Live #001: Trilha de Especialistas - Michael Oliveira | LíderHD

In this 52‑minute live interview, host Marlon Silva Domingues welcomes Michael Oliveira, known online as Líder HD, to discuss his professional journey, leadership philosophy, and the creation of his digital ecosystem. Michael recounts his background as a logistics executive, his lifelong passions for technology, music, and psychology, and how these converged into the Instituto Brasileiro de Liderança and a highly‑produced podcast that he describes as an "artisanal" but scalable product. He explains the mindset shift from a secure C‑level role to a digital entrepreneur, emphasizing strategic planning, financial reserves, and patience. The conversation delves into modeling success by emulating behaviors, the importance of frequent informal feedback, and techniques for managing personal energy and presence across multiple meetings. Michael shares his approach to monetizing content—offering free pilots to build a fan base while maintaining a clear path to paid offerings—and reflects on the distinction between success (seeking spotlight) and êxito (bringing light to others). He outlines four core leadership skills—auto‑protagonismo, vision, transformation, and connection—linking them to higher consciousness and compassion. The interview also touches on teaching leadership to pre‑teens, handling audience questions about scaling a podcast, and promoting upcoming courses and events, including the "Liderança Transforma" event and a July online course. Michael emphasizes meditation, patience, and managing anxiety as essential practices for evolving consciousness, and he discusses how repeated language reveals core values. He announces a future live session on mindset modeling to help the audience absorb these insights. The dialogue ends with gratitude, encouragement to follow Líder HD on social platforms, and an invitation to join future events.
Chapters
Fala, meu amigo!
Já tá o Vitor Pessoa! Oh, aí sim, hein? Que maravilha! Grande demais você!
E aí, meu querido? Tudo na paz?
Que massa! Primeiro lugar, cara! Obrigado demais, obrigado demais pela oportunidade, por esse espaço. Sempre um prazer imenso, cara. Tava uma empolgação assim animal para poder ter esse papo com você. Você tá ligado que você tá estreando esse quadro aqui, né? Esse quadro que eu tô criando para poder falar. Então, só recapitulando, Mike, antes de você entrar aqui na tua introdução, esse é o movimento que eu criei para poder ajudar as pessoas a terem maior consciência sobre o que fazer com suas carreiras, o que é que tá por trás do sucesso das pessoas, o que é que tá por trás daquilo que o Mike fez para tomar decisão, para criar o Lider HD, para criar o IBL. Então é isso que eu quero trazer à tona com o papo com você e outras pessoas que vêm por aí, né, no decorrer das semanas. Então, galerinha, aproveita e vamos chegando, vão sentando nas cadeiras VIPs aí do Instagram. E vou pedir só uma coisa: Fica aqui, foca aqui, estado de presença, porque o papo com esse cara vai ser demais. É isso aí, Mike, seja bem-vindo agora, o palco é teu, conta para a gente aí.
Maravilha!
Fala um oi para audiência, sinta-se em casa.
Maravilha, é uma alegria estar aqui com vocês, muito bom, Marlon. A gente já teve junto aí alguns encontros lá na CIT, no no papo de boteco lá, no boteco terapêutico, né? Bons encontros, bons papos, boas reflexões sempre, né? Uma alegria tá aqui com você, meu amigo. Tô aqui à sua disposição nesse mundão sem roteiro, que é bom demais. Eu gosto.
Isso é bom demais, você sabe? Você sabe que eu pensei, falei, cara, eu vou mandar uma mensagem para o Mike para a gente falar, para colocar para ele o que que eu tô pensando em fazer. Mas falei, não, cara, o Mike é um cara que eu vou jogar o jogo ali na O jogo da vulnerabilidade, jogo do que vier do coração, da mente, a gente vai trocando ideia. Muito bom, meu caro. Eu acho, eu acho que a grande maioria das pessoas te conhece, mas eu queria que você contasse um pouquinho aí quem é você e o que que você faz hoje para a gente começar aquecer os motores.
Tá ótimo. Então, para quem tá aí ainda não conhece o Michael Oliveira, Você vai me encontrar na internet como Líder HD. Eu fiz carreira como executivo na área de transportes e logística, mas sempre fui aficionado, apaixonado por liderança, tudo que envolve o conhecimento humano, a gestão estratégica, ao mesmo tempo tudo que envolve a alma. Sempre fui muito junto com a minha carreira, assim, na paralela, sempre Sempre teve muito autoconhecimento, psicologia, essa coisa toda. E ao longo do tempo eu fui convergindo esses conhecimentos todos, colocando isso em prática junto com carreira de executivo e tal, até eu me dar conta. Um dia eu falei: "Cara, o que tem aí de liderança não tá bom." Eu não me via satisfeito com o que eu buscava, as respostas que o mercado oferecia para a formação de líderes. Senti isso tanto para mim pessoalmente quanto também para os meus liderados, quando eu queria formar gerentes, diretores e tal. O que havia no mercado era muito limitado.. E daí começa uma saga, uns 10 anos atrás, onde eu começo a ir mais fundo nessa reflexão. Tem muito pouco assim de buscar referência no mercado, mas muito de reflexão, de encontrar uma lógica que pudesse explicar qualquer tipo de líder e quais são as habilidades centrais que a gente precisa desenvolver, liderar. E aí eu fundo o Instituto Brasileiro de Liderança, começo a criar conteúdo digital há 5, 6 anos atrás, na verdade um pouco mais. Lanço um podcast, ele imediatamente ficou bastante conhecido e a gente nasceu digital, né? Fizemos um trabalho no movimento inverso. Muitas empresas nascem analógicas e vão para o digital, a gente fez o caminho inverso. A gente hoje faz coisas presenciais também, mas em síntese, tudo começou com a paixão, com a coisa que Tava resolvendo, acho que um problema que era meu, né, para poder resolver as coisas dos mais próximos comigo, na minha empresa e por aí vai. E daí acabei encontrando uma solução legal que vem agradando muita gente. E o conteúdo que a gente gera com o Líder HD é bastante impactante, né, bem inspirador. A gente se diverte fazendo e as pessoas se inspiram ouvindo.
Que demais, cara! É muito bacana, né? Acho que eu cheguei a comentar com você quando a gente tava fazendo papo de boteco Que eu tava num almoço com o pessoal do meu time, do pessoal do RH da CIT. E aí uma pessoa falou assim: "Marlon, você precisa ouvir esse podcast, cara, você vai gostar demais, é muito tua vibe." E aí eu lembro que o primeiro episódio que eu vi, já tinha alguns bons episódios lá, o primeiro que eu vi foi sobre o U2, foi sobre o Tears. Cara, aquele episódio eu falei: "Cara, esse treco é diferenciado." O cara conta uma história, traz uma banda da hora pra caramba. E fala de liderança. E aí eu comecei a ver os outros episódios. Não é rasgaceira não, é bom demais, cara. Você encontrou uma forma de falar de liderança que o teu storytelling é algo que deve ser modelado pelas pessoas que querem ter sucesso. Isso é muito bacana.
Inclusive eu tô precisando que alguém modele e fazer esse trem para mim, porque senão não trabalha nada. Você sabe que de tudo que eu faço, né, a gente tem o canal do YouTube, tem todos os conteúdos, eventos online, curso online, as consultorias que eu faço para empresa, treinamentos presenciais e tal. Mas o podcast definitivamente é o que eu faço que dá mais trabalho, é o mais trabalhoso de todos, assim, né. A gente chegou numa forma de fazer tão singular que ela se torna desafiadora, assim. Eu tenho que dar um jeito de escalar esse movimento interno, né. Meu time me ajudar mais com isso, mas o podcast é a dádiva porque é muito legal, realmente é uma coisa artesanal, muito, muito, a gente faz com muito coração, mas dá uma trabalheira.
