente assim: "Mas espera aí, tem uma unha encravada ali que não está legal." A gente é acostumado e doutrinado assim. E se você fizer uma análise, um estudo com o padrão social, na sociedade, você vai ver que Pessoas em vulnerabilidade, isso aí é muito mais gritante, muito mais gritante.
Então o Seligman traz essa perspectiva maravilhosa, acolhedora, humanizada de todo mundo tem algo bom. A gente precisa aprender a apertar o botãozinho certo para ajudar essas pessoas a funcionarem numa outra perspectiva.
Então imagina o seguinte cenário: vocês estão mentorando os alunos ali, eles têm qualidades que às vezes estão guardadinhas, estão numa caixinha, e não estão sendo observadas. E quando não tem essa condição de enxergar o que que eu tenho de bom, eu vou— não tem como fugir—
eu vou focar naquilo que não tá funcionando.
Eu vou focar naquilo que não tá funcionando. Eu tenho certeza, inclusive, que vocês fizeram o seguinte exercício com vocês: vocês realizaram um assessment, avaliação, e vocês foram olhar qual que era a última força que vocês tinham. E aí vocês falaram assim: tá vendo? Olha a minha fraqueza aqui.
Não é?
A galera gargalhando aí. Eu tenho certeza que todo mundo faz isso, todo mundo faz isso.
E esse assessment, gente, de novo, ele vem para esclarecer isso: não é sobre fraquezas. Nós estamos falando aqui sobre 24 forças que todo ser humano tem. Todo mundo tem isso, 24 forças, tá?
E aí esse negócio é tão legal porque assim, ó, O Seligman, ele foi pesquisar em todas, em todas é muito genérico, mas na grande maioria das culturas do mundo, o que é que essas culturas diversas entendiam sobre coisas boas, pontos fortes. Ele foi entender em diversos níveis, inclusive níveis religiosos, o que que existia de comum, de padrão na sociedade sobre o que há de melhor no ser humano.
E aí essa percepção dele trouxe à tona o quê? Uma base de dados comprovando que todo mundo possui de forma universal 24 forças de caráter.
Todo mundo possui.
Só que o que acontece?
Nós temos hierarquias diferentes como seres humanos únicos.
De utilizar e de expressar essas forças. O Marlon expressa as 24 forças de um jeito, a Isadora ela vai expressar de outro jeito.
E é tão interessante isso que a pesquisa deles mostra que existem mais de 8 bilhões de possíveis combinações das 24 forças.
8 bilhões de combinações das possíveis 24 forças. Ou seja, é único. Você é um ser único.
Faz sentido, gente? Então comigo, chacoalha o corpo para ver aí.
Então comigo, massa, legal, bacana.
Então a principal diferença da psicologia tradicional da psicologia positiva é essa, é esse olhar amplificado, é ampliado para aquilo que o ser humano tem de melhor, tá? E aí o Seligman, ele traz à tona conceito da felicidade.
Vamos reformular a felicidade.
E ele entende que para você atingir a felicidade existem três grandes caminhos: o caminho de uma vida prazerosa, que é uma vida regada a emoções positivas. Emoções positivas. Ele dá um exemplo muito legal, inclusive, né? Como é que você ressignifica o seu passado?
Com gratidão e perdão. Olha que interessante! Inclusive, são duas forças presentes no arquivo das forças, né? A gratidão e o perdão, emoções positivas.
Então adicione emoções positivas na tua vida, você vai começar a vivenciar uma vida muito mais prazerosa. Porque lembra, sentir emoções negativas não desmerece o fato de você poder vivenciar coisas positivas. Uma coisa não elimina a outra. É isso que faltava na pesquisa. Uma outra coisa que ele traz à tona é: você precisa ter uma vida engajada. E como é que ele desmistifica isso?
Use as forças de caráter no seu dia a dia.
Existem 24 caminhos, né, as forças para você ter mais engajamento. E gente, entre nós aqui, os alunos precisam de engajamento para caramba. Vocês não precisam, né? Os alunos precisam. Todo mundo precisa de engajamento, todo mundo precisa desse engajamento, e muitas vezes a gente não sabe nem como ligar o Vocês vão ver daqui a pouquinho ali que as nossas forças principais, elas são como uma Ferrari. Só que não adianta ter uma Ferrari na garagem, não adianta ter uma Ferrari e não saber dirigir. Aliás, vocês viram o que aconteceu com a Ferrari em Campinas, como não sabia dirigir, né? Vocês estão ligados na história, né? Então o cara moeu a Ferrari lá no quarteirão da loja. Então é isso, não adianta ter uma Ferrari, você não sabe dirigir.
E as nossas forças de caráter são uma Ferrari. Esse é um presente paca, tá?
E o último pilar é uma vida significativa, ou seja, uma vida com significado e propósito. Uma vez que eu tenho ali uma vida prazerosa, uma vida engajada, aonde eu estou aplicando isso na minha vida?
Aonde estou aplicando isso na minha vida?
E o Seligman, ele destaca, né, 3 grandes áreas na vida que você deveria aplicar o conceito das forças: na área profissional, no trabalho, nos estudos, na parte de relacionamento de vida e na parte de criação de filhos.
Olha que interessante!
Esse foi o primeiro movimento dele para falar sobre psicologia positiva.
Ele traz à tona essas três grandes áreas, tá?
Repetindo para vocês: a parte profissional, a parte de relacionamentos e a parte de criação de filhos.
Dessa forma, você colocando as forças para atuar nesses lugares, provavelmente você vai elevar um nível de felicidade na tua vida.
E, gente, cá entre nós, se você tem um mentorado seu que ele tem um nível de felicidade alto, qual é a chance dele ter resultados na prova, em passar no vestibular?
É muito maior, é muito maior.
Esse é o grande ponto.
Às vezes a gente tenta ajustar, né, a jornada das pessoas, mas a gente não leva em consideração essas questões.
O nível de felicidade, nível de engajamento, o nível de significado e propósito. Aí pode colocar o que for ali, pode fazer mágica, não vai funcionar. Aí você fala o quê? Tá vendo? Esse Jânio aqui não vai mais nem para o Reza Brava. Mas não é isso. Será que eu tô ativando da melhor forma possível? Será que eu estou me comunicando no idioma que a pessoa entende? Essa é uma das forças. Inclusive, o Seligman, ele fala até hoje, né? A definição para ele das forças é o seguinte: é uma linguagem comum, universal, para se falar daquilo que há de melhor no ser humano. É como se aprendesse um inglês, mas aqui é a linguagem das forças. Então, eu quero me relacionar com as pessoas, eu quero me comunicar numa perspectiva positiva, use as forças de caráter para fazer isso.
Não tem mãozinha no Zoom.
Oi, diga.
É o Wellington que tá falando, tem uma pergunta aqui.
Isso tá diretamente relacionado com a questão da confiança. Geralmente jovens, ou então a pessoa, quando ela não tem uma confiança, uma autoconfiança baixa, Ela vai ter uma dificuldade em engajar em até realizações, né? Porque o indivíduo, ele tende a pensar o quê? No histórico de vida que ela teve. Cara, sempre foi uma pessoa restrita, nunca me deram oportunidade de falar, de me expressar, nunca tive um resultado positivo em algo. E a confiança tem, só fazer uma correlação do que você falou, tem a ver, isso segue esse mesmo caminho.
Mil por cento, mil por cento.
Imagina o seguinte, imagina como você falou, né, você tá ali com um aluno, com uma aluna que veio de um caminho de muita vulnerabilidade, de escassez. Ela tá doutrinada a olhar a vida a partir dessa ótica, certo?
Ela vai olhar para a vida e falar: eu tenho acesso a poucas coisas, o meu limite é aqui.
Mas se essa criança, se aluno, ele percebe que dentro dele tem muito mais tem uma potência e que pode ser usada, a confiança interna dele vai aumentar muito mais. Sobre que perspectiva?
Da experimentação, da ousadia em testar. E a partir disso ela consegue começar a criar novas pontes, novos exercícios vão acontecer.
Então essa é a beleza, né? É muito interessante essa pergunta, é muito boa. E até de novo mais um ponto sobre ser mentor para vocês, né? Tomem cuidado com uma coisa: mentorar pessoas não é sobre a sua história. E esse é um caminho, é um buraco que muitos mentores caem. Não é sobre você, tá? Mentorar pessoas é sobre o indivíduo que tá à tua frente. Tem uma provocação que ela é muito legal para você que vai mentorar pessoas: você está indo ali para ser interessado ou para ser interessante? Esse é o primeiro checklist que você tem que fazer com você ao sentar diante de uma pessoa. Estou aqui para quê? Para ser interessado no que a pessoa tá me contando, na história dela, no que ela tá me trazendo, considerando os valores dela, a história de vida dela, ou quero ser interessante? Porque existe uma diferença entre você mentorar provocando, querendo saber, colocando estímulos na pessoa, e outra você ficar ali no papel de palestrante contando o que você fez E sabe qual que é o problema disso?
Vai ficar uma diferença enorme entre o seu caminho da pessoa.
Aí ela vai fazer o quê? Ela vai até desanimar, porque, pô, você fez tanta coisa, não rola, não rola. Não tem sentido nenhum eu chegar para um aluno, para mentorar ele, ficar falando: eu atingi isso, isso na empresa, eu fiz isso aqui, eu fui para— não, não é esse o top do momento. Do momento, preciso saber dele. Conforme ele vai me perguntando, é claro que eu vou entregando.
Ó, eu fiz isso uma vez, eu fiz isso aqui também. Isso é mentorar, tá? Interessado versus interessante. Esse é um ponto muito importante vocês terem como um item de mentalidade, tá? Respondido a pergunta? Joia, show de bola!
Acho animal a joinha, tem quase uma fusão quando você Legal demais, bacana. Vamos lá então, seguindo, gente. Ó, quais são os principais benefícios que foram mapeados na utilização das forças de Karate? Primeiro de tudo, ser mais feliz, né? Vocês viram que o estudo tá totalmente atrelado à questão da felicidade na vida das pessoas. Segundo ponto, melhorar a qualidade dos seus relacionamentos. Os alunos estão em relacionamento o tempo inteiro. Com famílias, com colegas. Então, alguns que vão ingressar no trabalho, melhoria de relacionamentos, melhoria na saúde, né?
Porque uma vez que eu tenho mais confiança, uma vez que eu tenho mais engajamento, eu tenho condição de olhar para aquilo que precisa.
Melhoria em alcançar metas e objetivos.
Esse é um ponto formidável, tá? Muito, muito especial mesmo.
Ter alto desempenho no trabalho.
Encontrar e realizar seu propósito de vida. Esses itens que estão aqui, eles foram comprovados, por isso que eles estão aqui, tá?
Por isso que não tem uma lista de 30, não. O que que foi mapeado através da ciência do caráter, da psicologia positiva, que as forças de caráter realmente ajudam a acontecer?
Esses itens aqui, tá?
Então assim, mas Marlon, a gente vai trabalhar os alunos, a gente tem que se preocupar com tudo isso aqui?
Não, não.
Você tem que se preocupar em utilizar a força com eles.
E naturalmente, naturalmente, essas coisas elas vão acontecendo na medida que a pessoa se abre, tá?
Lembra de uma coisa também: mentorar, de novo, não é sobre você, é sobre o indivíduo.
Ou seja, existe a sua responsabilização, mas existe a responsabilidade do outro.
Uma das piores coisas que pode acontecer numa relação de mentor e mentorado É você querer mais que seu mentorado. É você querer mais que seu mentorado. E isso muitas vezes, gente, pode ser um grande problema.
Por quê? Porque eu coloco a minha expectativa lá em cima, eu coloco a minha à frente da pessoa, e eu não permito muitas vezes que as pessoas errem. Aí vai dar ruim. Então aprenda a estar no seu lugar, seu lugar de tutor, de mentor, de facilitador, facilitadora. Para não querer.
Mas eu já, e ó, a gente fala de conquistas, mas as derrotas também são importantes.
Uma das piores momentos corporativos que eu tive foi quando eu quis que um executivo atingisse um resultado muito mais que ele.
A queda foi imensa para mim. Inclusive, esse executivo culminou numa demissão.
Vocês imaginam como é que eu acabei ficando?
Veio um pedido do CEO da empresa para eu mentorar uma pessoa E eu queria mais aquela pessoa, o resultado, e acabou culminando com a demissão da pessoa. E aí eu fiquei muito frustrado.
Então aprendi muito com esse exercício de aonde é o meu lugar, aonde é o meu lugar. Esse é um ponto importante, ok?
Bora lá, chegamos aqui então no que interessa: as forças de caráter. Todo mundo fez o teste? É, temos 24 forças, é as mesmas forças que estão aí no mapinha de vocês. Às vezes, tá, às vezes o acesso na hora de traduzir traz umas palavrinhas derivadas. Por exemplo, às vezes sai honestidade ao invés de integridade, às vezes sai imparcialidade ao invés de justiça.
Então, se vocês não encontrarem a palavrinha certa, vocês me falam que eu falo qualquer.
A vitalidade às vezes também vem, né, com a tradução de entusiasmo. Então ele traz às vezes o que tá na dimensão dele, mas é a mesma coisa, tá valendo também, ok?
Então aqui, ó, 24 forças. Para chegar nessas 24 forças, o Seligman, ele teve que estudar antes as virtudes.
Então ele mapeou que universalmente todo ser humano, sem exceção, possui 6 grandes virtudes. A primeira virtude era sabedoria. A gente busca um caminho em se tornarmos mais sábios. Tá, a segunda virtude é a virtude da coragem, a bravura, né, tá aqui.
A terceira, da humanidade, né, sermos mais humanos ali, né.
A humanidade tem a ver com relacionamento, né. A quarta virtude é da justiça, é sobre o certo, o ré. A quinta virtude é da temperança, ou seja, é a nossa capacidade de moderação. E a sexta virtude é da transcendência, é olhar para aquilo que vai além, que tá fora do nosso foco. Muitas pessoas chamam de fé, inclusive, né?
Então, a virtude da transcendência. E vocês, provavelmente, talvez a Isadora aqui que seja mais novinha, não sei se já ouviu isso, mas eu, na minha adolescência, na minha infância, ouvia muito: Marlon, você tem que estudar para ser uma pessoa virtuosa.
Não era isso que falavam, né? Pô, tem que ser uma pessoa, tem que buscar ser uma pessoa virtuosa, pô, né? Então olha que interessante, né? O Sérgio, ele mapeou o que que é essa, ser uma pessoa virtuosa. Então existem 6 virtudes que podem, isso aqui a gente pode olhar como objetivo de vida. Eu tenho que caminhar em direção a essas 6 virtudes. E aí, qual que é o caminho para chegar lá?
As forças de caráter. Cada força tá vinculada a uma virtude, e assim se distribui então As 24, tá? As 24 forças de caráter. Peguem o assessment de vocês, tá na mão aí a folha de cada um.
