Mentoria de RH

HR executives Ivan, Marlon Silva Domingues, and Vini mentor Letícia Scavacini, a 26-year-old psychologist and new mother returning to work. They diagnose her LinkedIn profile as too broad and negative, then walk through concrete fixes: rewrite her bio to highlight strengths and focus on diversity and inclusion work, build a daily job-search routine, expand networking through LinkedIn groups, and set a goal of 2-3 interviews in 30 days.
Chapters
Vou ligar aqui o Insta.
Que legal! E já estamos ao vivo, não larga disso não.
Fala, moça!
Vai, vai introduzindo aí, vai introduzindo, a galera tá chegando aí já.
E aí, cadê a galerinha? Cadê, cadê, cadê, cadê?
Fala, turma! Gente, hoje vamos ter mais um capítulo da nossa mentoria de RH, e hoje com essa pessoa especial que está aqui, aqui, aqui, que é a Letícia Scavacini. Falamos certo seu nome, Letícia?
Isso, Scavacini.
Ah, que legal!
Muito prazer.
Minha filha também se chama Letícia.
É de Letícia, de Letícia. É isso aí, tem uma brincadeira nossa com o Vini, ele é de BH, mas a gente, quando ele vai falar o nome da filha dele, fala de Letícia, a gente fica achando que ele é do Nordeste.
Show de bola, Letícia, mais uma vez então seja bem-vinda aí, que bom que você se inscreveu nessa mentoria, espero que a gente possa te ajudar. E antes da gente começar, eu queria saber quem tá aí ao vivo com a gente. Tem, consigo, eu não consigo ver o nome das pessoas, mas quem chegou aí dá um oi para gente, para a gente saber quem tá aqui com a gente também. Tá chegando a galera aí, tô vendo, tá chegando. Vai dando um oi aí no chat, falando oi, se apresenta para a gente saber quem tá chegando. E deixa eu só alinhar uma coisa, galera, para você que vai assistir a nossa live agora aqui ao vivo ou depois no gravado. A Letícia se inscreveu no nosso formulário de mentoria, tá aqui para poder ser ajudada. A gente não sabe ainda qual é o assunto, a gente já já vai descobrir. Mas eu queria deixar também um ponto importante: a Letícia tem uma filhinha de 1 ano e de repente, né, uma criança pequena às vezes demanda. Pode ser que ela tá dormindo nesse momento, pode ser que ela acorde. Se ela acordar, Letícia precisa sair, mas tudo certo, tá tudo sob controle. A gente, se ela tiver que sair, a gente espera, senão a gente começa a trocar ideia, a gente faz outra coisa, a gente canta, a gente dança para vocês aqui, a gente inventa alguma coisa. Então, só jogar, trazer à tona essa questão da vulnerabilidade, que é muito importante, traz essa segurança para o nosso ambiente, porque esse é um lugar seguro para a gente trocar ideia, conversar e ir em direção daquilo que a Letícia tá buscando. Legal? Vamos dar um oi para a galera aí. Aline Barbosa na área, o Tom Everton, a Natasha, Patrícia, Cristiane. Boa noite, pessoas, sejam todas, todos bem-vindas. Que massa que vocês estão aqui.
Olha lá, Marlon Silva Domingues! Olha aí, gente! Legal!
Patrícia, que legal! Legal demais, legal demais! Todo mundo veio para te assistir, Letícia, olha só, chique, hein? Que bacana, muito bom!
Eu tô indo embora, gente.
A Letícia tá dando uma travadinha de vez em quando, pessoal, mas não liga não, que o áudio tá bom. Ela tá ouvindo a gente, a gente tá ouvindo ela também.
Estamos ao vivo no YouTube, galera, vocês Instagram, Vem para o YouTube, vem, vem, tá rolando um negócio massa aqui, aqui, mentoria ao vivo hoje com a Letícia. E olha que bacana, a galerinha tá aqui, ó.
Tchau aí, galera, é nós! Olha, Anny, Anny, se precisar já se cadastra lá, se é que já não cadastrou.
Vamos lá, só entrar aí no perfil nosso no Instagram e achar a nossa Lá no link na bio tem lá para você se inscrever, tá bom?
Letícia, deixa eu fazer uma abertura para você, para você entender o porquê que a gente tá aqui, né? Então eu, o Ivan e o Vinho, nós somos hoje executivos de RH e nós três passamos por processos de transformação, passamos por uma transição de carreira, nos vimos em momentos de questionar nossa própria carreira, o que que a gente tava fazendo, E nós consideramos que nós superamos isso. Hoje a gente vive, a gente vive de forma poderosa, com contribuição naquilo que a gente faz. A gente ama aquilo que a gente faz. E por razão, devido a isso, nós sentimos que nós podemos contribuir com outras pessoas também. E ao revisitar, e a gente está sempre antenado aí no LinkedIn, a gente começa a perceber que tem um monte de pessoa que está buscando, né? Que quer ficar mais feliz na carreira, ou acelerar, ou fazer transição, e não sabe como começar. Então a gente se dispôs a fazer essas mentorias de RH para poder ajudar um pouquinho mais as pessoas naquilo que a gente sabe, fazendo nosso momento de contribuição. Então seja bem-vinda, nós estamos aqui para você. Eu queria te convidar a iniciar essa jornada contando um pouquinho para as pessoas aqui quem é você, o que que você faz.
Olá, eu sou a Letícia Vacine, tenho 26 anos, Eu me formei em psicologia no final de 2017. Depois que eu me formei, eu fiquei como psicóloga voluntária no Centro de Referência LGBT de Campinas durante 2 anos. O primeiro ano eu fiz de estágio no último ano da faculdade, estágio clínico. Depois fiquei mais 2 anos como voluntária. Eu só saí para ter minha bebê. E no último ano eu estive como voluntária e fazendo uma especialização em avaliação psicológica de adultos na Unicamp. Aí eu comecei em março de 2019, em maio eu engravidei, em junho eu descobri que tava grávida, e aí fiquei por cuidar da minha filha mesmo até o final do ano passado, que eu comecei a procurar trabalho na minha área.
Legal, legal, Letícia, legal. Deixa eu te fazer uma pergunta: o que que você veio buscar aqui hoje nessa sessão de mentoria?
Então, não lembro qual de vocês que comentou numa publicação minha de recolocação profissional, né, que eu pedi a recolocação profissional no LinkedIn. E aí eu decidi tentar.
Que legal!
Deu certo, tá vendo?
Muito bom! Eu tenho um trabalho desde novembro e até hoje nenhuma entrevista, pelo menos.
Legal! Nós vamos te ajudar! Tem pelo menos uma coisa que eu já te digo, que é a dica que dá para ficar para todo mundo aí: quando a gente arrisca, né, quando a gente tem coragem de arriscar, as coisas começam a acontecer. E eu acho que o simples fato de você ter falado, você quer saber, eu vou tentar, esse já é um primeiro passo sensacional. Assim, você agora precisa continuar tentando cada vez mais e mais, né? Não desistir de tentar, de colocar a cara a tapa e aparecer em todos os lugares onde você acha que você tem que ir. Isso aqui é uma oportunidade única, muito legal. Muito legal, parabéns!
Com certeza!