E eu imagino porque a gente percebe o tanto de carinho que você produz, né, a qualidade, os detalhes, você tem uma capacidade de envolver as pessoas, né, com todos os canais que as pessoas possuem, é possível imaginar as cenas conforme você vai narrando. Então eu acho que aí, aí já tem um ponto, né, de como a oportunidade do papo aqui é sobre modelar excelência, o sucesso do Mike. Eu acho que tem um ponto muito poderoso aí, né? Porque é que o Mike decidiu fazer o podcast da forma que ele faz? O que que levou você a fazer o podcast nesse formato?
Ah, isso é uma coisa legal, cara, porque o que acontece Eu sei que você acaba versando, deixa eu tirar aqui essa blusa, opa, consegui sair da meia caminha de força aqui. Eu sei que você fala sobre carreira e aí tem uma coisa que eu sempre conto, a gente, por mais que a gente desenhe a nossa carreira, eu sempre soube muito claramente que eu queria isso, é fundamental, é evidente que é fundamental, mas Acho que todo mundo vai experimentar um determinado momento de epifania na carreira, que é aquele momento onde os pontos se ligam e daí uma coisa que você nem imaginou acontece. Eu acho que é ali que está a nossa arte, a nossa singularidade, sabe? Então, no caso do podcast, aconteceu uma coisa muito curiosa, né? Eu sempre fui apaixonado por tecnologia. Então, vou colocar em perspectiva, eu fiz minha carreira em transporte, logística. Trabalhei nas maiores empresas do mercado, empresas excelentes, multinacionais e tal. Então, quer dizer, eu tô com uma carreira como gestor, sempre liderando, área estratégica, cargo de diretoria e tal. Aí eu tinha todo um arcabouço aí de tecnologia, que eu era apaixonado desde garoto e sempre gostei disso, dessa coisa de futurologia, adoro até hoje. E inclusive no comecinho da minha carreira eu tive uma empresa de desenvolvimento de software. Foi muito legal. A gente fazia apresentação de multimídia, isso em 1900 e bolinha lá, 1990 e pouco. A gente fazia um cartão, uma mídia em cartão para fazer apresentação de empresa, negócio super transado assim, sofisticado. Até hoje eu acho aquilo sofisticado. E então assim, eu gostava disso, isso ficou lá latente. A outra coisa que eu gostava muito era de música. Eu era músico Sou um tocador de violão bem sem vergonha, desses bem ruins, mas eu gostava de ouvir as violas, tinha banda de garagem, me divertia fazendo esse troço, né? Isso também ficou lá no canto. E ao longo da minha vida também eu gostava de fazer edição de vídeo, de som e tal, mas tudo hobby, tudo hobby, tudo hobby, né? Quando eu criei a metodologia de liderança evolutiva, que fala sobre a organização das habilidades de liderança, mais uma espinha dorsal em cima de valores, expansão de consciência. Eu falei, pô, bacana, construiu um conhecimento muito legal. O que que eu faço com isso? Porque pensando 3 meses, o que que eu fazia com aquilo, entendeu? Eu não sabia por onde começar. E eu era ouvinte de podcast já há muitos anos, isso quase 10 anos atrás, quer dizer, ninguém sabia o que era podcast. Eu já era ouvinte, já seguia e tal. Falei assim, ah, é, eu acho que eu sei fazer podcast, isso aí é mole, pô, você fazer editações, coisas disso tudo, tal, papapau. E aí quebrei a cara do piloto, fiz um piloto, gravei em casa de qualquer jeito, tal, fiz uma trilha, mandei para os amigos, todo mundo adorou, entendeu? Eu achei horrível, mas todo mundo adorou. E esse piloto é o piloto atual que tá lá. Se você ouviu o episódio 001, eu gravei ele dentro do meu carro com gravador de, de, de aqueles Mano, aquela coisa horrorosa, sem a menor estrutura, né? E ficou, entendeu? Então a espinha dorsal do Liderar HD tava ali, o storytelling, o conceito HD, as práticas HD, a coisa da música, né? Tudo tava meio sem forma ainda, mas tava lá, né? Então foi um momento onde eu juntei o conhecimento da minha carreira, mais o que eu estudava tudo o tempo todo de autoconhecimento, tudo que eu pratiquei a minha vida inteira, mais a música, mais a banda, mais edição de som. Então juntou aquilo tudo e pum, né? A mágica aconteceu. Foi meio sem querer, mas não aconteceria se eu não tivesse esse monte de ferramenta na caixinha.
Cara, que sensacional! Eu não sei se a galera pegou, mas só esse trecho que você contou já traz à tona um caminho sobre Porque você falou uma frase que me tocou, que é: eu sempre soube o que eu queria. E esse sempre soube o que eu queria, na minha perspectiva aqui, fazendo uma leitura, é o resultado da união de todos os recursos que você tinha à tua disposição. Então você pegou um tanto do talento, você pegou os teus gostos, os teus hobbies, você pegou uma aquilo que veio anteriormente na tua carreira e você criou algo poderoso com isso. Faz sentido?
Faz sentido total, é isso.
Que massa!
É um momento de ligar os pontos, muito legal isso.
Que massa! E sabe o que é bacana, que faz muito sentido? Não sei se você tá ligado, o Martin Seligman da psicologia positiva, o cara que escreveu o livro Sua Felicidade e tal, o pai da felicidade, ele em algum momento, em algum livro dele, não lembro qual, ele cita que o ser humano ele é capaz de criar, é capaz de ativar todos os seus recursos Quando ele cria a sua power zone, né? Ele fala que a power zone do ser humano é a união de diversas forças, que são as suas forças de caráter, é os seus talentos, as suas habilidades, os teus recursos externos, inclusive parceria com pessoas, e as tuas paixões. Então acho que uma resposta, que a resposta que muitas vezes tá dentro das pessoas é: o que é que eu quero fazer da minha vida, né? Qual que é o meu propósito? Então dá o sininho aí, Mike, fala para galera, ó, conecta os pontos, ó, tá vendo?