Eu vou dar, eu vou dar um choquito, nem sei se existe choquito, mas, gente, para quem adivinhar qual é a minha força número 1, leilão aqui agora. Qual é a força número 1 do Marlon Silva? O que que vocês acham? Olha aí para esse mapinha aí, ó. Olha para fora, pode ir lá para uma tela de vocês também. Mas o que que vocês acham que é a minha força número 1? Eu combino com o quê?
Marlon, combina com nada, você é muito estranho.
Deixa eu fazer um, pedir uma mentoria para você aqui, ó. Eu não consegui acessar a minha folha lá. Como é que eu, como é que a gente faz isso, cara?
Quem eu mandei no grupo lá, né, o Sérgio que mandou o link, ele que criou o link. Então, Sérgio, ele tem acesso, se vocês usarem o link dele para poder fazer, ele tem acesso a todas, a todo resultado de vocês. Então ele consegue te mandar. Eu não consigo. Tem duas formas de você pegar, tá? Se você entrar no teu login, na tua senha, que você criou um login e senha para poder fazer o teste, se você entrar lá, vai ter um lugar lá também que você consegue baixar, tá? Vai ter uma área do usuário lá que você consegue pegar seu PDF e baixar também, com certeza.
Beleza, obrigado.
Tá bom, mas valendo um choquito aí, o Marlon.
Eu vou arriscar aí, amor ao aprendizado.
Amor ou aprendizado?
Não, meu caro, infelizmente você perdeu um choquito delicioso.
É o seu?
É o dele. Eu acho que é gratidão.
Eu chuto perspectiva.
Inteligência social.
Olha que legal, tá entre as 5 primeiras, tá? Aí já estamos falando da minha assinatura, tem essas duas aqui, mas não é a primeira ainda.
Não, amor, não.
Curiosidade, curiosidade tá um pouquinho para baixo, acho que não ganha a oitava. Bravura, bravura, não. Tá aqui, ó.
Tá aqui, ó.
Não, vitalidade. Essa é minha força número 1. Quem ganhou o chupito?
A Raquel.
Então, ó, nesse momento localiza aí qual que é a força número 1 sua.
Marlon, onde está Generosidade nesse mapa?
Generosidade é bondade.
Ah, mas cadê o meu ali?
Gente, eu não tenho bondade.
Integridade.
Integridade está aqui, ó.
Caramba, só estou olhando aqui. O que é amor?
É amor?
Amor tá aqui, ó.
Humanidade, humanidade, integridade. As pessoas podem ter, mas você tem a sua, né?
Não tem problema as pessoas terem integridade como primeiro, mas não significa que todo mundo tem.
Ah, peraí, peraí, peraí, peraí.
Primeiro, seu, meu, todo mundo tem integridade com o primeiro? Não, meu, perdão.
O meu integridade, o meu também, o meu também. Pessoal do, pessoal, pessoal do Zoom aqui, qual que é a força número 1 de vocês?
Abre a mão, microfone aqui embaixo.
A minha integridade. Integridade.
A minha também, integridade.
Justiça.
Justiça.
Qual?
Desculpa.
Generosidade.
Generosidade. Espiritualidade.
Espiritualidade, ó, interessante.
Que mais?
Quem não falou?
Patrícia falou?
Patrícia, a sua?
A minha é amor ao aprendizado.
Amor ao aprendizado, legal.
Ó, aqui na casa todos os jesuítas são integridade, que são 5, e é o pessoal de humanidades, a da temperança.
Deixa eu explicar uma coisa para vocês. Olha aqui para mim. Seguinte: esse documento aí tem 24 forças, certo?
Temos 24 forças.
Essas 24 forças são divididas em 3 níveis, tá? As 5 primeiras, as 5 primeiras, que Zahra Biskaya faz um círculo, as 5 primeiras forças, elas representam a sua essência, a sua natureza, a sua identidade.
Identidade.
Lembra que eu falei que as pessoas precisam saber mais sobre quem elas são para poder atingir mais resultados? Identidade. Então esse foi um dos movimentos que a gente fez com os alunos. Vamos dar clareza quem eles são.
Mas veja, veja, vamos lá, um ponto importante, atenção aqui: vocês estão avaliando isso na perspectiva de vocês, tá?
Porque é muito importante, né, o nível de autoconhecimento, autoconsciência que você tem. Nada impede de vocês fazerem uma verificação com outras pessoas e perguntar para elas. Por exemplo, depois vou mandar essa imagem aqui para vocês, estão vendo aqui. Vocês entregam essa imagem, por exemplo, para 5 pessoas e falam para ela o seguinte: ó, deixa eu fazer uma pergunta, quais dessas 24 forças aqui você acha que mais me representa hoje? E vê o que que vem. Então assim, a minha força número 1, a vitalidade. Mas pessoas estão falando que a minha força número 1 é liderança. Ó, pera aí, será que eu não me vejo como as pessoas veem?
Então é uma verificação.
E sabe o que que é mais bonito disso, de usar esse instrumento, né? Isso aqui é um movimento de feedback, né? Que que é bonito disso? Que não tem ponto negativo. Eu vou chegar para alguém falar assim: ó, o que que você acha que é a minha força? Ah, Marlon, eu acho que você é uma pessoa que tem bastante integridade. Como assim você acha que eu tenho integridade? Tá ficando, entendeu? A gente não vai fazer esse movimento porque é um presente, é um presente. Deixa eu contar uma coisa para vocês, que legal, e até é uma dinâmica muito bonita, né?
Teve uma vez que a gente tinha que ir para um cliente, um grande cliente bancário. Posso falar quem, qual é, mas é um banco, tem vermelho e branco, um banco.
A gente tinha que fazer lá uma dinâmica com essa galera., tá, com diretores ali, vice-presidentes. E aí o pessoal liga e fala assim: ó, estamos aqui com a galera do banco, só que a galera acabou de sair de uma reunião entre eles e o bicho pegou. Então tudo de cara virada um para o outro aqui, e aquela estratégia que a gente levou de negócio vai para o ralo. Marlon, tem alguma coisa que você pode fazer? Porque eu era chamado assim, sabe, o caça-fantasma que resolveu o problema do— ele tinha que exorcizar os executivos que tava dando problema, né. Aí tem alguma coisa que pode dar para fazer?
Falei o seguinte: faz uma dinâmica de forças com eles.
Mas Marlon, a gente não tem o resultado deles, porque esse material aqui, só um parênteses, a gente usava isso aqui oficialmente na empresa como parte da avaliação das pessoas.
As pessoas depois, nos últimos anos inclusive, elas entravam para empresa e faziam esse acesso para a gente ter uma consciência maior de como é que essa pessoa funciona, né?
Então Marlon, não tem como fazer, eles não têm acesso. Mas não precisa. Pega exatamente essa imagem que eu tô mostrando para vocês, projeta essa imagem num telão com eles, dá post-it para eles e folha e caneta, e pede para eles andarem pela sala. Põe uma música legal lá e pede para eles andarem pela sala postitando. A gente colava folha de sulfite nas costas um do outro. Post-it na mão e pede para as pessoas andarem pela sala colocando post-its um nas costas do outro, as forças que eles acham que aquela pessoa tem. Então essa era a dinâmica: todo mundo de pé na sala com post-it na mão, post-it na mão e caneta. Tá uma musicona pilhando lá, e a galera saía.
E aí, pô, olhava ali nesse quadro aqui, falava: ah, eu acho que a Patrícia tem curiosidade.
Colava, colava, ia colando. Então Todo mundo aí, depois acabou a música, senta agora, tira a capa. Aí tirava a folha e as pessoas olhavam.
Que que acontecia ali?
Desmontavam todo o problema. Porque puta de um presente você receber das pessoas uma capa, das pessoas dizendo para você que você é uma pessoa que tem amor, mas você não reconhece que tem amor, mas você recebeu esse presente. Entende meu ponto aqui? O feedback vai para uma linha totalmente positiva. Porque todo mundo tem as 24 forças, mas a gente utiliza elas com intensidade diferente. Então, voltando aqui a explicação, as suas 5 primeiras forças representam a sua essência, a sua identidade, aquilo que você tem de melhor, tá? Da 6ª força, da 6ª força até a força 20ª, da 6ª até a 20ª, são conhecidas como as forças de suporte ou forças adormecidas. Por quê? Que elas estão ali no meião, mas se você não chacoalhar elas, não cutucar elas, elas ficam ali quietinhas, tá?
Mas se você pedir apoio, você consegue acessar elas também com tranquilidade, você consegue fazer uso delas com tranquilidade. Agora, as suas 4 últimas forças são o quê mesmo?
Se alguém falar fraqueza, eu vou pegar no—
não são fraquezas, são as suas forças baixas. Forças baixas, elas estão lá embaixo, mais distante, e significam o quê?
Que você precisa de colocar mais tempo, energia para poder acessar elas. E muitas vezes, na maioria das vezes, você precisa desenvolver essa força.
Por isso que ela tá lá embaixo, que não é tão fácil, tão simples de você acessar e fazer uso delas.
Então geralmente o que que acontece? Imagina você no teu trabalho, diante dos teus desafios, você tem uma situação ali que tá desafiando você para caramba.
O que que normalmente as pessoas fazem quando elas não têm a consciência das forças delas?
Elas tentam utilizar aquilo que tá mais para baixo. Quer ver? Deixa eu fazer uma pergunta para vocês. Quem aqui tem o autocontrole como uma das últimas 4 forças?
Quem tem o autocontrole como uma das últimas 4 forças?
Eduardo levantou a mão.
Quem mais?
Eu tenho, eu também tenho. Rodrigo, Guilherme levantou a mão também. Isadora, entre as 4 últimas, tá? Autocontrole. E aí que tá, queridos e queridas, se você tá em uma situação desafiadora que te tira do centro e você tentar ter autocontrole, você vai piorar a situação, porque é uma força mais longe. Entende por que que muitas vezes você sai fora da casinha?
Aí tá a explicação, porque não é padrão, não é natural para você.
Agora, por exemplo, vamos lá, Eduardo, você falou que autocontrole é uma das suas últimas forças.
Quais são as suas 5 primeiras forças?
Justiça, perdão, humildade, generosidade, espiritualidade.
Top, top, show de bola!
E aí, que que é o caminho que você deveria aprender a fazer?
A pergunta que você se faz é: como é que eu posso ter mais autocontrole através da minha essência, das minhas 5 primeiras forças?
Mas como, Marlon Silva? Pô, cara, tu tem espiritualidade, Como é que uma pessoa com espiritualidade pode ter mais tranquilidade, mais presença, mais calma? Essa é a provocação.
Então, a nossa assinatura, ela faz ponte para a gente acessar aquilo que tá menos desenvolvido.
Mas, mas nós precisamos ter a seguinte consciência.
Anota isso aqui, importante, ó.
Anota aí: você precisa aprender a fazer o hack das suas forças. Hackear. Eu não hackeei computador, mas aprendi a hackear a mente.
Hack.
Que que é o hack? Primeiro, você precisa reconhecer quem você é.
O R aqui é de reconhecimento. Então, quais são as suas 5 primeiras forças?
Reconheça esse trem. Segundo ponto, o Azinho aqui, ativar. Você precisa ligar esse carro, gente. Não adianta você acordar e falar assim: a minha força número 1 é integridade, e bora, porque hoje o pau vai torar e vai funcionar.
Não vai.
Se você não tiver consciência, se você não colocar isso aí à sua disposição, se você não colocar isso aí como prioridade, se você não descobrir caminhos para poder ativar sua integridade. Ativar, quando eu falo ativar, é colocar essa força em exercício. Por exemplo, vitalidade. A minha força número 1 é vitalidade. Como é que ativo ela? Um exemplo: caminhar, andar de bicicleta, fazer academia, fazer uma boa respiração, ouvir uma música que coloque no estado emocional legal. Isso tudo é ativação.
Então preciso aprender a ativar as minhas.
E o terceiro ponto é o quê? Compartilhar quem você é.
Aprenda a compartilhar com as pessoas que você é.
Um exemplo maravilhoso profissional A minha jornada profissional, ela é totalmente diferente de qualquer pessoa que já trabalhou na CIT. Eu, em 4 anos, eu parei de ter o job description ali, o roteiro do que eu tinha que fazer no meu papel.
Eu passei a escolher, eu falava para a empresa a função que eu ia exercer.
Por quê? Porque eu consegui, gente, aprendi a compartilhar com muita propriedade quem eu sou.
Como eu funciono. Essas são as minhas características.
Eu contava, quando eu saí da operação, né, de líder de projeto, e fui para RH, a primeira coisa que eu fiz foi entregar para minha gestora as minhas forças de caráter e falar para ela, ó, esse é meu funcionamento padrão. Se você colocar desafios para mim que estejam conectados com as minhas 5 primeiras forças, eu vou ter o quê? Muito mais engajamento, muito mais engajamento. Mas, Marlon, pera aí, aí está colocando um ponto curioso. Quer dizer que se um aluno tem um determinado conjunto de forças e aquela atuação dele ali como estudante não combina com essas forças, quer dizer que a humanidade tem que se ajustar a ele?
Não, não. Quer dizer que o conjunto das suas 5 principais forças, ela vai ter um favorecimento.
Exemplo: existem forças que elas são muito mais voltadas para o emocional, favorecem atividades emocionais. Vou dar um exemplo: a força do amor é uma força emocional. Já a força do critério é uma força racional. Mas não quer dizer que você, por ter critério, não possa trabalhar com pessoas. Não poderia ser uma psicóloga? Claro que pode, claro que pode.
Só que é só entender que outras têm forças que elas se conectam facilmente com aquela jornada.
Então qual que é o desafio para um aluno? Vamos imaginar o seguinte: você tá hoje aqui com o desafio de estudar matemática.
Como é que a sua, o conjunto das suas 5 primeiras forças te ajuda a fazer isso melhor?
E foi essa provocação que a gente fez com a Maria Alice, por exemplo. A Maria Alice, se eu não me engano, se eu não me engano, ela tinha a força do amor aprendizado e tava indo mal. Ou seja, não tá ativando esse negócio. Do que adianta ter uma força aqui que pode me representar, que pode me impulsionar, se eu não tô ligando ela?
Então vamos reconhecer, ó, você tem essa força.
Faz sentido para você?
Ah, faz sentido, eu vejo isso sim.
Legal. Então vamos, como é que você pode ativar mais isso aqui? Como é que você pode exercitar? É um músculo, você precisa colocar isso aí em funcionamento.
Ah, então de repente se eu selecionar um horário para estudo, se eu começar a ler mais, se eu começar a prestar mais atenção nesse, nisso, nisso, formas de ativar.
E essa forma de ativar não tem um caminho certo. É sobre criatividade.
