Live #001 - Aprender a Aprender

Marlon Silva Domingues teaches how to learn by modeling high performers. He covers growth mindset, the four stages of learning, and how perception filters reality through memory and generalization. The second half focuses on rapport: how tone, body language, breathing, and eye contact create instant connection with others.
Chapters
Pá! Salve, salve, galera! Beleza? Sejam todos bem-vindos, sejam todas bem-vindas. Aqui é Marlon para mais uma live, e a live de hoje ela é especial para que a gente dê continuidade na trilha de conhecimento e desenvolvimento que a gente vem fazendo, que a gente iniciou ontem uma jornada muito bacana entrevistando pessoas aí de classe A que podem contribuir muito com a nossa jornada profissional e pessoal, com os ensinamentos, com os exemplos que essas pessoas possuem. Então a ideia de hoje é que a gente dê continuidade com esse trabalho, mas trazendo um conhecimento em cima de conteúdo. Então eu quero ensinar algo a vocês aqui, para quê? Para que vocês possam se nutrir com ferramentas, técnicas, com conhecimento para que vocês possam absorver melhor as lives que vem daqui para frente, para que vocês possam observar as pessoas de sucesso que vem até a gente para contar como é que foi a carreira deles, como é que tá sendo o empreendimento deles, com um olhar de eu consigo encontrar padrões de sucesso e, quiçá, aplicar em mim. Então essa é a proposta. Então, mais uma vez, sejam todos bem-vindos, sejam todas bem-vindas, vamos chegando. Avisa as pessoas aí que vocês conhecem que a gente vai começar essa live. Deixa eu ver quem tá aqui na área já. Rodolfo, Johnny, Bruno, Gui Correia, Johnny, Bianca, Vitão. Que massa, show de bola, gente! Esperar só mais um minutinho, a gente já começa a nossa live. Só tô configurando aqui para melhorar minha visualização. Vocês me ouvem bem? Dá um sinal aí que vocês conseguem me ouvir bem, a gente poder começar. Show de bola! Bora lá então, pessoal, vamos começar. Legal, obrigado Vitão, valeu pelo feedback aí. Então vamos começar, é o seguinte, a minha proposta inicial para vocês era realização de live segunda terça e quarta, certo? Segunda, terça e quarta. Segunda-feira vai acontecer sempre uma live onde eu vou trazer algum especialista, alguma pessoa referência no desenvolvimento dela mesma, pessoa que empreendeu, que deu certo, pessoa que tá hoje numa escala alta de uma empresa, uma pessoa que teve a sua carreira aí acelerada. Vocês vão ter pessoas de muita qualidade, então, nas segundas-feiras para que vocês possam ouvir, interagir, fazer perguntas, trocar e aprender com essas pessoas. Na terça-feira eu vou trazer um conteúdo. O que é esse conteúdo, gente? Esse conteúdo vai funcionar como base para ajudar vocês absorverem os conhecimentos— aí, pronto— para vocês absorverem o conhecimento de uma forma mais poderosa. E às quartas-feiras, amanhã já começa, nós, eu, o Ivan e o Vini, vamos oferecer mentorias ao vivo. Na nossa live de quarta-feira às 9 da noite. Pra quê? Para as pessoas que estão fazendo parte dessa jornada toda, quem quiser levantar a mão e falar "eu queria ser mentorado nesse momento", a gente vai poder ajudar você a construir o teu próximo passo naquilo que você está buscando. Então tem toda uma cadeia de conhecimento acontecendo para ajudar você com a tua carreira, com a tua jornada, para você encontrar aquilo que te faz sentido, para você encontrar aquilo que desperta amor e paixão em você. E você obviamente tá se realizando na tua jornada profissional. Jornada profissional que é algo nesse momento, né, de nós nos encontramos confinados dentro dessa pandemia muito louca, que muita gente tá revendo e se perguntando o que é que eu quero fazer de verdade, qual é o meu grande sonho. Então bora comigo, deixa eu tentar te ajudar nessa jornada e vai ser um prazer imenso. Então vamos lá! A proposta, né, eu comecei, eu abri o convite na semana passada dizendo que uma das habilidades que para mim foram um grande diferencial na minha jornada de acelerar minha carreira e conseguir de verdade estar feliz fazendo o que eu faço foi aprender a modelar o sucesso das pessoas. E é tão incrível, gente, que eu compartilhei isso com vocês e só na semana passada eu conversei com 5 pessoas Não do contexto que vão ser entrevistados aqui ao vivo, mas para minha continuidade de desenvolvimento pessoal. Então eu falei com 5 pessoas porque eu queria entender como é que essas pessoas faziam determinadas coisas. E a gente pode usar essa capacidade de modelar o sucesso das pessoas em qualquer área da nossa vida. Isso que é o mais legal. Então se eu quero, por exemplo, Vamos lá, saúde. Isso já fiz também. Eu queria melhorar minha saúde, eu queria emagrecer. Todos os métodos mais conhecidos de procurar uma nutricionista, de fazer uma dieta lá, comer as bolachinhas, não davam certo. E aí, o que eu fui entender? Eu fui buscar pessoas que tinham conseguido realizar isso de uma forma diferente. E aí você encontra, e aí você faz o quê? Você modela aquele padrão, aquilo que fez toda a diferença na jornada dela. Ontem, quem estava na live de ontem com o Mike Oliveira, vocês perceberam que eu tava anotando várias coisas conforme ele ia contando e eu consegui captar vários padrões de sucesso dele. Um deles que foi muito claro, que eu compartilhei com vocês, foi qual? Foi a capacidade de se manter paciente, de não ter pressa, e ele trouxe o recurso que ele utiliza para isso: meditação. Pegaram o ponto? Então assim, quando você começa a ouvir as pessoas de sucesso, elas vão ter algum ponto ponto que fez muita diferença na jornada. Esse ponto é revelado como? Com a repetição. Uma das formas é a repetição. Isso se torna um valor para a pessoa. Então, dentro dessa habilidade de modelar a excelência humana, uma das coisas que a gente vai aprender a observar é o que é padrão dentro daquela competência, né, dentro daquela habilidade que essa pessoa demonstra. Para começar essa jornada, antes da gente chegar e falar assim: "Marlon Silva, para modelar você tem que fazer isso, isso, isso e aquilo." Se eu chegar com essa agressividade em mostrar as técnicas ou as habilidades para fazer isso, talvez muita coisa não faça sentido. A gente precisa dar alguns passos atrás e falar um pouco sobre mente. Como é que a nossa mente funciona e como é que a gente aprende e absorve as informações. A partir disso a gente começa a fazer um caminho então nas próximas lives de trazer conteúdos mais específicos sobre modelagem. Legal? Então o que eu quero compartilhar com vocês hoje? Eu quero criar aqui com vocês uma base, eu quero nivelar o conhecimento de todo mundo que está participando e daquelas pessoas que vierem assistir essa live também. Legal? Então vamos lá, vamos começar falando sobre mente. Acho que o primeiro ponto, o ponto de partida para a gente entender nossa mente, essa viagem aqui dentro, é a gente falar sobre mindset. Mindset, palavrinha em inglês, tradução: mentalidade. E lá em 2018, uma psicóloga americana lá de Stanford, na Califórnia, ficou muito famosa por trazer esse tema à tona, mindset. Acho