Ligue os pontos fortes que você vai voar alto, né? A gente sempre fala sobre alta performance, né, dentro dos meus cursos, esse é um tema recorrente. Eu acho que para a gente se desenvolver na vida Pô, essa é conceito HD, hein? Pra você se desenvolver como pessoa, você precisa deixar algumas coisas pra trás. Pra você se desenvolver profissionalmente, você tem que desenvolver certas habilidades. Então é um esforço de freio e acelerador, né? Pra você largar coisas que não prestam pelo caminho, porque a gente se envolve com muitas crenças, valores que não valem nada, e isso fica pesando na nossa vida. Amarguras, magoas, enfim, qualquer outra coisa negativa tem que ficar para trás. E se você alinha de fato o que você tem de bom, as tuas inteligências, tuas forças, teus valores, né, e por aí vai, assim a gente chega lá. E essa questão, sabe o que que é curioso, Marlon Silva Domingues? Se você me perguntasse, né, eu tenho essa consciência assim, como não é papo de Não é frase de efeito não. Eu me considero uma pessoa em formação. O que vai acontecer daqui a 10 anos, acho que essa coisa a gente vai formando e vai fazendo. Eu me sinto em formação, sabe? Não tem nada pronto aqui. Mas se você perguntasse lá aos 30 anos, apesar de ser executivo de empresa e tal, eu ainda sabia que o melhor estava por vir, entendeu? Talvez não soubesse com clareza o que que eu queria, então, mas eu não tinha ansiedade. Eu acho que quem tá fazendo carreira tem que mergulhar, dar o seu melhor, fazer as coisas com esmero, se aperfeiçoar e procurar sempre refletir naquilo que é bom. Eu descobri coisas que eu era bom já tinha com mais de 40 anos. Já era bom aquilo um tempão, entendeu? E às vezes a gente acorda alguém, né? Por exemplo, vou te dar uma coisa curiosa. Já era diretor de empresa já há muitos anos e tal. E aí a gente estava fazendo um trabalho de gestão de risco para mitigar riscos grandes, né, e tal. E aí nós fizemos um curso, os diretores todos, um curso de media training, e para poder falar com a imprensa em caso de crise e tal, tudo mais. E aí eu fui eleito pelos meus colegas como o porta-voz da empresa, né? Eu fiquei, pera aí, como assim, né? Mas aí eles foram falar para mim, falou, mas pô, cara, pelo amor de Deus, tem outro para falar, não é tu mesmo? E aí você se dá conta, falei, é mesmo, você sabe que eu sei fazer esse negócio direito, né? Então, mas é uma coisa que às vezes vão acontecer fatos fora do seu controle que vão acabar revelando uma coisa que é muito valiosa, rara, que é difícil de imitar, e o teu poder tá ali, né? Mas a gente não pode ter ansiedade, tem que refletir, tem que mergulhar, mas não pode ficar ansioso também não, tem que deixar rolar.
Que massa! Ó, peguei outro ponto seu, é isso que eu, bacana de, né, de conversar com pessoas de sucesso e tá atento, você pegar esses pontos que fizeram algumas mudanças. Cara, você falou assim, ó, eu não tinha ansiedade e eu sabia que o melhor estava por vir. Né? Ou seja, você com 30 anos, você não tava pilhadão falando: cara, tem que ser rico, nossa, tem que ser um playboy.
De jeito nenhum.
Mas tinha uma coisa, tem uma coisa que parece que tava com você: a tua abertura em expandir a tua consciência sempre. Faz sentido?
Exato. Total, total. Eu nunca— o dinheiro sempre foi consequência. Eu vejo assim com uma certa— eu vou ser sincero, eu sinto até pena de quem persegue o dinheiro, entendeu? É um caminho muito atravessado assim. Eu sei que hoje uma das indústrias que mais vendem é a religião do dinheiro, né? Curso para ficar milionário, mindset milionário, não sei o quê, tal, enfim, né? Mas embora eu acredite que de fato grana é uma coisa de mentalidade mesmo, né? Sem dúvida alguma isso é uma parte importante, mas a mais importante é o esforço, entendeu? Você pode ter a mentalidade milionária, mas se tu é um preguiçoso, tu não vai conseguir nada não, cara. Tem que construir, pô. Tem que construir, né?
E olha que massa, né? Então assim, não é sobre o dinheiro, né? A carreira não é: cara, eu quero estar lá. É muito mais o quanto que eu tô evoluindo, o quanto que eu tô focado no meu crescimento e desenvolvimento pessoal. E aí parece que as coisas vão acontecendo. Por que eu tô te falando isso? Porque a gente já conversou sobre isso inclusive lá atrás, do Richard Barrett, ele fala dos níveis de consciência, né? O ser humano tem 7 níveis de consciência. Eu sei que você também tem uma pegada muito massa na questão da liderança com isso aí, né? Liderança evolutiva. Então assim, conforme a gente vai amadurecendo, E se colocando à disposição e aberto, né, com mindset de crescimento, a tendência é que a gente evolua o nosso nível de consciência. E aí, ao evoluir nosso nível de consciência, a gente começa a ficar com o nosso radar mais ligado para aquilo que realmente importa, para aquilo que faz sentido. E eu vejo que a nossa capacidade de conectar os pontos, ela é muito maior do que 10, 20 anos atrás.
Ah, sem dúvida! É a verdade, sem dúvida alguma. Até porque essa questão da grama, né, ela é uma etapa, né? Chega determinado ponto, você vai evoluindo profissionalmente e tal, que esse não— na verdade eu nunca achei isso assim. O dinheiro, ele vai, chega um determinado ponto que você resolve as suas questões, você já tem a tua vida mais ou menos em ordem e tal, e aí você vai buscar outras, vai ter outras aspirações, tá certo? Então isso logo fica para trás na medida que você se desenvolve na carreira ali. Tem uma fase que é importante, com certeza, tem que dar conta de pagar o teu custo fixo, vamos falar assim, para você ter paz de espírito, né? Mas definitivamente a vida não é sobre isso, cara. A vida não é pagar boleto, tá fora esse negócio. E aí quando a gente realmente consegue jogar outro jogo, você entra num círculo virtuoso e a grana vai entrando por tudo quanto é lado que você nem imagina. Então assim, é consequência realmente, né? Dinheiro é consequência. E não só o dinheiro, mas tudo que a gente escolhe, né? Eu acredito assim, como eu verso valores, né? Os valores que você procura viver, todos eles têm causa e consequência, todos, todos os valores, né? Então, se eu vibro numa determinada frequência, tá certo? Porque valor é energia, valor é energia. Se eu entro numa vibe na minha vida, tudo que eu vou reverberar e vou colher de volta tem a ver com a energia que eu tô emanando, entendeu? E essa energia vem saindo pelas minhas palavras, meus gestos, no que eu faço, né? Tá carregado A gente tá carregado dessa energia. Tudo que tá saindo da minha boca aqui tá numa determinada frequência, da tua também. E aí isso vai criar na nossa realidade, né? É uma coisa que é meio imaterial isso que eu tô falando assim, né? É mais metafísico, mas acredito muito nisso, né? Acredito muito nisso, mas acredito muito no trabalho também, viu?
E eu já já eu quero entrar nesse pedaço, porque eu já te ouvi você dizendo em algum momento, você contando em algum momento que no começo do podcast do DHD era o Mike gravando em horas madrugada, porque ele era executivo de empresa, mas daqui a pouco a gente entra nesse pedaço. Antes disso, cara, eu queria te cutucar num ponto. Uma pessoa de sucesso, eu assim, deixa eu voltar um pouquinho, eu acredito que uma grande habilidade, né, para as pessoas, que as pessoas deveriam desenvolver e conhecer é a arte de modelar o sucesso das pessoas mesmo, é você procurar saber, pô, quem faz o que eu quero fazer hoje muito bem feito e atrás aprender, estudar um pouquinho mais. E eu ouvi, cara, teu último podcast, acho que foi o Papo com Amanda, uma entrevista também que você tava fazendo com ela, e em algum momento você falou sobre modelar. Você falou lá atrás, você usou a palavra clonar, né, quando você era um boy de banco, né. E aí você Como você pôde colocar isso em prática?