Letícia, posso fazer umas perguntas? Eu tô fazendo curso de inglês, fiz um outro curso de extensão em trabalho social e assistência às famílias, fiz alguns mini cursos de informática, pop office.
Legal, tá se capacitando, né? Você tá usando esse tempo para se capacitar e aumentar sua empregabilidade, né? Conta para gente uma coisa, Letícia, que é, você falou que desde outubro você tá buscando recolocação. Que que você fez? Que que você já fez nesse período? Empresas que você buscou, canais que você começou a se expor para poder conseguir buscar essa recolocação? Que que você conta? Dá um resumo para gente, que que você já fez? Para tentar buscar essa nova posição?
Bom, eu tenho estado muito no LinkedIn, entrado todo dia, tanto procurando vagas quanto às vezes interagindo com pessoas, adicionando tudo quanto é talent recruiter que eu vejo no LinkedIn, eu conecto. Fiz a publicação de recolocação profissional, Busco em sites de vagas, vagas na área de psicologia, e vou mandando currículo. Nos últimos tempos bateu até o desespero, eu tenho mandado para outras áreas também.
Legal, é normal, né? Já tem um tempo que você tá fora do mercado por questões da sua filha, e aí quando você decide retomar Leva um tempo mesmo, também não é um negócio tão simples, ainda mais na área de psicologia, né? Eu acho que é um desafio mesmo procurar emprego na área de psicologia, é sempre um desafio.
Eu só tenho experiência dos estágios da faculdade, né? Eu fiz estágio com dependência química, fiz estágio no Centro de Referência LGBT e fiz estágio no presídio. Pela Fundate. E como assistente financeiro só, eu tenho experiência profissional e muitos pedem experiência profissional, principalmente, por exemplo, na área de RH, que é o que mais aparece para psicólogo. Todo mundo pede experiência profissional e eu não tenho na área de RH.
Isso também é muito comum, né? As pessoas pedem experiência para vagas júnior. Às vezes você fala, ué, mas que estranho, né? Se a vaga é júnior, eu tô aqui para aprender, né? Não é para eu— isso acontece com bastante frequência. Mas a gente sabe disso porque eu e o Vini hoje trabalhamos muito nesta área especificamente, né? E a gente vê que até nos nossos casos, às vezes uma vaga de júnior é difícil. Às vezes a pessoa não ter nenhum tipo de experiência, ela ser formada. Então as empresas acho que estão no momento de desenvolver programas que facilitem que esses tipos de vagas sejam para pessoas que não têm experiência alguma, ou seja, essa formação vai acontecer dentro da empresa. Por isso que a gente queria te dar um pouquinho de esperança também, porque eu acho que isso é importante, né? Coragem você tá tendo, eu acho que esperança, não desesperar, eu entendo que a situação do desemprego é muito complexa, Mas o não desesperar vai fazer você escolher as posições corretas também para você seguir. Porque quando a gente desespera, a gente fica dando tiro para tudo quanto é lado e perde o foco naquilo que a gente precisa gastar energia de fato. A sua energia precisa estar focada naquilo que você quer. Se você desesperar e abrir demais esse leque, o que vai acontecer naturalmente é que as oportunidades que talvez mais se encaixem para você, você pode perder, porque você tá olhando para tudo. E aí você não vê no meio ali aquilo que de fato vai fazer diferença na sua carreira. Então, minha segunda dica, acho que a primeira é da coragem que você já teve de continuar, mas acho que a minha segunda dica é essa questão de você não dar tiro para tudo quanto é lado não, sabe? Escolhe aonde você vai, define um caminho, pensa: o que que eu quero fazer de fato? Eu quero trabalhar com isso aqui, então tá, então vai procurar vaga disso aqui. Ah, mas tá muito difícil, eu tô desempregado. Eu sei, mas dar tiro para tudo quanto é lado não vai resolver. Você vai ficar mais desesperado ainda, porque o volume de vezes que você vai ter que entregar seu currículo, mandar seu contato, vai ser tão maior que você vai se ver numa situação de: cara, eu mando para 1 milhão de pessoas, eu não recebo retorno. Ah, meu Deus! Isso vai te preocupar mais ainda. Então gasta energia no lugar certo, escolhe no lugar que você quer. Não fica tirando não, tá? Eu sei que é difícil, mas essa dica é importante, tá bom?
E aí, se a gente pode até fazer uma pergunta, viu, Letícia? Eu tô, olha, só agora lá no seu LinkedIn já olhando algumas coisinhas. Então quero aproveitar um pouquinho dessas informações, inclusive pegando esse ganchinho que o Ivan tá falando aqui. Eu vejo que Você fala que você é psicóloga, mas existe um desejo, uma clareza de dentro da área de psicologia com o que que você quer atuar?
Então, eu gosto muito da área social e da área de diversidade e inclusão.
Inclusive, essa é uma dica, talvez a número 3 que a gente dá hoje aqui. Hoje a área de diversidade e inclusão Ela tá no movimento muito forte de expansão, tá? Muito, por quê? Porque as empresas estão começando a perceber o seu lugar de influência em redução nas desigualdades dentre os grupos minorizados, né? Então, nesse movimento, e já que você falou, você tem interesse de fazer, acho que tem um ponto importante aqui. Porque se você tá falando que você gostaria de começar a trabalhar com esse aspecto social ou diversidade e inclusão, cara, aí tá um nicho que você tem uma grande oportunidade. E mais, conecta com uma das suas experiências prévias, porque na hora que você fala que você trabalhou no Centro de Referência LGBT, com certeza você traz experiências E mais legal ainda, cara, voluntárias para apoiar esse público, né?
Seja, porque eu sou membro da Associação de Apoio da Parada LGBT de Campinas também.
Opa!
O Douglas, que é o presidente, é o padrinho da minha bebê.
Olha aí, ó! Então voluntariado não é um problema, né, gente? Você consegue fazer voluntário voluntariado quando precisa.
Sim, voluntariado eu comecei.
Tá bom. Letícia, deixa eu colocar um ponto aqui em cima da linha que você falou da experiência, né? Hoje, não é só hoje não, acho que voltando no passado também, lembrando quando eu tava procurando vaga de estágio, eu sou formado em TI e Primeiro ano, segundo ano, você fala: "Pô, vou tentar um estágio", né? Aí eu olhava o mural da universidade lá com vaga de estágio, tinha, sei lá, 90% das coisas que o estágio pedia eu nem tinha visto na faculdade, eu não entendia que estágio que era esse, né? Estágio para quem? Talvez para um sênior, né? Não para uma pessoa que está na faculdade. Mas sempre que uma coisa que eu aprendi com o tempo é que essas cobranças que algumas empresas ainda fazem sobre a experiência elas podem ser supridas ou talvez treinadas pelo fato da gente se expor. Então, se eu não tenho uma experiência hoje, né, ou não tive uma experiência naquilo que eu tô buscando, a minha exposição para fora me ajuda muito a poder dialogar com o entrevistador, inclusive. Então, esse movimento seu de fazer coisas sociais é muito importante também na tua bagagem. Então eu quero deixar aqui destacado que quando você tiver de frente ao entrevistador, você ressalte isso, você dê um destaque porque esses movimentos são importantes. Porque em movimentos sociais você também trabalha a comunicação, relacionamento com as pessoas, o cuidado, o saber se dialogar, o saber escutar as pessoas. Então a gente precisa levar esse ponto em consideração, precisa deixar em destaque também, porque ali um campo de jogo que você pratica habilidades sociais, habilidades comportamentais, habilidades técnicas inclusive da tua formação. Então eu só quero trazer isso, esse ponto à tona, para tua consciência, como algo positivo, para olhar naquilo que você tem, porque isso pode ser um tijolinho a mais nessa escada que você tá construindo. Então é importante a gente olhar assim: o que que a Letícia tem? E aí, a partir desse gancho, eu queria resgatar algumas coisinhas a mais de você. O que é, o que que você acha que você faz muito bem? Ou seja, o que que você tem de talento que é consciente para você, Letícia?