que muitos aqui já devem ter lido o livro dela. O livro dela chama-se Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso. Quem leu o livro dela aqui, dá um joinha, fala: eu li, só para eu saber. Esse livro ela trouxe para a live também. Siri, não preciso de você agora. O nome dela, dessa professora da Universidade de Stanford, chama Carol Dweck. A Carol Dweck resgatou o termo de mindset e ela estudou profundamente esse termo. E ela disse o quê? Ela disse que nós todos possuímos dois tipos de mindset. O mindset de crescimento e o mindset fixo. Ela, que que ela fez? Ela simplificou diversos estudos, né, que lá atrás muita gente fazia sobre as formas, os modelos de mentalidade do ser humano. Então ela falou: basicamente, ser humano tem dois tipos de mentalidade: a mentalidade de crescimento e a mentalidade fixa. O que é mentalidade de crescimento? O que é mentalidade fixa, gente? Mentalidade de crescimento é quando você se permite, você se permite acessar algo que você não conhece, o desconhecido, o novo. Você experimenta, você erra, você melhora. É essa permissão de me relacionar com aquilo que eu não sei. Então essa definição, mindset de crescimento é a permissão que eu dou para me relacionar com aquilo que eu não sei. E o mindset fixo, o que que é o inverso disso? O mindset fixo é aquela ideia que você tem apenas de um caminho, de uma perspectiva. Então vamos lá, exemplos, exemplos. Você vai fazer uma viagem e você, você está viajando junto com uma outra pessoa e existem mais de um caminho para chegar no lugar, mas você bate o pé e fala: não, tem que ser desse caminho aqui, porque se não for esse caminho aqui não funciona, não vai dar certo. O outro caminho chove, esse caminho não chove, esse caminho não tem buraco. Isso é uma mentalidade fixa. Você acredita que só existe um caminho para poder chegar em um determinado resultado. Então a Carol Dweck, ela fez alguns experimentos com algumas crianças e ela observou o quê? Que algumas crianças elas tinham mais "facibilidade", mais flexibilidade em lidar com erros, com problemas, com a vulnerabilidade. E outras já não, elas eram expostas a desafios e elas não sabiam e elas desistiam. Então ela começou a perceber essa diferença entre as nossas mentalidades. E aí começa o nosso grande jogo. Por que eu tô contando sobre mentalidade pra vocês? Quem quiser se aprofundar nesse assunto pode me mandar mensagem depois, mas tem o livro da Carol Dweck, tem um podcast que chama ResumoCast, lá tem um episódio só sobre esse livro. No Boteco Terapêutico também tem lá um episódio sobre mindset. No Líder HD do Michael Oliveira também tem um episódio de mindset, ou seja, dá para você procurar saber mais sobre esse tema. Se você quiser compreender a fundo o livro, né, tem diversos podcasts por aí que que debateram o assunto. Então, qual é a importância da gente conhecer o nosso mindset? Para que a gente consiga caminhar numa jornada de compreender melhor como modelar a excelência humana, que tipo de mindset nós temos que ter, pessoas? Fixo ou de crescimento? Obviamente nós precisamos ter um mindset de crescimento. Então é por isso que a gente precisa compreender nesse momento qual é o jogo que nós estamos jogando aqui dentro. Qual é o jogo que nós estamos jogando aqui dentro? Um ponto importante: o nosso mindset, ele não é fixo em todos os contextos, ele não é de crescimento em todos os contextos. Nós precisamos compreender se aquele contexto em que nós estamos querendo nos desenvolver, o nosso mindset está mais fixo ou ele está mais de crescimento. Esse é o grande ponto. Então assim, pensa nesse momento aí em alguma área da tua vida que você quer melhorar. Que você quer resultados diferentes, que você quer se inovar. Você está conseguindo obter os resultados que você deseja? Você fala assim: "Ah, Márcio, eu consigo, é devagar, mas eu consigo." Ok, então você está com o mindset correto. "Não, Márcio, eu já venho tentando há 30 anos fazer essa coisa virar e não consigo." É porque você está usando o mindset fixo. Então esse é o grande objetivo. Então assim, como o nosso foco aqui é carreira, eu queria provocar vocês no seguinte ponto: Há quanto tempo vocês estão tentando mudar a direção ou rumo da sua carreira? Conseguir algo diferente, conseguir uma recolocação no mercado, conseguir transicionar sua carreira e não está funcionando? Se não está funcionando, provavelmente é porque você está utilizando, e aí talvez de forma inconsciente, de um mindset fixo. Legal? Então o primeiro movimento nosso aqui para a gente chegar lá no caminho de modelar a excelência humana É ter essa compreensão, é se perguntar: como é que está o meu mindset nesse momento? Por que isso é importante? Volta um pouquinho na live de ontem, onde eu estava entrevistando o Mike Oliveira. Se eu estivesse com a minha mentalidade fixa ali, qual era a chance de eu absorver ou conseguir captar as entrelinhas que ele estava nos contando? Seria praticamente nula, né? Porque se ele fizesse qualquer comentário que fosse contrário àquilo que eu penso, eu simplesmente faria o quê? Eu pularia fora, eu desligaria. E assim, para não ser mal educado, eu desligaria minha mente, ficaria só ali ouvindo. Então esse é o grande ponto. Isso se conecta também com a nossa capacidade de estar presente ao dialogar com as pessoas. Porque o que acontece hoje em dia, quando a gente está tendo reuniões ou conversando com alguém, nas poucas oportunidades de conversar com as pessoas de forma presencial hoje em dia, o que acontece? As pessoas estão olhando para esse treco aqui. E aí não tá olho no olho, não tô presente. Se eu não estou presente, a minha mente já tá fechada automaticamente. Então, para que a gente possa se atentar a detalhes diferentes, novos, a gente precisa expandir a nossa mente. Mindset de crescimento. Então, primeiro passo para vocês é: ao entrar, ao se permitir fazer um movimento novo, ao assistir uma aula, uma live, se pergunte: "Como é que está o meu mindset nesse momento? Fixo ou de crescimento?" Só esse movimento de você se perguntar, você já manda um alerta para tua mente para que você consiga se posicionar de forma diferente. Isso já é muito poderoso, ok? Então nós temos dois tipos de mente, de mentalidade: mindset fixo e mindset de crescimento. Isso é muito importante, ok? Próximo, ó, seguinte: quem tiver pergunta Manda, tem um balãozinho aí embaixo para vocês, manda por aqui porque aí fica mais fácil de eu ver. Como vai passando toda hora comentário, não consigo acompanhar. Se tiver pergunta, manda aqui pelo balãozinho que aí eu clico, eu recebo e eu leio. Legal? Então bora lá! Próximo passo que é importante a gente compreender sobre a nossa mente: nós possuímos estágios de aprendizagem. Estágios de aprendizagem, olha que interessante. O que acontece? Muitas vezes quando nós estamos absorvendo ou nos comunicando ou interagindo com outras pessoas, a gente fica com aquela cara de "Ué, será que eu estou conseguindo? Não estou entendendo o que essa pessoa está dizendo." Muitas vezes a pessoa está comunicando com você com um viés tão excelente, ela conhece