Consciência Vertical - Bate Papo com Carlos Hoyos

Carlos Hoyos presents a time and life management system built on multiple Ps: priorities (health, family, work, spirituality), projects like scaling his company independently, people, and daily practices. He uses the Eisenhower Matrix, tracks 11 principles daily including joy and gratitude, and emphasizes forgiveness and judgment release as keys to productivity.
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Fala, galera! Boa noite! A gente tarda, mas não falha. Tô aqui de novo. Boa noite a todos, boa noite a todas que vão acompanhar essa live hoje. Hoje tem um convidado muito especial, Carlos Hoyos, e mantendo a minha promessa de fornecer um pouquinho de contribuição, de conhecimento para as pessoas que estão aqui nesse momento, né, de tanta fragilidade, tanta vulnerabilidade, momento tão desafiador que a gente vive nesse momento atual, momento de confinamento, em que o emocional ele é mais importante do que o álcool em gel. E dentro dessa perspectiva, resolvi criar essa iniciativa de fazer uma live por dia com especialistas, com pessoas que eu confio demais, pessoas que têm um conhecimento poderoso relacionado ao autoconhecimento, relacionado ao ser humano, e principalmente como é que você pode fortalecer o seu emocional. E hoje aqui nessa live quero trazer para vocês uma pessoa que para mim é uma pessoa muito importante, uma pessoa pessoa que faz parte da minha trajetória profissional. Eu tive o prazer de conhecer essa pessoa no ano de 2012. Desde então é uma pessoa que eu admiro muito, né? Por muitos momentos foi um mestre, foi um guia, foi uma luz na minha jornada profissional. Então vou trazer aqui para vocês meu querido amigo Carlos Hoyos. Deixa eu chamá-lo. Eu vi, eu arrumei minha internet aqui, acho que agora eu vou conseguir fazer uma live mais adequada. Esperando o Carlos conectar e a gente começa a live.
Fala, amigão!
Não dá para gritar tanto agora, senão a gente acorda a casa. 10:30 da noite. E aí, meu querido, você tá bom?
Beleza, e você?
Maravilha! No mesmo banco, mesma praça, só que de visual diferente, cara. Primeira coisa é: what the hell? E esse corte de cabelo aí?
É modernizar, né, cara? Fica mais fácil, economizo tempo, não gasta tempo com cabelo.
E outra, né, amigão, você já preveu que você ia ficar confinado, ou seja, até a gente sair desse apartamento aí, o cabelão já vai estar naquele topete assim, né?
Não, não, eu tenho uma máquina, meu irmão, já tô cortando os cabelos aqui em casa agora. Próximo vou cortar máquina 1, máquina 0, para dar—
já tá grande já isso aqui, virar monge tibetano mesmo.
Tá certo, gratidão pela apresentação, Marlon.
Obrigado, cara, obrigado por ter aceito, cara, obrigado mesmo de coração. Você é de longe uma das pessoas que eu admiro muito, né? Você é um cara que teve um peso gigantesco na minha trajetória profissional, um cara que me ajudou a a tomar decisões difíceis. E ninguém melhor que você, cara, para estar junto comigo nesse momento aqui, né, com essa oferta de proporcionar para as pessoas um pouco mais de autoconhecimento nesse momento que tem sido tão desafiador, né. Eu tenho percebido fortemente, Carlos, que esse momento é um momento de muita oportunidade para quem quiser. E eu acompanho alguns podcasts, né, Voltou? Tava dando uma travada, eu acho. Eu acompanho alguns podcasts e um deles, o que eu tava ouvindo recentemente, eu ouvi a frase: "Você pode sair melhor do que você entrou nesse confinamento, mas vai depender de como você entrou realmente, né?
Como é que você entrou? Como é que você deu esse passo?" Isso me chamou muita atenção, tocou meu coração, no sentido: "Cara, se eu puder colaborar para as pessoas que estão nessa jornada de confinamento, A terem mais recursos, a olhar para isso como uma forma diferenciada, eu acho que já tá valendo a pena estar nesse momento aqui. E eu achei muito massa que ontem eu vi que você tava falando com uma menina na crise, né, lá na Itália, e ela falando sobre o lado bom do coronavírus. Eu achei demais isso. Cara, tem muito lado bom, né, olhar para isso e presenciar isso. Mas antes da gente entrar no nosso papo, cara, Fala quem é um deles dois, conta pra gente um pouquinho quem é você. A gente fez uma live ontem com a Thaís Taquihara, amiga nossa que tá em Milão. E ela lançou um movimento muito interessante que é esse movimento "Lado Bom do Coronavírus". E achei genial. E, cara, muitas reflexões nesse processo, né. Eu gosto de ver as pessoas unidas por uma causa e eu tô vendo umas pessoas olhando aí, fazendo movimento todos contra o coronavírus. Eu entendo a boa intenção, mas eu acho que talvez as pessoas estejam entendendo errado onde é o problema. Vírus é um vírus. O vírus não tem nenhuma intenção em nos matar. Do ponto de vista de vírus, se o vírus nos mata, ele perde o hospedeiro. Ele não tem nenhum benefício em nos matar. É muito mais interessante coexistir e continuar. Só que eu acho que tem muitos vírus que estão escondidos aí. É o que você falou, acho que a inteligência emocional, a cabeça está no lugar, às vezes é muito mais importante que o álcool em gel. Então, que legal que isso está despertando e fico muito feliz que você esteja com esse movimento também de ajudar as pessoas, de trazer algo que apoie as pessoas, porque muitas vezes a distância a gente não consegue ajudar além das pessoas que estão próximas de nós, né? E eu acho que isso é um serviço muito bacana que você está fazendo, então meus parabéns aí.
Gratidão, cara. Obrigado, obrigado. Cara, antes de mais nada, fala um pouquinho quem é você. Fala para o público aí quem é você, o que você faz.
Cara, cada vez a gente se define de um jeito diferente, né? Eu tenho estudado muito recentemente, buscado muito autoconhecimento, novos mundos. Eu sou Carlos Oios, eu sou o pai da Clara e do Benjamin. Esposo da Camila Tomazelli, minha sócia, esposócia, pessoa que tem colocado a minha cabeça, meu coração e minha saúde no lugar aí durante muito tempo também.
E do ponto de vista de carreira, eu trabalho com consultoria empresarial, eu faço consultoria para empresas de médio porte, algumas empresas menores, e eu faço coaching executivo para executivos multinacionais, empresas de médio porte. E eu tenho alguns trabalhos na área de desenvolvimento humano que são um pouco mais abertos. Então eu foco em alta performance individual e alta performance de liderança, né? E eu tenho alguns canais aí que eu vou divulgando o trabalho. Tem um canal no YouTube que é Liderança com Propósito, um podcast Planeta que você teve. Eu fiquei honrado da sua presença, da gente bater papo como um dos primeiros coaches, acho que foi o primeiro coach que teve me entrevistava, foi muito bacana. E cada dia eu tô aprendendo, e a minha intenção é realmente servir, ajudar líderes a manifestarem o seu propósito. Então quando eu vejo uma pessoa fazendo algo que tá alinhado com um bem maior, eu falo: essa pessoa, essa pessoa tá alinhada com a sua autoliderança, com liderar outras pessoas. Então hoje eu percebi, eu acho que Quando a gente conversou alguns meses, alguns anos para trás, a gente falou que a minha intenção era ajudar o maior número de pessoas a atingir seu potencial máximo. E eu percebi que a melhor forma de fazer isso é despertar a liderança nas pessoas e desenvolver líderes. Porque um líder, ele impacta muito as outras pessoas do que uma pessoa que está sozinha, vamos dizer assim. E todo esse trabalho de redes sociais eu vejo como um trabalho de liderança. E você é uma pessoa que eu admiro muito, um líder que eu admiro muito. E me espelho muito também. Então sou um eterno aprendiz, estou coach, estou mentor, estou consultor, e sou pai, sou esposo, sou filho, e sou uma pessoa que tá buscando continuar crescendo aí sempre.