Nossa, é difícil. Ai, nossa, agora você me pegou.
Vou te ajudar. É sinal, é sinal que mexeu aqui dentro, mexeu na cabeça.
Vamos te ajudar. Que que as pessoas falam que você faz bem?
Isso, que eu sou muito determinada.
Ótimo.
Ultimamente que eu sou uma ótima mãe.
Legal.
O que que é preciso para ser uma ótima mãe?
Nossa, muita coisa.
Me diga aí, diga alguma coisa. Consciência.
Paciência, que mais precisa?
Paciência.
Paciência.
Que mais?
Acho que essa coisa do cuidar do outro.
Opa, excelente para área de psicologia aí, excelente para para sua vida.
Exatamente, diria que eu, Marlon Silva Domingues, se fosse recrutar alguém, esse é o item para mim de destaque. Perfeito, legal demais. Que mais, Letícia?
Deixa eu lembrar dos seus trabalhos voluntários, das suas experiências anteriores. O que que você sente que você fazia bem lá?
Ouvir ou acolher Ouvir, acolher, legal.
A proatividade, legal, muito bom. Que já tem coisa boa.
Você falou determinação, paciência, cuidar do outro, ouvir, acolher. Qual que foi a última?
Proatividade.
Proatividade.
Letícia, já deixa eu cutucar?
Cutuca sim.
O quanto que você acha que isso está representado nessa frase aqui do seu LinkedIn? Com pouca experiência profissional, mas procurando uma oportunidade para mostrar meus conhecimentos teóricos e vivências anteriores. Busco uma empresa para somar e juntos crescer pessoalmente e profissionalmente. Atualmente realizando cursos na área de psicologia, inglês, informática, gestão administrativa, departamento pessoal, contabilidade, pacote office, recursos humanos, etc. O que que você acha?
Acho que a pergunta aqui é: essa frase que você colocou no seu LinkedIn representa tudo aquilo que você faz de melhor? Ou que você tem de melhor?
Acho que não, acho que só a parte de facilidade em aprender mesmo.
É, só a parte que é processual, né, vamos dizer assim.
E tem uma coisa interessante, repete o comecinho, Vini.
Aqui, ó, o comecinho tá: com pouca vivência, experiência profissional, mas procurando profundidade para mostrar meus conhecimentos.
Pausa.
Ó, como entrevistador, e aí não é entrevistador não, é o jogo da mente humana. A primeira sentença que você colocou, o que que você acha que cola, prega na mente das pessoas que estão lendo? O que que você acha que a mensagem que cola ali?
Com pouca experiência profissional.
Por quê?
Porque o ser humano absurdamente foca naquilo que é negativo. O nosso cérebro joga esse jogo, não é uma coisa tipo: "Ah, esse recrutador, que cara mais escroto!" Não é isso. A nossa mente joga esse jogo. Então assim, de cara tem uma palavra que chama "pouca". A pessoa vai fazer o quê? "Ah, tem pouca." E aí nos olhos corporativos: "Ah, tá bom, não serve." E aí, mas aí as pessoas talvez estejam perguntando aqui: "Mas Marlon, a gente tem que esconder essa informação?" Não é sobre esconder. Vejo tanto de coisas boas que a gente levantou com você aqui em poucos segundos. Só que o pouco experiência tá muito maior do que tudo aquilo que você contou para gente, entendeu? Então, sabe, a sua venda ali, ela tá dando mais destaque para o pouco experiência do que essas coisas que você trouxe aqui.
Exatamente, é isso aí. E é fácil perceber porque, ó, sabe aquela história do de quando você escreve uma sentença e você fala um monte de coisa legal, e aí você põe o mais logo na sequência. O que que esse mais faz com a sentença, né? Ele joga fora tudo que você falou antes e dá foco total naquilo que você tá falando a partir dele. Aqui é o contrário, você já começou no que teoricamente é negativo. Eu tenho pouca experiência, mas aí você levantou uma frase que tem tudo que você tá fazendo nesse momento para poder ganhar experiência, né? Só que o início da frase já anula o que tá para depois, porque muitos recrutadores, quando vem essa frase, eles param ali, eles não prosseguem. Então, experiência nenhuma, então não vou nem olhar para o resto. Tá, acho que essa é uma dica bem importante. Isso aí precisa mudar mesmo.
Depois, depois, Letícia, ó, já exercício número 1, compromisso nosso aqui, a gente vai te ajudar a reescrever essa frase, você colocar no seu LinkedIn a partir do fim dessa, desse trabalho aqui, tá bom? Esse é número 1. Agora, número 2 é o seguinte: dá para ver que no final da frase tá falando tudo que você está fazendo. Isso é conhecimento. Conhecimento vai estar lá embaixo no LinkedIn. Achei, principalmente, ó, eu e Vange tá lá na área de recrutamento. A gente, o que a pessoa sabe tá lá embaixo, são as skills. Lá você pode falar que você manja de inglês, que você manja de pacote Office, vai estar tudo lá embaixo. Essa parte da bio fala sobre você. Então olha como que é diferente você falar tudo que você manja e tudo que você tá fazendo da diferença para aquilo que você realmente quer. Porque, igual você falou para a gente, se o seu sonho é sim trabalhar com social, diversidade e inclusão, deixa aquilo ali explícito e potencializa as suas experiências naquilo que comprovam esse seu desejo. Porque você tem experiência nisso, você tem experiência, você ficou tempos lá no Centro de Referência LGBT fazendo esse tipo de trabalho, então você tem experiência. Então agora é: olha, eu quero continuar fazendo esse trabalho de diversidade e inclusão para usar a experiência que eu tive e o meu desejo de fazer um trabalho diferenciado.
É isso. E aí dá até para fazer uma frase bem curta só para você entender assim mais nitidamente, né? Você disse determinação, paciência, cuidar do outro, ouvir, acolher, proatividade. Todas estas, com todas estas palavrinhas você consegue montar uma bio, esse about aí, né, do LinkedIn, que é a frase que você fala sobre você. Você consegue montar uma frase conectando estas palavrinhas com aquilo que você quer fazer lá no final. O que que estas características que a Letícia tem contribuem para que ela trabalhe com o social. Então, por exemplo: me considero uma pessoa extremamente determinada, paciente, e tenho uma característica de ouvir e acolher os outros que são nitidamente percebidas pelas pessoas. Com a minha proatividade, eu tenho certeza absoluta que sou capaz de ajudar milhares de pessoas na sua evolução, na inclusão social e assim por diante. Percebe como é que você conecta aquilo que você tem de melhor naquilo que você quer fazer, né? E o pouco experiência aqui não importa, porque na verdade isso é um pouco de coisa que você joga na sua cabeça, vai gravando lá: eu tenho pouca experiência, eu tenho pouca experiência, eu tenho pouca experiência. Quando isso não é verdade. Desde 2007, depois que você formou, a quantidade de coisas que você fez, né? Quanta experiência você ganhou aí? Acho que isso que é importante, tá?