tanto do assunto e você acaba se perdendo na comunicação. Já teve situações assim na sua jornada? Em que alguém está contando alguma coisa pra você com tanta empolgação e você está tipo: "Não estou entendendo nada que essa pessoa está falando, mas está balançando a cabeça lá assim, legal, bacana." Por que acontece isso? Nós temos estágios diferentes de aprendizagem. São 4 estágios que nós temos da forma com que nós aprendemos as coisas. Então é muito importante você compreender o seguinte: o primeiro estágio de aprendizagem do ser humano chama-se incompetência inconsciente. Você nem sabe que não sabe. A pessoa vem e falou pra você de algo, aí você fala: "Psh, nunca ouvi, nossa, não sabia disso não." Então o primeiro estágio da aprendizagem humana é que eu não sei que eu não sei. E é preciso ter essa clareza, porque isso te dá permissão pra avançar. Então o primeiro estágio é: "Não sei que não sei." Imagine a seguinte cena: vou pegar minha filha Isabela, de 3 anos, vou pôr ela pra dirigir o carro. Ela sabe apertar o botão pra ligar o carro. Mas ela sabe dirigir? Ela não sabe. De repente, se ela ligar o carro e tentar fazer algum movimento, vai dar caca. Esse movimento, ela vai descobrir que o quê? Que ela não sabe dirigir. Então ela é uma incompetente inconsciente. Aos 3 anos de idade, ela não faz a menor ideia de que ela não sabe dirigir. Esse é o primeiro estágio da aprendizagem. Qual é o segundo estágio da aprendizagem, gente? É quando eu— deixa eu desligar aqui o som— é quando eu passo a ser um incompetente consciente. Incompetente consciente. E, ó, entendo a palavra incompetência aqui como ela tem que ser, né? A sua falta de capacidade de fazer algo. Não é algo pejorativo aqui, não. Então, a minha incompetência, ela torna-se consciente. Agora eu falo: Poxa, agora que você me falou isso, agora que você me explicou isso, eu sei que não sei. Agora eu sei que não sei. Então, primeiro estágio: eu não sei que não sei. Segundo estágio: agora eu sei que não sei. Então vamos dar um exemplo, né? Vamos lá imaginar Marlon, criança. Marlon tentou ligar o carro. Liguei o carro e... buu! Bati o carro. Aí eu saquei que eu não sabia. Então eu sei que não sei. "É, agora eu sei que não sei." Qual é o próximo movimento uma vez que você compreende que você não sabe alguma coisa? Qual é o próximo movimento? É você buscar conhecimento nisso. Então você sai do estágio que você é um incompetente inconsciente, sem fazer a menor ideia que não sabia aquilo, você vai pro próximo estágio e fala: "Pô, agora eu sei que eu não sei isso." E aí você vai pro próximo estágio que é o quê? O competente consciente. Então você passa a buscar informações e conhecimento sobre aquele assunto, sobre uma área específica, e você passa a conhecer daquilo. Então agora eu tenho uma competência consciente. Não quer dizer que eu sou excelente, não quer dizer que eu sou mestre naquilo, mas eu sei agora minimamente me relacionar, conversar sobre isso. Tá? Esse é o terceiro estágio da aprendizagem. Qual é o quarto e último estágio da nossa aprendizagem? É a maestria. É quando eu me torno um competente inconsciente. Eu nem preciso mais pensar, aquilo eu faço automático. Se alguém chegar e falar: Marlon, explica pra mim aí como é que funciona um processo de coaching interno. Isso é tão natural, já pratiquei tanto esse treco que você fala. Você fala: Marlon, vem falar, fazer uma palestra sobre liderança Lean, que é do curso que a gente tem disponível, tá aqui na minha bio inclusive. Fazer uma palestra sobre esse assunto. Eu pesquisei tanto sobre esse assunto para criar esse treinamento, estudei tanto esse treinamento, que eu não preciso me preparar para poder falar de liderança Lean. Mas se eu tiver que falar, por exemplo, sobre vulnerabilidade, sobre segurança emocional, eu preciso me preparar um pouquinho mais. Preciso estudar um pouquinho mais, né? Ou seja, eu não sou um competente inconsciente nisso, mas em liderança, em coaching, em carreira, é algo que para mim é assim: eu abro o celular, vou fazer uma live, eu não tenho que ter muito preparo, entenderam? E por que que isso é importante da gente compreender? Porque a gente precisa entender que nós temos 4 estágios de aprendizagem para você saber onde você tá, pessoa. Porque muitas vezes a gente fica se cobrando de algo sem estar naquele degrau, naquele lugar, naquele momento. Ou muitas vezes a gente está se comunicando, relacionando-se com alguém, e você está cobrando aquilo que a pessoa está, que ela não está no mesmo estágio que você, está num estágio diferente. E aí você vai e fala pra pessoa: "Ah, você não quer que eu desenhe, né? Não tá entendendo minha comunicação?" Sim, ela não está entendendo sua comunicação, porque está em estágio diferente de comunicação, legal? Estágio diferente de aprendizagem. Então nós, resumindo aqui pra vocês, temos 4 estágios de aprendizagem. O primeiro estágio, vamos lá comigo, você é um incompetente inconsciente. Eu não sei que eu não sei, e não adianta você querer cobrar de mim, porque eu não sabia que eu não sabia. O segundo estágio É quando eu sei que eu não sei. Agora eu sei que eu não sei. Agora eu tenho consciência. E uma vez que eu tenho essa consciência, eu faço o quê? Eu avanço, eu procuro conhecimento, fonte boa para poder nutrir a minha mente. E agora eu sou um competente consciente. E aí o último estágio é a excelência, a maestria, onde eu me torno um competente inconsciente. Não preciso pensar para fazer. Legal? Então começamos com Mindsets, dentro da mente agora, a forma com que a gente aprende, que a gente absorve o conhecimento. Muitos de vocês aqui estão em estágios diferentes de aprendizagem sobre o assunto que eu tô trazendo. Isso é muito importante a gente ter clareza. Então quando eu vou modelar alguém, eu quero buscar alguém sobre um determinado assunto e conhecimento, eu preciso saber em que estágio que eu estou em relação àquele assunto. Porque isso vai facilitar a minha jornada, vai facilitar a minha observação, vai facilitar as perguntas que eu preciso fazer pra pessoa. Pegaram meu ponto? Então esse é um outro recurso pra gente começar a se condicionar, a ter consciência dele pra que a gente entre nessa jornada de modelar a excelência humana. Legal? Bacana? Show de bola! Avançando, pessoas, qual que é o próximo passo pra gente compreender um pouquinho mais sobre a nossa mente? A gente precisa entender como é que a nossa mente se relaciona. E agora queria pedir bastante atenção de vocês, né? É um processo simples, mas é muito importante vocês estarem com atenção aqui em mim para vocês compreenderem. Tudo, tudo, qualquer coisa que o Marlon Silva está falando para vocês nesse momento é apenas um evento externo que está chegando até vocês. Se eu pegar esse objeto aqui, isso aqui é um evento externo que está chegando para mim. O que é que acontece é que a nossa mente dá significado para isso. O que que tem de poderoso a gente entender como é que a gente se relaciona aqui dentro? É para você começar a compreender que um problema na tua vida só é um problema porque você significou isso