Como é que eu posso? Aí a descoberta: como é que eu posso ativar mais a força A, B, C, D? Então, de novo, 5 primeiras forças, a sua essência. Então a gente fala que as 5 primeiras forças— deixa eu até passar aqui.
Essa aqui são as minhas, tá?
Assim, as 5 primeiras forças do Marlon Silva, tá?
Isso aqui tem que ficar em exposição para vocês, tem que ter intimidade, consegue falar quais são as 5 primeiras forças que você tem. É aqui que tá o tesouro, tá?
Tinha um exercício aqui que a pouco eu faço com vocês, mas rapidão. Então assim, ó, a gente divide as forças em 3 pilares.
Primeiro, né, a assinatura. As suas 5 primeiras forças, elas estão prontinhas para ser utilizadas, gente.
Elas querem que você utilize ela.
Você precisa colocar esse trem para funcionar.
Força da assinatura, as suas 5 primeiras forças. Depois, o meião lá que eu mostrei para vocês são forças adormecidas, precisam de um empurrão, mas elas estão ali, não é difícil acessar elas.
Por exemplo, a força do trabalho em equipe é uma força mediana minha, a força da generosidade é uma força mediana minha, a força da curiosidade é uma força mediana minha, tá ali, é mais fácil de acessar.
Tá, forças baixas precisam de desenvolvimento, precisam desenvolvimento.
Aí vai levar o quê?
Pouco mais de tempo.
É muito interessante quando a pessoa precisa desenvolver uma força baixa. Por exemplo, a Isadora fala assim: não, eu preciso desenvolver autocontrole porque eu tenho um desafio que ele exige que eu desenvolva. Tá tudo bem, você pode desenvolver uma força baixa, tem problema. Só que é importante você ter um mentor, alguém que guie você, porque sozinho, sozinha, vai dar trabalho para caramba.
Tem ponto cego, você vai procrastinar porque não é fácil, que não é fácil, percebe? Então essa é a cadeia de forças, tá? Essa é assim que a gente distribui as forças. Todas as 24 forças importam. Isso vocês têm que ter em mente. Todas as 24 forças importam.
É mais ou menos assim, gente. Imagina, imagina você diante de um desafio com um aluno e com um aluno, tem ali, parou, travou, não tá indo, não tá progredindo, não tá tendo resultado. O que você pode se perguntar mentalmente é o seguinte: qual força que, se bem estruturada, praticada, poderia ajudar essa pessoa a evoluir mais? Essa é uma pergunta sábia. Você pegar o mapa das forças e falar Peraí, deixa eu entender um pouquinho aqui.
Qual das 24 forças ele poderia ter nesse momento?
Um exemplo, né, é o que eu vejo muito, e essa fase principalmente que eles estão de cursinho, né, gente, a vitalidade é uma força muito importante. Por quê? Porque vitalidade é energia. Se o tanque do combustível tá baixo, 'Como é que eu vou produzir algo?' Então você, por exemplo, pega aí o assessment de vocês.
Deixa eu pegar alguém aqui.
Rafaela, aonde está sua vitalidade? Até riu já. Aonde está sua vitalidade?
É a última força.
Quer dizer que ela não faz nada da vida? Não, não quer dizer isso. Quer dizer que ela se dispor a utilizar energia não é um movimento natural para ela.
E faz sentido isso aí, Rafaela, é isso mesmo?
Olha que bacana, é isso. Então assim, ela precisa colocar muito mais energia para poder acessar esse trem aí. Mas o que o ponto é, diante de um desafio, se ela fosse, por exemplo, uma cliente minha de coaching, de mentoria, eu ia provocar ela e falar assim: Rafaela, para você atingir essa meta aqui, a gente vai precisar colocar um pouco mais de disposição na tua energia, tá? Vamos fazer alguns trabalhos em relação a isso. Até um ponto de como é que tá sua saúde, como é que tá suas vitaminas.
Esse tudo importa.
Como é que tá seu sono, sua alimentação?
Tudo isso importa aqui, porque senão não tem energia para fazer o carro funcionar, tá?
Pô, Mário, tô no momento agora, tô no sabático.
Pô, não mexe com a vitalidade, deixa ela quieta aí então, não precisa disso agora. Então quais forças são necessárias para o momento Quais forças são necessárias para o momento, né?
E sempre levando em consideração aquilo que você tem de melhor.
Qual que é a sua primeira força? Qual que são as suas 5 principais forças?
Que ali tá sua identidade, ali tá o seu modus operandi, ok? Então, os alunos, é legal você ver também, você entender, falar assim: pô, fiz o assessment com o meu mentorado, pô, vitalidade tá mega baixa. Será que seria legal eu dar um, perguntar Como é que você está? Como é que está a sua disposição?
Como é que você acorda? Energizado? Baixa energia?
Esse é um ponto bem interessante. Uma outra força que é legal de a gente olhar para os estudantes é o amor-aprendizado.
Onde está essa força aí com eles?
Como é que eles estão utilizando isso? Manda aí, Eduardo, pode falar.
Os mentorados, eles de alguma forma já fizeram esse assessment?
Não?
Só os 6 do experimento que eu sei, só foram 6, tá? Eu acho que o Sérgio não compartilhou isso aí não.
Bacana. Então legal de repente fazer no primeiro encontro, fazer isso com eles.
Eu acho super importante ter isso, né? Vou falar da minha jornada de mentor.
Ninguém faz nenhum processo comigo sem eu ter isso aqui. Inclusive quando a pessoa vem atrás e fala assim: Marlon, queria saber como é que é o orçamento.
Primeira coisa eu falo, mesmo que não, que a pessoa não fecha comigo, Eu falo: faz esse assessment para mim, é gratuito. Então faz esse assessment para mim. Aí o pessoal manda, eu já tenho ali uma noção de como é que tá organizado as forças dela, e eu consigo a partir disso falar: pô, pera aí, esse cara vale mais trabalho, né? Porque aí você consegue fazer o quê? Pegar as 5 principais, pegar na verdade o conjunto das 24 forças, Eduardo, e fazer um casamento com o que ele tá buscando. Então imagina o seguinte, eu já tive caso assim, tá? Veio um gerente nível sênior para mim, empresa tecnologia, e ele queria uma transição de carreira. Transição não, ele queria uma promoção na carreira dele, queria se tornar executivo, tá? Essa jornada ela demanda energia para caramba. Por quê? Porque você tem que se colocar numa postura ali de maturidade, visibilidade, networking, postura ambiciosa. E a vitalidade era a última força dele. E aí eu olhar esse mapa das forças, falei assim: 'Como é que tá sua saúde?' Desculpa o francês, mas ele falou: 'Tá uma bosta.' Qual é a chance desse cara dar certo na mentoria comigo? Então já tô prevendo que vai dar ruim. O cara não tá cuidando da saúde, ele vai cuidar desse movimento que requer energia. Porque mentorar pessoas, querendo ou não, em algum momento é desconfortável para o mentorado, que está tirando a zona de conforto. Né? Senão, senão é o sofá da Hebe, senão é o quê? Que mentoria exige gerar desconforto, senão a pessoa não sai para um novo estágio. Esse é um ponto importante, tem em mente, não, gente, por mais trabalho, as pessoas estão na pessoa vulnerabilidade, mentoria não é um movimento gostosinho, tá?
Isso tem que ficar claro, não é um movimento gostosinho, ele é um movimento que desconforta as pessoas. Mas esse desconforto, ele pode ser feito com respeito, ele pode ser feito com respaldo de instrumentos para poder ajudar a pessoa a sentir confiança, a sentir que você tá ali para ajudar ela. Mas não é nem de longe um movimento gostosinho.
Se for gostosinho, vou ficar onde eu tô, né? Por que que a gente estabelece metas e a gente não atinge elas?
Quando a gente olha o tamanho do desafio, fala assim: ah, aqui tá muito mais quentinho. Deixa ficar aqui, né?
É muito mais confortável aqui, né? A Beatriz, nutricionista, Aline, gente, eu não sei para vocês, tá? Mas o lugar que mais tem clientes todo mês de janeiro é nutricionista.
Por quê?
Porque as pessoas querem emagrecer. E significa que as pessoas estão emagrecendo?
Não. Por quê? Porque é muito mais gostoso comer o chokito do que comer um pé de alface, certo?
E aí que tá, esse é o problema.
O alface pode ficar gostoso se você temperar, se você pegar um alface bem nutritivo, bonito, colhido ali, né, da horta, sem agrotóxico.
E é isso que a gente tem que fazer com a jornada do mentorado. Não é gostosinho, por natureza não é, mas eu posso tornar isso aqui uma jornada muito mais realizada.
Marlon, manda aí.
Uma pergunta: como que nós, como mentores, conseguimos ativar justamente essa proximidade? Porque assim, mentorar é tirar o mentorado da zona de conforto, e a gente lida com jovens, adolescentes, né, ou pré-adolescentes. Isso. Como que a gente consegue fazer esse trabalho de uma forma que não cria uma repulsa? Porque tirar da zona de conforto, a gente sabe que os jovens eles querem muitas vezes é um resultado imediato, né, principalmente essas gerações, né. Como que a gente consegue fazer essa aproximação, tirar ele da zona de conforto, que faça ele entender que nós estamos fazendo uma coisa que é boa para ele?
Criando conexão e confiança com eles.
Ah, mas como é que eu faço isso? Se conecte com aquilo que ele tem de melhor. Esse é o ponto. De novo, não é sobre a gente, é sobre eles. Então assim, quando eu entendo que você, Guilherme, como meu mentorado e um aluno, você traz ali para mim que você tem o humor como força número 1, então eu começo a falar esse idioma com você. Não tô falando que tem que virar um stand-up, circo, não é isso, mas eu vou colocar pitadas de humor na nossa troca, nosso diálogo.
Eu vou fazer referência ao humor porque eu sei que o humor é um negócio que mexe contigo.
Quando eu faço esse movimento, eu demonstro para você que o quê? Que eu sou parecido com você, que eu topo a tua mentalidade. Então tem uma aproximação.
As pessoas, não sei quem que perguntou sobre confiança aquela hora, só tem dois tipos de pessoas que a gente confia, só dois tipos.
As pessoas que são parecidas com a gente, a gente confia. E as pessoas que te admiram. Então, quer criar confiança, você tem que ir para esses dois caminhos. Ou você se torna próximo do que aquela pessoa é, no diálogo, na fala, nos movimentos. Ou a pessoa tem uma admiração por você, aí gera confiança também. Eu morei na China para poder— gente, eu fui na China para mentorar chinês, tá? Mentorar em liderança. Imagina que doideira!
Falar de forças com chinês, eu precisava primeiro conquistar esses caras.
Eu comecei a fazer o quê?
Movimento de ser parecido com eles.
Então eu tomava café como eles, eu comia de boca aberta como eles, eu tirava soneca depois do almoço na empresa junto com eles. Eu comecei a usar um monte de japa mala igual os caras. Eu virei um chinês, só não tinha os olhos rasgados, mas eu me tornei os caras. Eu tomava, cada manhã eu comia um pó de arroz com repolho, é igual. Aí, pô, confia no Marlon Silva, tá com a gente, cara. O Marlon Silva tá aqui, ó, fazendo a mesma coisa que a gente faz.
Então esse é o movimento, Guilherme. A gente precisa construir essa confiança reconhecendo as pessoas, o que elas têm de melhor. Então por isso que a importância do uso desse assessment na jornada de mentoria com os alunos.
Mas só complementando o que falou, mas um pouco mais, por exemplo, a gente pega às vezes mentorados que o formulário que a Aline faz é muito bom nesse sentido. No começo a gente faz perguntas, um pouquinho, o que que eles gostam, né? Acho que isso é uma forma da gente ir descobrindo. E aí o Thiago, meu filho de 19 anos, quando você fala de vitalidade O Gabriel sai todo dia se deixar, a vitalidade dele é 100%. Agora, se você fala, faz tal coisa que ele não quer, ele não tem vitalidade nenhuma. Então, como acessar uma coisa que ele precisa fazer? Só, entendeu? Ele tem vitalidade, mas faz coisas que ele quer. Então, acho que é um desafio, porque quando a gente faz o formulário, eu amo jogar futebol, amo, os meninos falam, por exemplo, alguns meninos. Eu amo, você sabe, se você falar disso, mas estudar, eu amo. Você entende? Então eu fico me perguntando, olhando para os meus filhos, que eles têm um viés. Minha filha ama jogar handebol, ela joga handebol de quadra, de areia, de dentro, ama, ama, ama pegar ônibus, ela vai, ela tem vitalidade para isso. Isadora, tem que estudar matemática, não tem vitalidade. Como que eu acesso Tipo isso, porque, gente, é um desafio muito grande, né? Tem que gostar de— eu entendi o que você falou, falar com ela, com os filhos, até com os filhos é difícil, gente, porque tem gente que tem conexão, ai, não sei, mas vou te explicar, vou te explicar, e eu posso falar.
Oi, não queria só completar uma coisa.
Marlon Silva Domingues.
Só complementando nessa linha da Raquel, porque assim, esse ano é o ano que a gente tem que ainda por cima falar para eles: abram mão daquilo que vocês gostam, porque vocês têm que olhar para uma coisa no futuro, né? Então, além de falar assim: ah, legal, você gosta de jogar bola, mas você também tem que estudar, é um pouco mais do que isso. Você tem que abrir mão daquilo que você gosta de jogar a escola jogar handebol, porque você tem que se dedicar mais aos estudos. Acho que assim, talvez esse, para quem não é o ligado no estudo, que no nosso grupo a gente tem gente assim que adora estudar, esses são fáceis. Mas assim, para maioria dos alunos é um sofrimento abrir mão de outras coisas, especialmente pegando aquilo que o Gui falou, né? É uma idade do prazer imediato, né? Então assim, é muito difícil às vezes fazer essa conversão, virar essa chavinha.
Na verdade, Aline, não é para eles, né, é para nós.
Ninguém quer abrir mão de nada. E essa mensagem, assim, se me permite falar para vocês, não é uma mensagem boa.
Ninguém quer abrir mão de nada. Sua mente, ela vai recriminar você por você falar para ela que tem que abrir mão de alguma coisa, porque abrir mão significa deixar uma conquista, deixar uma diversão, deixar algo que eu gosto de lado. Então a gente pode colocar isso num outro contexto. E aí, fazendo, trazendo para esse contexto das forças, que um aluno hoje ele prioriza muito jogar bola, a provocação deveria assim: o que é que jogar bola ajuda você com seus estudos, sendo que você tá aqui com uma intenção? Porque o jogar bola pode fazer o quê? Ativar vitalidade. Então, uma vez você tem energia, você vai ter mais foco, você vai ter mais concentração. O que que é prioridade para você nesse momento? Então, os estudos são uma prioridade ou deveriam ser uma prioridade? Como é que a gente vai regular mais esses momentos? Então, assim, deixar de fazer algo, a gente vai para um outro lugar.