Massa, massa, legal! Obrigado pelo feedback também, fico muito grato. A gente tem uma história muito bacana juntos, né? A gente trilhou um caminho a gente buscou apoio, né, um no outro, no momento em que o coaching era pouquíssimo conhecido no Brasil. E, cara, em Campinas quase ninguém falava desse treco. E nós dois estávamos perdidos, né, como é que a gente faz esse negócio acontecer? E o Carlos tava tendo as ideias dele, eu tava ali na CIT vidrado nisso, mas também querendo conversar com as pessoas sobre o tema. E, pô, depois disso a gente fez bastante coisa, né, Carlos? Até me lembrei, cara, até me lembrei nesse momento, essa semana que passou, da nossa iniciativa Before I Die. E eu acho que é um momento muito propício para voltar a pensar nisso, né? Só que teria que ser através da tecnologia hoje, que não é um problema. Mas eu fiquei perguntando, né, o que que você gostaria de realizar, obter, conquistar ou renovar antes que isso aqui acabe, antes que se vire o passado, que ele vai passar. Ele vai passar e como eu comentei, as pessoas, todo mundo tá tendo, eu tô tendo uma série de oportunidades de rever várias coisas da minha vida nesse momento, mas a hora que passar existe uma grande chance da gente querer voltar a como a gente era antes. E isso é um ponto muito perigoso. Então quando eu lembrei da iniciativa Before I Die é o que eu gostaria de realizar antes que tudo isso aqui acabe, né? E foi uma iniciativa muito massa, né, que você buscou, você trouxe à tona, né, de uma americana que colocou na parede da casa dela lá o quadro dizendo, né, não foi isso? Foi Andressa que trouxe. A gente tinha um grupo, né, um grupo de pessoas, de coaches que estavam ali obstinados a se desenvolver. Então a gente fez essa iniciativa, foi bem legal. Mas, cara, antes da gente mergulhar no assunto, assim, o Carlos é um cara que ele se apresentou, mas ele tem uma expertise muito bacana, né, que é desenvolver alta performance em liderança, só que é uma alta performance diferenciada. E é uma coisa que me deixa muito fã dele, que é através do autoconhecimento. Não é simplesmente aquela coisa de ler um livro e falar: cara, você tem que fazer isso. Não, é muito através de resgatar das pessoas aquilo que elas têm de melhor, mas alavancando, né, o ser humano pelo autoconhecimento dele. Cara, como é que foi para você esse começo do coronavírus? É assim, como é que você encarou isso? Como uma pessoa que tem autoconhecimento, tem muito recurso, como é que foi para você e para sua família, cara?
Foi e está sendo um processo, e eu acho, eu diria o seguinte, que só tá começando, é a minha percepção. Eu procuro não criar muitas expectativas, eu tô observando números, métricas, mantendo sempre a cabeça no lugar. Buscando não me contaminar, mas assim, como eu estava comentando com a Thaís ontem na live que a gente fez, acho que a grande sacada, grande aprendizado foi sair de uma consciência individualista para uma consciência transição, individualista, familiar, local, nacional, global. E eu acho que, para mim, eu acho que essa é a grande bênção do coronavírus. Eu vejo realmente coronavírus como uma bênção. Algumas pessoas Vem como uma desgraça, como o fim do mundo, que é muita morte. E uma das coisas que eu sempre busquei trazer, e algo que eu venho fazendo sempre para mim, é buscar evitar o julgamento e trazer um pouco de perspectiva. Então eu passei por esse processo e falei: "Cara, isso aí é tipo uma gripe, uma gripe um pouco mais forte, vai pegar muita gente, muita gente vai morrer, mas é um processo." Só que no momento que isso se transformou na pandemia com o foco de isolamento, isso acabou virando um caos e tem esse potencial de virar um caos socioeconômico, político, financeiro, e tudo indica que vai ser. Nesse processo, a gente foi, vamos dizer, simplificando nossa vida, indo cada vez mais para o remoto daquilo que a gente poderia fazer, adaptando algumas coisas em casa para poder acomodar crianças. Você tem criança em casa, você sabe como é que é. Fizemos alguns ajustes e hoje a gente sai quando é absolutamente essencial dentro das nossas circunstâncias. Agora, trazendo o nível de abstração para um pouco maior, e aquilo que eu— acho que uma das coisas que eu mais aprendi na vida é sempre colocar perspectiva na vida. É uma tragédia, nesse ano, até agora, mais de 16 mil pessoas morreram do coronavírus, e cada vida humana é uma perda de um potencial ser humano extraordinário que pode ajudar a construir e agregar. Mas quando a gente para para prestar atenção nos números globais, eu não sei qual que é o pior cenário do coronavírus, mas se a gente for considerar um cenário absolutamente bizarro, em que você poderia pensar assim, 10% da população fosse com alto grau de risco, nós estaríamos falando aí de, nós estamos com 7,7 bilhões de pessoas, você teria 0,770 bilhões de pessoas com alto grau de risco, e aí depois você teria, sei lá, uns 10% disso, nós estaríamos falando de, sei lá, 77 milhões de pessoas, que é uma coisa insana para o tipo de morte que acontece. Mas quando você começa a pensar numa esfera global, eu não sei se você sabe, mas hoje nós temos mais pessoas com excesso de peso no mundo do que pessoas que passam fome. Só que é um número tão absurdamente bizarro que a gente pode perceber que como sociedade, como civilização, a gente está investindo energia e preocupação no lugar errado. Então alguns números aqui para embasar o que eu estou falando. Hoje nós temos no mundo 841 milhões de pessoas subnutridas. 