Ah, essa passagem é bem legal assim. Eu tinha essa intuição, se eu quisesse ser alguma coisa, tinha que me comportar igual, comer igual, se vestir igual, né? Não tinha? E aí eu tava no banco na época, eu entrei como boy, na época era contínuo, não tinha nem esse cargo de boy. E aí, ora bora, enfim. E eu falei assim: pô, vou crescer aqui dentro, tem que ser igual aqueles caras ali, pô. Como é que eles se vestem? O que que eles fazem? Como é que eles falam, né? Eu comecei a modular mesmo. E uma coisa interessante, que eu acho que faz parte de quem quer crescer, é uma coisa que eu tinha, eu continuo tendo, e tava lá forte, que é a curiosidade. Eu era muito curioso. Então eu fazia meu trabalho rapidinho, tá certo? E pegava o tempo vago e ia lá ler. As coisas do Apoio Seguro, as coisas do almoxarifado na época, lá na papelada, para entender como é que fazia operação bancária, empréstimo, seguro e tal. Daí a pouco comecei a pedir para o gerente: "Pô, você nas horas mortas não deixa eu vender, não?" "Que isso, rapaz, você é boia, rapaz, você não sabe vender nada, não." "Pô, já li tudo ali, pô, deixa eu tentar." Aí enchi o saco do cara lá, ele deixou, e o resto foi história. Mas eu já me vestia todo, eu tenho umas fotos lá das antigas assim, né, com 17 anos assim, de terninho e gravata, todo empriquetado.
Que massa!
Muito engraçado isso. Mas é legal, quer dizer, tinha um esforço ali genuíno, né, de fazer a coisa.
E é interessante, né, Mike, porque muitas vezes eu vejo algumas pessoas que elas interpretam esse movimento da gente modelar, da gente criar, da gente fazer ponte com o futuro como: cara, isso aí é coisa de abraçar árvore, né? Isso aí é pensamento positivo. Mas é interessante que quando a gente se coloca numa postura de: pô, eu quero ser isso, começo a fazer, me comportar como eu quero ser, a tua mente se condiciona a isso, né? Então muitas vezes eu vejo as pessoas falarem: cara, eu quero ter tal cargo. E a pessoa quer esperar esse cargo chegar para ela agir como tal. Então começa a fazer já, começa a se comportar, inclusive internamente, né? Como seria se eu já fosse, sei lá, o CEO da empresa hoje? E aí você começa a cair na real de recursos, os teus gaps, aquilo que precisa ser melhorado, e parece que a coisa funciona de um jeito muito mais poderoso.
Cara, isso é uma coisa muito legal, porque assim, quando eu era gerente, no começo não, né, que eu tava... Todo começo você tá ali com a curva de aprendizado e tal, mas eu sempre tinha esse olhar de ficar... Eu sempre tive o olhar esticado, né? Eu falava: "Pô, como é que eu estico isso aqui?" Eu tava olhando pra cima, pra frente, Sempre olhando para cima e para frente. E aí, quando eu era gerente, já um gerente depois de 3, 4 anos, eu ficava olhando como é a cabeça dos caras que dirigiam, entendeu? Então o que acontece? Você acaba sobrando na vaga, a verdade é essa. Se você desenvolve a mentalidade do cargo acima, você vê de um jeito diferente, conduz de um jeito muito mais responsável, muito mais alinhado, muito mais estratégico, muito mais tudo, pô, não tem jeito. Então você junta o melhor dos dois mundos. Então quem é gerente, O gerente é bucha de canhão, né? Ele tá entre a estratégia e a operação ali, tem que aguentar aquela pancada, pancadão ali. Mas tem uma coisa bonita na coisa do gerente que eu me amarro, que assim, o gerente dentro da hierarquia de uma empresa, ele é o cara que tem mais pontos de contato para lidar com gente. Se tem um cara que tem que entender de gente, é o gerente. O diretor é mais estratégico, é um pouco mais frio, né? A coisa fica um pouco mais fria. Mas o gerente não, cara. Ele tem que falar com a dona do cafezinho, o cara da portaria, ele lida com todo mundo, até com o presidente da empresa. Então ele tem que ser muito elástico, entendeu? Dos caras que entendem de gente, ele é o que mais entende de gente. E eu tô contando isso porque quando você entra nessa vibe do teu cargo olhando pra cima, você vai ganhando essa elasticidade. E fica pronto, uma hora a oportunidade vai aparecer, pô. Se ela não aparecer na tua empresa, aparece em outro lugar, mas se você não se preparar, não vai aparecer nunca.
Perfeito, cara, perfeito. Esse é um ponto massa, né? A gente não se condicionar somente àquele ambiente, ou seja, eu me preparo, aquele ambiente pode me ofertar as oportunidades para eu poder me desenvolver e crescer, mas pode ser que a oportunidade esteja em outro lugar. É questão de eu estar atento e preparado. Esse ponto é muito bacana, Mike, porque em algum momento eu tenho formação em computação, eu entrei na empresa que eu trabalho hoje 11 anos atrás e eu era programador de software lá, mas eu não era contente com aquilo. Eu fiz uma transição de carreira, fui parar, hoje me tornei executivo de RH, né? Saí da área de operação para RH. E é muito interessante porque assim, em algum momento eu queria que a empresa me desse oportunidade sem eu ter o preparo suficiente. Mas quando eu entendi que aquilo era minha responsabilidade, você chega com leveza e fala: "Ó, eu quero seguir esse caminho e se não tiver a oportunidade, tá tudo certo, eu sigo meu caminho em paz." Claro. Não dá voz do VP dizendo: "Cara, quando é que você começa no RH?" Então, assim, é uma matemática que ela parece que é mais simples do que a gente imagina, né? A gente complica mais do que deve.
Exatamente.
E a conexão tá total dentro da nossa capacidade de buscar os nossos recursos. Eu gosto muito de uma frase de uma das minhas mentoras, que ela fala o seguinte, até falei para minha audiência numa live passada, que o gap para chegar onde eu quero, no meu estado desejado, futuro desejado, é simplesmente eu conseguir somar a minha situação atual com recursos. Quando adiciona um recurso na minha jornada atual, eu sou capaz de fazer o movimento para onde eu quero. Então eu falo matemática porque trabalho na empresa de engenheiro e computação, então A tradução continua dessa forma.
Tem uma saída, tem uma, como é que fala, tem uma saída lógica pro negócio.
Tem que ser, tem que ser de forma lógica.
É isso mesmo.
Legal, muito legal. Ó, só deixa eu fazer um parênteses aqui, galerinha, se vocês têm alguma pergunta, querem fazer pergunta, tem um botãozinho aqui que é só de perguntas, cara, vocês podem fazer, que aí fica melhor, porque aí chega pra mim, eu não preciso ficar enrolando. Então quem quiser fazer pergunta pro Mike, pra mim, fica à vontade, aproveita esse momento, ô Cristo, Mike Oliveira aqui.
Também nos comentários aqui, muita gente legal. Ó, quem tiver seguindo aqui, que é que segue o Líder HD, vai lá e segue o Marlon aí, né? Ajuda aí, né, gente, pelo amor de Deus. Obrigado.
Olha, eu acho que o Instagram até vai mandar mensagem para mim porque eu nunca vi minha conta ter tanta pessoa assistindo uma live. Tem alguma coisa errada acontecendo? Não, cara, é o Mike que tá aí. Muito massa. Mike, vamos lá, cara. Eu tenho uma curiosidade na tua trajetória de carreira. E essa curiosidade tem a ver com o teu movimento de um C-Level. Eu sei que você chegou a ser CEO, inclusive, de empresas. O teu movimento de C-Level para o movimento de empreendedor. Como é que foi essa jornada, cara? Conta pra gente, porque o mundo vive hoje esse boom de empreender, mas, cara, CLT é um negócio da segurança. E aí, cara, como é que funciona isso?
