Você já sentiu medo?

Marlon explores how fear hides behind anger during quarantine, and how distinguishing facts from stories lets you move from denial to acceptance. He argues that crises create opportunities if you're willing to step out of your comfort zone and make a plan based on reality, not denial.
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Fala, galera, beleza? Marlon aqui e resolvi gravar esse vídeo aqui para falar um pouquinho sobre o medo, sobre esse sentimento que muitas vezes a gente não tem muita sabedoria da forma que a gente pode interpretá-lo. Mas é muito interessante porque os dias que nós estamos vivendo em confinamento, eles afloram essa emoção, esse sentimento de medo. É normal e é comum em muitas pessoas. Mas o mais importante e interessante do medo, de coisas que eu venho percebendo e venho passando também, é que o medo muitas vezes ele é o sentimento que está vinculado àquela boa e velha emoção da raiva. Eu não sei se você que está me assistindo aqui já sentiu raiva durante essa quarentena em algum momento. Se sim, deixa um like aí porque Isso é normal, é normal. E o que eu quero dizer pra vocês: entre o medo e a raiva, o sentimento que prevalece é o medo, porque a raiva nada mais é que uma cortina de fumaça pro medo. Sabe o que é isso? É muito interessante, porque através da raiva nós somos socialmente aceitos. O medo torna nós, né, a vozinha aqui interna, ou a sociedade julga as pessoas que têm medo como fracos e fracas. Se você é homem existe uma série de preconceitos, se você é mulher existe uma série de preconceitos e assim sucessivamente. Mas o que de verdade está por trás da raiva é o medo. E a raiva tem os seus estágios, né? A raiva, raivinha, raivona, é o medo, medinho, medão. Tudo isso são padrões que se a gente tiver um entendimento maior e melhor ajudam a gente a performar e ter mais autonomia, mais disciplina e ter inclusive uma condição de atingir resultados e resolver problemas de uma forma muito diferenciada. O que eu quero deixar aqui para vocês como mensagem é o seguinte: quando você está vivendo a sensação do medo ou sentimento da raiva, você está numa fase que nós chamamos de fase de negação. Essa é a fase onde você não não aceita uma mudança que está por vir. Esta é uma fase em que você não aceita a crise que já está existindo no mundo nesse momento. Essa fase de negação faz com que as pessoas fiquem com medo. É quando você vai num evento, por exemplo, e você se vê diante de uma mensagem poderosa e fala: "Nossa, esse é o local que a minha esposa deveria estar, o meu marido deveria estar, meus filhos deveriam ouvir isso." "O meu chefe..." e assim por diante. Você não aceita aquela mensagem para si, mas você sempre pensa na pessoa que poderia se beneficiar com isso. Essa fase da negação, ela impede que você consiga enxergar oportunidades. Então, se você está vivenciando o medo, a raiva nesse momento, provavelmente você está numa fase de negação, negando a realidade. Esse coronavírus não deveria ter acontecido. Ou se você contraiu, "Como é que eu peguei esse treco aqui? Como é que eu fui bobear dessa forma?" E aí vem aquela boa frase que a gente ouve dos antigos, que aceita que dói menos. Por quê? O aceita que dói menos te remete à realidade. E a realidade faz parte dessa fase de transformação. Se a negação está atrelada ao medo, se a negação está atrelada a essa defensividade, existe uma outra fase que é a fase de aceitação. E a fase de aceitação está vinculada com a realidade. Se você tiver capacidade de se conectar com a vida real, com os fatos existentes do momento, por exemplo, é fato que nesse momento tá caindo uma chuva gigantesca aqui, é fato. O que é fato em relação aos seus problemas? O que é fato em relação às suas Mensagens. Trabalhe em cima dos fatos, porque existem as histórias, aquilo que já passou. Existem as fantasias, aquilo que sua mente adora criar. Trabalhe em cima dos fatos. Os fatos te levam para a fase de aceitação, aquilo que é real, e você é capaz de criar novas oportunidades em cima daquilo que é real. Um dos grandes aprendizados que eu tive morando na China Foi que a palavra crise, ela tem duas definições poderosas. Uma é relacionada a problemas, a outra é relacionada a oportunidades. Você pode escolher aquilo que você quer se concentrar, nos problemas ou nas oportunidades. A crise vem para gente para trazer a gente para fora das nossas zonas de conforto, para que a gente possa dar novos passos que há muito tempo a gente vem procrastinando. Então aproveite esse momento, olhe para o seu medo agora e entenda dentro desse seu medo, da tua raiva, o que que é fato e o que que de verdade é realidade que você está vivendo, e crie um plano poderoso em cima disso, não na negação. Se você estiver na negação, Talvez seja melhor você respeitar esse momento e não fazer nada, de tempo ao tempo. Mas se você quiser criar novas oportunidades, você precisa ir para a fase de aceitação, onde a realidade acontece e onde as oportunidades morrem. Legal? Bacana? Espero que você goste desse insight, desse vídeo. Veio do coração. A gente se vê. Beijo. Fui!