841 milhões de pessoas subnutridas. Significa que essas pessoas vão ter problemas de desenvolvimento, elas vão ter limitação de comprometimento social. E nós temos 1,7 bilhões de pessoas, 1,7 bilhão de pessoas acima do peso. Não obesas, mas acima do peso. Ou significa que o problema da fome e de excesso de alimentação tá errado. Alimentação tá no lugar errado, tá com as pessoas excertas. Isso é uma coisa que é básica, que vai passar um coronavírus, vão vir outros vírus, vão vir outras bactérias, vão ter outras pandemias. E esse é um negócio que, como ser humano, eu me sinto envergonhado que a gente não resolve. Porque o que a gente está fazendo agora do ponto de vista de coronavírus é literalmente um paliativo. O que a gente está fazendo é: o problema está acontecendo, está correndo solto, só que nós não focamos em cuidar das pessoas da melhor forma possível da saúde. Então o que a gente faz é evitar que ele se propague. Tem algumas pessoas que falam em cuidar, melhorar o sistema imunológico, e eu acho que essa deveria ter sido a ênfase. Falou assim: olha, está chegando uma onda, Então vamos cuidar do nosso sistema imunológico. E a gente tem feito isso, Doc, você fez a pergunta: como a gente tá lidando com isso? A questão sempre foi: como é que a gente pode estar bem de saúde? Como é que a gente pode estar bem de mente? Vamos continuar fazendo as coisas que nos fazem bem, vamos evitar as coisas que nos fazem mal, mas o foco é sempre cuidar que a gente esteja bem. E isso é uma coisa que me preocupa como ser humano, porque a comunidade não tem evoluído, a sociedade não está evoluindo. Outro número que para mim é assustador: todo ano nós estamos falando de 1,5 milhões de crianças que morrem com menos de 5 anos. Hoje já deu 1,7 milhões de pessoas com menos de 5 anos que morreu. Ou seja, o vírus que a gente vê, o coronavírus, é uma gota no oceano do vírus do egoísmo, do vírus da arrogância, do vírus da concentração de renda, do vírus da negligência da gente, cada um por si, né? E a gente viu movimentos de pessoas querendo estocar coisas, alimentos. Então assim, é uma grande reflexão, é uma grande reflexão que a gente faz aqui em casa e a gente tem conversado todos os dias sobre coronavírus de uma forma ou de outra. O que a gente pode aprender, o que a gente poderia fazer para evitar, o que a gente poderia fazer para contribuir. E eu acho que isso que a gente está fazendo aqui é uma forma da gente contribuir. Só que aquilo que você falou, que eu achei muito importante, a gente não pode deixar essa reflexão morrer e depois continuar business as usual. Porque senão a gente não cresce como civilização, a gente não cresce como seres humanos. E, cara, o que a gente de fato consegue fazer numa casa é muito pouco. Mas a hora que as casas voltarem a se abrir, as pessoas voltarem a se comunicar, a gente tem muita coisa que a gente pode fazer. Claro que online a gente faz toda a força que a gente pode fazer, mas eu acho que essa é a grande sacada. E esse está sendo o grande processo para nossa família, a gente olhar mais para fora e falar: "Tem tanta gente com dificuldade, tanta gente com problema." Saiu agora um vídeo também viral, em cima do áudio viral do Justus, e ele fala exatamente essas mesmas preocupações que eu tenho. O caos econômico que está se gerando por causa de uma coisa que se tivesse feito de uma outra forma teria sido completamente diferente. Então assim, eu tô muito mais preocupado com o vírus do medo, muito mais preocupado com o vírus— não preocupado em si por preocupação, porque eu de fato não tenho, não me sinto assim: "Nossa, tô preocupado, o que será que vai acontecer?" Eu tô muito mais entristecido pelo vírus dessa inconsciência do que o vírus em si, porque o vírus tá fazendo o que o vírus faz. As árvores crescem, os vírus se multiplicam, ele não tem intenção de matar os outros. Então quando eu vejo as pessoas A todos contra o coronavírus é legal, você cria um negócio, mas contra o que exatamente você está lutando? Você está lutando contra algo que é recorrente, que faz parte da natureza, mas não está sendo corrigido. Então assim, a gente tem que ser todos contra esse vírus do egoísmo, contra o vírus do imediatismo, eu estou aqui e os outros se fodam. Eu acho que essa é a grande sacada. E para mim essa foi a grande transformação, foi no prazo de Não deu uma semana sair de 'ah, tá tudo bem' com 'ok, qual é a consciência global? O que que eu preciso fazer daqui para frente para o negócio mudar?' Sabe o que eu acho massa na sua fala, cara?
Eu gosto de pegar esses aprendizados e deixar destacado aqui para as pessoas, porque muito bacana o que você acabou de fazer. Na verdade, você acabou de dar um novo significado para esse momento. Eu acho que isso já é, isso já valeu a noite aqui, né? É mostrar. E assim, você falando, eu fui captando que parece o seguinte: parece que esse vírus na verdade ele é mínimo perto do que dos vírus que já existem no mundo, mas foi preciso ele aparecer para que as pessoas começassem a perceber o tanto, o tamanho da virose que já existia no mundo. O medo, egoísmo, a falta de compaixão, a falta de companheirismo, a falta rede de parcerias, olhando o tempo inteiro para o nosso umbigo, a tecnologia tomando conta da mente, coração e alma, e a gente esquecendo de ser ser humano, né? E aí vem um trequinho invisível que começa do outro lado do mundo, que vem parar aqui no Brasil, e a gente tá trancado dentro de casa, confinado, né? Será que a vida quer de verdade ensinar alguma coisa para gente? Parece que assim, dupla da terra Como a Mãe Terra fez com, como uma mãe faz com o filho, né? Colocou de castigo para poder refletir e aprender sobre o que é viver, né? Sobreviver, né? A gente tá no momento que é sobre, separado, viver, né? Esse é o momento.
É isso mesmo, Tomassa.
Muito massa, cara. E assim, né, vamos olhar para aquilo que é fato, né? Ontem eu tava num papo com o André Sampaio ontem, né? E o André, como um grande pioneerista, né, ali defendendo a atuação no presente, né? Para de ficar focando no passado ou ficar nessa projeção maluca do futuro. Foca no presente, traz os recursos à tona. E eu acho fantástico aí, porque assim, cara, o vírus tá aí, é fato, né? A gente ficar querendo buscar o culpado, né? Quem foi o chinesinho desgraçado que mordeu a bunda do morcego? Pode causar isso aí. Não faz sentido nesse momento, né? Agora sim, o ponto de ajuda é assim: como é que as pessoas podem melhorar a sua presença? Como é que elas podem melhorar a sua performance com todo esse cenário, né? A cabeça começa aí para um monte de coisa. Eu venho praticando, assim, sinceramente, honestamente, né, com a minha vulnerabilidade aqui aberta. Eu acho muito massa, sempre achei muito massa, o lance de meditar e o lance de gratidão. Mas eu nunca tinha de verdade experimentado isso como experimentei nas últimas duas semanas, meu irmão. Negócio realmente é poderoso, ele é fantástico quando você entende a real, a verdadeira essência de fazer isso, né? E eu realmente assim, eu fiquei abismado do poder, né? O quanto que isso traz presença, e a presença ela faz com que você evite medo e alienação. Mas, cara, fala assim para gente, na sua perspectiva, do seu conhecimento, o que as pessoas poderiam fazer, cara, para melhorar o seu estado de presença, o seu dia a dia, ter mais performance com todas essas variáveis em jogo?