como problema. Um problema, ele só é um problema porque você significou isso como um problema. Se você pegar um problema da tua vida e levar para uma pessoa que você não conhece, provavelmente essa pessoa, porque ela tem uma outra vivência de vida, ela vai olhar para o teu problema e não vai ter a mesma sensação, o mesmo peso que você. Já aconteceu com vocês alguma vez? Você tá aos prantos, né? Aquela situação que parece vida ou morte, você chega para alguém, a pessoa fala: "Não, mas isso é tranquilo, isso é só fazer isso." Você fala: "O quê?" "Todos cabelando aqui, você fala que é tranquilo?" Por quê? Porque o significado que aquela outra pessoa dá é diferente do teu. Por que isso acontece? Porque nós possuímos aqui dentro algo chamado modelo de mundo. Modelo de mundo. A nossa mente é composta por diversos mapas, diversos mapas, que são as nossas experiências acumuladas. Na nossa vida. E quando um evento vem até você, uma pessoa está se comunicando com você, o que é que a tua mente faz? Ela aciona esses eventos, ela leva à tona esses mapas para que você possa representar aquilo que está chegando até você. Então nós podemos dizer o quê? Que nós não nos relacionamos com a realidade, e sim com os mapas que estão em nossa mente. É isso que a gente faz. Eu não me relaciono com— deixa eu pegar alguém que chegou aqui— o Eduardo. Eu não me relaciono com o Eduardo quando ele se comunica comigo. Eu me relaciono com as experiências da minha mente que são acionadas quando o Eduardo me manda um evento. Eu significo aquele evento de alguma forma. E aí eu faço o quê? Eu crio toda uma estrutura de pensamento para fazer uma devolutiva de forma visual, de forma de passo caras e bocas, né, curtindo, curtir, feliz, ou verbal. Verbal ou não verbal. Não verbal é somente quando você não utiliza da fala para se comunicar, você faz caras e bocas. E o verbal é quando você fala: pô, que merda! Não, que lixo isso aí! Então, um evento, ele vem até nós, ele entra na nossa mente e automaticamente a gente traz à tona o quê? Os nossos mapas de vida, as nossas experiências. E a gente resgata as experiências lá de trás, lá de trás. Lembrem-se, dos 0 aos 7 anos de idade são os momentos em que a gente mais enraíza as nossas experiências e cria as famosas crenças limitantes. É ali que nasce, tá? E não quer dizer que lá atrás aquilo lá foi tão ruim, mas você significou daquela forma, enraizou, pregou ali. E aí vem uma situação que ela é parecida, o que que sua mente faz? Porque nossa mente ela é um dispositivo muito doido, que ela quer o quê? Ela quer nos proteger, ela quer poupar a nossa energia, ela não quer fazer você pensar em algo diferente. Então o que ela faz? Ela vai lá atrás, ela pega o seu banco de dados e ela traz à tona a informação que é mais semelhante à tua situação atual. E aí faz match e você faz o quê? Você age ou reage em relação às situações que são colocadas na tua vida. E agora uma pergunta pra vocês: ultimamente vocês têm agido ou reagido em relação às situações da vida, em relação às situações da vida. Pensa um pouquinho que eu vou ver aqui que chegou 3 perguntas para mim. Vamos lá, primeira pergunta: como saber que eu estou com a mentalidade fixa? Ó, Tainá, eu falei lá atrás, né? Então, primeira percepção que você tem que ter, se você tá ou não jogando um jogo de mentalidade fixa, É quando você está tentando avançar a um caminho já há algum tempo e não está obtendo os resultados que você deseja, tá? A nossa mente mente, a nossa mente quer poupar energia. Então você fala assim: "Mas eu tô tentando já fazer esse movimento de formas diferentes, será que é diferente de verdade ou você tá só pintando com outras cores para achar que é diferente?" Vou dar um exemplo, tá? Pessoa quer emagrecer, ela vai no nutricionista, ela pega a receita, ela não emagrece. Aí passa um ano, ela vai o quê? Num outro nutricionista. Ah, mas agora é diferente, é um outro nutricionista, é mais caro inclusive esse nutricionista. É a mesma parada, você não mudou, você só fez um movimento de mudar a cor da tua ação, mas ela continua a mesma. Tem que pensar fora da caixa de verdade. Mentalidade de crescimento é quando você extravasa, você vai fazer aquilo que é diferente e que você não não tentou ainda, tá? Então, esse é um sinal. O outro sinal, esse é bem legal, um outro sinal de mentalidade fixa é quando a pessoa é presa ao passado. Então, toda e qualquer conversa que ela vai ter, ela resgata coisas do passado. É a pessoa que não tem foco no futuro, na solução. Pessoas que estão amarradas ao passado, então tudo ela volta e fala, ah, exemplo, no mundo corporativo, Pessoa chega e fala assim: "Eu tô com um problema." E aí o líder fala: "Vamos lá, deixa eu tentar te ajudar." Ela fala: "Não, mas veja bem, porque lá em 97 era a mesma coisa." A pessoa tá presa, tá? Então nós temos uma linha de tempo mental, ela tem passado, presente e futuro. As pessoas que estão presas no passado, elas verbalizam, se comunicam utilizando do passado, é um baita de um sinal de mente fixa também. Legal? Espero ter te respondido aí. Deixa eu ver se tem mais alguma outra aqui. Você pratica, Juliana, você pratica meditação? E se sim, o que tem a dizer sobre? E depois tem uma outra, tá. Vamos lá, eu não tenho a prática de fazer meditação diariamente, mas eu pratico, eu gosto bastante. Dentro do contexto corporativo, a área que eu lidero hoje, nós É uma área focada em liderança, cultura e segurança emocional. Um dos itens, um dos pilares fortes da nossa atuação é o mindfulness. Mindfulness é uma prática que está presente aí em todas as nossas ações. Eu gosto de dizer, Juliana, que hoje um líder— vou falar do líder— Juliano, perdão. Um líder, para que ele possa conseguir de verdade executar as ações dele com propriedade, ele precisa ter estado de presença. Para você praticar o estado de presença, existem diversas formas de fazer isso, diversas formas de fazer isso. Mindfulness é hoje a mais difundida no mundo corporativo e a mais praticada. O que é meditação? O que é mindfulness? O que eu tenho a dizer sobre isso? As pessoas têm uma visão diferente, elas acham que o fato de elas estarem com o olho fechado respirando, as coisas vão mudar na vida delas. Não é esse o intuito. O intuito da prática de meditação é você trabalhar o quê? A tua presença. É como se você estivesse indo para uma academia e malhando os teus músculos, mas é o músculo da tua mente, para que quando apareçam essas situações cotidianas que tiram o teu foco, você consiga trazer o teu foco. Então, Juliano, o que eu tenho a dizer é: faça, né? Eu vi que o Mike entrou aqui na live agora e o Mike disse ontem sobre essa questão de você estar presente na meditação. Essa prática é muito poderosa. Como trabalhar o foco? Existem diversas formas de fazer isso. E aí esse é o ponto da mente fixa de crescimento, gente. Se eu for pegar e falar assim: "Meu, meditação, mindfulness não funciona pra mim, porque o Marlon, a característica do Marlon é energia. Eu sou um cara agitado, eu sou inquieto, energia." E como é que se coloca um cara agitado, de energia, parado para ficar