A Patrícia já deixou no comentário que depois dessa aqui ela vai conferir o LinkedIn dela.
Ótimo, ótimo! É muito bom, pessoal, surfando aqui junto com a gente, né? Aproveita, embarca na jornada. Ô, Letícia, você falou uma coisa que chamou minha atenção no começo, eu não sei se eu entendi direito. Você falou que desde novembro que você tava buscando emprego, é isso? Foi isso que eu entendi direito?
Isso, desde novembro.
E aí você falou que teve uma entrevista desde lá?
Não, nenhuma.
Ah, nenhuma entrevista? Desde novembro está buscando e de lá para cá você não teve nenhuma entrevista. Aí você falou que você tá fazendo, você entra no LinkedIn todo dia. Aí a pergunta que eu tenho para você é: você entra no LinkedIn todo dia e você não tá conseguindo entrevista, ou seja, você tá repetindo uma ação que ela não tá te trazendo resultado. Então esse é um feedback muito importante do sistema mostrando para você que tem que fazer algo a mais, além disso. Então o que mais além de entrar no LinkedIn? E aí eu não sei, né, que que você faz no LinkedIn, se você procura vaga?
Eu comecei recentemente.
Legal, tá bom, bacana.
Eu comecei a usar mais o LinkedIn agora de um mês para cá.
Show, show, show de bola. Mas o ponto é: o que mais, além do LinkedIn, pode ampliar o teu guarda-chuva de opções e a tua visibilidade para o mercado? Tem um negócio que é muito importante de colocar, ficar muito claro. Eu gosto de uma frase de um cara chamado John Shook, que ele fala: "Aquilo que não é visual não é real." "Aquilo que não é visual não é real." Então, aonde que as pessoas podem te encontrar? Como é que elas sabem da tua existência e da tua capacidade? Além do LinkedIn, por exemplo? Ok, você tá no LinkedIn, hoje é a maior rede de currículo, né, de exposição profissional, mas o meu ponto aqui é o que mais além disso dá para ser feito para eu poder ser encontrado? Como é que você vê isso?
Agora, recentemente eu participei da Feira Diversa, eu me cadastrei na Feira Diversa, Eu tentei processo seletivo da Ambev Tech, eu entrei no TDC Connections.
Legal, legal, show, show!
Isso é o que você já fez até agora. O que que você ainda acha que falta fazer, né? Que são coisas que você não fez ainda, mas que você sabe que você deveria fazer.
Na verdade, agora eu tô meio perdida assim, o que mais fazer para—
Oi, quando nós estamos perdidos, Letícia, muitas vezes é um sinal de excesso. Excesso gera confusão. Confusão leva a gente ficar muitas vezes perdido no que a gente tá fazendo. Eu não sei se tem excessos na tua vida nesse momento na questão de buscar. O Ivan falou um negócio legal lá atrás, né? Às vezes a gente fica dando tiro do outro lado, isso gera excesso e pode gerar muitas vezes esse sentimento de estar muito perdido. O que que eu faço quando eu me sinto perdido? O que que eu tendo a fazer? Tem uma frase que eu gosto de criar mantra, e mantra me ajuda a voltar trilho. Então, quando algo está indo mal, eu volto para o manual. Esse é meu mantra: quando algo está indo mal, eu volto ao manual. O que é o meu manual? Meu manual chama-se autoconhecimento. Então, se tem algo que não está indo de acordo, eu volto para o meu manual, que chama-se autoconhecimento, e nesse manual eu começo a revisitar algumas coisas, como por exemplo, o quão claro está para mim os meus valores de vida. O que são os meus valores? O que são os meus talentos? Qual é o meu propósito? Já em algum momento parei para pensar qual é o meu grande propósito? Qual que é meu grande norte? Então esses itens, eles fazem parte do meu manual. Meu manual tá aqui, ó, inclusive, ó, para dizer que eu não tô mentindo, ó. Tudo isso aqui são itens do meu manual. Deixa eu mostrar para você, ó. Tá vendo aqui, ó, valores, aqui, ó, talentos, necessidades humanas. Então assim, isso tem que ficar visível, isso tem que ficar visível. Por quê? Porque com essa visibilidade a minha mente vai treinando, eu começo a treinar minha mente naquilo que eu sou. Então eu tenho maior capacidade de contar para as pessoas o que eu tenho de bom, eu tenho maior condição de fazer conexões com as questões que vêm até mim, com as oportunidades. E sabe o que é mais legal, Letícia? Que oportunidade, essa é uma crença que eu tenho, ela é igual Wi-Fi. Ou seja, oportunidade tá em todo lugar, só que nós precisamos aprender a nos conectar a essas oportunidades. E como é que a gente se conecta? Com o nosso autoconhecimento. É os meus valores que me levam a me conectar num determinado contexto de trabalho. É esse match, né? Não sei se todo mundo aqui viu o filme Avatar. O filme Avatar tem um negócio para mim que é muito simbólico, que quando eles querem se conectar, eles pegam a trança deles lá, né, e conectam, e pô, faz um negócio, né? E eu vejo oportunidade assim, né? Você tem que pegar a tua trança aqui E a hora que tá passando você tem que colocar e cria essa conexão. Mas para isso tem que conhecer os meus valores, das minhas forças, dos meus talentos. Então o nome é autoconhecimento. E aí uma pergunta para você: como é que tá hoje a tua gestão em relação ao teu autoconhecimento? Quanto que você coloca de energia em saber sobre você, em aprender sobre você e a cultivar esse conhecimento de você? Como é que tá essa disposição, essa gestão, um tempo para o seu autoconhecimento hoje?
É difícil hoje eu parar um pouco para olhar para mim, pensar em mim agora depois que veio a bebê, porque é mais tudo para ela, tudo ela, o tempo todo ela. Às vezes eu tô guardando um currículo, eu tô no LinkedIn, eu tô fazendo alguma coisa, mas eu tô ali com ela, dando comida para ela, trocando fralda.
É interessante ver que aquilo que a gente estava falando da quantidade de assuntos ou de dar tiro para tudo quanto é lado, talvez também esteja acontecendo na vida particular por causa desse momento específico, né, com bebê novinho, você cuidando. O contexto, ele dificulta bastante as coisas nesse sentido, porque você precisa sim dar foco na sua filha, né? Você tá dando foco total ali. Qual que é o resultado quando você dá foco total para sua filha? O que que você vê nela que você fala assim, pô, vale a pena fazer isso?
Cada coisa nova que ela aprende, cada Sorriso, cada abraço que ela me dá, até meu olho enche de lágrima.