E aí, fazendo uma ponte com quem, quem falou mesmo aí, perguntou, desculpa, foi a Raquel.
Raquel, é o seguinte, é Não adianta a gente se pendurar somente em uma força. Existe um conjunto de 5 forças que é a essência das pessoas. Então, se a vitalidade ela não é uma força que tá criando entusiasmo para fazer uma tarefa, qual é a outra força que poderia ser utilizada ali? Esse é o movimento de acessar os recursos. Então assim, mas meu filho tem vitalidade, tem criatividade, então provoca ele na criatividade. Provoca ele no amor, aprendizado. Então provoca ele no humor.
É isso, a gente ser estratégico na provocação com as forças para aquela atividade que é necessária realizar. E, ó, uma outra coisa, vou aproveitar e falar disso já com vocês, trazer aqui. Todas as 24 forças, ela tem um pêndulo, que é o quê?
Que é a subutilização, ou seja, A força tá ali e eu não faço nada com ela, mas tô subutilizando, vai enferrujar.
E tem a superutilização, é quando eu superaqueço aquela força, e aí pode vir a fundir o motor.
A vitalidade, eu posso falar com muita propriedade sobre isso, que é o quê?
Quem tem vitalidade normalmente como força entre as suas 5 primeiras dificilmente vai cair aqui. A pessoa vai naturalmente para cá.
E sabe o que acontece quando vai para cá?
Vira hiperatividade.
Ah, que legal!
Então, todas as forças têm o quê?
Elas têm um uso ótimo, um meio.
Então, o hiperfoco pode estar em algum lugar, Então é como é que eu trago para um outro movimento mais leve, né? Porque muitas vezes cessar aquela energia também não vai ser legal. Então até que ponto que eu posso estimular vitalidade, entrar energia na ativação e trazer para um outro contexto? Como é que a gente pode fazer isso?
Misturando as coisas.
Você pode colocar energia e vitalidade para aprender também, para ensinar.
Também.
Dá para fazer isso, faz sentido? Então, pegando o ponto que eu quero dizer aqui, e claro, né, gente, tô trazendo para vocês aqui um ponto que exige o quê? Prática e repetição. Exige prática e repetição, né?
Primeiro de tudo, para vocês poderem ajudar os alunos ou que saem em casa, filhos, que eu acho que é uma ferramenta maravilhosa também, Vocês precisam, vocês, criarem intimidade com essas forças em vocês.
Experimentem em vocês. Deixa eu pensar: se você é minha força número 1, é a Prudência, como é que eu poderia usar essa força de um jeito mais consciente no meu dia a dia?
Como é que essa força aqui pode me ajudar?
Quer ver, ó? Eu vou mandar para vocês também depois uma tabelinha. Aqui, aqui eu tenho todas as forças de caráter, né, mapeados aqui no seu uso ótimo, que é o meio aqui, superutilização e subutilização. Vamos pegar a força da justiça, por exemplo.
Vamos dar um zoom aqui.
Não, quem que é? Integridade, né? Todo mundo aqui tem integridade.
Então, ó, integridade, integridade, né?
O que que acontece se eu não utilizo? Se ela fica adormecida lá, quietinha, parada, eu vou para um lugar muitas vezes do que, ó, falsidade, desonestidade, inautenticidade. Então não usar é um problema. E se eu usar com muita força, eu vou para esse lugar aqui, ó, me torno rude, moralista, né? Eu coloco um código de ética na minha cabeça, um manual de funcionamento da vida e não abro mão disso. Então, pessoas com integridade tomem cuidado com a rigidez, de cara, tem que ser assim.
Não, quem disse tem que ser assim, né?
Vários caminhos levam a Roma.
Então, flexibilidade, que é um ponto importante, né?
E, ó, olha que interessante isso aqui, integridade, ó, que normalmente as pessoas falam integridade sobre o quê? "Eu sou honesto com as pessoas, eu falo a verdade, eu sou uma pessoa que você pode confiar." Mas e com você? Você joga o jogo real, verdadeiro, com você? Você se coloca em primeiro lugar nas coisas? Então, olha que interessante, né?
O recado do uso correto da força.
Legal, fala mais uma força aí. Quem que falou? Tinha alguém que tinha Generosidade, né?
É, o meu tinha Generosidade como primeira.
Aqui, ó, Generosidade aqui, ó, ó. Não usar. Quando não usa Generosidade, as coisas ficam indiferente, egoísta, maldoso, né? O extremo do porão.
Tá guardado lá embaixo.
Quando eu vou para o outro extremo da superutilização, olha o que acontece: foco excessivo nos outros, eu me torno uma pessoa intrusiva, chato para caramba, vai para chatice. Então percebe que assim, o mau uso das forças— olha que interessante— o mau uso das forças vai levar para fraqueza. Não é as forças que têm fraqueza, mas é a má utilização delas. E qual que é o meio, né? Olha que legal aqui, ó, atencioso, compassivo, amigável.
Uma coisa importante, mais uma dica aqui para vocês que estão mentorando, tá vendo aqui, ó?
Quem tem bondade, inclusive como curso número 1, fica atentado aí para esse lugar, né, de perguntar, de querer ajudar, de querer acolher, né?
Esse é um ponto. Então 'Como é que eu sou mais atencioso, mais compassivo numa mentoria?' Pergunte para pessoa o que que ela precisa.
Cuide da tua aceleração, da pressa. E antes de você ir lá e despejar para pessoa o que ela tem que fazer, pergunte. Chegue ali para o Luiz e fale assim: 'Luiz, como é que eu posso te ajudar?' Olha que legal, eu tô me colocando à disposição dele naquilo que tá me contando.
Eu não tô interferindo dizendo para ele: 'Eu sou superior a você.' eu sei mais que você. Eu tô dizendo o seguinte: ó, Luiz, com tudo que você me contou aqui, cara, super te acolho, muito legal, bacana, tamo junto. Deixa eu te fazer uma pergunta: como é que você acha que eu posso te ajudar? De que forma que você gostaria que eu te ajudasse?
Percebe que vocês entregam um presente para pessoa para que ela diga para vocês como é que ela prefere funcionar? E quando a pessoa conta como ela prefere funcionar e você vai para esse caminho, O que vai acontecer naturalmente?
Vai vir a confiança. "Pô, essa pessoa me ouve! Pô, essa pessoa está deixando eu ter um lugar de fala aqui, porque, normalmente, em casa eu não tenho, normalmente, com meus amigos eu não tenho, mas essa pessoa está dizendo para mim: 'Como é que eu posso te ajudar?' E eu tenho que falar? Pô, que interessante!" Isso é humanidade, isso é respeitoso. Sabe, a gente olhava as pessoas mesmo lugar. Que mais, né?
Ó, vamos pegar aqui a força do amor. Força do amor. Pô, mas uma força tão bonita como amor pode dar ruim? Pode dar ruim, claro que pode. Você pega e não utiliza essa força no seu dia a dia, você não põe isso em prática, ó, que acontece?
Afastamento, gelado, relação Não tem conexão nenhuma.
Mas isso eu tô super utilizando também. Recados para as mamães: cuidado com o excesso e cuidado com essa— e ó, para quem tem filhos aqui, cuidado com a identidade paternalista e maternalista com os alunos.
Cuidado, como eu te falei para vocês,, né?
Saibam que vocês estão na postura de mentor. E mentoria não é sobre colocar debaixo da asa desse ponto de, né, ali o excesso, e aí deixar quentinho.
Vai dar ruim. A vida lá fora vai cobrar diferente, vocês sabem disso. Então cuidado com excesso emocional, muito bem, tá? E aí, qual que é o movimento aqui, ó? Calor genuíno e recíproco.
É quase que espelhamento. Essa pessoa, ela vem, quer dar um abraço, eu dou um abraço, né? Muitas vezes a gente fazia treinamentos corporativos e tinha duas pessoas, duas meninas que atuavam comigo ali, né, me ajudavam no backstage e tal. E algum momento ou outro as pessoas se emocionam no treinamento, e é na hora, saiu correndo com a caixa de lenço e tá aqui Pô, deixa a pessoa chorar, não cessa o processo não. Deixa a pessoa chorar. Se a pessoa falar: pô, tem alguém, tem um papel, aí você entrega o papel à pessoa. Calma, que esse movimento não é teu, da pessoa, é teu, sempre tá querendo ali.
Deixa a pessoa, isso faz parte do processo, tá? Isso faz parte do processo. Então é o movimento espelhado que a gente tem que fazer com as pessoas, né?
É muito mais genuíno do que a nossa ânsia e pressa de: "Ai, meu Deus do céu, tá chorando agora, o que que eu faço?" Chorou, gente, é um processo fisiológico natural.
Lenço, água, certo, tudo certo.
A gente tem que perceber muitas vezes quando a gente fala: "Ah, isso aqui não dá para fazer numa mentoria, não." Isso aí é uma percepção sua ou é do aluno? Da onde tá vindo a crença limitante.
Às vezes o aluno tá nem aí com a paçoca e a gente fala: ah, mas isso aí. Então também esse é um outro cuidado que a gente tem que ter nessa postura de mentor, tá?
Que mais?
Vamos ver mais uma força aqui para a gente avançar. A força da Justiça também é interessante a gente ver. Tem bastante gente com força de Justiça.
Justiça. Aqui, ó, quando não existe, não existe a utilização da justiça, né, tá no nível da subutilização, preconceito, complacente.
Então aquela coisa, tá acontecendo um monte de caquinha ali fazendo vista grossa.
Agora olha o uso agressivo, né, uso superaquecido da força. Você vai criar distância com as pessoas, você vai criar partidos 'Então tem o partido meu aqui de quem defende essa causa.' Mas calma, a justiça é sobre colocar numa balança, ouvir as partes, entender o caminho do meio das coisas, né? Ó, Defensor da Igualdade deu oportunidades.
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra, né? Caminho do meio. Senão a corda do violão estoura.
Se eu tentar apertar muito para tocar, pode estourar. Se eu deixar frouxo, vai sair um Beleza. Depois vocês vão ter isso aqui para vocês olharem também.
É legal a gente ver, né?
Até o exercício que eu recomendo para vocês depois é vocês pegarem as suas 5 primeiras forças e vocês pegarem esse mapa aqui e falarem: aonde eu me colocaria, né? Eu tô aqui, ó, nesse extremo da subutilização, no poço, ou eu tô mais para cá, ou tô no meio, ou tô mais para cá.
Usa como uma régua, como se fosse uma escala, né, aonde você tá, para você poder ver a sua intensidade com uso das suas principais forças.
E se você tiver coragem e ousadia, pergunta para as pessoas também: ó, eu tenho essas 5 forças aqui, como é que se classificaria a minha intensidade de uso dela?
Pega a força do amor e pergunta para as pessoas: como é que se classificaria a intensidade do meu uso dessas forças aqui?
Pegaram o desafio aqui? Então, de novo, né, vamos lá, vamos pensar no modelo prático. Tá chegando ali, tem aluno, vocês vão mentorar eles. O que que eu faço?
Primeiro lugar, Marlon, faz o assessment via com eles.
Claro, tô dizendo assim, ó, mas vocês vão ter que criar entre vocês o consenso, né, quem que vai gerenciar os relatórios. Partindo do princípio, tem essa organização pronta, faz o assessment para os alunos, pede para eles realizarem o assessment.
Para vocês terem esse material em mãos.
Depois, o que que eu diria que é legal? Marca uma sessão de devolutiva, conta para eles o que que você percebe. Ó, essas forças aqui, super legal, ó, não tem fraqueza, são forças. E olha que interessante, aqui esse relatório mostra que você tem essas 5 forças como a sua grande potência. Você se reconhece nisso?
Você se vê nisso aqui? Até tem um exercício aqui Vamos pensar um pouquinho nele agora.
Trazer para vocês aqui, ó, um exercício inicial bacana, né? Você validar, tem 4 critérios legais para a gente validar as nossas forças, se realmente a gente se vê nelas. Então assim, das 5 forças que aparecem ali para mim, elas são essenciais? Por exemplo, se você olhar para 5 primeiras forças e remover uma delas A sua rotina muda?
Fica mais chato?
Fica mais difícil? Se arrancar minha força número 1, que é a vitalidade, acaba meu dia. Não tem como.
Então essa força, ela é essencial para mim. Então isso demonstra que o quê? Que essa força, ela é uma força descida pura por Marlon Silva Domingues.
Você imagina eu dando treinamento sem vitalidade.
Eu ia estar aqui: gente, capítulo 1, página 4, vamos lá agora, forças de caráter.
Pô, ia ser chato para caramba.
Vitalidade, corpo, me mexo para caramba aqui, vocês veem, eu tenho que ficar rabiscando aqui, eu preciso disso. Então ela é uma força essencial para mim. Então validar essas 5 forças iniciais, se elas são essenciais para vocês, é importante para ver o quanto que isso aí faz sentido mesmo.
Espontânea, é, você acessa ela de forma natural. Poxa, a gente tem a rotina de pôr nossa filha para dormir aqui, 'Quem que vocês acham que ela fica mais?' 'Não, tem que ser o papai.' Por quê? Porque eu ponho pilha, eu fico cutucando, vai lá, né, deixa a criança agitada.
É natural para mim fazer isso aí, brincar, rolar, cair, jogar para cima. Isso é natural para mim, tá? É uma força espontânea, energizante.
Quando você tá usando a força, você se sente energizado de todos os lados. Eu acho que sim, né?
Ou tô parecendo triste aqui?
Pô, fico pilhadaço! Posso ficar até meia-noite com vocês aqui hoje falando porra de caralho.
A gente vai ter muito problema, mas eu me sinto, eu fico muito entusiasmado demais.
E se ela é reconhecida externamente, né? Se você vai para um local, um grupo de pessoas, as pessoas falam: pô, no meu caso, as pessoas chegou hiperativo, né? Não falo vitalidade, tem que educar as pessoas a falar vitalidade, tá? Então as pessoas naturalmente veem isso em mim, né?
Eu lembro que eu fazia todos os times, tá, que eu formei na empresa, todos sem exceção, todos eles eu tinha o resultado de todo mundo junto.
Eu tinha resultado todo mundo, sabia as forças principais de todo mundo.
Isso para mim não tinha como iniciar uma jornada de equipe, trabalho de equipe, sem conhecer as forças das pessoas. Inclusive, até um case real para vocês. Teve um momento em 2023 no qual a gente tava congelado de promoção, não tinha como fazer reconhecimento nenhum para as pessoas. Um monte de gente ali buscando emprego em outro lugar, dando feedback negativo para mim, para os outros líderes. Que a gente fez? A gente pegou 2 dias, paramos tudo, vamos para uma sala e fizer um trabalho das forças de caráter para se reconhecer de novo quem é você, como é que essas forças podem te ajudar, como é que eu, Marlon Silva Domingues, como seu líder, habilito mais o caminho para você utilizar essas forças, sendo que elas são as suas principais forças.