de olho fechado respirando? Parece impossível, né? Mas não é só esse o caminho. Se eu ficar com a minha mente fixa, eu vou achar que só esse é o caminho. E aí não funcionou, eu desisto. Mas existem diversas outras formas de você praticar isso. Eu vou dar só um exemplo que eu pratiquei fielmente o ano passado, fielmente quase durante um ano. Não é clichê, tá? Porque tem estudo. Não é só fazer o que as pessoas falam: "Ah, eu fiz isso e postar." Não, tem todo um estudo, tem toda uma base para você fazer isso, que é você fazer banho gelado diariamente. Mas não é só entrar no chuveiro, tem todo um preparo, tem um porquê, né? Se você quer estudar isso aí, tem um cara chamado— procura Ice Man no Instagram, que é o login dele. Esqueci o nome dele, é um holandês. Esse cara tem todo um estudo científico animal e é uma forma de você praticar presença, meditação. E é uma forma que pra mim foi legal, foi bacana. Eu fazia isso, fiz praticamente durante um ano isso aí. E é bem interessante. Então assim, diversas formas, tá? Vários caminhos podem nos levar a Roma. Legal? Espero ter respondido aí, Juliano. Acho que tem mais uma pergunta do Juliano. Que é: você acha que os líderes de hoje em dia contribuem para que tenhamos mindset de crescimento? Essa pergunta depende, né, depende de quem são esses líderes. Não posso falar dos líderes se eu não conheço, mas deveriam. Eu vou te responder que deveriam. Acho que o principal alicerce ou motor motivador aí, ou uma ferramenta de trabalho do líder empoderar as pessoas para que elas tenham uma mentalidade de crescimento, né? Isso é muito importante. Existe muito ainda dentro das empresas a cultura do erro, da cobrança, da culpa, do julgamento. Isso é presente em muitas empresas. Eu posso afirmar para você com muita propriedade que dentro do contexto que eu vivo hoje, isso é algo que não existe. A liderança, ela é capacitada, ela é Ela é orientada a esse movimento poderoso de ser facilitadores. Existe agora difundindo no mercado um termo, não sei se vocês conhecem, o Simon Sinek, que é um palestrante aí, autor de livros, extremamente poderoso, muito forte no ramo da liderança. E o Simon Sinek, ele fala o seguinte, ele entrevistou um cara semana passada no podcast dele E esse cara traz o conceito de dois novos tipos de mindset, né? O mindset pirâmide, do líder, e o mindset de constelação. Então, o mindset pirâmide é quando o líder enxerga sempre ele como o topo da cadeia e ele quer mandar, e aí ele se sente empoderado em dar ordens. E o mindset de constelação é o mindset que você enxerga todo mundo no mesmo nível que você. Não importa o cargo que você está. E aí, por que mindset de constelação? Porque todo mundo é estrela. Olha que massa, né? Quando eu vi isso aí, achei muito bacana. Então, mindset de constelação é aquele mindset onde o líder enxerga a sua equipe com igualdade e todo mundo é estrela. Legal? Então, é muito bacana. É show de bola! O Simon Sinek é o que escreveu o livro Comece pelo Porquê. Super indico também, sensacional. Legal, espero ter respondido aí, Juliano. Muito bom, gente, gostando de ver a participação de vocês aí, tô ficando feliz. Lembra que ser humano precisa de reconhecimento, então quando vocês perguntam eu sinto reconhecido, show de bola. Deixa eu continuar, então eu tava falando para vocês sobre modelo de mundo, né, a forma com que a gente recebe a informação do externo e a gente processa isso. Deixa eu mergulhar um pouquinho mais aqui dentro para vocês, como é que chega, vou dar detalhe agora, segura assistindo agora, pega papel, caneta, dá print na tela aqui. Não, não dá print não. É, pega papel e caneta porque isso aqui é maravilhoso de você compreender, tá? De você compreender, para você falar, para você sair da live de hoje e falar assim: porra, é por isso que eu julgo! Putz, é por isso que eu reajo! Putz, é por isso que eu me motivo! Então, como é que funciona o nosso movimento, galera? Juliano, encontrei ele na rua, ele me viu, eu não lembro dele, Eu só lembro que tinha um cara na live perguntando e falou: meu nome não é Juliana, Marlon, é Juliano. Ele falava na rua: Marlon, ó aqui, o Juliano que você chamou de Juliana. E aí essa informação vem até mim, chegou aqui. Nesse momento, como é que a minha mente funciona? Vocês assistiram o filme Divertidamente? Se vocês não assistiram, pega essa parada, aproveita o feriado, assiste Divertidamente, porque é um desenho mega especial para ensinar o funcionamento da mente. Então assim, quando o Juliano falou comigo esse "Oh Marlon, lembra de mim? Vem até mim." Como é que isso chega até mim? Porque isso é um evento. Como é que esse evento chega até mim? Ele chega através dos meus canais. E basicamente nós temos 3 canais de recepção de informação, que é a nossa visão, a audição e a sinestesia, é a sensação. Então eu sinto, eu vejo, eu sinto, eu vejo e eu ouço, tá? Esses são os 3 canais. A informação vai entrar. Essa informação, ela entrou na minha mente, ela passou por esses canais, pelo canal visual, pelo canal cinestésico, pelo canal auditivo. O que é que acontece com essa informação, pessoas? Ela vai parar numa caixinha. Essa caixinha é onde está as tuas experiências de vida. As tuas crenças, os teus valores. Então a informação passou pelos canais, vai para essa caixinha, e existe um primeiro pilar nessa caixinha que é o quê? A tua consciência pessoal. Ela busca na tua história de vida se tem algo similar, parecido, que represente aquilo que está chegando até você. Se ela encontrou, maravilha! Se ela não encontrou, ela vai para uma próxima caixinha. Que é o segundo pilar, que é a consciência familiar. Ela busca na consciência da tua família, ou seja, aquilo que você viu a tua família fazendo. Não foi você que fez, não foi com você que aconteceu, mas você observou alguém da tua família que te contou isso alguma vez, alguma história, ou você viu acontecendo com alguém aquilo. Então busca na consciência familiar esse fato semelhante ou parecido para poder fazer esse encaixe. Se encontrou, beleza. Se não encontrou, faz o quê? Vai pra próxima caixinha. E a próxima caixinha qual é? A consciência coletiva, sociedade. Algo que você viu, que você ouviu, que você presenciou, e busca essa informação lá. E aí uma vez que ele encontrou algo parecido, semelhante àquele fato, gruda. E esse "grude" faz o quê? Faz ir para um próximo estágio. Então, de novo: informação chegou, passa por os canais auditivo, visual, cinestésico, vou nas experiências, busco algo parecido, similar, vou para um outro estágio que é o quê? Eu começo agora a trabalhar a forma com que eu vou devolver isso ao externo, a forma com que eu vou tirar isso de mim. E eu passo por um setor chamado "God". Setor GOD, G-O-D. O setor GOD, o que ele faz com aquela informação que foi processada lá no setor de experiências? Ele vai generalizar aquele fato, vai omitir algumas informações e vai distorcer algumas informações para poder trazer isso à tona, que é a forma com que a gente aprende e absorve as coisas. Através de três. Isso aí chama-se filtros universais da experiência. Filtros universais da