Assim, primeiro eu preciso dizer que eu não me sinto empreendedor, sabe? Eu tava falando com a Amanda, que na entrevista que ela viesse sobre empreendedorismo e tal, eu não sou aquele cara empreendedor. Empreendedor, ele fica vendo oportunidade, tudo bem, que eu vejo muita oportunidade de negócio e tal, mas não me animo a fazer, porque meu negócio não é empreender, né? Eu na verdade tinha demanda interno muito forte de ensinar, de levar conteúdo. Eu gosto muito do que eu faço, gosto muito de treinamento, capacitação, gosto de gerar conteúdo. Sou apaixonado pelo que eu faço, assim, completamente apaixonado. E eu gosto mais disso do que ser executivo. Eu fiz uma carreira bacana, conhecia muito meu segmento. Provavelmente sou uma das pessoas que mais conhece transporte de carga no Brasil. Falo isso sem falsa modéstia, eu podia trabalhar em qualquer empresa com maior tranquilidade, mas o prazer que eu tenho fazendo o que eu faço é descomunal, entendeu? Quando eu me dei conta disso, que eu falei, pô, eu acho que tá, e assim, eu vou te falar outra coisa também, Marlon Silva Domingues, quando eu olhava para assim, para o estilo de vida dos CEOs, do conselho, aquele ambiente eu já, ai, que cara, aquele ambiente é muito árido, Acho que as empresas estão muito atrasadas, entendeu, Marlon? Muito atrasadas ainda, tem muito para evoluir. E eu falei, pô, se eu ficar dentro de uma empresa dessa para contribuir, eu vou conseguir, mas vai levar tempo para caramba. Eu queria vivenciar outras experiências, entendeu, que do ponto de vista pessoal seriam muito mais desafiadoras, muito mais empolgantes e tal. Então acho que isso foi um motor, entendeu? E eu fui ligando os pontos de como fazer isso, em que momento fazer isso. Isso para mim não tava claro, acho que isso acontece com todo mundo. Eu fui compreendendo o momento certo de fazer isso. Tive vários contratempos severos, assim, muito importantes, que atrasaram isso assim 3 ou 4 anos. Já era para ter acontecido antes, mas é problemas fora da minha, como é que fala, do meu controle, né, fora da minha mão algumas variáveis que aconteceram, mas no que tava eu fui controlando, fui estruturando essa parte do podcast, lancei o curso online, foi um sucesso, e fui fazendo as coisas e tal, e fui cadenciando até o momento correto de fazer essa transição. Eu fiz essa transição assim com uma leveza no coração absurda, eu tinha certeza que eu tinha que fazer isso, O freio na barriga que dá é o de todo mundo, porque você sai de uma carreira que você tá super consolidado, você é o cara, você ganha bem, né, tá tudo certo, não tinha motivo nenhum para sair dali, né. E aí você vai para um outro negócio que você vai— o meu negócio hoje, Marlon, que é especialmente no campo do digital, é uma areia movediça, cara, o alvo se mexe todo dia nesse troço, é impressionante, não tem Não tem certo e errado. Tem umas religiões aí também de marketing digital, tem religião do empreendedorismo. Eu não sou de religião, entendeu? Eu sou do que faz. O pessoal fala assim: ah, não sei o quê, o lançamento 6 em 7. Já vi umas 20 agências falar comigo de 6 em 7. Eles falam sobre o assunto, eu faço, entendeu? Então assim, na boa, tô falando assim, é um saco ouvir gente que, como cheio de teoria, que nunca fizeram o negócio, quer te ensinar. E eu que não tinha recurso nenhum, fiz. Para com isso!
Foi lá e fez.
Fui lá e fiz. Agora, essa transição, ela foi— eu sou muito racional, pô, sou um cara de estratégia, né? Programei tudo, fiz com uma boa reserva financeira, né? Planejei tudo com muito cuidado, com muito carinho. Não foi paixão, não. Eu fiz tudo com muito pé no chão, com muita tranquilidade e tive paciência. Como eu falei, tinha variáveis acontecendo fora do meu controle, tive paciência para fazer no momento mais adequado e virei a chave. Agora, eu acho que essa dúvida do quando fazer, como fazer, todo mundo vai ter, não tem resposta certa, entendeu? Não tem caminho seguro, enfim, é sempre uma incógnita. Eu acho que tudo que você pode fazer É tentar, quem tá fazendo transição de carreira, né, quem tá fazendo transição, é ter certeza que você tá construindo, tá construindo em cima de uma rocha, não tá fazendo as coisas aleatoriamente, e fazer uma curva. Eu acho que esse, isso que é o pulo do gato, assim, planejar a curva. Faça uma curva longa de 2 anos, 3 anos, vá paulatinamente fazendo aquilo, vá construindo aquilo. E o mais importante, né, cara, quando você tá deixando a outra carreira, outra empresa, seja lá o que for, cara, dá o seu melhor. Então assim, eu tenho orgulho, eu encerrei a minha carreira como executivo dando o máximo, assim, impressionante o legado que eu fiz lá e fazendo outra coisa. Então me lasquei, me lasquei, ralei pra porra, ralei pra porra, mas você coroa uma carreira, você tem uma reputação. Hoje eu posso contar casos maravilhosos que aconteceram 30 dias antes, por exemplo, de eu sair da empresa que eu tava. Então tem que— acho que isso é importante, né? A gente tem que ter a mentalidade de construção e não de oportunismo, entendeu? Acho que isso que é o ponto.
Que massa, que massa! Você falou do planejamento, né? Aí eu vi que a Tainá comentou ali: planejamento essencial. Mas existe aquelas pessoas que fica presa ao planejamento e nunca sai disso para para efetivar a ação. Então planeja, planeja, planeja, porque o planejamento acaba servindo como uma muleta, uma segurança para o medo de se jogar. Eu acredito que esse planejamento seu, ele tinha também a mentalidade do começo, meio e fim, né? Sim. Quando é que eu vou dar o meu salto, né? Como é que eu vou deixar isso e partir para o novo? Acho que é importante a gente ligar esse ponto para que a gente não use muitas vezes algumas estratégias, como aquela desculpa de: não, cara, ano que vem eu vou começar. E aí você tem que fazer mais uma estratégia aí.
Aí tem que fazer. A gente tá no mundo, você sabe disso melhor do que eu, você tá na empresa de TI com metodologia ágil, você vai fazendo, experimentando, tentando, e vai fazendo, tentando, experimentando. A coisa se forma. E a gente, quem tá esperando um português para tracar Bem-vindo ao século 21, acabou, não existe mais isso. Agora você pega a tua prancha aí que o mar não para de sacudir não, o negócio tá desse jeito. E a gente vai agora, a gente tem que saber surfar, tá certo? O mar tá para peixe para todo mundo, mas tem que saber surfar, não é? Não pode ter amadorismo, né? Não pode ter amadorismo, tem que ter autenticidade, tem que ter qualidade, tem que ter profundidade, você tem que ser bom no que você faz. Eu acho que essas coisas, elas são meio que universais e atemporais. Elas são inclusive atemporais. Tem que ser bom, pô. Tem que fazer alguma coisa que vale a pena e que as pessoas paguem por aquilo. E daí você fazer virada de chave, aí são detalhes, né?