Esse é meu papel como líder e mentor. Como é que eu abro o caminho para você demonstrar mais essas forças?
E aí, sabe o que acontece quando a gente toca nas forças naturais das pessoas? Tem uma coisa que vem à tona, que na minha concepção ela ganha de qualquer tipo de reconhecimento, até monetário, que chama-se sentimento de pertencimento. Se vocês conseguirem provocar nos alunos sentimento de pertencimento, game over, não tem para ninguém, porque essa é a grande mistéria da vida. Todo mundo em algum momento fica frustrado, fica ansioso, porque sente não pode, não pode ou não está pertencendo. Ninguém sobrevive a não pertencimento, e a vida tenta o tempo inteiro ajustar a gente para pertencer a alguma coisa, algum grupo, né?
Muitas, falando, né, muitos adolescentes, crianças, adultos procuram caminho, por exemplo, dos vícios.
Por quê? Porque querem pertencer.
Como é que começa o cigarro ali? Porque é um grupinho. Cara, eu tô me sentindo o pior, eu preciso pertencer. Já me falaram que não presta aqui, mas eu preciso estar no grupo, eu preciso ser visto.
Pertencimento, pertencimento, essa é a palavra, gente. E quando a gente consegue resgatar as pessoas essa beleza que cada um tem, essa individualidade que cada um tem.
Olha que legal!
Mas você imagina se reconhecer num aluno, aluna, que ele tem a força da espiritualidade. Não é sobre religião, não, é espiritualidade. Olha que coisa linda!
Imagina um aluno, uma aluna que tem isso como força número 1 ainda, mas nunca falou disso. Olha que presente!
A força do amor, força da gratidão, da bondade. O exercício que a gente fez com os alunos, que a gente fez o experimento, foi: eles fizeram o assessment, esse resultado, e eles não—
a gente mostrou para eles, tá, o resultado. Aí eles pegaram aquela imagem das forças ali, que tá forças aleatórias, né, e levaram para os seus pais, para os pais poderem dizer o que que eles enxergavam nos filhos.
E olha que proximidade que você pode causar de chegar e falar: "Pô, sentei com a minha mãe, sentei com meu pai e perguntei." Tinha muitos que iam para os avós, padrinhos e madrinhas, e perguntavam: "Ó, qual dessas forças você reconhece em mim?" E é muito legal quando tem uma mesma visão.
O aluno se avaliou ali como uma força da integridade, integridade, por exemplo, e os pais também vê, pô, olha que alinhamento bonito. Então aí tem um fio muito importante da gente poder preservar, enfatizar a integridade. Parece que é um valor familiar, inclusive. Que bonito, que legal!
Estão entendendo, gente, que eu tô dizendo para vocês?
Sim?
Alguma pergunta?
Não, Marlon, eu tenho só um comentário assim em relação a algumas experiências que eu já tive, né, acompanhando mentorados aí mais no campo profissional, é que cada um tem a sua velocidade, né, e alguns mergulham, abraçam e mergulham, e outros às vezes passam o período todo com muita dificuldade, muitas, pode chegar ao caso não superar a barreira e não mas não fazem o processo, né? Eu acho que esse é um ponto de atenção para gente, assim, e de ir lidando, né? Eu participei de um processo com um mentor, ele falou: tem gente que vai e mergulha, tem gente que só molha o pé e tem gente que fica na areia, não tem jeito.
Muito legal, Luiz.
Vocês lembram que eu falei ali o ponto muito importante? Se a gente quiser mais que o mentorado, a gente vai frustrar a gente, a gente vai frustrar eles também.
Porque aí a pessoa fala: "Pô, eu não tô no momento, essa pessoa tá colocando energia." E aí a frustração, ela é generalizada.
Então esse é um cuidado muito importante mesmo. Por isso que quando a gente tem instrumentos que ajudam a gente a mapear, a olhar, a gente consegue tomar decisões mais estratégicas, sabe? Às vezes o grande problema é a gente tá numa postura de liderança, uma postura de mentor e mentora, e a gente usar da intuição para lidar com o ser humano.
Aí eu acho que é um problema.
A intuição, ela tem seu lugar, ela é importante, mas ela é importante num lugar mais avançado, onde já tenha um conhecimento, né, uma naturalidade. Mas em começos de jornada de eu estar conectando com as pessoas, ser mais estratégico, mais estratégica, é fundamental.
E como é que eu sou mais estratégico numa organização, numa empresa? É quando eu tenho consciência dos dados, dos números, né, da receita. Aí eu consigo ser mais estratégico. Como é que eu sou mais estratégico com pessoas?
Quanto mais eu conheço daquele indivíduo, eu consigo ser mais estratégico com ele.
Quanto mais eu conheço sobre valores, crenças, emoções, forças e talentos, mais estratégico eu consigo ser com ele, porque eu consigo falar o idioma dele.
Faz sentido, gente? Então estratégias organizacionais são numéricas, estratégias com pessoas são através dos itens relacionados ao autoconhecimento. Esse é o manual. Eu falo, eu gosto, eu tenho um mantra que é assim, ó: Quando algo não vai bem, perdão, quando algo vai mal, volta para o manual.
E sabe o que que é o manual? Essas forças de caráter, é seus valores. Quando algo vai mal, volte para o manual e se pergunte: qual é a força que eu poderia estar usando aqui agora? Qual é a força que eu poderia ativar? Qual é a força que eu poderia desenvolver?
Tá ali, tem 24 forças, eu tenho certeza absoluta que uma força ajuda muito você ultrapassar.
Mas, Marlon Silva Domingues, difícil, tudo bem, não é sobre ser fácil, difícil, mas que ela pode ajudar, ela pode ajudar. E eu tenho, eu ouso falar, não só uma, tá, é sempre um conjunto. Sempre que você pode fazer esse teste, você pegar nesse momento agora da tua vida o teu maior desafio e você olhar para esse mapa com carinho, você vai ver 2, 3 forças que poderiam me ajudar bastante, bastante. A Marlon Silva Domingues: aqui não tem a força do dinheiro, eu preciso de dinheiro. Dinheiro é uma consequência, por isso que ele não tá aqui. Ele é uma consequência, ele é um resultado de comportamentos e ações.
Esse é o entendimento que a gente tem que ter.
Passar no vestibular é uma consequência, não é uma meta.
É uma consequência.
A meta, eu, a meta tem que ser para os alunos: pô, eu vou estudar x horas por dia. A meta tem que ser: eu vou ler tantos livros.
Essa tem que ser a meta.
Passar no vestibular é uma consequência. E foca, a gente tem que focar no ato. É o que que é comportamento, o que que tá no controle do aluno. É igual emagrecimento.
Emagrecimento é uma consequência, esse não tem que ser o foco de uma meta.
Foco tem que ser: "Pô, eu vou começar a trabalhar mais", como meta, "os alimentos que eu estou consumindo". Isso é uma meta. E, através desse movimento, eu vou ter consequências.
O Marlon.
Oi, é o Wesley novamente, cara. Até uma pergunta: tem algum tipo de mapa ou algo que a gente vai ter acesso para contrapor um plano de melhoria, por exemplo, de acordo com tal característica que, por exemplo, ficaram nas últimas posições? Eu conseguir reverter isso aí para eu subir pelo menos ali para o meio, ou talvez o topo, não acredito, né, mas pelo menos tá ali melhorar essa condição. Por exemplo, vitalidade é algo que é muito importante e que é muito visível dentro do mundo corporativo. Então você é uma pessoa bastante ativa e você Cara, também participou aí de tudo isso, principalmente da parte de RH. É, nós vamos ter algum tipo de mapa ou algum tipo de tabela como aquela que você passou para poder identificar o que atacar, o que resolver, ou pelo menos algumas ações, tanto da gente também dos mentorados, né? Porque também é um autodescobrimento isso aí. Então a gente vai aplicar na gente e também, né, como consequência.
Não existe assim, não tem um material para você fazer esse traqueamento, né, de subir ou não.
Até é legal se perguntar isso, um ponto que eu preciso contar para vocês que vai surgir dúvida: as forças mudam de posição?
Elas sobem, descem?
Será que elas mudam?
O que que acontece? Todo mundo que passa por qualquer movimento de alta intensidade— alta intensidade, um exemplo muito clássico foi a pandemia— alguém que passou por um luto, alguém que passou por um casamento, alguém que passou por uma mudança de país, cidade, de casa, engravidou, alguém que tá casando— eventos de alta intensidade tendem a modificar a sua cadeia de Eventos de alta intensidade. Eu conheço as forças de caráter desde 2014. Eu fiz 3 vezes o assessment. Você não precisa ficar fazendo ele. Eu fiz 3 vezes assessment.
E o legal de fazer 3 vezes é que eu consigo identificar que tem 3 forças que permanecem ali, não sai nunca, que é a vitalidade, a inteligência social e o humor. Elas já foram de posições diferentes. Humor já foi o primeiro lugar em algum momento.
Mas essa essência, essas três permanecem ali o tempo todo.
Aí aparece uma outra que sobe, outra desce.
Por exemplo, o amor já foi a minha quarta força, hoje ela é minha sexta força.
Então tem esse movimentozinho, tá?
Mas em essência, uma, duas, três forças vão permanecer ali fortemente, se for a tua natureza, tá?
Então Respondendo à pergunta, é: como é que a gente vai identificar o progresso de um aluno, de uma aluna, se a gente estiver provocando essa pessoa em relação a uma determinada força?
Com ações, com resultados e evidências. Então, a pessoa—
vamos dar exemplo, né? Estou com um aluno ali, mentorado, todo dia ele chega cabisbaixo na escola. Pô, mas comecei a perceber, depois que comecei a trabalhar com força, falar de vitalidade com ele, tá chegando mais animado, tá chegando mais contente. As pessoas inclusive estão falando isso: pô, olha só, tá falando mais, né, tá mais disposição. Então, evidências reais, tá? Aí é a partir disso que a gente consegue mensurar. Uma coisa que a gente geralmente também faz é o quê? Você perguntar para pessoa: o que você acha que é um resultado que vai demonstrar que você tá mais entusiasmado. O que que tem que acontecer para as pessoas darem feedback dizendo que você tá numa energia melhor? Ou na integridade, ou na justiça, na bondade, né?
No humor.
A pessoa tem zero humor, pô, traz um pouquinho mais de humor, né? Ela tá menos azeda agora. A pessoa dá, ela faz umas piadinhas ou outra ali, ela vai, brinca. Então a gente mensura através dos comportamentos, tá?
É a forma que a gente evidencia o movimentar das forças.
Mas, Marlon Silva Domingues, fazendo um trabalho ali há 6 meses com aluno e aplicar o VIA, poderia ver?
Poderia, poderia.
6 meses é um tempo que durante um processo que você tá movimentando alguém, então assim, eu estou mentorando alguém e a nossa mentoria tem como foco inclusive provocar o uso da vitalidade. Depois de 6 meses você pode fazer esse teste de novo para poder ver se movimentou ou não. E aí provavelmente você vai ver uma mudança da cadeia de força da pessoa, tá?
Era mais questão da provocação, como provocar, provocar do uso, você fala? Isso, por exemplo, como você falou da vitalidade, ou então de algum outro Existe uma tabela de qual ação eu preciso fazer para provocar tal característica?
Não, não.
E aí eu vou falar para você o seguinte: não tem uma tabela. Mas sabe como que você resolve isso? ChatGPT.
Boa!
Legal.
Você é—
mas é sério, o meu chat aqui, por exemplo, hoje tá tão treinado em forças que tem um diálogo com ele. Primeira coisa que você precisa fazer assim, você entra no ChatGPT e faz a pergunta: Chat, quais são as 24 forças de caráter? E aí ele vai para você ter uma certeza que ele sabe do que você tá falando. Se você olhar ali e tá, tá ok, às vezes ele manda umas palavrinhas nada a ver, aí você fala: ó, corrija isso aqui. Aí ele manda de novo. Ele conseguiu mandar as 24 para você ali, aí você pode fazer um teste ou outro. Ai, quais são as virtudes? Ah, quem que inventou? Você ter certeza que ele tá indo na fonte certa. Aí você começa a provocar ele. Chat, tô com um aluno, com mentorado, que ele vem demonstrando exatamente essas características aqui. Como que eu posso, através das forças de caráter, provocar mais estímulo, encorajamento, resultado nele? Aí vai ter lá umas dicas de como que você poderia fazer. Esse é um movimento muito, muito bacana, dá para ser feito hoje para o chat, tá?
Perfeito, tá respondido, tá top, show de bola.
Pera aí que a Patrícia tava na frente aqui, deixa eu dar para ela o microfone primeiro. Vai lá, Paty.
Obrigada.
Não, minha pergunta na verdade é mais uma reflexão e também com base na sua experiência, né, que o nosso meu público aqui são adolescentes, né? E, né, tem isso daqui, eu imagino que tá testado para adultos, etc.
e tal.
Então falar um caminho, ter uma, um caminho com falar sobre propósito com adolescentes, o para quê, se está estudando redação, né, que não é só para passar no vestibulinho, mostrar o para quê é importante estudar matemática, biologia. E nessa linha, você acha que é uma linguagem que conecta mais com esse público adolescente? A minha questão é mais o público adulto versus essa faixa etária que a gente vai trabalhar aqui.
A resposta é depende, depende da forma com que você leva E depende se isso aí vai ser de fato alguma coisa motivadora naquele momento para pessoa.
Então assim, eu tô começando ali com um aluno, ele é um aluno que mal consegue frequentar as aulas. Será que falar de propósito nesse momento é algo que impulsiona ou que vai deixar mais ainda com coisa na cabeça de falar: pô, tô longe disso. Então acho que a gente tem que ter esse discernimento assim, Patrícia, de eu trazer uma ferramenta, um recurso, uma fala, ela vai afastar ou ela vai aproximar, tá? Então acho que esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, eu tenho uma filha de 6 anos, a gente fala de força de caráter com ela, mas a gente fala de forma lúdica. É isso, porque o teste, por exemplo, ele é a partir dos 10 anos, eu acho, se eu não me engano.
Se eu não me engano, tem uma versão do teste que é de 10 a 17 É 8 a 17 e depois 18, né, para frente.
Então uma criança, 5, 4, 5 aninhos, 6 aninhos, é brincadeira, é brincando, né. Então eu mostro às vezes as imagens aqui das forças, né, os símbolos dela. Bela, que imagem você escolheria, que você acha mais legal, né.
Aí o Paulo, essa aqui, imagem tal, pois escolhe, né.
Então é na brincadeira. É na brincadeira, de jeito lúdico.