experiência. Vou dar um exemplo pra vocês. Quem aqui já passou por alguma situação onde alguém afirmou pra você: você nunca faz isso. Vou dar um exemplo besta, né? Tipo, lavar o copo. Mas você nunca lava um copo aqui em casa. Nunca? Nunca? O que é esse nunca, gente? É uma generalização de algo que muitas vezes aconteceu uma única vez. Boa tarde, Eduardo, seja bem-vindo aí, querido. Uma coisa que é comum na empresa, né, as pessoas chegam e falam assim: eu tô cansado do meu líder, ele nunca me dá feedback. Quanto tempo você tá na empresa? Há 5 anos. Você trabalha sempre com esse líder? Sempre com esse líder. Em 5 anos você nunca ganhou feedback? Não. Não é também assim, 5 anos, né, "Já faz uns meses." Uns meses está fazendo o quê? Generalizando, omitindo, distorcendo. Então quando você começa a perguntar, você vai ganhando mais caldo sobre a real informação. E por que a nossa mente precisa fazer isso, gente? Porque é a forma com que ela tem de processar algo que vem bruto para algo um pouco mais lapidado, para que você possa externalizar isso. Então aqui no setor God, aquela informação, aquela experiência que você acabou de captar na tua mente, ela vai ser o quê? Generalizada, omitida e distorcida. E aí, uma vez que isso aconteceu, a gente vai para o último, penúltimo setor, para o penúltimo setor. Qual é o penúltimo setor? É o setor das emoções. Então aquele treco ali que está se formando na tua mente cai no setor das emoções. E nós temos o quê? 5 emoções universais. 5 emoções universais. Quais são elas? Alegria, a primeira emoção que nasce no ser humano. Tristeza, a raiva, o medo e o nojinho. Nojinho, nojo, tá? Então nós temos a alegria, a tristeza, o medo, o medo, a raiva e o nojo. Essas são as 5 emoções universais que todos nós temos. A hora que cai na emoção que o bicho pega, né, Tainá? E aí o que acontece? Aquele treco que saiu do setor de filtros cai nas emoções e aquele bolo que ele se formou com os filtros vai grudar naquela emoção que fizer mais sentido para ele, para aquela situação. Então eu me apego a— quando volta lá no cenário, né? Eu encontrei o Juliano na rua, ele falou: "Oh, Marlon, né? Eu aqui, o Juliano, que você confundiu com Juliana." Se na minha experiência eu tive alguma situação na vida em que isso representou perigo, que emoção que pode vir à tona, gente? Vai vir o medo. E aí o medo toma conta de mim. E o último setor, qual que é? O setor da fisiologia. É o comportamento, aquilo que eu externalizo para fora, para as pessoas. E aí, o que que eu faço? Eu saio correndo, ou sei lá, ligo a polícia porque eu senti medo. Então é assim que nós funcionamos em relação a algo que chega até a gente. Pegaram? Pegaram a ideia? Fez sentido para vocês? Então vou recapitular aqui porque isso é muito importante. Anota a parada aí. Estágio 1: evento chegou até mim. Lembre-se, esse é um pressuposto ou uma crença de mindset de crescimento, tá? A informação que chega até mim, ela é neutra, é um evento neutro. Quem coloca o tempero, as cores, a carinha Sou eu, sou eu. Ó, vou dar um exemplo pra vocês, tá? A minha mãe tava na live, não sei se ela tá ainda, mas até os meus 13 anos eu tinha medo do Chuck, do brinquedo assassino. Alguém teve medo do Chuck na sua infância? Alguém é do tempo do Chuck? Cara, eu tinha, eu cagava de medo do Chuck. Chuck pra mim era uma desgraça na vida. Até a minha irmã ganhava aquelas bonecas que falava, pra mim aquele negócio era o Chuck. Então assim, essa era a percepção. Pra minha irmã era boneco, pra mim era o Chuck. Percebe o modelo de mundo? Por quê? Porque eu assisti a porra do filme do Brinquedo Assassino, ela não tinha assistido. Então pra mim aquilo era um boneco, aquela boneca ela era uma boneca desgraçada. Então o que acontecia? Toda vez que eu encontrava aquela boneca à noite em casa, eu me cagava, né? Eu tinha, eu morria de medo. Olha eu usando as linguagens erradas aqui na live. Eu morria de medo com a parada. O que aconteceu? Olha como a gente dá o significado do problema. Eu acho que eu tinha uns 16 anos, por aí, lançaram um filme que chamava-se o quê? A Noiva de Chucky. Alguém assistiu A Noiva de Chucky? Cara, um filme horrível, ordinário, hilário, bobo, besta. Acabaram com toda aquela ideia de filme de terror, do bonequinho ser mau. Por quê? Porque o boneco encontrou uma boneca, ele casa com a boneca, ele se relaciona com a boneca, ele faz fuck fuck com a boneca, tem até um filho depois. Então aquilo virou piada. Então eu olhava para aquele boneco que me dava medo com uma outra visão. Ou seja, houve uma ressignificação daquele fato. Então o mesmo fato, depois de um tempo, eu consegui ressignificar ele, eu trouxe uma nova impressão a ele. Percebe como um problema só é um problema porque nós o significamos como problema. Esse é o grande ponto, esse é o grande ponto. Esse é o poder da nossa mente. E aí aquilo que está aqui dentro vai despertar alguma emoção, e essa emoção ela vai virar o quê? Comportamento. E se esse comportamento ele é exercitado algumas boas vezes, torna-se o quê na tua vida? Um hábito, um hábito. E o pior é que, vamos voltar agora para o mundo corporativo, quando esse hábito, esse comportamento, ele ganha reforço positivo, aí ferrou, aí ferrou. Porque a pessoa vai fazer o quê? Ela vai mandar mensagem para mente dela dizendo que aquilo é bom. Então ela acha que ela pode usar isso sempre. E aí acontece o quê? Os problemas, as intrigas, as relações que se entram em choque. Tão me acompanhando até aqui, gente? Alguém tem alguma pergunta? Quer fazer uma pergunta antes de eu avançar? Já estamos com 45 minutos de live. Esse assunto é algo que eu adoro, então dá pra gente falar muito sobre isso. Alguém tem alguma pergunta até aqui? Todo mundo tranquilo? Deixa eu ver se tem alguém escrevendo alguma coisa aqui. Tem bastante comentário. Eduardo escreveu: generalização tem uma ligação forte com vitimização? Boa pergunta, né? Quando nós vamos devolver a informação ao externo, ou seja, depois que todo esse bololô aconteceu e eu trago para o meu comportamento, nós tendemos a utilizar 3 personas, 3 personas: a persona do herói, da vítima ou do vilão. Depende do contexto em que você está vivenciando ali, você vai usar uma das 3 personas. Você pode estar sentindo medo, né, você está sentindo medo, mas para aquela situação você tem que bancar o herói. Você vai fazer: "Não, eu estou com medo, mas quem tem que sentir medo sou eu mesmo." "Você, meu liderado, você, minha filha, não pode sentir medo, deixa eu te ajudar a resolver isso." Eu banco o herói. Ou não, o medo aciona a minha vitimização. Então eu vou lá e falo: "Mas é comigo mesmo, né? Toda vez que eu saio pra rua acontece a mesma coisa, vem um doido e começa a gritar comigo, é toda vez a mesma história." Eu entro em vitimização. Ou não, eu entro em culpa, né? Então eu saí correndo, cansei pra caramba, levei um susto, falo: "Porra, aquele cara lá louco, né? Pô, tem que estar preso um cara desse!" Eu viro o vilão. Então automaticamente, Eduardo, nós assumimos uma dessas três posturas, não tem como fugir disso, tá? O que muda é a consciência de que você está