Perfeito, perfeito. Muito bom. Ó, chegou, chegaram 4 perguntas aqui. Vai lá. A primeira é o seguinte, Mike: "Como quebrar o estigma e monetizar o dom que temos? Aquela facilidade insuportável em fazer de graça, sabendo que preciso cobrar pelo meu trabalho." Ah, muito bom!
Quem perguntou aí? Tem o nome? Não, né?
Tem o nome aqui, é a Andrea Rocha. Andrea Rocha Yoga.
Andrea, é o seguinte: quando a gente está pilotando algum produto, eu acho super válido você fazer coisas de graça, ter o interesse, tá certo? Então, por exemplo, quando eu tava desenvolvendo os meus workshops online para empresas, eu precisava pilotar o produto e ter certeza que ia prender atenção, que ia ter uma experiência incrível para o usuário do outro lado, que as interações iam funcionar. Então eu comecei a ligar para algumas pessoas que eu confiava, que tinha time, que conhecia um pouco do que eu fazia. Falei: "Olha, eu preciso pilotar alguma coisa assim e assim assado, você abre para eu falar com o teu público, com o teu time?" Então eu pilotei isso algumas vezes, fiz alguns contatos assim para eu poder ganhar robustez no meu produto. Eu acho que é válido. Outra coisa que é válida também, a gente está num mundo que a gente entrega muito, né? Então se você pegar, por exemplo, o meu caso, isso é uma lógica muito do digital. Cara, o volume de coisa que eu entrego no digital é um absurdo assim. Os podcasts que são praticamente o MBA de liderança, o canal do YouTube que a gente faz com extremo zelo, agora a gente está investindo uma fábula em cenário, pra gente fazer um negócio super bacana, muito mais profissional, e tudo pra entregar de graça, tudo pra posicionar a gente. Então tem uma entrega gratuita, mas tem uma estratégia de negócio pra poder trazer público qualificado, pessoas engajadas. Eu falo pra vocês o seguinte: a minha estratégia no Líder HD não é ter seguidores, é ter fã. Eu tenho um parceiro meu no estúdio que ele fala o seguinte: "Pô, você não tem fã não, velho, você tem discípulos." Então o que acontece é a coisa mais curiosa do mundo: quem compra o curso Líder HD é fã do Líder HD, Minha Vida Fica Fácil. E quando eu vou para as empresas fazer treinamento, as pessoas continuam se auto-comigo: ah, porque eu sou Líder HD, taladá. Então assim, tem um carinho, sabe, tem uma coisa legal, sem tietagem, mas uma coisa bacana da pessoa valorizar o que você faz. De ter um engajamento, uma conexão forte, sabe? Isso tudo é muito válido. Então, o que você faz nessas experiências gratuitas são muito positivas. Agora, tem aqueles oportunidades. Agora mesmo, cara, eu recebi uma mensagem do meu time: "Ah, eu sou da associação do não sei o quê lá, de tal região, e aí a gente vai fazer um evento aqui." "Você não quer fazer aqui 4 palestras gratuitas? A gente apresenta você para o nosso público." Aí eu acho oportunismo, entendeu? Aí o pessoal tá puxando. Então a gente tem que ter essa dose assim, o que que é interessante para você pilotar o teu produto, o que que é estratégico para você trazer público, e aí sim você se posicionar. Agora, no começo, né, Marlon, temos que botar a sandalinha da humildade e fazer algumas coisas para colocar o nosso nome da praça. Isso faz parte do jogo, tem que ter essa humildade, né? Isso faz parte do processo.
Muito legal, muito bom, show de bola! Acho que um monte de gente surfou na mesma pergunta aí. Ó, tem mais, tem mais, tem mais algumas aqui. Tem umas perguntando sobre o seu curso, e aí no final você pode dar as dicas para as pessoas, quem quer matricular. Vamos focar nas perguntas aqui do tema. É, a próxima é "Mike, como conseguir feedback de pessoas inflexíveis na equipe?" É o Leo Limas que pergunta para você.
Dalfi, ele quis perguntar como é que eu recebo?
Como conseguir feedback de pessoas inflexíveis na equipe?
Se você quer conseguir, eu tô entendendo que você quer receber da pessoa.
Eu tô entendendo isso também, receber feedback.
Receber feedback da pessoa. Vejo muitas perguntas assim para mim também. Ah, meu chefe também não me dá feedback, Você quem dá feedback. Primeiro, desmistificar, né? Feedback tem que ser— eu encorajo sistematicamente as pessoas terem feedback o mais desestruturado possível, o mais informal possível e o mais frequente possível. Esquece esse negócio: "Ah, a parte boa, a parte ruim, a parte boa e o sanduíche." Entendeu? Cara, feedback é uma ferramenta de condução para o líder Mais para direita, mais para esquerda, volta, vai, né? A gente conduz as pessoas com feedback. Quem não faz isso é doido. E é para quem tá querendo se desenvolver, o feedback é uma ferramenta de evolução. O Marlon Silva, e aí, como é que foi nossa live? Que que eu posso melhorar? Tem muito, eu falo muito né, falo muito é, né? Então me fala aí, e a dica? Qual foi o ponto alto? Qual foi o ponto baixo? Eu quero aprender mais. Então assim, quem quer crescer pede feedback o tempo todo. Tá certo? Então, dito isso, nesse caso aí, o que que você faz com a pessoa que não dá feedback?
Pede.
Ô Marlon, poxa, eu sei que você tem um, percebo que você não dá assim abertamente, não dá feedback para as pessoas, nunca me deu, mas eu queria, pô, abrir aqui um espaço aqui, uma lacuna para a gente conversar aqui, pô, falar para mim que eu posso melhorar. Pede, cara, pede feedback, não tem quem não dê.. E isso sendo uma coisa mais frequente vai ficando mais verdadeiro com o tempo.
Cara, sensacional! E cara, quando eu li a pergunta e você estava falando: "Você quer receber?" A primeira coisa que vem na cabeça é: "Pô, mas você pede feedback, né? Você faz esse movimento de pedir?" E é tão interessante que acho que há uns 5 anos atrás, eu me lembro, Mike, eu estava tomando um café na empresa, cheguei de manhã tomando café e ao meu lado tinha um grupo de 5, 6 pessoas conversando e eu ouvi que eles estavam dizendo assim: "Cara, eu tô muito cabreiro porque o meu mentor não me dá feedback, né? Pô, faz uns 6 meses que eu não recebo nada." E eu comecei quase que a suar frio, porque quase falei: "Cara, mas você pede feedback, você vai lá e fala, ó. São mais 6 meses, aliás, 6 meses tem alguma coisa muito errada, né?" Porque se ele não te deu feedback em 1 mês, né? Como você falou, feedback é uma ferramenta de comunicação e as pessoas tendem a colocar o feedback como um evento do final de ano de empresa, onde, cara, meu Deus do céu, a confusão clássica é confundir feedback com avaliação, né?
Avaliação é avaliação, né? Todo dia, o tempo todo, toda hora, tem que desconstruir.
Deixa eu ver o que chegou mais aqui. Aí deu o Gentil Evandro, ele fala assim: Mike, fala para ele do brilho nos olhos. Deve ser teu aluno.