Então você pode criar esse exercício mais lúdico às vezes para adolescente, para poder contar para ele inclusive das forças, né? E olha que o tema é forças, né?
Você pode falar até isso, tá, gente? Ó, eu já contei várias, já criei várias historinhas de dormir usando força de caráter para poder falar com ela na hora de dormir. ChatGPT, chat, cria uma história de crianças no qual tem princesas, gnomos e duendes mas enfatiza o uso dessas frases, dessa, dessa flor de caráter.
Aparece um negocinho ali.
Então façam uso da tecnologia a favor, né? Usem do ChatGPT para construir, ajudar vocês a construir nesses repertórios também. Pode ser muito bacana. Então, te respondendo, Patrícia, de novo, né, a utilidade, o quanto que isso aqui vai ser útil nesse momento.
E para adolescentes, muitas vezes uma palavra de propósito pode ser algo muito, nossa, muito distante. "O que poderia ser algo lúdico que eu poderia utilizar em relação a esse caminhar para ele?" E se vai ser interessante naquele momento ou não.
É nessa linha mesmo, de achar a linguagem mais próxima que vai conectar.
Isso, isso.
Não tratar isso também como adultos.
Isso, isso.
Essa é a preocupação, é tratar como se fosse adulto quando eles não são.
Exatamente, perfeito, ótimo ponto.
E de novo, sempre olhe para aquilo que é a assinatura do adolescente, porque é nessa construção que você tem que fazer. Ali tá o idioma dele. Então não adianta você falar em querer entusiasmar um adolescente que a vitalidade dele é a força 24 e a primeira dele é a curiosidade. Então vai pela curiosidade, vai pelo caminho que é. Gente, lembra do seguinte, ainda mais esse contexto de ensino, todo mundo viveu isso: tinha lá a matéria que você desempenhava melhor e aquela que era chata chata para caramba.
Se você for de cara para chata para caramba, qual que é entusiasmo que você tem?
Eu lembro da minha cena, tá? Tava ali na frente da TV assistindo os desenhos, né, da Manchete. Aí tinha: Marlon, vai estudar, tem prova de história amanhã.
Cara do céu da vida!
E aí se enrola, aí você faz tudo que é tipo de coisa, você começa, né? Lembrei que hoje eu tinha que arrumar meu guarda-roupa. Até isso a prioridade, né, para não ter que estudar. Então naturalmente a gente vai querer se afastar daquilo que não conecta. Mas aí eu era uma pessoa que curtia a prova de matemática.
Então assim, ah, tem que estudar matemática, tá bom, vou sentar lá fazendo os cálculos, é gostoso.
Então lembrem disso aí, né, a gente tem coisas que a gente gosta e não gosta, e as forças de caráter também são isso, né.
Qual é a minha assinatura?
Então provoque a assinatura do aluno com frequência. A Maria, a Maria tem a força do perdão, da apreciação da beleza e tem a força da esperança.
Pô, como é que eu poderia falar alguma coisa para ela hoje?
Um exemplo: Maria, você veio até a escola hoje como? Ah, eu vim para escola hoje de ônibus. Legal. 'Quais são as 3 coisas que você reparou no caminho que chamou sua atenção?' Pô, se ela tem apreciação na beleza, ela vai contar alguma coisa legal para você.
'Pô, vi um senhor sentando do meu lado, ele tava vendo a foto de um filho dele, achei super legal isso.' Pronto, conectou.
'Ah, como é que se conecta a vitalidade?' 'Marlon, como é que você veio para escola hoje?' 'Eu vim correndo, de ponta cabeça.' 'É?
E aí, como é que foi essa corrida para você, né?' Que que você "O que você sente quando você está utilizando essa energia?" "Ah, eu sinto isso e isso." Pô, conectou!
Então, aprender a falar o idioma das pessoas é algo extremamente essencial, tá?
Esse é um ponto muito importante. Obrigada. Beleza?
Manda aí, Beatriz.
Eu ia perguntar uma questão dessa dos adolescentes mesmo, pensando que a gente está no ambiente de estudo, né? Então muitas vezes eu vou no projeto e converso com eles sobre alguma: "Ai, você gosta de biologia, história?" E é tipo: "Ai, eu detesto todas as matérias", né? Assim, é raro, mas acontece. Como conectar eles para essa meta? Então, pensando que a gente tá numa questão específica, eu acho que a gente consegue conectar. Eu tô pensando Uma coisa é quando a gente tem uma realidade mais adulta, né? A gente tem uma meta muito clara, então eu quero uma promoção, eu quero alcançar um objetivo, você consegue ter isso como uma consequência e criar metas, comportamentos para alcançar isso. E como conectar isso com um adolescente que às vezes não enxerga a importância dessa meta final? Eu entendi, eu creio muito que você fala sobre isso, de a gente Não poder criar expectativa além da que ele cria, mas como também não perder esse aluno, sabe? Ah, tudo bem, ele não tá se vendo nessa posição, mas como que eu vou criar esse vínculo, trazer isso para mesa?
Legal, essa pergunta é muito massa, né?
Que a gente fica com aquela vontade, né?
Perguntar: mas você gosta de Biologia?
Não? Então o que você tá fazendo aqui então, pô, né? A mente da gente vai nesse lugar, né? Você quer dar uma... Mas aqui é o ponto, de postura de mentor e mentora, né, que é o quê?
Eu tô perguntando para pessoa algo que tá na minha cabeça.
Você gosta disso? Você gosta daquilo? Então mude a forma de perguntar. Em vez de ficar perguntando, dando para pessoa o que é que você acha que ela gosta, deixa aberta. Então, então assim, te perguntei 3 coisas, mas me fala uma coisa que você gosta muito.
Então você vai para esse lugar Me fala uma coisa que você gosta muito.
Ela vai falar: pô, na verdade, isso aqui eu gosto, gosto de televisão. Ah, legal! O que que você gosta de assistir na televisão?
Pô, gosto de assistir Netflix, filme.
Legal! Qual o tipo de filme que causa mais entusiasmo?
Ah, eu gosto de filme melancólico.
Pô, legal, bacana! Qual foi o último que você assistiu?
Ah, foi Jornada nas Estrelas.
Bacana, legal, show de bola. Então percebe, Beatriz, que a gente pode traçar outros caminhos para compreender o que é que tem de característica que a pessoa pode demonstrar que ela gosta. Então assim, eu posso explorar outras formas de provocar, de criar conexão, né? Eu perguntaria, por exemplo, algo assim: pô, entendi, E se Jornada das Estrelas fosse uma matéria na escola? Ela se pareceria mais com qual? Ah, eu acho que teria a ver com física.
Pô, legal!
Como é que tá sua caminhada com física? Ah, tá assim, assim, assado. Então assim, tem várias formas de a gente acessar essa janela, né? A gente acessar esse conteúdo. Pô, mas então se física é um negócio, se é parecido, "Pô, parece que aprender física talvez ajudaria você compreender mais sobre essas ciências malucas que colocam no filme, não é não?" É, poderia ser. Então, tudo é esse caminhar de como é que eu me conecto naquela pecinha. Porque o adolescente, todo mundo já foi aqui, todo mundo não, né?
Isadora tá na adolescência ainda, né?
E Isadora pode falar com lugar de fala, né? É o momento que os hormônios tá tudo conturbado, tem um monte de coisa rolando. Então, como é que eu me aproximo, né?
Como é que eu faço esse movimento de dar esse espaço, de escutar um pouco mais, sem impor, né?
Sem falar, mas pô, não gosta de nada? Esse tipo de afirmação ela é péssima, porque você tá dando uma mensagem para pessoa que ela é cretina, porque tem que gostar de alguma coisa. Mas isso é na nossa cabeça. Então muda a forma de provocar, né? Pô, entendi, você tá dizendo que você não gosta de ABCD, mas fala uma coisa então, o que que você mais gosta? E a pessoa vai trazer no modelo de mundo dela.
É esse gancho que a gente utiliza para construir as pontes.
E se você tiver acesso ao via da pessoa ali, né, o acesso da pessoa, você vai conseguir de repente utilizar daquelas palavrinhas para provocar ela.
Não sei se eu te respondi.
Sim, respondeu. E em casos que a gente não consegue isso, assim, construir a ponte com a disciplina, com alguma disciplina específica da escola, você acha que continua pelo mesmo caminho? A gente vai buscando por algo que ela goste ou de algumas forças para chegar nessa construção de uma meta final.
Ó, uma coisa importante também a gente compreender é que o ser humano ele não é um algoritmo. Então às vezes não é num encontro que as coisas, aliás, nunca é num encontro que as coisas acontecem.
Essa resposta, Beatriz, ela vai vir conforme você demonstrar esse senso de confiança, pertencimento, que ela tem um ambiente seguro para contar para você. Porque às vezes ela não vai falar, ela vai fazer a birra mesmo ali para falar que não gosta, que ela tá revoltada, que ela tá cabreira. Então, ah, tá tudo bem.
Ó, deixa eu te falar uma coisa, preciso ir agora, mas vamos ter um papo semana que vem, né? E aí é esse cuidado de: tô aqui com você, como é que eu posso te ajudar?
Então, tem alguma coisa que gostaria de ajuda específica dentro do negócio?
Legal, tá?
'Tem alguma coisa que você gostaria de uma ajuda específica minha dentro do contexto aqui da escola?' Porque esse é teu papel. Você não tá ali como uma psicóloga, você não tá ali como uma pessoa, né, de outra área. Então, se colocando no teu lugar, eu tô aqui como uma voluntária de mentoria para te ajudar nessa jornada. 'Tem alguma coisa nesse escopo que eu possa te ajudar?' E ver o que que a pessoa fala.
E quando a gente abre essa porta de deixar a pessoa contar, às vezes ela fala assim: ah, sei lá, eu não acho que eu não deveria nem tá fazendo isso aqui, eu não mereço, eu não tô. E aí você vai entender que tem de repente outros caminhos, outros recursos que precisam ser acoplados à pessoa, né? São histórias e histórias. Às vezes tem histórias que são pesadelos, né? Vocês devem saber melhor do que eu, que impede o acesso nesse momento aí mais cognitivo. Então Tem que ter um cuidado isso também, né?
Empilhamento emocional excessivo impede qualquer pessoa de acessar recursos. Então aí nem com reza brava não vai.
Então tem que voltar passos atrás e falar: peraí, acho que tem um cuidado aqui que precisa ser feito, orientação médica, psicóloga, enfim, o que tiver aí à disposição. Beleza?
Obrigada, Isadora. Imagina, acho que tinha só um minuto, Isadora, acho que tinha a Linha antes também lá que eu cortei e não falei, desculpa.
Tá no mudo.
Foi. Na verdade é um pouco sobre, a gente vai aplicar o guia com os alunos, Marlon? Eu acho que o Sérgio vai pedir para eles responderem e depois os resultados vão ser compartilhados com cada mentor. E aí assim, uma preocupação minha pela faixa etária é o quanto que eles têm baixo autoconhecimento, baixo autoconhecimento, e que de repente isso pode, e talvez assim junto com baixo autoconhecimento, um medo de ser julgado pelas respostas. Então assim, acho que são duas coisas que podem gerar uma distorção no resultado, que assim vai acabar meio que sendo o nosso ponto de partida para fazer guias de fala. Então assim, eu queria saber um pouco assim sobre essa conduta da aplicação, que nem você falou, talvez não seria o caso de além do aluno fazer, pelo menos pedir para um adulto, um amigo fazer junto para fazer a identificação para ver o que que dá match entre o que ele se vê e o que ele é realmente, pensando na importância que vai ter essas 5 palavrinhas mágicas assim na guia da condução da conversa.
Ó, Aline, é muito importante esse ponto, mas deixa eu ressaltar algo aqui também que vocês precisam ter essa consciência.
Nesse relatório, ele não pode ter um julgamento no sentido de as pessoas entenderem que tem ali um olhar para o que não tá funcionando, fraquezas, né?
Então isso é muito do storytelling, muito da fala que a gente traz na hora de vender, né, esse assessment ali para os alunos. Então assim, estamos falando de forças. Todo mundo tem 24 forças, né, distribuídas de forma diferente. A gente vai entender aqui quais são as suas 5 principais forças naquilo que você tá contando.
Tá tudo bem, né? E eu acho que deixar eles se avaliarem e a gente ir para esse lugar de como é que a gente conta isso aí, é um exercício para a gente também, né? Como é que a gente vai analisar isso aí? Como é que a gente vai verificar isso aí? Porque independente, o aluno que tem a força número 1 de curiosidade ou a de vitalidade ou espiritualidade, ele tem as mesmas condições de qualquer outro de chegar lá na frente. O ponto aqui das forças de caráter é como é que eu estou utilizando essas forças em a favor desse objetivo. Então a estratégia para cada aluno, ela vai ser diferente com base naquilo que a pessoa é. Então esse é o presente, né? É uma descoberta de trazer à tona um recurso de que pode ajudar a tornar essa viagem mais gostosa, uma vez que você sabe aquilo que você tem mais aptidão, né?
Você tem mais conexão para poder realizar.
Então assim, te respondendo, eu acho que um ponto é como é que a gente conta Pode fazer o movimento que a gente fez e pedir para os pais validarem? Pode, não vejo problema nenhum. Eu acho que inclusive é um feedback legal, né, que pode criar uma série de coisas, aproximação, um caminho de diálogo tranquilo, porque é natural os pais darem feedback no sentido de, pô, tá fazendo nada, tu é vagabundo, né. Então de repente tem uma conversa com os pais.
Eu acho que a gente fez isso, acho que o Sérgio, se se eu não me engano, ele deu uma linha para os pais também, né? Então falar com os pais, ó, o teu filho vai passar por um assessment, uma avaliação aqui, que ela foca em trazer o que que ele tem de bom, né?
E ele vai ser provocado aí até você perguntar, né, em cima desse material aqui. Então é legal você também falar para ele o que que você vê. A gente tem, a gente tem um material que a gente fez que tem uma definição de cada uma das forças, né, para pessoa ler E ela falar: ah, entendi, então o que que é integridade? Ela vai ler e ela pode ali circular.
Então eu vejo essa forma, tá?
É, não, então basicamente, porque meu medo maior era assim, nesse diagnóstico da força depois de aplicar o questionário, por uma questão de baixo autoconhecimento ou numa tentativa de— porque ele sabe que isso aí vai ser lido por alguém, então ele pode querer impressionar.
Não se julgar.
Então assim, o meu medo é que essas 5 forças destacadas na verdade não tenham nada a ver com o estudante. Não tô falando de olhar para as últimas como fraqueza, de forma nenhuma. Mas acho que a tua resposta ela passa pelo lugar de dizer não, as 5 ou as principais acaba pelo questionário, ela acaba vindo mais genuína.
Sim, e assim, ó, Tem um ponto, tá?