realizando essa postura. Caso contrário, você entra nessa persona e essa persona traz consequências. Então assim, na tua pergunta, não é a generalização que gera a vitimização, A situação, as nossas emoções que são a fagulha para poder trazer à tona um desses três personagens: a vítima, vilão ou herói. Legal? Aí tem mais aqui, a Thayná fala: "Quando cai na emoção que pega." Juliano falou: "Quem nunca?" Bom, acho que não tem pergunta não. Legal, gente! Deixa eu avançar aqui então. O próximo e último tópico para a gente encerrar o dia de hoje com o conhecimento da nossa mente. Eu quero trazer para vocês aqui um padrão que ele é extremamente poderoso na forma com que a gente se comunica e uma ferramenta essencial para que a gente possa então realizar movimentos de modelar a excelência humana. Esse item, para um líder, tá vendo que eu tô preenchendo a caixinha do líder também aqui com habilidades, com ferramentas, né? Então, e ó, e se você fala assim, ah, mas live não é para mim porque eu não sou líder, para com isso, tá? Todo mundo tem que ter a habilidade e a postura de líder, não importa se você tem 0 pessoas ou 30 mil pessoas, habilidade de liderança é algo necessário na tua carreira, Cristo! Então Entenda isso, legal? Então, ponto importante aqui: para liderar, para eu interagir, para eu modelar, eu aprender sobre a excelência humana, existe uma coisa que não pode faltar como ingrediente. Chama-se rapport. Vou até escrever aqui. Conhece essa palavrinha? Rapport. Rapport is power. Rapport is power. Rapport significa criar conexão com as pessoas, criar conexão com as pessoas. Existem dois tipos de pessoas com as quais você e eu, nós criamos rapport instantaneamente. Sabe quais são? Quem adivinha? Dois tipos de pessoa com as quais com as quais você cria rapport, conexão, instantaneamente. A primeira delas são as pessoas que se parecem com você. Aí pronto, né? Porque você parece comigo, é tudo certo, não tem julgamento. Ah, loucão igual eu! Nossa, ela é desinibida igual eu! Aquela pessoa que você olha, você falou 3 palavras e já tá: nossa, amiga, louca! Me dá o telefone aqui. Ponto, fez conexão, tá? O segundo tipo de pessoa que você se conecta facilmente são as pessoas com que você admira, as pessoas que você admira. Desculpa, gente. Essas são as duas pessoas que a gente tem facilidade em criar conexão. Mas o que acontece? Será que o mundo é feito só de pessoas que você admira? Pessoas que são parecidas coisa com você? Nananina não. E aí, como é que eu me relaciono com as pessoas que são diferentes de mim? Ontem, na live de ontem com o Mike, o Mike é uma pessoa que eu super admiro. Então você fica ali, você se sente bem, né, se sente em casa, é gostoso a conversa. É obviamente que num processo de entrevistas, na live, é um contexto onde eu tô trazendo pessoas que eu admiro. Não necessariamente que eu conheço elas profundamente, mas eu admiro, por isso que eu fui atrás delas. Mas e as pessoas do seu dia a dia? E se tem alguma pessoa que você fala: "Cara, essa pessoa tem uma habilidade poderosa, mas eu não tenho intimidade com ela, não consigo me aproximar dela." Ontem a pergunta do Mike, mandaram uma pergunta pro Mike inclusive na live, perguntando o seguinte: "Como é que eu faço pra receber feedback de pessoas inflexíveis?" Tem um ponto aí, tá faltando um rapport. Você precisa criar rapport, você precisa criar conexão com essa pessoa. E como é que nós podemos criar conexão com a pessoa? Existem algumas formas de fazer isso. Um veículo de você criar comunicação com as pessoas é através da voz, o tom e a altura de voz. Se você quer criar conexão com uma pessoa, quer criar conexão com Marlon, vem falar com Marlon, Marlon fala desse jeito, você fala: "Oi, mano, tudo bem? Quero criar conexão com você." Eu falava: "Mas filha do céu, fala alto comigo!" Então assim, a gente precisa começar a entrar na mesma sintonia da pessoa. Esse é o processo de você criar conexão com as pessoas com que você não tem tanta afinidade, tanta intimidade. Então assim, aquele meu líder que não dá feedback para mim, como é que eu me aproximo dele? Começa a observar a forma com que ele se comporta. Rapport não é imitose. Modelagem não é imitose, tá, gente? Não é a pessoa ficar lá, você para perto dela e fica também. Ela mexe, você mexe também. Não é isso. Isso aí vai dar outra coisa, vai dar ruim. Você criar rapport com as pessoas é você prestar atenção, é prestar atenção nas formas com que ela se relaciona com você. É uma pessoa que gesticula? Então se você for se comunicar com ela, gesticule também, mas não é ficar fazendo, imitando, mas assim, gesticule. Então vai contar alguma coisa para o Marlon, fala: Marlon, a minha jornada ela é longa. Marlon, a minha jornada ela é curta. Isso faz conexão com o Marlon, porque o Marlon é uma pessoa que se comunica com as mãos. Pegaram o ponto? Então a gente precisa aprender criar rapport, entrar em sintonia com as pessoas. A voz é um baita de um recurso para a gente poder consegue fazer isso. Perceba, olha como as coisas se conectam. Quando você junta o teu mindset de crescimento, você se permite a fazer isso. Sem mindset de crescimento, você não consegue fazer a prova que pessoas são diferentes de você, porque você vai falar o quê? Não, mas ela tem que vir até mim, ela tem que ser igual eu, ela tem que gostar de mim. Gosta de mim, gosta de mim! E isso nunca vai acontecer, tá? Então, uma grande habilidade para quem faz coaching, para quem faz terapia, Para quem trabalha com o ser humano, que lida com o público, para quem faz entrevista, para quem trabalha com recrutamento e seleção, essa é uma ferramenta de comunicação, criar rapport com as pessoas. Criar rapport com as pessoas também vai, parte do pressuposto de você demonstrar interesse pela pessoa e deixar de se mostrar interessante, porque muitas vezes você vai para um papo de, vamos pegar a entrevista, entrevista, a pessoa vai para uma entrevista e como ela é o candidato, ela é a candidata, ela fica ali querendo ser interessante, porque isso parece que é o óbvio, né? A gente aprendeu que, cara, você tem que ser interessante para o entrevistador. Não! Eu diria, eu na minha experiência com as pessoas que já ajudei na questão de carreira, eu não sei se o Rodolfo está aí, depois o Rodolfo pode até dar um feedback, eu vi que ele tinha entrado. Você precisa aprender a fazer perguntas. Você precisa aprender a colocar uma postura onde você se interessa por aquela pessoa também. É assim que você ganha o entrevistador. Vou dar uma dica pra vocês aqui, tá? É assim que você ganha um entrevistador, uma entrevistadora de emprego. Você se mostra interessado por ela, você aprende a fazer perguntas pra ela e pra ele também. Esse é o grande ponto. E pra fazer isso você precisa ter rapor, a conexão. Ontem, na conversa com o Mike, vários pontos eu fui pegando do que ele ia dizendo, e para chegar no ponto de falar: "Cara, você mencionou 4 vezes a palavra paciência", eu estou em rapport com ele ali, gente, eu estou em conexão com ele ali, porque caso contrário isso passa despercebido. Eu estou observando