É isso, isso é disso que a gente tá falando quando a gente fala de dar foco em alguma coisa. Quando a gente dá foco em alguma coisa, o olho enche de lágrima. É a mesma coisa que para você arrumar emprego, né? Se você ficar tentando achar qualquer coisa, vai ser difícil o olho encher de lágrima, porque qualquer coisa não serve. O que que serve para encher o olho de lágrima da Letícia? Pô, é trabalhar com social, é trabalhar com acolhimento, é trabalhar com a inclusão. Pô, legal isso, brilha os olhos de verdade? Parece que sim, é o que você tá contando para gente. Então talvez você tem que focar aí, né? Esse é o foco, que é o que o Marlon tá falando. Talvez a vida pessoal hoje também, com a quantidade de coisas, né, que estão acontecendo, acaba que fica difícil até fazer um trabalho legal no LinkedIn dando comida para criança, né? Porque não tem, talvez não tem ali o que que você tá fazendo. Óbvio que você tá dando comida para criança, óbvio que o seu foco vai ser ela, você quer que ela coma, né, que ela se desenvolva, que ela cresça e assim por diante. Então acho que talvez tenha mais uma pequena dica, talvez se você conseguir, eu não sei como é que é como é que você conseguiria se ajeitar aí para fazer isso, tá? Mas tudo tem uma saída, a gente tem que procurar, tem que pensar a respeito dela. É assim, que horas do seu dia, que em que momento do seu dia você poderia reservar só para cuidar da sua parte profissional, do seu conhecimento, do seu estudo, né, do seu autoconhecimento, como Marlon disse, e ao mesmo tempo procurar emprego sem estar fazendo alguma coisa com a sua filha? Existe alguma possibilidade de você separar um momento que seja uma hora por dia, uma hora e meia por dia, ou meia horinha no período da manhã, mais meia horinha no período da tarde, ou à noite depois que ela dorme, né? Que hora que é o momento em que a Letícia senta e fala: agora eu vou focar nisso aqui?
Vou focar na minha carreira, tempo para mim é extremamente importante, porque esse negócio, na verdade, é de manhã que eu fico 1 hora e meia, 2 horas na academia, é o tempo que eu tiro para mim.
Eu ia te perguntar isso, você tá fazendo exercício físico e tal, porque é muito importante, né? Legal, que bom, que bom. Não pare, isso é extremamente importante para sua saúde mental e não Não só física, mas mental também, né? E à noite, por exemplo, ou à tarde, existe algum espaço que você consiga fazer a mesma coisa que você tá fazendo com exercício físico, mas focado em arrumar o emprego, né? Focado em estar ali 100% focada naquele trabalho, naquela atividade?
Tem dia que sim, tem dia que depois do almoço ela dorme 1, 2 horas. Às vezes ela dorme meia hora e não quer mais dormir à tarde.
Lembra que eu falei que não precisa ser 5 horas do dia? Não, assim, aqui pode ser meia hora, pode ser 40 minutos, pode ser 45, aí você quem determina. Mas se todo dia ela depois do almoço tira uma sonequinha de no mínimo 30 minutos, você tem 30 minutos, talvez, né? Você não tiver obviamente que fazer outras coisas, porque eu sei que a vida da mãe é uma correria, a gente sabe disso e respeita muito.
Eu sou mãe solo, né?
Então, exato.
Exatamente.
Então é bastante complicado. A gente, por exemplo, quando tava conversando, de conseguir um trabalho, né?
Porque eu moro com os meus pais, eu dependo dos meus pais para tudo, né? E hoje eu tenho uma filha, então eu preciso trabalhar para sustentar a minha filha.
Você vai conseguir, você vai ver. É questão de tempo.
Vai conseguir.
Quando a gente tava conversando para vir fazer esse trabalho de mentoria aqui, você me falou assim: ah, esse horário de 9 horas eu acho que eu consigo, porque minha filha invariavelmente nesse horário ela já está dormindo, né? De repente você combina algum jogo de: se eu não conseguir de dia porque ela não dormiu o suficiente, né, vou jogar esse horáriozinho aqui do meu foco lá para o final do dia. Mas garanta que você tenha pelo menos um período fixo por dia para cuidar desta parte, né? Acho que você já tá cuidando do exercício físico, que bom. Agora, se você conseguir cuidar também do foco aí nessa questão de se autoconhecer, de estudar e de arrumar emprego, e focando no que você quer de fato, que é trabalhar com diversidade, com inclusão social e assim por diante, eu acho que você tem uma chance bem grande de conseguir logo, viu?
E tem uma coisa interessante, Letícia, esse lance que o Ivan tá falando do tempo é muito legal, muito bacana, porque a gente tem tempo sim. E eu entendo muito bem esse seu momento, de coração, né? Eu tenho uma filha de 3 anos e te ouvindo aqui é voltar em alguns momentos do passado aí e reviver algumas coisas. A minha filha, ela parou de mamar muito cedo, né? Aos 4 meses ela já largou o peito. E então eu e minha esposa, a gente sempre revezou muito, né, a tarefa de acordar, tacar criança. Então eu vivi muito na pele esse negócio de chorar, acordar, dormir, né. Minha filha tem problemas de refluxo, então ainda tem acordar de madrugada várias vezes, enfim. E uma coisa que eu descobri nesse ano de pandemia foi essa arte mesmo de acordar mais cedo. Foi o exercício que me permitiu fazer.
Eu vi 6 horas da manhã, eu passei a acordar 5.
Eu passei a acordar 5.
Às vezes, quando minha mãe sai para trabalhar, eu acordo às 5 para ir para academia antes dela ir trabalhar.
Você vai para academia todo dia nesse horário?
Todo dia.
Tá, tá. É, se algo é importante para você, porque assim, eu comecei a revezar, né? Então assim, eu Eu também acordo de manhã para malhar, mas tem um dia que eu acordo para estudar. E aí eu me coloco para estudar das 5 às 7. E, cara, 5 às 7 de manhã é um serenato. É maravilhoso. Porque é um tempo para mim, né? A minha filha acorda às 7:30, 7 horas, hoje, né, com 3 anos, ela vai para a escolinha. Então, a senhora que acorda, é aquele forfé na casa, né? Corre para lá e põe roupa. Aí ela, aquela gritaria: "Não quero escovar o dente hoje, eu não quero pôr a roupa hoje." Então Eu gosto de estar sempre um passo antes para poder eu entrar no estado legal, né? E tem funcionado. Ou às vezes à noite também dá uma esticadinha a mais. Só que eu acho que hoje eu tô no momento que eu prefiro acordar, dormir mais cedo, acordar mais cedo, porque o descansar o corpo é algo importante para mim. O que que eu quero dizer com isso? Assim, a gente tá te dando dicas, mas você precisa encontrar o teu jeito. E você só Encontrar o teu jeito testando, testando possibilidades. Então assim, o que que eu posso fazer? Será que eu preciso nesse momento estar todo dia na academia? Não tô dizendo que você não tem que estar, tá? Só tô dizendo assim, o que que é prioridade nesse momento? Porque aquilo que a gente foca aumenta. Então se eu preciso ter, preciso pegar um, ter um trabalho, você falou, preciso porque eu dependo dos meus pais, então pera aí, vamos olhar para agenda e ver como é que eu me organizo mais. "Será que ao invés de todo dia, eu passaria aí 3 vezes? Eu consigo manter uma disposição, uma energia física, mental, e tem 2 dias que eu posso focar em buscar, em me preparar, em estudar?" É que na verdade, pela minha saúde, eu preciso ir todo dia.