Excelente reflexão, excelente pergunta. Eu gosto sempre de trazer do básico primeiro, né? Obviamente, seguir as normas de isolamento social dentro do que é possível, porque graças a Deus algumas pessoas não podem manter as normas, é por isso que a gente tem médicos, é por isso que tem pessoas entregando comida, pessoas tirando lixo, porque a gente está isolado e a gente esquece que esses prestadores de serviço estão funcionando, manutenção, a rede elétrica e tudo mais. Tem um monte de gente que está correndo risco para manter o país rodando, transporte público e tudo mais. Graças a Deus por isso. Então, dadas as devidas proporções, dentro da condição de cada um, cuide da sua saúde. E cuidar da saúde é muito fácil, né? A tendência quando a pessoa está em casa é enfiar o pé na jaca. Então, beber mais, comer mais, comer coisas que não fazem bem. E então, dificilmente você vai ter uma mentalidade de campeão um estado emocional de resiliência ou antifragilidade se a saúde não estiver boa. E a saúde é muito simples: tome muita água, muita água, 3 litros de água se possível nesse momento, durma muito bem, descanse muito bem, faça intervalos de descanso durante o dia, se alimente bem, alimentação leve, saudável, da natureza, e faça exercício físico em casa. Você não precisa de nada muito sofisticado, você pode fazer polichinelos, pode fazer agachamentos, pode fazer flexão, você pode fazer os ritos tibetanos, você pode fazer a série de treinamento da Força Aérea Canadense. Tem assim, você procurar na internet, você vai encontrar um monte dessas referências, desde o mais básico, da pessoa mais sedentária até para o atleta, para fazer exercícios funcionais em casa. Então você cuida da água, se você cortar as bobagens que qualquer nutricionista vai falar para você cortar: reduz açúcar, reduz glúten, reduz carboidrato, tira derivados do leite, lactose. Se você fizer isso, você já vai ter um sistema imunológico um pouco mais forte. Exercício físico, exercício aeróbico, toma sol, nem que seja na sacada, você toma sol. Tomar sol ajuda a estimular o sistema imunológico. Outra coisa que é relacionado com saúde, mas também ele vai para o lado emocional, é você cuidar da sua saúde emocional com a família. Seja bem com a sua família, se conecte com essas pessoas, porque quando você faz isso você libera ocitocina, você tá liberando neurotransmissores, hormônio que vai te ajudar que a tua saúde esteja bem, teu corpo físico esteja bem. Então quando você fizer o básico disso, Porque se a pessoa fica dormindo mal, comendo um monte de snacks, comendo um monte de porcaria, fica alucinada com informações, com notícias, ela vai dormir mal. E aí dormindo mal ela vai ter um grau elevado de cortisol, de stress. Então todo o resto vai funcionar mal. Então não adianta você querer trabalhar o mindset das pessoas se a saúde não tá top. Então vamos consertar a saúde primeiro. Muita água, 2, 3 litros de água na média. Se você quiser fazer um cálculo mais preciso, 35 a 40 ml de água por quilo, por adulto, por dia. Eu sugiro: toma 3 litros de água que você não vai errar, não vai te fazer mal, sai no xixi, não tem problema se for mais. Se você é uma pessoa que consegue fazer muita coisa dentro de casa, com musculação, e você tem peso e outras coisas, beleza, toma mais água. Mas água, descanso, alimentação, exercício físico, curta a família, se conecte com a família, assista comédias, dê risada. Risada, humor, ele trabalha muito a questão das endorfinas e serotonina, vai te deixar no estado fisiológico bom. E aí, como é que você vai trabalhar o seu mental, né? E a pessoa fala: pô, mas é muita coisa para fazer. Bom, na verdade, se você tirar o tempo de transporte, agora você tem um tempo extra para fazer, né? Tudo bem, tempo extra para fazer, provavelmente vai ajudar em casa, coisas talvez que você não faria tanto, resolve ter outros projetos de arrumar gaveta, arrumar closet, tá arrumando um monte de coisa aqui em casa. Mas você vai ter um tempo extra, e esse tempo extra você pode fazer para se cuidar bem. Para a parte de mindset, de mentalidade, o estado emocional, a coisa mais simples do mundo é: zona de controle, zona de influência e perda de energia, do nosso amiguinho Tony Robbins. É simples. O que que você pode fazer agora que você tem controle? É da pele para dentro. É o que você pensa, o que você sente, o que você faz, o que você fala. Isso tem controle. Sobre o que você pode ter controle é o que você produz no mundo. O que você tem influência? É o ambiente e as pessoas. Nós estamos influenciando supostamente com a nossa intenção positiva de influenciar as pessoas positivas. Você me influencia, influencia aqui, as pessoas estão influenciando, essas pessoas colocam comentários, nos influenciam, a gente influencia as pessoas, no home office a gente está influenciando a distância. Tirando isso, é perda de energia. A nível global, o meu impacto em coronavírus é muito pequeno, a menos que algo que eu faça viralize. E normalmente as coisas que viralizam na internet são pessoas que têm um impacto maior. Muitas vezes é impacto positivo, mas muitas vezes é impacto negativo. Enquanto a gente não for alguém de expressão nas redes sociais para ter um impacto global, o que a gente pode fazer é um impacto muito menor. Mas a gente não tem controle sobre isso. Então, da mesma forma que a gente não reclama porque chove, porque não tem controle sobre a chuva, eu não tenho controle sobre a economia mundial. Então a questão é: dê uma olhada nas notícias uma vez por dia só para você saber como é que estão as coisas. Mas não adianta você ficar na paranoia todo o tempo, porque uma coisa é garantida: a notícia ruim chega. Não precisa se preocupar em ficar caçando notícia ruim, notícia ruim chega. Então foque naquilo que faz sentido. Qual o meu papel, qual a minha função neste momento? Cara, eu sou pai, sou esposo, eu sou filho, eu sou irmão. Contato com a família, aqui eu consigo fazer serviço, prestar serviço de caridade aqui em casa, ajudar, apanhar com a louça, arrumar. Fazer o que eu tenho que fazer, curtir a família, tá num perfil alegre, positivo. Porque eu posso estar com o doom and gloom, né, com aquela "ai meu Deus", com todo aquele trauma e o drama da vida, que a gente pode, se a gente começar a focar, por exemplo, em todas as crianças que morrem por ano, que são subnutridas, eu vou ficar muito triste. Se eu pensar em cada velório de cada pessoa que morreu, né, que foi assassinada nesse mundo, eu vou ficar triste. Agora, hoje as pessoas estão concentrando essa energia negativa no inimigo invisível coronavírus. E para mim, por que que isso é um processo de autossabotagem? Porque as pessoas não focam no problema real. E aí, o que é aquela história também, né? Existem dois tipos de problema: um problema que você tem controle e um problema que você não tem controle. Quando você não consegue lidar com o problema que você não tem controle, tipo coronavírus, você não tem controle sobre o coronavírus. Tem algumas coisas que você consegue fazer, mas não tem controle. Coronavírus, ele tá fazendo o que O coronavírus vai continuar fazendo. Agora, o controle que a gente tem sobre nós mesmos é: o que a gente faz, como a gente se comunica, como que está a nossa carreira, se a gente lê, se a gente não lê, se a gente trata bem as pessoas. Isso a gente tem controle. A gente está ali. Então, para a gente não ter que