Deve ser teu aluno. Não, o Evandro uma vez perguntou assim, eu sei porque que ele tá perguntando isso, porque ele perguntou numa mentoria: "Ó, mas como é que você faz para ter esse brilho no olho e tal, não sei o quê?" Eu falei: "Cara, a gente, eu não fico assim, ah, meu, o tempo todo, mas eu me preparo para poder estar com as pessoas." Se eu tô numa reunião com a equipe, se eu meu time, se eu tô fazendo um evento e tal. Então eu 100%, assim, eu falo para você, quando eu vou entrar numa live igual vou entrar com você, eu parametrizo minha cabeça assim, cara, qual é o mood, qual é a energia que eu quero entrar, o que que eu quero passar. E aí eu entro nesse, o Líder HD já é esse personagem, eu já entro nesse personagem sempre que eu tô online e tal. Porque o Líder HD é sobre liderança, sobre inspiração, sobre energia, sobre transformação. Então essa persona ela vem e a gente, né? Agora, no dia a dia, todos nós podemos fazer isso o tempo todo, de diversas maneiras, né? Eu lembro que quando eu era vendedor, lá no começo da minha carreira, no comecinho da minha carreira mesmo, eu ia visitar indústrias, empresas, né, e tal. E aí eu sacava o seguinte: pô, quando eu entro na visita e o cara tá na vibe ruim, estraga minha visita. Estragar uma visita, entendeu? Porque se queria lá levar uma novidade, fazer uma venda e tal, o cara tava numa choradeira, uma reclamação, reclamando do país, reclamando da crise, reclamando não sei o quê, reclamando do presidente. Então eu desenvolvi uma técnica seguinte, cara: eu vou entrar no cliente para levantar energia dele, entendeu? Então eu levava notícia boa, eu procurava focar no que era bom, então as pessoas gostavam de estar comigo porque era o momento do dia que eu... Então isso tudo a gente pode fazer no nosso dia a dia com o nosso time, com a nossa família, o tempo todo. A gente pode escolher o nosso mood, a gente não é refém do nosso temperamento, então a gente pode modular, já que você gosta desse negócio, né, modular?
Modelar, modelar.
Modelar, modelar. A gente pode modelar a nossa fala, nossa energia, né? O brilho no olho.
Dá para fazer isso super, com certeza dá para fazer super. Já peguei um outro ponto de referência seu aqui muito interessante. Você falou: quando eu vou entrar numa live, né, eu entro no mood, eu entro nesse estado. Ou seja, tem um estado de energia ali poderoso, né, que você entra. Inclusive tem uma pesquisa feita por Harvard, acho que foi há uns 4 anos atrás, que eles falam sobre esses estados, né? O simples fato de você mudar a tua fisiologia, ou seja, eles falam, é, por que criaram lá o Superman com as mãos aqui, né? Porque aquilo mostra a posição de empoderamento, né? Eles fizeram testes com algumas pessoas de colocar elas assim, a pessoa tá amargurada, coloca ela numa posição dessa por 2 minutos, a pessoa muda o estado interno dela. A mudança na fisiologia quebra o foco por negativo, quebra a conversa interna negativa. Então isso é muito poderoso isso que você trouxe, mais um item para modelar o Mike Oliveira aqui sobre sucesso. E aí eu vou te falar um negócio interessante, uma coisa que eu sempre cutuco os líderes das empresas, né? Às vezes eu vou lá, começo, queria agendar reunião de treinamento ou um papo com eles, e aí a coisa que eu vejo muito comum, Mike, Reunião atrás de reunião atrás de reunião atrás de reunião. E às vezes tem, eu falo que eles navegam no multiverso, né? Porque reunião em cima de reunião em cima de reunião. Cara, eu quero aprender isso, como é que você tá em 5 lugares ao mesmo tempo. E aí tem um negócio muito louco, cara, porque você falou que se prepara para entrar no momento como esse. Então pensa comigo, eu tô vivendo ali um papo com cliente e não tá nada bom. Nada bom, eu tô quebrando o pau, é coisa, né, de negócio ali, falando de entrega. Acabou reunião, na sequência, já ali na rabeira, eu tenho um papo de feedback com meu time. Qual é a chance de eu dar o meu melhor naquele feedback?
É zero, né?
Eu vou carregar totalmente aquela energia que tava ali atrás. Então assim, Mike, dá um sininho aí. Conceito HD, galera: pausa. Tem que fazer uma pausa, nem que seja 10 minutos. Vai no banheiro, muda a fisiologia, toma água, respira. Reseta o sistema. E isso é uma das coisas que bagunça muito as pessoas na hora que elas falam: cara, é muito difícil liderar, é difícil demais lidar com pessoas. Não, é falta estratégia, falta recurso para você poder falar: peraí, É difícil ou eu não estou colocando as habilidades, recursos em prioridade para poder fazer esse movimento ser um momento mais leve? Porque liderar é uma conversa, é conversar com as pessoas, é fazer perguntas para as pessoas. Se o líder está fazendo algo além disso, né? "Ah, mas eu lidero tudo na operação." Então, peraí, você está fazendo atividades que deveriam estar sendo delegadas nesse momento.
É isso aí, faz sentido, Mike. Faz total sentido, total sentido. E se a gente tiver essa, você falou dessa coisa da conversa com a liderança, eu vou além. Eu acho que se a gente entender que o nosso papel é facilitar a vida dos outros, se você tem, você coloca assim, cara, vou sair do que eu puder facilitar para os outros, eu vou fazer. Mesmo que você já muda a vida de todo mundo, a tua vida também, entendeu? Você sempre vai ficar procurando o caminho mais fluido e tal, porque se a gente entra nas reuniões, nas conduções, no dia a dia para poder ter razão, tu vai ser mais um no tabuleiro para encher o saco dos outros.
Muito interessante, né? Hoje, por um bom tempo nessa jornada de construção da minha mudança, da mudança de carreira, eu vivi um tempo muito solo, né, construindo coisas sozinhos e sendo time de eu mesmo ali. E tem uma vantagem, porque se você faz alguma cagada, é você com você, você se entende, vai. Agora eu tenho um time, eu tenho um time qual eu lidero. E hoje eu me peguei, né, numa reunião que a gente faz semanal para planejar a semana com o time. E aí eu tava, cara, tava falando mais do que eles, né. E aí comecei, peraí, né. E aí eu mudei a chave, porque deveria perguntar, é, tem algum blocking 'Vocês precisam da minha ajuda para resolver.' E aí é uma outra dinâmica, cara, é um outro momento, né? Então essa essência de facilitar que você trouxe aí, eu acho que é o coração da liderança.
Com certeza.
Legal, cara. Seguinte, a gente tá com 52 minutos de live, daqui a pouco o Instagram fica com a gente. Tem duas perguntas que vieram ontem que eu queria te colocar aqui. Primeira pergunta é: Qual é a principal habilidade que um líder deve ter? Você deve ter ouvido essa pergunta zilhões de vezes, mas aí, qual é a principal habilidade que um líder deve ter?