Entendi.
Eu preciso diminuir meu peso, né, porque eu tenho um problema no joelho e eu preciso diminuir meu peso para não sobrecarregar meu joelho. Que tem vindo bastante agora no frio.
Legal. Sabe o que eu acho que talvez sejam próximos passos aí, Letícia? A gente, acho que voltando até naquele ponto que o Marlon colocou ali atrás. Você falou que de outubro, novembro de 2020 para cá ainda não conseguiu a entrevista. Cara, a gente vai sair daqui hoje, você vai falar para a gente o quanto que você tá a fim de buscar assim, cara, eu vou buscar essas entrevistas, vou fazer 2, 3 entrevistas nos próximos 30 dias fazendo coisas diferentes. Que que vão ser essas coisas diferentes? É isso que a gente precisa descobrir aqui agora. E se não for agora, é o que você vai fazer de para casa para a gente aqui, porque algumas coisas você já falou para a gente, já sacou que Falta foco, que a gente vai ter que discutir. E parece que social, diversidade e inclusão parece um bom caminho. O que você vai ter que fazer? LinkedIn, vamos mexer. O que mais? O que dá para fazer? Você está procurando emprego só na região de Campinas, imagino, né? Sim. Você conhece quais empresas que estão dando abertura hoje para posições de diversidade e inclusão, que estão realmente se posicionando para essa causa? Você já sabe quais são?
Tem algumas já, inclusive fui seguindo no LinkedIn.
E aí, quer mais? O que mais você pode fazer hoje para tentar essa posição? Cara, a gente quer sua entrevista, a gente não vai ficar satisfeito enquanto a gente não conseguir que você esteja conseguindo essas entrevistas aí nos próximos dias. E aí, que mais que dá para fazer?
Não sei, eu achei que eu conseguiria alguma coisa com a publicação, né, de recolocação profissional no LinkedIn.
Não virou viral.
Ou talvez na Feira Diversa, algo assim.
Tem ONGs que trabalham com esse trabalho, com isso também, voltada à diversidade e inclusão? Não só para trabalho voluntário.
Aqui eu só conheço associação mesmo da Parada. A Casa Sem Preconceito. Acho que é só que eu conheço, acho que é só.
Letícia, acho que precisa trabalhar em aumentar esse networking também, né? No LinkedIn, por exemplo, tem muitos grupos lá que você pode se conectar, né, dentro do próprio LinkedIn, tá certo, meninos? Tem, né, tem grupos lá que você pode se conectar, comunidades. E fazer parte dessas comunidades, né? Você tem que ampliar teu guarda-chuva de opções, né? E começar, de repente, talvez um grande, além do que o Vini falou, né, é importante você pensar o que que eu tenho que fazer de diferente que eu ainda não fiz. Talvez uma estratégia, você precisa ampliar seu guarda-chuva de networking, né? Onde estão essas comunidades, né? Você falou, pô, eu tô procurando em Campinas. E o mundo online hoje A gente não precisa se limitar à região que a gente tá. Então, onde eu poderia participar de comunidades, de grupos de discussão, e eu poderia inclusive ganhar mais vocabulário, ganhar mais autoconhecimento com as pessoas, o que elas estão fazendo, o que é importante, que tipo de capacitações tem que eu posso me antenar. Tem muita coisa gratuita hoje em dia. Então, acho que buscar essas pessoas, essas redes de conexão que estão nessa jornada, Talvez seja muito bacana. A própria CIT, se você entrar no perfil da CIT, você vai ver um monte de post lá de pessoas sobre a diversidade, inclusão, sobre comunidades de grupos minoritários. Se conecta nessa galera, pede conexão, começa a conversar com essa galera.
A CIT inclusive é a empresa que eu mais sigo.
É uma empresa legal, viu? Não conheço muito bem, mas eu acho que vale a pena seguir essa empresa.
Inclusive mandei meu currículo para uma vaga.
Fica a dica aí. Eu também não conheço ninguém que trabalha na RH, mas eu vou pesquisar. Eu vou pesquisar.
Olharemos com carinho. Letícia, sabe outra coisa? Que até para poder começar a eliminar aquela parte do "tenho pouca experiência". Você fez aquele trabalho lá no Centro de Referência LGBT, trabalhou também no presídio, né? O que te impede hoje, por exemplo, de você atender uma pessoa gratuitamente e dar algum tipo de orientação para ela psicológica?
Às vezes eu ainda atendo algumas pessoas do CRGBT online.
Isso é um trabalho?
Algum antigo paciente que vem falar comigo, fala que não tá legal, que precisa de um atendimento de emergência.
Hoje, com atendimento online, é, hoje com atendimento online também, você pode usar essa rede de pessoas que você conheceu dentro do, deste grupo especificamente, para que elas te ajudem a divulgar que você pode atuar como psicóloga clínica e fazer atendimento online, por exemplo, sem sair da sua casa. Você tem internet, você poderia contribuir com essas pessoas. No início pode até ser gratuito, mas ao longo do tempo você vai cobrando, nem que seja alguma coisa, né? Porque eu acho que isso também contribui para as pessoas irem divulgando o seu trabalho, né?
A sua experiência.
Experiência, é.
Não se limitar também, porque, cara, eu tenho porque você tem. Se você tem tempo para fazer esses atendimentos, talvez seja o caminho que você tem que ir. É alguma coisa que você não vai precisar de grandes recursos para fazer, você já vai gastar o seu tempo com alguma coisa que você vai ajudar outra pessoa e que eventualmente você pode monetizar em cima. Então, apesar de você está buscando a sua carreira num ambiente corporativo, Nada impede que você faça com a sua profissão de forma autônoma, né? Então, se nesse curto prazo for uma alternativa, não tire ela, porque isso ao mesmo tempo é uma experiência que vai ser acumulada para você. É algo para ser considerado.
Então, uma colega de faculdade me chamou para ajudar ela fazendo avaliação psicológica, né, que ela atende algumas crianças. E eu fiz avaliação psicológica na Unicamp. Então ela me chamou para trabalhar com ela para fazer as avaliações psicológicas enquanto eu não consigo um trabalho, né, CLT ali.