olhar para dentro e ver todas essas coisas que a gente poderia estar mudando, é muito mais fácil olhar para fora e ficar fazendo fofoca: quem falou isso, quem falou aquilo, que não sei o quê. E o que acontece? Perda de energia, porque a gente não tem controle sobre isso, tem um pouco de influência, Mas a maior parte de gasto de energia. Então essa para mim é a maior ferramenta, é a ferramenta mais simples de produtividade, independentemente do coronavírus. Qual é o meu papel? Qual é a minha função? Quando eu penso no meu papel e na minha função, eu automaticamente, a menos que eu tenha problemas graves de cognição, eu sei qual é a minha responsabilidade. Em linhas gerais, se eu sou um funcionário, eu sei quais são as minhas responsabilidades. Eu sei que o meu papel não é ver as notícias do do coronavírus a cada 5 minutos, eu tenho uma função, eu tô recebendo um salário para isso. Se eu sou empreendedor, e eu, meu amor e respeito por todas as pessoas do mundo, em particular os empreendedores agora, porque muita gente tá quebrando porque a economia tá sendo estrangulada, cara, você precisa pensar em como é que você mantém sua empresa rodando, como é que você mantém a sua empresa operacional com as pessoas com medo, com as pessoas com preocupação, e como é que você se prepara para quando a economia abrir de novo. Porque o que tá acontecendo agora é: a economia tá represando. Tem dinheiro que não tá sendo utilizado, tem dinheiro que não está circulando, tem dinheiro, tem gente que tem muito dinheiro que não está investindo. E tem muita gente que vai quebrar com isso. Empresas aéreas, empresas de turismo relacionadas, vão quebrar. Negócios primários que tipo vende almoço para comprar janta, se ficar uma semana sem vender, você prejudica. Duas semanas, você quebra. Você quebra, o microempreendedor. 2 semanas sem vender você quebra. E se a gente ficar de fato 1, 2, 3 meses, vai ter muita gente quebrando. Então qual é o meu papel? Cuida da minha família, cuida da minha saúde, cuida da minha família, cuida da minha empresa. O que eu posso fazer agora? Eu posso vender pra caramba? Não, mas eu posso ser criativo de contribuir para os meus clientes de uma forma diferente. Eu posso ser criativo de falar: legal, a hora que essa demanda reprimida começar a voltar a produzir novas demandas, Vamos dizer assim, quando a demanda reprimida se soltar, né, liberar as comportas, como é que eu vou estar me posicionando no mercado? Isso é meu papel, isso é minha responsabilidade, ninguém vai fazer por mim. Agora, o que que é mais fácil da natureza humana? Ficar na reclamação, ficar no cortisol, porque o cortisol nos trouxe até aqui, né, no período de evolução. São as pessoas que mais melindradas, que tinham mais medo, que sobreviveram. São aquelas que não iam atrás pra brigar com o urso, né, são aquelas que ficavam na caverna. Nós somos essas pessoas. Derivadas descendendo dessas pessoas. Agora, quando você tá pensando hoje o que que é verdadeiramente iminente, se você for pensar tanto do ponto de vista de taxa de mortalidade, cara, 2, 3%, 4%, e ainda para o grupo de risco, que é um negócio assim, é tão ínfimo para todas as pessoas, cara, você pode esquecer disso. Você for morrer disso, vai morrer de alguma coisa. Eu falo brincando, cara, passei por câncer Passei por tratamento de quimioterapia, mudei de país, já fui roubado, me divorciei, tive processo judicial, fui mandado embora mais de uma vez, empreendi. Cara, se for um vírus para me matar agora, cara, chegou minha hora. Eu faço a minha parte, cuido muito bem da minha saúde, cuido muito bem do meu estado emocional, mas eu tenho responsabilidade que eu preciso fazer. Então acho que a grande sacada aqui de tudo de vida, depois a gente pode entrar em técnicas específicas, é, cara, O que que é meu controle da pele para dentro? O que que é minha influência? As pessoas, o ambiente próximo. E o resto é perda de tempo. E aí é, ok, qual é o papel aqui? Qual a minha responsabilidade aqui? Qual a minha função? Se eu sou empregado, o que que esperam de mim? Se eu sou empregador, o que que empresa que eu sou empregador espera de mim? Ou seja, no fundo, né, o board que sou eu mesmo, a menos que eu tenha um board, uma empresa muito maior, Cara, você tem responsabilidade, você tem responsabilidade social. Eu preciso continuar entregando para os meus clientes. Alguns clientes não querem ser atendidos agora, eu preciso respeitar o processo. Mas eu preciso me antecipar para os possíveis problemas reais que eu vou ter quando a economia parar de ter essa injeção de dinheiro. Esse é um problema real. O vírus é um problema real que está totalmente fora do controle, totalmente fora da minha zona de influência, tirando a micro influência que eu tenho, os lugares que eu vou, onde eu toco, se eu ponho álcool gel ou não. Agora, a influência que eu tenho, os meus clientes, com a minha microeconomia da minha família, esse eu tenho 100% responsabilidade. E as empresas que têm caixa, elas sobrevivem. As empresas que mais sobrevivem são as empresas que mais aguentam a queda de vendas, ou seja, quem tem mais caixa é quem mais sobrevive no mercado. Então quando você tem um caixa de 5, 6 meses, você consegue sobreviver 5, 6 meses. 1 ano, você consegue sobreviver 1 ano. Se você não tem caixa nenhum, "Tem um modelo de negócio, problema, tem um problema, provavelmente tem um problema." Ou talvez você já tá no começo, você não conseguiu, né, pilotar. Mas isso é feedback, isso é uma informação. Sobre isso nós temos algo a respeito a fazer, sobre isso nós podemos fazer alguma coisa. Então é, cara, qual é o papel? Qual é a minha função? E foca em algo positivo, porque todo tempo que eu foco em energia negativa, nas notícias ruins, eu tô deixando de fazer algo que é positivo. Todo tempo que eu deixo de investir em mim, na minha família, na minha saúde, eu tô abrindo espaço para o vírus, porque eu tô baixando emocional. Não o vírus, só o vírus real, né? O vírus, aquele que nós estamos falando, do egoísmo, da acomodação, da preguiça. Então, em linhas gerais, como é que eu transformo isso em aspecto prático? Cara, acorda de manhã, faz seus 5, qual é seu propósito maior? Cara, o coronavírus vai passar. Nem que dure um ano, cara, vai passar. E depois que passar isso aí, qual a sua proposta de vida? Quais são suas prioridades de vida? O que que é realmente importante nas áreas da vida? Quais são os projetos que eu consigo fazer trancafiado na minha casa? É esse, esse, esse. Quais são as pessoas que são importantes que eu tenho que manter o contato? E quais são os próximos passos? O que que eu vou fazer? O pior dos casos, você faz uma lista de to-do e sai fazendo tudo, mas foca em algo positivo. Agora, se você quer ter um gás emocional Se conecta naquilo que é absolutamente transcendental em relação ao tempo que a gente está vivendo. Porque daqui a um ano isso aqui vai ser uma amargor ruim, a economia vai ter impacto, estão dizendo que pessoas estão dizendo que vai levar talvez até 10 anos para a gente se recuperar, é possível, mas a gente não vai estar nessa frustração agora, a gente vai mudar. Então é: não perca de vista o propósito. Nós estamos no meio do nevoeiro, tá ficando difícil olhar, ou nós estamos subindo a montanha, foi um pouco mais, eu perdi a direção do cume da montanha. Mas, cara, não esquece que lá tem um lugar para você ir. E foca no que é importante.