E aí, gente, tem coisa que a gente não tem controle.
Eu já fiz várias vezes esse acesso com muitas pessoas e teve diretores que eles não queriam falar, porque ele falou, cara, eu queria ter a força da integridade como número 1, e ela é a última, sabe? Então, então assim, não é sobre a ser adolescente, o que tem gente vai sentir vergonha, uma coisa que a gente sempre instrui assim, Responda sempre o questionário com base no presente. Não tente imaginar o que você gostaria de ser, né?
O que você viveu é presente. O que que, qual é a resposta lá dessas 120 perguntas, né?
Que que é a resposta que mais representa o teu momento presente hoje, né? Acho que dá segurança também para eles assim, isso aqui não é uma prova Isso aqui não é algo que está colocando vocês em critério de estar habilitados ou não estar habilitados.
Isso é simplesmente um instrumento para guiar nossa jornada de um jeito mais bacana, mais sustentável juntos.
Acho que tem que enfatizar muito esse ponto e pegar esse entendimento deles.
Está claro para vocês qual que é o objetivo de vocês fazerem uma avaliação como essa?
E aí, de repente, se sentir que tem um ou outro que ficou mais ressabiado, chama, explica ali, pô, tá tranquilo, tudo mais. Acho que aí fica legal. Mas eu quero dizer assim que não tem como a gente conseguir também proteger todas as arestas, porque ele é um documento de avaliação. Então, se a pessoa quiser burlar e falar, vou colocar 5 aqui em tudo, e aí vai vir uma resposta aleatória, né? E aí não vai ter efeito também o trabalho. Então, acho que esse jogo de confidencialidade, esse jogo de de, pô, estamos confiando em vocês também.
Eu acho que esse é um ponto importante, né?
Estamos aqui, todo mundo aqui é voluntário, estamos aqui confiando em vocês também para fazer um trabalho legal.
Então confia na gente, tá tudo certo, tá tudo bem. Salinha, beleza? Imagina.
A Isadora tava na frente, vai lá depois o Rodrigo.
Eu tenho uma dúvida aqui, acho que Grande parte fez ensino técnico e sabe a diferença que ele faz na nossa carreira profissional, tanto que eu ainda tô no ensino médio, né, com técnico, tô cursando. Último ano eu já vejo essa diferença na minha vida como carreira profissional, como tantas oportunidades que eu tive, viagem nacional, viagem internacional. E eu queria saber, acho que vocês também imaginam que geralmente quando as pessoas entram no ensino técnico de escola pública ainda, sente muito essa diferença de ensino, então é uma coisa mais puxada, e é para isso que a gente vai estar lá, né, para apoiar eles e entender eles. Só que eu tenho uma dúvida, você tinha comentado que ser mentor não é sobre nossa história, é sobre a história deles. Como que eu poderia incentivar eles, um exemplo, mostrar oportunidades futuras que eles podem ter? Se aprofundando nesse ensino técnico, no ensino médio também, sem deixar muito evidente a minha história e até onde eu cheguei com o ensino técnico. Vou incentivar eles, só que não fazer com que eles coloquem eu no topo. E não sei se deu para entender, sabe? Não colocar como referência para chegar até lá, mas Eu tenho essa dúvida de como trabalhar isso com eles, de mostrar as oportunidades, mas sem dar tanta relevância no que eu consegui com o ensino técnico.
Legal, vou deixar um mantra para vocês aqui, tá?
Uma das coisas que eu mais penei para aprender, mas que mais surtiu efeito na minha jornada como mentor: na dúvida, pergunte para pessoa.
Então, o que que eu quero dizer com isso?
Para poder fazer— e a gente, de novo, né, nem tanto ao céu nem tanto à terra.
Eu não tô dizendo que você não que você pode dizer para ele, contar sua experiência. É a forma e a intensidade que você coloca. De novo, né, vamos pensar assim no 80/20, né.
Então 80% ali tem que provocar, deixar a pessoa contar.
Mas tem os 20% que eu posso dizer o que que eu fiz, que eu passei. Isso é legal, isso é inspiracional. E aí tem um momento para você fazer isso.
Quando eu falo assim, na dúvida pergunte, Isadora, é o seguinte: para você saber como é que você pode provocar, inspirar, Faça a primeira pergunta para ele: qual que é o seu objetivo? O que que você acha que vai acontecer com você uma vez que você passou no vestibular? Como é que você acha que seria? Vai ser a sua rotina, seu dia a dia?
Como é que você imagina?
Conta para mim assim, como é que você desenharia esse quadro? É uma atividade legal para você fazer, inclusive, com mentorado, né? Para vocês fazerem, inclusive, né? Tá ali mentorando, ó, vamos imaginar o seguinte, porque você fala para eles ainda: eu sei que isso vai acontecer, 'Você passou no vestibular, você tá lá no colégio técnico, como é que você imagina a tua rotina, tua vida? Como é que você vai acordar? Como é que você vai, a sua parte da manhã? Como é que você se vê? Como é que você imagina que acontece dentro de um colégio técnico?' E deixa ela aflorar. E aí, conforme ele vai, ele ou ela vai desenhando essa pintura, aí você pode falar assim: 'Olha que legal, você falou um negócio bacana! Você sabia que comigo aconteceu isso também?' Aí você tempera, porque você conseguiu encontrar uma brecha ali para poder colocar, que é diferente de você chegar de cara e colocar a sua foto, seu quadro. Mas conforme a pessoa vai colocando, tem analogias de vida. Ó, você sabe que eu também senti isso, é legal você falar isso, até me lembrei aqui agora. E aí a pessoa fala uma outra coisa, fala assim, ó, vou te dar uma sugestão, isso aqui eu pensava da mesma forma, mas eu entendi que é muito mais fácil fazer isso aqui. 'Mas ó, isso aqui é uma coisa que aconteceu comigo, não quer dizer que vai acontecer com vocês, mas deixa aqui a sugestão.' Então essa troca ela pode ser esse caminho curioso, cuidadoso, em cima do que a pessoa— sempre em cima do que a pessoa tá trazendo. Nunca eu entrego de cara o meu, a minha pintura, o meu quadro para pessoa. Percebe a diferença de movimento para o outro? Então eu provoco objetivo.
Deixa um exercício inclusive, gente, que que vale a pena vocês terem fortemente no cardápio de opções de vocês é esse negócio de viajar na maionese com o mentorado, sabe?
Você sentar com ele e falar assim: ó, vamos viajar na paçoca hoje, quero saber como é que você imagina, como é que vai ser, como é que é. Porque se eu não me engano, quando a pessoa tá no colégio técnico, ela também é remunerada, ela tem remuneração.
Posso falar uma besteira aqui?
Não tem?
Não, mas dentro do Escola Técnica tem oportunidade de ter bolsa científica, que você pode ter uma remuneração.
Legal.
Então, ó, esse é outra provocação: como é que seria você tá lá e você receber uma bolsa?
O que que você faria com o primeiro salário? O primeiro, sabe, aí desenhando, né, desenhando, estimulando para poder ver aonde que o aluno vai.
E aí você pode colocar os temperinhos ali do cuidado e de situações paralelas.
Eu vivi também isso Põe legal para caramba, cria entusiasmo junto com o aluno.
Respondi?
Respondido, obrigada, Marlon Silva Domingues.
Agora tu, Rodrigo.
Sobre o preenchimento do VIE que a Aline falou, eu não sei, aí até volta a pergunta para Aline, né? Acho que talvez estratégia, pegar esses perfis dos alunos e dos mentores e dar uma cruzada para não, até para, porque por exemplo assim, o Marlon tem facilidade de, que já é macaco velho do negócio, de pegar qualquer perfil e trabalhar. Agora a gente teria, como a gente tá começando aqui, a gente teria uma afinidade, uma facilidade maior com alguém que tem um perfil mais, mais afim um com o nosso, né? Não sei se essa seria a estratégia de fazer essa distribuição dos alunos para os mentores. E aí talvez seja uma estratégia interessante até para quando vai falar para eles fazer esse preenchimento, que assim, essa questão da sinceridade do preenchimento até facilita dar esse match, né? De assim, olha, a gente vai botar alguém para te ajudar, que mais ou menos entende como é que funciona a sua cabeça e as suas forças, entendeu? Eu não sei se seria por aí.
Resposta sincera minha, eu não, eu, e aí de novo, tá, estratégia MMH de vocês, mas eu não iria para essa linha, porque de novo esse momento assim não é sobre eles, eu tô colocando a minha insegurança na frente disso.
Então eu tenho que, pô, então não é sobre os alunos, eles na boa, eles não estão querendo saber se você é físico, se você é radialista, se você é um cara de TI, não, eles querem uma ajuda, é isso que a gente tem que entender, eles querem uma ajuda, né, ajuda de aceleração de processo. E aí eu ainda acredito, Rodrigo, mas que o diferente ele é mais poderoso ainda, porque Na boa, tá sendo mentor, mentora, vocês vão ver o quanto vocês já devem ter percebido o quanto que a gente recebe também, quanto que é gratificante, quanto que a gente pode aprender também com diferente, com novo.
Igual é muito quentinho, cara.
E às vezes assim, não quer dizer, é uma coisa importante, o fato de uma pessoa ter a força, vitalidade, não quer dizer que eu vou ter mais facilidade com ela. Às vezes até pior, é pior, porque é duas pessoas em periquitada e não Então eu acho que assim, a forma aleatória, né, e de novo vocês vão decidir a estratégia, mas eu acho que não, eu não usaria, acho que aí esse ponto, eu não usaria assinatura como um critério de escolha, eu não usaria.
Você acaba viciando o negócio, entendi.
Beleza.
Ó, eu tenho mais um item só para a gente poder trazer para vocês sobre via, que é legal de vocês saberem.
Então, vocês já sabem que tem 24 forças, virtudes, o assessment, como é que ele é feito.
Vocês sabem que as forças têm um pêndulo e que é importante a gente saber, né, olhar e não deixar ir para os extremos. E tem mais um outro item aqui que é análise do favorecimento do uso das forças. Então, todas as 24 forças, elas foram estudadas e percebidas que elas têm favorecimento em duas, em dois eixos, né? O eixo de forças que se conectam mais com movimentos interpessoais, relacional, e forças que se conectam mais com movimento intrapessoal, que aquele movimento interno, né? Eu comigo mesmo. E o outro eixo é o eixo da racionalidade e o eixo da emoção, tá? Então, com isso também eu consigo entender se a pessoa é mais emotiva, mais racional. Esse é um ponto muito legal para poder criar histórias, criar abordagem de como é que eu trato. Imagina assim, ó, vamos lá, vou fazer exercício aqui.
Vamos pegar as minhas forças, as minhas principais forças. Deixa eu pegar uma canetinha aqui.
Minha força número 1: vitalidade. Ó, vitalidade é uma força emocional, tá do lado do coração, né? Vocês entenderam essa lógica aqui, né? Tá do lado do coração. Mas ela tá bem pertinho da gradinha aqui, né?
Então assim, ela tá em relação às outras, ela tá mais afastada, mas é uma força emocional.
A segunda força minha é a força da criatividade.
A criatividade é aqui embaixo, ó. Criatividade é uma força emocional também. A minha terceira força é a inteligência social. Onde ela tá aqui? Emocional também.
Ó, vou fazer um só stop aqui antes de colocar todas as duas. Tem 3 forças, coração. Qual que é a minha formação? Analista de sistemas. É uma formação racional ou emocional?
Racional.
Por que que eu era uma desgraça com programação? Porque eu não parava quieto na cadeira, eu queria ver ser humano, eu queria contato com as pessoas, eu queria trocar ideia. Inteligência social é a força do relacionamento, comunicação. Na pandemia, para mim, a pior coisa era ficar em casa trabalhando. Eu queria ir para rua, eu queria ver pessoas. Comecei a trabalhar em padaria para pelo menos ver pessoas circulando. Inteligência social. Análise de sistema tá aqui, ó. É principalmente essa força aqui, ó. Programador, a pessoa de TI, técnico, critério, análise crítica das coisas, olhar algoritmo. Tá faltando ponto e vírgula aqui, ó. 'Pô, essa função poderia ser melhorada.' 'Pô, parece que passava longe de mim, meu critério é a força número 17.' Percebe? Então assim, ó, quer dizer que eu não posso ser um bom analista de sistema?
Não.
Quer dizer que eu vou levar mais tempo para atingir alguns resultados, para poder acessar, tá? Então eu sou um ser que tem forças aqui mais emocionais.
As minhas outras forças: o humor, Onde tá o humor?
Aqui, ó. E a quinta força, perspectiva. Cadê minha perspectiva? Aqui, ó.
Olha que interessante, as minhas 5 principais forças tem esse desenho aqui.
Ou seja, eu tenho mais forças conectadas com o emocional e mais forças de conexão intrapessoal, ou seja, de reflexão. Eu adoro estar no meu escritório sozinho aqui, gente.
Deixar, eu vivo aqui, adoro, porque eu gosto dessa introspecção. Apesar de ser um cara agitado, até lidar de extrovertido, eu gosto dessa introspecção.
Eu pego meu iPad aqui, eu fico desenhando, criando estratégia, fazendo movimentos, vou pensar nisso aqui, vou lançar isso aqui.
Eu adoro esse momento porque tem a ver com criatividade, minha força de criatividade.
Criação é o movimento interno.
Agora, olha que interessante, deixa eu apagar aqui.
Ó, a força da liderança é uma força muito mais relacional.
Eu ativo essa força muito mais, e eu preciso ter pessoas para poder liderar, né? Então, uma força ligada ao relacionamento aqui em cima. A força da integridade, todo mundo tem aí, ó, como assim, na parte da assinatura, é uma força racional.
Integridade é uma força racional, relacional, tá?
Então, o que que eu quero dizer para vocês? Essa imagenzinha também vocês vão receber para vocês poderem identificar. Mas olha que interessante, chegou o aluno para mim, chegou uma aluna para mim, sou mentor dela agora, eu faço assessment de dia dela e vem aqui Nessa imagem, entender como é que é o perfil dessa pessoa, qual que é a tendência que ela tem.
Aí eu tô lá rabiscando, pô, pessoa tem justiça, ela tem o perdão, ela tem espiritualidade, ela tem amor.
Ó, tô com um aluno aqui que ele é emocional-relacional, esse é o favorecimento dele. Não quer dizer que eu tenha que só colocar ele em atividade, não. Mas ele tem um favorecimento, uma pitidão para esse lugar aqui. Então, a pessoa que tem mais facilidade de colocar suas forças para funcionar com os outros e mais emocional. Pegaram o ponto aqui? Vou fazer um teste aqui. Guilherme, fala suas 5 primeiras forças.
Integridade, generosidade, justiça, trabalho em equipe e esperança.
Peraí, peraí, peraí.
Integridade, generosidade, integridade, generosidade, justiça, trabalho em equipe e esperança.