É isso, eu acho que é o começo, é assim que se ganha experiência, né. E você tem psicologia hoje é uma área cada vez cada vez mais necessário, a gente sabe disso, cada vez mais necessário. Muita gente precisando de ajuda, né? E eu acho que é uma oportunidade bem legal. Ó, eu ia dizer o seguinte, a gente tá, tem 8 minutos aí mais ou menos para a gente terminar isso aqui. Eu queria fazer um, acho que sumarizar um pouquinho das coisas que a gente discutiu. Eu anotei aqui pelo menos 7 dicas, e os dois aí podem me ajudar se eu esqueci de alguma. Tá, Letícia, acho que vale anotar, hein, para não esquecer, tá bom? Primeira, a primeira delas é uma coisa que você começou aqui nessa mentoria, por exemplo, você aceitar vir aqui falar com a gente é um, é uma demonstração de coragem. A primeira coisa foi coragem. A gente precisa que você tenha coragem, que você continue tentando se você se exponha. Isso faz muita diferença para você conseguir o seu tão sonhado emprego. A primeira dica é essa. A segunda que a gente anotou é, no geral, foco. Então para de dar tiro para tudo quanto é lado, foca no que você quer, tá? E tente dar foco na sua vida pessoal também, um espaço na agenda por dia para estudar, um espaço em que você vai estudar ou vai procurar o emprego dos seus sonhos, né, sem obviamente tirar da sua agenda aquilo que importa para você, porque isso também é muito importante, tá. Mas foco, esse é o segundo. A terceira coisa que a gente, que a gente tem para dizer, na verdade não é uma dica, eu acho que é uma afirmação, né. O social hoje, a sigla ESG, que todas as empresas estão usando, ela é uma sigla que tá permitindo empregos que nunca existiram antes, tá? Então participar de processos seletivos para entrar nessa área parece sim ser uma boa. Então, se esse o foco, vai fundo, tá? A terceira dica é que para a gente o seu LinkedIn precisa mudar, não só o texto de cima lá do About, lá que é onde você coloca o que você faz, mas também o que tem dentro de cada uma das experiências que você teve, tá? A gente percebe que você foi o que você, você colocou no seu LinkedIn todas as suas experiências, mas você não descreve o que você fazia em cada uma delas.
Essa é a instrução.
Com seus talentos. Exatamente. Então assim, é muito importante, por exemplo, quando você pega lá, vou dar aqui um exemplo para você entender do que eu tô falando, tá? Quando você pega, por exemplo, que você coloca lá psicologia na faculdade, né? Agora, que você cursou a sua, mas na experiência, pois lá, estagiar em psicologia no Centro de Referência LGBT de Campinas, tá bom. O que que você fazia lá? Escreve um pouco isso. Que talentos você usava ali dentro que são importantes para que a pessoa que tá lendo seu currículo entenda? Pô, então ela conhece isso, ela conhece daquilo, ela usava esse processo, esse mecanismo, esse jeito de fazer as coisas, tá? Então acho que o seu LinkedIn precisa mudar nesse sentido, de trazer um pouquinho mais dos seus talentos, das coisas que você sabe fazer. O Marlon deu a quinta dica, ou a quarta dica, desculpa, que é a questão de você criar o seu mantra, né? Quando a gente tá perdido demais, é bom que a gente olhe para dentro e fale assim: tá, pera aí, o que que eu tenho que repetir para mim para que eu saia desse ambiente que é tóxico nesse momento? Eu preciso voltar a focar as coisas que eu tenho para fazer. No caso do Marlon especificamente, ele volta lá para o manual dele, né, meu manual de sobrevivência. O que que eu tenho que fazer para eu sair dessa confusão mental aqui? Essa foi a dica que ele deu. A outra sexta dica, quinta dica, desculpa, aqui é a questão dessa agenda, né, dessa organização da sua agenda, deixando claro o que que você vai fazer quando, né. Tipo, eu preciso fazer isso, eu preciso colocar na minha agenda o quê? O que que falta nela hoje para me ajudar a conseguir meu emprego, né? E o Vini deu a sexta, que foi a questão da psicologia clínica, né? Por que não procurar um trabalho na sua formação, com que você pode fazer nesse momento de maior dificuldade? De repente procurar um emprego de psicólogo dentro de empresa É bem mais complexo, é bem mais difícil. Não é impossível, mas é mais difícil. E aí, enquanto você trabalha como psicólogo, você continua procurando seu emprego dos sonhos, né? Mas para trazer para você essa segurança, né, de ter um emprego, de ter um dinheiro entrando e assim por diante, acho que isso é extremamente importante. Vini, teve mais alguma? Marlon, teve mais alguma além dessas que eu anotei aqui?
Cara, tá super, para mim tá super consistente aí. Eu também, eu tinha notado aqui, né, o lance de ampliar o networking, né, de começar a buscar essas possibilidades além daquilo que eu já tenho hoje, né. A Letícia falou: eu conheço só essa em Campinas. É muito pouco, precisa estar com radar ligado. Olha, Letícia, compartilhando com você, quando Eu me aventurei a morar fora um tempo, né, fiquei morando fora. Quando eu voltei para o Brasil, eu fiz uma lista. Aliás, na viagem eu fiz uma lista de 10, das 10 empresas que eu queria trabalhar quando eu voltasse. Uma dessas empresas chamava-se Cianti, ela tava em 6º lugar na minha lista. Então assim, eu ter opções, né, é muito importante eu ter, saber, cara, qual que é meu mapa. Então, e assim, eu falo em ter opções escritas mesmo, sabe. Tendo um papel, na época eu tinha um caderninho, eu escrevia lá. Então assim, primeira opção, qual que era, não rolou. Segunda opção, e aí você vai, você vai marcando, vai marcando, vai marcando, vai marcando. E uma coisa que eu queria também deixar aqui, muito importante, volta ao começo da conversa sobre o lance que o Ivan falou de muitas vezes a gente queria atirar para tudo que é lado. Eu sei que essa tensão ela perturba, ela cutuca, Luca, a tua situação hoje é uma realidade, uma mãe solo, isso deve te provocar, deve te incomodar. Mas eu vou deixar uma coisa aqui, talvez hoje soe meio que, cara, você não sabe o que está falando, mas eu posso dizer que eu sei. Acredite de verdade naquilo que você quer fazer. Quando eu retornei de viagem, eu fui viajar para investir no meu inglês, E eu achava que um cara de TI com inglês fluente, cara, não teria portas, que seria todo mundo ia me querer. Essa era a minha visão. Eu voltei para o Brasil e nada, não consegui arranjar nada. 3 meses se passaram da minha volta e nada. Eu me desesperei, voltei para minha cidade, para o interior, e fui pedir emprego para o meu pai. Meu pai tem um comércio. Pai, eu vou trabalhar com você. Velho, meu pai é muito sábio, ele disse: Ele parou, você lembra que ele parou, olhou para mim e disse: tá bom, beleza, mas você quer de verdade trabalhar aqui? E eu falei: não quero. Ele falou: então, mas eu preciso. Ele falou: mas vamos lá, precisa versus o que que você quer? Eu quero voltar para Campinas, eu quero trabalhar. Então vai, só aumenta a intensidade de busca. Então aumenta a intensidade de busca. E aí, essa dica dele para mim foi muito valiosa, porque eu vi que ele acreditava no meu sonho. Por mais que eu tava ali, eu tava numa situação, tava dependendo dele, e ele me falando: cara, vai, vai buscar teu sonho. Então queria que você ficasse com essa mensagem de acreditar de verdade naquilo que você quer fazer, porque vai aparecer, vai. Eu não tenho a dúvida, isso vai aparecer. Sabe por que vai aparecer? Porque a vida vai te desafiar nisso. E aí sabe o que vai acontecer? Você vai ver essa oportunidade chegando. Só tem um ponto também importante: o quanto você vai estar preparada para agarrar essa oportunidade. Isso é muito importante. Oportunidade nada mais é do que preparo, você estar preparada para aquilo, somado com as consequências do ambiente, do que tem por aí. Mas estar preparada é muito importante. Esse é o princípio de sorte. Sorte é oportunidade mais preparo. Então assim, esteja preparado, né? Ah, mas como é que me preparo se não me dão experiência? A gente falou bastante aqui, né? Se envolva, se envolva em comunidades. Esse é o assunto do momento, isso tá bombando na internet, sabe? Trabalhar, isso tá muito forte. Então se envolva em assuntos, comunidades, tenha na ponta da tua língua o que tá acontecendo hoje relacionado a esse contexto. E aí eu tenho certeza que vai aparecer na tua frente em algum momento para você agarrar isso aí.