Muito massa, cara, muito massa! Puta aula, hein? Porra, pode falar palavrão aqui? Acho que pode, né? Passou das 10 da noite, já pode falar palavrão. Não falo durante o dia quase nada, então Cara, sabe uma coisa que legal, né? Eu curto para caramba observar os padrões, né? E eu vi com até o André, o André entrou na live aí. E uma coisa que eu venho reparando nas pessoas que eu tenho feito contato, e as pessoas têm dado um pouco do seu tempinho e doar, se doado um pouco aqui sobre os seus conhecimentos, uma coisa que é comum em todas elas, né? Inclusive você, essa capacidade de utilizar seu o filtro com muita propriedade. E eu digo no sentido de usar o filtro, eu sei separar aquilo que faz bem, aquilo que não faz bem. Então tem uma coisa que parece que é clara, cara, você falou toda essa questão de se cuidar do corpo, beber água, puta animal. Mas tem uma parada também que as pessoas não sacaram ainda, que essa obsessão em ficar consumindo a porra da notícia do coronavírus o tempo todo. Eu fiz uma busca rapidamente agora No wall, entrei no wall lá, tava lá. Aí você vê, cara, que o Bolsonaro falou alguma coisa, e tal, o youtuber pegou coronavírus, e a Sabrina, que não sei, cara. E tipo, o que que isso te ajuda, né? Aí você entra numa notícia dessa, você vai clicar no outro, que vai cair no outro, aí você vai começar a ver que morreu X pessoas. Pronto. E aí você senta com a família na sala, você vai contar o quê, cara? Que coronavírus tá matando todo mundo o tempo inteiro, né? Porque O mais louco de tudo, né? Eu falei de filtro, mas você leu a notícia, o seu filtro interno vai processar e você vai replicar para as pessoas de uma forma muito mais agressiva em cima do seu filtro. É o que conta. Isso causa o caos. É isso que torna o coronavírus um caos: os filtros mal estabelecidos ou estruturados. A gente tem na cabeça, a gente distorce, a gente omite, a gente deleta, e a gente passa a informação adiante de uma forma muito Muito sim, é um despreparo, uma falta de cuidado realmente com o outro, né, e evitando de fato esse olhar de que será que essa informação vai fazer bem para as pessoas, será que isso eu devo passar isso, a gente causa todo esse alarme desnecessário. Então assim, animal você trazer todo esse cuidado, né, da vida. E eu queria deixar esse highlight dos padrões das pessoas que eu venho entrevistando aqui, essas pessoas que eu considero os Avengers, super soldados aí, né, cara. Essa galera tem filtro muito bem estabelecido, por isso que eles estão bem, estão bem. É por isso que eles vão sair melhor da forma do que eles entraram nessa parada toda, porque tem muita, muitas outras coisas, né, que vale muito mais a pena do que ficar fofocando no coronavírus. Eu não sei se para todo mundo acontece isso, espero que sim, mas desde segunda-feira passada, que foi quando eu entrei, eu entrei em home office, né? Eu tô na minha segunda semana, iniciando a segunda semana de work from home aí, cara. Parece que todos os problemas que existiam na sua vida, eles foram deletados. E parece que foi uma oportunidade, né, da vida, do universo. Tanto que você olha e fala, cara, semana passada tava reclamando do quê? E tinha 300 mil coisas que você tava reclamando. E hoje você fala assim, cara, esse é o problema aí?
Não.
Não é mais. Então assim, olha quanta coisa louca e animal acontecendo, né? As pessoas vêm falando inclusive das limpezas do oceano, do ar, né? Tem pessoas medindo o ar, cara. O negócio tá muito louco mesmo assim, é um outro ar. Oceano, você vê no Veneza, né? Veneza, pessoal, tá conseguindo quase ver o fundo do oceano ali. Muito massa, cara, dos canais, né? E acho que essa limpeza tá sendo feita dentro do nosso próprio oceano também, né? Porque essa é a minha sensação, né? Entrei em quarentena, parece que, cara, deixou tudo para trás. Não precisava realmente. Se fosse de verdade importante, estaria sendo um problema agora, e não é. Então quer dizer o quê? Olha quanta porcaria a gente vinha arrastando e quebrando cabeça e perdendo cabelo e Caraca, e olha que animal! Acho que esse é mais um lado bacana do coronavírus, de olhar do presente que ele tá dando para gente, né? Até uma amiga terapeuta, e talvez ela apareça também algum dia dessa semana, pode falar sobre constelação aqui, e ela trouxe à tona isso aí, né? Dessa, dessa limpeza nela. As pessoas vêm falando, relatando em rede social, você falou também aqui, a luta contra coronavírus. Mas ninguém parou para falar, cara, eu sou agradecido pelo coronavírus. E hoje você fala um negócio hoje agora também que tocou meu coração. Eu até falei para algumas pessoas hoje, hoje acordei com certo medinho, me deu, me deu. Semana passada eu tava bem uau, né, meio Tony Robbins pulando aqui em casa e tal. E hoje acordei meio, meio receoso. Minha filha deu uma tosse, eu já falei Caralho, né, coronavírus tá chegando mesmo. E também teve o lance de, pô, tá acabando comida em casa, né, vamos pedir. Aí começamos a pedir, o pessoal falando, não, não estamos entregando, não estamos entregando, não estamos entregando. Achamos um lugar que entrega e o cara vem entregar aqui. Eu já tava assim, caraca, Aline, você chegou perto! Como é que foi que você pegou? Mas nenhum momento eu parei para pensar no que você disse. Isso não tava na cara muito da hora que Cara, tem um cara trabalhando ainda e entregando comida. Se esse cara não tivesse vendo comigo, eu tava fodido aqui em casa. Então, cara, olha que massa! Olha, olha o poder da gratidão de verdade, mais uma vez presente. Isso é de verdade, é saber utilizar da gratidão, cara, e não ficar fazendo jus a frases de para-choque de caminhão, né, livros de autoajuda. Não, cara, é isso. Eu vou te falar, caralho, por mais que tudo isso esteja acontecendo, tem mó galera disposta a enfrentar essa parada de peito, né, de frente mesmo, para fazer as coisas acontecerem. Então é muito mais sobre estar presente, ser grato, se alimentar bem, e como diz minha filha, fazer magunça. Tem que fazer magunça. Então, e acho que isso torna a gente muito mais fortes com a questão da nossa imunidade, né. E o ponto, Carlos, que é muito bacana para mim, até que eu vou emendar com seus 5 P's Mas uma coisa para mim é muito poderosa: o ser humano tá quebrando a cabeça, brigando, daqui a pouco começa a ter tiroteio por causa de álcool em gel, mas ninguém sabe do poder que a gente tem dos nossos próprios recursos. A gratidão é um ponto que eu saquei que, cara, isso aí vale muito mais que álcool em gel, é mais barato e não falta, não falta. E em cima disso, eu sei que você tem um exercício que ele é do Baraco Baco, cara, que são os 5 P's da produtividade. É isso, 5 P's, se eu não me engano, né? Eu já usei inclusive alguns treinamentos aí que eu achei muito massa, principalmente quando trago a questão da gratidão, né? Porque você conta em cima de um diário. Fala um pouquinho para a gente sobre isso, porque eu acho que esse é um baita de um recurso que quem tiver aqui nessa live assistindo, quem vai assistir depois a gravação, cara, se vocês "O cara aqui é próprio de uma mulher." Cara, se vocês aplicarem isso, cara, eu vou dizer, eu acho que vocês vão encarar o coronavírus de uma outra perspectiva. Manda ver, acho animal isso.