Por força das circunstâncias, eu vou te dizer que não é uma só não. Eu acho que assim, o líder tem habilidades e tem o que ele faz com essas habilidades, né? Então, no fim do dia, se você pegar as melhores habilidades, que eu acho que assim Ele diz assim: tem 4 grandes habilidades que resumem o que todo líder tem, para o bem ou para o mal. Auto protagonismo, alta capacidade de visão, alta capacidade de transformação e alta capacidade de conexão. Conectar com as pessoas, entre as pessoas e conectar as pessoas com a missão. Então acho que essas 4 habilidades fazem qualquer líder. Só que ele pode usar isso como Hitler usou, que ele tinha essas 4, E tinha, você pode usar como Mandela usou, que ele também tinha essas 4. Então no fim do dia, toda essa energia, todos esses valores, você vai orientar para um propósito. Então o que define para onde o líder emprega a sua energia, a sua força, é o nível de consciência dele, o propósito dele, são os valores desse líder. Então se falar de habilidades, acho que são essas 4 habilidades, mas se eu Eu acho que definitivamente a maior contribuição, na minha opinião, depois de tudo que eu estudei, de tudo que eu debrucei em cima, refleti, meditei, pratiquei, as coisas que realmente podem fazer a diferença na nossa civilização, no momento que nós estamos, nunca foi tão importante, são líderes movidos por ideais, por causas, né, que tenham mais compassividade. Eu acho que quando o líder coloca o amor na jogada, o poder dele de fazer alguma coisa a respeito do que tá aí e melhorar a vida das pessoas, ele é genuíno. Acho que embora não é, não vou falar que isso é uma habilidade, né, mas eu acho que isso é o core, o core é o coração mesmo. Eu acho que é botar o coração no negócio. Os líderes colocam o coração na liderança Essa, para mim, são os caras que fazem a diferença.
Muito massa, muito legal, muito legal. E a outra pergunta que veio ontem, cara, foi se dá para ensinar liderança para crianças. Já te perguntaram isso antes?
Não, mas já muita pergunta de pais com liderança, né? Eu acho que a criança tem que aprender a brincar, cara. Eu acho que eu não teria essa pretensão. Acho que criança tem que brincar, tá? Mas viajando na onda da pergunta, de uma maneira muito lúdica, a gente pode, talvez num momento um pouco depois, né, na infância eu acho que a criança realmente tem que brincar mesmo, até sei lá, 6, 7 anos e tal, pois ela começa a ter um pouquinho de senso sobre essas coisas, e aí eu acho que a gente pode ensinar liderança na escola deveria ensinar, porque você usa em tudo na nossa vida, né? Para que o pessoal consiga ter um trabalho de equipe, a posição de liderança mude, para que você funcione como liderado e como líder, tenha mais flexibilidade. Eu acho que seria um grande movimento, mas não para crianças, mas talvez os pré-adolescentes, adolescentes, acho que seria mais oportuno assim, acho que seria Muito, muito legal, muito transformador.
Perfeito, sensacional, muito bom, cara, muito bom. Ó, eu quero deixar agora um espacinho final para você falar, porque tem perguntas que chegaram aqui também perguntando sobre os teus cursos, cara. Então conta para gente aí, quem quer continuar, né, seguindo, interagindo com Michael Oliveira, Líder HD, aonde é que as pessoas te acham, meu querido? Fala para gente.
Eu vou falar, mas vou falar uma coisa antes aqui, ó. A gente tá falando de sucesso, você falou assim: "Ah, Maicon, tal de sucesso." Essa semana, por coincidência, eu entrei no estúdio para gravar um quadro que a gente lançou há pouco tempo no canal do YouTube, que é o Líder HD Insight, que é uma reflexão, um momento de reflexão e tal. É um quadro curtinho de 2, 3 minutos. E aí eu gravei um quadro falando sobre o sucesso, o que é sucesso e tal. E para mim tem, a minha medida é a seguinte: existe uma diferença muito grande entre o sucesso e o êxito. O sucesso é quando as pessoas querem os holofotes para ela, e o êxito é quando você quer levar a tua luz para os outros, entendeu? E essa fala é muito legal desse texto que eu falei lá, ele conversa com isso aqui, porque eu acho que enquanto a gente na nossa carreira tá buscando holofote para gente, a gente vivendo um momento muito juvenil, muito inseguro, talvez onde você procura estar firmando a sua personalidade e tal. Eu vejo assim um processo de amadurecimento, mas quando você amadurece, você realmente consegue chegar no melhor que você pode ser como pessoa, você começa a virar para fora, né? Então acho que faz muito tempo que eu parei de procurar o sucesso, graças a Deus.
Sensacional! Sensacional!
A gente tem que procurar o êxito mesmo, de contribuir, fazer o que a gente faz na boa. Eu acho que se a gente fizer com esmero, com carinho, a gente sempre vai criar uma oportunidade de contribuir para as pessoas, né? Então, se você, né, que tá me ouvindo aí, né, a partir dessa reflexão, se você se identifica com isso, se isso fala com teu coração, segue o Líder HD aqui no Insta, no podcast. A gente tá no Spotify qualquer plataforma agregadora de podcast aí, segue o podcast Lidera HD. E a gente tem o curso online que ele abre turma de vez em quando, então a gente vai abrir turma agora em julho de novo, né. Então vai seguindo a gente aí nas redes que daqui a pouco você vai receber algum convite nosso para participar de algum evento. E lá a gente sempre acaba lançando o Lidera HD, deve acontecer em julho. Na verdade o evento vai se chamar Liderança Transforma, vai ser um evento de transformação muito legal. E aí lá a gente vai lançar o Líder HD. Então vem com a gente que a parada aqui é de dentro para fora sempre.
Sensacional, cara, sensacional! Esse fechamento do Isto é Sucesso para mim, pô, foi a cereja do bolo. Muito bacana, muito bacana. Ô, Mike, cara, eu quero te agradecer do fundo do coração, porque, cara, que papo delicioso, que massa, cara!
Sem roteiro é sempre muito melhor, né, Marlon Silva Domingues?
Muito melhor, pô, muito melhor. Deixa o coração falar, deixa o coração falar. Meu querido, gratidão demais, viu, pelo ser humano que você é. Acho que isso resume tudo, pelo ser humano que você é e a contribuição que você fornece para nós, para as pessoas, e a esperança, né, a tua voz, né, a mensagem que você leva, ela acende o coração mesmo, né. Então Obrigado, obrigado demais. E cara, a gente se vê por aí. Eu vou deixar aqui o meu podcast favorito, True Colors, galera. Esse para mim é um dos meus favoritos. A música, o contexto, e é um ensinamento. Todo líder deveria sacar a energia do líder. Vale muito a pena conferir. E para fechar, para fechar, eu anotei uma série de coisas aqui porque eu fui tentando modelar a mente do Mike para poder ver o que que tinha de específico e diferencial. E Mike, eu peguei você falando uma palavra 4 vezes. Quando as pessoas falam uma palavra mais de uma vez, para mim é sinal de que isso ou é um valor ou é algo que faz grande diferença. Você falou a palavra paciência, não tinha ansiedade, e meditação algumas vezes. Isso é um recurso na tua vida?
Totalmente! Você não consegue Totalmente. Você não consegue alcançar— a nossa consciência, ela vai evoluindo, né? E para além da razão, você não alcança sem a meditação, não, impossível. Então a gente precisa ir por outros caminhos para acessar outras energias, outras vibrações, outras percepções, outras consciências, né? E a meditação é um canal poderoso, com certeza.
Show de bola, cara! Maravilha, maravilha! Maravilha. E galera, amanhã meio-dia e 15 eu vou fazer uma live sobre ensinamento. Eu quero trazer alguns ensinamentos sobre o que tá por trás do nosso mindset para ajudar vocês a começarem a modelar as pessoas com mais propriedade, para poder absorver essas particularidades importantes. Quando vocês estiverem aqui comigo na live, eu vou estar ensinando isso para vocês. Meu querido, uma boa noite e Valeu demais!
Valeu, querido! Beijo no coração, até a próxima! Tchau, tchau!