Mais relacional, mais emocional. Então aí eu já tenho também uma direção de como é que eu posso, né, trocar ideia com ele, mas que eu posso falar com ele, como é que eu posso criar um ambiente mais harmonioso que favoreça esse caminho aqui, ó. Pegaram a ideia?
Porque a abordagem ela vai ser diferente para quem tem uma, né, imagina, imagina a pessoa mais aqui, né, imagina que a pessoa tá mais nesse lugar aqui, ó, é uma outra abordagem. Uma outra abordagem.
Então esse aqui é também um gráficozinho bacana para a gente utilizar aí, para a gente poder ter um pouco mais de consciência de novo, né?
A gente falou, quando algo vai mal volta no manual, do manual de funcionamento das pessoas.
E sabe uma coisa que é interessante?
A gente tá fazendo um assessment aqui para poder ter a clareza das forças, mas você sabia que vocês não precisariam disso aqui não, né? Se você fizer boas perguntas para as pessoas, elas contam para você quais são as forças delas.
Porque não sei se vocês repararam, uma curiosidade, o instituto que faz esse assessment aí, ele chama como VIA, né, o nome do site lá é VIA, que significa o quê?
Values in Action, valores em ação. Então as suas forças nada mais são do que os nossos valores sendo colocados em ação.
Qual é a coisa mais poderosa, importante no ser humano, que bloqueia ou motiva?
Valores.
Tudo aquilo que ser humano, ele—
eu sei que vocês não criam confusão em lugar nenhum, trabalho, nas escolas, a família. Vocês são pessoas evoluídas, né? Vocês não têm problema nenhum de treta, de briga.
Mas na China tinha muitas pessoas que faziam treta. Por que que acontece treta no trabalho?
Porque alguém desmereceu ou não valorizou aquele valor que para você é de vida.
Às vezes pessoas fazem isso sem intenção, às vezes fazem com intenção, mas tocou no teu valor sem pedir permissão, sem cuidar de respeito, vai doer, vai arder, e o bicho vai pegar.
Valores é um dos bens mais poderoso que a gente tem. Ele vai travar ou vai fazer a gente avançar em direção de algo.
Como é que uma pessoa se sente entusiasmada de atingir um objetivo e realizar? É ela conseguir perceber durante o caminho ela vai tendo pequenos frutos, que faz o quê? Se conecta com o valor dela.
Imagina assim, valor família, né? Muita gente, o valor é família.
Legal.
Aí você entra no trabalho que você tem que viajar todo dia, 24 horas por dia, está fora, longe, distante. Isso vai motivar você a continuar? Não vai. Uma pessoa que tem o valor, o valor, vamos pegar aqui o valor da prudência, a força de caráter inclusive da prudência, a ela arruma um trabalho na bolsa de valores. Vai dar certo? Você pode até conseguir lá, pô, sou inteligente, bem Harvard. Entrei lá, mas você não vai sobreviver porque você vai querer analisar. E ali o pessoal tá na ganância, na gritaria, no pau comendo sol. Percebe o movimento aqui? Então esse é um ponto legal da gente compreender, tá legal? Então, ó, 3 eixos, tá? Forças de Karate, o que elas são? São uma linguagem comum universal para se Fala daquilo que é de bom no ser humano.
Todo mundo tem isso.
Segundo ponto: as forças têm um balanço, tá? Cuidado com os extremos, nem tanto ao céu nem tanto à terra.
E as forças têm essas dimensões aqui que a gente poder analisar, a gente vai começar a compreender um pouquinho mais do favorecimento de cada força relacionada a dois eixos: emocional, racional, e relacional, intrapessoal, tá? É isso que vocês precisam saber sobre forças de caráter para começar a analisar Claro que tem um zilhão de coisa mais, mas para começar a fazer o funcionamento é isso que vocês precisam saber, tá?
E uma dica legal, deixa eu abrir o site para vocês verem uma coisa.
Até que salva, tanto que eu acesso ele. Então aqui, essa página aqui, acho que essa aqui é a página que eu tenho de Gente, deixa eu entrar na página principal.
Essa é a página principal, né, do VIA e tal.
Eu tô logado com a minha conta. Deixa eu sair aqui, ó.
Essa aqui é a página que todo mundo abre a primeira vez, né? Então você cria sua conta, tudo mais. Mas o que que eu quero mostrar para vocês aqui em Reports, Cursos? Não, aqui, ó, nesse item, o Wellbeing, aqui tem uma série de artigos, estratégias e documentos.
Vocês podem entrar, acessar e ver, 100% gratuito.
Tá vendo que aqui embaixo, logo de cara, tem Activities? Eles sugerem atividades oficiais do Vida que você pode fazer. Aí tem uma série de formas de você pensar, brincar. Tem vários idiomas aqui para poder baixar. Ó, Roda da Vida aqui, ó, fazendo uma roda da vida com as forças de caráter. Tem questionários, tem coisas para criança inclusive aqui, ó. 24 dias utilizando as forças de caráter.
Tá embaçado, né?
Aqui.
Então aqui tem a dica, estratégia.
Você pode ver se aparece melhor aqui assim para vocês.
O único problema tá tudo em inglês, tá? Vocês foram, não sei se é um problema para vocês, mas tem aqui, ó, né? Quer aplicar as forças de caráter na sua vida diária? Explore como as forças de caráter poderiam criar uma vida mais balanceada e refletindo seu mês. Então, pô, dia 1 do mês, pratique a força da apreciação da beleza. Ele tá sugerindo aqui. Dia 2, aplique a bravura na tua vida. Dia 3, aplica curiosidade. Então tem várias sugestões assim que você pode vir aqui e pegar ideias.
Acho legal vocês conhecerem também o site com essas possibilidades que existe, tá, para tirar ideias aqui, ver.
Tem calendários, o calendário, esses calendários também aqui tem sugestões do que do que fazer, do que aplicar. Tem bastante coisinha para vocês depois aqui olharem, se divertirem. E ó, tá vendo que tem aqui também, ó, tópicos, né?
Aí tem aqui, ó, opa, tópicos. Tem um aqui que é sobre construção de carreira, relacionamento, significado. Tinha uns que era sobre educação, estresse, ou eu viajei.
Bom, mas tem aqui alguns, alguns tópicos, né? Ó, carreira, felicidade, mudança de vida, significado, mindfulness aqui, Patrícia, paternidade, relacionamentos, forças básicas, como lidar com estresse. Então vou entrar aqui como lidar com estresse. Aí tem aqui, ó, dicas, artigos que eles conseguiram buscar de pesquisas que falam como é que as forças podem ajudar no estresse, por exemplo, tá? Então Tudo que tá nesse site aqui é oficial, foi pesquisado, foi evidenciado, e vocês podem fazer uso à vontade, tá bom?
É gratuito.
Ok, Marlon, eu não sei se eu fiz alguma coisa errada, mas no meu, todos os outros recursos, ele pede solicitar pagamento, tem um valor para cada item aqui, mas depois deve estar aqui em algum outro lugar do report, não é não?
Que assim, ó, o VIA, ele é, ele tem essa versão gratuita, mas se você pagar, você vai ter uma versão aí completa com análises minuciosas das suas forças.
Então, se eu entrar aqui, por exemplo, ó, reports, eu consigo vir aqui e falar, ó, deixa eu ver esse total. Aí tem o valor aqui, entendeu? Mas eu tô nesse menu aqui, ó, o Wellbeing, ó, tem todas essas, esses itens aqui.
Tá bom, obrigado.
Eles têm até já, eles criaram recentemente, ó, esse Viana, que é a inteligência artificial do Via. Vocês podem perguntar qualquer coisa e forças ali que ele vai responder. Mas na boa, eu já testei, vou falar para vocês com propriedade, ChatGPT tá exatamente igual, tá?
Não tem nada de diferente não.
Pode usar para fazer perguntas, só aquilo que eu te falei, faz a verificação para o chat entender do que que você tá falando. Faz ali umas 2, 3 perguntas para saber que ele tá ok com você, e aí você começa a trazer estratégias. Funciona perfeitamente. Por exemplo, chat dado: é os próximos 3 meses no qual eu tenho um desafio focado em ensinar altos executivos, como é que as forças de caráter poderiam auxiliar? Ele vai trazer para você uma possível estratégia ali. E claro, né, você sabe que hoje a inteligência artificial ela é um meio, ela piloto.
Então você vai olhar, você vai validar, vai ser consistente, tem sentido ou não, né? Isso vocês sabem já, mas fica como dica também para vocês, tá bom?
Eu acho que é isso, gente, que a gente tinha hoje aqui para mostrar para vocês esse overview, né, das forças de caráter. E espero que vocês tenham gostado, espero que vocês possam utilizar isso aí. Então, aberto a pergunta aqui, quem quiser perguntar mais coisas, tô aqui à disposição.
A minha última pergunta aí, cara, é Se eu quiser aplicar na minha equipe lá do trabalho, tá, eu achei impressionante para a gente fazer uma análise da própria equipe. Eu consigo gerar esse mesmo reporte para mandar como o Sérgio mandou para a gente? É cobrado ou não?
É gratuito, cara. Vou mostrar para vocês também. Eu faço isso com todo time, quer ver? Deixa eu abrir o site de novo aqui.
Marlon Silva Domingues, clicou alguma coisa errada, sua tela sumiu, tá?
Eu que tirei aqui, eu tirei. Ó, vai voltar a tela aí. Apareceu?
Ó, tô de novo no site aqui, né, do VIA. Então aí eu vou logar, né, vou entrar na minha conta.
Tá aparecendo assim para gente.
Aí aqui na minha conta, né, você tem esse painel aqui, ó, dashboard.
Você vem aqui, ó, survey invitation.
Aí você vai, você vai criar um link, ó. Tem um link para tudo que é empresa que eu dou consultoria, tá?
Então vem aqui, ó, new survey.
Aí eu venho aqui, eu crio o nome.
Então eu posso colocar aqui, ó, teste MH, posso colocar o que eu quiser, MH alunos mentoria, né?
Ele vai dizer se o nome já tá sendo usado.
Não, aqui não pode ter caractere especial.
Aí ele vai, pô, beleza.
Aí aqui eu posso colocar um logo, se eu tiver um logo, posso adicionar aqui. Aí aqui embaixo, aqui é importante, ó, qual que é seu público, ó. Se você tava fazendo para público que é adulto ou criança, né, então você vem aqui, adulto.
Qual é o idioma padrão das respostas do assessment?
Eu venho aqui, ó, ele tem mais de 90 idiomas. Português.
Aqui você pode colocar mensagem personalizada: pessoal, favor, não mentir nas respostas. Pode colocar aqui que que vai aparecer na tela ali, tá? Aí aqui é legal, ó, você escolhe se você quer que a pessoa receba o assessment ou você quer que você só receba. Então deixa o hide aqui se eu não quero que meus clientes recebam antes da hora, para não cair no forfé de nossa, meu Deus do céu, a minha força do perdão é a última, você mandando embora. Para não entrar nesse caos, você pode deixar um hide aqui só você ter acesso, depois você preparar melhor material.
Ah não, quero que a galera já saiba de cara, então eu deixo no show aqui porque ela vai receber o e-mail lá para poder pegar a força dela.
E aqui você pode personalizar uma mensagem de thank you também, tá?
Quando você faz isso, quando você faz isso, aí você vai aqui, você dá um continuar, dá um continuar, ele já vai gerar um link para você. Esse link que você faz, só você encaminhar para as pessoas que você quer, tá? Bem facinho assim.
Então você pode ter esse dashboard seu ali. Eu consigo hoje, inclusive eu consigo ver, né, eu já tive mais de 250 pessoas que fizeram esse acessamento comigo. Eu consigo gerar um report para mim gratuito e consigo ver qual é a força número 1 de todas as pessoas que já interagir. Então você consegue ter todos esses dados assim, sabe?
Legal para caramba.
Só fala então qual é a força número 1, não precisa nem mostrar. Tem como puxar fácil aí?
Só para curiosidade da galera. Pior que tem que gerar uma planilha aqui. Mas de todos os meus alunos que eu fiz, é a força da integridade. Essa é número 1, todo mundo é honesto. Essa força número 1 da galera. Legal, gente, mais alguma pergunta?
Acho que não, acho que só agradecer, Marlon, acho que nos empoderou um pouco, um tanto, para usar essa ferramenta, ler esses resultados, né, e usar isso como realmente uma ferramenta de aproximação dos jovens, né. A gente vê a gente andou fazendo essa parte de mentoria desde o ano passado, e tem uns que são muito, muito facilmente aderentes a ter uma pessoa diferente acompanhando ele, outros muito resistentes, né. Então acho que especialmente para os mais resistentes são caminhos que podem fazer sentido para pessoa e aumentar a chance dela se abrir, se colocar à disposição para ser ajudada, né. Então acho que vai ser interessante aplicar e acho que vai ser interessante a gente depois, acho que os mentores, os alunos vão fazer, né, pensando aqui da nossa conversa, acho que seria interessante que os pais, que pelo menos alguém mais fizesse essa coisa do mapa e eles batessem uma foto para a gente ver e aí depois a gente te dá um feedback também de como foi isso Legal, para médicos, alunos, você achou que ajudou a conectar, né? Por, né, como que cada mentor realmente conseguiu executar o uso da ferramenta dessa interlocução com aluno.
Legal, show de bola, Aline, muito bacana. E, ó, na boa, não se sintam desamparados, porque esse começo às vezes vai gerar muita dúvida.
Pode me chamar, pode mandar mensagem, entra no meu Instagram, LinkedIn lá, pode mandar WhatsApp, né? Eu vou responder em algum momento. Às vezes tá conturbado, demora mais, mas eu respondo.
E eu tava falando até com a Lari, que tá comigo nessa jornada aqui com MH, a gente vê depois os próximos passos.
Vamos ver depois, a gente marca uma sessão de tirar dúvidas.
Ah, já experimentamos, porque é importante é isso, é pôr o carro para funcionar, né?
Então testamos e estamos com zilhões de dúvidas.
Vamos conversar, vamos tentar marcar uma sessãozinha mais curta, de repente uma hora, com dúvidas pontuais, a gente vai fazendo movimento, tá? Estamos aqui para ajudar vocês naquilo que a gente pode. Show de bola, gente! Obrigado, foi um prazer imenso, viu?
Obrigada a você, foi bem legal.
Vamos fazer uma fotinha aqui, vamos fazer uma fotinha aqui.
E vamos lá.
Pensa na sua força de caráter número 1 e faz uma cara de que tá empoderado, empoderada. Vai lá, 1, 2, 3 e aí, gente, show de bola! Brigadão, viu? Ótimo fim de semana para vocês aí, muito sucesso na jornada, contem comigo.
Valeu, pessoal, abração, valeu!