Isso já é uma versão estendida, já que eu tenho trabalhado, porque o 5Ps ele tem como objetivo, dentro do Mestre do Tempo, que é o programa de produtividade, que traz isso no passo a passo, mas de novo, eu ensino isso abertamente para os meus clientes, para todos os meus alunos, sempre que eu tenho oportunidade eu falo, é a ideia de você ser produtivo focando no que realmente importa. Então, em vez de você começar a fazer a lista de atividades, você foca primeiro no que é mais importante. Por que você está aqui? Por que você está vivo? Qual é o seu propósito? Por que a gente existe? Esse é o seu propósito, essa é a sua razão de ser. Os filósofos gregos diziam que a gente existe para ser feliz, só que as pessoas são felizes de forma diferente. Então você tem que descobrir qual que é a sua forma de ser feliz. E muitas vezes a sua forma de ser feliz, você tem que escolher a forma que você quer que seja feliz. Não precisa ser a forma do outro, não. Que seu pai, sua mãe falou: você vai ser feliz quando você tiver dinheiro, casar 3 filhos e tiver uma casa de 2 andares. Talvez você seja feliz assim, talvez você não seja. Então você começa sempre com seu propósito, conectar, cara, o que que você tá aqui? E não precisa ter respostas extraordinárias, talvez seja: qual meu propósito de ser feliz? Meu propósito é ajudar outras pessoas, meu propósito é servir, meu propósito é crescer e ajudar outras pessoas a crescerem. Algo que se você fizer todos os dias, eventualmente esse negócio vai esclarecer para você. Ou vai chegar um momento que você fala assim: "Cara, gostei desse propósito." E aí você começa a repetir. Aí o segundo P é o P das prioridades, áreas da sua vida que são importantes. Quando normalmente eu pergunto para altos executivos, empresários: "O que é mais importante?" "Ah, primeiro, mais importante é minha família." Depois a minha empresa. Eu falei: que mais? Ah, depois é independência financeira. E onde você tá aí? Aí depois sou eu, cara. Se tiver em coma, você vai conseguir ajudar sua família? Porque não, você tem que estar em primeiro lugar. E aí a pessoa fala: então sua família tá em primeiro lugar, vem antes do seu trabalho? Quanto tempo você fica com a sua família de verdade? E aqui aproveitar até uma pausa. Muita gente fala: não tenho tempo para ler, não tenho tempo para estar com a família. Cara, agora você tem tempo.
Tempo.
Agora o mundo inteiro tá tendo essa oportunidade do tempo extra. Em vez de usar o tempo, ficar reclamando, como você tava falando, em vez de usar esse tempo de uma forma criativa, cara, tira pilha de livros que estão empoeirando e começa a ler esses livros. Você tem que fazer infoprocurso que tem, né? Então, quando você foca nas prioridades, você garante que você não vai se mentindo as atividades que são urgentes. Você começa a lembrar do que é importante, né? A matriz de Eisenhower, né, aquela história do importante e urgente. Você fala: quais são as minhas prioridades? Cara, primeiro preciso cuidar da minha saúde, porque se eu tiver em coma eu não consigo ajudar ninguém. Então eu preciso ter o mínimo para poder servir, o mínimo para servir. Aí vem a família, meu trabalho, serviço social, espiritualidade. Você vai colocar na ordem que isso fizer sentido para você, né. Cada pessoa tem um conjunto de ordens que faz sentido. Depois das prioridades, o terceiro P são os projetos. Projeto é tudo aquilo que você não resolve numa tacada, né, que você não resolve fazendo uma coisa. É um projeto, é algo que você quer produzir algum tipo de resultado em algum momento. É algo que pode levar alguns dias, pode levar uma semana, pode levar meses. E um dos projetos que eu tenho é o projeto 10x. Como é que eu faço para escalar minha empresa 10 vezes? Então eu estou sempre pensando nisso. É uma coisa que eu penso: o que eu preciso fazer para a empresa crescer, para ela escalar? E o que eu preciso fazer para a empresa não depender de mim? E hoje eu tenho essas respostas e eu tô implementando esse processo. Mas de tanto pensar nisso, de tanto pensar nesse projeto, eu falei: cara, legal. E aí você lê um livro, porque você sabe muito bem isso, né? Quando você começa a fazer perguntas, seu cérebro fica esperando a resposta, e no momento que aparece a resposta, ele: pá, é isso, né? Então o terceiro P são os projetos. O quarto P é: quais são as pessoas que são importantes para que você que você possa seguir no seu caminho do seu propósito, você possa honrar suas prioridades e vão te apoiar com seus projetos. E às vezes as pessoas, elas simplesmente aparecem para você mandar amor incondicional para elas, ou para você mandar uma mensagem para elas, mandar um "cara, lembrei de você, como é que você tá?" E isso, isso faz toda a diferença do mundo. E note que só no 5º P, que são os próximos passos, os famosos to-dos, as atividades que você vai fazer, O que que você vai fazer com esses próximos passos? É aquilo que vai honrar seu propósito, cuidar das suas prioridades, trazer progresso, projetos que você escolheu para aquele dia, e honrar, né, as pessoas que você escolheu naquele dia para você honrar. E quando a gente faz isso de uma forma sistemática, as coisas se integram, né? E onde que entra gratidão? Eu tô desenvolvendo um planner que é um Planner para o Mestre do Tempo. Então eu estou testando vários P's. Tem dois P's que eu percebo que são para mim fundamentais no dia a dia. Tem alguns outros P's, para você ter uma ideia, eu estou testando de 10 a 15 P's todos os dias. Tem várias outras perguntas que eu faço no começo do dia, onde eu me coloco, mas tem dois P's que eu vejo que são fundamentais. Um P do final do dia é o P da plenitude, que seria como se fosse o diário da gratidão. O que que me faz me sentir pleno? E uma coisa que eu aprendi com o John Rogers, que é o líder do movimento espiritual ao qual eu sigo, ele fala o seguinte, cara: se você tem o suficiente para você continuar respirando, você tem o necessário. Porque para a gente continuar vivo, isso é muito, cara, é muito tapa na cara quando a gente fica apegado a coisas. Cara, você tá respirando, você tá vivo. Você tá no jogo, você tá respirando, você tá no jogo. E eu vi um vídeo do Rafa Prado, o cara do Movimento Abolição, cara bem grande, magro e tal, que ele tava doente, tava cuspindo sangue. Ele falou: cara, pessoal, presta atenção, o negócio é violento. E eu falei: cara, que legal que ele sobreviveu e continua respirando. Porque você tá lá embaixo, cara, às vezes você acha que é o fim. Cara, você tá respirando, você tá no jogo. Continua respirando, continua respirando, continua respirando. Esse é o jogo. Porque você fala: pô, mas é só precisar continuar respirando? É, porque você pode estar com frio, você pode estar com calor, você pode estar com fome, você tá respirando, você não morreu, você tá no jogo, você tá vivo. E quando você pensa em pessoas no extremo de guerras reais, vamos pensar na Segunda Guerra Mundial, que nós não estamos vivendo agora, não é nada. No ambiente de guerra, os inimigos bombardeiam, destroyem linhas de água, de eletricidade, bombardeiam estradas, fornecimento, linhas inimigas. Cara, é um caos! Você não tem internet, você não tem eletricidade, você