E vou dar mais uma dica para complementar nesse ponto que você tocou, viu, Marlon? Acho que talvez a minha, a minha saideira derradeira aqui, viu, Letícia? Ó, você falou muito de se aplicar em vagas, mas a gente sabe que não é o modo mais efetivo de conseguir emprego, tá? Em geral, o que o Marlon falou ali de ampliar o seu networking Talvez seja o principal que você tem. Então, igual a gente falou, ah, você listou as suas empresas, você já sabe quais empresas, se conecta com pessoas de lá. E conectando com pessoas de lá, converse com elas falando o que que você quer, que tipo de oportunidade que você tá buscando, e pessoas que podem te ajudar a alavancar. Isso, eu acho que é isso.
Vai começar a chegar inteiro da CIT no meu LinkedIn.
É isso que é importante também, porque às vezes a gente também foca demais num negócio só e não abre um pouquinho o leque. Não é para, não é nem lá nem cá, você tem que ter O Marlon Silva Domingues falou de 10 listas de empresas que ele gostaria de trabalhar. É isso, eu vou criar minha listinha aqui. Não pode ser uma, sabe por que que não pode ser uma? Porque é o plano A, tá bom. Cadê o B e o C? Se você não tiver um plano B e o C e o A foi para o brejo, você não tem nada.
E o Z, né? O plano Z.
E procure pessoas que te ajudem nisso, Letícia, ó. Tipo, já é compromisso, tipo, nós vamos divulgar essa live aqui nas nossas redes e vamos falar: galera, se liga na Letícia! A Letícia é uma pessoa da área de psicologia que tem uma experiência com público LGBT, interesse em atuar na área social, então se liga, oportunidade única, se conecta com pessoas igual você se conectou a nós aqui, se conecta com outras pessoas que podem te ajudar, isso vai ser chave.
Isso, e não só para te darem um emprego, mas te ajudarem. Um medidor importante é: pô, já me conectei com RH todo da CIT, que massa! A vaga não apareceu? Então esse sinal você tem que se conectar com RH inteiro da Dextra, IBM, da Matera, sei lá, do Mundo, entendeu? É esse o ponto, assim, eu tenho— se eu não tenho algo nesse momento, eu preciso fazer ainda mais do que eu tô fazendo. Isso é muito importante. Eu tava olhando aqui uma coisa, me veio uma ideia, não sei, eu acabei de abrir o seu Instagram, tá? Tá fechado. Mas hoje o Instagram é uma rede social das mais utilizadas, né? Fazer stories, ao invés de fazer stories tomando café ou indo na academia, faz stories falando o que você faz, faz stories gravando o que você tá buscando também, porque esse negócio tem um poder gigantesco, gigantesco. Então amplia, faz um LinkedIn, Faz o Instagram, faz o LinkedIn, faz o Instagram, e o negócio tende a ganhar mais pessoas. Você tem 602 seguidores, são 602 pessoas que podem ver algum conteúdo seu desse nicho que você tá querendo atuar, que pode falar: "Ó, Letícia, conheço alguém que vai te procurar." Isso é ampliar cada vez mais o nosso network. Tem Facebook? Coloca no Facebook também, replica nas suas redes sociais. Faz essa mensagem chegar em tudo que é lugar.
É, ó, e eu acho que a gente terminar, uma das coisas que eu aprendi apanhando feio na vida, mas que eu acho que fez muita diferença, é que eu sempre achei que os outros iriam me dar uma oportunidade. Enquanto eu achei que os outros iriam me dar uma oportunidade, eu não consegui nada. A oportunidade quem cria é a gente, tá? Põe isso na sua cabeça. Quando alguma coisa acontecer e você não conseguiu, sei lá, participou de um processo seletivo e não deu certo, não fique achando: pô, essa empresa é foda, essa empresa não me dá oportunidade, as pessoas que estão lá não me dão oportunidade. Não, pensa o seguinte: tá bom, o que que eu preciso fazer diferente para da próxima vez eu conquistar essas pessoas e conseguir esta oportunidade? É você quem vai conseguir, não é empresa que vai te dar. Tá, acho que essa aí é a dica que eu tenho para dar, que para mim fez muito sentido assim.
E o poder da comunidade, poder do network, é muito forte. Aqui assistindo a tua live nesse momento tem duas pessoas, uma é a Carla, que foi inclusive mentorada para a gente semana passada, o outro é o Tom. São duas pessoas que acabaram de entrar na CT. Conecta com eles, aprende com eles também o que que eles fizeram para entrar na CT. Isso é muito massa, mapear padrão de quem conseguiu conseguiu fazer algo acontecer. A Carla, ela, eu lembro que ela postava 1.300 coisas no LinkedIn diariamente contando, falando, ali evidenciando conhecimento dela. O Tom fazendo curso de Scrum, de Agile, não sei aonde. Isso, eu tô contando isso porque eu vi, eu vi isso. Então assim, isso ganha visibilidade. Então assim, aprender com quem fez isso assim, ah, eu queria entrar na CET, Pega esses dois seres humanos que acabaram de entrar e aprende com eles também. O que esses caras fizeram para entrar na CT? Faz sentido, cara? Faz sentido, Tom? Escreve aí se faz sentido. Eu tenho certeza que eles vão estar dispostos também a ajudar vocês. Esse é o poder da colaboração network, é muito poderoso, muito poderoso.
Muito bom, muito bom, adorei isso aqui. Ó, gente, queria fazer um pedido para todo mundo que tá vendo a gente, que é para mandar energias positivas aqui para Letícia, para que ela consiga seu emprego tão sonhado, para que as coisas aconteçam. Desapegue, conecte.
Eu aprendi a mandar energia pela câmera aqui, Vini e Lucas. É assim, ó. Aprendi nos meus cursos.
Conta aí, conta aí.
1, 2, 3, faz, ó. 1, 2, 3, puxa!
Vamos lá, agora junto. Vamos fazer um som para nós.
1, 2, 3, puxa!
3, garoto!
Toca aqui, Letícia!
Valeu! Boa sorte! Vai dar bom!
Não só sorte, galera, quem tiver assistindo essa live, tiver oportunidade de divulgar essa live na rede de vocês, marcando Letícia, vamos fazer chegar em mais gente que pode ajudar muito a ela, falando dessa desse desejo dela de impactar. E olha que legal, de impactar pessoas também. Então é algo que a gente só pode multiplicar. Então, mais do que a sorte, vamos também ajudar ela nessa jornada, que vai ser algo incrível, o poder que a gente tem de mexer aqui nessa mentoria de RH. Beleza, galera? Só vamos!
Certo, Marlon Silva Domingues.
Valeu, Letícia! Conte com a gente, siga a gente no LinkedIn, aproveita as dicas, Põe esse negócio para funcionar.
Tamo junto, valeu, galera! Valeu, turminha!
Valeu, valeu!