o jeito que ele fala, A forma com que ele passou a mão no cabelo umas 4, 5 vezes, não sei se vocês perceberam isso. A forma com que ele ri. E aí vocês percebem o movimento, né? Imagina que eu não tenho essa conexão, esse rapor com ele. Quando eu falo: "Mike, vai lá, toca o sininho aí", ele fala: "Quê? Ah, tocar o sininho?" Aí fica o negócio... E aí percebe que, pra quem assistiu a live ontem, como é que a dança foi? Foi bacana pra caramba, né? Parecia que eu e ele trabalhava ali junto, essa foi a minha sensação. Quando a coisa foi, ela tava muito leve. Desculpa, gente, hoje tá ruim a tosse aqui. Então percebam a importância e o poder de você estar em sintonia e conexão com as pessoas. Então, voz, é você trabalhar, você observar o tom de voz da pessoa, o volume que ela utiliza, e você jogar o mesmo jogo. Por um tempo. Não é pra você falar: "Ah, Marlon, mas eu tenho que ficar fazendo isso o tempo todo." Não, você faz isso pra poder criar conexão. Essa conexão também chama-se segurança. Uma pessoa, ela se aproxima de você, ela se abre a você se ela sente o quê em você? Segurança. Segurança. E a segurança você constrói dessa forma, se igualando à pessoa. Se igualando à pessoa. Um outro ponto importante sobre o rapport, como eu falei pra vocês, é você observar a A forma com que a pessoa se comporta com a tua fisiologia, os braços, movimentos, e você conseguir também criar esse senso de energia. Não precisa: "Ah, o Marlon gesticula, eu tenho que ficar também lá falando com o Marlon, olha aqui pra mim, né Marlon, você vai hoje em tal lugar?" Não é isso, mas você usa do teu corpo também, você se movimenta, já que a pessoa está ali demonstrando que ela tem essa questão com o corpo, você se movimenta. Você tá aqui parado, né, mas você tá com um lápis, uma caneta, você muda, você se mexe, você mexe os dedos. Tudo isso faz o quê? Faz com que a mente da pessoa que está observando você entenda que você tem similaridades com ela. Então o corpo físico também é um veículo de rapport. A voz, o corpo físico é um veículo de rapport. Um outro veículo de rapport extremamente poderoso, mas pouco utilizado, porque as pessoas têm as pessoas ficam encabreradas com isso. Ele é muito louco, que lá atrás a gente fazia teste disso quando a gente podia fazer treinamento presencial nas empresas. A respiração. E aí, Juliano, esse é um dos poderes de você aprender a meditar e respirar. Quando alguém está se comunicando comigo, essa pessoa está respirando de alguma forma, mais acelerada, mais leve, né, mais Sei lá, com espaçamento, mas ela tá respirando. Se você observar a forma com que ela respira e você colocar a tua respiração na mesma sintonia, você começa a criar automaticamente essa conexão com a pessoa. E estudos comprovam que o rapaz mais poderoso que tem, um dos mais, eu vou falar do último aqui agora, um dos mais poderosos é a respiração. O que a gente faz e ela atrai a gente? Você tem alguém que fez treinamento de comunicação comigo? Mas a gente fazia treinamento de comunicação na empresa, Rapport é uma das ferramentas que a gente ensina, e aí eu desafiava as pessoas que iam embora de ônibus, de fretado, a sentar ao lado de alguém que elas não conheciam. E elas sentavam. E elas observavam a respiração daquela pessoa por algum tempo, sei lá, 5 minutos observando, com todo respeito, obviamente. Expirando e a pessoa se colocava na mesma sintonia da respiração! E sabe o que as pessoas relatavam? Quase unânime isso aí... Que a pessoa ao lado virava e fazia uma pergunta "Oi tudo bem?" Ah não sei o quê... Ou você vai descer em tal ponto? Cria-se uma conexão! Obviamente não é para chegar no ônibus sentar do lado de uma pessoa e ficar lá hehehe Não é isso né?! Não é pra demonstrar loucura mas com respeito! E aí funciona também. E aí funciona muito bem. E por último, o rapport mais poderoso que tem, e as pessoas têm dificuldade em se manter nesse rapport, é o olhar. É olhar nos olhos quando eu estou me comunicando com alguém. Já perceberam como é que as pessoas se comportam com isso? Se você começa a se comunicar com alguém olhando nos olhos, o que as pessoas fazem? Vira pra cá, vira pra cá, abaixa a cabeça, olha pra cima. As pessoas não conseguem se manter te olhando fixamente nos olhos porque o olho é o espelho da alma! Então as pessoas sentem muitas vezes ali despidas, nuas e "Nossa tá enxergando a minha verdade", né? Mas esse é o rapport... Como você faz pra paquerar na balada? Você não usa desse rapport para poder se conectar com essa pessoa? Você olha lá a pessoa no fundo, menininha ou menininho, fica lá no olho tipo— Ahn ahn... Aí cê diz hehehehe... É assim que funciona. Então a gente utiliza esses meios em contexto, muitas vezes de forma inconsciente, que eu tô chamando atenção de vocês aqui para você trazer isso para o consciente. Então observem o ser humano como um todo, se coloquem na postura de mentalidade aberta de crescimento, tenham consciência se você está no mesmo estágio de aprendizagem da pessoa que está se comunicando com você. Tenha clareza de que qualquer informação que chegue até você, ela é simplesmente um evento neutro. É você que dá o tempero da vida para aquilo. Lembre-se: um problema só é um problema porque você significou isso como problema. E para fechar, Rapport is power. Esteja em rapport com as pessoas. Se você quer ter uma boa comunicação, se você quer ter uma boa relação com as pessoas, lembre-se: rapport is power. Pratique rapport. Observe o tom de voz, a fisiologia, os olhos, a respiração. Com isso, pessoas, o teu nível, o teu nível de absorver aquilo que é importante, o padrão, aquilo que a pessoa tem de melhor, e conseguir absorver a excelência do sucesso, vai começar a expandir muito mais, de uma forma muito mais poderosa. Legal, gente? Por hoje é só. 63 minutos de live aqui, olha só que doideira. Mas valeu? Curtiram? Dá um feedback aí se valeu a pena pra mim, se foi legal, se agregou pra vocês esse conhecimento. Esse foi o início. A gente vai começar agora a aprofundar cada vez mais nesses mecanismos de funcionamento da mente, e eu vou trazer para vocês, obviamente, com as nossas lives, as ferramentas, né, as estratégias, as técnicas para vocês começarem a praticar isso. E olha que massa, eu tô dando um campo de jogo para vocês praticarem. Não vem dizer que você não consegue praticar. Toda segunda-feira tem live, entra na live e começa a praticar, você vai começar a notar, você vai começar a falar: "Pô, Marlon, peguei isso aqui, ó, observei isso" e compartilhar. E a gente vai ficar foda pra caramba, e vocês vão ficar foda pra caramba, e vocês vão conseguir ter a carreira que vocês querem. Legal? Gente, muito obrigado pela participação de vocês, gostoso demais tá fazendo isso, espero que vocês tenham gostado. Compartilha o vídeo lá, eu vou baixar ele aqui agora, vou deixar no meu feed, compartilha com as pessoas que você acha que vale a pena, comunica, chama mais pessoas para vir para essas lives, galera, porque é conhecimento, conhecimento gratuito. Legal, ótimo dia, bora trabalhar, né? Boa tarde para vocês, um beijão, fui, vamos!