não tem água, você não tem alimentação, você não tem porra nenhuma, você não tem polícia. É um caos! Então, de novo, é perspectiva. Então, quando eu penso na plenitude, cara, eu tô respirando, eu tenho uma casa maravilhosa, eu tenho pessoas incríveis. Eu tenho meus filhos, que são meus professores, minha esposa, que é uma super parceira. Eu tenho saúde, eu tenho empresa, eu tenho isso aqui, eu tenho Marlon, que me permite falar do que eu amo falar. Cara, eu sou um cara muito feliz, eu não sou mais do que isso. Quem disse que eu preciso ir para qualquer lugar a qualquer hora? Claro que é o direito de ir e vir, né, tá validado pela Constituição. Mas se você começa a colocar em perspectiva entre estou respirando e tudo que eu tenho agora, puta, gratidão Esse é meu sexto P, P da plenitude. E o sétimo P é: como é que você perseguiu a sua jornada ao longo do dia? Porque uma coisa que eu percebi, e de novo graças ao Tony Robbins também, estudando Benjamin Franklin e os aprendizados que tem com esses grandes caras, é: você termina o dia, fala: cara, honrei meu propósito, minha família tá bem, minha saúde tá legal, fiz o que eu tinha que fazer, tive resultado, mas tô me sentindo um lixo hoje. Por quê? Porque eu não expliquei o como. Eu falei, cara, o negócio da missão, visão e valores. Quando você tem seus valores, quando você tem os seus princípios, você sabe como você quer jogar o jogo. Qual que é o P de princípios? Cara, eu honrei quem eu precisava honrar, eu fui amoroso com as pessoas, eu quis ganhar dinheiro a todo preço, eu quis bater as metas e deixei um campo de mortos atrás, né, cara. E aí eu percebi que os princípios para mim Foi o que mudou o jogo. Então quando eu adicionei esses dois P's, eu falei: "Cara, agora tá fechado." Tem um P de progresso, tipo o que eu aprendi hoje, tem o P de perguntas que eu coloco no meio do dia para colocar nível, provérbios que são frases que me inspiram, P de planejamento quando eu preciso fazer um planejamento semanal um pouco mais sofisticado. Cara, tem vários outros P's, mas eu percebi que se eu nesses 5 P's adiciono a plenitude, que eu me sinto grato, e eu tenho a regra de como é que eu vou seguir esse caminho hoje, quais são os meus princípios de vida, cara, final do dia legal. E uma coisa que eu comecei a fazer é eu avalio todos os dias de 1 a 10 os 11 princípios que eu escolhi para mim. Quanto que eu honrei esses princípios? Então eu tenho princípio de alegria, termina o dia, foi ótimo esse dia, não foi ótimo o dia, sou frustrado. Um dos meus princípios é gratidão. Como é que eu tô sendo grato? Então deixa a vida mais leve, cara. E aquilo que eu falei, é um modelo que ele não tá imobilizado, tá em movimento, ele tá adaptando. Você consegue ser altamente produtivo com seus 5Ps. Você quer ter mais vida? Adiciona plenitude e adiciona os seus princípios.
Que massa, cara! Que massa, pô! Os 5Ps já tá com uma extensão gigantesca. Animal, cara! Produtividade, se você já não colocou, talvez faz sentido. Já pensou no P do perdão? Ele entraria como um P da produtividade também?
Pode entrar, se faz sentido para você. Eu já fiz o P de perdão, não é algo que eu preciso trabalhar constantemente, porque o perdão tá muito relacionado, na minha forma de ver, com processos relacionados a julgamento. Eu tenho trabalhado muito a questão da aceitação de como eu sou e de como as pessoas são, né? Como é que é aquela brincadeira? Quando você tem expectativa, é assim: a expectativa de ontem é o julgamento de hoje e acaba sendo o perdão de amanhã. Você tem uma expectativa, a expectativa não é o que você queria, você julga, você critica, e depois você se perdoa porque você criticou. Então, se você planeja, pelo menos é assim que eu vejo, Marlon Silva Domingues. Eu acho que sempre tem espaço para a gente se perdoar e continuar perdoando, mas quando você começa a reduzir o julgamento, você aceita mais as pessoas como são, você se frustra muito menos. E eu tô estudando muito Access Consciousness, né? Eu sei que a Aline trabalha com isso, a Camila tá fazendo um monte de níveis. Eu tenho estudado muito os livros do Wayne D. Dyer, e cara, Quando eu vejo um comportamento que me irrita, eu falo: tudo bem, esse comportamento da pessoa é da pessoa, cara. Por que que isso me irrita? Beleza, né? Pode hipócrita tudo isso, né? Deve ter ouvido essa história. Cara, deixa quieto, cara, não vou me apegar. E isso eu acho que legal você ter falado disso, porque muitos dos problemas que eu vejo em relação ao medo que as pessoas lidam hoje é o apego ao controle. Apego de que as coisas têm que ser de determinada forma, apego disso, apego àquilo. E o que acontece? Como é que você substitui o apego? Com gratidão, com aceitação. Se você aceita o que é e você é grato pelo que é, você não tá apegado. Agora, se você tá apegado a algo e não acontece do jeito que você quer, você tem uma expectativa, expectativa não realizada, e você tem uma tensão em que você tem um julgamento: deveria ter acontecido. E aí você se frustra, ou você se frustra com alguém, ou você magoou alguém, você entrou em julgamento. E aí, qual que é a sacada? Você perdoa, legal. Mas e se você voltar lá no começo e resetar no básico? Cara, beleza, economizo energia brutal em relação a isso aqui. Deixa as pessoas serem como são. É fácil? Claro que não. Mas não é, em princípio, não é complicado aceitar a pessoa como é. Falei, ok, é um interessante ponto de vista, diferente do meu, tá bom. E, cara, até comentando, quando tiver oportunidade, se você não leu ainda, leia o Being You, Changing the World. It's Now the Time, que é o subtítulo, que é Seja Você Mudando o Mundo. Cara, esse livro é uma quebra de crença atrás da outra, mas assim E ele tem umas técnicas de linguagem que vai quebrando crença, vai quebrando crença. Você lê, cara, chega uma hora e fala: cara, o que que é isso mesmo? É animal, é um negócio que tá mudando a forma que eu faço coaching, para você ter uma ideia, cara. É muito animal, é muito animal.
Outro nível, show de bola, show de bola. Miguel, estamos chegando no final aqui. O Insta, ele tem uma mania de jogar as pessoas fora. Então, cara, vamos encerrar. E assim, obrigado de coração por ter aceito, cara, de coração mesmo. Assim, baita presente. Às 10 horas da noite a gente tem começado essa jornada aqui. Acho que você entregou um presentaço para muita gente aqui no Instagram, verdade mesmo. E, cara, para quem quiser te encontrar, onde que podem te procurar? Que, qual que é o meio mais fácil, cara?
Aqui no Insta vai ser fácil, porque as pessoas estão vendo no Insta no replay. @coachoius. Lá tem um Linktree, você vai achar meu site, podcast, YouTube, e tem um monte de coisa aí para trabalhar. Pode me chamar no direct, pode me mandar uma mensagem. Meu telefone também está disponível no site. Sou acessível.
Muito massa, show de bola, cara. Obrigado, galera. Espero que vocês tenham curtido. Tá vendo depois a gravação, aproveita muito esse conteúdo, foca no Eu tenho certeza que vocês vão conseguir pelo menos aí mudar 10% daquilo, da forma que vocês entraram nesse jogo, e sair muito melhor. É isso que meu coração fala. Abraço, boa noite, e aproveitem a jornada. Valeu demais!









